Porra no Escritório Novo
Era uma sexta-feira ao meio-dia, mais pro fim da tarde, no intervalo do trampo. Eu tava sozinho porque faltaram uns dois e o resto tava em outro canto. Fiquei dando uma volta pra ver os escritórios novos que tavam vazios, porque ainda não tinham mudado nada. Escuto alguém chegando — era meu chefe com a mulher dele, mostrando como tinha ficado tudo. Cumprimentei os dois, e ele foi falar no telefone.
Ela me sorria porque era safada demais, já estava imaginando tudo que a gente podia fazer ali juntinhos, e já tava me deixando com tesão só de pensar em ter aquela bunda gostosa em cima de mim, pulando no escritório do marido dela, no chão, na parede, onde fosse. Passa um tempo e o chefe não vinha, e tinha uma tensão sexual naquele lugar que a gente já tava se despindo só com os olhos. O chefe chega e fala que tinha que sair porque ia no banco resolver umas paradas, ela, nem lerda nem preguiçosa, falou que esperava ele ali.
Ele foi embora, sem ninguém por perto e pelo menos uma hora de banco que nos deixava pra realizar aquela fantasia e aquele desejo que existia entre nós. Ela se aproximou de mim enquanto eu via ele indo embora. Ela desabotoava a camisa, e os botões quase estouravam com aquele par de melões que ela escondia ali. Ela se jogou em cima de mim e começou a me chupar inteiro enquanto abria o zíper da minha calça, desesperada pra eu dar o que ela queria.
Tiro meu pau pra fora pelo zíper enquanto me apalpava, eu abria aquele jeans apertado dela e metia a mão naquela buceta quente e molhadinha, peludinha, do jeito que eu gosto. Ela gemia no meu ouvido, dizia meu nome com uma paixão e um tesão que não dava pra entender como ela guardava tudo aquilo na frente do marido. Encostei ela na parede do escritório, puxei o jeans dela pra baixo junto com uma calcinha fio-dental preta que entrava até a alma. Assim, como se nada, sem pensar que a qualquer momento alguém podia aparecer, penetrei aquela buceta tão lubrificada pelo tesão e pela adrenalina que queimava. Quanto mais fundo eu ia, mais quente e molhadinha ficava. Sem fôlego os dois, ela me joga no chão como se eu fosse um brinquedo dela e me monta como se fosse profissional, como se vivesse daquilo. Eu tava prestes a explodir dentro dela quando vejo alguém espiando e saindo rápido. Com o coração a mil, ela não parava, quase gozando, e enfia na boca. Queria tomar todo o leite, se engasgava, parecia que a garganta dela não tinha fundo até que joguei tudo lá dentro. Transbordando de porra naquela boquinha, ela me olhava com uma cara de êxtase, incrível, parecia um sonho. Mas não conseguia parar de pensar em quem tinha nos visto...
Por favor
No dia seguinte, volto ao trabalho e percebo que a secretária do meu chefe tava me olhando estranho, até com um sorriso no rosto. Fiz as contas e deduzi que podia ser ela quem tinha nos visto, mas não podia me entregar. Só tinha que deixar ela dar uma insinuada, pelo menos. Depois de umas horas, fiquei sozinho e ela se aproximou como se fosse me falar algo, mas não sabia como dizer, então ficava puxando papo sobre outras coisas.
-Bom, vamos parar de fingir e me fala logo o que ia me dizer... falei pra ela.
-Você já sabe o que aconteceu. Nós três sabemos...
—Ela não sabe de nada... Já tô meio entregue, falo.
- Te peço que guarde segredo, ninguém pode ficar sabendo, senão você me fode.
—Igual ele merece mais. Mais de uma aqui sabe o que o chefe faz...
Ele vivia se insinuando, até assediando ela e qualquer uma que passasse pelo escritório dele, então merecia uns bons chifres, assim ele ia aprender. Mas ela tinha algo mais em mente, eu sabia que não era uma extorsão.
