Espiando a mamãe 3

Minha mãe nos olhava furiosa, da entrada da porta. Eu estava terminando de gozar dentro da minha irmã, os jatos de porra já estavam saindo, dava pra sentir que ainda tinha bastante leite dentro da minha irmã.

Espiando a mamãe 3

- Que porra vocês estão fazendo?
Gritou nossa mãe, com aquele tom de voz alto demais. A gente tava com medo que os gritos dela fossem ouvidos pelo nosso pai e pelos empregados.
- Mãe, não é o que parece!
- Então eu não acabei de ver meus filhos transando que nem animais?!
- Mãe... hm, a gente... eu... acho...
Vendo que minha irmã não sabia o que dizer, tive que ajudar, e tentei mudar de assunto pra ver se nossa mãe se acalmava.
- Mãe, por que você não bateu na porta?
Achei que ela tivesse se acalmado com essa pergunta, mas parece que só fez ela se exaltar mais.
- Calem a boca os dois! _ela gritou pra gente_. E se vistam, seus degenerados.
Eu e minha irmã nos vestimos o mais rápido que deu, enquanto nossa mãe entrou no quarto, fechando a porta, pra saber por que os filhos dela estavam transando.
- Como vocês tiveram coragem de fazer isso? _ela falou, com o tom de voz normal_. Se afastem, são irmãos, isso é incesto.
- Mas, mãe... _falamos ao mesmo tempo eu e minha irmã, envergonhados_.
Foi inútil falar, ela não tava ouvindo nada. Não adiantava explicar o que a gente tava fazendo. Nossa mãe avançou e sentou no sofá que minha irmã tem do lado da cama dela.
- Agora mesmo vocês vão me explicar... _ela falou com tom normal_. Mas que porra tava rolando? _perguntou minha mãe, agora sim elevando a voz_.
- Não pensa mal, Mãe. _minha irmã falou_. Fiquei surpreso dela estar tão assustada_. É que... é que a gente te espiava, quando você transava com o papai, e de tanto ver, nossa excitação cresceu e a gente não ligou de ser irmãos.
- Então a culpa é minha, de vocês terem transado. _minha mãe falou_. E acho que também é culpa minha que o Mateo, encheu sua buceta com o esperma dele. _enquanto falava, a raiva dela ia subindo_. Você gozou dentro da sua irmã, isso significa que engravidou ela. Vou te matar! Como você teve coragem de gozar dentro da sua irmã?
- Mãe, se acalma... você não tem culpa de nada. _falou_ Priscila_. Eu dei permissão pro Mateo gozar dentro.
- Quê? Você deixou ele…?
- Gozar dentro, sim…
- E você fala isso tão tranquila, pode engravidar _minha mãe dizia_. Quer limpar sua buceta?
- Não, mãe, não tem como ela engravidar. _minha irmã explicava pra minha mãe_. Não lembra? Ela toma anticoncepcional.
Ver minha mãe com a cara cheia de raiva é algo que nunca imaginei. Tenho que admitir que, mesmo puta da vida, ela tava linda. Ela é minha mãe ou não, Josefina tava vestida com uma blusa branca e saia curta vermelha, não tinha reparado antes do susto, mas olhando agora ela tava uma gostosa, meu lado masculino mais primitivo adorava ver ela assim.
- Você e eu vamos ter que conversar muito sério, Mateo. _minha mãe falou, me olhando_. E você, Priscila, vai se limpar, assim fico tranquila.
- Agora, quer que eu me limpe… teria que tomar um banho completo.
- Então toma banho, e seu irmão vai pro quarto dele. _enquanto minha mãe falava com minha irmã, ela olhava pro volume no meu short, o olhar da Priscila parou no meu pau, como se fosse a primeira vez que via ele_. Vai logo tomar banho!
- Não grita, mãe, já vou. _disse Priscila_. Deixa eu pegar minha toalha no armário.
- E você, Mateo, vai pro seu quarto!
- Mas não vai falar nada sobre isso? _minha irmã disse_.
- Claro que não, seria um escândalo. _garantiu Josefina, mais calma_. Só vai se limpar, Priscila.
- Ok, já vou!…
Priscila jogou a toalha na cama, e fez algo que eu nunca imaginava que faria na frente da nossa mãe: tirou a blusa e a calça. As curvas dela eram sensacionais, barriga lisa e aquela raba enorme. Pegou a calcinha fio dental preta que usava e começou a abaixar. Fez isso rápido. Me fiz de desentendido quando vi a buceta dela aparecer. Alicia jogou toda a roupa no cesto de roupa suja, de repente se abaixou, mostrando a bunda pra mim. Já entendi que ela tava fazendo tudo aquilo pra ver a reação da nossa mãe.

