Olá, pessoal. Essa história não é minha, peguei de https://www.todorelatos.com e é do autor
Nossa história não é a tÃpica história de amor romântica. A gente se conheceu cada um com seu parceiro e uma vida independente, aos poucos fomos nos dando bem e percebendo que nossos parceiros não nos davam o que a gente queria.
Pra resumir, chegou um dia que a gente deu um passo à frente e rompeu com aquela vida tÃpica e tradicional, e começamos uma vida juntos. Em pouco tempo, acabamos morando juntos.
Como eu tava dizendo, não sou tradicional nos meus gostos, e até agora não tinha conseguido realizá-los. Minha mulher (mesmo não sendo casados no papel, a gente se trata como se fosse) se chama Belinda, mas todo mundo conhece ela como Chiqui.
Vivemos numa cidade pequena no sul da Espanha, ela é morena, tem um charme e um jeito natural de conquistar quando sorri, é daquelas que vai te ganhando com a doçura. É uns anos mais velha que eu, tem 36 anos, e só melhora com o tempo. Tem aquele tesão de parecer madura, mas ao mesmo tempo com cara de inocente, boazinha, como se nunca tivesse quebrado um prato na vida…
Por tudo isso, e pelos meus gostos pouco tradicionais, desde que começamos eu sempre tentava fazer ela fantasiar sobre vê-la com outros homens fazendo coisas na minha frente, e que ela soltasse seu lado mais sensual e selvagem, até mesmo que chegasse perto do que se diria vulgarmente ser uma puta na intimidade, e não só comigo…
Principalmente por causa da cara de santinha, me dava ainda mais tesão pensar no dia em que eu fosse transformar ela na "minha putinha" e que ela aceitasse todos os meus desafios e apostas. Eu sempre tentava provocar ela com desafios pra deixar ela com vontade e fazer com que ela fizesse umas coisas, mas na hora H ela nunca tinha coragem, porque dizia que eu já bastava pra ela...
Eu fantasiava em dividir ela, até mostrava fotos de outros caras pelados e falava: "não te daria tesão fazer e deixar fazerem na minha frente?"... e às vezes tudo isso eu dizia enquanto a gente tava na cama e eu não conseguia evitar gozar só de imaginar ela...
Um dia, cansado de esperar que ela se decidisse, sabia que nunca sairia dela um "vou te trair". Resolvi ir mais longe e colocar um anúncio na internet dizendo que queria compartilhar minha mulher. De montes de e-mails e fotos que recebi, escolhi um cara da minha idade. Falei pra ele que a gente ia dizer que éramos amigos do colégio, que ele tinha se mudado da cidade por causa do trabalho e a gente perdeu contato, e que anos depois, por acaso, nos encontramos e eu o convidei pra jantar em casa. Só impus duas condições: usar camisinha, e que a bunda da minha mulher era só minha. O resto ele podia fazer o que quisesse.
Depois que a história ficou clara pra minha mulher não desconfiar, falei pra ele que com qualquer desculpa ia sair de casa durante o jantar e naquele tempo ele ia ter pra tentar pegar ela ou conseguir alguma coisa, que até a ideia dele forçar um pouco me deixava louco… imaginava que ela ia resistir, mas que assim que ele conseguisse deixar ela molhadinha ou enfiar nela, ela ia se entregar pelo prazer, conheço ela muito bem e sei que quando começa não consegue parar… só precisava passar por aquela primeira resistência que eu achava que ela ia ter.
Chegou o dia e eu, como sempre, pedia pra ela ficar levinha de roupa em casa, ou até de vestido e sem calcinha. Não precisei falar nada — se eu tivesse dito, talvez ela desconfiasse — mas, como sempre, com o calor, ela já andava assim pela casa. Fui trabalhar e passei o dia todo pensando no jantar, com um tesão danado, o dia inteiro de pau duro só de imaginar outro cara comendo minha mulher com meu consentimento. Eu adorava ser um "cuck consentido". Quando saà do trampo, fui num shopping comprar umas bebidas pra animar o jantar. Pensei que ela ia ficar bem mais receptiva se eu a deixasse um pouco bêbada.
Chegou a hora do jantar, me encontrei com nosso novo amigo e fomos juntos pra casa como se nos conhecêssemos há uma vida inteira. Comentei que minha mulher nem sabia que vinha alguém pra jantar, porque se eu tivesse contado, ela teria se arrumado, e eu queria que ela estivesse de vestido ou camisolinha, sem calcinha…
Chegando em casa, e como sempre ao vê-la, fui dar um beijo nela, ela me disse no ouvido, toda carinhosa:
- Você é burro, traz alguém e não me avisa, pra eu não ficar desse jeito
- Desculpa, amor, é que encontrei esse amigo que a gente não se via desde o colégio e ia ser feio não convidar ele pra tomar um negócio, então a gente foi comprar umas coisas pra janta pra você não precisar fazer nada.
- Pois é, já que não me avisou, agora você prepara o jantar… ou o que vocês trouxeram, que vou trocar de roupa.
- Nem fodendo! Você não é capaz de ficar assim jantando e dar uma esquentada no meu amigo.
