Traí meu marido
Meu nome é Teresa e essa história, que juro ser totalmente real, exceto pelos nomes que mudei por razões óbvias, começou num simples bar de estrada enquanto acompanhava meu marido, como fazia muitas vezes. Ele é vendedor de uma grande empresa, e eu sou só a esposa que espera em casa, entediada e, na maioria das vezes, sozinha. Somos um casal de meia-idade de Madrid, meu marido tem 49 anos e eu já tenho 46, então estamos mais pra ficar sossegados em casa, sem muita agitação. Pois bem, um belo dia em que Alberto, meu marido, precisava ir até Ponferrada a trabalho, decidi acompanhá-lo. O trajeto de Madrid a Ponferrada, na província de León, leva algumas horas, então, decidida e disposta a não ficar em casa como tantas outras vezes, vesti meu vestido mais chamativo e entrei no carro com ele. No caminho, começamos a falar do tempo perdido, da nossa época de namoro, de quando nos pegávamos na última fila do cinema do bairro ou quando transávamos no carro, voltando pra casa. A verdade é que a conversa me encheu de nostalgia e pensei comigo mesma: quanto tempo eu tinha perdido. Nunca tivemos filhos, e mesmo assim, na maioria das vezes, o trabalho do Alberto me deixava dias separada dele. Alberto estava na empresa há 27 anos, ou seja, o mesmo tempo de casados.
O barulho da estrada foi abafando nossa conversa aos poucos. Pouco depois de sair de Madrid, só olhávamos: ele pra estrada, eu pra paisagem. Seguíamos pela nacional 601, quisemos evitar a autoestrada porque Alberto odeia o trânsito delas. De repente, depois de mais de meia hora sem falar, Alberto começou a me perguntar se eu já tinha traído ele alguma vez, aproveitando as ausências por causa do trabalho. A pergunta me surpreendeu pra caralho e respondi com a mesma pergunta.
— E você? Já me traiu com outra alguma vez quando... Você tava fora? A pergunta me irritou e eu quis machucar ele com a mesma arma.
—Isso não é resposta —ele disse, com a cara séria.
Não respondi. Nenhum de nós dois continuou falando, ele pensando na minha pergunta e eu pensando na dele. De repente, ele ligou a seta e saiu da estrada.
—O que cê tá fazendo? —falei, estranhando a manobra.
—Sim. —ele disse, virando a cabeça e me encarando bem nos olhos.
—Sim o quê? —eu não tava entendendo.
—Que sim, já te traí alguma vez.
Não respondi, por mais estranho que pareça, não tava com raiva, um pouco surpresa, mas não com raiva.
—Entendo. —respondi depois de um tempo de silêncio, num tom de resignação e calma.
—Agora falta sua resposta. —ele disse sem tirar aquele olhar de cima de mim, me deixando desconfortável.
Fiquei muda por um tempo, as lembranças vieram na minha memória, lembranças de vinte anos atrás.
—Não. —falei sem me alterar.
Essa resposta não era verdade. Ele ficou um tempo com o olhar fixo nos meus olhos, depois olhou pra frente.
—Por que você demorou tanto pra responder então? —ele disse meio desorientado.
—Sei lá. Talvez pela pergunta ser tão inoportuna. —respondi enfeitando minha mentira.
Quando eu tinha 26 anos e depois de uma briguinha com o Alberto, transei com o amigo e vizinho do quinto andar, um caminhoneiro bruto e vulgar de 45 anos. Me arrependi com o tempo, mas naquela época eu sentia que a vida tava escapando nas sombras da monotonia, então, por estar brigada com meu marido e ele estar ausente, apressou o que tinha que acontecer, a fraqueza da carne costuma vencer nesses casos. Talvez por ele ser amigo do Alberto, eu não confessei, acho que doeria mais do que se fosse um estranho. A verdade é que foram três encontros em três dias de ausência do Alberto, mas três encontros que me levaram pra Lua. Nicanor, o amigo dele, não valia nem metade do Alberto, era um metido e machista que saía por aí contando os segredos de cama das mulheres com quem transava. Ele se gabava. Depois de ter fodido com quase todas as casadas do bairro, o pior era que ele contava os pequenos segredos íntimos, as fraquezas, as fantasias, até as posições eram encenadas por esse idiota de mente curta, embora de pau grande (pelo menos nisso a natureza foi generosa). Resumindo, todas as mulheres que caíam estupidamente entre as pernas dele viravam assunto de bar e barbearia da região. Eu era uma delas. De mim, ele contava que me iniciou no sexo anal, que teve que vir ele desvirginar meu cu. Fiquei muito tempo tremendo de medo de que o Alberto descobrisse. Mas o tempo foi passando, e aqui estou eu mentindo pra não machucar o Alberto.
Sim, é verdade que os três encontros foram fogosos, sexualmente falando. Sem enrolação, vou logo dizer que o primeiro foi no terraço. Eu estava com a moral baixa, e o Nicanor estava pilhado de outra coisa. Ficamos conversando sobre meus problemas com o Alberto, sobre o quanto eu me sentia sozinha. Resumindo, depois de meia hora, acabei contando intimidades do meu casamento. Eu falava sem parar, e ele ouvia, de vez em quando sentia pena de mim e me dizia coisas carinhosas. Não sei como aconteceu, mas num instante me vi rodeada pelos braços fortes do amigo do meu marido, e do abraço e dos beijos quentes passamos direto pra paixão em si. O Nicanor, que é bem pouco romântico, me levantou no colo enquanto nos beijávamos. Eu sou bem baixinha, mal tenho 1,55m, então não foi difícil pra ele me tirar do chão. Ele me sentou em cima da máquina de lavar, que estava ligada na hora, e depois de enfiar as mãos por baixo da minha saia, arrancou minha calcinha de uma vez. Abriu o zíper da calça e deixou ela cair aos pés. Consegui ver de relance o membro enorme dele já excitado. Surpresa por um momento, tentei com as mãos segurar o impulso de macho dele, mas os beijos dele impediam que minha resistência fosse realmente eficaz. Aquele caminhoneiro bruto se colocou entre minhas pernas, fazendo pressão contra mim. A força dele fazia minhas pernas se abrirem cada vez mais. ao ritmo das suas estocadas. Ele me puxava contra o corpo dele enquanto colocava o pau enorme e enegrecido na entrada da minha buceta e foi enfiando devagarzinho, mas com total descaramento. Não teve preliminares, Nicanor dava umas lapadas de pélvis tão fortes que a máquina de lavar se deslocava devagar a cada investida. Não sei se foi a máquina ou foi o Nicanor, mas o fato é que depois de uns minutos em que ele não parava de me foder com brutalidade, eu tive um dos orgasmos mais barulhentos da minha vida, aliás, até hoje lembro com tesão. A foda não durou mais de uns quinze minutos, nem me preocupei se alguma vizinha podia me ver, eu tava no sétimo céu empalada por esse caminhoneiro de 1,90m de altura e 25cm de virilidade. Nem me importei que ele deixasse a semente dele dentro de mim. Tão ordinário foi o filho da puta que se soltou e começou a assobiar e cantarolar uma música sobre outra das suas conquistas. Subiu a calça e foi embora sem mais. Eu fiquei um tempão de pernas abertas, sem conseguir descer da máquina de lavar com medo de minhas forças falharem, e com uns gemidos que mostravam como aquele macho tinha me deixado.
No segundo dia nem teve conversa, a gente se encontrou na entrada do prédio — acho que ele tava me esperando de propósito — e depois de entrar no elevador, apertamos o 4º andar, que é onde eu moro, mas Nicanor apertou o botão de emergência e ali mesmo começamos a nos despir, eu tirei o cinto dele e desabotoei a calça, enquanto ele levantava minha saia e rasgava minha calcinha de novo, na verdade com esse cara é melhor nem usar. Começou a acariciar minha buceta com aquelas mãos enormes que ele tinha. Enquanto me beijava no pescoço, na orelha e na boca, eu tentava colaborar abrindo as pernas pra facilitar o trabalho da mão dele, era inacreditável, me sentia completamente molhada, precisava do pau daquele imbecil, ele deve ter percebido o quanto eu tava necessitada e Ele atrasou intencionalmente a operação. A gente estava colado um no outro quando, de repente, ele me virou e me colocou de frente para o espelho do elevador, separou minha perna direita e levantou até pendurar no antebraço direito dele. Eu não aguentava mais, precisava que ele me comesse logo, e ele continuava enrolando, com intenções que eu descobri depois.