cu

— E você, Mateo, vai pro seu quarto. —disse minha mãe. —À noite a gente conversa, eu e você.
— Claro. —respondi enquanto saía pro meu quarto.
— E, por último. —nossa mãe nos parou. —Não quero ver vocês juntos daqui pra frente, ficou claro?
— Sim, ficou claro. —falamos em uníssono.

A tarde toda, pra não ter que encarar minha mãe, decidi ficar no meu quarto, jogando no PC. Pensei que passaria o resto da tarde jogando Resident Evil 5, mas chegou uma notificação de mensagem nova no meu celular. Achei que fossem meus amigos da faculdade, mas era alguém que eu não esperava. Era minha irmã, Priscila. Fiquei muito animado quando vi que ela tinha me escrito, porque eu não queria falar com ela por causa do que nossa mãe disse sobre a gente não ficar junto, e muito menos sozinhos.

Na primeira mensagem, ela me cumprimentou e disse que já era hora do lanche. Pensei que ela queria falar sobre o que aconteceu, mas lembrei da ameaça da nossa mãe. Falei que já estava descendo. Ao descer, imaginei a tensão que ia rolar da parte da minha mãe, mas foi o contrário: o lanche foi tranquilo, ninguém trocou olhares, especialmente eu ou minha irmã. Terminado o lanche, e como não podia me aproximar da Priscila, tive a ideia de pedir o número da Julia, pra ver se ela topava dar uma trepada comigo.

— Oi, Julia, me passa seu número pra gente conversar daqui a pouco.
— Claro, me dá um minuto pra anotar.
— Beleza. —enquanto respondia, ficava de olho pra ver se ninguém vinha.
— Toma, aqui está meu número.
— Que horas você se libera?
— Depois que eu limpar e arrumar. —ela disse, enquanto pensava. —Daqui a uma hora eu me libero.
— Ok.

A primeira parte do meu plano foi um sucesso total. Agora faltava escrever pra ela e ela aceitar transar comigo, mas ainda faltava uma hora. Tive que esperar, então melhor eu ir pro meu quarto. Mas quando estava no meio da escada, ouvi me chamarem. Era minha mãe.

— Mateo, me espera no seu quarto. —disse minha mãe. —A gente precisa conversar.
— O quê, agora?
— Sim, daqui a uma hora e meia eu subo. quarto.
—Entendo.
Depois de meia hora, a Júlia me escreveu, me cumprimentou e eu retribuí o cumprimento, falei que depois da trepada que a gente teve de madrugada, rolou um monte de coisa excitante.
—Sua irmã me disse que vocês transaram, e ainda falou que você quer me comer de novo. Com essa piroca bem dotada que você tem, capaz da gente repetir.
—Verdade. A Priscila me disse que vocês são “amigas com benefícios”.
—É verdade… a gente adora umas aventuras sexuais e juntas curte de um jeito espetacular. _disse Júlia_. Vamos trocar fotos um do outro pra esquentar o clima.
—Caralho, já se soltou toda, mas tudo bem.
Na mesma hora, chegou a primeira foto: ela segurando uma das tetas, usando um sutiã rendado cor de pele, o cabelo liso passando pelos ombros, a foto terminava mostrando o rosto dela, os lábios pintados de batom vermelho. Que boca gostosa e sensual.

mamadas

- Pra você fazer uma punheta gostosa. _Julia me disse.
- Ah! Sim, você é atrevida.
- Haha! Isso é só um presentinho.
Depois ela me mandou uma foto igual à anterior, com um detalhe diferente: nessa ela já não usava sutiã. Os peitos dela se exibiam como troféus. O clima já estava esquentando.


