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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ainda estávamos abraçados, eu ainda sentindo os últimos espasmos da gozada da mamãe, quando nós dois ouvimos alguém andando por perto… olhei na direção do som e vi que era o casal de brasileiros que, a uns 10 metros de distância, estavam nos olhando e fazendo comentários… pelo que percebi, o vento trazia os sussurros leves até meus ouvidos. Parece que eles perceberam que a gente tinha chegado ao clímax e que não íamos continuar tão cedo, então, quase tão silenciosos quanto chegaram, foram voltando pra cabana deles — pelos gestos que a gente viu, foi mais por insistência da mulher. A mamãe, morrendo de vergonha, não levantou a cabeça e escondeu o anonimato entre meu pescoço e o cobertor; eu, por minha vez, não sabia o que fazer…
Essa descoberta surpresa de que estávamos sendo observados não nos impediu de voltar aos nossos atos de paixão amorosa… Talvez tenha sido o tesão que a mistura de voyeurismo casual daquelas pessoas passeando pela praia deserta do resort despertou em nós. Abracei a mamãe, que me beijava o pescoço e acariciava minha masculinidade, e isso me acendeu de novo. Então coloquei ela de quatro pra primeiro enfiar na bucetinha dela, metendo bem forte, tanto que em poucos minutos eu gozei gostoso de novo. Foi aí que ela falou:
— Nossa, que tesão, eles estavam olhando a gente foder!… Quem será que era?
Eu: Acho que os brasileiros… não tenho certeza, mas não vejo quem mais poderia ser.
Mamãe Júlia: Se foram eles, eu morro…
Eu: Por quê?
Mamãe Júlia: Porque sou sua mãe.
Eu: E daí?…
Mamãe Júlia: O que a gente faz é crime, caso você não saiba…
Eu: Eles mal puderam nos ver, quem dirá reconhecer; a noite tá bem escura.
Mamãe Júlia: Aqui não tem muita gente, é um lugar privado.
Eu: Vamos, mamãe, relaxa, não vai dar nada… Além do mais, eles já foram.
Voltei a beijar a mamãe, acariciando a bunda e os peitos dela; ela me abraçou e colou o corpo no meu. Em poucos minutos, já estava pegando fogo de tesão, talvez tanto quanto eu… Pronto ela enfiou o rosto no cobertor, deixando a bunda empinada. Na hora eu já sabia o que ela queria como cereja do bolo... Mesmo com a pouca luz da lua que tinha, ver aquela bunda toda à minha disposição me fez reagir rápido e, me colocando por trás, enfiei nela, ajudado pelos próprios fluidos vaginais dela e um pouco da minha saliva. No começo, mamãe gemeu baixinho e reclamou um pouco, porque fazia tempo que eu não comia ela, mas depois de um tempo ela já gritava de prazer e excitação, ajudada pela minha enfiada e pela "dedada" que ela mesma se dava.
Pouco tempo depois de meter naquela bunda maravilhosa, eu já estava quase gozando, mas aí vejo o casalzinho que já tinha nos observado um tempão — eles tinham voltado! Longe de me acovardar, ignorei a presença deles e meti mais forte naquela bunda deliciosa que eu estava furando. Eles, de longe, comentavam alguma coisa que, apesar do vento da praia soprando a favor deles, eu não conseguia entender. Mamãe, que sentiu todas as minhas estocadas na bunda dela e como eu derramava meu leite nela, me incentivava com gemidos apaixonados e gritinhos:
— Isso! Meu amor... assim, meu Claudinho... arrebenta minha bunda!
Eu: — Mamãe, sem nomes — falei sussurrando no ouvido dela.
Mamãe Júlia: — Uai... desculpa, me empolguei.
Eu: — Tá tudo bem.
Depois desse diálogo, me deitei ao lado da mamãe... só tinha certeza de que os olheiros ficaram olhando até eu derramar todo o meu leite. Não ousava levantar a cabeça pra olhar, e mamãe também não, porque ao saber da presença daqueles dois voyeurs, a vergonha voltou e ela não levantou a cabeça por nada. Mais ainda, quando já estávamos satisfeitos e decidimos voltar, ela me obrigou a olhar primeiro se tinha "mouro na costa", pra depois dar uma volta quando fomos pra nossa cabana, onde entramos pela cozinha que ficava nos fundos, na direção do caminho de entrada do local.
No dia seguinte, acordamos todos relativamente cedo, exceto a mamãe, que ficou enrolando na cama, e depois do café da manhã fomos andar a cavalo. Como vocês sabem, o lugar... Fica a só uns quinhentos metros da nossa hospedagem. Chegando no lugar onde alugavam, tia Dani se arrependeu e ficou na sombra de umas árvores, enquanto eu e as meninas fomos passear. A verdade é que eram uns bichos muito mansos e acostumados a levar novatos como a gente. Mesmo assim, a Ani parecia que ia morrer a cada passo da sua plácida gostosa, era de cair da cadeira de tanto deboche e risada que ela nos dava. Enfim, a gente se divertiu pra caralho na cavalgada, mas depois de quase uma hora de aventuras a cavalo, voltamos andando pra cabana, era só brincadeira e felicidade. A gente jogou corrida, depois ficou de pega-pega e um monte de besteira que a gente inventou no caminho curto, claro que eu aproveitei pra passar a mão em cada uma delas, e elas não se fizeram de rogadas, responderam na mesma moeda, incluindo apertões nos meus ovos.
A gente tava entrando no terreno das cabanas quando encontramos os brasileiros na varanda da cabana conversando com a mamãe… Eles nos cumprimentaram com entusiasmo, eu e tia Dani, e as meninas com um entusiasmo bem menor, claro que estranhei a presença deles, mas não falei nada e sentei na sala com a Ani e a Flo pra continuar nossa conversa, enquanto tia Dani e a Isa se juntaram à mamãe. Não sei o que estavam conversando com a mamãe, mas depois de um tempo o Roberto apareceu na porta da entrada e combinamos de continuar à tarde com a eterna partida de futebol na praia que a gente tinha começado, aí eles foram embora… Cada um foi tirar a poeira e o suor dos cavalos quando a mamãe me chamou junto com a tia Dani.
Eu: O que foi, mãe?
Mamãe Julia: Os brasileiros vieram perguntar por você e pela Dani, é isso que foi…
Tia Dani: Pelo que sua mãe me disse, eles acham que a gente saiu pra passear ontem à noite, claro que sua mãe fez eles pensarem isso, hahaha
Mamãe Julia: É que eu tenho vergonha de saber que eles descobrem que eu transo com meu filho… além de ser perigoso.
Tia Dani: E eu não devia ter vergonha de transar com meu sobrinho?, hahaha
Mamãe Julia: Isso é menos pior que por um deslize ou comentário me tirem a guarda do Claudio, já que ele ainda é menor de idade.
Eu: Não se preocupa, mãe, eles não viram sua cara e devem achar que é a tia Dani, já que são tão parecidas de corpo, e por mim não vão saber de nada.
Tia Dani: Por mim também não, e se perguntarem como foi o passeio com o Claudio, vou dizer que foi magnífico como sempre, hahaha.
Mãe Julia: Ah, que bom que você me cobre, maninha! Não sabe o medo que tenho de me tirarem o Claudinho.
Tia Dani: Pra mim também seria ruim, não se preocupa, eu fodi como se fosse você, hahaha.
Mãe Julia: Tô falando sério.
Tia Dani: Eu também, eles nunca vão saber que era você, te prometo, maninha.
Passamos a tarde na praia jogando futebol e nos banhando sob o olhar atento dos brasileiros e a conversa agradável dos velhinhos britânicos, que estavam felizes porque ao anoitecer chegavam seus netos com a filha para passar uns dias com eles. À noite, jantamos ensopado com arroz e frutas, e depois convidei a tia Dani pra passear. Ela, rindo e cochichando algo com a mãe, aceitou de bom grado o convite, dizendo pra irmã que lhe devia uma bem grande.