— Me come logo, porra. — falei entrecortado — Faz agora, cara.
— Quer subir nas nuvens? — ele sussurrou no meu ouvido, num tom intrigante.
— Sim, sim, sim!! — respondi entre gemidos.
Foi aí que ele colocou o pauzão dele na entrada do meu cu. Com os próprios fluidos da minha buceta, ele tentou besuntar o buraco anal. Massageava com os dedos e a palma da mão como ninguém nunca tinha feito antes. Uns espasmos que me deixaram ruborizada subiram pelas minhas pernas, coxas, nádegas, costas, pescoço e cabeça. Se não fosse porque o Nicanor me segurava, eu teria desabado no chão. Ele brincou por um bom tempo com saliva e os dedos no meu buraco desejado. Apalpou com deleite e suavidade, coisa rara nele, enquanto lambia minha orelha. A posição era quase ridícula. Ele, segurando minha perna direita com o antebraço enquanto a mão dele massageava meu peito. Meu pé esquerdo, na ponta dos dedos no chão do elevador, enquanto minhas mãos se apoiavam no espelho pra tentar manter o equilíbrio. Nicanor, com a mão esquerda, passava várias vezes na boca pra ensalivar e, outras tantas, enfiava os dedos carnudos e grossos no meu cu, no começo devagar, mas depois foi ganhando velocidade conforme sentia que meu cu colaborava. Ficou assim por um tempo, claro, sem parar de mordiscar minha orelha. Eu tava a mil, confesso. Ele sofria pra caralho porque tinha que se curvar muito, considerando o tamanho dele em relação ao meu. Num dado momento, ele se levantou por completo, acho que por causa das dores nas costas, e me tirou totalmente do chão. Eu só tava pendurada pelo pau dele. antebraço direito e o que às vezes conseguia segurar com o braço esquerdo. Lembro perfeitamente que cheguei a pedir, entre gemidos, que me montasse com o pau dele enquanto ele se colocava numa posição confortável. Não exagero ao dizer que minha vulgaridade me excitava. Inclinei a cabeça e lá estava o enorme capuz avermelhado aparecendo entre minhas coxas, bem abaixo da barriga. De repente, com toda a brusquidão, ele baixou minha perna e puxou o falo para trás, fazendo com que eu me apoiasse de novo no chão. Nicanor me obrigou a ficar de quatro no chão, e eu colaborei, meio com medo da brutalidade dele. Com os pés, ele afastou meus joelhos, que já estavam no chão, e com a mão enegrecida pelos motores dos caminhões, me pegou pelo cabelo e enfiou minha cara no chão. Senti ele procurando uma posição ideal para ele e, logo em seguida, senti a pressão da cabeça do pau dele tentando penetrar meu cu virgem. Eu e meu marido já tínhamos tentado quando namorávamos, mas nunca chegamos ao fim. Ele pressionou e pressionou, eu tentei fechar os olhos, ele continuou pressionando. Já de olhos fechados, senti que, aos poucos, ele ia vencendo a resistência. Nicanor parou de repente e, separando a cabeçona enorme, cuspiu várias vezes no meu cu. Depois, se abaixou e, com a língua, abriu o buraco que tanto desejava. Eu não conseguia abrir os olhos, estava no paraíso. A língua dele era tão ativa quanto o pau, entrava no meu cu com toda a facilidade, ajudada pela própria baba que Nicanor produzia, sedento de me foder. Eu continuava de olhos fechados, tentando imaginar um amante digno de contos de fadas. Senti, ainda de olhos fechados, ele trocar a língua pelo pau. Dessa vez, o cu estava mais lubrificado, eu continuava de olhos fechados, vivendo o maior êxtase de uma mulher. Senti a cabeçona dele se posicionar na entrada, colaborei arqueando as costas para que a verticalidade do meu cu facilitasse a penetração, esperando ansiosa que aquela massa de carne entrasse aos poucos e inundasse minhas entranhas para sempre. Não Dio tempo, Nicanor deu um empurrão certeiro e meteu aquele pau carnudo e quente dentro do meu cu, tenho certeza que o comprimento inteiro se enfiou nas minhas entranhas de uma só vez, não consegui evitar o grito enquanto meus olhos se arregalavam, quase saindo das órbitas.
—Aaaaaaah! —Gritei.
—Não esperava por essa, né? —Ele cuspiu entre risadas enquanto entrava e saía de mim rapidinho.
—Ahh, ahh, assim, ahhh, ahhh, assim, ahhh, ahhh! —Ofegava sem conseguir disfarçar.
A dor do momento tinha dado lugar a um prazer imenso, imenso. Nicanor me fodia com pressa, como se tivesse urgência. Me dava umas estocadas que machucavam meu rosto, já que eu ainda estava apoiada no chão, com a bunda levantada, aguentando a pica daquele animal, daquele animal desejado. Meus olhos não conseguiam fechar, tenho certeza que reviravam enquanto ele entrava e saía de mim. Nunca imaginei que sexo anal fosse tão gostoso. Em segundos, a lubrificação já era completa, ajudada pela cusparada do bruto que me montava com gosto. Ele bufava atrás de mim e eu ofegava igual uma menina. Os tapas que eu levava na bunda, por causa da violência com que ele me atravessava, dava pra ouvir lá fora do elevador. Ficamos assim por um tempo, ele cavalgando ferozmente e eu recebendo passivamente aquela piroca enorme de garanhão. Meu cu não fechava, eu sentia porque ele tirava o pau inteiro pra fora e, na mesma estocada, enfiava tudo de novo. Tenho vergonha de confessar que, enquanto Nicanor cavalgava na minha bunda, tirando e metendo a pica nas minhas entranhas, minha cara estava completamente desfigurada, até lembro que babava igual um bebê porque não conseguia fechar a boca enquanto ele me empalava por trás. Tive dois orgasmos seguidos até ele gozar inteiro dentro de mim.
O mesmo que tinha acontecido no dia anterior se repetiu. Ele se levantou e começou a se vestir rápido, assobiando aquela merda. canção. Eu, pelo contrário, fiquei um tempão com as pernas abertas e a bunda pro ar, como se quisesse mais. A real é que minhas pernas não obedeciam, não conseguiam por causa do vai e vem dos minutos anteriores.
— Quer mais? Não tá satisfeita? — Ele falou com aquela risada idiota.
Eu não respondi. Juntei forças do fundo do poço e tentei me levantar aos trancos e barrancos, me vesti como deu e a gente seguiu no elevador. Eu fiquei no meu andar e ele foi pro dele. Naquela noite, lembro que minha bunda tava doendo pra caralho, mas toda vez que pensava no momento que a gente tinha curtido, eu ficava excitada de novo.
Na noite seguinte, enquanto eu tirava a mesa depois do jantar, a campainha tocou. Estranhando o horário, já passava das nove da noite, fui até a porta e olhei pelo olho mágico: era Nicanor, o atrevido do Nicanor. Fiquei na dúvida se abria ou não. Decidi abrir pra dizer que tudo tinha acabado.
— O que você quer, Nicanor? — Falei com um tom sério e cara fechada.
— Quero entrar, conversar com você. — Ele respondeu num tom de risada.
— Desculpa, não quero continuar com isso, foi uma idiotice minha que não vai se repetir. Amo meu marido e não quero dar motivo pra fofoca das vizinhas do bairro. Tá bom, por favor. — Expliquei quase implorando.
— Fica tranquila, mulher, me deixa entrar e eu me despeço, você vai ver, não precisa ter medo de nada. — Ele disse enquanto fazia uma cara falsamente triste.
Eu hesitei um instante, olhei em volta pra ver se tinha alguma vizinha curiosa e deixei ele entrar, me afastando pro lado.
— Só um pouco, fala o que tem que falar e vai embora. A nossa história acabou, Nicanor. — Avisei bem séria.
— Tá bom, hoje vai ser a última vez que a gente fica junto, eu prometo. — Ele confessou num tom bem baixinho.