masturbacao

— Se você me mandar foto do seu pacote, eu te mando fotos mais picantes — ela me prometeu.
Nunca tinha tido esse tipo de conversa com minhas ex-namoradas, tinha algo nela que me fazia gostar que ela fosse tão ousada, talvez fosse o tesão que ela me causava, era inegável como ela era gostosa e sensual, meu pau ficou duro em segundos, a verdade é que nunca tirei fotos do meu pau, não gostava nem de pensar em tirar fotos do meu brinquedo, tirei uma foto num ângulo que mostrasse todo o seu esplendor, queria que ela visse bem.
— Que delícia, Mateo… você é bem dotado. — Julia me disse, quando enviei a foto do meu pau. Mal posso esperar para te dar um boquete.
As fotos seguintes que ela mandou eram muito melhores, a buceta dela se destacava, fiquei impactado com aquela buceta gostosa e seu clitóris espetacular, minha temperatura corporal foi subindo e comecei a bater uma punheta na hora.


creampie

O que eu gostava era saber que ia comer a Julia, em poucas horas. Não tava nem aí se ela era amiga com benefícios ou namorada da minha irmã, a única coisa que passava na minha cabeça era transar com ela. Ela me mandou uma foto que me deixou doido, ela tava de quatro mostrando aquele rabo incrível, que tava muito sensual, puta merda, essa foto fez minha excitação subir na hora.

gozada

—Me manda mais fotos da sua pica. —ela me disse. —Já tô com vontade de te dar um boquete.
Não tive outra opção a não ser mandar mais fotos do meu pau duro, pra satisfazer ela.
—Você é boa em fazer boquete?
—Tão boa assim não, só chupei bucetas… nunca chupei uma pica grande como a sua, mas por algo se começa.
—Claro, comigo você treina.
—Bom, vou dormir, mas vou deixar essa fotinha pra você curtir.
—Ok, valeu.
A foto seguinte me surpreendeu um pouco. Consegui ver minha irmã e, entre as pernas dela, notei a Julia, com a boca, chupando a buceta da minha irmã. Fiquei louco só de ver aquela foto.

bucetal

—Porque a minha mãe teve que estragar tudo. *falei alto, já que tava sozinho*. Agora eu tava era fodendo a Priscila.
Tava batendo uma freneticamente enquanto me deliciava vendo aquela foto lésbica magnífica, de tão concentrado que tava, me pareceu ouvir a porta abrir, mas não liguei.
—Tenho que gozar antes da minha mãe chegar. *falei*. Tenho que continuar.
Quando senti que já ia terminar, fechei os olhos pra aproveitar melhor, mas fui surpreendido por algo que nunca imaginei que aconteceria: minha mãe agarrou minha pica. Dessa vez a culpa era minha, eu devia ter trancado a porta.


Surpresos

— Mãe, o que você tá fazendo aqui?
— Tô aqui pra te ajudar. _Ela falou com uma voz de mãe._ Sou sua mãe e preciso fazer isso, deixa eu tirar minha blusa e sutiã pra não sujar eles.


mae e filho

Sem aviso nenhum, minha mãe começou a me punhetar de cima a baixo com as mãos dela. Era uma sensação nova, mas o fato de ser a minha mãe gostosa me fazia gostar ainda mais, e me excitava pra caralho vendo as tetonas dela.

irmao e irma

— Mas… mãe! —falei com a voz trêmula. Isso parece estranho.
— Pra mim também é estranha essa sensação. —respondeu. — Pensa numa garota, eu penso no seu pai, olho pro lado se isso te fizer sentir melhor.
— É… provável…
— Ainda não consigo acreditar que estou masturbando meu filho.
— É gostoso, mãe. —falei um pouco excitado. Suas mãos são sensacionais.
— Obrigada, filho. —disse. — Por favor, goza antes que eu perca o controle.
— Não consigo, mãe. —dizia. — Seria melhor se você estivesse nua.
— Tem razão, você precisa de algo visual pra gozar.
Ela parou de me punhetar e se levantou, o corpo dela era hipnotizante, adorei ver aquelas duas tetonas balançando, a barriga lisa e aquelas cadeiras bem torneadas que ela tinha. Pegou e tirou o short, e então começou a descer a micro calcinha fio dental vermelha. Não fez de forma sexy, tirou a roupa como quem tá com pressa.


