Memórias quentes de uma novinha (Completo) (Ass 91.0)

Fala, galera! Como vocês tão?
Hoje vou contar uma história que rolou comigo no fim de semana.
Pra quem já me conhece (e pra quem ainda não), meu nome é Brenda, 22 anos, curto muito esporte, mais precisamente levantamento de peso. Treino 5 dias por semana e nos outros dois faço cardio leve (saio pra correr pelas praias de Zipolite).

Aqui vou mostrar umas fotos recentes dos meus resultados de treino.Memórias quentes de uma novinha (Completo) (Ass 91.0)


loira


orgia


praia


gostosaDia 1

Como vocês sabem, eu trabalho meio período como recepcionista num hotel, e meio período numa loja de biquínis, onde também faço modelo pra promover as peças que chegam. Isso aconteceu numa sexta-feira à tarde, umas 5 da tarde. Eu tava sentada na frente da loja vendo o povo passar (vale mencionar que, como tanto o hotel quanto a loja ficam perto da praia, posso ficar de biquíni, e aquele dia não foi exceção), quando um grupo de 3 caras passou na minha frente. Os três viraram a cabeça ao mesmo tempo pra me olhar, e eu só sorri e continuei na minha, sem dar muita bola. De canto de olho, vi que eles pararam uns metros à frente, começaram a conversar alguma coisa e os três voltaram quase correndo pra loja. Começaram a fazer perguntas sobre vários biquínis e pediram pra entrar pra ver melhor. Deixei eles entrarem e comecei a mostrar o que pediam. Não sei se de propósito ou se realmente não faziam ideia de que peça queriam, mas me fizeram rodar a loja inteira. No fim, escolheram um par de shorts e uma camiseta sem manga. Antes de comprar, quiseram provar, então levei eles pros provadores que ficam nos fundos. Enquanto dois caras trocavam de roupa, eu esperava lá fora, quando um deles se aproximou e se apresentou: "Oi, sou David", disse estendendo a mão. "Sou Brenda, prazer, David." Depois de bater um papo sobre como tava a venda e eles me falarem que tinham acabado de chegar na região, me perguntaram por um bar pra tomar um drink. Indiquei onde tinha um e eles me convidaram pra tomar um gole. Fiquei meio na dúvida, então recusei, mas depois de um tempinho de conversa e um joguinho de olhares, aceitei. Falei onde a gente se encontraria e fui fechar a loja. Eles, educadamente, me esperaram e fizeram companhia até eu sair. Chegando em casa, me troquei pro que vinha pela frente. Tomei um banho e me troquei: coloquei uns shorts brancos e uma blusa decotada. Não tenho muito peito, haha, mas já percebi que decotes deixam os caras loucos. Os caras.

Umas fotos de como eu tava vestida quando tava na loja.menage

fitness

enrolada

lugar publico

O istmo

banheiros publicosUmas fotos de como fui vestida pro bar.Memórias quentes de uma novinha (Completo) (Ass 91.0)

loira

orgiaExatamente às nove horas em ponto, a gente se encontrou no bar, só que dessa vez só vieram o David e o Jorge, que era um dos caras que chegou na loja mais cedo. Quando perguntei pelo ausente, eles disseram que ele não tava se sentindo bem. Pedimos umas cervejas e ficamos batendo papo, tudo normal, falando dos nossos hobbies, esportes (mesmo eu não manjando muito disso), da praia. Conforme a cerveja ia se acumulando na mesa e as horas passavam, decidi que era hora de ir embora. Os dois concordaram e se ofereceram pra me levar em casa. Como eles tinham carro, entrei no banco do carona e o Jorge foi pro banco de trás. Enquanto a gente conversava, eu percebia o Jorge se esticando pra ver onde meu decote ia parar. Quando notei e chamei ele de tarado, ele ficou vermelho e confessou que me achava uma gostosa pra caralho, além de amar minhas pernas. Meio tonta pela cerveja, agradeci o elogio e falei que se ele quisesse, podia tocar. Sem pensar duas vezes, ele passou a ponta dos dedos dos meus joelhos até minhas coxas. Fez de um jeito que me fez pular no banco. Quando vi que eu tava corada (pelo menos foi o que os caras disseram), o David perguntou o que foi. Não soube o que responder e só dei um sorriso. Chegando na minha casa, desci do carro, me despedi do David com um beijo na bochecha e saí. O Jorge saiu correndo atrás e se ofereceu pra me acompanhar até a porta. Aceitei e a gente foi até meu apartamento. Na entrada, o Jorge falou que se divertiu pra caramba e que queria repetir, mas dessa vez com os três caras e eu. Hesitando, falei que não tinha certeza. Aí ele chegou perto e me deu um beijo na boca. Primeiro foi suave, depois foi esquentando. Senti a língua dele se mexendo dentro da minha boca e a mão dele na parte de baixo da minha cintura. Quando a gente se separou, os dois estavam ofegantes. Falei que se ele me desse outro beijo daquele, com certeza ia rolar. Ele sorriu e me apertou contra ele, me deu um beijo longo enquanto a mão dele descia pra minha bunda. Deu um tapa que com certeza o David ouviu, e eu sorri e briguei com ele. Ele só sorri e eu entro em casa. Antes de entrar, mexo um pouco a cintura e abro minha blusa enquanto sorrio. A cara de espanto dele foi tanta que ele correu os dois passos que me separavam, se jogando em mim. Contra toda minha vontade, tive que pará-lo e dizer que estavam esperando por ele. Antes de ir, dei meu número e repetimos aquele beijo que me deixou molhada a noite inteira.

