Shanty. Um momento X

Um jogo bobo e inesperado. Passei a maior parte da tarde ocupado em casa, limpando e organizando um monte de tranqueiras que já não me serviam pra nada. No meio disso tudo, encontrei um papel com o número de uma ex-colega de trabalho. Fiquei pensando se ligava ou não, ou se testava o número pra ver se ainda funcionava. No fim, minha curiosidade foi maior, salvei o número e decidi mandar um simples "Oi" pra ver se alguém respondia. — Negão??? É você? — Shanty... que bom. Ainda tem o mesmo número? — Que... você não tinha? — Achei por pura sorte. — Tá em CBA? — Tô. Mas não sei por quanto tempo. — O que cê tá fazendo agora? — Trabalho à noite. Agora tô de bobeira. — Vamos tomar uma cerveja? — Ainda mora em Carlos Paz? — Não. Agora moro na casa da minha mãe. — Aaaa, que bom. E como ela tá? — Morreu faz quase um ano. — Iuuu, que merda. Depois de mais algumas mensagens, ela me passou o endereço onde tá morando agora e, sem pensar duas vezes, fui pra casa dela. Comprei umas cervejas no caminho, botei na mochila e cheguei no lugar. Minha amiga Shanty abriu a porta de uma casa enorme, de dois andares, com um jardim todo judiado, uma passarela pequena e uma garagem vazia cheia de ferramentas velhas. A casa tá num estado bem deplorável, mas mesmo assim é um lugar bem acolhedor. Lá dentro, a gente se instalou na cozinha, conversamos sobre as filhas dela, a separação, os três anos que fiquei sumido, e acabei confessando que tinha ido pra cadeia por causa de uma denúncia falsa de uma mulher que não queria me ver feliz. Ela ficou muito surpresa ao ouvir minha versão dos fatos, porque ninguém imaginava que um cara como eu pudesse ter passado pela prisão. Depois de falar sobre isso, fomos pra sala, ajudei ela a pendurar umas cortinas e, por baixo da camiseta que ela tava usando, pude ver que não tinha nada além da buceta dela. Roupa íntima. --Epaaa. Como assim, direto ao ponto? --Que preto? --Nada... esquecido. São frases ruins ou manias ruins que ficam da cadeia. --Posso te perguntar uma coisa, preto? --Você pode perguntar, eu escolho se respondo. --Quem foi te visitar na cadeia... --Ninguém. --Então você passou 3 anos totalmente sozinho? --E não quero mais falar disso. --E daquilo...? --Visitas íntimas??? --É... qual é a dessa parada? --Nada, gata... lavava roupa na mão.