Espiando a mamãe 3

Continuo batendo uma, agora tava de lado direito, a velocidade que eu tava era normal, o calor da mão dela era angelical, eu não conseguia imaginar outra mulher naquele momento, coloquei minha mão no meu rosto pra não ver minha mãe, e pra ela não ter que ver a cara do filho enquanto o punheta.

cu

Mas meu tesão era maior, só de ver minha mãe me punhetando já me deixava a mil. Fiz algo que nem pensei, a putaria me fez passar por um mau momento pra mamãe: levantei ela e coloquei de lado esquerdo pra poder dar tapas naquele rabo majestoso dela.
—Que buceta gostosa, hein.


mamadas

Ela ficou me chupando a pica por um tempo, enquanto eu passava a mão na bunda dela. De repente, ela se levantou e parou de me chupar, aí começou uma conversa que a gente tinha pendente.
—Já que te dei prazer por um tempo, vamos conversar. _ela disse pra mim_. Se você quiser que eu continue te dando prazer, vai depender da honestidade das suas respostas. Se mentir, eu te deixo assim, do jeito que você tá.
—Tudo bem, pode perguntar.
—Desde quando você transa com sua irmã mais nova!
—Do jeito que você fala, parece ruim. _eu falei pra ela_. Não acha?
—Então o que sua mente acha que vocês estavam fazendo? _ela respondeu franzindo a testa_. Achou que era brincadeira?
—Sim, entendi. _consegui falar_. Bom, pra ser sincero, não fui eu quem insinuou ter sexo, foi a Priscila que me propôs fazer isso, ela me seduziu.
—Ah, entendi. _ela disse_. E você é criancinha, que se deixa convencer? Por que não disse não?
—Mãe, sou homem e diante de qualquer estímulo eu reajo.
—Eu sei, mas qual foi a ação que provocou isso, que levou vocês a isso?
—Foram seus gritos de prazer, quando você transava com o pai. _eu falei com toda segurança_. Não se ofenda com o que vou dizer, mas você parecia uma puta gritando.
—Vocês, depravados, se excitaram com meus gemidos. _minha mãe disse meio irritada_. Eu não tenho direito de aproveitar a sexualidade?
—Você pode aproveitar, mãe. _eu falei_. Mas a Priscila me convenceu a te espionar enquanto você transava, e isso foi o estopim, que acabou no que você viu.
—Vocês são uns doentes, espionar os pais. _ela disse enquanto segurava a cabeça_. Não acredito que criei uns degenerados.
—Mãe. Se acalma, você pediu a verdade, e eu tô sendo honesto.
—É que é difícil acreditar em tudo que você me diz. _ela disse um pouco mais calma_. E desde quando vocês nos espionavam?
—Bom, eu desde essas férias. _eu falei_. A Priscila acho que já faz dois anos que te espiona.
—Então sua irmã é a mais ousada. _ela disse_. Não acredito que sua irmã seja assim, só pensava que ela tinha uns gostos... pelas mulheres.
—Sim, Priscila é bem atrevida e também é bissexual. _eu dizia pra ela enquanto olhava pras tetas dela_. Mas é a vida dela e você tem que respeitar.
—Não me resta outra opção a não ser aceitar. _disse ela_. Parece que foi uma conversa meio incomum, mas obrigado pela sua honestidade.
—De nada, mas mãe, queria saber por que você abriu a porta sem bater. _eu tinha guardado essa pergunta, e agora era a hora de fazer_.
—No começo ouvi gemidos, que vinham do quarto da Priscila, não dei importância porque imaginei que ela tava se masturbando, algo normal pra idade dela.
—Sim, e daí o que mais você ouviu, mãe?
—Ouvi umas risadas, e isso me deu curiosidade, eu achava que a Priscila tava com a Julia; lembrei que várias vezes vi a Priscila levantar a saia da Julia e passar a mão nela, ou outras vezes vi elas se beijando; então quis tirar a dúvida e confirmar, mas quando encostei meu ouvido na parede te ouvi e me surpreendi, o que você tava fazendo lá com sua irmã, picada pela curiosidade abri um pouco a porta e vi aquela cena, minha raiva me venceu e abri a porta bruscamente.
—Ehm, você já sabia das aventuras da Julia e da Priscila. _tive que mudar de assunto pra ela não se irritar de novo_.
—Sim, porque eu já tinha visto elas. _enquanto me dizia isso, percebi que minha mãe tava se acariciando devagar no clitóris_.
Não podia acreditar, minha mãe, acho que ela gosta de ver duas mulheres, pra saber mais tive a ideia de falar várias coisas sobre a Julia e a Priscila pra confirmar minha teoria e talvez até conseguir comer minha mãe, ali mesmo.
—Elas são namoradas. _falei, jogando a primeira isca_. Ela me contou que já transam há dois anos.
—Priscila te disse isso, então a Julia é namorada dela.
—Sim, ela me contou tudo. _falei_. A Priscila desvirginou a Julia no anal, vaginal e oral.
—Não acredito no que você tá me dizendo.
—Acredita, é tudo verdade. _pelo visto minha teoria tava certa, minha mãe gosta de ouvir coisas de lésbicas, ou não era isso, ou minha progenitora gostava da filha dela_.
—Masturba-me, me dá um espaço. A pergunta dela me pegou desprevenido, quando percebi, ela me empurrou e me derrubou da cama.
Nem vi ela chegando, quando me levantei, fiquei surpreso, mas sorri ao ver que minha teoria estava certa. Minha mãe apertava os próprios mamilos enquanto enfiava os dedos dentro da própria buceta, ela parecia estar em outro mundo. Parece que ela tinha esquecido que eu estava ali. Aproveitando que ela estava de olhos fechados e a mente nas nuvens, comecei a bater uma punheta vendo a cena.