Dia 2

No meu trabalho no hotel, o dia passou sem muitas novidades. A única coisa legal daquela manhã foi trocar mensagens com o Jorge. Aos poucos, fomos ganhando mais confiança, e a conversa foi puxando mais pro erótico e pro sexual. Assuntos como quantas parceiras, quais posições a gente gosta. Num momento, ele tocou no assunto que os caras tinham adorado, e que ele ficou com vontade de mais beijinhos (e algo mais). Então ele propôs que a gente se encontrasse no apartamento dele naquela noite, tomaria algo e ficaríamos os quatro: David, Jorge e Juan (esse era o nome daquele cara da loja). Com um pouco de expectativa do que podia rolar, aceitei. Falei pra eles me encontrarem na loja na hora de fechar (19:30) e de lá iríamos pro apartamento dele. Ele topou de boa e seguimos com nosso dia. Eu me arrepiava só de pensar que podia transar com três caras de novo. Quartetos não são algo que faço sempre, mas sempre são satisfatórios de fazer, satisfatórios e prazerosos, muito prazerosos. Antes de entrar na loja, passei em casa, tomei um banho e vesti uma roupa confortável: um shorts e uma blusa de alcinha, mas sem as alcinhas hehe.

Uma foto no chuveiro que mandei pro JorgepraiaUma na minha calcinhagostosaMinha roupa escolhida hehemenage

fitness

enroladaExatamente às 7 horas, vejo a caminhonete dos caras lá fora e o Jorge entrando na loja. A gente se cumprimenta com um beijinho e bate um papo sobre o dia. Quando ele me viu de shorts, quase caiu pra trás, dizendo que meu rabo ficava bem saliente. Perguntei se ele queria tocar pra ver se era só o shorts, ele topou e eu o levei pros provadores. Lá dentro, entramos num cubículo e começamos a nos beijar que nem loucos. As mãos dele percorriam meu corpo, da cintura aos ombros, passando pelos quadris e apertando minha bunda. Dava pra sentir o clima esquentando. Enquanto o beijava, levei a mão até a virilha dele e senti um volume enorme que cabia na minha mão. Minha cara deve ter denunciado, porque ele só riu e começou a beijar meu pescoço enquanto eu ainda estava pasma. Quando desci um pouco mais, ele me pegou pelos ombros e me abaixou. De joelhos, vi ele desabotoar a calça, ficando só de cueca. Abri a porta pra ver se não tinha cliente, e vendo o lugar vazio (e com os amigos do Jorge "cuidando" do pedaço), comecei a puxar a cueca dele devagar, vendo aquele pedaço de carne saindo do confinamento. Peguei com uma mão e ainda sobrava quase metade pra fora; facilmente chegaria na metade da outra mão, mas o que me impressionava era a grossura. Apertando com força, meus dedos mal se roçavam. Sem pensar duas vezes, umedeci os lábios e dei um beijo nos colhões dele — um beijo molhado, quente, que com certeza fez o Jorge tremer. Passei a língua pelo tronco até a cabeça, onde brinquei com a língua, fazendo ela percorrer toda a cabecinha. Depois, voltei pros colhões, enfiando eles na boca. Os gemidos do Jorge não demoraram, e comecei a subir de novo. Dessa vez, com a cabeça dele nos meus lábios, fui enfiando devagar na boca, tentando não babar na minha roupa ou na dele (não queria me sujar antes dos outros caras me verem). Quando chegou perto da metade, comecei a... Senti ânsia, então desci um pouco mais e fiquei ali uns segundos. Quando tirei da boca, não consegui evitar puxar o ar e soltar um pouco de cuspe que foi parar no chão. Enquanto batia uma pra Jorge, minha mão ficou molhada com a saliva que tinha deixado no pau dele. Ajoelhada, masturbando ele, ouvi os caras cumprimentando alguém. Abri o cubículo e vi uma mina entrando. Rápido, me levantei e saí pra atender, mas como tava perto de fechar, falei que não tinha serviço. Relutante, ela aceitou e saiu da loja. Vi Jorge saindo do provador com o volume ainda na calça. Ele disse que não queria mais esperar por mim, e fomos pro carro. Quando saímos, os caras me devoravam com o olhar, olhavam minhas pernas, meus olhos, minha barriga, mas sem dúvida o que mais olhavam era minha bunda e minhas coxas. Fechei a loja e subi no carro. A noite ia ficar interessante...

