O controle
Todas as coisas que acontecem nessas histórias são fictícias, com a intenção de entreter.
Meu nome é Jesus, tenho 24 anos e tenho uma lista gigante de mulheres que me deixam louco.
Tudo começou num dia normal da minha vida. Eu estava entediado, então decidi ir até a praça dar uma volta. Encontrei uma loja que nunca tinha visto antes e me chamou a atenção, já que vou naquela praça toda semana.
Entrei no estabelecimento e só tinha um funcionário, que usava boné, máscara e óculos escuros. Não dava pra ver o rosto dele, o que me deixou meio desconfortável. Ele se aproximou e perguntou se podia me ajudar em algo. Respondi educadamente, perguntando em que a loja era especializada. Ele só respondeu que a especialidade era vender controles universais, e disse: "Faz um teste com este controle universal de mentes."
Eu só perguntei: "O que eu tenho que fazer?"
Ele respondeu: "Primeiro, aponta o controle pra pessoa que você quiser controlar. Ele tem comando de voz e comandos padrão já gravados."
Perguntei, intrigado e ao mesmo tempo com cara de quem achava que ele estava tirando uma com a minha cara.
Ele disse: "Te proponho uma coisa: compra o controle e, se não cumprir suas expectativas, te devolvo o dinheiro."
Eu falei, num tom de brincadeira: "Tá bom, vou comprar."
15 minutos depois, indo pra casa, uma policial me parou. Ela tinha um corpo bem gostoso e provocante. Minha mente encheu de tesão ao pensar que, se o controle funcionasse, eu poderia fazer um monte de coisas. Não tinha nada a perder. Então, enquanto a policial me multava, apontei o controle e liguei. Na hora, ela ficou imóvel e submissa às minhas ordens…
Eu: "Você me escuta? Tá bem?"
Policial: "Sim."
Eu: "Então, você tá sob meu controle?"
Ela só respondeu, obediente:
Policial: "Sim, vou fazer o que você pedir, meu amo. Minha mente é sua."
Não podia acreditar. O controle funcionava. Mas não quis arriscar naquele momento, então só mandei ela anular a multa e ir embora, e que esquecesse que esteve sob meu controle.
Ela só se afastou, e eu segui meu caminho. Ao chegar em casa, abri meu notebook e procurei mulheres que morassem na minha cidade. Para minha surpresa, encontrei mais de uma garota — não só mulheres comuns, mas também figuras públicas como atrizes e influenciadoras. Naquele momento, fiquei ainda mais excitado, só queria saber se conseguia controlar mais de uma ao mesmo tempo. Então, coloquei a mão na massa.
Primeiro, antes de tentar com uma desconhecida, tentei com minha professora de inglês, que se chamava Mônica e me dava aulas no ensino médio. Marquei de encontrá-la num café para ela me dar uma orientação.
Cheguei no café e a sacanagem falou mais alto. Sentei na frente dela e, debaixo da mesa, eu tinha o controle apontado na direção dela. Falei: "Professora Mônica, a senhora é minha escrava e está disposta a me obedecer em tudo, está claro?"
Mônica: Sim.
Ok, quero que a gente vá para sua casa.
Então chegamos na casa dela. Era muito linda e aconchegante. Assim que entramos, pedi que ela não fosse mais minha professora, mas sim minha putinha pessoal. Ao que ela respondeu: "Muito bem."
Mônica: Vamos, Jesus, o que o senhor quer que eu faça?
Eu: Primeiro, tira essa roupa tão formal. A partir de agora, você será minha putinha. Quero que me dê um boquete.
Mônica: Como o senhor mandar, meu amo.
Ela começou a me chupar de um jeito incrível e feroz. Percebi que o controle tinha várias opções que se abriam conforme minhas decisões. Então encontrei a opção de aumentar o prazer e coloquei no máximo.
Eu: Bem, professora Mônica, quero que você pare de me chupar e se jogue no meu pau.
Mônica: Como o senhor mandar, meu amo.
Naquele instante, minha professora tinha virado uma putinha que se entregou completamente a mim. No momento em que ela enfiou meu pau, teve um orgasmo intensificado e quase desmaiou.
Eu: Professora, tá tudo bem?
Mônica: Ahhhhhhhh... …
Fiquei um pouco assustado, já que ela não respondia. Percebi que a mente dela tinha quebrado completamente, literalmente. Agora ela era só uma capa para o meu pau, o que me excitou ainda mais. Gozei umas 4 ou 5 cargas dentro dela, a ponto de ela não conseguir mais nem falar nem andar. Esperei 3 horas e ela voltou ao normal. Normalmente ela tinha dificuldade pra andar, então pensei que o melhor era parar por ali. Já tinha me divertido, então falei pra professora que já estava satisfeito.
Eu: "Bem, professora, estou satisfeito. Pode pegar sua roupa e vestir."
Mônica: "Não vejo necessidade de vestir minha roupa. Amo ser uma boa puta obediente, sempre pronta pra agradar seu dono."
Isso me excitou. Me aproximei e dei um puta beijo nela, além de umas boas palmadas.
Eu: "Certo, se vai ser minha puta, vai ter que usar uma coleira pra mostrar que é minha propriedade. Ficou claro?"
Mônica: "Sim, senhor."
"Beleza, se veste e me leva pra casa. Tenho muitos planos pra esse controle remoto."
CONTINUA…
Se gostou da história, não esquece de seguir meu perfil pra continuação. Quero que nessa saga vocês escolham quem será a próxima vítima do controlador de mentes.