masturbacao

Parecia uma adolescente na hora de se masturbar, os movimentos dela eram perfeitos, ela se acariciava no clitóris por uns minutos, depois enfiava dois dedos dentro da buceta. Me veio na cabeça que talvez isso nunca mais se repetisse e que era melhor gravar a evidência, pra depois curtir com mais calma.
— Ah, que gostoso que tá, aahh. — eu ouvia ela gemer.


creampie

Ela se masturbava devagar pra depois acelerar o ritmo, essas mudanças de ritmo deixavam meu pau a mil, eu me concentrava em gravar antes dela abrir os olhos. Depois de uns minutos, parei de gravar porque já tinha material suficiente pra curtir.
- Aaah! Isso… _o barulho da buceta dela estralava claramente_


gozada

Minha mãe continuava concentrada na masturbação dela, aí tive a ideia de perguntar enquanto ela se tocava, queria saber se ela gostava de sapatão ou se gostava especialmente da filha dela.
— Mãe, você gosta da Priscila. — falei no ouvido dela, sabia que aquela área era bem sensível.
— Uhhh, sim… tenho vontade da Priscila… — ela respondeu. — finalmente confirmava, essa informação eu ia usar pra comer minha mãe.
Já tava perto do orgasmo, como ela tava curtindo o prazer intenso, pensei que nem ia notar minha aproximação, subi na cama sem fazer muito barulho, minha intenção era chupar a buceta da minha mãe, devagar fui me aproximando, encostando minha língua na entrada da boceta dela, pensei que ia me rejeitar, mas, foi o contrário, ela deixou eu lamber a buceta dela
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.bucetal

- Aaah! Mais pra cima… lambe… meu… clitóris. _ela disse.
- Que… gostoso… o gosto… da sua buceta. _eu respondia como dava.
- Ah! Adoro como você lambe!
De novo e sem aviso, minha mãe me jogou no chão, como já estava virando costume. Dessa vez doeu a queda, levei uns segundos pra levantar, ouvia minha mãe chegando ao clímax, consegui ver ela tendo um squirt, puta orgasmo que ela teve.


Surpresos

— Que orgasmo intenso você teve. — eu disse a ela.
— Desculpa, me deixei levar. — ela me dizia. Puta merda, o tesão me venceu.
— Não se desculpa. — eu disse. — Então você tá afim da sua filha.
— Cala a boca, não fala essas coisas tão alto.
— Ok, mas sério, a Priscila te excita.
— Sim, não sei quando comecei a gostar dela. — ela me dizia enquanto se sentava na beira da cama. — Talvez foi quando eu a espiei transando com uma amiga da faculdade, ou talvez foi em outra situação, sinceramente não lembro quando começou.
— Eu poderia te ajudar a conseguir o que quer. — eu disse. — O que acha?
— De que jeito você poderia? — ela disse meio animada. — Ou só tá falando de brincadeira.
— Tenho várias formas, mas você precisa confiar em mim.
— Vou confiar em você, e se conseguir, vou perdoar os dois. — ela disse. — E vocês dois podem continuar transando.
— Beleza, é um trato.
— Bom, parece que te devo prazer, pela sua honestidade.
— Parece justo. — eu disse. — Tem uma coisa que a Priscila nunca fez comigo, que tal me fazer uma siririca russa?
— Tem razão. — ela me disse. — Então vou te fazer uma russa, rápido, antes que seu pai suba, mas disso você ainda não conta pra sua irmã.
— Sim, mãe. — eu disse. — Não vou contar pra ninguém.
— Beleza. — ela disse.
Sem mais, peguei na mão dela e a fiz ajoelhar, peguei meu pau e coloquei entre os peitos dela, e ela, por sua vez, apertou os peitos com as mãos pra permitir a fricção.