Dirigimos pro apê dos caras o mais rápido possível. No carro, notei a ansiedade do Jorge pra chegar. O volume na calça dele tava prestes a explodir. Tentando aliviar as coisas, comecei a passar a mão na perna dele enquanto me aproximava do ouvido e dizia o quanto tava com vontade de ser penetrada por ele. Do mesmo jeito, joguei um olhar safado pro João, que tava de carona com o Davi. Aí dei um beijo profundo no Jorge, que começou a amassar meus peitos por cima da roupa enquanto eu tocava o volume dele por cima da calça. Quando tava perto do apê, o Davi falou que tinha uma ideia e virou em direção a uma praia que costuma ser deserta. Quando percebi isso, só sorri pro Jorge e desabotoei a calça dele. A praia tava a 10 minutos, então dava pra ajudar ele com a "pressão" um pouco. Tirei a calça dele até os tornozelos e me ajoelhei no banco do carro. Dei um beijo longo na boca dele enquanto tirava o amiguinho dele da cueca. Passei minha língua pelo torso dele até chegar na cabeça do meu amiguinho. Deixei cair um pouco de cuspe na cabeça dele e comecei a... masturbando ele devagar
enquanto olhava fixo nos olhos dele, de repente David freou bruscamente, encostou o carro
e mandou Juan comprar umas camisinhas, as que tinham ficaram no
apartamento e o que viria depois merecia. Enquanto Juan corria
atrás das camisinhas, eu enfiava aquele pau na minha boca, por mais que tentasse não
passava da metade, me dava ânsia e umas lágrimas rolavam pelas
minhas bochechas, quando tirei da boca a saliva escorria sujando os bancos,
as pessoas passavam perto da caminhonete, talvez algumas viram o movimento da
minha cabeça subindo e descendo, ou talvez ouviram as ânsias. Juan chegou no
carro e David arrancou, estávamos mais perto da praia. No caminho, Jorge
tirou minha blusa me deixando de sutiã,
depois de me admirar por uns segundos, tirou o sutiã deixando meus
peitos à mostra, sem cerimônia se jogou neles lambendo meus mamilos como
um desesperado, mordiscando de vez em quando e brincando com a ponta da língua, fazia maravilhas
com a boca. Joguei o corpo pra trás enquanto ele me segurava pelas costas baixas
pra eu poder aproveitar melhor meus peitos e notei a cara de Juan totalmente
aberta, era quem menos acreditava naquela cena. Peguei a mão dele e
coloquei na minha bunda, depois de mexer um pouco ele tomou a iniciativa e começou
a apalpar. Jorge soltou meus peitos e eu continuei o boquete, me colocando de
quatro de novo dando uma vista melhor da minha bunda apertada naqueles
shorts. Sem hesitar, desabotoei o botão e comecei a descer enquanto engolia
aquele troço na boca. Juan entendeu o recado e lentamente começou a
descer meu shorts, deixando ver umas calcinhas pretas de renda que eu tinha
colocado pra ocasião. David dirigia, acho que tava mais entretido naquela
cena do que dirigindo, pra sorte dele, estávamos entrando na praia,
procurou um lugar pra parar o carro e estacionamos. As 4 portas se abriram
ao mesmo tempo e Juan e David desceram, eu continuava tentando comer o Jorge,
depois que os Os caras deram uma olhada pra ver se não tinha ninguém por perto, me mandaram descer do carro só de calcinha e sutiã. Juan e David chegaram rápido pra aproveitar meu corpo enquanto Jorge tirava a roupa. Os dois puxaram os paus pra fora e eu vi que eram bem dotados, o do David era um pouco mais fino, mas a diferença era pouca. Eles colocaram as camisetas na areia, eu me ajoelhei na frente deles, cuspi um pouco na mão direita pra masturbar o David e com a esquerda peguei o Juan e meti na minha boca. Enquanto ele tava lá dentro, eu passava a língua na cabeça dele, até tirar e ficar brincando com a língua na ponta. Aí foi a vez do David, enfiei ele na boca e comecei a mexer a cabeça pra masturbar ele. Num momento, ele me apertou contra o corpo dele enquanto eu me afogava com o pau dele, estiquei a língua como dava e passei nas bolas dele. Isso fez ele me soltar, e eu senti as pernas dele tremerem. Achei que ele tinha gozado, mas acho que foi um orgasmo seco (não tenho certeza do que rolou ali). Jorge aproveitou pra me pôr de pé e me levar pra porta traseira do carro. Juan sentou no banco enquanto Jorge me inclinava e colocava o pau dele (já com camisinha) na entrada da minha buceta e começava a me penetrar devagar, enquanto eu segurava as pernas do Juan e ele metia o pau dele na minha boca, fazendo meus gemidos ficarem abafados. Jorge começou a bombar devagar, tirava o pau e metia de novo lentamente até a metade, tirava de novo e metia de novo devagar, me segurando pela cintura e vendo eu fazer um boquete no Juan. Aos poucos, Jorge foi aumentando a intensidade das estocadas, e também o pedaço que ele enfiava em mim, agora era mais da metade que entrava. David chegou perto de onde eu tava com o Juan e colocou o pau dele na minha mão. Agora, minha boca alternava entre aqueles dois paus, minha saliva escorria dos dois troncos, minhas mãos estavam escorregadias de tanta cusparada que eu deixava nos amiguinhos deles. Jorge aumentou a intensidade. agora eu podia ouvir o som das minhas nádegas batendo nas pernas dele e sentia dentro de mim aquele pedaço de carne, já não saía por completo, agora o percurso era da metade pra cima, a intensidade era tanta, os movimentos dele eram ritmados mas fortes, ele me puxou pelo cabelo e arqueou minhas costas, movimento que Juan e David aproveitaram pra chupar meus peitos, Jorge tirou a camisinha e gozou nas minhas costas, pude sentir a porra quente se acumular na minha lombar, me levantei de vez enquanto a porra escorria pelas minhas nádegas até minhas pernas, David e Juan se masturbavam com certa intensidade, Juan apressou pra pegar um preservativo e, sentado no carro, me virou e começou a me penetrar, bom, na verdade quem fazia o movimento era eu, ele colocou o pau na entrada e enquanto puxava minha cintura na direção dele, decidi descer quase de uma vez, enfiando aquele pau quase até o fundo, meu gemido só fez despertar meu tesão e repetir aquele movimento, eu subia e descia meus quadris enquanto Juan apertava minhas nádegas e de vez em quando me dava tapas na bunda, David ficou na minha frente, colocou minhas mãos no pau dele e comecei a masturbá-lo, ao me abaixar pra fazer um boquete, meu corpo desceu, o que fez a penetração ficar mais profunda, "aahgg aahgg aaaaahgg" eu gemia enquanto era penetrada fundo e tinha um pau na minha boca, depois de alguns minutos minhas pernas começaram a tremer e veio um orgasmo que me fez ficar de joelhos, David aproveitou a oportunidade pra gozar na minha cara, sujando meus peitos de passagem, e logo depois Juan fez o mesmo, só que gozando no meu cabelo haha, fiquei um tempo de joelhos enquanto recuperava a força nas pernas, a noite já tinha chegado e os caras disseram que era hora de ir, a praia fica perigosa de noite, peguei minha roupa na caminhonete, me vesti e subimos, no carro minhas pernas não paravam de tremer, Jorge percebeu e ficou com ciúmes de que Juan foi o responsável por aquele orgasmo, eu tentava tirar o sêmen do cabelo mas Era impossível, chegamos no meu apartamento e desci do carro, me despedi dos caras e entrei. Tive que ser rápida pra os inquilinos não me verem saindo de um carro com três caras (o que vão pensar de mim, haha). Já no meu quarto, tomei um banho quentinho pra relaxar o corpo. Antes de dormir, troquei uma ideia com o Jorge, contei pra ele a vontade que tive de provar aquele pau no meu cu, e ele disse que dava pra resolver. Falei que amanhã, antes de entrar no hotel, ia treinar, passei o nome do lugar e disse pra ele dar uma passada lá, que talvez a gente pudesse "conversar" um pouco. Ele topou e eu capotei. Ainda não sabia o que me esperava no dia seguinte.