Fomos com a manta e a roupa adequada pra brincar na praia. Caminhamos pelo lado da cabana dos brasileiros a uma distância prudente, de modo que, se nos vissem, poderíamos ser qualquer um. Além disso, a lua estava começando a aparecer e parecia ainda menor que no dia anterior.
Estendemos a manta entre as dunas, um pouco mais afastados que da outra vez, e começamos a tarefa. Embora fosse uma atuação pra despistar os voyeurs, a atriz principal se entregou por inteiro às carícias e atos libidinosos do ator principal. Resumindo, chupei seus peitos, sua bunda e sua bucetinha, e também meti o pau em todos os buracos da minha titia até fazê-la berrar cada um dos orgasmos (apesar de pedir pra não exagerar), mas no caso da tia Dani isso é quase impossível.
Não sei quando os Voyeuristas, mas estavam lá! No começo, tia Dani não os viu e curtia meu pau bem relaxada, me apertava com a bucetinha dela e rebolava aquele rabo espetacular como quase ninguém, aliás, me lembrou a desconhecida da loja. Quando notei a presença dos olheiros, comentei no ouvido dela. Na hora, ela colocou em ação todo seu repertório de gemidos, putarias e safadezas que conhecia — não são muitos, mas não guardou nenhum. Até numa das mamadas, entrou um pouco de areia no meu pau, e ela, de forma sacrificada, limpou sem arranhar nada (graças a Deus).
Lembrando da noite anterior, igual fiz com a mamãe, coloquei ela de quatro e, depois de fazê-la gozar com uma metida e tirada furiosa na bucetinha, enfiei no cu dela, deixando aquele rabo mais aberto do que nunca. Mesmo assim, não gozei — talvez o nervosismo de me sentir observado — mas minha tia estava muito metida no papel e, como uma grande atriz (pornô), se preparou e executou o grande final. Foi aí que, quando tirei meu pau escorrendo do cu dela, ela o meteu na boca e chupou até eu gozar nela. Era uma garota muito safada e pervertida (além de promíscua).
Como prêmio para a atriz deslumbrante, beijei ela como não beijava há tempos, depois desabei para descansar ao lado dela, fingindo que não tínhamos notado os voyeuristas brasileiros. Terminada nossa grande atuação, levantamos a coberta, nos ajeitamos um pouco e fomos dar uma volta até a cabana dos olheiros, que obviamente nos seguiram com o olhar até nos perderem de vista. De qualquer forma, estava claro que, dessa vez, nada do que fizemos os despistou.
No outro dia, acordei cedo como sempre e, coincidindo com a Isa no café da manhã, saímos para correr na praia. Minha irmãzinha estava bem ativa, então saímos da área privada e fomos até a praia grande da vila vizinha. Era grande e linda, bem mais tranquila que a nossa. Correr por lá era magnífico, ainda mais aproveitando na companhia da minha Isa, que tava pela primeira vez em muito tempo relaxada e sem estresse, a real é que aquela corrida me deixou saber mais sobre o pretendente dela e entender que o love dela por mim não ia acabar, mas o futuro era sem dúvida com aquele cara. Voltamos lá pras 10:30 da manhã e encontramos os ingleses curtindo o café da manhã com a filha e os netos, a gente cumprimentou eles e eles fizeram as apresentações necessárias. Como descrição geral dos recém-chegados, posso dizer que a filha chamada Ann era incrivelmente parecida com minha mãe, talvez um pouco mais alta, com menos bunda e uns anos a mais, diria uns 45. Os netos eram como eu disse três, a mais velha Mary, tinha uma idade perto da da Isa e cabelo loiro avermelhado e uns olhos azuis impressionantes, não dava pra ver as curvas dela por causa de um moletom gigante, mas no geral era bonita de se ver; a próxima Miranda: da idade da Ani ou um pouco mais velha, tinha as mesmas cores da irmã, era muito parecida com a Biocha no corpo (gordinha gostosa), mas de rosto não era tão atraente. Finalmente o moleque Tomy era tipo da minha idade e dava pra ver que tava em muito boa forma física, até diria que era mais forte que eu, parecia alegre e simpático. Resumindo um pouco, combinamos de nos encontrar pro jogo de futebol na praia mais tarde. Como toda cabana de praia, só tinha um banheiro completo pra todo mundo, então os turnos pro banho eram eternos, principalmente considerando que dos seis, cinco eram mulheres e que curtiam muito os "hidro-prazeres". Então quando chegou a vez da Isa, rapidamente entrei com ela no chuveiro. Inicialmente só queria tirar o suor e a areia da corrida, mas ver como minha Isa tava linda e, embora não seja fetichista, ver as marcas do biquíni na pele dela me deixou louco, então acabei alongando bastante nossa estadia, peguei o sabonete e aproveitei pra ensaboar ela toda, primeiro as costas, depois a bunda empinada dela com aquelas bandas duras O trote, depois aquelas tetas empinadas com uns bicos quase infantis e de um rosa pálido me convenceram de vez que a gente não ia sair sem fazer o love, ela também não se opôs muito, porque se virou, levantou uma perna pra eu poder enfiar e começou a me beijar com paixão, a língua dela percorria toda a minha boca enquanto eu segurava a perna dela no alto e metia forte.
A gente tava fodendo feliz da vida e rindo das reclamações da Ani, que por ser a mais enrolada, era a última a entrar no chuveiro. O problema foi quando eu tinha a minha Isa abraçada feito um coala num tronco, com meu pau bem no fundo, a Ani entrou e, sem nenhum pudor ou vergonha, se meteu no espaço apertado do chuveiro.
Isso fez a Isa sussurrar no meu ouvido que ela tinha que pagar pela impertinência. A Ani nem se abalou enquanto eu comia a Isa, ela se ensaboava como se nada, mesmo a gente estando colado e eu sentindo as tetas dela nas minhas costas. Então, combinando com a Isa, coloquei ela no chão e tirei meu pau inchado de dentro dela. Na sequência, nós duas pegamos a Ani. Enquanto a Isa chupava as tetas e apalpava a buceta da priminha, eu beijava o pescoço dela e passava meu pau no cu dela.
Ani: "Ô, o que é isso, para…"
Isa: "Olha, putinha, você quem pediu, agora vai pagar, hahaha"
Eu: "É, você foi uma menina muito impertinente, hahaha"
Ani: "Ai, o que você tá metendo, seu degenerado"
Eu: "Vamos, Ani, você já conhece ele e gosta…"
Ani: "Só queria tomar banho, ahhh!" — ela conseguiu falar quando enfiei até o fundo da buceta.
Isa: "Olha como ela gosta de ser empada, irmãozinho… olha como os bicos tão durinhos" — disse e continuou chupando as tetas dela.
Ani: "Ahhh! São os irmãos pervertidos, ahhh! Me deixa… vou gozar… ahhh!"
Nós metemos forte na Ani até ela ficar escorrendo do meu gozo e quase desmaiada no chuveiro. Aí a Isa tirou ela de lá e pediu pra eu sentar no vaso pra ela me fazer um boquete… o que me surpreendeu é que ela obrigou a Ani a se ajoelhar aos meus pés e enfiou a cabeça dela no meu pau. hombridão e depois ela mesma se juntou, Ani, claramente as duas queriam continuar no jogo.
Quando meu amigão já tava pronto pra mais uma briga, Isa afastou a Ani de lado, montou de pernas abertas e começou a reboltar a bunda igual fez "a cliente desconhecida" na minha despedida da Paula. Ani, que tava olhando a gente, ficou alucinada com os movimentos cadenciados da minha irmãzinha, que depois de uns minutos gozou junto comigo, algo que não rolava muito frequente. Terminado esse banho prolongado, as minas limparam meu amigão com a boca e tiveram que lavar a buceta de novo, o que levou mais uns quinze minutos — não sei por quê!?
Mais tarde almoçamos em família, o resto das minas comentaram nosso banho e riram do que fizemos com a Ani, ela nos chamava de degenerados, o que só fazia as risadas e brincadeiras não pararem até a sobremesa, momentos que dificilmente a gente vai esquecer.
