Noite do caralho com minha cunhada

Uma tarde, minha cunhada veio me visitar, vestida com uma minissaia azul que não deixava nada pra imaginação, assim como a blusa vermelha justinha. Ela tava uma gostosa — eu, sendo mulher, percebi isso na hora. Tava no meu quarto tomando banho, ouvi ela me chamar, respondi que já tava saindo. Um barulho me fez virar pra porta do banheiro, que tava aberta, e minha cunhada: "Desculpa entrar assim", comentou, "mas tava morrendo de vontade de te convidar pra uma reunião lá em casa hoje à noite". Ela sorriu de um jeito insinuante enquanto passava os olhos no meu corpo pelado, com gotas de água escorrendo do banho que eu tinha tomado. Senti minhas bochechas ficarem vermelhas. "Tá bom", respondi, "a gente se vê à noite".

Pensei que, depois dessa resposta, ela fosse sair do banheiro, mas ela continuou lá, me olhando de um jeito que eu nunca imaginei. Os olhos dela subiam e desciam dos meus peitos pra minha buceta recém-depilada. "Me passa a toalha", falei, esticando o braço pra pegar. Ela pegou a toalha, mas se aproximou de mim e começou a me secar bem devagar. Primeiro, fez nas minhas costas, passando aos poucos; de vez em quando, os dedos dela tocavam minha pele e meu corpo sentia um choque elétrico. Desceu lentamente pras minhas pernas, do mesmo jeito, roçando minha pele com os dedos de vez em quando.

Ela me fez virar, ficando de frente pra ela, e começou a secar meus peitos. Meus olhos se arregalaram de surpresa quando senti a ponta dos dedos dela tocando um mamilo — eles já estavam completamente duros. Minha mente travou, não entendia o que tava rolando, mas eu tava adorando o que minha cunhada tava fazendo. As mãos dela continuaram descendo até minha buceta, que já tava toda molhada e lubrificada. Ela secou minhas pernas, uma de cada vez, tão devagar que parecia que uma borboleta tava me tocando. De repente, as mãos dela começaram a subir a toalha lentamente, secando minhas panturrilhas, minhas coxas, por dentro delas, e finalmente chegou na minha buceta depilada. Sentia que morria de prazer, comecei a soluçar aos poucos, desejando que aquilo fosse além. Ela sabia disso, porque seus lábios não tiravam aquele sorriso debochado do rosto. Ela se levantou, me deu um beijo na bochecha, bem perto dos meus lábios, e disse: "Vou embora, te vejo à noite, amiga. Não vá faltar."
Tenho que confessar que o tempo até a noite chegar pareceu uma eternidade. Coloquei uma minissaia branca, uma calcinha fio dental em formato de coração, uma blusa preta transparente com um sutiã preto meia-taça de renda bem sugestivo. Me vesti pensando nela, queria que os olhos dela ficassem fixos em mim.
Cheguei na festa na hora certa. Tinha umas trinta pessoas, a maioria mulheres, já que o marido dela não estava e ela aproveitou pra fazer uma reunião. Ela parecia uma deusa, usava um vestido preto justo que, ao andar, deixava aparecer a borda gordinha da bunda dela. Aos poucos, cada um dos convidados foi indo embora até que só ficamos um casal de amigas dela, minha cunhada e eu. Ela já estava meio bêbada, o vestido tinha subido um pouco mais, deixando quase metade da bunda dela à mostra e, na frente, os lábios da buceta aparecendo por entre a renda da calcinha preta dela. Comecei a ficar muito mais molhada, sentia uma torneira se abrindo entre minhas pernas de tão tesuda que eu tava. Meu Deus, como eu morria de vontade de beijar a Laura e de sentir os lábios dela percorrendo minha buceta molhada e os dentes mordiscando meu clitóris, que já quase doía de tanto desejo.
"Vamos dormir", disse minha cunhada, no mesmo quarto, já que minhas amigas iam ficar no quarto de hóspedes. Como conseguimos, subimos as escadas e chegamos no quarto. O vestido da Laura já tinha subido até a cintura dela. Por trás, a bunda dela estava completamente à mostra; na frente, a buceta mal ficava escondida por um triângulo minúsculo. Apesar de tudo que eu tinha imaginado, a Laura dormiu num instante, e eu fiquei lá, cheia de vontade, no maior tesão. Que isso, finalmente peguei no sono quase amanhecendo, acordei quando senti algo estranho na minha pele, algo passava bem devagar. Não abri os olhos, só me deixei levar pelo prazer que sentia. Era um sopro suave na nuca e uns beijos molhados que mordiscavam minha orelha. A língua dela ia desenhando o caminho que os lábios percorriam, era delicioso, sentia que derretia com aqueles lábios passeando pela minha pele. Umas mãos começaram a se enfiar por baixo da minha blusa até encontrarem meus peitos com o mamilo bem duro e louco pra ser chupado.