Dia 3

Acordei cedo e me preparei pra treinar. Sabia que ia ver o Jorge, então vesti a melhor roupa de treino que tenho e fui pra academia, mas não sem antes mandar umas fotos pra ele. A vantagem de treinar cedo numa área turística é que as academias costumam estar vazias, a maioria treina nas dos hotéis e poucos vão nas independentes. Cheguei e só tinha o cara da recepção (um amigo com quem já tive umas aventuras e quem sabe um dia eu conto). Quando cheguei e cumprimentei ele, falei que tava esperando uma visita e que ia precisar de um pouco de privacidade. Ele sorriu e disse que eu podia usar os banheiros, que ele ia cuidar pra ninguém entrar. Dei um beijo nele e agradeci, ele disse que depois eu pagava.lugar publico

O istmoAqui as fotos que tireibanheiros publicosA fotinha que mandei pro Jorge
Fiquei um tempinho na esteira e vi o Jorge entrar. Fiz um sinal pro Javi que era ele que eu tava esperando e deixei ele passar, a risada dele já dizia tudo, sabia bem o que vinha. Comprimentei o Jorge e sem perder tempo, mandei ele ir pros banheiros. Como era vestiário e banheiro, tinha bastante espaço. Sem trocar uma palavra, a gente se pegou num beijo intenso, apaixonado, igual dois amantes que não se veem há tempos. As mãos dele percorriam meu corpo, tocavam minhas correntes, minha cintura, meus glúteos, apertava, amassava, dava tapas. Eu pegava no volume dele, sentia crescer nas minhas mãos, apertava, sentia o calor e a pulsação aumentando. A gente se queria e era hora de soltar as rédeas. Ajoelhei, tirei a blusa e o top esportivo, não queria sujar eles. Ele, por sua vez, baixou o short e a cueca, deixando aquele pedaço divino na minha frente. Peguei com as duas mãos e comecei a lamber. Era meu doce, meu pirulito. Minha língua percorria o tronco inteiro, as bolas, afundava minha cara nelas, mesmo que meu rosto ficasse todo melado de saliva. Aquilo tava me deixando louca. Meti na boca, minha meta era enfiar tudo dessa vez. Tinha ânsia, e a maquiagem começava a escorrer com as lágrimas que caíam, mas isso não me parava. Tava mais perto de ter aquilo na boca de uma vez por todas. E consegui. Entrou até o fim, minha língua tocou as bolas dele, e ele apertou minha cabeça contra as pernas. "Aaahg, aaaaaaahhhg, aahhhggg" se ouviu, e finalmente consegui me soltar. A quantidade de saliva foi tanta que escorria pro chão quase na hora. Tentei não sujar meu short, mas foi inútil. Meu torso e meus peitos estavam encharcados de saliva. Levantei e dei um beijo nele. Ele tirou da mochila uma camisinha e um potinho de lubrificante. Surpresa, perguntei o que ele queria. Ele só riu e me virou. Deu uns tapas na minha bunda que ecoaram no quarto vazio. Baixou a legging até as coxas e afastou minha calcinha fio dental. Colocou Passei lubrificante no dedo e comecei a passar no meu cuzinho. Nisso, me levantei e tirei a calcinha, não dava pra andar na rua com manchas de lubrificante e saliva. Com a bunda de lado e apoiada com as mãos na parede, ele continuou passando os dedos no meu cu, fazendo círculos e enfiando devagar. Que prazer que eu sentia. Quando um dedo entrou fácil, ele passou lubrificante no dedão e começou a penetrar meu cu com ele, cada vez entrava mais fácil. Ele colocou a camisinha e passou lubrificante, botou uma boa quantidade nas minhas nádegas e começou a espalhar com as mãos (agora minha bunda tava brilhando e escorregadia, haha). Posicionou o pau na entrada do meu cu e começou a pressionar. Mesmo com os dedos que já tinham entrado, a cabeça ainda era grande. Ele colocou mais lubrificante e apertou mais. Eu sentia a cabeça dele abrindo caminho dentro de mim devagar. Quando finalmente entrou, não consegui evitar soltar um grito "aaaah", que foi rapidamente abafado pela mão dele. Ele ficou imóvel por um tempo, deixando meu buraquinho se dilatar com aquele pedaço. Aos poucos, os movimentos começaram. Sem tirar o pau, ele enfiava até a metade. Eu só mordia meu lábio sentindo ele entrar. Devagar, meu buraquinho foi se adaptando àquilo, entrava com mais facilidade, então ele ia metendo mais e mais a cada movimento. "Ahhh, assim", "um pouquinho mais", "uuuuhmm, adoro isso", eu dizia enquanto aquilo abria caminho dentro de mim. Aos poucos, as estocadas foram aumentando de nível. Jorge brincava com meus peitinhos enquanto o barulho da minha bunda batendo nas coxas dele ecoava pelo quarto inteiro: "ploc, ploc, ploc, ploc, ploc". Aquela melodia ressoava no quarto, junto com meus gemidos e os ofegos do Jorge. Num momento, Jorge aumentou as estocadas de forma brutal. Agarrando minha cintura com a mão direita e puxando meu cabelo com a esquerda, fez eu empinar mais a bunda e arquear as costas. Me fez esquecer onde estava, fazendo eu gritar que nem uma louca: "ahh, ahhhh, assim", "assiiiiiiiiiii", "deus, mais forte". Isso provocou um orgasmo que fez minhas pernas tremerem e me fez cair no chão. Dava pra sentir meu cuzinho se abrindo e fechando, lembrando daquele pedaço, sem me deixar levantar. Jorge me colocou de quatro, se posicionou atrás de mim e enfiou o pau no meu cu de novo, sem nem recuperar o fôlego, meteu até o fundo. “Ahhhhhhhhh”, só consegui dizer com aquilo que tinha entrado em mim. Na hora começaram as estocadas selvagens, “ploc, ploc, ploc, ploc”, enquanto ele me segurava pela cintura pra ter mais controle sobre mim. Eu só curtia aquilo como uma louca. O calor começou a aumentar no banheiro, e meu corpo ficou coberto de um suor leve que se misturava com o suor do Jorge. O suor das minhas mãos fez com que eu não aguentasse a força com que ele me penetrava, e acabei caindo de bruços no chão, o que não passou despercebido. No chão, ele me fez levantar a bunda pra poder enfiar no meu cu com mais facilidade. Mesmo não sendo uma posição nova pra mim, eu adorei. Não sei se era pela selvageria do sexo ou pelo tesão de saber que estávamos no banheiro da academia que eu frequentava e que, provavelmente, meu amigo na entrada tava ouvindo meus gemidos. Jorge metia com uma força quase brutal, como se a vida dele dependesse disso. Mantinha um ritmo quase constante, só parando pra eu levantar mais a bunda. Num momento, ele parou as estocadas, me virou de costas, tirou a camisinha e, em cima da minha barriga, gozou. A porra foi tanta que no primeiro jato que saiu, caiu na minha cara e no chão. Na hora levantei a cabeça pra engolir toda a porra que saía. O calor dela inundava minha boca. Com uma cara de safada, abri a boca e mostrei a língua, deixando a porra morna cair nos meus peitos. Ali estava eu, no chão do banheiro, suada, cabelo bagunçado, maquiagem borrada, minha cara e meus peitos manchados de sêmen e minha própria saliva, minha bunda enfeitada com minha calcinha fio dental preta jogada pro lado, meu cu pegando fogo. Fiquei um tempinho sentada, recuperando as forças nas pernas e esperando meu buraquinho arder menos. Jorge se vestiu enquanto eu ainda tava no chão, e me disse que os caras queriam fazer uma "festa" de despedida. Ia ter Ele, Juan, David, e o Miguel ia chegar (um amigo deles). Perguntei se podia levar um amigo, ele topou. Combinamos que, como era meu dia de folga, a gente se encontraria às 4 pra começar a festa o mais cedo possível, pra dar tempo de fazer tudo que os 5 caras queriam. Aceitei e ele foi embora. Levantei ainda com as pernas tremendo e fui pro chuveiro. Quando saí do banheiro, procurei minha roupa — sorte que tava limpa. Me vesti e saí dos banheiros. A academia tava vazia. Fui falar com o Luis (meu amigo da academia). Ele tava com um sorriso besta, dizendo que eu tinha me divertido pra caralho. Falou que os gritos dava pra ouvir até onde ele tava (e com certeza até lá fora). Não consegui evitar de ficar vermelha. Antes de ir embora, perguntei se ele ia fazer algo à tarde. Ele disse que não. Contei a proposta do Jorge e ele aceitou na hora. Passei o lugar e o horário, e fui pro meu apê. Precisava descansar pra o que vinha mais tarde...