Nicanor começou a dizer que tava apaixonado por mim, que as outras eram só aventuras, que gostava de mim, gostava do meu marido, que tinha curtido pra caralho as duas noites anteriores, blá, blá, blá. bla. Ele ficou mais de vinte minutos falando, depois se despediu e foi em direção à porta, eu o segui sem dizer nada. Ao chegar na porta e antes que ele a abrisse, ele se virou para mim e disse:
—Bom, Tere, é aqui que me despeço. —Ao dizer isso, ele ficou olhando fixamente nos meus olhos. Eu não sabia se me despedia com um aperto de mão ou com um beijo de amigos. Hesitei por alguns segundos, enquanto ele não tirava o olhar dos meus olhos. Eu também olhava nos dele, esperando seus movimentos. Em alguns segundos, ele baixou a cabeça para me beijar na bochecha e eu virei o rosto para que ele fizesse isso, no entanto, Nicanor, usando um truque velho, virou o rosto no último momento quando eu virava o meu e me beijou na boca. Não reagi e ele tomou aquilo como uma permissão. Ele me envolveu com os braços pela cintura até me puxar completamente para perto dele. Instintivamente, beijei sua barriga, já que estava na altura da minha boca, e ele se abaixou para me beijar na boca, com suavidade, sim, com suavidade, talvez ele soubesse que era a última vez que me beijava. Depois, foi só seguir nossa paixão. Na verdade, eu não o amava, para mim era só sexo puro e duro, para ele, suponho que eu fosse mais uma peça na sua caçada particular. Ele me levantou no colo sem parar de me beijar e foi para a cozinha. Lá, com o braço esquerdo, ele afastou o prato e o copo onde tinha comido momentos antes e, depois de tirar também a toalha de mesa de tecido chinês, me sentou sobre a mesa. Nicanor se afastou um pouco e desabotoou a camisa lentamente, sem tirar os olhos de mim. Depois, se aproximou de novo e me beijou enquanto as mãos dele deslizavam pelo meu pescoço. A língua dele era carnuda e tinha uma vitalidade deliciosa. Ele se afastou de novo e desabotoou as calças, deixando-as cair no chão. O corpo forte dele, só de cueca branca, tinha um aspecto viril que qualquer mulher pagaria para ter. Ele se aproximou de novo e a boca dele prendeu a minha mais uma vez. Ele brincava comigo, naquele momento não era o mesmo Nicanor dos dias anteriores. Outra... Uma vez ele se separou de mim e as mãos dele soltaram a cueca branca. Era impressionante e ridículo ao mesmo tempo. Tinha na minha frente um gigante totalmente pelado, mas ainda de sapatos e meias. Esbocei um sorriso ao vê-lo assim, percorri o corpo dele de baixo pra cima e, quando cheguei na cintura, vi que o pau dele estava crescendo. Dava pra ver claramente o tamanho enorme, nos dias anteriores eu tinha sentido, mas não tinha reparado direito no tamanho real comparado com o corpo dele. Estava totalmente na horizontal, meu antebraço era menor que o membro dele. Com um sorriso nos lábios, pulei da mesa e me aproximei. Me inclinei e lambi a cabeçona dele com prazer, afinal, se era a última vez, que fosse pelo menos proveitosa. Ele ficou ereto, eu, pelo contrário, agarrei o pau dele com as duas mãos e brinquei à vontade, babava tudo e levava até a garganta. Nisso eu era expert, porque o Alberto era viciado em boquetes. Uma das vezes, quase tive um engasgo e por pouco não vomitei a janta, porque ele fez pressão e bateu de uma vez na minha garganta. Me posicionei melhor e enfiei tudo de novo na boca, dessa vez engolindo os 25 centímetros inteiros, mas tive que aliviar rápido porque tava difícil respirar com aquilo na garganta. O Nicanor soltava uns bufos enormes, sinal claro de que dessa vez era eu quem mandava. Enquanto engolia o membro enorme dele, minhas mãos estavam agarradas nas nádegas dele. Apertava e separava num jogo que o excitava. Com os dedos, brincava com o cu dele, arrancando mais de um gemido. Sabia tirar proveito da situação e me sentia à vontade. Cheguei até a enfiar os dedos de leve no rabo dele, me sentindo a verdadeira dona da cena. Nicanor bufava e bufava enquanto eu engolia o pau descomunal dele e mexia no cu daquele macho dominante. Sei que os caras adoram isso, por isso caprichei. nisso. A saliva escorria pelos meus lábios e no vai e vem do falo dele na minha garganta. A verdade é que minha autoridade durou muito pouco, porque a excitação do Nicanor ficou insustentável, e ele começou a foder minha boca com frenesi, as mãos dele agarraram minha cabeça e me puxaram pra ele, amassando todo meu cabelo. Tentei me soltar pra pegar ar, mas ele não deixava, continuava fodendo e fodendo minha boca igual um bicho. Com as mãos, fiz pressão contra ele pra tentar me afastar, mas era impossível, o pau enorme dele chegava até minha garganta e parecia que ia entrar até minhas entranhas pela boca, eu queria vomitar, queria respirar, mas ele não deixava, meus olhos imploravam por ajuda, fiz sinais, mas o Nicanor não olhava pra mim, só olhava pro teto enquanto aumentava o ritmo das estocadas dentro da minha boca. De repente, senti: uma porrada viscosa e quente jorrou pela minha boca, escorrendo até a garganta. Uma parte saiu disparada pelo canto dos lábios, empurrada pra fora pela própria pressão do pau do Nicanor. Se eu quisesse me livrar, tinha que engolir a porra dele, e foi o que fiz: engoli, engoli e engoli até minha boca ficar livre do líquido seminal dele. Foi aí que o Nicanor afrouxou a pressão e eu consegui me soltar. Fiquei um tempão apoiada no chão, respirando fundo, ofegante pela falta de ar, minha cara toda lambuzada de porra do Nicanor, e ele recuperando as forças com o olhar perdido no teto.
— Desculpa, não consegui evitar. — Ele falou baixinho.
Quando recuperei o fôlego, me levantei, sem tirar os olhos dele. O Nicanor tava ali, parado. Agora me olhava atento, me seguindo com o olhar, tava começando a me preocupar.
— Tere, vem aqui, por favor. — Ele ordenou com um certo jeito amigável.
Eu obedeci, mas bem devagar, não tava segura do que passava na cabeça dele. Me aproximei e ele me envolveu nos braços de novo. Me beijou, mordiscou meu pescoço, ele sabia que aquilo era meu ponto fraco. Fraqueza. Ele mordiscou minha orelha. Fechei os olhos e me deixei levar por ele. Percebi que ele se abaixou e desabotoou minha calça jeans. Senti quando ele a deslizou até os joelhos. A mão dele passou pela minha calcinha branca, ele percebeu que minha buceta estava escorrendo de tão molhada que tava. Os dedos dele roçaram meu sexo por cima do tecido, eu me arrepi toda de prazer. A mão dele agarrou minha buceta inchada e molhada, tentei abrir as pernas pra mão enorme dele passar entre minhas coxas apertadas. Não consegui, a calça nos joelhos me impedia. Esperei que ele me libertasse dela, mas ele não fez isso. Tirou a mão da minha buceta e me abraçou forte. A boca dele se aproximou da minha, senti o calor. A língua dele entrou na minha boca enquanto as mãos dele agarravam minha bunda, apertavam, batiam, castigavam, abriam e fechavam. O pau enorme e quente dele estava apertado contra minha blusa, na altura dos meus peitos. Sentia ele recuperando o poder aos poucos. A dureza dos meus mamilos aparecia mesmo com a blusa e o sutiã. Queria que ele me comesse logo, mas não pedia, só ficava de olhos fechados, imaginando uma situação idílica. Quando ele terminou de castigar minha bunda, me virou e me apoiou na mesa. A mesa era muito alta pra mim, então ele me pegou pela cintura e me colocou de bruços nela, com os pés balançando porque eu não alcançava o chão. Senti que ele ia me foder ali mesmo, esperei ansiosa. Nicanor se distraiu um tempão que pareceu uma eternidade. Ele procurava alguma coisa, eu tava desesperada, queria que ele me fodesse.
— Preciso do seu cinto. — Ele disse.
Se abaixou e soltou o cinto da minha calça. Amarrou meu pé esquerdo na perna da mesa, tirou minha calça jeans completamente e depois pegou o cinto dele de volta e amarrou meu pé direito na outra perna da mesa. A tensão doía porque a calça impedia que eu abrisse as pernas por completo. Em seguida, ele agarrou minha calcinha molhada e baixou um pouco, deixando minha bunda toda de fora. Depois, ele se... Pensou e puxou elas até rasgar tudo por completo.
Nicanor se inclinou e começou a meter a língua no meu buraco anal. O prazer que ele me dava não tinha preço.
— Aaaah! Aaaah! — Eu gemia igual uma possessa com as lambidas do Nicanor.