- Uff, não me provoca que você sabe que me deixa excitada…
- Pois é, você sempre fala isso e depois não consegue…
Assim termina nossa conversa discreta, ela foi até ele e disse:
Desculpa meu marido, ele é um bagaço e nem nos apresentou, tanto amigo, tanto amigo e nem apresenta a mulher dele…
Enquanto ele se aproximava pra dar uns beijinhos e se apresentou como Chiqui, ela respondeu com uns beijinhos e disse que se chamava Carlos. Enquanto se cumprimentavam disfarçadamente, ele passou a mão nas costas dela bem lá embaixo, quase já roçando a bunda da minha mulher. Ela nem reagiu, não sei se porque não percebeu ou porque tava topando meu desafio de tentar esquentar um pouco o clima.
Fui pra cozinha guardar as compras na geladeira e preparar o jantar, enquanto falei pra ela mostrar a casa pro Carlos. Mesmo sem ver o que tava rolando, fiquei entre nervoso e excitado pra saber se nessa visita guiada tinha rolado algum contato ou aproximação. Tentei escutar pra entender o que tava acontecendo, mas não ouvia nada… comecei a imaginar que talvez já estivessem usando a cama, ou que minha Chiqui já tivesse alguma coisa na boca… e nesses pensamentos, vi os dois voltarem pra cozinha conversando e rindo como se se conhecessem há tempos. Não sei se ela tava dando mole pra ele ou se só tinha um clima. O que ela não conseguiu disfarçar ao voltar foram os mamilos, que começaram a marcar o vestidinho que ela usava naquele dia. Será que tinha rolado algo pra eles ficarem assim? Ou será que era só a situação que tava deixando ela com tesão?
Ao sentarmos à mesa, fiz questão de que os dois sentassem juntos e eu na frente, com a ideia de que ficassem mais próximos, até mesmo de que, por baixo da mesa, ele tentasse tocar nela disfarçadamente por baixo do vestido. Mas o jantar transcorreu normalmente — pelo menos eu não via se estavam se pegando por baixo da mesa. Conversamos sobre tudo um pouco. Carlos contou sobre a vida dele, o trabalho, e até entramos em assuntos picantes e pessoais pra ver se minha mulher ia ficando com tesão ao ouvir certas coisas que contávamos como "grandes amigos". Enquanto isso, continuávamos comendo e bebendo. A gente sempre se certificava de que a Chiqui tivesse o copo cheio.
Quando a gente terminou de jantar, me adiantei e preparei uns drinks pra continuar animando a minha mulher. Como a gente tava bem entretido, o tempo passou voando. Continuamos bebendo com uma música ambiente de fundo, e eu não parava de dar umas voltas na cozinha, no banheiro, com a desculpa de deixar eles sozinhos e dar privacidade pra ver se o Carlos ia avançando.
Depois de uns copos, falei que não tinha mais gelo pra bebida e que ia no posto comprar, já que era tarde pra caralho, então ia demorar porque o mais perto era longe. Antes de sair, começamos a arrumar a mesa, quando vi minha mulher lavando a louça, falei pro Carlos que ia dar um perdido, que aproveitasse que ia demorar uns 15-20 minutos com a desculpa de comprar gelo. Ele foi pra cozinha com o que faltava arrumar enquanto eu saÃa pela porta.
Fui de carro em direção ao posto de gasolina, quando depois de alguns minutos meu telefone começou a tocar, mas como estava dirigindo, não consegui atender. Quando parei no posto, vi que a ligação era do Carlos, pensei que tinham me chamado pra comprar algo a mais, retornei a ligação mas ele não atendeu. Uma mistura de nervosismo e mil ideias do que poderia estar acontecendo bombardeava minha cabeça, tava morrendo de vontade de voltar, mas ao mesmo tempo não queria ir embora sem comprar o que precisávamos. Então resolvi ligar pro celular da Chiqui, que imaginei que estivesse com ela. Deu vários toques e ninguém atendia… até que finalmente atenderam e dava pra ouvir um barulho, como se tivessem colocado no viva-voz, porque dava pra distinguir a música de fundo, e eu falei:
- Querido? Olá?
- Desculpa, agora não pode falar… tá com a boca ocupada – Respondi Carlos
Sem me dar tempo de falar nada, desligaram na minha cara. Bateu um sentimento muito estranho, minha mulher não só tinha dado o passo de me botar chifre como ainda me contaram pra eu saber o que eu mesmo provoquei, e ainda por cima eu tava perdendo tudo. Decidi ligar o carro e voltar pra casa sem comprar nada, o mais rápido que pude. Não parava de pensar no que ia encontrar, se ia só olhar, se ia participar ou como reagir. Finalmente cheguei na porta de casa, minhas mãos tremiam na hora de enfiar a chave na fechadura, mas mesmo assim queria fazer isso sem fazer barulho pra entrar e poder ver a cena...
Quando entrei, fui direto pra cozinha e vi a Chiqui lavando os pratos como se nada tivesse acontecido, e o Carlos não vi, parecia que tava no banheiro. Minha mulher, ao me ver, mandou eu chegar perto. Aà eu me aproximei por trás, colando bem nela, e ela disse quase sussurrando que tinha comprado gelo naquela manhã, então era melhor eu arrumar uma desculpa melhor da próxima vez que quisesse entregar ela de bandeja. Ao falar isso, percebi que desde o começo do jantar ela já tinha sacado que eu queria deixar os dois sozinhos, e não só não se opôs como me deixou ir, sabendo que o Carlos ia tentar alguma coisa.