Todas as histórias do meu perfil são 100% minhas.
Todas as coisas que acontecem nessas histórias são fictícias, com a intenção de entreter.
Meu nome é Jesus, tenho 24 anos e tenho uma lista gigante de mulheres que me deixam louco.
Tudo começou num dia normal da minha vida. Eu estava entediado, então decidi ir até a praça dar uma volta. Encontrei uma loja que nunca tinha visto antes e me chamou a atenção, já que vou naquela praça toda semana.
Entrei no estabelecimento e só tinha um funcionário, que usava boné, máscara e óculos escuros. Não dava pra ver o rosto dele, o que me deixou meio desconfortável. Ele se aproximou e perguntou se podia me ajudar em algo. Respondi educadamente, perguntando em que a loja era especializada. Ele só respondeu que a especialidade era vender controles universais, e disse: "Faz um teste com este controle universal de mentes."
Eu só perguntei: "O que eu tenho que fazer?"
Ele respondeu: "Primeiro, aponta o controle pra pessoa que você quiser controlar. Ele tem comando de voz e comandos padrão já gravados."
Perguntei, intrigado e ao mesmo tempo com cara de quem achava que ele estava tirando uma com a minha cara.
Ele disse: "Te proponho uma coisa: compra o controle e, se não cumprir suas expectativas, te devolvo o dinheiro."
Eu falei, num tom de brincadeira: "Tá bom, vou comprar."
15 minutos depois, indo pra casa, uma policial me parou. Ela tinha um corpo bem gostoso e provocante. Minha mente encheu de tesão ao pensar que, se o controle funcionasse, eu poderia fazer um monte de coisas. Não tinha nada a perder. Então, enquanto a policial me multava, apontei o controle e liguei. Na hora, ela ficou imóvel e submissa às minhas ordens…
Eu: "Você me escuta? Tá bem?"
Policial: "Sim."
Eu: "Então, você tá sob meu controle?"
Ela só respondeu, obediente:
Policial: "Sim, vou fazer o que você pedir, meu amo. Minha mente é sua."
Não podia acreditar. O controle funcionava. Mas não quis arriscar naquele momento, então só mandei ela anular a multa e ir embora, e que esquecesse que esteve sob meu controle.
Ela só se afastou, e eu segui meu caminho. Ao chegar em casa, abri meu notebook e procurei mulheres que morassem na minha cidade. Para minha surpresa, encontrei mais de uma garota — não só mulheres comuns, mas também figuras públicas como atrizes e influenciadoras. Naquele momento, fiquei ainda mais excitado, só queria saber se conseguia controlar mais de uma ao mesmo tempo. Então, coloquei a mão na massa.
Primeiro, antes de tentar com uma desconhecida, tentei com minha professora de inglês, que se chamava Mônica e me dava aulas no ensino médio. Marquei de encontrá-la num café para ela me dar uma orientação.
Cheguei no café e a sacanagem falou mais alto. Sentei na frente dela e, debaixo da mesa, eu tinha o controle apontado na direção dela. Falei: "Professora Mônica, a senhora é minha escrava e está disposta a me obedecer em tudo, está claro?"
Mônica: Sim.
Ok, quero que a gente vá para sua casa.
Então chegamos na casa dela. Era muito linda e aconchegante. Assim que entramos, pedi que ela não fosse mais minha professora, mas sim minha putinha pessoal. Ao que ela respondeu: "Muito bem."
Mônica: Vamos, Jesus, o que o senhor quer que eu faça?
Eu: Primeiro, tira essa roupa tão formal. A partir de agora, você será minha putinha. Quero que me dê um boquete.
Mônica: Como o senhor mandar, meu amo.
Ela começou a me chupar de um jeito incrível e feroz. Percebi que o controle tinha várias opções que se abriam conforme minhas decisões. Então encontrei a opção de aumentar o prazer e coloquei no máximo.
Eu: Bem, professora Mônica, quero que você pare de me chupar e se jogue no meu pau.
Mônica: Como o senhor mandar, meu amo.
Naquele instante, minha professora tinha virado uma putinha que se entregou completamente a mim. No momento em que ela enfiou meu pau, teve um orgasmo intensificado e quase desmaiou.
Eu: Professora, tá tudo bem?
Mônica: Ahhhhhhhh... …
Fiquei um pouco assustado, já que ela não respondia. Percebi que a mente dela tinha quebrado completamente, literalmente. Agora ela era só uma capa para o meu pau, o que me excitou ainda mais. Gozei umas 4 ou 5 cargas dentro dela, a ponto de ela não conseguir mais nem falar nem andar. Esperei 3 horas e ela voltou ao normal. Normalmente ela tinha dificuldade pra andar, então pensei que o melhor era parar por ali. Já tinha me divertido, então falei pra professora que já estava satisfeito.
Eu: "Bem, professora, estou satisfeito. Pode pegar sua roupa e vestir."
Mônica: "Não vejo necessidade de vestir minha roupa. Amo ser uma boa puta obediente, sempre pronta pra agradar seu dono."
Isso me excitou. Me aproximei e dei um puta beijo nela, além de umas boas palmadas.
Eu: "Certo, se vai ser minha puta, vai ter que usar uma coleira pra mostrar que é minha propriedade. Ficou claro?"
Mônica: "Sim, senhor."
"Beleza, se veste e me leva pra casa. Tenho muitos planos pra esse controle remoto."
CONTINUA…
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0 comentários - Controle remoto parte 1