As Putas Não Têm Limite 1 (Quase Tudo Real)

Me apresento, me chamo Lúcia, tenho 21 anos e eu ADOROOOO ser comida que nem uma puta, ser tratada como um pedaço de carne.

Quando eu era muuuuito novinha, meu pai costumava me comer depois de se drogar, não lembro o que ele usava, só me lembro dele me enfiando e eu gemendo, enquanto minha mãe era espancada e só cuidava do meu irmão mais novo. Às vezes, ele me levava pra comprar os "doces" dele e me usava pra "pagar".

Anos depois minha mãe cansou de como ele nos tratava e se separou, arrumou outro parceiro. Nos mudamos pra casa dele, e ele era bem recatado/reservado (um pai normal, em poucas palavras), enquanto eu cresci muito bem desenvolvida, e já estava acostumada a ser comida e espancada, não ia ficar quieta muito tempo.

Muitas vezes eu fugia da escola e voltava pro meu papai, ou se eu ficava na escola, deixava meus colegas me apalparem. E ocasionalmente meus professores. Ao voltar pra casa sempre ouvia da rua os gemidos da minha mãe e ia dar mais uma volta.

Um dia voltei cansada da escola e esqueci que minha mãe sempre tava fodendo, lembrei quando entrei na minha nova casa e vi um homem completamente pelado, de costas na cozinha. Tentei sair rápido mas fui parada por uma voz que não era do meu padrastro.

— EI, oi, deixa eu me cobrir, e a gente conversa, não queria te assustar.

Eu tava confusa e não sei porque dei ouvidos e fiquei — Oi, sou Lúcia.

— Oi, Lu, imagino que a que tá dormindo no quarto é sua mãe.

— Aham, olha, sou uma garota madura, não preciso que me explique o que aconteceu aqui, posso ir?

— Ah sim, só queria conversar pra te acalmar, mas vejo que você entendeu, e agradeceria se não contasse nada disso pro seu pai, nem pra mais ninguém, hehe.

— Ok?

— Bom, toma $100, por que não dá uma volta pela cidade e volta, mais tarde?

— Tá, obrigada, e tchau.

— Tchau.

Depois dessa situação desconfortável, o cara desconhecido voltou correndo pro quarto com minha mãe, e eu fingi sair de casa, mas fui me esconder no meu quarto, ao ver... Pela fechadura eu tinha vista direta pro que eles faziam, estava trancada no meu quarto, me masturbando enquanto via um desconhecido comendo minha mãe. Afinal, minha vontade de foder não diminuiu e fazia tempo que não transava com o papai. Aquele dia eu estava mais molhada que nunca e ninguém estava me usando. Quando acabei, pensei que se ela sempre gemia, era porque transavam todo dia, então todo dia eu ia espiar.

Todos os dias eu deixava a janela do meu quarto aberta, e ao voltar, entrava por ali e os espiava. Uma amiga até me emprestou um brinquedo que roubou da casa dela e ele virou meu companheiro.

Maaaas também descobri uma coisa: minha mãe era uma ninfeta completa, muito mais puta que eu. Não tinha um amante, tinha vários, incluindo meu pai, que se tivesse um tempinho também me atendia.

Por outro lado, meu irmão sempre estava com algum amigo, ou com a namorada, então nunca soube do que acontecia, ou pelo menos não antes de mim. E por outro lado, minha mãe sempre arrumava tudo e se limpava poucos minutos antes do meu padrasto chegar.

Até que um dia, durante uma discussão, ela confessou tudo pra ele: como era comida todo dia, e com quantos tinha feito. E foi embora de casa por um tempo, estragando meu entretenimento... por 1 ou 2 dias.

Uma noite acordei e fui pra sala, e vi meu padrastro, de cueca, vendo TV com os olhos cheios de lágrima. Senti uma pena e decidi acompanhá-lo.

Depois de conversar um pouco, percebi que nunca tinha passado tanto tempo com ele. E deitada em cima dele, pude sentir o volume. Era bem grande, e eu não tinha transado ou visto o show da mamãe, então estava mais excitada que nunca. Abracei ele pra sentir meus peitos, comecei a beijar seu peito e fui descendo devagar. Ele começou a ficar duro, e continuei descendo um pouco mais, até chegar na cueca. Desci ela com os dentes, e pude ver o monstro que ele carregava.

— Lu, por favor, isso é errado.
— Shh, shh, shh. Diz que é errado, mas seu amiguinho parece estar se sentindo muito bem.
— Mas...
— Sabe... desde que chegamos você queria que eu te chamasse de papai, hoje à noite, posso te chamar de "papi"
logo depois de dizer papi ele ficou duro como pedra
– vou tomar isso como um sim – disse enquanto acariciava ele com a ponta dos meus dedos
comecei a chupar ele devagar, enquanto ele acariciava meu corpo e me despia
fiquei de quatro e disse
– gosta do que vê? – abrindo minha bunda na frente dele
– NOSSA, putinha, gosto sim, adoro!!!! – gritou enquanto começava a me arrombar a buceta com a rola enorme dele com toda a força
transamos sem parar pela sala toda, a cozinha e no quarto dele, sempre com toda a força, aos gritos e sem camisinha
era a primeira vez que a gente transava, mas ele sabia o que fazer pra me fazer gozar mais do que nunca
lá pelas 4 da manhã estávamos exaustos, eu estava por cima beijando ele enquanto acariciava seu peito e ele me disse
– Lu, já tá tarde, eu cuido de tudo, vai dormir
– ok❤❤❤
fui andando, ou melhor dizendo, cambaleando até minha cama, e ao abrir a porta do meu quarto, entrei rápido e fechei, porque do outro lado estava meu irmão acordado com toda a porra na mão, aparentemente, ele tinha acabado de se masturbar me vendo e entendi que isso só começou

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