Não era minha intenção que isso acontecesse e com certeza não procurei por isso. Tinha me divorciado recentemente e estava tentando retomar minha vida. Do divórcio, fiquei com uma casa e um carro. Então, uma das primeiras coisas que fiz foi reformar aquela casa, o que significava que não podia morar lá por um tempo.
A casa fica perto de um irmão da minha ex-mulher, com quem tenho uma boa relação. Ele me ofereceu ficar na casa deles durante a reforma.
Então, acabei me mudando para lá. Já estava com eles uns cinco dias quando, ao voltar do trabalho, Manuel, meu cunhado, disse que Maria, a esposa dele, estava comprando pizza para o jantar e ainda não tinha voltado. Então, decidi tomar um banho e me limpar. Tinha me barbeado e acabado de sair do chuveiro, estava me secando quando a porta se abriu e ouvi um grito abafado. Tirei a toalha do rosto e encontrei Andrea, a filha mais velha deles e minha sobrinha, parada na porta, vermelha de vergonha, mas me olhando.
Não tenho um corpo escultural, mas nos meus quarenta anos tenho tentado me cuidar. Tenho 1,75m e peso 68 quilos, sou bem magro. Minha esposa adorava muito meu pau, que, embora não seja enorme, tem 18 centímetros, o que faz parecer grande mesmo quando não está duro.
Voltando à história, bom, minha sobrinha não tirou os olhos de mim enquanto murmurava um pedido de desculpas e fechava a porta. Aconteceu rápido demais para me surpreender. Me vesti para o jantar. Todos estavam sentados, então ocupei meu lugar e aproveitamos a comida, mas Andrea estava distraída e levemente corada, e não me olhou.
Mais tarde, depois do jantar, sentamos para ver TV, quando o telefone tocou e, após uma breve conversa, Maria disse que iam ver a mãe dela e que não voltariam até mais tarde. As meninas não quiseram ir, então nos preparamos para ver um filme. Natália pegou um sofá e eu me sentei no outro, Andrea ainda estava no quarto dela. Um tempo depois... depois, Andrea entrou e se sentou do meu lado, cobrindo nós dois com um cobertor. Ela se aninhou mais perto, pegou meu braço e guiou ele em volta do ombro dela, até o lado, perto do peito, e depois soltou a mão.
Agora eu estava mais do que um pouco surpreso com essa jogada, porque, apesar de gostar muito delas, nunca tinha pensado nelas de forma sexual. Mas parecia que Andrea tinha outras ideias, já que ela fez questão de eu sentir bem o peito e o mamilo dela enquanto se virava levemente. O mamilo dela estava durinho como pedra, e eu ouvi um suspiro baixinho quando minha mão passou por cima. A irmã dela pareceu não notar, mas eu ainda não tinha certeza. Andrea continuou se aninhando comigo, curtindo minha mão no peito dela, então resolvi testar os limites um pouco mais, acariciando de leve o peito dela por cima do sutiã e da camiseta. Mais suspiros baixinhos saíram, e ela se aconchegou ainda mais, apoiando a cabeça no meu peito. Andrea tem 22 anos, 1,68m e uns 50 a 55 quilos, com um corpo muito gostoso e bem cuidado. A Natalia tem uns 20 anos, mais ou menos a mesma altura, mas é mais magra, com peitos parecidos, uns 34B.
MINHA SOBRINHA ANDREANatalia se levantou pra fazer pipoca, então a gente deu uma pausa no filme. Fui no banheiro, tava com uma ereção daquelas, mas comecei a pensar no que podia rolar se isso continuasse. Minha verdadeira preocupação era o que isso faria com a relação que eu tinha com toda a família, já que isso ia acabar com os vinte anos de relacionamento que a gente tinha. Mas, ao mesmo tempo, tava me excitando um pouco a ideia de que a Andrea queria ficar comigo, e deixei meu pau dominar minha cabeça e planejei o que podia acontecer em seguida.
MINHA SOBRINHA ANDREAVoltei pra sala pela cozinha com as bebidas, enquanto a Natália carregava a pipoca, e me acomodei no sofá. A Andrea voltou pra sala, apagou as luzes, passou uma coberta pra Natália e se aninhou do meu lado de novo. Meu sexto sentido tava a mil, a Andrea parecia nervosa com alguma coisa, notei que o rosto dela tava mais rosado que a pele pálida de sempre. Mais uma vez, ela pegou na minha mão. Congelei e olhei pra ela; minha mão só sentiu o pijama dela, ela tinha tirado o sutiã. Acariciei devagar o peito dela e vi que o mamilo dela respondeu de novo. Ficando mais ousado, comecei a mexer no mamilo dela através do tecido fino. A reação dela foi se aproximar de mim e acariciar minha coxa de leve. Não tinha mais volta, isso ia mudar nossa relação. Deslizei minha mão pelo lado dela, encontrando a pele macia. Ela tinha levantado a camiseta e deixado a barriga exposta, ainda escondida da irmã pela coberta.
MINHA SOBRINHA ANDREAEu estava tremendo levemente, então beijei sua testa suavemente pra ela se acalmar. Andrea respondeu com um aceno de cabeça e beijou meu peito. Ficamos assim durante a maior parte do filme, até que Natália se levantou e foi pra cozinha. Andrea se mexeu rápido, virou a cabeça e me beijou na boca. Os olhos dela diziam tudo. Nos separamos e sorrimos um pro outro, então ela moveu a mão, pegou a minha e a empurrou pela barriga dela, até a buceta. A mão dela sobre a minha deslizou por baixo do cordão do shortinho e eu descobri que estava tocando os pelinhos macios dela.
MINHA SOBRINHA ANDREIAAgora era minha vez de ofegar, já que ela também tinha tirado a calcinha. Ela tremeu e soltou um gemido que tenho certeza de que deu pra ouvir na casa inteira. Me beijou de novo enquanto eu deslizava meu dedo pra cima e pra baixo na fenda molhada dela, o calor era inacreditável. Ela tirou a mão, deixando a minha acariciando a buceta dela, e foi direto pro meu pau, que agora tava tão duro quanto os mamilos dela. Ela acariciou ele por cima da minha calça, e eu tive que me concentrar muito pra não gozar na hora. Fazia um tempão que uma mulher não segurava no meu pau.