No meu apê, tomei um banho bem gostoso. Fiquei um tempão brincando com a água, fantasiando sobre o que 5 caras poderiam fazer comigo. Com certeza ia ser algo inesquecível (até hoje é o maior número de caras com quem já fiquei). Saí do banho, peguei uma roupa confortável que não atrapalhasse e fosse fácil de tirar. Coloquei minha calcinha fio-dental mais confortável, vesti minha calça e uma blusa de alcinha. Enquanto me vestia, mandava fotos pro Jorge pra ir esquentando ele. Passei minha maquiagem — um tom vermelho pra deixar meus lábios sexy e cheios de vontade, e um pouco de sombra nos olhos. Adoro ver a cara dos caras quando minha maquiagem borra, deixa eles mais tesudos.

Uma foto do meu look (tava felizona porque sabia o que vinha)Memórias quentes de uma novinha (Completo) (Ass 91.0)

loira

orgia

praiaMinha tanga sexygostosaSaí do meu apartamento de táxi pro hotel dos caras, cheguei e na recepção tava o Luis, cumprimentei ele com um beijo e pedi a chave do quarto dos meninos. Tava muito ansiosa, sabia que iam arrebentar minha buceta e não queria esperar mais. Já no quarto, o clima era diferente, tinha cerveja (pra caralho) além de uns vidros de lubrificante, uma caixa grande de camisinhas, e o que parecia um vidro de óleo de bebê (esses caras tinham preparado tudo). Entramos eu e o Luis e nos apresentamos. O Juan e o David não tiravam os olhos de mim, o Miguel tava de boca aberta e o Jorge deu um tapa nele, falou "caralho, que gostosa" e eu respondi num tom quente, "e isso que você ainda não viu nada". Botaram música e começamos a beber. Não conversamos quase nada, na real não teve papo nenhum. Assim que a música tocou, fui direto no Jorge e comecei a beijar ele, pegava no pescoço dele e beijava com tesão enquanto ele me apertava contra o corpo dele, me segurando pela cintura. Pouco depois, senti umas mãos nas minhas nádegas, eram o Juan e o David, que tavam apalpando cada centímetro da minha anatomia. Enquanto eu me separava do Jorge, o Miguel se aproximou pra pegar nos meus peitos e eu dei um beijo longo nele, muuuuito longo. Só me afastei dele quando percebi que o Luis tava abaixando minha blusa, deixando meus peitos de fora, momento que o Miguel aproveitou pra meter eles na boca dele, ato que o Juan imitou. O Jorge me fez virar de costas e começou a desabotoar minha calça. Eu parei ele na hora, pedi pros caras sentarem no sofá da sala. Eles obedeceram e eu comecei a tirar a calça devagar enquanto fazia uma dança sexy pra eles. No final, virei de costas e tirei a calça completamente, fiquei agachada por uns segundos pra eles admirarem minha figura e o quanto minha calcinha fio dental ficava gostosa em mim. Me virei e me livrei da blusa. Com os 5 no sofá, mandei eles tirarem as calças e as cuecas. Eles fizeram isso enquanto eu me punha de quatro e avançava devagar na direção deles, rebolando a bunda como se não houvesse amanhã. Se fosse um felino, na frente do Jorge (que tava no meio do sofá), peguei o pau dele com as duas mãos e comecei a bater uma, enquanto olhava de canto que a maioria dos caras já tava duro. Comecei com o Jorge, pegando o pau dele e enfiando na boca. Com as fodas que a gente já teve, não foi difícil fazer aquele pedaço de carne entrar quase de uma vez. Só de ouvir meus engasgos, ele apertou minha cabeça contra as pernas dele enquanto me dava um tapa na bunda que acordou os caras do transe. Quando me soltei dos braços do Jorge, vi a quantidade de saliva escorrendo da minha boca e caindo nas coxas dele. Sem perder tempo, vi de canto o Luis abrindo o óleo de bebê e derramando nos meus glúteos, encharcando minha bunda e minha calcinha fio dental. Juan e Miguel se jogaram na minha rabeta e começaram a massagear, espalhando mais óleo, descendo até minhas pernas. David pegou um pouco de óleo e passou nos meus peitos, enquanto Luis oleava minhas costas. Eu continuava chupando o Jorge, que tava sentado no sofá. David colocou o pau dele na minha mão direita e começou a fazer movimentos com a minha mão. Sem tirar o pau do Jorge da boca, comecei a bater uma pra ele com a mão, cuspi e continuei. Do lado esquerdo, o Luis se posicionou, imitando o movimento do David. Agora eu tinha dois paus nas mãos e um na boca, enquanto dois caras massageavam minha bunda com óleo de bebê. Eu alternava os paus dos caras pra passar pela minha boca. Uma hora era o Luis, outra o David, outra a grossura do Jorge. Da minha boca saíam fios de saliva que ficavam nos paus dos caras. Depois de alguns minutos revezando os paus na minha boca e do Miguel e Juan baterem uma vendo a cena, o Miguel pegou uma camisinha e deitou no chão de barriga pra cima. Ele me indicou com um gesto pra sentar em cima dele. Como uma boa putinha, obedeci. Afastei a calcinha pro lado e coloquei o pau dele na entrada da minha buceta. Deixei o peso cair. Corpo devagar, enquanto ia se abrindo caminho dentro de mim, "ahhh" consegui gemer num tom suave, o pau dele encaixava perfeito dentro da minha buceta, comecei a mexer a bunda pra frente e pra trás enquanto colocava as mãos nos peitorais do Miguel, fechava os olhos e me deixava levar, aquele membro me fazia vibrar. Em poucos segundos, percebi o Luis na minha frente, de pé, apontando o pau dele pra minha boca, sem hesitar meti ele na boca, com uma mão batia uma pra ele enquanto lambia os bagos dele, cuspia e via minha saliva escorrendo pelas pernas dele até o chão. Pedi um pouco de água porque no quarto o calor tava pegando e minha boca tava secando, o Juan trouxe um pouco de água, bebi e agradeci pegando no pau dele e masturbando, agora minha boca se virava entre o pau dele e o do Luis. Senti uma mão na minha bunda que parou meu movimento, era o Jorge que tinha colocado uma camisinha e agora tava lubrificando meu cu e o pau dele, enfiou um dedo