De tarde fomos pra praia, em poucos minutos os ingleses e os brasileiros se juntaram a nós. Assim que terminaram as apresentações, começamos o jogo de futebol. Agora tinha mais gente, então decidimos que era Espanha contra o resto do mundo. Eles escalaram Ann, Mary, Miranda, Tomy, Roberto e Eneida; nós, Ani, Flo, Isa, tia Dani, mamãe e eu. Apesar da clara desvantagem na qualidade dos jogadores, começamos a partida. A verdade é que tentei dar o meu melhor, mas era impossível, e quando a gente tava perdendo de 7 a 2, decidimos fazer uma troca pra equilibrar um pouco a parada. Foi aí que tia Dani trocou com a Eneida, o que equilibrou um pouco o jogo, e no fim perdemos só de 12 a 7.
Terminamos exaustos, suados e, pelo visto, alguns com vontade de farra, porque era nítido que o Tomy tava atrás da Flo e o Roberto atrás da tia Dani… Isso último me pareceu bizarro, porque a Eneida era uma mulher gostosa pra caralho, igual a tia Dani, mas bem mais nova, e, pra completar, o Roberto era casado com ela. No banheiro, à mercê de as ondas sentiam os roçares e flertes descarados dos casais em questão. Eu, por minha parte, só me dedicava a nadar e brincar com o resto das meninas, incluindo as inglesas.
Quando saímos e depois de ficar de bobeira ao sol por um bom tempo, os casais continuavam em seus diálogos particulares; a verdade é que estavam me irritando um pouco. Ainda tenho aquele sentimento de que elas são minhas e de mais ninguém, é ridículo depois de tudo que vivemos, mas sou assim. Alguns vão dizer que isso é a lei do funil: o lado largo pra mim, o estreito pros outros. Tentei me desligar disso até que, em algum momento, Eneida estendeu a toalha ao meu lado e começou a conversar comigo, coisa que agradeci, pois me distraía dos meus maus pensamentos e sentimentos. Tudo fluía normal até que Eneida me disse:
— Claudinho, eu e Roberto estamos com a ideia de sair pra navegar no veleiro e você poderia ir com a gente. O que acha?
Eu: — Valeu, aceito! Sempre quis navegar num veleiro…
Eneida: — Excelente, a gente sairia amanhã umas 10h da manhã, pra aproveitar e navegar pela baía.
Eu: — Mas vocês sabem navegar?
Eneida: — Kkkk, somos do Rio, claro que sabemos. Temos um veleiro e muita experiência, e mesmo que este seja menorzinho, não temos problema pra manobrar.
Eu: — Mas vamos poder navegar só nós três?
Eneida: — Bastaria eu e o Roberto, mas também convidamos sua tia Dani… Vai ser legal.
Cláudio: — Com certeza, falei, pensando que era mais que suspeito eles terem escolhido a gente dois, mas fazer o quê, era assim…
Ao voltar, cansados e alguns meio queimados de sol, como era o caso da mamãe e da Ani, que tinham esquecido de se proteger, começamos o processo do banho e preparo do jantar. Ani se recusou a entrar no chuveiro com a Isa e comigo (a verdade é que a Isa pediu). Por outro lado, tia Dani e mamãe tomavam banho, enquanto Isa e Ani preparavam o jantar. Então, diante da recusa da Ani e das risadas da Isa, fui conversar com a Flo…
— Como é que tão as coisas com o inglês?
Flo: — Bem, ele é simpático e bonitão… Você vai continuar com ele…
Flo: Ciumento?
Eu: É, não… sim… um pouco.
Flo: Bom, decide logo, hahaha… ciumento ou não?
Eu: verdade, tô sim, mas não sou seu dono…
Flo: É verdade, você não é meu dono… mas se eu der pra ele, vai ser de camisinha.
Eu: Por que você diz isso?
Flo: Pra caso o inglês esteja sujo… não quero que a família pegue nada, hahaha.
Eu: Mas pra isso você teria que dar pra mim…
Flo: Sim, óbvio…
Eu: Então a gente toma banho junto.
Flo: Sim, óbvio…
Isa: Beleza, mas a gente toma banho primeiro, eu e a Ani…
Ani: Mas sem truques, Isa…
Isa: Hahaha, sem truques.
Quando chegou nossa vez com a Flo, não esperei nem um segundo e comecei a apalpar ela na sala de jantar na frente da mamãe e da tia Dani até a porta do banheiro, elas faziam comentários que eu não ouvia direito, mas eram sobre a gente. A gente esbarrou na Ani e na Isa saindo do banheiro, que riram da minha cara de pau e tesão. A verdade é que não liguei, puxei os peitos da Flo pra fora do sutiã do biquíni e me joguei pra aproveitar aqueles bicos lindos que ela tem, ela acariciava minha cabeça e com uma mão puxava meu amiguinho pra fora da sunga, não foi fácil porque o laço da sunga ainda tava molhado, mas quando conseguiu, começou a me punhetar… peguei ela pela bunda e meti ela no banheiro, depois coloquei ela no chão e puxei a calcinha do biquíni dela, levantei ela apoiando na pia.
Ani: Não come ela na pia que depois a gente vai escovar os dentes aí.
Eu: Depois eu limpo.
Isa: Com água sanitária, hahaha, pra não ter surpresa depois.
Flo me prendeu com as pernas e me puxou pra perto dela, então com esse convite fui enfiando a pica devagar enquanto amassava os peitos dela e olhava nos olhos dela, olhos que transbordavam safadeza! Quando cheguei no fundo, ela soltou um gemido suave de desejo e comecei a montar nela sem medida nem piedade. Tudo isso rolava sob o olhar atento das nossas mães e irmãs. Nisso, mamãe e tia Dani fecharam a porta do banheiro pra gente, dizendo que a gente não demorasse, por parte delas a Isa e a Ani reclamaram que tinham fechado a porta pra gente. Lá dentro eu tava metendo forte na Flo, que depois de muito tempo longe de mim se entregava ao orgasmo gostoso que a gente alcançava e gozava gritando meu nome pro vento. Atrás da porta faziam uns comentários.
A gente entrou com a Flo no chuveiro ainda de pau duro quando a Ani entra pra pegar uma escova, eu sem muita delicadeza peguei ela pelo pulso e soltei a toalha que ainda tava enrolada nela e metemos ela no chuveiro, a Flo entre risadas pegava as tetas vermelhas dela e oferecia pra mim, eu chupava elas sem pena, depois enfiei a pica e fizemos um sanduíche entre eu e a Flo. Apesar dos protestos da Ani, não teve jeito senão se resignar, então eu fodi ela até os dois gozarmos, depois coloquei as duas de joelhos no chuveiro (tive que sair dele), e maldosamente descarreguei toda minha porra na cara das duas.
Flo: Você é um porco, por que eu tinha que receber a porra que a Ani tirou de você?
Ani: Porque você esquentou ele e deu pra ele, eu sou inocente
Eu: As duas participaram disso, as duas mereciam o prêmio, hahaha.
Fechamos o chuveiro e nos secamos, enquanto a gente tava nisso a Tia Dani apareceu e disse entre risadas
Mmm! parece que você curtiu minhas meninas, não é? hahaha
Flo: Sim mãe, o bocó é único…
Tia Dani: Mas e o Tomy?… hahaha
Flo: A gente vê, por enquanto o bocó apaga a coceira da minha bucetinha, hehehe
Ani: Eu não troco o bocó mas ele passou dos limites de porco, mãe!
Tia Dani: Mas parece que você gostou, minha filha, hahaha
Ani: Bom, não foi ruim, hahaha
Com minhas ansiedades acalmadas, não convidei nenhuma das garotas pra passear na praia ao anoitecer, em vez disso jogamos cartas, no começo de forma bem inocente apostando grão-de-bico, mas na segunda rodada a Flo teve a ideia de me apostar, coisa estranha, já que eu também tava jogando, mas as outras estavam com ela e decidiram que eu era o prêmio. A vencedora foi a Ani, que levou o prêmio dela pra cama. mesmo com o cansaço que a gente tava, só deu pra curtir uma rapidinha antes de querer dormir abraçados, coisa que também agradeci.