MINHA SOBRINHA ANDREIAO filme acabou, tirei minha mão da calça dela e beijei ela de novo. Percebi que a gente não tinha trocado uma palavra por mais de duas horas, então sussurrei no ouvido dela que tava gostando muito e queria mais. Ela sorriu e disse o mesmo, falando que eu ainda não devia ir dormir. A Natalia voltou, tinha tomado banho, e deixei minha piroca pulsante amolecer. A gente sentou uns minutos pra conversar, antes de eu falar que tava exausto e precisava dormir.
Deitei na cama pensando. Acabava de passar a noite me pegando com minha sobrinha e queria mais. Tentei tirar isso da cabeça, mas minha piroca tinha outros planos. Bateram de leve na porta e a Andrea entrou, fechando a porta atrás. Ela quase pulou em cima de mim, me beijando com paixão e safadeza. Ela afastou os lençóis e agarrou minha piroca de novo.
MINHA SOBRINHA ANDREIAMeu Deus, tio Fer, é enorme e eu preciso ver ele de perto", ela disse.
Rapidamente puxou pra fora da minha cueca e a maciez da mão dela era como a luva de um anjo. Ela me massageou com muita experiência, tenho certeza de que já tinha feito isso antes. "Nossa, você depila o pau e as bolas, é tão macio", ela sussurrou.
"Andrea, isso é uma delícia", suspirei, sem querer que mais ninguém ouvisse.
"Não se preocupa, tão todo mundo dormindo, eu conferi", ela respondeu.
MINHA SOBRINHA ANDREAO impacto ainda estava por vir, já que ela se inclinou e pegou só a cabeça da minha pica na boca, enquanto ainda me masturbava. Sabia que não ia durar muito, então movi minha mão para procurar a buceta dela. Ela abriu as pernas de leve, me deixando acariciar a buceta dela por cima do short. Tava tão quente e molhada, pronta pra mais. "Ah, Andrea, vou gozar", passei rápido e já era tarde pra parar. Andrea só gemeu e chupou a ponta da minha pica um pouco mais forte.
MINHA SOBRINHA ANDREAFoi isso, soltei quatro ou cinco jatos de porra na língua dela e garganta abaixo. A Andrea não perdeu uma gota. Limpou meu pau que já tava murchando, depois se arrastou e deitou nos meus braços.
"Nunca tinha chupado o pau de um cara antes, tio Fer, mas o seu parecia que tava pedindo pra ser chupado", ela riu. Não soube bem o que dizer. "Sabe que não dá pra desfazer o que a gente fez. Foi incrível, mas não podemos contar isso pra ninguém, nem pra sua irmã" — respondi — "porque seus pais me matariam por causa disso.
MINHA SOBRINHA ANDREAFoda-se, sou uma adulta", ela bufou. Ela tinha razão, mas eu não queria estragar a relação que tenho com a família. "Eu sei, mas você é minha sobrinha, isso é quase ilegal, tá?" avisei. "Sim, sim, mas você é só um tio por casamento. Não somos parentes de verdade."
"Quero fazer isso de novo, que tal na sua casa?" ela sussurrou.
Beijei ela de novo e pude sentir o gosto salgado do meu gozo ainda na língua dela. "Valeu", falei, enquanto ela ia embora, ela só sorriu e me devolveu um beijo.Se quiserem fotos da Andrea e da Natália, por favor, me sigam no Twitter para qualquer notificação, dúvida e poder pegar as fotos das minhas sobrinhas e da minha cunhada. Minha conta no Twitter: Fernando Morante @Fernand14355389
A casa fica perto de um irmão da minha ex-mulher, com quem tenho uma boa relação. Ele me ofereceu ficar na casa deles durante a reforma.
Então, acabei me mudando para lá. Já estava com eles uns cinco dias quando, ao voltar do trabalho, Manuel, meu cunhado, disse que Maria, a esposa dele, estava comprando pizza para o jantar e ainda não tinha voltado. Então, decidi tomar um banho e me limpar. Tinha me barbeado e acabado de sair do chuveiro, estava me secando quando a porta se abriu e ouvi um grito abafado. Tirei a toalha do rosto e encontrei Andrea, a filha mais velha deles e minha sobrinha, parada na porta, vermelha de vergonha, mas me olhando.
Não tenho um corpo escultural, mas nos meus quarenta anos tenho tentado me cuidar. Tenho 1,75m e peso 68 quilos, sou bem magro. Minha esposa adorava muito meu pau, que, embora não seja enorme, tem 18 centímetros, o que faz parecer grande mesmo quando não está duro.
Voltando à história, bom, minha sobrinha não tirou os olhos de mim enquanto murmurava um pedido de desculpas e fechava a porta. Aconteceu rápido demais para me surpreender. Me vesti para o jantar. Todos estavam sentados, então ocupei meu lugar e aproveitamos a comida, mas Andrea estava distraída e levemente corada, e não me olhou.
Mais tarde, depois do jantar, sentamos para ver TV, quando o telefone tocou e, após uma breve conversa, Maria disse que iam ver a mãe dela e que não voltariam até mais tarde. As meninas não quiseram ir, então nos preparamos para ver um filme. Natália pegou um sofá e eu me sentei no outro, Andrea ainda estava no quarto dela. Um tempo depois... depois, Andrea entrou e se sentou do meu lado, cobrindo nós dois com um cobertor. Ela se aninhou mais perto, pegou meu braço e guiou ele em volta do ombro dela, até o lado, perto do peito, e depois soltou a mão.
Agora eu estava mais do que um pouco surpreso com essa jogada, porque, apesar de gostar muito delas, nunca tinha pensado nelas de forma sexual. Mas parecia que Andrea tinha outras ideias, já que ela fez questão de eu sentir bem o peito e o mamilo dela enquanto se virava levemente. O mamilo dela estava durinho como pedra, e eu ouvi um suspiro baixinho quando minha mão passou por cima. A irmã dela pareceu não notar, mas eu ainda não tinha certeza. Andrea continuou se aninhando comigo, curtindo minha mão no peito dela, então resolvi testar os limites um pouco mais, acariciando de leve o peito dela por cima do sutiã e da camiseta. Mais suspiros baixinhos saíram, e ela se aconchegou ainda mais, apoiando a cabeça no meu peito. Andrea tem 22 anos, 1,68m e uns 50 a 55 quilos, com um corpo muito gostoso e bem cuidado. A Natalia tem uns 20 anos, mais ou menos a mesma altura, mas é mais magra, com peitos parecidos, uns 34B.