Ele enfiava a língua carnuda no meu cu sem parar. As mãos enormes dele mantinham minhas nádegas abertas. Minha buceta escorria toda com a língua ativa que lutava pra entrar no meu rabo. Eu não conseguia abrir os olhos, não queria acordar daquele sonho.
— Me fode! Me fode! — Eu gritava desesperada, mas o Nicanor tinha o próprio ritmo e não parecia querer mudar. A língua dele continuava firme no trabalho. Virava pra um lado, virava pro outro, parava, fazia pressão pra entrar, recuava. Meu cu tava receptivo, dava pra sentir claramente, mas o Nicanor não se decidia a tomar. De repente, ele se levantou e eu senti pelos passos que ele tava indo embora. Abri os olhos e vi que ele foi até a geladeira. Quando passou por mim, vi que o pau enorme dele tava durasso, imponente. Ele pegou o pote de manteiga e eu fechei os olhos de novo pra imaginar minha fantasia. Ele abriu o pote e, depois de uns segundos, senti a mão dele passando uma porrada de manteiga entre minhas nádegas. Uma batalha me esperava, e eu tava a fim de aproveitar.
Nicanor espalhou a manteiga por toda a área que ele achou viável e depois aproximou o membro quente na entrada do meu cu. Apertei os olhos com força, instintivamente, quando senti a cabeçona enorme dele parar na entrada. Percebi que ele passava manteiga no pau todo e senti ele fazendo pressão pra entrar. Tentei relaxar pra facilitar a manobra, e ele agarrou minhas nádegas com as mãos meladas, fez pressão pra dentro e, naquele momento, um puta pau quente se enfiou na minha cavidade anal, ajudado pela lubrificação da manteiga, pelas nádegas abertas e pela pressão enorme do Nicanor.
— Aaaaaaahhhhhh! — O grito foi de Prazer, sim, de prazer. Meus esfíncteres se abriram pra ele.
Nicanor começou a me foder na hora, e sabia fazer muito bem. Aproveitando a força descomunal dele, a posição privilegiada de macho dominante e a facilidade que meu cu besuntado proporcionava, ele começou a bombar de um jeito que eu gozei num instante. O pau inteiro dele entrava na minha barriga e o pau inteiro saía dela. As estocadas eram tão certeiras que mal paravam na entrada.
— Aaaaahhh! Aaaaahhhh! Aaaaaaaaahhhh! Pelo amor de Deus, Nicanor!
Eu sentia fios de líquido viscoso escorrendo das minhas coxas, saindo da minha buceta. Esse homem estava arrancando um orgasmo bestial de mim. Nicanor não dizia uma palavra, nem fazia um som, só se limitava a cumprir o papel dele de me montar do único jeito que sabia. Minhas mãos tentavam se agarrar em qualquer coisa. Peguei a toalha da mesa e puxei pra mim por causa das convulsões do orgasmo. Rapidamente procurei outro apoio mais firme, porque a toalha tinha derrubado o prato e o copo no chão, enchendo de cacos de vidro toda a área debaixo da mesa. Estiquei o braço e, com a mão direita, consegui me segurar com dificuldade na borda da mesa, já que Nicanor não parava de me montar como um cavalo, fazendo meu corpo balançar pra caralho a cada estocada dele. Se eu não conseguisse me segurar com a outra mão, perderia o equilíbrio e cairia no chão, embora, empalada como eu estava, duvido que ele me deixasse cair. Nicanor não parava de dar estocadas violentas no meu cu. Tirava o pau completamente pra meter de novo inteiro, e o buraco do cu nem fechava, porque antes de fechar já tinha aquela massa fálica entrando com fúria de novo. Bombava e bombava sem parar. A manteiga já escorria pelas minhas nádegas e coxas e caía no meu jeans. Meus gritos deviam estar sendo ouvidos no prédio inteiro, já não dava mais pra disfarçar. Nicanor percebeu que eu estava escorregando pela lateral da mesa e resolveu com uma solução salomônica. Me agarrou Puxou meu cabelo com força e puxou pra trás com fúria. Naquele momento não tinha diferença entre um cavaleiro e sua gostosa ou o Nicanor e eu. Doía, mas pelo menos me segurava. Quando me agarrou pelo cabelo e puxou pra trás, fez com que as investidas fossem mais profundas, porque senti claramente o pau dele entrando até o fundo do meu ser. Imagino que só os colhões dele batiam na entrada do meu cu.
Nicanor se abaixou um pouco enquanto segurava meu cabelo firme com a mão direita. Soltou o cinto da perna esquerda da mesa e depois, trocando de mão mas sem soltar meu cabelo, repetiu a operação com a perna direita. Tudo isso sem parar de me foder. Assim, fiquei com as duas pernas penduradas, que por inércia tentaram se juntar, mas o pau do Nicanor não deixava elas se unirem completamente. Fui obrigada a manter as duas pernas abertas pra não sentir tanta dor com as estocadas que ele dava. Até hoje me surpreendo como o Nicanor fazia essas enrabadas com tanta facilidade, quase sem causar dor.
Depois de um tempinho, sempre sem parar de me foder igual um animal, ele me agarrou pela cintura e, de pé, com aquela força enorme, me levantou e me abaixou pra minha buceta engolir por completo o pau dele, vermelho de tanta batalha. Cada vez que me abaixava, sentia aquela coisa entrando dentro de mim pra saciar minha sede de sexo, e quando subia de novo, já queria que ele me abaixasse de volta naquela vara dura. Me sentia uma prisioneira sendo empalada pelos inimigos.
Depois de um tempo me fodendo de pé, ele me soltou e me colocou em cima da mesa da salinha. Ele subiu também e começou uma verdadeira aula de ginástica pra mim. Abriu minhas pernas completamente e começou a meter com força na minha buceta, me causando uns espasmos acompanhados de gemidos que dava pra ouvir lá fora do apartamento. Eu de quatro, com as mãos apoiadas na toalha verde da mesa, e ele me comendo com força enquanto apoiava as mãos dela. sobre os próprios joelhos pra deixar as investidas mais confortáveis. Nicanor tirava de mim tudo que eu podia dar.
- Aaaaaahhh! Aaaaaahhh! Siiiiiiiiiiim! Siiiiiiiiiiim! Aaaaaaaaahhhh! Assim! – Eu tava fora de mim.
Depois de um tempo, Nicanor se desencaixou e me virou, fazendo eu entender que me deitasse de costas na mesa. Obedeci na hora e, deitada de costas, com as pernas levantadas e apoiadas no meu peito, enquanto ele me segurava firme pelos tornozelos pra manter tudo bem aberto, enfiou o pau inteiro nas minhas entranhas e ficou ali firme, metendo sem parar enquanto eu gritava de prazer. Ele me fodia por completo enquanto mordia meu pescoço, sentia dor mas adorava. Ele se jogava todo na minha buceta aberta, e o pau dele, que antes era o dono absoluto do meu cu, agora fazia o que queria com a minha boceta.
- Aaaaah! Aaaaah! Aaaaah! Aaaaah! Aaaaah! – Eu gemia que nem uma puta.
Ele metia com toda força, sem parar de morder meu pescoço. O corpo enorme dele fazia pressão a cada investida em cima de mim. Faltava ar por causa dos orgasmos que Nicanor me dava. Perdi a noção do tempo. Só sentia ele me cavalgando até gozar dentro de mim por completo. O esperma dele, depois de se desencaixar com dificuldade, escorreu devagar pra fora até manchar a toalha chinesa verde. Nicanor se levantou, se vestiu e foi embora sem nem se despedir. Ouvi a porta fechar atrás dele enquanto eu ainda ficava deitada na mesa com as pernas totalmente abertas, me recuperando da fodida do Nicanor.
No dia seguinte, meu marido voltou da última viagem e a gente fez as pazes. Nessa época, a gente se encontrava várias vezes com o Nicanor, mas nunca teve a menor menção ao que aconteceu. Pouco tempo depois, Nicanor se mudou do bairro e nunca mais soube dele. Alberto nunca desconfiou de nada e vai continuar assim pelo bem dos dois.
O carro segue no ritmo pela Estrada, minhas lembranças ainda fazem minha buceta ficar molhada. Meu marido vai continuar me vendo como a mulher fiel que ele merece, e ele tem razão. Minha bunda não foi mais penetrada por ninguém, nem pelo Alberto. É a única coisa que sinto falta, de verdade, é a única coisa que sinto falta.