No outro dia, com a tia Dani, a gente se levantou e se trombolou no banheiro, ela vestiu a tanga brasileira mais ousada que conseguiu achar, acho que era uma da Ani, com certeza minha titia tava vestida pra matar e sem dúvida queria matar o Roberto. Por cima daquela tanga minúscula, ela vestiu um moletom e um corta-vento, seguindo a recomendação dos brasileiros. Eu vesti algo parecido, só que meu sungão não era uma zunga porque não gosto de deixar as bolas apertadas. A gente tomou café enquanto as outras minhas só davam sinal de vida.
Lá pelas 09:40, a gente se encontrou na beira da praia, conforme combinado com o casal de brasileiros, onde o cara responsável pelo local e pelo veleiro ia nos levar num bote de borracha pra embarcar. Eu tava muito feliz, mesmo sabendo que eles eram os voyeurs, mas não tava nem aí — ia navegar! Seria minha primeira experiência náutica, e olha que a tia Dani não tava menos animada, porque com sorte ela já tinha andado de barco alguma vez. O cara responsável fez a gente vestir os coletes salva-vidas e subimos no bote dele. O trajeto era curto, uns cinquenta metros que dava pra nadar, mas a gente tinha umas coisas que não queria molhar.
Ao embarcar, não pude deixar de notar que a Eneida tava com uma roupa digna de modelo de esportes aquáticos, porque vestia um shorts justo que deixava ver as tiras da tanga habitual dela, e ainda segurava o corta-vento na mão, então, como de costume, deixava à mostra os peitos durinhos mal cobertos pelos triangulinhos do sutiã da tanga. Era tão ousada que o cara do lugar não conseguia parar de olhar aquelas maravilhas, tanto que o Roberto tava se divertindo e fazia sinais pra mim de que o sujeito tava louco por aqueles peitos.
Uma vez a bordo do veleiro, o casal nos ensinou nossas funções, as medidas de segurança e o básico. Pela primeira vez... Uma vez eu descobri como funcionava o banheiro químico pequeno que o barco tinha, onde ficava o balde pra caso a gente passasse mal e outras coisas nada glamourosas. Quando ficamos prontos, Roberto assumiu o leme e eu e Eneida içamos as velas pra finalmente zarpar… tudo ia bem, porque o vento estava favorável, a baía só tinha umas ondinhas pequenas. Eu tava curtindo a paisagem quando a Eneida, que falava espanhol perfeitamente e já era bem tagarela, olha pra gente e pergunta:
— Desde quando vocês dois tão transando?
Tia Dani: — O que você tá dizendo, mulher!?, disfarçando muito mal o assunto…
Eneida: — A gente viu vocês transando duas vezes… o que mostra que já faz um tempinho…
Eu: — Ah, tia, já sabem!… Só uns dois meses, menti…
Roberto: — Falei pra você, Eneida… só faz pouco tempo…
Tia Dani: — Por favor, não podem contar pra ninguém, seria um escândalo!
Eneida: — Fica tranquila, não queremos estragar sua festa, hehehe… Só que a gente tava se perguntando se…
Tia Dani: — Se o quê?
Roberto: — O que ela quer perguntar é se vocês querem transar com a gente.
Tia Dani: — Como assim?
Eneida: — É que a gente gosta de variedade e aventura no sexo…
Roberto: — Sim, adoramos experimentar outros corpos, outros sabores…
Eu: — Eu gosto das coisas normais, falei preocupado…
Eneida: — hahaha, a gente gosta das coisas certinhas… e de comum acordo
Tia Dani: — Então vocês tão nos convidando pra trocar de casal ou algo assim?
Roberto: — Isso, sim… se não se importarem… não queremos que se sintam ofendidos, é que eu e a Eneida gostamos de experimentar outros sabores, ou seja, não me incomodo de ter sexo variado, assim todo mundo se diverte.
Tia Dani: — Mas vocês não encontraram outro casal?
Eneida: — Os ingleses são muito velhos, a filha deles veio sozinha, os outros vizinhos que ainda não chegaram eram nossos amigos com quem íamos compartilhar, conhecemos eles dois verões atrás, a gente tinha combinado, mas eles tiveram um problema no trabalho e não sabem quando vão vir.
Tia Dani: — Então a gente é uma alternativa, e vocês não procuraram outra no povoado?
Roberto: — Sim, uma bem Boa alternativa pelo que vimos, hehehe
Eneida: Quanto aos do povoado, não queremos nenhum, porque são jovens hippies com risco de hepatite C ou coisas piores. Já os locais são pescadores sem mundo, e não entenderiam nossa proposta…
Tia Dani: Por que não foram para outro lugar?
Roberto: A gente pensou…
Eneida: O lugar é lindo, a cabana é de uns amigos e sai de graça pra gente vir… além disso, quando íamos embora, percebemos vocês.
Roberto: É verdade, na verdade a princípio não pensamos em vocês, mas quando vimos vocês se pegando nas duas noites anteriores, decidimos arriscar, porque a Dani nos pareceu uma mulher experiente e você, Claudio, um cara atraente que sabe o que faz, além de não parar de olhar pra bunda da Eneida…
Eneida: O que eles tão dizendo?
Tia Dani: Pra mim tá de boa, e você, Claudinho?
Eu: Bom, não sei o que pensar…
Eneida: Você não precisa decidir agora… vamos navegar
A verdade é que a princípio achávamos que eram uns voyeurs meio tarados, mas no fim era um casal procurando outro pra troca… Quem diria? Da minha parte, não sou de dividir a bucetinha das minhas mulheres, mas a vida me ensinou que as bucetas vão estar onde se sentirem satisfeitas, e isso me fez mudar. Além disso, como diz o ditado “quem com ferro fere, com ferro será ferido”, é verdade, e eu não fui dos mais fiéis com elas, então elas que decidam com quem ficar.
Eneida: Como eu disse, não queremos pressionar vocês. Se quiserem, conversem em particular no camarim.
Tia Dani: É, vamos, Claudinho.
Entramos no camarim e sentamos pra conversar. A Tia Dani já tinha topado de cara. A verdade é que a Eneida era uma gostosa, e embora me incomodasse que a Tia Dani quisesse experimentar o negão — porque eu sabia que o fetiche dela era pau grande e o Roberto aparentemente era bem dotado —, eu não podia ser egoísta, ainda mais depois que ela me ajudou com a minha mãe numa situação delicada… Enfim, mesmo não gostando que outro comesse a Tia Dani, ela precisava provar uma Grandão assim antes de morrer… Eu, por minha vez, apesar de me sentir meio ofendido porque, indiretamente, tia Dani achava minha piroca pequena, também queria a mulata de olhos claros e uma bunda de outro mundo. Quando ela percebeu meu desconforto disfarçado, puxou minha sunga pra baixo e, sem mais nem menos, começou a chupar minha piroca, que endureceu na hora. A gente tava nessa quando a Eneida apareceu e falou:
— Ainda tão discutindo isso? Hahaha… desculpa, já vi, hahaha.
Tia Dani: — Tô convencendo ele, hahaha.
Eneida: — Posso ajudar a convencer…
Tia Dani: — Claro, com todo prazer…
Eu: — É… sei lá… bom, mas…
A mulata se ajoelhou do lado da minha tia, as duas pareciam umas lobas atacando um cordeiro… Enquanto tia Dani curtia minha cabecinha, a Eneida se dedicou a lamber o tronco e minhas bolas. Eu me deixava ser paparicado e amassava os peitos delas — os da tia Dani, grandes e meio caídos; os da mulata, menores, mas firmes, feito umas perinhas lindas… me lembraram que eram tão tentadores quanto os da Rosalinda. O Roberto não apareceu durante todo o tempo, e elas só saíram do convés depois que me fizeram gozar. Posso dizer que, sem dúvida, não dava pra resistir.