MINHA SOBRINHA ANDREANatalia se levantou pra fazer pipoca, então a gente deu uma pausa no filme. Fui no banheiro, tava com uma ereção daquelas, mas comecei a pensar no que podia rolar se isso continuasse. Minha verdadeira preocupação era o que isso faria com a relação que eu tinha com toda a família, já que isso ia acabar com os vinte anos de relacionamento que a gente tinha. Mas, ao mesmo tempo, tava me excitando um pouco a ideia de que a Andrea queria ficar comigo, e deixei meu pau dominar minha cabeça e planejei o que podia acontecer em seguida.

MINHA SOBRINHA ANDREAVoltei pra sala pela cozinha com as bebidas, enquanto a Natália carregava a pipoca, e me acomodei no sofá. A Andrea voltou pra sala, apagou as luzes, passou uma coberta pra Natália e se aninhou do meu lado de novo. Meu sexto sentido tava a mil, a Andrea parecia nervosa com alguma coisa, notei que o rosto dela tava mais rosado que a pele pálida de sempre. Mais uma vez, ela pegou na minha mão. Congelei e olhei pra ela; minha mão só sentiu o pijama dela, ela tinha tirado o sutiã. Acariciei devagar o peito dela e vi que o mamilo dela respondeu de novo. Ficando mais ousado, comecei a mexer no mamilo dela através do tecido fino. A reação dela foi se aproximar de mim e acariciar minha coxa de leve. Não tinha mais volta, isso ia mudar nossa relação. Deslizei minha mão pelo lado dela, encontrando a pele macia. Ela tinha levantado a camiseta e deixado a barriga exposta, ainda escondida da irmã pela coberta.