que entrou com muita facilidade, vendo a cara de surpresa dele falei que ainda não tinha me recuperado do que rolou mais cedo, o que fez com que, de repente, ele colocasse a ponta do pau na entrada do meu cu e empurrasse o membro até a metade. Agora meus buraquinhos tavam cheios e minha boca também, o Jorge e o Miguel começaram a mexer a bunda mas o ritmo era diferente, falei pra eles ficarem quietos e comecei a mexer eu mesma minha bunda, "ummmh", "ahhhhhh", "siiii", "assim tá melhor" só consegui gesticular enquanto meu corpo se deliciava de prazer, fui aumentando meus movimentos conforme sentia que meu primeiro orgasmo tava chegando, foi tão intenso que me deixei cair em cima do Miguel, que apertou meu corpo contra o dele e começou a me furar com força, ritmo que o Jorge conhecia bem e os dois se juntaram pra me fazer gritar "ahh ahhh ahhhhh ahhh". O Miguel me calou com um beijo "hmm hmm" se ouvia, os dois pararam pra respirar enquanto eu continuava deitada em cima do Miguel, recuperando o fôlego, já com meu corpo. brilhando de suor e de óleo de bebê, Juan fez eu levantar meu rosto enquanto se ajoelhava pra eu dar um boquete, comecei a engolir aquele pedaço devagar até chegar no fundo, quando cheguei lá, estiquei minha língua e comecei a tocar a ponta dos seus testíbooties com ela, ele apertou minha cabeça contra as pernas dele e tapou meu nariz, me segurou ali por uns segundos até me soltar, “ahhhhhhhhh” eu falei, enquanto minha saliva escorria em montes no pau dele e descia pela minha boca molhando minhas tetas, tava recuperando o fôlego quando os caras começaram de novo com os movimentos, agora eram mais lentos, eram ritmados, enquanto eu era penetrada por Miguel e Jorge, Luis, David e Juan se colocaram na minha frente e me fizeram chupar os paus deles, lá estava eu, chupando os paus de três caras enquanto dois me penetravam a buceta e meu furinho ao mesmo tempo, o calor tava presente no quarto, meu corpo começava a brilhar pelo suor do meu corpo, igual o dos caras, a penetração ritmada me deu meu segundo orgasmo, que não foi tão intenso mas me fez arquear as costas, “aaaaaaaaaaaaahhhaaaaaah” me deixei cair de lado, Miguel e Jorge falaram quase ao mesmo tempo “como você se mexe bem”, só consegui sorrir e mostrar a língua pra eles, os caras aproveitaram pra tirar as camisinhas e gozar em cima de mim, me banharam de porra quente no meu corpo caindo nas minhas pernas, minha cintura, meus ombros e meu cabelo, essa foi uma pausa, todos foram pegar outra cerveja, eu continuei no chão me recuperando do tremor das minhas pernas, me trouxeram uma e sentei pra beber, os caras riam e eu também, o segundo round chegou na hora, Luis me colocou de pé, fez eu dobrar minhas pernas e Jorge ficou na minha frente, Luis com uma camisinha nova, passou lubrificante e colocou o pau dele na entrada do meu cuzinho, enquanto eu pegava o membro do Jorge com minhas mãos e começava a masturbar ele colocando na minha boca e enchendo de saliva, enquanto ia fazendo o boquete, com as ânsias e o O suor fez minha maquiagem escorrer, meus lábios perderam o batom, e a sombra dos meus olhos borrava a cada lágrima. E quando ele passava o pau no meu rosto, misturando minha saliva com meu suor, isso deixava o Jorge ainda mais excitado. Os movimentos do Luis eram ritmados, ele me segurava pela cintura e dava tapas na minha bunda — "zaaap" ecoava no quarto, se misturando com o som da música e meus engasgos. Num momento, o Luis me pegou pelos ombros e me fez ficar de pé, me segurou pelos braços e começou a me penetrar com uma brutalidade que eu só tinha visto o Jorge fazer — "ploc", "ploc", "ploc" soava melodicamente enquanto minha bunda quicava nas pernas dele. De repente, ele parou. Jorge ficou na minha frente, me levantou nos braços, colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a subir e descer meu corpo. Eu o abraçava pra não cair, o suor dele e o meu se misturavam. Ele fez um sinal pro Luis colocar o pau na entrada do meu cuzinho. Jorge subia e descia meu corpo, ele era o responsável por me fazer gozar, eu só o abraçava com força e gemia no ouvido dele: "não para", "não paraaaa", "ahhh, eu adoro", "eu adorooooo". Eu dizia pros caras, que servia como estímulo pra deixar os movimentos deles ainda mais brutos, o que fez eu gozar pela terceira vez. Abracei o Jorge com todas as minhas forças enquanto tocava o céu com as mãos. Nenhum dos dois se mexeu, ambos ficaram dentro de mim até o orgasmo acabar. Jorge me abaixou e eu me deitei no sofá. Pedi uma cerveja e me recostei, exausta, tomando outra cerveja. Os caras se aproximaram e propuseram levar a festa pro quarto. Aceitei. Levantei, ajustei minha calcinha fio dental e fomos pro quarto. No quarto, encontrei outra garrafa de lubrificante e uma caixa de camisinhas — esses caras tinham pensado em tudo. Me deitei no meio da cama, de barriga pra cima. Os caras ficaram na beira da cama com os paus duros, me chamaram pra fazer um boquete neles. E eu fiz. Fiquei de quatro na frente de um. Eles e uma morena, eu fui metendo os paus deles na minha boca, enquanto masturbava os outros. Queria ter um par de mãos extras, ou pelo menos outra boca pra fazer os caras gozarem mais. Enquanto chupava um, masturbava dois, e nos que não dava pra masturbar, cuspia no pau deles pra eles se tocarem enquanto eu tava ocupada. Minha saliva fazia os 5 paus brilharem, enquanto escorria pelo meu queixo e sujava a ponta da cama. O João saiu pra sala pegar o vidro de óleo de bebê e começou a passar nas minhas nádegas, massageava como se fosse massa de pão. Às vezes sentia duas mãos na minha bunda, outras vezes jogavam óleo nas minhas costas, nos meus quadris, na minha barriga e nos meus peitos. Me banharam com óleo de bebê. De repente, o Davi avisou que ia gozar. Rapidamente