Meus primos, os 23

Através do WhatsApp, eu mantinha contato com toda a parentada que tenho espalhada por aí, a gente se seguia, via o que cada um tava fazendo e falando. Meus primos, os 23, são os que mais tiveram contato comigo. Mesmo sem nunca ter nos visto pessoalmente, a gente trocava fotos de como a gente ia amadurecendo fisicamente. "Manda uma fotinho 'hot'", eles pediam, "não vamos contar pros teus tios", "um vídeo se dedando, por favor", e eu morria de rir. Surgiu a oportunidade de visitar eles na casa deles, em outra cidade. Ficamos hospedados lá por uma semana, e foi aí que eu descobri por que chamavam eles de os 23.

Saímos pra balada e, como tava calor, me vesti com um top curto, sem sutiã, que cobria bem meus peitos, mas deixava meu umbigo de fora, junto com uma correntinha sexy que eu usava na cintura. Saia jeans e uma tanga branca e preta que, a cada passo que eu dava, enfiava entre meus lábios da buceta, fazendo meus sucos fervilharem. Sem esquecer das sapatilhas de salto que empinavam provocativamente minha bunda.

Eu, sentada no meio de um carro entre dois caras fortes, me sentia mimada e protegida. A gente deu umas voltas de um lado pro outro, conhecendo a cidade e bebendo cerveja gelada. "Pra que você usa essa corrente na cintura?" "Ah, é pra saber se tô engordando. E vocês, por que são chamados de os 23?", perguntei. "Se um já tem 25 e o outro 28, e a única de 25 anos sou eu." "Ah, então quer saber, priminha?", e ele virou o carro pra uma estrada fora da cidade, onde tinha vários motéis.

Entramos num onde o carro ficou escondido. Acho que quem tava na recepção nem percebeu que éramos três. Sentei na beirada da cama, vendo os dois primos se despirem na minha frente. Edly tinha o pau curto e grosso, com três piercings espalhados da base dos testículos até a cabeça, que parecia um capacete militar, algo que eu nunca tinha visto. Joel tinha o pau comprido e cabeçudo, e eu pensei que não ia caber na minha boca; no meio do pau, ele tinha um anel bem grande. Bubis... Comecei a masturbar um e depois o outro até criar coragem pra chupar eles. Tinha um cheiro e um gosto muito gostoso. Tive que tirar o top porque ia encher ele de saliva de tanto que chupei. Depois me deitei atravessada na cama, tiraram minha saia e fiquei só de thong. "Você já tá toda molhada, sua puta" — ele dizia, enquanto os dedos dele se enterravam na minha buceta. Meus bubis sentiram o efeito do anel porque ele fez uma russa. Levantei as pernas e minha thong deixou minha buceta exposta, já toda aberta. A língua dele percorria de cima a baixo até chegar no meu cu. Eu só gemia porque a boca tava ocupada. Devagarzinho, fui sentindo a cabeça dele abrindo caminho na minha buceta, as bolinhas tocavam meu clitóris, me fazendo revirar de prazer. Tive que tirar o outro pau da boca porque ia morder ele de tesão. Ele me levanta da cama ainda penetrada na buceta, e meu primo do anel passa saliva na cabeça lustrada dele e começa a me penetrar pelo cu. É uma sensação deliciosa. Cada vez que subo e desço, solto um gemido longo, molhando o chão e meus primos, que continuam me dando mais prazer. Me deixam na cama toda trêmula e suada. "Quero mais", eu falo. O do anel se deita e eu monto nele, cavalgando com vontade de nunca parar. Ele morde meus bubis suados e eu grito na hora que sinto o das bolinhas me penetrando pelo cu. A gente descansa uns segundos, só pra fazer o vaginal duplo. De novo foi de pé, no meio dos dois, os paus deles penetraram ao mesmo tempo minha buceta alongada. "Já vou gozar nos seus peitos", ele disse, me deitando na cama e se masturbando com uma russa. Eu acariciava as costas e as nádegas dele, e me espreguiçava até que meu dedo tocou o cu dele. Foi quando ele soltou um jato de porra que banhou minha cara toda. "Não faz isso", ele dizia rindo, e eu comecei a dedar ele mais fundo até que ele soltou outra descarga ainda mais abundante de líquido branco, grosso e quente, agora espalhando até no meu cabelo. Ah, que... Gostosa", ele disse e ficou por cima de mim. "Agora desce", meu primo falou. "Vou gozar na sua bunda, mas não vai enfiar o dedo, hein." Me virei e ele penetrou meu cu, metendo várias vezes até eu sentir quente. Levantei, a gente tomou banho e voltamos a transar até amanhecer. Fomos pra casa e até esqueci a calcinha fio dental. Dormi o dia inteiro. Já de noite, senti que minha buceta não cabia mais no meio das minhas pernas e lembrava como foi bom com meus primos, os 23.

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