Milf na crise 2

Marlene não voltou pra aquele massagista... ficou com vergonha, então procurou outro, mas teve o mesmo resultado...

Ela procurava homens fortes, vigorosos, bonitões... tinham que ser da idade dela ou um pouco mais novos, mas de jeito nenhum um homem mais velho... ela achava que um homem mais velho seria fácil. Os massagistas dela eram todos mais novos que ela,... talvez o mais velho tava na casa dos 30 e nenhum passou dos limites com ela... será que pensavam igual a ela e não queriam alguém mais velha?

Marlene conhecia baladas onde dava pra arrumar sexo fácil, coisa de uma noite, mas esses lugares são frequentados por senhoras mais velhas na faixa dos 60, homens horríveis, gente de baixo nível social, com problemas financeiros... e esses não eram lugares pra ela... mas também nunca tinha experiência com garotos de programa, nunca ouviu falar de algum lugar de prestígio pra mulheres... e isso também não a animava muito porque ela queria um romance secreto, uma aventura, algo escondido e seguro, um caso sem compromisso, algo com adrenalina, e pagar por sexo não era tão excitante assim... embora já estivesse considerando, só por tesão...

Ela até tinha medo de pesquisar na internet sobre o assunto, também não sabia como tocar no assunto com as amigas, o que iam pensar... toda noite se deitava pensando em como puxar o assunto sem ser atrevida, sem dar pistas...

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Um dia saiu pra night com as amigas e percebeu que uma delas tava dando em cima do garçom e ele tava correspondendo... as outras não notavam... Marlene aproveitou o momento pra arrancar informação:
- Ei! você é casada! o que cê tá fazendo?
- O que eu fiz? só pisquei o olho...
- Mas você é casada! como você se atreve?
- Qual é, Marlene.. que isso?? todas fazem isso... não vem com essa de que você é uma santa

Marlene ficou muda e se sentiu descoberta, como se a amiga soubesse das suas intenções... mas claro, era só o remorso de consciência que a acusava... encheu de coragem e segurança de novo
- eu não disse que sou santa, tô te perguntando como você tem coragem

outra amiga entrou na conversa:
- ai, Marlene, deixa pra lá... ela não vai dar pra ele, vai? xD

todas se cagaram de rir, menos a Marlene... e continuaram a conversa, falando de caras, com quantos tinham transado antes do casamento, se alguma já tinha traído e a coisa seguiu assim... também veio à tona o assunto da pornografia, algumas se gravavam dando pro marido e depois apagavam os vídeos, e coisas do tipo... Marlene ficou alarmada, mas absorvendo tudo como uma esponja.. o plano dela tinha funcionado

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Depois daquela noite, Marlene ficou chocada porque percebeu que era muito fácil acessar pornô e já pensou no filho dela... então entrou em contato com o provedor de internet pra instalar o necessário e poder controlar tudo que se via na casa dela... Assim que o sistema começou a funcionar, ela percebeu o óbvio: o filho dela consumia pornô, mas Marlene não sabia o que fazer, castigar? proibir? dar bronca? aconselhar?... pensou que ter instalado aquilo foi uma má ideia, porque agora sabia o que rolava, mas também não sabia como agir... antes era melhor não saber nada...

Mas isso teve um efeito colateral: ela tinha endereços de sites pornô na mão...

Marlene era esperta e ligou de novo pro provedor de internet e avisou que no programa dela via os endereços dos sites visitados, mas no navegador do filho não tinha registro de nada... talvez o pessoal do outro lado do telefone estivesse tirando sarro dela, mas explicaram a maravilha de apagar o histórico ou algo melhor: o navegador anônimo!

Ela fez testes e eles tinham razão, não dava pra saber quais sites foram visitados... o que a levou à ideia de entrar pela primeira vez num site pornô... já tinha tudo: endereços e como não ser descoberta. E foi o que fez, uma noite trancada no quarto dela começou a ver coisas que nunca tinha visto antes. Se sentia como uma adolescente se masturbando na frente do PC, deitada na cama...

Cada tarde que ficava sozinha, aproveitava pra ver pornô, ler histórias eróticas... um novo mundo se abria pra Marlene e sua crise começava a passar...