Naquele momento, as palavras da conversa telefônica voltaram à minha cabeça, e eu meti a mão por baixo do vestido dela, ao que ela me disse:
- Se você está procurando provas do crime, elas não estão lá. Estão aqui… - respondeu ele, me dando um beijo de lÃngua.
— Engoli tudo… e, por sinal, da próxima vez vê se arranja um que dure mais… foi só enfiar a pica na minha boca e gozar, deve ser que ficou com tesão de eu chupar ele enquanto você tava do outro lado do telefone — Ela falou de novo, sem me dar tempo de responder.
Enquanto me dizia isso, passava a mão na minha calça e, ao sentir minha tesão, falou de novo:
- Tá pior do que eu pensava, se vai explodir e olha que você ainda não viu nada… Isso te deixa com tesão? Então vem que você vai ver o que provocou… não me incentivava a ser uma puta, pois então vai ter o que queria…
Eu ainda não sabia o que dizer, sentia que finalmente tinha despertado o lado pervertido dela e já tinha saÃdo do controle. Ela me pegou pela mão e me puxou até a porta da sala, quando chegou lá me soltou e eu imaginei que queria que eu esperasse ali. Ela entrou onde Carlos já nos esperava sentado com a taça e distraÃdo no celular, tirou o celular da mão dele e sentou no colo dele sem dizer uma palavra, de costas para ele, e começou a esfregar a bunda no volume do nosso amigo. Pegou a mão dele e colocou por baixo do vestido dela, e Carlos não demorou a entender o que ela queria e começou a masturbá-la com os dedos primeiro por fora, depois eu vi vários dedos sumindo dentro dela.
Continuaram assim por uns minutos até que ela sentiu no rabo que o novo amigo já estava pronto pra mais um ataque, e sem avisar, se levantou, virou, abaixou um pouco a calça dele e, sem se despir nem esperar mais… como se a ansiedade tivesse tomado conta dela, arregaçou o vestido e sentou em cima dele. Tudo foi muito rápido. Como ela não tava de calcinha, do jeito que eu gostava, não teve nenhum obstáculo e foi enfiando bem devagarinho, enquanto eu via da porta a bucetinha dela sumindo aos poucos, enquanto ela envolvia o pescoço dele com os braços e começavam a se beijar com paixão.
Pouco depois, a Chiqui gemia e cavalgava a pica do Carlos, mas agora não era devagar, parecia mais que ia partir ela ao meio com as investidas que davam.
Ele pegou ela no colo, ela enroscou as pernas na cintura dele, e ele levou ela assim até o sofá. Tanto ela quanto eu ficamos surpresos com aquele movimento que ele fez sem pensar, mostrando que tava tão tarado e solto num estilo selvagem que arranjou forças pra carregar ela no colo até o sofá e largar ela lá como se fosse empurrar ela pra estuprar. Sem falar nada, agarrou as mãos dela com força, como se não quisesse que a presa escapasse, e começou de novo a meter e tirar quase por completo. Não era mais só meter, ele tirava a pica toda e enfiava de novo, e a cada estocada minha mulher gemia mais, como se além do tesão tivesse até doendo. Enquanto ela gemia e ele comia ela bem selvagem, soltou as mãos dela e rasgou o vestido dela de um puxão, deixando os peitos dela no ar, e disse:
- Desde que entrei aqui e te vi com os peitos assim, tô morrendo de vontade de fazer isso…
Começou a lamber eles, e parou as suas investidas.
- O que cê tá fazendo que parou? Continua me fodendo pelo amor de Deus, eu tava quase gozando, não para agora… mete logo…
Ao ouvir isso, não aguentei mais o tesão e comecei a me tocar. Carlos, por sua vez, já tinha parado de lamber e começou a morder forte os bicos dos peitos dela, fazendo ela gritar de novo, misturando dor e prazer. Ele voltou a meter com força, enfiando até o fundo, com um bico do peito entre os dentes, puxando a teta dela pra cima. Com as mesmas mãos que tinham rasgado o vestido minutos antes, começou a dar tapas na bunda dela enquanto a pica entrava toda dentro dela. E assim ficou por mais alguns minutos, dando tapas e metendo, até que, entre gemidos, ele gritou perguntando onde ela queria a porra. Minha mulher respondeu: "Se você ousar tirar, te mato", pedindo pra ele gozar dentro dela.
Nesse momento eu reagi e lembrei que minhas duas regras eram camisinha e que a bunda era só minha, e ela acabou de pedir pra um desconhecido gozar dentro dela. Mas em vez de ficar puto, me deu ainda mais tesão ver minha mulher implorando pra sentir o gozo de outro dentro.
Quando Carlos saiu de cima dela, ela respirou aliviada, como quem diz "finalmente um descanso", mas me viu me tocando. Ela pediu pra eu chegar perto, pegou minha mão e colocou no seu cuzinho, e disse:
- Isso é o que você estava procurando antes? Pois então já tem… aproveita.
Sentir com meus dedos lá dentro uma mistura de sucos, que já não sabia se eram dela ou do Carlos, me deu ainda mais tesão, se é que isso era possÃvel. Comecei a beijá-la e sussurrei no ouvido dela: "obrigado por realizar todas as minhas fantasias". Desci até as coxas dela e comecei a brincar com minha lÃngua até não conseguir mais resistir à tentação. Continuei brincando com meus dedos no meio de tanto fluido lá dentro e, ao mesmo tempo, com minha lÃngua por fora... Vi a Chiqui se contorcendo, imagino que por saber que o marido dela não só agradecia por ela dar pra outro e curtir, mas também que estava ainda mais excitado por ver que, com minha lÃngua, eu tava lambendo todos os restos do que acabara de rolar.
