Isso é uma continuação do relato http://www.poringa.net/posts/relatos/4200515/En-la-escuela.html#comment-203410 se quiserem ver outras anedotas minhas, podem visitar meu perfil, tem umas muito boas.
Continuando a história... Quando eu voltava pra sala suado e muito satisfeito, literalmente parecia um fantasma de tão leve que eu andava, sinto alguém me chamando de trás.
Profe: Jovem, pode parar um momento, por favor?
Naquela hora meu sangue gelou, mil ideias passaram pela minha cabeça, imaginem com 16 anos chegar em casa e dizer: tomei suspensão na escola por foder numa sala... me matavam. Criei coragem e me virei.
Eu: Sim, profe, o que precisa?
Profe: Você acha certo o que andou fazendo na sala (enquanto apontava pra sala onde eu tinha estado com minha namorada)
Eu: Como? Eu tava no banheiro, profe, a senhora deve estar enganada.
Profe: Não me faça de idiota, essas coisas não se fazem na escola, eu sei que com os hormônios vocês jovens estão alvoroçados, mas não é assim.
Eu: Desculpa, profe, não vai se repetir, não tome medidas, por favor.
Profe: Tô indignada, mas não vou fazer nada, você vai saber de mim depois.
Depois dessa conversa voltei pra sala, mas algo não tava certo dentro de mim, tava feliz por ter realizado o sonho de foder na escola, mas também com medo do que podia acontecer com essa professora.
Vale lembrar que ela era professora da especialidade Alimentos (ou algo assim, não lembro o nome certo do curso agora) e Educação Física. Por ser professora de ginástica, imaginem o corpo que ela tem, sempre andou de camisa justa, uma cara de puta do caralho e de jeans ou legging (dependendo se ia pro clube onde a gente fazia ginástica ou pra escola dar aula). Sempre teve o maior burburinho entre os alunos dizendo que a velha era bem piranha, mas nunca imaginei o que ia rolar.
Uma tarde, eu tava sentado na sombra no terreno do Palomar (é um clube onde a escola faz ginástica). Ela tava carregando bolas e cones, algo assim, e deixou uma bola cair. Aí ela se abaixou pra pegar, levantando toda a raba e apontando ela na minha direção. Eu não consegui evitar de ver aquela bunda enorme. Nisso, vejo ela se levantar e se virar... E PISCA O OLHO PRA MIM... não acreditei que ela tinha piscado o olho pra mim. Naquela noite, acho que bati umas três punhetas seguidas só por causa daquele gesto simples.
Foi um conjunto de coisas que aconteceram ao longo do tempo. Lembro que me machuquei e me mandaram pra enfermaria (tinha cortado a mão), e do lado da enfermaria ficava a sala dos professores. Quando vi ela lá, fui direto falar com ela e perguntar o que podia fazer.
Profe: Não é profundo o corte, fica tranquilo (ela limpou e enfaixou)
Eu: Valeu, profe. Parece que você é boa com as mãos.
Profe: Mais respeito, F (ela tinha descoberto meu nome, percebi isso), mas você ainda não faz ideia.
Eu tava no céu naquela época, batendo punheta pra todo lado, comendo minha namorada e enganando uma professora que, por Deus, era uma gostosa. O melhor que rolou foi um dia que ela tava anotando algo num livro e eu vi na hora.
Fui no banheiro, endureci a pica e fui falar com ela.
Eu: Oi, profe, como vai?
Profe: Oi, F, como cê tá?
Eu: Eu tô muito bem, e você? (tratei ela por "você" pra ver até onde dava)
Profe: Já tô vendo que bem, não tem feito umas coisas aqui na escola, né? (apontando pro meu volume)
Eu: Desculpa, desculpa, não tô fazendo nada. Tô guardando tudo pra outra pessoa.
Profe: Aaaah, olha só... cê tem mais alguém além da sua namorada?