Depois de 3 anos, já era uma expert em pornô; seu problema existencial tinha sumido... agora resolvia tudo com uma boa taça de vinho, um vídeo ou história quente, e pra cama se tocar... se o marido tava ou não, isso já não preocupava, se os filhos estavam em casa ou não, também não... tinha mudado um pouco a visão de tudo... no entanto, achava que tava vendo pornô demais e que já era hora de dar um basta

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Sua filha já tinha crescido (mas ainda faltava pra tirar a carteira de motorista), dava pra ver que seria uma mulher muito gostosa, bom, já era, e o melhor amigo do filho (2 anos mais velho que ela) começou a visitá-la direto... isso não agradou muito Marlene; ela tinha ouvido histórias desse moleque, todo mundo na sala admirava ele porque, segundo ele, já tinha tido namoradas e transado com umas duas... e ela não queria que a filha fosse mais uma na multidão...

Numa dessas visitas, Marlene encarou ele cara a cara, aproveitando que a filha tava tomando banho... o moleque quase cagou nas calças de medo e confessou a verdade: nunca tinha tido namorada, nunca tinha beijado uma garota, tudo era mentira, mas os amigos gostavam de ouvir suas histórias... Marlene continuou perguntando e ele confessou que eram as histórias dos irmãos mais velhos, ele ouvia e depois repetia... ela achou que ele tava falando a verdade e deixou o moleque em paz

Parece que ainda não eram namorados e ele visitava ela todo dia... Marlene sabia que a filha tava apaixonada por ele, mas achava muito estranho que não eram namorados... o moleque era muito virjão pra não perceber que a filha dela queria ele... Marlene obviamente não se metia nesse assunto... só deixava eles seguirem...

Com o passar das semanas, ela percebeu que o garoto sempre usava um boné, não importava a hora, não importava o clima, ele sempre estava de boné quando ia pra casa dela... ela notou porque o viu umas duas vezes na rua e ele não tava com a porra do boné... Marlene era muito observadora e aquilo chamou a atenção dela, alguma coisa ele devia estar escondendo...

Na visita seguinte, o garoto veio com o boné como sempre, Marlene ficou de olho, seguindo o olhar dele usando cada espelho, cada reflexo das janelas, vidros... alguma coisa esse moleque tentava esconder... A surpresa de Marlene foi que esse pestinha seguia ela com o olhar e usava o boné pra esconder os olhos!

De um jeito bem safado, ele olhava pros peitos e pra bunda dela... Marlene não tinha certeza do que descobriu, mas precisava tentar alguma coisa... foi pro quarto dela e trocou a blusa por uma decotada e voltou pra sala onde ele tava com o filho dela... se aproximou deles e deixou cair alguma coisa de propósito, quando se abaixou pra pegar, viu pelo reflexo da TV que ele tava definitivamente olhando pras tetas dela

Marlene sentiu um calor que entrou pela buceta dela e subiu até a garganta... foi direto pra cozinha pegar água e se dar uns tapas na cara. Ela mesma se repreendia... que porra é essa? é um moleque da idade do teu filho! Marlene tentou se afastar do garoto, mas era impossível, ele seguia ela pra todo lado e se escondia atrás do boné... Os dias passavam e nada mudava na atitude desse punheteiro. Marlene já tinha se acostumado e disse pra si mesma que não tava fazendo mal a ninguém aquele moleque bater uma pensando nela, se é que ele fazia isso... de vez em quando ela se vestia de um jeito provocante, mas nada demais, só uma legging curta, blusas coladas, e o garoto ficava hipnotizado

Um dia ela chegou do trabalho, era umas 3 da tarde, era pra não ter ninguém em casa e quando ela entrou, se conta que os sapatos desse garoto estavam ali... tudo estava em silêncio, e o instinto de mulher adulta fez ela pensar na filha!! correu na hora pro quarto dela, mas tava vazio, procurou em todos os cômodos e não achou nada... foi pro jardim e também não... ficou gritando mas ninguém aparecia... isso tava muito estranho... ele tinha que estar em casa, os sapatos dele estavam ali... lembrou que tinha esquecido um quarto: o do filho... subiu na hora e lá estava o moleque deitado na cama jogando play station, com os fones cobrindo a cabeça toda... Marlene sentiu alívio...

Perguntou pelos filhos e ele disse que o filho tinha ido buscar um controle na casa de um amigo, foi de bike e ia demorar, e não sabia onde a menina estava...

Ela perguntou sobre o jogo, nada de mais, era need for speed... ele convidou ela pra jogar e ela aceitou. Sentou do lado dele na cama e ele explicou tudo. Ela dirigia muito mal, mas ele motivava ela e ela ria...