mae e filho

- Ah! Que delícia.
- Fico feliz que você gostou.
O boquete estava gostoso, mas já não tava mais a fim de ficar de pé, falei pra minha mãe deitar na cama, e a gente voltou a fazer o boquete, mas dessa vez ela tava deitada, pra ela ficar mais à vontade passei a acariciar o clitóris dela, e de quebra enfiava um dedo, mas o que me deixava com tesão era como minha mãe me olhava, o olhar dela era de uma puta.

-Que tal se a gente der uma intensificada. _falei. -Mas não tão bruto. _ela disse. -Vai ser mais rápido e mais forte. -Tá bom.

irmao e irma

Quem diria que depois que ela nos pegou transando, eu e a Priscila, ela ficaria de boa e ainda me daria um espanhol? Ninguém acreditaria. As oportunidades que apareceram no passado eu desperdicei, mas as que surgirem agora eu não deixo passar, especialmente a que apareceu com a minha mãe. Nunca pensei que minha mãe fosse me fazer um espanhol, mas puta que pariu, tô curtindo pra caralho, e ela também.
— Isso aperta mais suas tetas, fica uma delícia.
— E você não esquece do meu clitóris.
— Jamais… vou esquecer… de te satisfazer…
— Perfeito.


Espiando a mamãe 3

—Mãe, pelo visto você já tá molhada de novo…
—E o que você queria, depois de tanto apalpar que você tá me dando.
—Tenho que fazer você gozar rápido, seu pai tá quase subindo pra dormir.
—Então, chupa minha rola.
—Beleza, lá vou eu.
A boca dela fez contato com a minha glande, o calor e a maciez da boca dela me enlouqueceram, faltava pouco pra eu gozar, dava pra ver que minha mãe queria acabar logo com isso, com a língua dela percorrendo todo o comprimento da minha rola até terminar na glande.

-Oh, que boa chupada você dá, oohh.
-Uhhhm. _não conseguia falar, tava com a boca cheia do meu pau.
-Oh… diminui a intensidade… senão eu não vou aguentar muito.


cu

A sucção que ela fazia agora, engolindo meu pau inteiro bem devagar, era uma delícia. Percebi que, com a mão direita, ela se tocava no clitóris, e os peitos dela balançavam de um lado pro outro.
—Ah… não vou… aguentar… muito tempo.


mamadas

—Tô quase gozando, mãe. —falei pra ela.
Ao dizer isso, ela diminuiu a intensidade, parou de me chupar, passou a mão e começou a me punhetar, era claro que eu não aguentaria mais. Minha mãe subia e descia a mão por todo o tronco da minha pica.
— Você e a Priscila chupam do mesmo jeito. —falei. —Dá pra ver que são mãe e filha.
— E quem te chupou melhor?
— A Priscila me deixou louco de prazer. —eu dizia. —Mas você ganha dela, você chupa melhor, você é de outro nível.
— Fico feliz em saber. —ela disse. —Mas não deve comparar duas mulheres que te deram um pouco de prazer.
— Por que você diz isso?
— Porque nenhuma mulher gosta de ser comparada.
— Entendi.


masturbacao

Não resisti e acabei gozando em cima dos peitos da minha mãe, tirei até a última gota que caiu sobre os peitos dela, ela deu umas últimas lambidas.
—Vou gozar, mãe…
—Espera, deixa eu tirar…
—Que finalzão…
—Já leitou meus peitos todos.
—Não reclama, mãe, nem parece que é a primeira vez.


creampie

- Me avisa na próxima vez. _ela me disse, piscando um olho_. Se eu não tirasse da boca, teria engasgado.
- Na próxima, mamãe. _eu disse_. Isso quer dizer que você aceitou minha proposta.
- Talvez. _ela disse_. Vou tomar um banho e escovar os dentes.
- A gente podia economizar água se tomasse banho junto.
- Não, hoje à noite quero ficar sozinha.
- Claro, não vou te pressionar. _eu disse_. E que tal amanhã?
- Vou pensar.