MINHA SOBRINHA ANDREAEu estava tremendo levemente, então beijei sua testa suavemente pra ela se acalmar. Andrea respondeu com um aceno de cabeça e beijou meu peito. Ficamos assim durante a maior parte do filme, até que Natália se levantou e foi pra cozinha. Andrea se mexeu rápido, virou a cabeça e me beijou na boca. Os olhos dela diziam tudo. Nos separamos e sorrimos um pro outro, então ela moveu a mão, pegou a minha e a empurrou pela barriga dela, até a buceta. A mão dela sobre a minha deslizou por baixo do cordão do shortinho e eu descobri que estava tocando os pelinhos macios dela.

MINHA SOBRINHA ANDREIAAgora era minha vez de ofegar, já que ela também tinha tirado a calcinha. Ela tremeu e soltou um gemido que tenho certeza de que deu pra ouvir na casa inteira. Me beijou de novo enquanto eu deslizava meu dedo pra cima e pra baixo na fenda molhada dela, o calor era inacreditável. Ela tirou a mão, deixando a minha acariciando a buceta dela, e foi direto pro meu pau, que agora tava tão duro quanto os mamilos dela. Ela acariciou ele por cima da minha calça, e eu tive que me concentrar muito pra não gozar na hora. Fazia um tempão que uma mulher não segurava no meu pau.