Enquanto eu continuava com minha boca chupando a buceta da minha mulher com as gozadas dela e do amante, eu ainda tava com o maior tesão da minha vida, porque não tinha gozado, e ela sabia disso, então me parou, se levantou e me disse:
- Querido, me mostra que isso te deixou tão excitado como você dizia e goza pra eu ver…
Enquanto dizia isso, se abaixava e começava a me bater uma punheta e a enfiar na boca, começando a me olhar cada vez que enfiava ela inteira na boca.
Nesse momento, Carlos voltou do banheiro e disse: "Galera, não é por interromper, mas tenho que ir." Ele se aproximou para apertar minha mão, enquanto Chiqui continuava de joelhos, chupando cada vez mais rápido. Ao ouvir que ele ia embora, segurou a calça dele, como se quisesse dizer algo, mas sem parar de chupar meu pau. Começou a desabotoar a calça de Carlos, tirou meu pau da boca e disse:
- Você não vai a lugar nenhum até que os dois me comam ao mesmo tempo, e enfie esse pedaço de pau no meu cu.
— Seu marido não me deixa — respondeu Carlos.
- Também não queria que gozasse dentro e olha como ele aproveitou… tu me fode o cu que a ele eu recompenso depois – disse ela
Com essas mesmas, ela se levantou me deixando no meio do caminho e foi pro quarto pegar a vaselina pra gente lubrificar bem. Voltou, me sentou no sofá, e me pediu desculpa por me deixar na mão, mas não queria que o Carlos fosse embora sem a gente meter os dois nela ao mesmo tempo.
Ela sentou de uma vez só no meu pau, que já tava prestes a explodir depois de tanto tempo me segurando, e com as mãos abriu a bunda e disse:
- Carlitos, tá esperando o quê pra me foder? Vou ter que implorar de novo pra você gozar dentro?
Com todas as coisas que a Chiqui tinha dito pra ele, ele ficou todo excitado só de pensar em meter no cu dela, e já tava de novo de pau duro olhando pro teto. Pegou o pote de lubrificante e passou no pau dele, e também no cu da minha mulher, que já tava cavalgando em mim sem parar enquanto esperava e abria a bunda pra receber o amante dela.
Carlos parou com a ponta no cu dela e, sem nenhuma delicadeza, enfiou tudo de uma vez, e disse:
- Não queria que eu te partisse ao meio? Pois é exatamente isso que vou fazer com você…
Chiqui parou de me cavalgar por um tempo e só se agarrou em mim e me beijou, não conseguia se mexer por causa da força com que nosso amigo estava metendo nela e segurando ela por trás, ele apoiava uma mão nas costas dela que a empurrava contra mim e ao mesmo tempo jogava todo o peso dele em cada estocada.
Minha mulher começou a gritar já na primeira enfiada e sentir aquele pauzão enchendo o cu dela, além de que, mesmo a gente praticando sexo anal, ter o meu também dentro e com as enfiadas do Carlos fazendo quase juntar nossas picas dentro dela, eu não aguentava mais. De vê-la imóvel, tirei as mãos do cu dela, e em vez de abrir, fechei com minhas mãos pra ela se sentir ainda mais empalada e comecei a me mexer o pouco que dava, e a beijar ela.
Em poucos minutos, Carlos agarrou ela pelo cabelo e puxou pra trás, tirando ela da minha boca e aproximando a dele, mostrando a lÃngua, e disse:
vadia, quero que você chupe como se fosse uma pica…
E o Chiqui começou a chupar a lÃngua dela pra fora da boca. Vendo aquela cena que já mostrava que minha mulher tava fora de si, curtindo e obedecendo tudo que a gente quisesse fazer com ela… não aguentei mais e descarreguei toda minha porra dentro dela. Quando ela sentiu, com tudo que o Carlos tava fazendo, ela também começou a gemer e gritar como eu nunca tinha ouvido antes…
Seus filhos da puta, tô gozando, do jeito que vocês tão me deixando, um orgasmo vem atrás do outro… quero que vocês dois gozem ao mesmo tempo na minha boca e ver a cara de vocês…
Mas o Carlos também gozou dentro do cu dela ao ouvi-la assim. Nós três chegamos ao orgasmo quase ao mesmo tempo. Tirei o pau já meio mole do cu dela, ela se levantou no sofá e ele disse:
- Limpa ela pra mim do teu jeito
Minha mulher, sem colocar na boca, só com a lÃngua, pra eu ver bem de perto, limpou os restos de porra dela.
Carlos insistiu de novo:
- Preciso ir, já tô chegando tarde pra caralho. Na próxima vez que eu voltar pra sua cidade, a gente se vê.
- Eu não repito com ninguém, só com meu marido, prefiro experimentar outros, desculpa – responde minha mulher.
Nosso amigo foi embora, ficamos abraçados no sofá, comentando tudo o que rolou, eu queria saber tintim por tintim o que aconteceu enquanto eu não tava vendo eles.
E, principalmente, já que eu tinha conseguido despertar o lado pervertido da minha mulher, não queria parar… Vão surgir novas ideias agora que ela topa…
comparto minha mulher
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Espero que vocês gostem e comentem. Créditos ao autor.