Minha mãe se abaixou pra pegar a roupa dela. Ao ver aquela bunda, não resisti, agarrei e comecei a apertar e abrir. Queria muito poder comer minha mãe no cu.


gozada

— Já me solta, se me ajudar com sua irmã. _ela dizia_. Vou deixar você me foder.
— Beleza, vou pensar no que fazer com essa parada.
— Perfeito, enquanto isso, não te resta nada além de bater uma sozinho, porque não pode foder com sua irmã.
— Para de repetir isso, já sei. _eu disse_. Até que posso foder a Júlia.
— Duvido. _ela disse_. Você não disse que ela é namorada da Priscila? Se fizesse isso, a Priscila ia ficar puta pra caralho.
— Tem razão.
— Vou embora até amanhã, e não esquece o trato.
— Claro.
— Ei, espera. _segurei o braço dela antes que saísse_. Então você curte sexo lésbico e incesto?
— Não é que eu curta. _ela respondeu_. Eu quero experimentar como é.
— E por que te incomodou ver eu e a Priscila juntos? _eu disse_. Por que você reagiu com tanta raiva?
— Não foi raiva. _ela disse_. Foi inveja de vocês terem experimentado e eu não.
— Ah, entendi. _disse_. Não se preocupa, logo você vai sentir como é. Era só isso, até amanhã.
— Dorme bem.
Minha mãe não conseguiu vestir o short, estava saindo só de blusa e fio dental. Como todo jovem, dei um tapão na bunda dela que fez minha mãe tremer toda. Ela só me olhou com cara de reprovação.

bucetal

- Grosso. _Foi a última coisa que ela me disse antes de sair do meu quarto.
- Pra você sonhar comigo. _falei rápido antes dela ir embora.
Sozinho no meu quarto, fiquei pensando no que minha mãe tinha dito, como eu faria pra transar com a Priscila, era uma tarefa difícil, mas não impossível. De tão cansado que minha mãe me deixou, acabei dormindo por um bom tempo. Lá pela uma da madrugada, ouço um colchão rangendo, levantei pra dar uma olhada.
Minha mãe estava transando com meu pai, pelo visto quando eu mexi no clitóris dela, deixei ela toda excitada, e o melhor jeito de se acalmar era transando. Ela estava montando no pau duro do meu pai, que delícia como ela monta, a putinha, pensei comigo.
- Oh, amor. _meu pai disse.


Surpresos

Ficou um tempão nessa posição, até que meu pai mandou ela ficar de quatro, e meteu no cu dela. Ver aquela mulher sendo fodida pelo rabo era um tesão, mas nem o cansaço segurou meu pau, que já começava a endurecer.
— Caralho, como esse pau entra gostoso no cu dela. — pensava comigo.
— Quem dera fosse eu comendo ela.
— Essa bunda é hipnotizante demais.


mae e filho

Isso foi a última coisa que vi, voltei pro meu quarto, tava com sono e não queria que me vissem que eu tava espiando eles.
—Não sei o que vou fazer, mas preciso inventar um plano.
Que noite foda que eu vivi, mas o outro dia me esperava, tinha que descobrir como fazer a Priscila transar com a nossa mãe, mas isso é outra história.

Continua.


Não esqueçam de comentar e deixar seus pontos

6 comentários - Espiando a mamãe 3

Esperando la siguiente parte muy buena esta
Hasta mientras lee los anteriores capítulos
@Jeffer5455 si ya los leí por eso espero la proxima
Genial.... 9 me encanto... sigo esperando!
exelente relato espero poder ver pronto la continuacion
van 10+
Excelente relato ya me pique y espero con ganas la siguiente parte
Lee la 1 Y 2 parte
desde la parte 1 vengo leyendo y estuvieron muy buenos
@erazodh ok bro