me deitei de barriga pra cima, esticando a cabeça pra fora do colchão, e mandei ele gozar no meu peito e na minha barriga. E assim ele fez, um jato de porra caiu no meu corpo, seguido pela porra do Miguel, João e Luís. O Jorge aproveitou que eu tava assim pra enfiar o pau na minha boca e me fazer dar um boquete. Ele era quem ditava o ritmo, mexia o quadril com força e fazia eu engolir o pau inteiro de uma vez. Quando tirava, toda minha saliva ficava no meu rosto, enquanto eu lutava pra não me afogar na minha própria cusparada. Depois de uns minutos nessa posição, ele também gozou no meu peito, me deixando deitada de barriga pra cima, coberta de porra e toda suada. Os caras se deitaram na cama um pouco pra recuperar o fôlego. Olhei a hora e já eram quase 9 da noite. Fui no banheiro me limpar um pouco, me enxuguei com uma toalha e voltei pro quarto. Os caras ainda estavam deitados. Me deitei de barriga pra cima aos pés deles. Depois de um tempo conversando, o João se levantou, colocou uma camisinha, afastou minha calcinha fio dental e começou a me penetrar vaginalmente. Metia forte enquanto eu tava de pernas abertas, meus peitinhos balançavam no ritmo dos movimentos dele. Enquanto eu segurava os lençóis com a mão, ele me penetrava me olhando nos olhos e beijando meu pescoço, "ahhh", "ahhhh", "ahhhhhhahha" eu dizia enquanto ele aumentava o ritmo. Minutos depois ele parou, chegou a vez do David. Ainda com a calcinha de lado, ele começou a me penetrar com força, colocou meus braços sobre minha cabeça e segurou meus pulsos enquanto me metia com força e lambia meus peitinhos, "uuuhmmm", "uuhhmm" que gostoso eu dizia, enquanto pedia pra ele morder devagar meus seios. Ele parou, diminuindo o ritmo, e deu espaço pro Miguel, que pegou minhas pernas, juntou elas e colocou no ombro dele, me penetrou devagar, e foi aumentando a intensidade dos movimentos, enquanto eu abraçava minhas pernas pra continuar naquela posição. Acho que por causa da posição, eu podia sentir as veias do pau dele roçando minha buceta e me fazendo sentir maravilhas. Foi a vez do Luis: ele abriu minhas pernas e começou a me penetrar, enquanto segurava minhas coxas pra me abrir mais. Parecia que ele queria me partir ao meio, porque os movimentos eram duros, com força. Em um momento, ele segurou meu pescoço, me deixando vermelha, e até me deu uns tapas na cara, não fortes, mas o suficiente pra deixar marca nas minhas bochechas. Jorge chegou perto da minha boca e aproximou o pau dele, enfiou na minha boca enquanto me sufocava com as mãos e o Luis puxava meus peitinhos. Depois de alguns minutos, o Luis tirou a camisinha e gozou na minha cara. Jorge colocou uma camisinha, subiu minhas pernas nos ombros dele e começou a me penetrar no cu. Os outros caras imitaram o Luis e começaram a gozar na minha cara. Eu abria a boca o máximo que podia pra engolir a maior quantidade de porra. Jorge aumentou a intensidade dos movimentos enquanto os outros caras gozavam em cima de mim. A força do Jorge ia aumentando, "ahhh", "ahhhhhahh", "aaahhhaahhhhhhha" eu gritava enquanto era partida em dois. Minhas pernas tremiam, eu estava prestes a ter mais um orgasmo. Jorge aumentou a intensidade enquanto me segurava pela cintura pra meter mais forte. “Aaaahh ahh!” — eu gritava enquanto minhas costas arqueavam no orgasmo mais intenso da noite. Jorge tirou a camisinha e gozou na minha cara. Lá estava eu, deitada de barriga pra cima, com o rosto coberto de porra, suada, maquiagem toda borrada, minhas pernas tremendo enquanto eu brincava com a porra dos caras na boca. Tirei ela da boca e passei no rosto, fiquei deitada por um momento, recuperando o fôlego. Minha cara tava um bagaço, não sabia diferenciar o suor da porra, meu cabelo tava molhado de suor e de porra. Tava exausta, muito cansada, até sentia que podia tocar o céu com as mãos. Os caras foram tomar banho um por um pra ir embora, já era quase meia-noite e meia. Tomaram banho e se despediram de mim, me dando os números deles e pedindo pra repetir a dose no futuro. Foram todos, menos Jorge, que continuava deitado. Levantei, ainda tava de fio dental, mesmo cheia de óleo de bebê e porra, ainda tava comigo haha. Tirei e joguei no meio do quarto. Fui pro banheiro com as pernas tremendo, abri o chuveiro e sentei no vaso, não conseguia ficar de pé, minhas pernas ainda tavam cansadas. Fiquei uns minutos debaixo do chuveiro quando vejo Jorge se aproximar. “Que noite, hein”, ele fala enquanto senta do meu lado. “Uma das melhores da minha vida”, respondi enquanto a água continuava caindo em mim. Depois de uns minutos assim, com a cara mais limpa, Jorge chegou perto e me deu um beijo laaargo. Me colocou de pé, apoiou minhas mãos na parede do box, pegou uma camisinha e começou a me penetrar analmente. Me abraçava por trás enquanto me metia e a água caía nos nossos corpos. “Ahhh”, “ahhh”, “ahhhh” ecoava no banheiro. Jorge pegou meu cabelo molhado e puxou enquanto me dava tapas fortes na bunda, que se ouviam apesar do som da água caindo — “zaap”, “zaaaap” — batia forte enquanto o eco ressoava. Continuou me metendo por uns minutos enquanto me puxava pelo cabelo. Me ajoelhou e gozou no meu rosto, esfregava a porra dele na minha cara enquanto também passava o pau, a água ajudava a lavar minha carinha enquanto eu ainda lambia o pau dele que ia perdendo a dureza aos poucos. Ele saiu do chuveiro e eu fiquei de joelhos por um momento, ensaboei o corpo enquanto pensava em tudo que tinha feito, em como um grupo de caras desconhecidos (menos o Luis) tinham me comido em grupo, tinham gozado em cima de mim e feito o que quiseram. Saí do banheiro e o Jorge estava na cama, tirei a toalha e deitei com o Jorge pra descansar, iam dar umas duas e eu tinha que trabalhar às 7, só queria descansar um pouco.