Continua…
http://www.poringa.net/posts/relatos/4236868/Como-Cambio-Mi-Vida-Capitulo-28-parte-1.html
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ainda estávamos abraçados, eu ainda sentindo os últimos espasmos da gozada da mamãe, quando nós dois ouvimos alguém andando por perto… olhei na direção do som e vi que era o casal de brasileiros que, a uns 10 metros de distância, estavam nos olhando e fazendo comentários… pelo que percebi, o vento trazia os sussurros leves até meus ouvidos. Parece que eles perceberam que a gente tinha chegado ao clímax e que não íamos continuar tão cedo, então, quase tão silenciosos quanto chegaram, foram voltando pra cabana deles — pelos gestos que a gente viu, foi mais por insistência da mulher. A mamãe, morrendo de vergonha, não levantou a cabeça e escondeu o anonimato entre meu pescoço e o cobertor; eu, por minha vez, não sabia o que fazer…
Essa descoberta surpresa de que estávamos sendo observados não nos impediu de voltar aos nossos atos de paixão amorosa… Talvez tenha sido o tesão que a mistura de voyeurismo casual daquelas pessoas passeando pela praia deserta do resort despertou em nós. Abracei a mamãe, que me beijava o pescoço e acariciava minha masculinidade, e isso me acendeu de novo. Então coloquei ela de quatro pra primeiro enfiar na bucetinha dela, metendo bem forte, tanto que em poucos minutos eu gozei gostoso de novo. Foi aí que ela falou:
— Nossa, que tesão, eles estavam olhando a gente foder!… Quem será que era?
Eu: Acho que os brasileiros… não tenho certeza, mas não vejo quem mais poderia ser.
Mamãe Júlia: Se foram eles, eu morro…
Eu: Por quê?
Mamãe Júlia: Porque sou sua mãe.
Eu: E daí?…
Mamãe Júlia: O que a gente faz é crime, caso você não saiba…
Eu: Eles mal puderam nos ver, quem dirá reconhecer; a noite tá bem escura.
Mamãe Júlia: Aqui não tem muita gente, é um lugar privado.
Eu: Vamos, mamãe, relaxa, não vai dar nada… Além do mais, eles já foram.
Voltei a beijar a mamãe, acariciando a bunda e os peitos dela; ela me abraçou e colou o corpo no meu. Em poucos minutos, já estava pegando fogo de tesão, talvez tanto quanto eu… Pronto ela enfiou o rosto no cobertor, deixando a bunda empinada. Na hora eu já sabia o que ela queria como cereja do bolo... Mesmo com a pouca luz da lua que tinha, ver aquela bunda toda à minha disposição me fez reagir rápido e, me colocando por trás, enfiei nela, ajudado pelos próprios fluidos vaginais dela e um pouco da minha saliva. No começo, mamãe gemeu baixinho e reclamou um pouco, porque fazia tempo que eu não comia ela, mas depois de um tempo ela já gritava de prazer e excitação, ajudada pela minha enfiada e pela "dedada" que ela mesma se dava.
Pouco tempo depois de meter naquela bunda maravilhosa, eu já estava quase gozando, mas aí vejo o casalzinho que já tinha nos observado um tempão — eles tinham voltado! Longe de me acovardar, ignorei a presença deles e meti mais forte naquela bunda deliciosa que eu estava furando. Eles, de longe, comentavam alguma coisa que, apesar do vento da praia soprando a favor deles, eu não conseguia entender. Mamãe, que sentiu todas as minhas estocadas na bunda dela e como eu derramava meu leite nela, me incentivava com gemidos apaixonados e gritinhos:
— Isso! Meu amor... assim, meu Claudinho... arrebenta minha bunda!
Eu: — Mamãe, sem nomes — falei sussurrando no ouvido dela.
Mamãe Júlia: — Uai... desculpa, me empolguei.
Eu: — Tá tudo bem.
Depois desse diálogo, me deitei ao lado da mamãe... só tinha certeza de que os olheiros ficaram olhando até eu derramar todo o meu leite. Não ousava levantar a cabeça pra olhar, e mamãe também não, porque ao saber da presença daqueles dois voyeurs, a vergonha voltou e ela não levantou a cabeça por nada. Mais ainda, quando já estávamos satisfeitos e decidimos voltar, ela me obrigou a olhar primeiro se tinha "mouro na costa", pra depois dar uma volta quando fomos pra nossa cabana, onde entramos pela cozinha que ficava nos fundos, na direção do caminho de entrada do local.
No dia seguinte, acordamos todos relativamente cedo, exceto a mamãe, que ficou enrolando na cama, e depois do café da manhã fomos andar a cavalo. Como vocês sabem, o lugar... Fica a só uns quinhentos metros da nossa hospedagem. Chegando no lugar onde alugavam, tia Dani se arrependeu e ficou na sombra de umas árvores, enquanto eu e as meninas fomos passear. A verdade é que eram uns bichos muito mansos e acostumados a levar novatos como a gente. Mesmo assim, a Ani parecia que ia morrer a cada passo da sua plácida gostosa, era de cair da cadeira de tanto deboche e risada que ela nos dava. Enfim, a gente se divertiu pra caralho na cavalgada, mas depois de quase uma hora de aventuras a cavalo, voltamos andando pra cabana, era só brincadeira e felicidade. A gente jogou corrida, depois ficou de pega-pega e um monte de besteira que a gente inventou no caminho curto, claro que eu aproveitei pra passar a mão em cada uma delas, e elas não se fizeram de rogadas, responderam na mesma moeda, incluindo apertões nos meus ovos.
A gente tava entrando no terreno das cabanas quando encontramos os brasileiros na varanda da cabana conversando com a mamãe… Eles nos cumprimentaram com entusiasmo, eu e tia Dani, e as meninas com um entusiasmo bem menor, claro que estranhei a presença deles, mas não falei nada e sentei na sala com a Ani e a Flo pra continuar nossa conversa, enquanto tia Dani e a Isa se juntaram à mamãe. Não sei o que estavam conversando com a mamãe, mas depois de um tempo o Roberto apareceu na porta da entrada e combinamos de continuar à tarde com a eterna partida de futebol na praia que a gente tinha começado, aí eles foram embora… Cada um foi tirar a poeira e o suor dos cavalos quando a mamãe me chamou junto com a tia Dani.
Eu: O que foi, mãe?
Mamãe Julia: Os brasileiros vieram perguntar por você e pela Dani, é isso que foi…
Tia Dani: Pelo que sua mãe me disse, eles acham que a gente saiu pra passear ontem à noite, claro que sua mãe fez eles pensarem isso, hahaha
Mamãe Julia: É que eu tenho vergonha de saber que eles descobrem que eu transo com meu filho… além de ser perigoso.
Tia Dani: E eu não devia ter vergonha de transar com meu sobrinho?, hahaha
Mamãe Julia: Isso é menos pior que por um deslize ou comentário me tirem a guarda do Claudio, já que ele ainda é menor de idade.
Eu: Não se preocupa, mãe, eles não viram sua cara e devem achar que é a tia Dani, já que são tão parecidas de corpo, e por mim não vão saber de nada.
Tia Dani: Por mim também não, e se perguntarem como foi o passeio com o Claudio, vou dizer que foi magnífico como sempre, hahaha.
Mãe Julia: Ah, que bom que você me cobre, maninha! Não sabe o medo que tenho de me tirarem o Claudinho.
Tia Dani: Pra mim também seria ruim, não se preocupa, eu fodi como se fosse você, hahaha.
Mãe Julia: Tô falando sério.
Tia Dani: Eu também, eles nunca vão saber que era você, te prometo, maninha.
Passamos a tarde na praia jogando futebol e nos banhando sob o olhar atento dos brasileiros e a conversa agradável dos velhinhos britânicos, que estavam felizes porque ao anoitecer chegavam seus netos com a filha para passar uns dias com eles. À noite, jantamos ensopado com arroz e frutas, e depois convidei a tia Dani pra passear. Ela, rindo e cochichando algo com a mãe, aceitou de bom grado o convite, dizendo pra irmã que lhe devia uma bem grande.