Nossa história não é a tÃpica história de amor romântica. A gente se conheceu cada um com seu parceiro e uma vida independente, aos poucos fomos nos dando bem e percebendo que nossos parceiros não nos davam o que a gente queria.
Pra resumir, chegou um dia que a gente deu um passo à frente e rompeu com aquela vida tÃpica e tradicional, e começamos uma vida juntos. Em pouco tempo, acabamos morando juntos.
Como eu tava dizendo, não sou tradicional nos meus gostos, e até agora não tinha conseguido realizá-los. Minha mulher (mesmo não sendo casados no papel, a gente se trata como se fosse) se chama Belinda, mas todo mundo conhece ela como Chiqui.
Vivemos numa cidade pequena no sul da Espanha, ela é morena, tem um charme e um jeito natural de conquistar quando sorri, é daquelas que vai te ganhando com a doçura. É uns anos mais velha que eu, tem 36 anos, e só melhora com o tempo. Tem aquele tesão de parecer madura, mas ao mesmo tempo com cara de inocente, boazinha, como se nunca tivesse quebrado um prato na vida…
Por tudo isso, e pelos meus gostos pouco tradicionais, desde que começamos eu sempre tentava fazer ela fantasiar sobre vê-la com outros homens fazendo coisas na minha frente, e que ela soltasse seu lado mais sensual e selvagem, até mesmo que chegasse perto do que se diria vulgarmente ser uma puta na intimidade, e não só comigo…
Principalmente por causa da cara de santinha, me dava ainda mais tesão pensar no dia em que eu fosse transformar ela na "minha putinha" e que ela aceitasse todos os meus desafios e apostas. Eu sempre tentava provocar ela com desafios pra deixar ela com vontade e fazer com que ela fizesse umas coisas, mas na hora H ela nunca tinha coragem, porque dizia que eu já bastava pra ela...
Eu fantasiava em dividir ela, até mostrava fotos de outros caras pelados e falava: "não te daria tesão fazer e deixar fazerem na minha frente?"... e às vezes tudo isso eu dizia enquanto a gente tava na cama e eu não conseguia evitar gozar só de imaginar ela...
Um dia, cansado de esperar que ela se decidisse, sabia que nunca sairia dela um "vou te trair". Resolvi ir mais longe e colocar um anúncio na internet dizendo que queria compartilhar minha mulher. De montes de e-mails e fotos que recebi, escolhi um cara da minha idade. Falei pra ele que a gente ia dizer que éramos amigos do colégio, que ele tinha se mudado da cidade por causa do trabalho e a gente perdeu contato, e que anos depois, por acaso, nos encontramos e eu o convidei pra jantar em casa. Só impus duas condições: usar camisinha, e que a bunda da minha mulher era só minha. O resto ele podia fazer o que quisesse.
Depois que a história ficou clara pra minha mulher não desconfiar, falei pra ele que com qualquer desculpa ia sair de casa durante o jantar e naquele tempo ele ia ter pra tentar pegar ela ou conseguir alguma coisa, que até a ideia dele forçar um pouco me deixava louco… imaginava que ela ia resistir, mas que assim que ele conseguisse deixar ela molhadinha ou enfiar nela, ela ia se entregar pelo prazer, conheço ela muito bem e sei que quando começa não consegue parar… só precisava passar por aquela primeira resistência que eu achava que ela ia ter.
Chegou o dia e eu, como sempre, pedia pra ela ficar levinha de roupa em casa, ou até de vestido e sem calcinha. Não precisei falar nada — se eu tivesse dito, talvez ela desconfiasse — mas, como sempre, com o calor, ela já andava assim pela casa. Fui trabalhar e passei o dia todo pensando no jantar, com um tesão danado, o dia inteiro de pau duro só de imaginar outro cara comendo minha mulher com meu consentimento. Eu adorava ser um "cuck consentido". Quando saà do trampo, fui num shopping comprar umas bebidas pra animar o jantar. Pensei que ela ia ficar bem mais receptiva se eu a deixasse um pouco bêbada.
Chegou a hora do jantar, me encontrei com nosso novo amigo e fomos juntos pra casa como se nos conhecêssemos há uma vida inteira. Comentei que minha mulher nem sabia que vinha alguém pra jantar, porque se eu tivesse contado, ela teria se arrumado, e eu queria que ela estivesse de vestido ou camisolinha, sem calcinha…
Chegando em casa, e como sempre ao vê-la, fui dar um beijo nela, ela me disse no ouvido, toda carinhosa:
- Você é burro, traz alguém e não me avisa, pra eu não ficar desse jeito
- Desculpa, amor, é que encontrei esse amigo que a gente não se via desde o colégio e ia ser feio não convidar ele pra tomar um negócio, então a gente foi comprar umas coisas pra janta pra você não precisar fazer nada.
- Pois é, já que não me avisou, agora você prepara o jantar… ou o que vocês trouxeram, que vou trocar de roupa.
- Nem fodendo! Você não é capaz de ficar assim jantando e dar uma esquentada no meu amigo.