— Sabe que eu sei como a gente pode resolver isso e só teria que voltar ao local dos fatos... ela me dizia enquanto piscava um olho.
—Mas tem gente trabalhando lá, não sei se dá, por que a gente não arruma aqui?
-Não esquece que eu tenho meu escritório particular ali...
Levei ela até o escritório novo, olhando pra ver se ninguém nos via, porque já ter dois problemas não dava. Como era de se esperar, ela baixou minha calça e começou a engolir meu pau com desespero. Queria sentir o mesmo que a mulher do meu chefe sentia quando eu comia ela, óbvio. Ela se engasgava enquanto babava de tanto meter meu pau fundo na boca. Chupou gostoso enquanto eu passava a mão por baixo da saia dela naquela buceta apertadinha, igual toda secretária que entra porque tem carne fresca pra oferecer. Não tinha muito tempo, já tava chegando mais gente, então ela acelerou o ritmo e tirou toda a porra que eu tinha, engolindo tudo como uma boa secretária puta e dedicada ao trabalho dela.
Saímos do escritório dele e bem na hora chegou o chefe com a mulher dele. Ele tava rindo porque já imaginava que a gente tava fazendo alguma coisa, enquanto ela me encarava com ciúme só de pensar no que tinha rolado ali dentro. Mas fazer o quê, pelo menos não ia perder o emprego por ter comido a mulher dele, no máximo ia me foder um pouco só.
Tava na hora de dar explicações, então falei pra ela que não era nada demais, só que ele tinha descoberto o que a gente fez e me pediu um favor em troca, mas que minha única puta era ela e que minha pica pertencia a ela — quando ela quisesse, eu tava pronto. Satisfeita com o que eu disse e ainda por cima tinha esquentado ela de novo, então tava perdoado e pronto pra meter quando ela quisesse...
Fim da história.
Se você gostou de mim, deixa uns pontos e comenta aí
Quero vocês, beijos quentes...
Era uma sexta-feira ao meio-dia, mais pro fim da tarde, no intervalo do trampo. Eu tava sozinho porque faltaram uns dois e o resto tava em outro canto. Fiquei dando uma volta pra ver os escritórios novos que tavam vazios, porque ainda não tinham mudado nada. Escuto alguém chegando — era meu chefe com a mulher dele, mostrando como tinha ficado tudo. Cumprimentei os dois, e ele foi falar no telefone.
Ela me sorria porque era safada demais, já estava imaginando tudo que a gente podia fazer ali juntinhos, e já tava me deixando com tesão só de pensar em ter aquela bunda gostosa em cima de mim, pulando no escritório do marido dela, no chão, na parede, onde fosse. Passa um tempo e o chefe não vinha, e tinha uma tensão sexual naquele lugar que a gente já tava se despindo só com os olhos. O chefe chega e fala que tinha que sair porque ia no banco resolver umas paradas, ela, nem lerda nem preguiçosa, falou que esperava ele ali.
Ele foi embora, sem ninguém por perto e pelo menos uma hora de banco que nos deixava pra realizar aquela fantasia e aquele desejo que existia entre nós. Ela se aproximou de mim enquanto eu via ele indo embora. Ela desabotoava a camisa, e os botões quase estouravam com aquele par de melões que ela escondia ali. Ela se jogou em cima de mim e começou a me chupar inteiro enquanto abria o zíper da minha calça, desesperada pra eu dar o que ela queria.