Fomos com a manta e a roupa adequada pra brincar na praia. Caminhamos pelo lado da cabana dos brasileiros a uma distância prudente, de modo que, se nos vissem, poderíamos ser qualquer um. Além disso, a lua estava começando a aparecer e parecia ainda menor que no dia anterior.
Estendemos a manta entre as dunas, um pouco mais afastados que da outra vez, e começamos a tarefa. Embora fosse uma atuação pra despistar os voyeurs, a atriz principal se entregou por inteiro às carícias e atos libidinosos do ator principal. Resumindo, chupei seus peitos, sua bunda e sua bucetinha, e também meti o pau em todos os buracos da minha titia até fazê-la berrar cada um dos orgasmos (apesar de pedir pra não exagerar), mas no caso da tia Dani isso é quase impossível.
Não sei quando os Voyeuristas, mas estavam lá! No começo, tia Dani não os viu e curtia meu pau bem relaxada, me apertava com a bucetinha dela e rebolava aquele rabo espetacular como quase ninguém, aliás, me lembrou a desconhecida da loja. Quando notei a presença dos olheiros, comentei no ouvido dela. Na hora, ela colocou em ação todo seu repertório de gemidos, putarias e safadezas que conhecia — não são muitos, mas não guardou nenhum. Até numa das mamadas, entrou um pouco de areia no meu pau, e ela, de forma sacrificada, limpou sem arranhar nada (graças a Deus).
Lembrando da noite anterior, igual fiz com a mamãe, coloquei ela de quatro e, depois de fazê-la gozar com uma metida e tirada furiosa na bucetinha, enfiei no cu dela, deixando aquele rabo mais aberto do que nunca. Mesmo assim, não gozei — talvez o nervosismo de me sentir observado — mas minha tia estava muito metida no papel e, como uma grande atriz (pornô), se preparou e executou o grande final. Foi aí que, quando tirei meu pau escorrendo do cu dela, ela o meteu na boca e chupou até eu gozar nela. Era uma garota muito safada e pervertida (além de promíscua).
Como prêmio para a atriz deslumbrante, beijei ela como não beijava há tempos, depois desabei para descansar ao lado dela, fingindo que não tínhamos notado os voyeuristas brasileiros. Terminada nossa grande atuação, levantamos a coberta, nos ajeitamos um pouco e fomos dar uma volta até a cabana dos olheiros, que obviamente nos seguiram com o olhar até nos perderem de vista. De qualquer forma, estava claro que, dessa vez, nada do que fizemos os despistou.
No outro dia, acordei cedo como sempre e, coincidindo com a Isa no café da manhã, saímos para correr na praia. Minha irmãzinha estava bem ativa, então saímos da área privada e fomos até a praia grande da vila vizinha. Era grande e linda, bem mais tranquila que a nossa. Correr por lá era magnífico, ainda mais aproveitando na companhia da minha Isa, que tava pela primeira vez em muito tempo relaxada e sem estresse, a real é que aquela corrida me deixou saber mais sobre o pretendente dela e entender que o love dela por mim não ia acabar, mas o futuro era sem dúvida com aquele cara. Voltamos lá pras 10:30 da manhã e encontramos os ingleses curtindo o café da manhã com a filha e os netos, a gente cumprimentou eles e eles fizeram as apresentações necessárias. Como descrição geral dos recém-chegados, posso dizer que a filha chamada Ann era incrivelmente parecida com minha mãe, talvez um pouco mais alta, com menos bunda e uns anos a mais, diria uns 45. Os netos eram como eu disse três, a mais velha Mary, tinha uma idade perto da da Isa e cabelo loiro avermelhado e uns olhos azuis impressionantes, não dava pra ver as curvas dela por causa de um moletom gigante, mas no geral era bonita de se ver; a próxima Miranda: da idade da Ani ou um pouco mais velha, tinha as mesmas cores da irmã, era muito parecida com a Biocha no corpo (gordinha gostosa), mas de rosto não era tão atraente. Finalmente o moleque Tomy era tipo da minha idade e dava pra ver que tava em muito boa forma física, até diria que era mais forte que eu, parecia alegre e simpático. Resumindo um pouco, combinamos de nos encontrar pro jogo de futebol na praia mais tarde. Como toda cabana de praia, só tinha um banheiro completo pra todo mundo, então os turnos pro banho eram eternos, principalmente considerando que dos seis, cinco eram mulheres e que curtiam muito os "hidro-prazeres". Então quando chegou a vez da Isa, rapidamente entrei com ela no chuveiro. Inicialmente só queria tirar o suor e a areia da corrida, mas ver como minha Isa tava linda e, embora não seja fetichista, ver as marcas do biquíni na pele dela me deixou louco, então acabei alongando bastante nossa estadia, peguei o sabonete e aproveitei pra ensaboar ela toda, primeiro as costas, depois a bunda empinada dela com aquelas bandas duras O trote, depois aquelas tetas empinadas com uns bicos quase infantis e de um rosa pálido me convenceram de vez que a gente não ia sair sem fazer o love, ela também não se opôs muito, porque se virou, levantou uma perna pra eu poder enfiar e começou a me beijar com paixão, a língua dela percorria toda a minha boca enquanto eu segurava a perna dela no alto e metia forte.
A gente tava fodendo feliz da vida e rindo das reclamações da Ani, que por ser a mais enrolada, era a última a entrar no chuveiro. O problema foi quando eu tinha a minha Isa abraçada feito um coala num tronco, com meu pau bem no fundo, a Ani entrou e, sem nenhum pudor ou vergonha, se meteu no espaço apertado do chuveiro.
Isso fez a Isa sussurrar no meu ouvido que ela tinha que pagar pela impertinência. A Ani nem se abalou enquanto eu comia a Isa, ela se ensaboava como se nada, mesmo a gente estando colado e eu sentindo as tetas dela nas minhas costas. Então, combinando com a Isa, coloquei ela no chão e tirei meu pau inchado de dentro dela. Na sequência, nós duas pegamos a Ani. Enquanto a Isa chupava as tetas e apalpava a buceta da priminha, eu beijava o pescoço dela e passava meu pau no cu dela.
Ani: "Ô, o que é isso, para…"
Isa: "Olha, putinha, você quem pediu, agora vai pagar, hahaha"
Eu: "É, você foi uma menina muito impertinente, hahaha"
Ani: "Ai, o que você tá metendo, seu degenerado"
Eu: "Vamos, Ani, você já conhece ele e gosta…"
Ani: "Só queria tomar banho, ahhh!" — ela conseguiu falar quando enfiei até o fundo da buceta.
Isa: "Olha como ela gosta de ser empada, irmãozinho… olha como os bicos tão durinhos" — disse e continuou chupando as tetas dela.
Ani: "Ahhh! São os irmãos pervertidos, ahhh! Me deixa… vou gozar… ahhh!"
Nós metemos forte na Ani até ela ficar escorrendo do meu gozo e quase desmaiada no chuveiro. Aí a Isa tirou ela de lá e pediu pra eu sentar no vaso pra ela me fazer um boquete… o que me surpreendeu é que ela obrigou a Ani a se ajoelhar aos meus pés e enfiou a cabeça dela no meu pau. hombridão e depois ela mesma se juntou, Ani, claramente as duas queriam continuar no jogo.
Quando meu amigão já tava pronto pra mais uma briga, Isa afastou a Ani de lado, montou de pernas abertas e começou a reboltar a bunda igual fez "a cliente desconhecida" na minha despedida da Paula. Ani, que tava olhando a gente, ficou alucinada com os movimentos cadenciados da minha irmãzinha, que depois de uns minutos gozou junto comigo, algo que não rolava muito frequente. Terminado esse banho prolongado, as minas limparam meu amigão com a boca e tiveram que lavar a buceta de novo, o que levou mais uns quinze minutos — não sei por quê!?
Mais tarde almoçamos em família, o resto das minas comentaram nosso banho e riram do que fizemos com a Ani, ela nos chamava de degenerados, o que só fazia as risadas e brincadeiras não pararem até a sobremesa, momentos que dificilmente a gente vai esquecer.