- Uff, não me provoca que você sabe que me deixa excitada…
- Pois é, você sempre fala isso e depois não consegue…
Assim termina nossa conversa discreta, ela foi até ele e disse:
Desculpa meu marido, ele é um bagaço e nem nos apresentou, tanto amigo, tanto amigo e nem apresenta a mulher dele…
Enquanto ele se aproximava pra dar uns beijinhos e se apresentou como Chiqui, ela respondeu com uns beijinhos e disse que se chamava Carlos. Enquanto se cumprimentavam disfarçadamente, ele passou a mão nas costas dela bem lá embaixo, quase já roçando a bunda da minha mulher. Ela nem reagiu, não sei se porque não percebeu ou porque tava topando meu desafio de tentar esquentar um pouco o clima.
Fui pra cozinha guardar as compras na geladeira e preparar o jantar, enquanto falei pra ela mostrar a casa pro Carlos. Mesmo sem ver o que tava rolando, fiquei entre nervoso e excitado pra saber se nessa visita guiada tinha rolado algum contato ou aproximação. Tentei escutar pra entender o que tava acontecendo, mas não ouvia nada… comecei a imaginar que talvez já estivessem usando a cama, ou que minha Chiqui já tivesse alguma coisa na boca… e nesses pensamentos, vi os dois voltarem pra cozinha conversando e rindo como se se conhecessem há tempos. Não sei se ela tava dando mole pra ele ou se só tinha um clima. O que ela não conseguiu disfarçar ao voltar foram os mamilos, que começaram a marcar o vestidinho que ela usava naquele dia. Será que tinha rolado algo pra eles ficarem assim? Ou será que era só a situação que tava deixando ela com tesão?
Ao sentarmos à mesa, fiz questão de que os dois sentassem juntos e eu na frente, com a ideia de que ficassem mais próximos, até mesmo de que, por baixo da mesa, ele tentasse tocar nela disfarçadamente por baixo do vestido. Mas o jantar transcorreu normalmente — pelo menos eu não via se estavam se pegando por baixo da mesa. Conversamos sobre tudo um pouco. Carlos contou sobre a vida dele, o trabalho, e até entramos em assuntos picantes e pessoais pra ver se minha mulher ia ficando com tesão ao ouvir certas coisas que contávamos como "grandes amigos". Enquanto isso, continuávamos comendo e bebendo. A gente sempre se certificava de que a Chiqui tivesse o copo cheio.
Quando a gente terminou de jantar, me adiantei e preparei uns drinks pra continuar animando a minha mulher. Como a gente tava bem entretido, o tempo passou voando. Continuamos bebendo com uma música ambiente de fundo, e eu não parava de dar umas voltas na cozinha, no banheiro, com a desculpa de deixar eles sozinhos e dar privacidade pra ver se o Carlos ia avançando.
Depois de uns copos, falei que não tinha mais gelo pra bebida e que ia no posto comprar, já que era tarde pra caralho, então ia demorar porque o mais perto era longe. Antes de sair, começamos a arrumar a mesa, quando vi minha mulher lavando a louça, falei pro Carlos que ia dar um perdido, que aproveitasse que ia demorar uns 15-20 minutos com a desculpa de comprar gelo. Ele foi pra cozinha com o que faltava arrumar enquanto eu saÃa pela porta.
Fui de carro em direção ao posto de gasolina, quando depois de alguns minutos meu telefone começou a tocar, mas como estava dirigindo, não consegui atender. Quando parei no posto, vi que a ligação era do Carlos, pensei que tinham me chamado pra comprar algo a mais, retornei a ligação mas ele não atendeu. Uma mistura de nervosismo e mil ideias do que poderia estar acontecendo bombardeava minha cabeça, tava morrendo de vontade de voltar, mas ao mesmo tempo não queria ir embora sem comprar o que precisávamos. Então resolvi ligar pro celular da Chiqui, que imaginei que estivesse com ela. Deu vários toques e ninguém atendia… até que finalmente atenderam e dava pra ouvir um barulho, como se tivessem colocado no viva-voz, porque dava pra distinguir a música de fundo, e eu falei:
- Querido? Olá?
- Desculpa, agora não pode falar… tá com a boca ocupada – Respondi Carlos
Sem me dar tempo de falar nada, desligaram na minha cara. Bateu um sentimento muito estranho, minha mulher não só tinha dado o passo de me botar chifre como ainda me contaram pra eu saber o que eu mesmo provoquei, e ainda por cima eu tava perdendo tudo. Decidi ligar o carro e voltar pra casa sem comprar nada, o mais rápido que pude. Não parava de pensar no que ia encontrar, se ia só olhar, se ia participar ou como reagir. Finalmente cheguei na porta de casa, minhas mãos tremiam na hora de enfiar a chave na fechadura, mas mesmo assim queria fazer isso sem fazer barulho pra entrar e poder ver a cena...
Quando entrei, fui direto pra cozinha e vi a Chiqui lavando os pratos como se nada tivesse acontecido, e o Carlos não vi, parecia que tava no banheiro. Minha mulher, ao me ver, mandou eu chegar perto. Aà eu me aproximei por trás, colando bem nela, e ela disse quase sussurrando que tinha comprado gelo naquela manhã, então era melhor eu arrumar uma desculpa melhor da próxima vez que quisesse entregar ela de bandeja. Ao falar isso, percebi que desde o começo do jantar ela já tinha sacado que eu queria deixar os dois sozinhos, e não só não se opôs como me deixou ir, sabendo que o Carlos ia tentar alguma coisa.