Meu nome é Teresa e essa história, que juro ser totalmente real, exceto pelos nomes que mudei por razões óbvias, começou num simples bar de estrada enquanto acompanhava meu marido, como fazia muitas vezes. Ele é vendedor de uma grande empresa, e eu sou só a esposa que espera em casa, entediada e, na maioria das vezes, sozinha. Somos um casal de meia-idade de Madrid, meu marido tem 49 anos e eu já tenho 46, então estamos mais pra ficar sossegados em casa, sem muita agitação. Pois bem, um belo dia em que Alberto, meu marido, precisava ir até Ponferrada a trabalho, decidi acompanhá-lo. O trajeto de Madrid a Ponferrada, na província de León, leva algumas horas, então, decidida e disposta a não ficar em casa como tantas outras vezes, vesti meu vestido mais chamativo e entrei no carro com ele. No caminho, começamos a falar do tempo perdido, da nossa época de namoro, de quando nos pegávamos na última fila do cinema do bairro ou quando transávamos no carro, voltando pra casa. A verdade é que a conversa me encheu de nostalgia e pensei comigo mesma: quanto tempo eu tinha perdido. Nunca tivemos filhos, e mesmo assim, na maioria das vezes, o trabalho do Alberto me deixava dias separada dele. Alberto estava na empresa há 27 anos, ou seja, o mesmo tempo de casados.
O barulho da estrada foi abafando nossa conversa aos poucos. Pouco depois de sair de Madrid, só olhávamos: ele pra estrada, eu pra paisagem. Seguíamos pela nacional 601, quisemos evitar a autoestrada porque Alberto odeia o trânsito delas. De repente, depois de mais de meia hora sem falar, Alberto começou a me perguntar se eu já tinha traído ele alguma vez, aproveitando as ausências por causa do trabalho. A pergunta me surpreendeu pra caralho e respondi com a mesma pergunta.
— E você? Já me traiu com outra alguma vez quando... Você tava fora? A pergunta me irritou e eu quis machucar ele com a mesma arma.
—Isso não é resposta —ele disse, com a cara séria.
Não respondi. Nenhum de nós dois continuou falando, ele pensando na minha pergunta e eu pensando na dele. De repente, ele ligou a seta e saiu da estrada.
—O que cê tá fazendo? —falei, estranhando a manobra.
—Sim. —ele disse, virando a cabeça e me encarando bem nos olhos.
—Sim o quê? —eu não tava entendendo.
—Que sim, já te traí alguma vez.
Não respondi, por mais estranho que pareça, não tava com raiva, um pouco surpresa, mas não com raiva.
—Entendo. —respondi depois de um tempo de silêncio, num tom de resignação e calma.
—Agora falta sua resposta. —ele disse sem tirar aquele olhar de cima de mim, me deixando desconfortável.
Fiquei muda por um tempo, as lembranças vieram na minha memória, lembranças de vinte anos atrás.
—Não. —falei sem me alterar.
Essa resposta não era verdade. Ele ficou um tempo com o olhar fixo nos meus olhos, depois olhou pra frente.
—Por que você demorou tanto pra responder então? —ele disse meio desorientado.
—Sei lá. Talvez pela pergunta ser tão inoportuna. —respondi enfeitando minha mentira.
Quando eu tinha 26 anos e depois de uma briguinha com o Alberto, transei com o amigo e vizinho do quinto andar, um caminhoneiro bruto e vulgar de 45 anos. Me arrependi com o tempo, mas naquela época eu sentia que a vida tava escapando nas sombras da monotonia, então, por estar brigada com meu marido e ele estar ausente, apressou o que tinha que acontecer, a fraqueza da carne costuma vencer nesses casos. Talvez por ele ser amigo do Alberto, eu não confessei, acho que doeria mais do que se fosse um estranho. A verdade é que foram três encontros em três dias de ausência do Alberto, mas três encontros que me levaram pra Lua. Nicanor, o amigo dele, não valia nem metade do Alberto, era um metido e machista que saía por aí contando os segredos de cama das mulheres com quem transava. Ele se gabava. Depois de ter fodido com quase todas as casadas do bairro, o pior era que ele contava os pequenos segredos íntimos, as fraquezas, as fantasias, até as posições eram encenadas por esse idiota de mente curta, embora de pau grande (pelo menos nisso a natureza foi generosa). Resumindo, todas as mulheres que caíam estupidamente entre as pernas dele viravam assunto de bar e barbearia da região. Eu era uma delas. De mim, ele contava que me iniciou no sexo anal, que teve que vir ele desvirginar meu cu. Fiquei muito tempo tremendo de medo de que o Alberto descobrisse. Mas o tempo foi passando, e aqui estou eu mentindo pra não machucar o Alberto.
Sim, é verdade que os três encontros foram fogosos, sexualmente falando. Sem enrolação, vou logo dizer que o primeiro foi no terraço. Eu estava com a moral baixa, e o Nicanor estava pilhado de outra coisa. Ficamos conversando sobre meus problemas com o Alberto, sobre o quanto eu me sentia sozinha. Resumindo, depois de meia hora, acabei contando intimidades do meu casamento. Eu falava sem parar, e ele ouvia, de vez em quando sentia pena de mim e me dizia coisas carinhosas. Não sei como aconteceu, mas num instante me vi rodeada pelos braços fortes do amigo do meu marido, e do abraço e dos beijos quentes passamos direto pra paixão em si. O Nicanor, que é bem pouco romântico, me levantou no colo enquanto nos beijávamos. Eu sou bem baixinha, mal tenho 1,55m, então não foi difícil pra ele me tirar do chão. Ele me sentou em cima da máquina de lavar, que estava ligada na hora, e depois de enfiar as mãos por baixo da minha saia, arrancou minha calcinha de uma vez. Abriu o zíper da calça e deixou ela cair aos pés. Consegui ver de relance o membro enorme dele já excitado. Surpresa por um momento, tentei com as mãos segurar o impulso de macho dele, mas os beijos dele impediam que minha resistência fosse realmente eficaz. Aquele caminhoneiro bruto se colocou entre minhas pernas, fazendo pressão contra mim. A força dele fazia minhas pernas se abrirem cada vez mais. ao ritmo das suas estocadas. Ele me puxava contra o corpo dele enquanto colocava o pau enorme e enegrecido na entrada da minha buceta e foi enfiando devagarzinho, mas com total descaramento. Não teve preliminares, Nicanor dava umas lapadas de pélvis tão fortes que a máquina de lavar se deslocava devagar a cada investida. Não sei se foi a máquina ou foi o Nicanor, mas o fato é que depois de uns minutos em que ele não parava de me foder com brutalidade, eu tive um dos orgasmos mais barulhentos da minha vida, aliás, até hoje lembro com tesão. A foda não durou mais de uns quinze minutos, nem me preocupei se alguma vizinha podia me ver, eu tava no sétimo céu empalada por esse caminhoneiro de 1,90m de altura e 25cm de virilidade. Nem me importei que ele deixasse a semente dele dentro de mim. Tão ordinário foi o filho da puta que se soltou e começou a assobiar e cantarolar uma música sobre outra das suas conquistas. Subiu a calça e foi embora sem mais. Eu fiquei um tempão de pernas abertas, sem conseguir descer da máquina de lavar com medo de minhas forças falharem, e com uns gemidos que mostravam como aquele macho tinha me deixado.
No segundo dia nem teve conversa, a gente se encontrou na entrada do prédio — acho que ele tava me esperando de propósito — e depois de entrar no elevador, apertamos o 4º andar, que é onde eu moro, mas Nicanor apertou o botão de emergência e ali mesmo começamos a nos despir, eu tirei o cinto dele e desabotoei a calça, enquanto ele levantava minha saia e rasgava minha calcinha de novo, na verdade com esse cara é melhor nem usar. Começou a acariciar minha buceta com aquelas mãos enormes que ele tinha. Enquanto me beijava no pescoço, na orelha e na boca, eu tentava colaborar abrindo as pernas pra facilitar o trabalho da mão dele, era inacreditável, me sentia completamente molhada, precisava do pau daquele imbecil, ele deve ter percebido o quanto eu tava necessitada e Ele atrasou intencionalmente a operação. A gente estava colado um no outro quando, de repente, ele me virou e me colocou de frente para o espelho do elevador, separou minha perna direita e levantou até pendurar no antebraço direito dele. Eu não aguentava mais, precisava que ele me comesse logo, e ele continuava enrolando, com intenções que eu descobri depois.