A noite foi foda, acordei às 10 da manhã, tudo rodava, a buceta doía e as pernas ainda estavam fracas, apesar do banho na noite anterior, ainda sentia a cara grudenta. O Jorge não estava e os caras tinham ido embora há horas, vi o quarto em detalhes, óleo de bebê derramado no chão, camisinhas usadas espalhadas pela cama e pelo chão, a cama toda desfeita e molhada do meu suor, da porra dos caras e do óleo. Fui pra sala e encontrei o quarto cheio de cervejas, camisinhas jogadas, minha roupa espalhada por todo o cômodo. Peguei meu celular e liguei pro chefe do Hotel, me desculpei por não ter ido trabalhar, inventei uma desculpa e falei que passaria no fim do turno pra explicar melhor as coisas. Peguei minha roupa e saí do quarto, ao sair dei de cara com a moça que ia fazer a limpeza, que surpresa ela ia encontrar, haha.

Chegando no meu apartamento, tomei um banho, peguei minha roupa pra trabalhar na loja e me preparei pra convencer o gerente do Hotel. Coloquei meu biquíni listrado que sei que ele adora e fui vê-lo. No caminho, notei que ainda tinha as pernas cansadas, a buceta doía e sentia a bunda ardendo. Chegando no hotel, convenci meu chefe sem problemas, falei que compensaria ele e fui trabalhar na loja. Sei lá, talvez com esse conjunto. posso encontrar outros caras pra me divertir, talvez vá ver o Luis saindo pra ver como ele tá, ou quem sabe, recompensar meu chefe por ser tão bom comigo…Uma fotinha do meu biquíni listrado

menage


3 comentários - Memórias quentes de uma novinha (Completo) (Ass 91.0)

Necesito el Instagram de esa chica, me hizo dudar de mi sexualidad 😳
Pero que rico es terminar y sentir las piernas temblar