Madre Argentina 9 (2021)

Autor original:http://www.poringa.net/BarcenaGApesar da ressaca de ter bebido muito no dia anterior, levantei cedo pra tomar café meio tonto.

— Cê tá bêbado, porra? — Minha mãe me surpreendeu por trás. — Como é que te ocorre fazer o que fez ontem à noite com teu irmão na outra cama?

— Ahh... É, ontem à noite. — Respondi meio grogue. — Haha, desculpa. Cheguei meio excitado e bêbado.

— Sim, já sei como você fica bêbado... Mas vai ter que controlar essas merdas ou vai fazer a gente ser descoberta. — Ela me avisou. — E você podia ter me limpado os peitos, né? Acordei com as tetas todas meladas... — Reclamou.

Com a ressaca que tava, levantei e saí da sala pra ela não me encher mais o saco. Não sem antes amassar a bunda dela, mas pra minha má sorte, bem na hora que apertei uma nádega, minha avó apareceu saindo do quarto dela.

— O que cê tá fazendo, degenerado? Como é que falta com o respeito assim com sua mãe? — Minha avó me xingou. — E você, filha, como permite que seu filho, que já não é mais criança, te toque desse jeito? — Ela reclamou com minha mãe.

Minha mãe não sabia o que dizer, então pra quebrar o gelo, me fiz de besta pra tirar a seriedade da parada.

— Não é pra tanto, a gente tava só brincando. — Respondi. — Bom, vou nessa.

Tomei um banho e fui dar uma volta de carro. Depois de rodar por aí, resolvi comprar um presente pra minha mãe como desculpa. Então fui até o Alto Palermo e dei umas voltas pra ver o que ela ia gostar. Andando e olhando, achei uma loja de lingerie e entrei.

Voltei pra casa doido pra ver como ia ficar nela o que tinha comprado. Mas naquela noite todo mundo tava em casa. Só lá pras 11 da noite, quando meu irmão saiu com uns amigos e minha avó já tinha dormido, fui atrás da minha mãe. Ela tava no quarto, vendo um filme no tablet.

— Mãe, olha o que te comprei.

— Não... Hoje não. Ainda tô dolorida por causa de ontem.

— Tá, mas dá pra olhar o que eu trouxe, né?

Quando ela abriu, viu o corset azul que comprei com uma fio dental e umas meia arrastão.

— Haha, Isso não vai ficar bonito em mim." — disse ela.
"Vai ficar lindo, depois prova."

Sem mais conversa, deitei com ela pra ver o filme. A verdade é que o filme não me interessava nada, eu queria era comer ela gostoso. Ainda mais ela estar só de camiseta e calcinha, dava vontade de arrancar o tablet da mão dela e fazer ela se entreter com meu pau. Mas obviamente isso não aconteceu.

Quando terminamos de ver o filme, ela me mandou pra minha cama porque queria dormir. Ao dizer isso, virou de costas, deixando eu ver a bunda grande que ela tem.

"Posso dormir com você?" — perguntei.
"Não, você sabe que não. E se alguém entrar e nos ver, o que a gente vai dizer?" — respondeu ela.
"Só um pouquinho..." — insisti de novo.

Abracei ela por trás e encostei todo o meu pacote no meio da bunda dela. Ela tava a fim de brincar, porque começou a rebolando contra mim pra me esquentar. Motivado por esses movimentos gostosos da minha mãe, enfiei a mão por baixo da camiseta dela e comecei a massagear os peitos enquanto beijava o pescoço dela.

Depois de alguns minutos, ela se virou e começou a me beijar, enfiando a mão na minha cueca pra tirar meu pau e me fazer uma punheta.

"Vai, mãe... Leva esse pau na boca." — falei depois de uns minutos.

Ela começou a descer, deixando um rastro de beijos até chegar na minha ereção. Começou a beijar meu pau devagar pra depois começar a chupar. Engolindo o tronco inteiro.

"Ahh... Isso, como você chupa bem, mãe..." — falei. — "Vai, engole até a última gota."
"Mmm, filhinho, que pau gostoso você tem..." — dizia ela, encantada com meu pau. — "Você vai dar tudo pra mamãe?"
"Ahh, sim. Assim, mãe, continua, continua." — dizia eu, exaltado.
"Shh, a vovó vai te ouvir." — me repreendeu, tirando da boca pra engolir de novo.

Depois de um tempo chupando, ela começou a passar a língua por todo o tronco do meu pau. Subindo e descendo, como se fosse um pirulito, e me olhando nos olhos.

"Mmm, assim, toda putinha, você gosta de ver a mamãe?"
"Ahhh... Sim, bem putinha a mamãe. Eu levantei ela e coloquei ela em cima de mim, tirando a calcinha fio dental enquanto a gente se beijava. Ela pegou meu pau e, sozinha, encaixou na buceta. Devagarzinho, ela foi descendo até enfiar tudo, pra depois subir de novo, começando uma deliciosa trepada da minha velha.

- Cê tá gostando, filhinho? - Ela falava feito uma puta. - Quer ver os peitos da mamãe?

Puxei a blusa dela pra baixo, deixando os peitos dela escaparem por cima, enquanto quicavam perto do meu rosto. Depois, ela sentou ereta no meu pau e começou a se mexer pra frente e pra trás, enquanto eu apertava os peitos dela.

- Aiii, sim. Assim, filho... Assim... Nossa, como você come bem a mamãe... - Ela sussurrava, cada vez mais puta. - Enche de porra, quero sentir...

Vendo o quanto minha mãe tava puta, movi minhas mãos até o quadril dela e comecei a acelerar o ritmo que ela tava levando. Adorava sentir todo o peso dela em cima de mim. Adorava como ela ficava molhada e o quanto minha mãe era puta.

- Ahh, mamãe... Vou gozar... - Quando falei isso, ela rapidamente saiu de cima de mim e começou a me punhetar.
- Goza na minha boca. - Ela disse, colocando o rosto perto do meu pau e botando a língua pra fora.

Realizando o desejo dela, soltei toda a porra, que foi recebida pela boca e pelo rosto dela. Eu tava no céu e meio exausto da gozada foda que tinha dado. Minha mãe começou a juntar com os dedos o resto de porra que tinha no rosto dela pra levar até a boca.

- Hummm, isso, mamãe, não deixa nem uma gota.

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