— Me come logo, porra. — falei entrecortado — Faz agora, cara.
— Quer subir nas nuvens? — ele sussurrou no meu ouvido, num tom intrigante.
— Sim, sim, sim!! — respondi entre gemidos.
Foi aí que ele colocou o pauzão dele na entrada do meu cu. Com os próprios fluidos da minha buceta, ele tentou besuntar o buraco anal. Massageava com os dedos e a palma da mão como ninguém nunca tinha feito antes. Uns espasmos que me deixaram ruborizada subiram pelas minhas pernas, coxas, nádegas, costas, pescoço e cabeça. Se não fosse porque o Nicanor me segurava, eu teria desabado no chão. Ele brincou por um bom tempo com saliva e os dedos no meu buraco desejado. Apalpou com deleite e suavidade, coisa rara nele, enquanto lambia minha orelha. A posição era quase ridícula. Ele, segurando minha perna direita com o antebraço enquanto a mão dele massageava meu peito. Meu pé esquerdo, na ponta dos dedos no chão do elevador, enquanto minhas mãos se apoiavam no espelho pra tentar manter o equilíbrio. Nicanor, com a mão esquerda, passava várias vezes na boca pra ensalivar e, outras tantas, enfiava os dedos carnudos e grossos no meu cu, no começo devagar, mas depois foi ganhando velocidade conforme sentia que meu cu colaborava. Ficou assim por um tempo, claro, sem parar de mordiscar minha orelha. Eu tava a mil, confesso. Ele sofria pra caralho porque tinha que se curvar muito, considerando o tamanho dele em relação ao meu. Num dado momento, ele se levantou por completo, acho que por causa das dores nas costas, e me tirou totalmente do chão. Eu só tava pendurada pelo pau dele. antebraço direito e o que às vezes conseguia segurar com o braço esquerdo. Lembro perfeitamente que cheguei a pedir, entre gemidos, que me montasse com o pau dele enquanto ele se colocava numa posição confortável. Não exagero ao dizer que minha vulgaridade me excitava. Inclinei a cabeça e lá estava o enorme capuz avermelhado aparecendo entre minhas coxas, bem abaixo da barriga. De repente, com toda a brusquidão, ele baixou minha perna e puxou o falo para trás, fazendo com que eu me apoiasse de novo no chão. Nicanor me obrigou a ficar de quatro no chão, e eu colaborei, meio com medo da brutalidade dele. Com os pés, ele afastou meus joelhos, que já estavam no chão, e com a mão enegrecida pelos motores dos caminhões, me pegou pelo cabelo e enfiou minha cara no chão. Senti ele procurando uma posição ideal para ele e, logo em seguida, senti a pressão da cabeça do pau dele tentando penetrar meu cu virgem. Eu e meu marido já tínhamos tentado quando namorávamos, mas nunca chegamos ao fim. Ele pressionou e pressionou, eu tentei fechar os olhos, ele continuou pressionando. Já de olhos fechados, senti que, aos poucos, ele ia vencendo a resistência. Nicanor parou de repente e, separando a cabeçona enorme, cuspiu várias vezes no meu cu. Depois, se abaixou e, com a língua, abriu o buraco que tanto desejava. Eu não conseguia abrir os olhos, estava no paraíso. A língua dele era tão ativa quanto o pau, entrava no meu cu com toda a facilidade, ajudada pela própria baba que Nicanor produzia, sedento de me foder. Eu continuava de olhos fechados, tentando imaginar um amante digno de contos de fadas. Senti, ainda de olhos fechados, ele trocar a língua pelo pau. Dessa vez, o cu estava mais lubrificado, eu continuava de olhos fechados, vivendo o maior êxtase de uma mulher. Senti a cabeçona dele se posicionar na entrada, colaborei arqueando as costas para que a verticalidade do meu cu facilitasse a penetração, esperando ansiosa que aquela massa de carne entrasse aos poucos e inundasse minhas entranhas para sempre. Não Dio tempo, Nicanor deu um empurrão certeiro e meteu aquele pau carnudo e quente dentro do meu cu, tenho certeza que o comprimento inteiro se enfiou nas minhas entranhas de uma só vez, não consegui evitar o grito enquanto meus olhos se arregalavam, quase saindo das órbitas.
—Aaaaaaah! —Gritei.
—Não esperava por essa, né? —Ele cuspiu entre risadas enquanto entrava e saía de mim rapidinho.
—Ahh, ahh, assim, ahhh, ahhh, assim, ahhh, ahhh! —Ofegava sem conseguir disfarçar.
A dor do momento tinha dado lugar a um prazer imenso, imenso. Nicanor me fodia com pressa, como se tivesse urgência. Me dava umas estocadas que machucavam meu rosto, já que eu ainda estava apoiada no chão, com a bunda levantada, aguentando a pica daquele animal, daquele animal desejado. Meus olhos não conseguiam fechar, tenho certeza que reviravam enquanto ele entrava e saía de mim. Nunca imaginei que sexo anal fosse tão gostoso. Em segundos, a lubrificação já era completa, ajudada pela cusparada do bruto que me montava com gosto. Ele bufava atrás de mim e eu ofegava igual uma menina. Os tapas que eu levava na bunda, por causa da violência com que ele me atravessava, dava pra ouvir lá fora do elevador. Ficamos assim por um tempo, ele cavalgando ferozmente e eu recebendo passivamente aquela piroca enorme de garanhão. Meu cu não fechava, eu sentia porque ele tirava o pau inteiro pra fora e, na mesma estocada, enfiava tudo de novo. Tenho vergonha de confessar que, enquanto Nicanor cavalgava na minha bunda, tirando e metendo a pica nas minhas entranhas, minha cara estava completamente desfigurada, até lembro que babava igual um bebê porque não conseguia fechar a boca enquanto ele me empalava por trás. Tive dois orgasmos seguidos até ele gozar inteiro dentro de mim.
O mesmo que tinha acontecido no dia anterior se repetiu. Ele se levantou e começou a se vestir rápido, assobiando aquela merda. canção. Eu, pelo contrário, fiquei um tempão com as pernas abertas e a bunda pro ar, como se quisesse mais. A real é que minhas pernas não obedeciam, não conseguiam por causa do vai e vem dos minutos anteriores.
— Quer mais? Não tá satisfeita? — Ele falou com aquela risada idiota.
Eu não respondi. Juntei forças do fundo do poço e tentei me levantar aos trancos e barrancos, me vesti como deu e a gente seguiu no elevador. Eu fiquei no meu andar e ele foi pro dele. Naquela noite, lembro que minha bunda tava doendo pra caralho, mas toda vez que pensava no momento que a gente tinha curtido, eu ficava excitada de novo.
Na noite seguinte, enquanto eu tirava a mesa depois do jantar, a campainha tocou. Estranhando o horário, já passava das nove da noite, fui até a porta e olhei pelo olho mágico: era Nicanor, o atrevido do Nicanor. Fiquei na dúvida se abria ou não. Decidi abrir pra dizer que tudo tinha acabado.
— O que você quer, Nicanor? — Falei com um tom sério e cara fechada.
— Quero entrar, conversar com você. — Ele respondeu num tom de risada.
— Desculpa, não quero continuar com isso, foi uma idiotice minha que não vai se repetir. Amo meu marido e não quero dar motivo pra fofoca das vizinhas do bairro. Tá bom, por favor. — Expliquei quase implorando.
— Fica tranquila, mulher, me deixa entrar e eu me despeço, você vai ver, não precisa ter medo de nada. — Ele disse enquanto fazia uma cara falsamente triste.
Eu hesitei um instante, olhei em volta pra ver se tinha alguma vizinha curiosa e deixei ele entrar, me afastando pro lado.
— Só um pouco, fala o que tem que falar e vai embora. A nossa história acabou, Nicanor. — Avisei bem séria.
— Tá bom, hoje vai ser a última vez que a gente fica junto, eu prometo. — Ele confessou num tom bem baixinho.
