Noite de junho, muito frio e chovendo, nós dois jantando e conversando, ela me diz: "Vou comprar um chocolate lá embaixo e já volto." Saiu. Volta um tempo depois exaltada, gritando: "Me roubaram, me roubaram!" Voltou sem a jaqueta e sem o moletom, ficou só de regata. Levaram o celular e o dinheiro. Mas ela chegou molhada, com os bicos dos peitos bem duros e marcados. Aí eu percebi que o que importava era outra coisa: primeiro, que ela estivesse bem; segundo, a vontade de chupar aqueles peitos de novo. Minha velha viu como eu olhava pra ela, então à noite ela vem no quarto, me acorda e diz: "Não consigo dormir. Vi como você olhava pra minhas tetas. Você é um depravado, mas gostei que você me olhasse. Então, olha só." Tirou a regata e me mostrou. Na hora, eu toquei pra ver como tava o pau, ela tocou e disse: "Hmmm, que vontade, mas não pode." Ela foi embora. Eu não aguentei e bati uma. Quando ia gozar, ela volta a entrar e diz: "Sabia que você era um punheteiro." Me obrigou a gozar e, com a mão cheia de porra, chupou os dedos e foi embora saboreando. Na semana seguinte, não conseguia parar de pensar nela. Então fui numa loja de roupas, comprei um biquíni bem pequeno e reservei um fim de semana num hotel. Deixei o presente no quarto dela. No dia seguinte, ela acorda e diz: "Já fiz a mala. Vamos amanhã?" Eu disse: "Sim!" Chegamos no hotel, tudo de luxo. Nos trocamos e fomos pra piscina, mas mamãe vestiu uma maiô inteira. Quando vi, ela disse: "Fiquei com um pouco de vergonha do que você me deu. E outra coisa: aqui a gente se chama pelo nome, como sempre. Sim, José", eu disse pra mamãe. Tomamos uns vodkas e umas caipirinhas. Às seis, estávamos conversando e começou a chegar gente. Tinha festa: "The Chupitos Fest". Tinha bafômetro, então a gente se mediu antes de entrar. Os dois estavam acima do limite, haha. Então, por entrar já altos, ganhamos tickets de drinks. Fomos no bar e nos deram 4 shots. Tomamos 2 cada um, e José já tava bêbada. Ela diz: "Vou no quarto e volto." Achei que era só pra quebrar e ia ficar lá, mas não. Chegou uma hora depois com o micro biquíni e uma garrafa de... Vodka sabor morango na mão e ela me olha e diz pra começar a festa... Nós chupamos tudo, José. Termino caída numa mesa, já sem sutiã. Tava com ele na cabeça, os peitos todos chupados porque ela decidiu que ia se jogar de escavão nos mamilos e queria que bebessem dali. Deixou uma mina chupar a pussy enquanto bebia. Levantei a José da mesa e ela fala: "Nossa, que peludo você tem, neném, deixa eu chupar ela aqui". Óbvio que deixei. Daí a pouco chegamos no quarto como deu, José de quatro e fala: "Amo esse biquíni de puta que você me comprou, botei e virei uma super puta". Enquanto falava isso, se tocava nos peitos e me dizia: "Vai, me come, que é o que eu quero desde que você viu meus peitos". Então comi ela igual um louco desenfreado. De quatro, pedia mais, mais. Até falou "quebra meu cu", e eu fiz. Gozei dentro, tirei e ela começou a me bater uma punheta e falava como adora essa rola dura e grossa, "me dá mais, come essa velha bêbada e puta". Aí comi ela de novo, levei pro banheiro, tomamos banho e o porre começou a passar. Ela fala: "Me passa a garrafa de rum que guardei ali". Passei, ela bebeu no bocal quase meia garrafa e disse: "Que delícia estar assim, sexo. Bêbada que nem uma louca, puta". Fiquei com tesão, comi ela de novo, e ela pegou um consolo que tinha levado porque não aguentava mais, enquanto eu dormia. Ela continuou. No outro dia, às 15h, acordou vomitada, mijada, toda melada de porra e com um consolo enfiado. Ela fala: "O que aconteceu? Não lembro de nada. Lembro que vim, tomei três doses de vodka, botei o biquíni e amanheci assim". Contei pra ela, enquanto contava, ela falava: "Não, que puta, que vergonha", mas ao mesmo tempo via que ela tava ficando com tesão. Terminei de contar e vejo que ela tava se masturbando com o consolo e fala: "Bota na minha boca pra eu lembrar alguma coisa". Ela chupou de novo e gozou pra caralho, saiu um jato de fluido e ela fala: "Uff, filho da puta", com todas as letras. Amo sua rola.
2 comentários - El día que el morbo agarró a mi mama