Eu: Nãooo, profe, não. Tô esperando alguém se animar, mas acho que não tá afim.
Profe: Quem sabe você tem sorte nos próximos dias, vai saber.
Eu: Tomara. Tô com vontade de mostrar meus conhecimentos.
Profe: Acho que não são comparáveis com alguém que já tem experiência.
Eu: A gente vai ver.
Nisso, me virei e fui embora. Fui pro banheiro, óbvio, hahaha. No outro dia ou dois dias depois, não lembro direito, saindo com meus colegas vejo que ela tá com uma caixa de cadernos e me pediu pra ajudar levando até a casa dela (que graças a deus ficava umas 7 quadras da escola). Chegamos e ela deixou a caixa na mesa.
Profe: Muito obrigada, F, quer um pouco de água?
Eu: Sim, por favor, tô morto de cansado.
Profe: Aqui tá.
Eu: Valeu, profe, me passa seu número? Tô com umas dúvidas sobre as regras do vôlei.
Ela sacou na hora e me deu. Perguntei se tinha algum horário específico pra não irritar o marido, e ela respondeu que tava felizmente divorciada.
Eu: Bom, profe, tenho que ir.
Profe: Tchau, F (me dá um beijo na bochecha).
Eu: Só vai me dar um? Vai me deixar na mão com o outro? (Em San Juan é costume cumprimentar com dois beijos).
Quando ela foi dar o segundo, virei o rosto e acabamos trocando um selinho rápido.
Profe: Que sem noção que você é, moleque.
Eu: Leva como um agradecimento pela água, profe.
Fui pra aula e no outro dia recebo um WhatsApp: "Quer vir buscar as regras do vôlei?"
Fui quase correndo pra casa dela. Chegando, toquei a campainha e chamei depois de um tempo. Ela disse que tava no fundo, pra entrar que tava aberto.
Ao abrir, comecei a andar pela salinha pequena que ela tinha, e no sofá vi ela sentada me olhando com uma cara de puta do caralho, uns peitos lindos, barriga chapada e num conjunto de lingerie de renda delicioso.
A primeira coisa que fiz foi ir até o rostinho dela, baixei minha calça de moletom e enfiei a pica na cara dela. Ela começou a chupar com uma experiência que, por Deus... me fez ver estrelas em 10 segundos. Eu só gemia e gemia, dava pra ver que ela adorava ver um cara uns 20 anos mais novo no céu.
Profe: Não vai gozar agora, garoto, que eu quero te foder.
Eu: Não, profe, hoje eu te acabo duas vezes.
Nisso ela abre a boca e começa a me bater uma punheta, enchi a língua dela de porra e parte do rosto também. Eu tinha explodido na frente dela e só tinham passado uns 5 minutos no máximo.
Profe: Porra, como você é potente, garoto. Vamos lá, agora você passa pra outra parte do exame.
Nisso ela vira de costas e me mostra a bunda nua. Comecei a beijar o cu dela, puxei a fio dental pra o lado e comecei a meter nela.
Profe: ai sim, cara, sabe há quanto tempo eu não tenho uma pica
Eu: aaah aiii profe aaah
Profe: aii sim aaah mmmmmh aaah que gostosa, bebê
Eu: aaaaaah
Assim ficamos uns 15 ou 20 minutos a mais, comendo de quatro aquela puta gostosa, o sonho de todo homem, comer uma professora, era uma explosão de magia na cabeça da minha pica
Profe: aii F, quero chupar ela aaaaaah
Nisso eu tiro, ela começa a chupar e eu encho a boca dela de porra pela segunda vez.
Depois disso, continuamos nos vendo na saída da escola, comemos pelo resto do ano, cada sexo melhor que o outro, até cheguei a encher a buceta dela de porra.
Espero que vocês tenham gostado dessa história sobre o melhor ano que tive na minha vida, literalmente aquela senhora me deixou muita experiência e alegria na minha vida. Com certeza a próxima história é sobre o que rolou na minha UPD uns anos atrás.
