- A gente tava conversando... E uma coisa levou à outra... Não é nada demais, né! O Edu não sabia dar uma cantada, então dei uma ajudinha. - Contei tudo pro Edu. A gente tava pensando na melhor maneira de te animar, Leni. Ela sorriu, entendendo que eu tinha conseguido. - Ah é? E se tocando entre vocês vão descobrir? - É que eu queria ver o pau do Gabi. É grosso. E olha que nem vi ele duro... - Eu também nunca vi ele duro, agora que eu penso... O olhar da Leni era felino. Ela tava se divertindo às minhas custas. - Já sei! Edu, vamos fazer ele ficar duro! Ela sentou o Edu e começou a chupar o pau dele ajoelhada no sofá, de costas pra mim. Fazia com uma atitude de puta, mas eu mal conseguia ver. - Isso te deixa com tesão, Gabito? - Sim, mas não consigo ver nada! - Ah, quer ver? Ela abaixou a calça do pijama, deixando à mostra aquele rabo divino e a buceta apertada, que já estava molhada. O meu ficou duro na hora. Eu me levantei e fiquei na frente deles. - Tá duro aqui! - Puta que pariu... Que pau que você tem, Gabi! - Que pau lindo, irmãozinho! Leni acariciou e segurou ele pela base. - Chupa ele, amor! - disse o Edu. - Mmm... Tá bom! Ela começou a me chupar e de vez em quando dava umas chupadas no Edu. Ela tava muito solta. - Que paus lindos! Um comprido, o outro grosso... Me come, Edu! Mete logo! - Aqui? - Sim. Hoje nada importa! Não tira de jeito nenhum! Edu não falou mais nada. Eles se ajeitaram e começaram a transar de quatro. Ele enfiava tudo, tão lubrificada que a buceta dela escorregava até o fundo sem problemas. Ele devia estar abrindo o útero dela a cada socada, pelos gritos que a Elena abafava mordendo o sofá. Eu sentei na frente e logo ela se agarrou pra me chupar de novo. Na hora o Edu começou a gozar, quase sem conseguir segurar os gemidos. Ela fechava os olhos e abria a boca. - Aaayy... Tá entrando tão fundo... Que tesão! Edu se sentou e a Elena se jogou em cima de mim. - É a sua vez, irmão! - Siii! Come ela toda, Gabo! Eu agarrei a bunda dela, abrindo enquanto enfiava. - Aaaahhh... Meu amor! Gabo me ela estava abrindo a buceta! Eu a penetrava lenta e profundamente, ciente de que não ia durar muito. A porra quente do Edu envolvia meu pau, fazendo barulhos cada vez que eu o tirava. De repente senti uma mão apertando a base do meu pau e as bolas. Era o Edu, que empurrava e lambia o cu da Leni. - Aaahh... Sim, meu amor! Come minha bunda! Vocês estão me deixando loucaaa! Aah aah Mmmmm! O orgasmo da Leni acelerou o meu. Soltei toda a porra bem lá dentro, enquanto o Edu massageava, me ordenhando. Era uma sensação incrível. A Leni percebeu o que o namorado fazia e o incentivou. - Punheta o Gabito, amor! O Edu tirou meu pau escorrendo e usou o sêmen para amassar todo meu pau e as bolas. Meteu dois dedos na buceta da Leni para tirar mais dos nossos fluidos misturados, que caíram sobre mim. Ela beijava minha boca, abafando meus suspiros de prazer. Meu pau se recusava a amolecer completamente graças à mão do meu amigo. Sua outra mão esfregava o clitóris da Leni. - Eduuuu... Aaahhh! Nos demos uns segundos para respirar. Eu me sentei relaxado, embora com o pau duro. O Edu fez a Leni se ajoelhar na minha frente com seus peitos no meu rosto. Enquanto eu os apertava e chupava, ele esfregava seu pau contra o meu. Passava por todos os lados, me batia com ele, o enfiava na buceta. Em um momento, levantou a bunda da Leni e começou a penetrá-la. - Aaay... Edu... Você não me dá... Descanso! Eles começaram a transar em cima de mim. O púbis dela batia na minha glande, me dando mais e mais vontade. Depois de alguns minutos que me pareceram eternos, o Edu empurrou o quadril da Leni um pouco mais perto do meu pau. Eu aproveitei o momento e a guiei até sua entrada. Mal a ponta entrou, ela abafou um grito. - Aaahh aaahh... Vocês dois nããão! Vão me quebrarrrr! Ignorando seu pedido, fizemos uma dupla penetração. Eu conseguia sentir o pau do Edu até o fundo do cu da Leni, mas o meu só entrava pela metade. Até pude sentir as contrações que o pau do Edu fazia ao gozar dentro do cu da Leni. - Aaaahhh gozei! - Iiiih! Desculpa, amigooo! - Aaahh... Animal! Ele tirou e soltou os últimos jatos nas pernas da Leni e em mim. Sentir aquela porra queimando minha pele me excitou demais, ela parecia fora de si. De repente, ela se soltou e se jogou ofegante. - Faz o Booty Call você, tô muito quente! - Finalmente vou realizar meu sonho! Levantei as pernas dela e me posicionei pra minha pica entrar direitinho no cu. Enfiar a ponta foi fácil porque já estava dilatada. Edu se inclinou sobre ela, com as bolas no rosto dela e uma mão na buceta. Ver a Leni assim me deixou a mil. Acelerei meus movimentos, abrindo o cu dela ao enfiar a pica. - Aaaahh... Aaahh... Não aguento mais! Goza em cima de mim! Fiquei de pé e me masturbei mirando os peitos dela. Edu estava ao lado dela e começou a beijá-la. Gozei uns jatos grossos que caíram na barriga dela. Edu esfregou a porra nos peitos dela e depois passou a mão na buceta. - Aahh... Quanta porra vocês têm? ... Filhos da putaaa... Devagar... Bebemos algo pelados, pra recarregar as energias. A Leni sentou bem de pernas abertas. - Vocês me arrebentaram toda, filhos da puta! Olha como ficou minha buceta! - Coitada da minha amor! Edu desceu pra chupá-la, sem se importar que tinha restos da minha porra, o que a excitou muito. Ele fez ela gozar suavemente em menos de dois minutos. Ficamos os três largados no sofá sem falar nada. Se tivéssemos mais energia, não sei do que teríamos sido capazes.
3 comentários - Eu e Minha Irmã - Parte 8
Buen post, muy morboso.