Nós dois caímos na gargalhada e nos olhamos de forma cúmplice ao tentar voltar para o sofá. Ela esticou a mão para mim, dando a entender que precisaria de ajuda para descer da escada. Eu recusei a mão dela, segurando-a pela cintura. Ela apoiou as mãos nos meus ombros, e eu a levantei com toda a minha força, carregando-a pelo ar como se fosse uma criança dançando com um pai amoroso. Dei meia-volta segurando-a no ar e a deixei descer. Ela arqueou uma das sobrancelhas para mostrar surpresa e sorriu de forma cúmplice no instante em que deu dois passos à minha frente. Simplesmente vi como, com um dos dedos, ela levantou parte da camiseta que estava vestindo, deixando à mostra metade da bunda. Sentou-se com as pernas cruzadas no sofá, apoiando o cotovelo esquerdo no encosto. Eu coloquei só a perna direita e apoiei o tornozelo direito na coxa esquerda, descansando o cotovelo e o ombro direito no encosto do sofá. Mantivemos uma conversa coerente sobre como Córdoba, Argentina, tinha mudado e muitas outras coisas por causa da pandemia. Naquele instante, sem querer, ela mexeu as mãos e deixou ver parte da roupa íntima. Era uma roupa íntima simples, uma microtanga rosa de renda. Também comecei a notar que ela não estava usando nenhum tipo de sutiã e que os mamilos dela estavam cada vez mais duros. Tentei distrair minha mente, mas na minha calça algo me denunciava e alguém me traía. --Nunca pensei em te ver de novo. --Foi uma grande coincidência. --Como você encontrou o número? --Num... Velha agenda que eu tinha quando me prenderam. Quando saí, me devolveram parte das minhas coisas e lá na agenda estavam vários números, mas o teu estava num papel separado — sim, lembro que te dei aquele papel na festa de ano novo, quando trabalhamos só nós dois no atendimento aos formandos daquele ano — foi assim mesmo. Do nada, já tentando se levantar, ela colocou as mãos, uma na minha perna e outra no meu ombro, ficando nós de frente um pro outro. Eu entendi o recado, coloquei minha mão esquerda apertando a camiseta dela e beijei ela. Depois de beijá-la, nos olhamos fixamente nos olhos, ninguém disse nada, só nos olhamos por breves segundos. Aí eu estiquei meu braço direito pra pegar a cintura dela, ela se abraçou no meu pescoço e me beijou bem de leve. Eu me deixei cair pra trás, deitado com a cabeça num dos braços do sofá e o resto das minhas costas na courino do sofá. Ela encostou os peitos no meu peito pra eu sentir a direção dos mamilos dela. Minha pica, que ainda tava presa dentro da minha calça, sentia o roçar das pernas dela, já que ela é bem mais baixa que eu. Estiquei minhas mãos até sentir a pele da bunda dela e abri as pernas dela com minhas mãos pra que ambas ficassem de cada lado da minha cintura. Enfiei minha mão entre a fenda da bunda dela, que apertava aquela micro fio dental, toquei de leve no cu dela, e ela fez um gesto me dando a entender que não tava preparada pra esse tipo de ação. Desci um pouco mais e senti a umidade da buceta dela. Podia sentir ao mesmo tempo a ereção na minha calça, que batia na fio dental e na buceta dela. Enfiei meus dedos uma e outra vez, masturbando ela, fazendo ela gemer, sentindo a umidade dos beijos dela e o calor da respiração. Ela simplesmente passava as mãos massageando meu corpo de cima pra baixo, tentando achar o fim da camiseta e do moletom que eu tava usando pra poder sentir minha pele. Ela simplesmente se levantou pra trás, montada em mim, me dando espaço pra respirar. Sentei devagar, descendo o zíper do meu moletom, tirando ele rápido e levantando a camiseta, ficando seminu. Tirei os sapatos e vi que ela já estava toda molhada. — Faz tempo que não fico com ninguém. — Não é só você. Três anos sem saber o que é a paixão de uma mulher (mentira, já tinha estado com a Paulita, a esposa do meu amigo César). — Isso vai ser muuuuito gostoso, negão. Ela se levantou e, andando na minha frente até o quarto dela, deixou a porta totalmente aberta com a luz acesa. Me mostrou como tirava a tanga e enfiava dois dedos na buceta dela, me dando a entender que estava mais que pronta pra me receber. Eu, nem aí, fui andando devagar, terminando de me despir no meio do caminho, com meu pau ereto na frente dela. Peguei ela pelo pescoço, senti o cabelo cacheado na minha mão, curto mas bem grosso. Segurei meu pau duro e firme, e com a mão esquerda no pescoço dela, puxei ela pra perto. E aí, eu me abaixei, e ela, com as mãos, pegou minha rola, abriu a boca bem grande e começou a lamber a cabeça do meu pau como se fosse um pirulito, de baixo pra cima, descendo cada vez mais até chegar na base. Fez isso uma e outra vez. Na terceira tentativa, engoliu boa parte do meu pau, fazendo movimentos de vai e vem e engasgos. O oral dela, o jeito de meter a cabeça pra frente e pra trás usando só as costas, e o jeito que ela me olhava quando voltava, era magnífico. Os olhos dela bem abertos, olhando nos meus, o jeito que ela abaixava o queixo pra engolir o máximo que podia, e o jeito que levantava o queixo quando jogava o corpo pra trás e me olhava nos olhos, me fazia perder o controle. Me dava um formigamento intenso na base do meu pau. Minha mão esquerda continuava na nuca dela, e com a mão direita comecei a brincar com os mamilos dela, lindos, bem morenos. A pele dela era bem canela, dava pra ver que tinha pegado sol pelo menos nas últimas duas semanas. Quando ela se sentiu... Satisfeita, os fios de baba que escorriam da boca dela caíam sobre o peito. Ela se sentiu plácida, se sentiu feliz. Simplesmente abriu a boca, deixou toda a saliva cair na mão e a espalhou direto na buceta dela, abrindo bem, enfiando os dedos, brincando, fazendo círculos pequenos no clitóris. Ela se ajoelhou de quatro sem dizer uma palavra. Eu, por minha vez, fiquei atrás dela e enfiei minha pica devagar até sentir o fundo.Shanty. Um momento X
morenaA pele lúcida dela, feita de porcelana, fazia ela parecer uma santa, mas a umidade dela me mostrava que era uma mulher safada e experiente no sexo. Meti nela sem piedade, foi só luxúria e putaria, só sexo consensual sem palavras nem motivo... era o puro chamado animal. A gente era igual neandertal, fazendo e usando o que a natureza nos deu. Ela gemia de um jeito muito apaixonado, e a buceta apertada dela me dava ainda mais prazer.argentinoMinha mente ficou em branco e meu corpo foi no piloto automático. Ela se mexia pouco, mas a buceta apertada dela era o que mais me fazia sentir prazer. Um grito estridente anunciou o orgasmo dela, e a risada confirmou que era verdade. Eu, por minha vez, peguei a cintura dela com as duas mãos e meti de forma selvagem, buscando só o meu prazer — o que não foi difícil, já que, depois de uns segundos, saí dela e deixei meu leite cair nas costas dela.cordobesa--quente, negro --nunca pensei que... isso fosse acontecer... entre nós --nem eu... sempre te vi muito bem com sua ex --é??? --desde que a gente começou a trabalhar junto, queria que você me comesse --que bom que achei o número então --sim... eu me empolguei quando vi a foto do perfil Me joguei nela, beijando e apertando os peitos dela ela correspondeu com um beijo igual Depois de nos beijarmos, simplesmente nos separamos ela foi tomar um banho e meu celular começou a tocar, avisando que eu tinha que ir pro trabalho --você quer que a gente se veja de novo??? --negro, se for por mim, vinte vezes toda tarde --cuidado com o que fala... pode ser que se realize Ela caiu na gargalhada quando terminou de rir, a gente se beijou, ela abriu uma porta e eu saí pro trabalho com a intenção de escrever pra um próximo encontro

1 comentários - Shanty. Um momento X