Continuando a história... Quando eu voltava pra sala suado e muito satisfeito, literalmente parecia um fantasma de tão leve que eu andava, sinto alguém me chamando de trás.
Profe: Jovem, pode parar um momento, por favor?
Naquela hora meu sangue gelou, mil ideias passaram pela minha cabeça, imaginem com 16 anos chegar em casa e dizer: tomei suspensão na escola por foder numa sala... me matavam. Criei coragem e me virei.
Eu: Sim, profe, o que precisa?
Profe: Você acha certo o que andou fazendo na sala (enquanto apontava pra sala onde eu tinha estado com minha namorada)
Eu: Como? Eu tava no banheiro, profe, a senhora deve estar enganada.
Profe: Não me faça de idiota, essas coisas não se fazem na escola, eu sei que com os hormônios vocês jovens estão alvoroçados, mas não é assim.
Eu: Desculpa, profe, não vai se repetir, não tome medidas, por favor.
Profe: Tô indignada, mas não vou fazer nada, você vai saber de mim depois.
Depois dessa conversa voltei pra sala, mas algo não tava certo dentro de mim, tava feliz por ter realizado o sonho de foder na escola, mas também com medo do que podia acontecer com essa professora.
Vale lembrar que ela era professora da especialidade Alimentos (ou algo assim, não lembro o nome certo do curso agora) e Educação Física. Por ser professora de ginástica, imaginem o corpo que ela tem, sempre andou de camisa justa, uma cara de puta do caralho e de jeans ou legging (dependendo se ia pro clube onde a gente fazia ginástica ou pra escola dar aula). Sempre teve o maior burburinho entre os alunos dizendo que a velha era bem piranha, mas nunca imaginei o que ia rolar.
Uma tarde, eu tava sentado na sombra no terreno do Palomar (é um clube onde a escola faz ginástica). Ela tava carregando bolas e cones, algo assim, e deixou uma bola cair. Aí ela se abaixou pra pegar, levantando toda a raba e apontando ela na minha direção. Eu não consegui evitar de ver aquela bunda enorme. Nisso, vejo ela se levantar e se virar... E PISCA O OLHO PRA MIM... não acreditei que ela tinha piscado o olho pra mim. Naquela noite, acho que bati umas três punhetas seguidas só por causa daquele gesto simples.Foi um conjunto de coisas que aconteceram ao longo do tempo. Lembro que me machuquei e me mandaram pra enfermaria (tinha cortado a mão), e do lado da enfermaria ficava a sala dos professores. Quando vi ela lá, fui direto falar com ela e perguntar o que podia fazer.
Profe: Não é profundo o corte, fica tranquilo (ela limpou e enfaixou)
Eu: Valeu, profe. Parece que você é boa com as mãos.
Profe: Mais respeito, F (ela tinha descoberto meu nome, percebi isso), mas você ainda não faz ideia.
Eu tava no céu naquela época, batendo punheta pra todo lado, comendo minha namorada e enganando uma professora que, por Deus, era uma gostosa. O melhor que rolou foi um dia que ela tava anotando algo num livro e eu vi na hora.
Fui no banheiro, endureci a pica e fui falar com ela.
Eu: Oi, profe, como vai?
Profe: Oi, F, como cê tá?
Eu: Eu tô muito bem, e você? (tratei ela por "você" pra ver até onde dava)
Profe: Já tô vendo que bem, não tem feito umas coisas aqui na escola, né? (apontando pro meu volume)
Eu: Desculpa, desculpa, não tô fazendo nada. Tô guardando tudo pra outra pessoa.
Profe: Aaaah, olha só... cê tem mais alguém além da sua namorada?
Eu: Nãooo, profe, não. Tô esperando alguém se animar, mas acho que não tá afim.
Profe: Quem sabe você tem sorte nos próximos dias, vai saber.