Essas mãos apertavam meus seios, acariciavam e beliscavam o mamilo enquanto iam tirando aos poucos a blusa vermelha que eu nem tinha tirado. Eu continuava curtindo sem abrir os olhos. Finalmente tirou minha blusa e meus peitos ficaram livres, aquelas mãos enlouqueceram, tocavam e tocavam cada vez mais rápido, minha respiração ficou muito ofegante. De repente senti uns lábios que substituíram aquelas mãos, começou primeiro com meu peito direito, bem devagar colocou o seio na boca, percorrendo ele aos poucos com a língua babada, chupando, mordiscando, enquanto os dedos percorriam o outro beliscando suavemente o mamilo. Depois trocou a boca pelos dedos que seguiram para o peito que tinha ficado livre. Meus quadris se mexiam fazendo círculos, tentando ter contato com aquele corpo que me enlouquecia. A boca começou a descer devagar pelo meu abdômen, deixando um rastro de beijos por onde passava. Finalmente chegou na minha pussy, beijando meus lábios carnudos, começou a acariciá-los, sentia que meu cérebro ia explodir. A língua dela era quente, chupava minha pussy incrivelmente bem, meus suquinhos corriam pela boca dela e outros escorriam pela minha coxa abaixo. "Você tem um gosto delicioso, mamita", ela disse, minha cunhada, com uma voz rouca e cheia de desejo que eu nunca tinha ouvido. Então me surpreendeu quando disse: "Quero te chupar toda, princesa, percorrer cada centímetro da sua pele com a... minha língua, quero enfiar ela na sua buceta até o fundo, você é linda, meu amor.
Eu levantava meus quadris pra ele entrar mais fundo, mordi meus lábios de tanto prazer que sentia e acariciava a cabeleira dele, passamos não sei quanto tempo assim, eu com ele enfiado entre minhas pernas me chupando toda. De repente, ele se levantou e entrelaçou as pernas dele com as minhas, deixando nossas conchinhas se beijando uma na outra. A dela era macia, completamente depilada e molhada, pegajosa como a minha. Assim, com nossas pernas em tesoura, ele começou a cavalgar enquanto nossas bucetas se beijavam. Meu corpo começou a tremer, tudo girava ao meu redor, senti algo crescendo mais e mais dentro de mim até que meu corpo se desvaneceu, e em cima de mim ficou o dela. Os fluidos dele se misturaram com os meus. Eu fiquei jogada na cama, ele se ajoelhou e começou a beber os suquinhos da minha pussy. "Você é deliciosa, princesa", ele dizia. "Você é a mulher mais gostosa que já provei. Quero te fazer amor a cada instante, quero dormir com você todas as noites com meu dedinho enfiado dentro de você e minha boca chupando seus peitos." Eu só sorria e me deixava querer. Ele estava lindo assim, nu, ajoelhado, e os peitos dele batiam nas minhas pernas enquanto me chupava toda. "Bebê, vamos descansar um pouco", ele disse. "Quero chupar sua pussy de novo." Minha cunhada estava muito tesuda, e eu também, mas quero descansar um pouco. "Vem pros meus braços, bebê. Vamos dormir", ele disse, e me abraçou com as mãos dele cobrindo meus peitos e os dele colados nas minhas costas. Assim, dormimos não sei quantas horas, até que o som de um telefone nos acordou. Era o marido dela, avisando que chegaria hoje à tarde. Eu me levantei rápido, fui tomar um banho. Tomamos um café e fui pra casa.
Noite do caralho com minha cunhada

4 comentários - Noite do caralho com minha cunhada

Me hiciste poner duro.... me encantaría charlar con vos