Nicanor começou a dizer que tava apaixonado por mim, que as outras eram só aventuras, que gostava de mim, gostava do meu marido, que tinha curtido pra caralho as duas noites anteriores, blá, blá, blá. bla. Ele ficou mais de vinte minutos falando, depois se despediu e foi em direção à porta, eu o segui sem dizer nada. Ao chegar na porta e antes que ele a abrisse, ele se virou para mim e disse:
—Bom, Tere, é aqui que me despeço. —Ao dizer isso, ele ficou olhando fixamente nos meus olhos. Eu não sabia se me despedia com um aperto de mão ou com um beijo de amigos. Hesitei por alguns segundos, enquanto ele não tirava o olhar dos meus olhos. Eu também olhava nos dele, esperando seus movimentos. Em alguns segundos, ele baixou a cabeça para me beijar na bochecha e eu virei o rosto para que ele fizesse isso, no entanto, Nicanor, usando um truque velho, virou o rosto no último momento quando eu virava o meu e me beijou na boca. Não reagi e ele tomou aquilo como uma permissão. Ele me envolveu com os braços pela cintura até me puxar completamente para perto dele. Instintivamente, beijei sua barriga, já que estava na altura da minha boca, e ele se abaixou para me beijar na boca, com suavidade, sim, com suavidade, talvez ele soubesse que era a última vez que me beijava. Depois, foi só seguir nossa paixão. Na verdade, eu não o amava, para mim era só sexo puro e duro, para ele, suponho que eu fosse mais uma peça na sua caçada particular. Ele me levantou no colo sem parar de me beijar e foi para a cozinha. Lá, com o braço esquerdo, ele afastou o prato e o copo onde tinha comido momentos antes e, depois de tirar também a toalha de mesa de tecido chinês, me sentou sobre a mesa. Nicanor se afastou um pouco e desabotoou a camisa lentamente, sem tirar os olhos de mim. Depois, se aproximou de novo e me beijou enquanto as mãos dele deslizavam pelo meu pescoço. A língua dele era carnuda e tinha uma vitalidade deliciosa. Ele se afastou de novo e desabotoou as calças, deixando-as cair no chão. O corpo forte dele, só de cueca branca, tinha um aspecto viril que qualquer mulher pagaria para ter. Ele se aproximou de novo e a boca dele prendeu a minha mais uma vez. Ele brincava comigo, naquele momento não era o mesmo Nicanor dos dias anteriores. Outra... Uma vez ele se separou de mim e as mãos dele soltaram a cueca branca. Era impressionante e ridículo ao mesmo tempo. Tinha na minha frente um gigante totalmente pelado, mas ainda de sapatos e meias. Esbocei um sorriso ao vê-lo assim, percorri o corpo dele de baixo pra cima e, quando cheguei na cintura, vi que o pau dele estava crescendo. Dava pra ver claramente o tamanho enorme, nos dias anteriores eu tinha sentido, mas não tinha reparado direito no tamanho real comparado com o corpo dele. Estava totalmente na horizontal, meu antebraço era menor que o membro dele. Com um sorriso nos lábios, pulei da mesa e me aproximei. Me inclinei e lambi a cabeçona dele com prazer, afinal, se era a última vez, que fosse pelo menos proveitosa. Ele ficou ereto, eu, pelo contrário, agarrei o pau dele com as duas mãos e brinquei à vontade, babava tudo e levava até a garganta. Nisso eu era expert, porque o Alberto era viciado em boquetes. Uma das vezes, quase tive um engasgo e por pouco não vomitei a janta, porque ele fez pressão e bateu de uma vez na minha garganta. Me posicionei melhor e enfiei tudo de novo na boca, dessa vez engolindo os 25 centímetros inteiros, mas tive que aliviar rápido porque tava difícil respirar com aquilo na garganta. O Nicanor soltava uns bufos enormes, sinal claro de que dessa vez era eu quem mandava. Enquanto engolia o membro enorme dele, minhas mãos estavam agarradas nas nádegas dele. Apertava e separava num jogo que o excitava. Com os dedos, brincava com o cu dele, arrancando mais de um gemido. Sabia tirar proveito da situação e me sentia à vontade. Cheguei até a enfiar os dedos de leve no rabo dele, me sentindo a verdadeira dona da cena. Nicanor bufava e bufava enquanto eu engolia o pau descomunal dele e mexia no cu daquele macho dominante. Sei que os caras adoram isso, por isso caprichei. nisso. A saliva escorria pelos meus lábios e no vai e vem do falo dele na minha garganta. A verdade é que minha autoridade durou muito pouco, porque a excitação do Nicanor ficou insustentável, e ele começou a foder minha boca com frenesi, as mãos dele agarraram minha cabeça e me puxaram pra ele, amassando todo meu cabelo. Tentei me soltar pra pegar ar, mas ele não deixava, continuava fodendo e fodendo minha boca igual um bicho. Com as mãos, fiz pressão contra ele pra tentar me afastar, mas era impossível, o pau enorme dele chegava até minha garganta e parecia que ia entrar até minhas entranhas pela boca, eu queria vomitar, queria respirar, mas ele não deixava, meus olhos imploravam por ajuda, fiz sinais, mas o Nicanor não olhava pra mim, só olhava pro teto enquanto aumentava o ritmo das estocadas dentro da minha boca. De repente, senti: uma porrada viscosa e quente jorrou pela minha boca, escorrendo até a garganta. Uma parte saiu disparada pelo canto dos lábios, empurrada pra fora pela própria pressão do pau do Nicanor. Se eu quisesse me livrar, tinha que engolir a porra dele, e foi o que fiz: engoli, engoli e engoli até minha boca ficar livre do líquido seminal dele. Foi aí que o Nicanor afrouxou a pressão e eu consegui me soltar. Fiquei um tempão apoiada no chão, respirando fundo, ofegante pela falta de ar, minha cara toda lambuzada de porra do Nicanor, e ele recuperando as forças com o olhar perdido no teto.
— Desculpa, não consegui evitar. — Ele falou baixinho.
Quando recuperei o fôlego, me levantei, sem tirar os olhos dele. O Nicanor tava ali, parado. Agora me olhava atento, me seguindo com o olhar, tava começando a me preocupar.
— Tere, vem aqui, por favor. — Ele ordenou com um certo jeito amigável.
Eu obedeci, mas bem devagar, não tava segura do que passava na cabeça dele. Me aproximei e ele me envolveu nos braços de novo. Me beijou, mordiscou meu pescoço, ele sabia que aquilo era meu ponto fraco. Fraqueza. Ele mordiscou minha orelha. Fechei os olhos e me deixei levar por ele. Percebi que ele se abaixou e desabotoou minha calça jeans. Senti quando ele a deslizou até os joelhos. A mão dele passou pela minha calcinha branca, ele percebeu que minha buceta estava escorrendo de tão molhada que tava. Os dedos dele roçaram meu sexo por cima do tecido, eu me arrepi toda de prazer. A mão dele agarrou minha buceta inchada e molhada, tentei abrir as pernas pra mão enorme dele passar entre minhas coxas apertadas. Não consegui, a calça nos joelhos me impedia. Esperei que ele me libertasse dela, mas ele não fez isso. Tirou a mão da minha buceta e me abraçou forte. A boca dele se aproximou da minha, senti o calor. A língua dele entrou na minha boca enquanto as mãos dele agarravam minha bunda, apertavam, batiam, castigavam, abriam e fechavam. O pau enorme e quente dele estava apertado contra minha blusa, na altura dos meus peitos. Sentia ele recuperando o poder aos poucos. A dureza dos meus mamilos aparecia mesmo com a blusa e o sutiã. Queria que ele me comesse logo, mas não pedia, só ficava de olhos fechados, imaginando uma situação idílica. Quando ele terminou de castigar minha bunda, me virou e me apoiou na mesa. A mesa era muito alta pra mim, então ele me pegou pela cintura e me colocou de bruços nela, com os pés balançando porque eu não alcançava o chão. Senti que ele ia me foder ali mesmo, esperei ansiosa. Nicanor se distraiu um tempão que pareceu uma eternidade. Ele procurava alguma coisa, eu tava desesperada, queria que ele me fodesse.
— Preciso do seu cinto. — Ele disse.
Se abaixou e soltou o cinto da minha calça. Amarrou meu pé esquerdo na perna da mesa, tirou minha calça jeans completamente e depois pegou o cinto dele de volta e amarrou meu pé direito na outra perna da mesa. A tensão doía porque a calça impedia que eu abrisse as pernas por completo. Em seguida, ele agarrou minha calcinha molhada e baixou um pouco, deixando minha bunda toda de fora. Depois, ele se... Pensou e puxou elas até rasgar tudo por completo.
Nicanor se inclinou e começou a meter a língua no meu buraco anal. O prazer que ele me dava não tinha preço.
— Aaaah! Aaaah! — Eu gemia igual uma possessa com as lambidas do Nicanor.
