Relato erótico

Ele gostou mais de observar como perfuram ou "comem" minha esposa depois que eu a vi transando com meu avô. As coisas mudaram, a gente ainda transa, mas virou tipo um vício, ou não sei como chamar, porque eu mesmo permiti que ela tivesse relação com um amigo. Eu adoro ver como enfiam o pau nela e deixam ela cheia de porra. Dessa vez, fomos visitar os pais dela e, passeando pelos lugares onde ela cresceu, paramos pra ver um jogo de futebol de rua. O jogo terminou, a gente já ia embora quando chega o Rodrigo, amigo conhecido dela. Ela me apresentou como marido dela. Ele tava com uma caixa térmica média, abriu e ofereceu uma latinha de cerveja pra gente, daquelas latonas. Começou a contar que o negócio dele tinha ido mal e ele teve que fechar por causa da pandemia, e que a esposa dele morreu, parece que de covid, porque ela tinha asma e não resistiu ao vírus. A gente abraçou ele e convidou pra caminhar um pouco depois de tomar as latas de cerveja. Minha esposa não aguenta muito bebida e ficou tonta depois de duas latas. Ele disse: "Minha casa é perto, se quiserem, posso convidar vocês." Meus sogros estavam esperando a gente, mas ela ligou pra dizer que a gente ia chegar tarde. Na casa dele, pedi permissão pra colocar uma música e alegrar o ambiente, mas respeitando a dor dele. Ele pegou mais cerveja, e minha esposa, curiosa, encontrou uma calcinha fio dental no sofá e falou: "Menino safado, você tá se comportando mal, hein?" Ele deu uma gargalhada e tentou tirar a calcinha dela. Ela segurou firme e ficaram ali, tentando ver quem ficava com a calcinha. A saia dela subiu e mostrou a calcinha fio dental que ela tava usando. Quando ela abriu as pernas, ele ficou olhando. De brincadeira, eu falei: "Tira a que ela tá usando agora." Na hora, vi que o short dele tava inchado, quase o pau dele saltando pra fora, e eu falei de novo: "Aproveita e tira a calcinha dela." Ele voltou pro sofá dele, mas de lá continuou olhando as pernas da minha esposa. Ela convidou ele abrindo as pernas. Ele, todo surpreso, olhou pra mim. Eu falei: "Amigo, imagina que eu não tô aqui. Aceita o convite." Ele respondeu: "Vocês são malucos, hein?" Bateu o punho no meu e disse: "Aí sim! neta, vamos ter uma noite inesquecível. Minha esposa já tinha tirado a tanga, então ele foi direto dar um boquete gostoso na buceta dela. E como o cara tava na fissura, puxou o pau dele — puta que pariu, que inveja: 26 centímetros de comprimento, uns dois ou dois dedos e meio de grossura, segundo ele. Caído pra baixo já parecia grande; quando endureceu, parecia um maldito cavalo. Minha esposa se ajeitou, pegou com as duas mãos, abriu a boca e tentou enfiar tudo, mas só a cabeça cabia. O orgulhoso do pau dele disse: "Vou te estuprar". Ela se deitou, abriu as pernas e deixou ele meter devagar, até que de repente enfiou de uma vez, arrancando gritos dela. Eu, já com meu pau na mão, me masturbando. Depois de um bom tempo, ele gozou dentro dela, deixou ela cansada, largada, com a buceta escorrendo porra e os fluidos dela. Fui pra cima dela e comi ela cheia de porra do amigo. Foi uma noite inteira de revezamento, comendo minha esposa. Adorei ver ela trepando com outro homem — mais do que quando a gente transa sozinho. Não sei se é certo ou errado, mas nós dois concordamos e curtimos muito. Não afeta em nada nosso casamento, e acho que não fazemos mal a ninguém. Espero que gostem do meu relato — é real, não é inventado. Aguardo seus comentários; depois vou postar mais histórias de encontros sexuais com minha esposa...

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