Naquele momento, as palavras da conversa telefônica voltaram à minha cabeça, e eu meti a mão por baixo do vestido dela, ao que ela me disse:
- Se você está procurando provas do crime, elas não estão lá. Estão aqui… - respondeu ele, me dando um beijo de lÃngua.
— Engoli tudo… e, por sinal, da próxima vez vê se arranja um que dure mais… foi só enfiar a pica na minha boca e gozar, deve ser que ficou com tesão de eu chupar ele enquanto você tava do outro lado do telefone — Ela falou de novo, sem me dar tempo de responder.
Enquanto me dizia isso, passava a mão na minha calça e, ao sentir minha tesão, falou de novo:
- Tá pior do que eu pensava, se vai explodir e olha que você ainda não viu nada… Isso te deixa com tesão? Então vem que você vai ver o que provocou… não me incentivava a ser uma puta, pois então vai ter o que queria…
Eu ainda não sabia o que dizer, sentia que finalmente tinha despertado o lado pervertido dela e já tinha saÃdo do controle. Ela me pegou pela mão e me puxou até a porta da sala, quando chegou lá me soltou e eu imaginei que queria que eu esperasse ali. Ela entrou onde Carlos já nos esperava sentado com a taça e distraÃdo no celular, tirou o celular da mão dele e sentou no colo dele sem dizer uma palavra, de costas para ele, e começou a esfregar a bunda no volume do nosso amigo. Pegou a mão dele e colocou por baixo do vestido dela, e Carlos não demorou a entender o que ela queria e começou a masturbá-la com os dedos primeiro por fora, depois eu vi vários dedos sumindo dentro dela.
Continuaram assim por uns minutos até que ela sentiu no rabo que o novo amigo já estava pronto pra mais um ataque, e sem avisar, se levantou, virou, abaixou um pouco a calça dele e, sem se despir nem esperar mais… como se a ansiedade tivesse tomado conta dela, arregaçou o vestido e sentou em cima dele. Tudo foi muito rápido. Como ela não tava de calcinha, do jeito que eu gostava, não teve nenhum obstáculo e foi enfiando bem devagarinho, enquanto eu via da porta a bucetinha dela sumindo aos poucos, enquanto ela envolvia o pescoço dele com os braços e começavam a se beijar com paixão.
Pouco depois, a Chiqui gemia e cavalgava a pica do Carlos, mas agora não era devagar, parecia mais que ia partir ela ao meio com as investidas que davam.
Ele pegou ela no colo, ela enroscou as pernas na cintura dele, e ele levou ela assim até o sofá. Tanto ela quanto eu ficamos surpresos com aquele movimento que ele fez sem pensar, mostrando que tava tão tarado e solto num estilo selvagem que arranjou forças pra carregar ela no colo até o sofá e largar ela lá como se fosse empurrar ela pra estuprar. Sem falar nada, agarrou as mãos dela com força, como se não quisesse que a presa escapasse, e começou de novo a meter e tirar quase por completo. Não era mais só meter, ele tirava a pica toda e enfiava de novo, e a cada estocada minha mulher gemia mais, como se além do tesão tivesse até doendo. Enquanto ela gemia e ele comia ela bem selvagem, soltou as mãos dela e rasgou o vestido dela de um puxão, deixando os peitos dela no ar, e disse:
- Desde que entrei aqui e te vi com os peitos assim, tô morrendo de vontade de fazer isso…
Começou a lamber eles, e parou as suas investidas.
- O que cê tá fazendo que parou? Continua me fodendo pelo amor de Deus, eu tava quase gozando, não para agora… mete logo…
Ao ouvir isso, não aguentei mais o tesão e comecei a me tocar. Carlos, por sua vez, já tinha parado de lamber e começou a morder forte os bicos dos peitos dela, fazendo ela gritar de novo, misturando dor e prazer. Ele voltou a meter com força, enfiando até o fundo, com um bico do peito entre os dentes, puxando a teta dela pra cima. Com as mesmas mãos que tinham rasgado o vestido minutos antes, começou a dar tapas na bunda dela enquanto a pica entrava toda dentro dela. E assim ficou por mais alguns minutos, dando tapas e metendo, até que, entre gemidos, ele gritou perguntando onde ela queria a porra. Minha mulher respondeu: "Se você ousar tirar, te mato", pedindo pra ele gozar dentro dela.
Nesse momento eu reagi e lembrei que minhas duas regras eram camisinha e que a bunda era só minha, e ela acabou de pedir pra um desconhecido gozar dentro dela. Mas em vez de ficar puto, me deu ainda mais tesão ver minha mulher implorando pra sentir o gozo de outro dentro.
Quando Carlos saiu de cima dela, ela respirou aliviada, como quem diz "finalmente um descanso", mas me viu me tocando. Ela pediu pra eu chegar perto, pegou minha mão e colocou no seu cuzinho, e disse:
- Isso é o que você estava procurando antes? Pois então já tem… aproveita.
Sentir com meus dedos lá dentro uma mistura de sucos, que já não sabia se eram dela ou do Carlos, me deu ainda mais tesão, se é que isso era possÃvel. Comecei a beijá-la e sussurrei no ouvido dela: "obrigado por realizar todas as minhas fantasias". Desci até as coxas dela e comecei a brincar com minha lÃngua até não conseguir mais resistir à tentação. Continuei brincando com meus dedos no meio de tanto fluido lá dentro e, ao mesmo tempo, com minha lÃngua por fora... Vi a Chiqui se contorcendo, imagino que por saber que o marido dela não só agradecia por ela dar pra outro e curtir, mas também que estava ainda mais excitado por ver que, com minha lÃngua, eu tava lambendo todos os restos do que acabara de rolar.
