Anna Psicóloga/Garçonete

Anna Psicóloga/GarçoneteDepois que me tomaram a moto numa blitz de trânsito, tava precisando de grana urgente. Posadas era uma cidade muito linda, mas como todo estudante de classe média baixa, queria sair, beber e foder o máximo possível. Lembrei da minha infância: as mulheres missioneiras eram algo incrível, lindas, de todo tipo e todas gostosas e simpáticas. Então, decidi juntar a grana da multa o mais rápido possível pra tirar minha motinha do pátio, porque sentia que tava faltando algo.

Através de um professor que também era cozinheiro, ele me recomendou num lugar pra eu cuidar da churrasqueira.
— Falei que você era correntino e que manjava de todos os cortes.
— Valeu, profe. Amanhã mesmo vou lá...
— Não me deixa na mão, hein. Tô confiando em você...

Não sei o que fiz pra ele depositar tanta confiança em mim, mas tava precisando da grana e a experiência também ia me servir. 50 pila por dia, das 8 às 15h, era um salário muito bom, com comida inclusa, pra 2006. Ficava a 12 quadras da casa da minha tia, então ia dar certo. Terça e quarta eu tinha aula de manhã, então ia me virar.

Chego no local e me deparo com uma deusa. A primeira coisa que sinto é a voz dela, doce como o canto dos passarinhos mais lindos. Olho pra ela e era impossível não reparar como era atraente: corpão, tava em cima de uma cadeira com um pano limpando o pó de umas garrafas de vinho que sei lá há quanto tempo tavam ali, e ela de jeans e regatinha com decote... Parecia uma vedete começando o show, e eu, o fã número um.