Ele enfiava a língua carnuda no meu cu sem parar. As mãos enormes dele mantinham minhas nádegas abertas. Minha buceta escorria toda com a língua ativa que lutava pra entrar no meu rabo. Eu não conseguia abrir os olhos, não queria acordar daquele sonho.
— Me fode! Me fode! — Eu gritava desesperada, mas o Nicanor tinha o próprio ritmo e não parecia querer mudar. A língua dele continuava firme no trabalho. Virava pra um lado, virava pro outro, parava, fazia pressão pra entrar, recuava. Meu cu tava receptivo, dava pra sentir claramente, mas o Nicanor não se decidia a tomar. De repente, ele se levantou e eu senti pelos passos que ele tava indo embora. Abri os olhos e vi que ele foi até a geladeira. Quando passou por mim, vi que o pau enorme dele tava durasso, imponente. Ele pegou o pote de manteiga e eu fechei os olhos de novo pra imaginar minha fantasia. Ele abriu o pote e, depois de uns segundos, senti a mão dele passando uma porrada de manteiga entre minhas nádegas. Uma batalha me esperava, e eu tava a fim de aproveitar.
Nicanor espalhou a manteiga por toda a área que ele achou viável e depois aproximou o membro quente na entrada do meu cu. Apertei os olhos com força, instintivamente, quando senti a cabeçona enorme dele parar na entrada. Percebi que ele passava manteiga no pau todo e senti ele fazendo pressão pra entrar. Tentei relaxar pra facilitar a manobra, e ele agarrou minhas nádegas com as mãos meladas, fez pressão pra dentro e, naquele momento, um puta pau quente se enfiou na minha cavidade anal, ajudado pela lubrificação da manteiga, pelas nádegas abertas e pela pressão enorme do Nicanor.
— Aaaaaaahhhhhh! — O grito foi de Prazer, sim, de prazer. Meus esfíncteres se abriram pra ele.
Nicanor começou a me foder na hora, e sabia fazer muito bem. Aproveitando a força descomunal dele, a posição privilegiada de macho dominante e a facilidade que meu cu besuntado proporcionava, ele começou a bombar de um jeito que eu gozei num instante. O pau inteiro dele entrava na minha barriga e o pau inteiro saía dela. As estocadas eram tão certeiras que mal paravam na entrada.
— Aaaaahhh! Aaaaahhhh! Aaaaaaaaahhhh! Pelo amor de Deus, Nicanor!
Eu sentia fios de líquido viscoso escorrendo das minhas coxas, saindo da minha buceta. Esse homem estava arrancando um orgasmo bestial de mim. Nicanor não dizia uma palavra, nem fazia um som, só se limitava a cumprir o papel dele de me montar do único jeito que sabia. Minhas mãos tentavam se agarrar em qualquer coisa. Peguei a toalha da mesa e puxei pra mim por causa das convulsões do orgasmo. Rapidamente procurei outro apoio mais firme, porque a toalha tinha derrubado o prato e o copo no chão, enchendo de cacos de vidro toda a área debaixo da mesa. Estiquei o braço e, com a mão direita, consegui me segurar com dificuldade na borda da mesa, já que Nicanor não parava de me montar como um cavalo, fazendo meu corpo balançar pra caralho a cada estocada dele. Se eu não conseguisse me segurar com a outra mão, perderia o equilíbrio e cairia no chão, embora, empalada como eu estava, duvido que ele me deixasse cair. Nicanor não parava de dar estocadas violentas no meu cu. Tirava o pau completamente pra meter de novo inteiro, e o buraco do cu nem fechava, porque antes de fechar já tinha aquela massa fálica entrando com fúria de novo. Bombava e bombava sem parar. A manteiga já escorria pelas minhas nádegas e coxas e caía no meu jeans. Meus gritos deviam estar sendo ouvidos no prédio inteiro, já não dava mais pra disfarçar. Nicanor percebeu que eu estava escorregando pela lateral da mesa e resolveu com uma solução salomônica. Me agarrou Puxou meu cabelo com força e puxou pra trás com fúria. Naquele momento não tinha diferença entre um cavaleiro e sua gostosa ou o Nicanor e eu. Doía, mas pelo menos me segurava. Quando me agarrou pelo cabelo e puxou pra trás, fez com que as investidas fossem mais profundas, porque senti claramente o pau dele entrando até o fundo do meu ser. Imagino que só os colhões dele batiam na entrada do meu cu.
Nicanor se abaixou um pouco enquanto segurava meu cabelo firme com a mão direita. Soltou o cinto da perna esquerda da mesa e depois, trocando de mão mas sem soltar meu cabelo, repetiu a operação com a perna direita. Tudo isso sem parar de me foder. Assim, fiquei com as duas pernas penduradas, que por inércia tentaram se juntar, mas o pau do Nicanor não deixava elas se unirem completamente. Fui obrigada a manter as duas pernas abertas pra não sentir tanta dor com as estocadas que ele dava. Até hoje me surpreendo como o Nicanor fazia essas enrabadas com tanta facilidade, quase sem causar dor.
Depois de um tempinho, sempre sem parar de me foder igual um animal, ele me agarrou pela cintura e, de pé, com aquela força enorme, me levantou e me abaixou pra minha buceta engolir por completo o pau dele, vermelho de tanta batalha. Cada vez que me abaixava, sentia aquela coisa entrando dentro de mim pra saciar minha sede de sexo, e quando subia de novo, já queria que ele me abaixasse de volta naquela vara dura. Me sentia uma prisioneira sendo empalada pelos inimigos.
Depois de um tempo me fodendo de pé, ele me soltou e me colocou em cima da mesa da salinha. Ele subiu também e começou uma verdadeira aula de ginástica pra mim. Abriu minhas pernas completamente e começou a meter com força na minha buceta, me causando uns espasmos acompanhados de gemidos que dava pra ouvir lá fora do apartamento. Eu de quatro, com as mãos apoiadas na toalha verde da mesa, e ele me comendo com força enquanto apoiava as mãos dela. sobre os próprios joelhos pra deixar as investidas mais confortáveis. Nicanor tirava de mim tudo que eu podia dar.
- Aaaaaahhh! Aaaaaahhh! Siiiiiiiiiiim! Siiiiiiiiiiim! Aaaaaaaaahhhh! Assim! – Eu tava fora de mim.
Depois de um tempo, Nicanor se desencaixou e me virou, fazendo eu entender que me deitasse de costas na mesa. Obedeci na hora e, deitada de costas, com as pernas levantadas e apoiadas no meu peito, enquanto ele me segurava firme pelos tornozelos pra manter tudo bem aberto, enfiou o pau inteiro nas minhas entranhas e ficou ali firme, metendo sem parar enquanto eu gritava de prazer. Ele me fodia por completo enquanto mordia meu pescoço, sentia dor mas adorava. Ele se jogava todo na minha buceta aberta, e o pau dele, que antes era o dono absoluto do meu cu, agora fazia o que queria com a minha boceta.
- Aaaaah! Aaaaah! Aaaaah! Aaaaah! Aaaaah! – Eu gemia que nem uma puta.
Ele metia com toda força, sem parar de morder meu pescoço. O corpo enorme dele fazia pressão a cada investida em cima de mim. Faltava ar por causa dos orgasmos que Nicanor me dava. Perdi a noção do tempo. Só sentia ele me cavalgando até gozar dentro de mim por completo. O esperma dele, depois de se desencaixar com dificuldade, escorreu devagar pra fora até manchar a toalha chinesa verde. Nicanor se levantou, se vestiu e foi embora sem nem se despedir. Ouvi a porta fechar atrás dele enquanto eu ainda ficava deitada na mesa com as pernas totalmente abertas, me recuperando da fodida do Nicanor.
No dia seguinte, meu marido voltou da última viagem e a gente fez as pazes. Nessa época, a gente se encontrava várias vezes com o Nicanor, mas nunca teve a menor menção ao que aconteceu. Pouco tempo depois, Nicanor se mudou do bairro e nunca mais soube dele. Alberto nunca desconfiou de nada e vai continuar assim pelo bem dos dois.
O carro segue no ritmo pela Estrada, minhas lembranças ainda fazem minha buceta ficar molhada. Meu marido vai continuar me vendo como a mulher fiel que ele merece, e ele tem razão. Minha bunda não foi mais penetrada por ninguém, nem pelo Alberto. É a única coisa que sinto falta, de verdade, é a única coisa que sinto falta.
3 comentários - Traí meu marido com outro