De tarde fomos pra praia, em poucos minutos os ingleses e os brasileiros se juntaram a nós. Assim que terminaram as apresentações, começamos o jogo de futebol. Agora tinha mais gente, então decidimos que era Espanha contra o resto do mundo. Eles escalaram Ann, Mary, Miranda, Tomy, Roberto e Eneida; nós, Ani, Flo, Isa, tia Dani, mamãe e eu. Apesar da clara desvantagem na qualidade dos jogadores, começamos a partida. A verdade é que tentei dar o meu melhor, mas era impossível, e quando a gente tava perdendo de 7 a 2, decidimos fazer uma troca pra equilibrar um pouco a parada. Foi aí que tia Dani trocou com a Eneida, o que equilibrou um pouco o jogo, e no fim perdemos só de 12 a 7.
Terminamos exaustos, suados e, pelo visto, alguns com vontade de farra, porque era nítido que o Tomy tava atrás da Flo e o Roberto atrás da tia Dani… Isso último me pareceu bizarro, porque a Eneida era uma mulher gostosa pra caralho, igual a tia Dani, mas bem mais nova, e, pra completar, o Roberto era casado com ela. No banheiro, à mercê de as ondas sentiam os roçares e flertes descarados dos casais em questão. Eu, por minha parte, só me dedicava a nadar e brincar com o resto das meninas, incluindo as inglesas.
Quando saímos e depois de ficar de bobeira ao sol por um bom tempo, os casais continuavam em seus diálogos particulares; a verdade é que estavam me irritando um pouco. Ainda tenho aquele sentimento de que elas são minhas e de mais ninguém, é ridículo depois de tudo que vivemos, mas sou assim. Alguns vão dizer que isso é a lei do funil: o lado largo pra mim, o estreito pros outros. Tentei me desligar disso até que, em algum momento, Eneida estendeu a toalha ao meu lado e começou a conversar comigo, coisa que agradeci, pois me distraía dos meus maus pensamentos e sentimentos. Tudo fluía normal até que Eneida me disse:
— Claudinho, eu e Roberto estamos com a ideia de sair pra navegar no veleiro e você poderia ir com a gente. O que acha?
Eu: — Valeu, aceito! Sempre quis navegar num veleiro…
Eneida: — Excelente, a gente sairia amanhã umas 10h da manhã, pra aproveitar e navegar pela baía.
Eu: — Mas vocês sabem navegar?
Eneida: — Kkkk, somos do Rio, claro que sabemos. Temos um veleiro e muita experiência, e mesmo que este seja menorzinho, não temos problema pra manobrar.
Eu: — Mas vamos poder navegar só nós três?
Eneida: — Bastaria eu e o Roberto, mas também convidamos sua tia Dani… Vai ser legal.
Cláudio: — Com certeza, falei, pensando que era mais que suspeito eles terem escolhido a gente dois, mas fazer o quê, era assim…
Ao voltar, cansados e alguns meio queimados de sol, como era o caso da mamãe e da Ani, que tinham esquecido de se proteger, começamos o processo do banho e preparo do jantar. Ani se recusou a entrar no chuveiro com a Isa e comigo (a verdade é que a Isa pediu). Por outro lado, tia Dani e mamãe tomavam banho, enquanto Isa e Ani preparavam o jantar. Então, diante da recusa da Ani e das risadas da Isa, fui conversar com a Flo…
— Como é que tão as coisas com o inglês?
Flo: — Bem, ele é simpático e bonitão… Você vai continuar com ele…
Flo: Ciumento?
Eu: É, não… sim… um pouco.
Flo: Bom, decide logo, hahaha… ciumento ou não?
Eu: verdade, tô sim, mas não sou seu dono…
Flo: É verdade, você não é meu dono… mas se eu der pra ele, vai ser de camisinha.
Eu: Por que você diz isso?
Flo: Pra caso o inglês esteja sujo… não quero que a família pegue nada, hahaha.
Eu: Mas pra isso você teria que dar pra mim…
Flo: Sim, óbvio…
Eu: Então a gente toma banho junto.
Flo: Sim, óbvio…
Isa: Beleza, mas a gente toma banho primeiro, eu e a Ani…
Ani: Mas sem truques, Isa…
Isa: Hahaha, sem truques.
Quando chegou nossa vez com a Flo, não esperei nem um segundo e comecei a apalpar ela na sala de jantar na frente da mamãe e da tia Dani até a porta do banheiro, elas faziam comentários que eu não ouvia direito, mas eram sobre a gente. A gente esbarrou na Ani e na Isa saindo do banheiro, que riram da minha cara de pau e tesão. A verdade é que não liguei, puxei os peitos da Flo pra fora do sutiã do biquíni e me joguei pra aproveitar aqueles bicos lindos que ela tem, ela acariciava minha cabeça e com uma mão puxava meu amiguinho pra fora da sunga, não foi fácil porque o laço da sunga ainda tava molhado, mas quando conseguiu, começou a me punhetar… peguei ela pela bunda e meti ela no banheiro, depois coloquei ela no chão e puxei a calcinha do biquíni dela, levantei ela apoiando na pia.
Ani: Não come ela na pia que depois a gente vai escovar os dentes aí.
Eu: Depois eu limpo.
Isa: Com água sanitária, hahaha, pra não ter surpresa depois.
Flo me prendeu com as pernas e me puxou pra perto dela, então com esse convite fui enfiando a pica devagar enquanto amassava os peitos dela e olhava nos olhos dela, olhos que transbordavam safadeza! Quando cheguei no fundo, ela soltou um gemido suave de desejo e comecei a montar nela sem medida nem piedade. Tudo isso rolava sob o olhar atento das nossas mães e irmãs. Nisso, mamãe e tia Dani fecharam a porta do banheiro pra gente, dizendo que a gente não demorasse, por parte delas a Isa e a Ani reclamaram que tinham fechado a porta pra gente. Lá dentro eu tava metendo forte na Flo, que depois de muito tempo longe de mim se entregava ao orgasmo gostoso que a gente alcançava e gozava gritando meu nome pro vento. Atrás da porta faziam uns comentários.
A gente entrou com a Flo no chuveiro ainda de pau duro quando a Ani entra pra pegar uma escova, eu sem muita delicadeza peguei ela pelo pulso e soltei a toalha que ainda tava enrolada nela e metemos ela no chuveiro, a Flo entre risadas pegava as tetas vermelhas dela e oferecia pra mim, eu chupava elas sem pena, depois enfiei a pica e fizemos um sanduíche entre eu e a Flo. Apesar dos protestos da Ani, não teve jeito senão se resignar, então eu fodi ela até os dois gozarmos, depois coloquei as duas de joelhos no chuveiro (tive que sair dele), e maldosamente descarreguei toda minha porra na cara das duas.
Flo: Você é um porco, por que eu tinha que receber a porra que a Ani tirou de você?
Ani: Porque você esquentou ele e deu pra ele, eu sou inocente
Eu: As duas participaram disso, as duas mereciam o prêmio, hahaha.
Fechamos o chuveiro e nos secamos, enquanto a gente tava nisso a Tia Dani apareceu e disse entre risadas
Mmm! parece que você curtiu minhas meninas, não é? hahaha
Flo: Sim mãe, o bocó é único…
Tia Dani: Mas e o Tomy?… hahaha
Flo: A gente vê, por enquanto o bocó apaga a coceira da minha bucetinha, hehehe
Ani: Eu não troco o bocó mas ele passou dos limites de porco, mãe!
Tia Dani: Mas parece que você gostou, minha filha, hahaha
Ani: Bom, não foi ruim, hahaha
Com minhas ansiedades acalmadas, não convidei nenhuma das garotas pra passear na praia ao anoitecer, em vez disso jogamos cartas, no começo de forma bem inocente apostando grão-de-bico, mas na segunda rodada a Flo teve a ideia de me apostar, coisa estranha, já que eu também tava jogando, mas as outras estavam com ela e decidiram que eu era o prêmio. A vencedora foi a Ani, que levou o prêmio dela pra cama. mesmo com o cansaço que a gente tava, só deu pra curtir uma rapidinha antes de querer dormir abraçados, coisa que também agradeci.