Tiro meu pau pra fora pelo zíper enquanto me apalpava, eu abria aquele jeans apertado dela e metia a mão naquela buceta quente e molhadinha, peludinha, do jeito que eu gosto. Ela gemia no meu ouvido, dizia meu nome com uma paixão e um tesão que não dava pra entender como ela guardava tudo aquilo na frente do marido. Encostei ela na parede do escritório, puxei o jeans dela pra baixo junto com uma calcinha fio-dental preta que entrava até a alma. Assim, como se nada, sem pensar que a qualquer momento alguém podia aparecer, penetrei aquela buceta tão lubrificada pelo tesão e pela adrenalina que queimava. Quanto mais fundo eu ia, mais quente e molhadinha ficava. Sem fôlego os dois, ela me joga no chão como se eu fosse um brinquedo dela e me monta como se fosse profissional, como se vivesse daquilo. Eu tava prestes a explodir dentro dela quando vejo alguém espiando e saindo rápido. Com o coração a mil, ela não parava, quase gozando, e enfia na boca. Queria tomar todo o leite, se engasgava, parecia que a garganta dela não tinha fundo até que joguei tudo lá dentro. Transbordando de porra naquela boquinha, ela me olhava com uma cara de êxtase, incrível, parecia um sonho. Mas não conseguia parar de pensar em quem tinha nos visto...
Por favor
No dia seguinte, volto ao trabalho e percebo que a secretária do meu chefe tava me olhando estranho, até com um sorriso no rosto. Fiz as contas e deduzi que podia ser ela quem tinha nos visto, mas não podia me entregar. Só tinha que deixar ela dar uma insinuada, pelo menos. Depois de umas horas, fiquei sozinho e ela se aproximou como se fosse me falar algo, mas não sabia como dizer, então ficava puxando papo sobre outras coisas.
-Bom, vamos parar de fingir e me fala logo o que ia me dizer... falei pra ela.
-Você já sabe o que aconteceu. Nós três sabemos...
—Ela não sabe de nada... Já tô meio entregue, falo.
- Te peço que guarde segredo, ninguém pode ficar sabendo, senão você me fode.
—Igual ele merece mais. Mais de uma aqui sabe o que o chefe faz...
Ele vivia se insinuando, até assediando ela e qualquer uma que passasse pelo escritório dele, então merecia uns bons chifres, assim ele ia aprender. Mas ela tinha algo mais em mente, eu sabia que não era uma extorsão.
— Sabe que eu sei como a gente pode resolver isso e só teria que voltar ao local dos fatos... ela me dizia enquanto piscava um olho.
—Mas tem gente trabalhando lá, não sei se dá, por que a gente não arruma aqui?
-Não esquece que eu tenho meu escritório particular ali...
Levei ela até o escritório novo, olhando pra ver se ninguém nos via, porque já ter dois problemas não dava. Como era de se esperar, ela baixou minha calça e começou a engolir meu pau com desespero. Queria sentir o mesmo que a mulher do meu chefe sentia quando eu comia ela, óbvio. Ela se engasgava enquanto babava de tanto meter meu pau fundo na boca. Chupou gostoso enquanto eu passava a mão por baixo da saia dela naquela buceta apertadinha, igual toda secretária que entra porque tem carne fresca pra oferecer. Não tinha muito tempo, já tava chegando mais gente, então ela acelerou o ritmo e tirou toda a porra que eu tinha, engolindo tudo como uma boa secretária puta e dedicada ao trabalho dela.
Saímos do escritório dele e bem na hora chegou o chefe com a mulher dele. Ele tava rindo porque já imaginava que a gente tava fazendo alguma coisa, enquanto ela me encarava com ciúme só de pensar no que tinha rolado ali dentro. Mas fazer o quê, pelo menos não ia perder o emprego por ter comido a mulher dele, no máximo ia me foder um pouco só.
Tava na hora de dar explicações, então falei pra ela que não era nada demais, só que ele tinha descoberto o que a gente fez e me pediu um favor em troca, mas que minha única puta era ela e que minha pica pertencia a ela — quando ela quisesse, eu tava pronto. Satisfeita com o que eu disse e ainda por cima tinha esquentado ela de novo, então tava perdoado e pronto pra meter quando ela quisesse...
Fim da história.
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