MINHA SOBRINHA ANDREIAO filme acabou, tirei minha mão da calça dela e beijei ela de novo. Percebi que a gente não tinha trocado uma palavra por mais de duas horas, então sussurrei no ouvido dela que tava gostando muito e queria mais. Ela sorriu e disse o mesmo, falando que eu ainda não devia ir dormir. A Natalia voltou, tinha tomado banho, e deixei minha piroca pulsante amolecer. A gente sentou uns minutos pra conversar, antes de eu falar que tava exausto e precisava dormir.
Deitei na cama pensando. Acabava de passar a noite me pegando com minha sobrinha e queria mais. Tentei tirar isso da cabeça, mas minha piroca tinha outros planos. Bateram de leve na porta e a Andrea entrou, fechando a porta atrás. Ela quase pulou em cima de mim, me beijando com paixão e safadeza. Ela afastou os lençóis e agarrou minha piroca de novo.

MINHA SOBRINHA ANDREIAMeu Deus, tio Fer, é enorme e eu preciso ver ele de perto", ela disse.
Rapidamente puxou pra fora da minha cueca e a maciez da mão dela era como a luva de um anjo. Ela me massageou com muita experiência, tenho certeza de que já tinha feito isso antes. "Nossa, você depila o pau e as bolas, é tão macio", ela sussurrou.
"Andrea, isso é uma delícia", suspirei, sem querer que mais ninguém ouvisse.
"Não se preocupa, tão todo mundo dormindo, eu conferi", ela respondeu.

MINHA SOBRINHA ANDREAO impacto ainda estava por vir, já que ela se inclinou e pegou só a cabeça da minha pica na boca, enquanto ainda me masturbava. Sabia que não ia durar muito, então movi minha mão para procurar a buceta dela. Ela abriu as pernas de leve, me deixando acariciar a buceta dela por cima do short. Tava tão quente e molhada, pronta pra mais. "Ah, Andrea, vou gozar", passei rápido e já era tarde pra parar. Andrea só gemeu e chupou a ponta da minha pica um pouco mais forte.

MINHA SOBRINHA ANDREAFoi isso, soltei quatro ou cinco jatos de porra na língua dela e garganta abaixo. A Andrea não perdeu uma gota. Limpou meu pau que já tava murchando, depois se arrastou e deitou nos meus braços.
"Nunca tinha chupado o pau de um cara antes, tio Fer, mas o seu parecia que tava pedindo pra ser chupado", ela riu. Não soube bem o que dizer. "Sabe que não dá pra desfazer o que a gente fez. Foi incrível, mas não podemos contar isso pra ninguém, nem pra sua irmã" — respondi — "porque seus pais me matariam por causa disso.

MINHA SOBRINHA ANDREAFoda-se, sou uma adulta", ela bufou. Ela tinha razão, mas eu não queria estragar a relação que tenho com a família. "Eu sei, mas você é minha sobrinha, isso é quase ilegal, tá?" avisei. "Sim, sim, mas você é só um tio por casamento. Não somos parentes de verdade."
"Quero fazer isso de novo, que tal na sua casa?" ela sussurrou.
Beijei ela de novo e pude sentir o gosto salgado do meu gozo ainda na língua dela. "Valeu", falei, enquanto ela ia embora, ela só sorriu e me devolveu um beijo.Se quiserem fotos da Andrea e da Natália, por favor, me sigam no Twitter para qualquer notificação, dúvida e poder pegar as fotos das minhas sobrinhas e da minha cunhada. Minha conta no Twitter: Fernando Morante @Fernand14355389
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