No outro dia, com a tia Dani, a gente se levantou e se trombolou no banheiro, ela vestiu a tanga brasileira mais ousada que conseguiu achar, acho que era uma da Ani, com certeza minha titia tava vestida pra matar e sem dúvida queria matar o Roberto. Por cima daquela tanga minúscula, ela vestiu um moletom e um corta-vento, seguindo a recomendação dos brasileiros. Eu vesti algo parecido, só que meu sungão não era uma zunga porque não gosto de deixar as bolas apertadas. A gente tomou café enquanto as outras minhas só davam sinal de vida.
Lá pelas 09:40, a gente se encontrou na beira da praia, conforme combinado com o casal de brasileiros, onde o cara responsável pelo local e pelo veleiro ia nos levar num bote de borracha pra embarcar. Eu tava muito feliz, mesmo sabendo que eles eram os voyeurs, mas não tava nem aí — ia navegar! Seria minha primeira experiência náutica, e olha que a tia Dani não tava menos animada, porque com sorte ela já tinha andado de barco alguma vez. O cara responsável fez a gente vestir os coletes salva-vidas e subimos no bote dele. O trajeto era curto, uns cinquenta metros que dava pra nadar, mas a gente tinha umas coisas que não queria molhar.
Ao embarcar, não pude deixar de notar que a Eneida tava com uma roupa digna de modelo de esportes aquáticos, porque vestia um shorts justo que deixava ver as tiras da tanga habitual dela, e ainda segurava o corta-vento na mão, então, como de costume, deixava à mostra os peitos durinhos mal cobertos pelos triangulinhos do sutiã da tanga. Era tão ousada que o cara do lugar não conseguia parar de olhar aquelas maravilhas, tanto que o Roberto tava se divertindo e fazia sinais pra mim de que o sujeito tava louco por aqueles peitos.
Uma vez a bordo do veleiro, o casal nos ensinou nossas funções, as medidas de segurança e o básico. Pela primeira vez... Uma vez eu descobri como funcionava o banheiro químico pequeno que o barco tinha, onde ficava o balde pra caso a gente passasse mal e outras coisas nada glamourosas. Quando ficamos prontos, Roberto assumiu o leme e eu e Eneida içamos as velas pra finalmente zarpar… tudo ia bem, porque o vento estava favorável, a baía só tinha umas ondinhas pequenas. Eu tava curtindo a paisagem quando a Eneida, que falava espanhol perfeitamente e já era bem tagarela, olha pra gente e pergunta:
— Desde quando vocês dois tão transando?
Tia Dani: — O que você tá dizendo, mulher!?, disfarçando muito mal o assunto…
Eneida: — A gente viu vocês transando duas vezes… o que mostra que já faz um tempinho…
Eu: — Ah, tia, já sabem!… Só uns dois meses, menti…
Roberto: — Falei pra você, Eneida… só faz pouco tempo…
Tia Dani: — Por favor, não podem contar pra ninguém, seria um escândalo!
Eneida: — Fica tranquila, não queremos estragar sua festa, hehehe… Só que a gente tava se perguntando se…
Tia Dani: — Se o quê?
Roberto: — O que ela quer perguntar é se vocês querem transar com a gente.
Tia Dani: — Como assim?
Eneida: — É que a gente gosta de variedade e aventura no sexo…
Roberto: — Sim, adoramos experimentar outros corpos, outros sabores…
Eu: — Eu gosto das coisas normais, falei preocupado…
Eneida: — hahaha, a gente gosta das coisas certinhas… e de comum acordo
Tia Dani: — Então vocês tão nos convidando pra trocar de casal ou algo assim?
Roberto: — Isso, sim… se não se importarem… não queremos que se sintam ofendidos, é que eu e a Eneida gostamos de experimentar outros sabores, ou seja, não me incomodo de ter sexo variado, assim todo mundo se diverte.
Tia Dani: — Mas vocês não encontraram outro casal?
Eneida: — Os ingleses são muito velhos, a filha deles veio sozinha, os outros vizinhos que ainda não chegaram eram nossos amigos com quem íamos compartilhar, conhecemos eles dois verões atrás, a gente tinha combinado, mas eles tiveram um problema no trabalho e não sabem quando vão vir.
Tia Dani: — Então a gente é uma alternativa, e vocês não procuraram outra no povoado?
Roberto: — Sim, uma bem Boa alternativa pelo que vimos, hehehe
Eneida: Quanto aos do povoado, não queremos nenhum, porque são jovens hippies com risco de hepatite C ou coisas piores. Já os locais são pescadores sem mundo, e não entenderiam nossa proposta…
Tia Dani: Por que não foram para outro lugar?
Roberto: A gente pensou…
Eneida: O lugar é lindo, a cabana é de uns amigos e sai de graça pra gente vir… além disso, quando íamos embora, percebemos vocês.
Roberto: É verdade, na verdade a princípio não pensamos em vocês, mas quando vimos vocês se pegando nas duas noites anteriores, decidimos arriscar, porque a Dani nos pareceu uma mulher experiente e você, Claudio, um cara atraente que sabe o que faz, além de não parar de olhar pra bunda da Eneida…
Eneida: O que eles tão dizendo?
Tia Dani: Pra mim tá de boa, e você, Claudinho?
Eu: Bom, não sei o que pensar…
Eneida: Você não precisa decidir agora… vamos navegar
A verdade é que a princípio achávamos que eram uns voyeurs meio tarados, mas no fim era um casal procurando outro pra troca… Quem diria? Da minha parte, não sou de dividir a bucetinha das minhas mulheres, mas a vida me ensinou que as bucetas vão estar onde se sentirem satisfeitas, e isso me fez mudar. Além disso, como diz o ditado “quem com ferro fere, com ferro será ferido”, é verdade, e eu não fui dos mais fiéis com elas, então elas que decidam com quem ficar.
Eneida: Como eu disse, não queremos pressionar vocês. Se quiserem, conversem em particular no camarim.
Tia Dani: É, vamos, Claudinho.
Entramos no camarim e sentamos pra conversar. A Tia Dani já tinha topado de cara. A verdade é que a Eneida era uma gostosa, e embora me incomodasse que a Tia Dani quisesse experimentar o negão — porque eu sabia que o fetiche dela era pau grande e o Roberto aparentemente era bem dotado —, eu não podia ser egoísta, ainda mais depois que ela me ajudou com a minha mãe numa situação delicada… Enfim, mesmo não gostando que outro comesse a Tia Dani, ela precisava provar uma Grandão assim antes de morrer… Eu, por minha vez, apesar de me sentir meio ofendido porque, indiretamente, tia Dani achava minha piroca pequena, também queria a mulata de olhos claros e uma bunda de outro mundo. Quando ela percebeu meu desconforto disfarçado, puxou minha sunga pra baixo e, sem mais nem menos, começou a chupar minha piroca, que endureceu na hora. A gente tava nessa quando a Eneida apareceu e falou:
— Ainda tão discutindo isso? Hahaha… desculpa, já vi, hahaha.
Tia Dani: — Tô convencendo ele, hahaha.
Eneida: — Posso ajudar a convencer…
Tia Dani: — Claro, com todo prazer…
Eu: — É… sei lá… bom, mas…
A mulata se ajoelhou do lado da minha tia, as duas pareciam umas lobas atacando um cordeiro… Enquanto tia Dani curtia minha cabecinha, a Eneida se dedicou a lamber o tronco e minhas bolas. Eu me deixava ser paparicado e amassava os peitos delas — os da tia Dani, grandes e meio caídos; os da mulata, menores, mas firmes, feito umas perinhas lindas… me lembraram que eram tão tentadores quanto os da Rosalinda. O Roberto não apareceu durante todo o tempo, e elas só saíram do convés depois que me fizeram gozar. Posso dizer que, sem dúvida, não dava pra resistir.
Continua…
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