Enquanto eu continuava com minha boca chupando a buceta da minha mulher com as gozadas dela e do amante, eu ainda tava com o maior tesão da minha vida, porque não tinha gozado, e ela sabia disso, então me parou, se levantou e me disse:
- Querido, me mostra que isso te deixou tão excitado como você dizia e goza pra eu ver…
Enquanto dizia isso, se abaixava e começava a me bater uma punheta e a enfiar na boca, começando a me olhar cada vez que enfiava ela inteira na boca.
Nesse momento, Carlos voltou do banheiro e disse: "Galera, não é por interromper, mas tenho que ir." Ele se aproximou para apertar minha mão, enquanto Chiqui continuava de joelhos, chupando cada vez mais rápido. Ao ouvir que ele ia embora, segurou a calça dele, como se quisesse dizer algo, mas sem parar de chupar meu pau. Começou a desabotoar a calça de Carlos, tirou meu pau da boca e disse:
- Você não vai a lugar nenhum até que os dois me comam ao mesmo tempo, e enfie esse pedaço de pau no meu cu.
— Seu marido não me deixa — respondeu Carlos.
- Também não queria que gozasse dentro e olha como ele aproveitou… tu me fode o cu que a ele eu recompenso depois – disse ela
Com essas mesmas, ela se levantou me deixando no meio do caminho e foi pro quarto pegar a vaselina pra gente lubrificar bem. Voltou, me sentou no sofá, e me pediu desculpa por me deixar na mão, mas não queria que o Carlos fosse embora sem a gente meter os dois nela ao mesmo tempo.
Ela sentou de uma vez só no meu pau, que já tava prestes a explodir depois de tanto tempo me segurando, e com as mãos abriu a bunda e disse:
- Carlitos, tá esperando o quê pra me foder? Vou ter que implorar de novo pra você gozar dentro?
Com todas as coisas que a Chiqui tinha dito pra ele, ele ficou todo excitado só de pensar em meter no cu dela, e já tava de novo de pau duro olhando pro teto. Pegou o pote de lubrificante e passou no pau dele, e também no cu da minha mulher, que já tava cavalgando em mim sem parar enquanto esperava e abria a bunda pra receber o amante dela.
Carlos parou com a ponta no cu dela e, sem nenhuma delicadeza, enfiou tudo de uma vez, e disse:
- Não queria que eu te partisse ao meio? Pois é exatamente isso que vou fazer com você…
Chiqui parou de me cavalgar por um tempo e só se agarrou em mim e me beijou, não conseguia se mexer por causa da força com que nosso amigo estava metendo nela e segurando ela por trás, ele apoiava uma mão nas costas dela que a empurrava contra mim e ao mesmo tempo jogava todo o peso dele em cada estocada.
Minha mulher começou a gritar já na primeira enfiada e sentir aquele pauzão enchendo o cu dela, além de que, mesmo a gente praticando sexo anal, ter o meu também dentro e com as enfiadas do Carlos fazendo quase juntar nossas picas dentro dela, eu não aguentava mais. De vê-la imóvel, tirei as mãos do cu dela, e em vez de abrir, fechei com minhas mãos pra ela se sentir ainda mais empalada e comecei a me mexer o pouco que dava, e a beijar ela.
Em poucos minutos, Carlos agarrou ela pelo cabelo e puxou pra trás, tirando ela da minha boca e aproximando a dele, mostrando a lÃngua, e disse:
vadia, quero que você chupe como se fosse uma pica…
E o Chiqui começou a chupar a lÃngua dela pra fora da boca. Vendo aquela cena que já mostrava que minha mulher tava fora de si, curtindo e obedecendo tudo que a gente quisesse fazer com ela… não aguentei mais e descarreguei toda minha porra dentro dela. Quando ela sentiu, com tudo que o Carlos tava fazendo, ela também começou a gemer e gritar como eu nunca tinha ouvido antes…
Seus filhos da puta, tô gozando, do jeito que vocês tão me deixando, um orgasmo vem atrás do outro… quero que vocês dois gozem ao mesmo tempo na minha boca e ver a cara de vocês…
Mas o Carlos também gozou dentro do cu dela ao ouvi-la assim. Nós três chegamos ao orgasmo quase ao mesmo tempo. Tirei o pau já meio mole do cu dela, ela se levantou no sofá e ele disse:
- Limpa ela pra mim do teu jeito
Minha mulher, sem colocar na boca, só com a lÃngua, pra eu ver bem de perto, limpou os restos de porra dela.
Carlos insistiu de novo:
- Preciso ir, já tô chegando tarde pra caralho. Na próxima vez que eu voltar pra sua cidade, a gente se vê.
- Eu não repito com ninguém, só com meu marido, prefiro experimentar outros, desculpa – responde minha mulher.
Nosso amigo foi embora, ficamos abraçados no sofá, comentando tudo o que rolou, eu queria saber tintim por tintim o que aconteceu enquanto eu não tava vendo eles.
E, principalmente, já que eu tinha conseguido despertar o lado pervertido da minha mulher, não queria parar… Vão surgir novas ideias agora que ela topa…
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