Muito rápido ela percebeu que ele olhava de canto, tanto que nem notava como ela tava dirigindo mal e respondia coisas tipo "isso, isso, vai bem"... Ela deu uma pausa e disse que ia se trocar, que tava com a roupa do trabalho e queria ficar confortável. Foi pro banheiro e deixou a porta entreaberta de propósito, tirou a roupa menos a calcinha fio dental e ficou arrumando umas coisas no banheiro, cês sabem, limpando aqui, mexendo roupa ali... e o pivete não demorou pra chegar espiando ela.

Quando ela notou, ignorou e se sentiu como se tivesse filmando um filme: as câmeras não existem, é você e o papel, o personagem... ia e vinha, se abaixava... no final parou na frente do espelho e começou a segurar os peitos, e massageou um pouco... depois virou de costas e ficou olhando a bunda, apertando e soltando as nádegas... virou de novo de frente e passou os dedos na beirada da calcinha, com a insinuação pra puxar pra baixo... Marlene pensou que seria demais, então pegou o vestido curto dele e vestiu... o cara saiu correndo de novo pro quarto

Ela entrou e ele estava agitado, mas não comentou nada. Deitou também na cama do lado direito do rapaz e era a vez dela de brincar. Levantou a perna esquerda e o vestido caiu um pouco, mostrando a coxa.

O pirralho tava louco com uma mulher daquela do lado... o coração ia pular pra fora, mas não sabia o que fazer, nem tava pensando, nem imaginava comer ela, ou tocar nela, só tava excitado como nunca, tentava se ajeitar porque a ereção já tava doendo, e ele tava de shorts esportivo que não escondia nem disfarçava nada...

Marlene mexia a perna e o vestido continuava subindo um pouco mais... ela também não sabia o que fazer, nunca tinha estado naquela situação, só se deixava levar pelo instinto... e foi traiçoeiro:
se ajeitou melhor na cama, fazendo contato com os corpos... ele reagiu na hora se aproximando mais dela, como se os dois soubessem o que estavam fazendo, mas ninguém falava nada, ninguém fazia nada explícito

Bem embaixo da TV tinha um armário, eles se viam refletidos ali e Marlene abriu as pernas devagar pra ele poder olhar... ele tava respirando muito rápido, quase hiperventilando... Ela pausou o jogo, mas não sabia o que dizer, o que fazer, e nada acontecia, ele também não reagia de jeito nenhum... a cabeça de Marlene tava a mil e Felix não queria fazer nada que estragasse o momento

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A ação dele foi dar um beijinho na cabeça dela e ela olhou pra ele na hora com um sorriso... ela disse que ele não precisava do boné e tirou... ele tava cagado de medo e suando frio.

Marlene se apoiou no braço esquerdo e, ficando de lado, puxou conversa:
- Felix, vou te fazer outra pergunta...
- sim, claro (com medo)
- você nunca beijou uma garota mesmo?
- (negou com a cabeça)
- eehhmm quer experimentar? não Sim, quer aprender?
- (Ela afirmou com a cabeça)
- Quer me beijar?
- (Ela assentiu de novo, enquanto perdia o fôlego)

Marlene começou com um selinho, nenhum dos dois fechou os olhos, ele quase não conseguia respirar. Ela quis se afastar pra molhar os lábios, mas ele não se soltava dela, então ela começou a beijá-lo com a língua e ele repetia tudo que ela fazia... Marlene tava ficando com tesão e colocou a coxa direita sobre as pernas do Felix e pegou as mãos dele pra ele acariciar ela... em questão de segundos Felix tremeu e ficou travado num orgasmo que torceu o corpo inteiro dele.

Ele tentou se levantar depressa, mas ela segurou ele e abraçou... disse que não tinha acontecido nada de errado e deixou ele ir ao banheiro... demorou um tempão... ela lambeu a própria coxa, o quarto ficou por um momento cheio de um cheiro de cloro. Quando ele finalmente saiu do banheiro:
- Dona Marlene, acho melhor eu ir (tentando esconder as partes atrás da porta)
- Por quê? (Marlene começava a ficar nervosa)
- Preciso ir pra casa
- Tá com vergonha? Ou tá com medo de mim?
- Não tô com medo, mas tô envergonhado
- Por quê? (já um pouco aliviada)
- Bom, cê sabe... eu me sujei... preciso me limpar direito
- Pode vestir uma roupa do meu filho se quiser e eu lavo a sua
- Se seu filho chegar, vai perceber... melhor eu ir

Marlene acompanhou ele até a porta, ele calçou os sapatos e antes de ir perguntou se podia beijar ela de novo, ela beijou ele na hora e disse que se ele quisesse que se repetisse, ninguém podia ficar sabendo de nada, ninguém... ele sorriu felizão e foi embora feito um campeão...

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