Eu: Tomara. Tô com vontade de mostrar meus conhecimentos.
Profe: Acho que não são comparáveis com alguém que já tem experiência.
Eu: A gente vai ver.
Nisso, me virei e fui embora. Fui pro banheiro, óbvio, hahaha. No outro dia ou dois dias depois, não lembro direito, saindo com meus colegas vejo que ela tá com uma caixa de cadernos e me pediu pra ajudar levando até a casa dela (que graças a deus ficava umas 7 quadras da escola). Chegamos e ela deixou a caixa na mesa.
Profe: Muito obrigada, F, quer um pouco de água?
Eu: Sim, por favor, tô morto de cansado.
Profe: Aqui tá.
Eu: Valeu, profe, me passa seu número? Tô com umas dúvidas sobre as regras do vôlei.
Ela sacou na hora e me deu. Perguntei se tinha algum horário específico pra não irritar o marido, e ela respondeu que tava felizmente divorciada.
Eu: Bom, profe, tenho que ir.
Profe: Tchau, F (me dá um beijo na bochecha).
Eu: Só vai me dar um? Vai me deixar na mão com o outro? (Em San Juan é costume cumprimentar com dois beijos).
Quando ela foi dar o segundo, virei o rosto e acabamos trocando um selinho rápido.
Profe: Que sem noção que você é, moleque.
Eu: Leva como um agradecimento pela água, profe.
Fui pra aula e no outro dia recebo um WhatsApp: "Quer vir buscar as regras do vôlei?"
Fui quase correndo pra casa dela. Chegando, toquei a campainha e chamei depois de um tempo. Ela disse que tava no fundo, pra entrar que tava aberto.
Ao abrir, comecei a andar pela salinha pequena que ela tinha, e no sofá vi ela sentada me olhando com uma cara de puta do caralho, uns peitos lindos, barriga chapada e num conjunto de lingerie de renda delicioso.
A primeira coisa que fiz foi ir até o rostinho dela, baixei minha calça de moletom e enfiei a pica na cara dela. Ela começou a chupar com uma experiência que, por Deus... me fez ver estrelas em 10 segundos. Eu só gemia e gemia, dava pra ver que ela adorava ver um cara uns 20 anos mais novo no céu.Profe: Não vai gozar agora, garoto, que eu quero te foder.
Eu: Não, profe, hoje eu te acabo duas vezes.
Nisso ela abre a boca e começa a me bater uma punheta, enchi a língua dela de porra e parte do rosto também. Eu tinha explodido na frente dela e só tinham passado uns 5 minutos no máximo.
Profe: Porra, como você é potente, garoto. Vamos lá, agora você passa pra outra parte do exame.
Nisso ela vira de costas e me mostra a bunda nua. Comecei a beijar o cu dela, puxei a fio dental pra o lado e comecei a meter nela.
Profe: ai sim, cara, sabe há quanto tempo eu não tenho uma pica Eu: aaah aiii profe aaah
Profe: aii sim aaah mmmmmh aaah que gostosa, bebê
Eu: aaaaaah
Assim ficamos uns 15 ou 20 minutos a mais, comendo de quatro aquela puta gostosa, o sonho de todo homem, comer uma professora, era uma explosão de magia na cabeça da minha pica
Profe: aii F, quero chupar ela aaaaaah
Nisso eu tiro, ela começa a chupar e eu encho a boca dela de porra pela segunda vez.
Depois disso, continuamos nos vendo na saída da escola, comemos pelo resto do ano, cada sexo melhor que o outro, até cheguei a encher a buceta dela de porra.
Espero que vocês tenham gostado dessa história sobre o melhor ano que tive na minha vida, literalmente aquela senhora me deixou muita experiência e alegria na minha vida. Com certeza a próxima história é sobre o que rolou na minha UPD uns anos atrás.
3 comentários - Minha professora (continuação)