— Tinha que vir às 8, o Carlos disse que você era de confiança. Chegar atrasado no primeiro dia não dá, hein!educacao sexual- Huuuy, já passou demais da hora, mil perdões, me falaram que você era a Anita, muito prazer, sou o José - Em casa me chamam de Anita, mas aqui sou An'na, com dois enes... - Olha só, é um palíndromo, que bonito. - O nome... Ou a dona? - Kkk (risada nervosa) claramente os dois - Me ajuda a descer? Ela tem medo de altura, mas tava muito sujo isso aqui... Dou a mão pra ela e quando desce sinto o perfume dela, era ainda mais doce que os sons que ela fazia quando falava, ela começou a me contar sobre o trabalho, que ia ajudar o "Cocha", o churrasqueiro, me leva pra apresentar... - Tio, ele é o José, o aluno do Charly, começa hoje a te ajudar. - Beleza, Anita, muito prazer, mano, sabe alguma coisa da área? Trabalhei um tempo numa rotisseria e depois fiz churrasco pra aniversários e eventos, não tenho medo do fogo e curto carne... Na real, eu tava mais precisando da grana. Aqui, enquanto não ficar de bobeira e não me der dor de cabeça, vai se dar bem. Cocha virou meu amigo na hora, com 30 anos de ofício já tinha visto e feito mágica, com a diabetes e a pressão alta não podia ficar muito perto do fogo, então virei o ajudante dele. Os dias foram passando e as conversas ficaram mais longas e profundas, ela levava tudo na boa, eu cada vez mais investindo. Um dia ela pediu meu número e eu dei com o sorriso mais descolado que consegui fazer. - É pra te ligar pra qualquer coisa. Ela respondeu com o sorriso mais sem graça que já vi na vida. Essa nunca vai me dar bola, pensei. Depois de um mês, juntei a grana pra tirar a moto, tava inteira, sorte. Cheguei um pouco mais tarde naquele dia, mas como tinha avisado, não teve problema. Minha Honda Titan, verde metálica, com escapamento cobra, 150 cc de puro amor, senti muita falta dela. - Nossa, que motinha linda, onde ela tava, na oficina? - Tava no pátio, tomaram ela porque não tinha grana pra propina. - E é, quem anda mal...missionarias— E eu que ia te levar pra dar um rolê pela costa, agora se fode. Vou levar a Romi. — Se não levar a Romi, a Romi te leva (falou baixinho), chegou mais perto e disse: me espera que a gente vai quando sair... Naquela quinta-feira não passava mais ninguém, vendemos tudo: frango e os cortes de porco. Na mochila sempre levava de tudo: shampoo, desodorante, escova de dente, toalha... Tomava banho lá e pronto, mas não... Às 1h cortou a luz e não saía água, então às 2h já tava tudo guardado e a gente fechando. A manhã inteira trocando olhares, sentia o coração acelerar de nervoso, que gostosa, o que eu faço? O que ela quer fazer... E aí lembrei do meu exame de faixa preta, meu instrutor falou que eu tinha que controlar a situação, não deixar a situação me controlar... Então fiz isso. Mandei uma mensagem e falei: — Pega suas coisas que a gente vai. — E ela respondeu em maiúsculas: "SIM CHEFINHO". Uffff fechamos tudo e fui até onde ela tava, abaixei os apoios de pé, limpei o banco com minha jaqueta pra não sujar, coloquei minha mochila na frente e liguei a moto. Ela subiu super ágil, como se já tivesse feito aquilo a vida inteira, e saí de boa pela avenida, entre assobios e gritos dos meus colegas, ela sorrindo do jeito mais safado que já vi na vida.chefe
companheiraNós demos uma volta pela costa, era uns 6 quilômetros naquela época, sem perceber a gente tava gritando pra se ouvir, no meio do caminho ela já tava agarrada na minha cintura, entre uma piada e outra eu perguntei se ela conhecia algum hotel por perto... E entre risadas ela me mandou virar... Passamos umas duas quadras e numa avenida a três quadras de onde eu morava, "Sumo Prazer", passei mil vezes, nunca imaginei que entraria com alguém assim. 35 conto as duas horas, tava com o dinheiro certinho, camisinhas... 2 Cheiro de fumo... Muito nervoso... Como nunca na minha vida -Vou no banheiro (falo com a voz estranha, como se desse pra perceber que eu tava cagado de medo) -Vai, daqui a pouco vou contigo (ela decreta com aquela vozinha meiga) Abro o chuveiro enquanto mijo, e parecia uma mangueira de bombeiro, não pelo tamanho em si, mas pela pressão do líquido, puta merda, entro no chuveiro e lembro que não trouxe nada da mochila, então pego os sabonetes que dão, eram tamanho mini, mas com um cheirinho até que ok, lavo o mais rápido possível, e as mãos dela aparecem nas minhas costas, não tinha percebido até ela me tocarAnna Psicóloga/GarçoneteSeus dedos finos e delicados acariciando minhas costas, me fazendo flutuar, depois os peitos dela, duros mas macios, e então a respiração dela, a mão direita me segurando firme, e a esquerda com suavidade, me virei e agarrando o cabelo dela na nuca a beijei, e ela se deixou, levei ela contra a parede e devorando a boca dela senti os mamilos ainda mais durinhos contra meu peito, senti a língua dela e desci pro pescoço, beijei do jeito que saiu... Não lembro direito porque a mão dela nunca parou de me masturbar e cada vez me excitava mais. De repente ela se afastou com delicadeza, fechou as torneiras do chuveiro e com uma toalha me secou, depois me deu com a intenção de eu fazer o mesmo, fiz isso bem atrapalhado, abracei ela e levantei enquanto caminhava, num movimento estávamos na cama, eu por cima dela, quase no ponto de penetrar, sentia a umidade dela, ela sentia minha ereção, se ajeita e tira da bolsa uma caixa de camisinhas, nem ideia de qual era, vou colocar e ela tira da minha mão, abre de uma vez e coloca na boca, antes que eu percebesse, já estava colocada, e ela tá me chupando como só uma experiente sabia fazer, aí naquele instante sinto um arrepio extremo, gozei, a puta filha da puta fez gozar na camisinha, mas com a boca... Foi... Um alívio, me desmontou...educacao sexualMe recuperei como pude, fui pro banheiro e sentei no bidê... Tirei a camisinha, entrei no chuveiro e me lavei como deu... Voltei pra cama e lá estava ela, metendo um dedo com as pernas bem abertas, me olhando com aquela cara de puta. Então fui lá, coloquei outra camisinha e apoiei a cabeça da minha piroca grossa e dura nos lábios dela, fui empurrando devagar. As pernas dela envolveram minha cintura e, de uma vez, tava tudo dentro. Passaram-se duas horas e saímos como amigos, com o cabelo molhado e um sorriso mais safado que já vi na vida.

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