Deixo aqui os dois primeiros capítulos da minha história. Não é obrigatório ler eles, porque essa história é autoconclusiva, mas se quiserem mais contexto e ainda não leram como eu comecei a comer mulheres mais velhas que eu, podem dar uma olhada.Capítulo 1
Capítulo 2Meus velhos voltaram das férias e, a partir daí, os encontros com a Sandra diminuíram. Desde então, ela vinha limpar só uma vez a cada duas semanas e meus pais sempre estavam em casa. Teve uma ou outra aventura no meio, uns beijos, umas chupadas de pau, mas nada tão memorável pra contar.
No fim de semana depois da volta dos meus pais, fomos pra casa da tia Denise. Pra ser totalmente honesto, a Denise não é uma tia direta, é prima da minha mãe, então, na real, seria uma tia de segundo grau.
O negócio é que a Denise tinha feito uma piscina em casa e convidou um grupinho de parentes pra fazer uma inauguração. Na hora, eu não tava muito afim de ir, sabia que os primos com quem eu mais me dava bem não iam porque tavam de férias, e minha vontade era encontrar um momento em que meus pais não estivessem pra poder chamar a Sandra pra trepar em casa. Por isso, num primeiro momento, falei pros meus pais que não iria na casa da Denise. Na sequência, mandei uma mensagem pra Sandra dizendo que na sexta-feira a casa tava toda livre pra gente. A decepção veio na hora, porque a Sandra respondeu que na sexta era impossível a gente se ver, já que ela tava trabalhando numa casa nova.
Quando chegou a sexta, comecei a pensar que não valia a pena ficar em casa à toa, podendo comer um bom churrasco e curtir uma tarde de piscina. Então, avisei meus pais da mudança de planos e fui com eles pra casa da tia Denise.
Como eu disse antes, nenhum dos meus primos tava. Mais que isso, a reunião parecia um encontro de aposentados. Tava a tia Denise, a irmã dela com o marido, duas tias-avós, meus próprios avós e minha família. Um tédio do caralho.
Chegamos e a Denise nos recebeu com um abraço carinhoso em cada um. Até aquele momento, nunca tinha reparado na Denise. Ela era uma mulher gostosa, era uma loira alta, com umas tetas boas e uma bunda normalzinha. Tinha sido professora de Educação Física, mas já fazia uns dois anos que estava aposentada. A idade não lembro, mas devia ter entre 55 e 60. Não era totalmente magra, mas dava pra ver que tinha sido profe de Educação Física nos braços e pernas bem definidos.
Passamos pro quintal, ela mostrou a piscina nova grandona e fomos pro churrasqueiro, onde já tinha fogo pro churrasco. O almoço foi tranquilo, com as risadas típicas de família, lembrando histórias e colocando a vida de cada um em dia. Eu tomava as perguntas de sempre: como ia na faculdade, quando ia arrumar uma namorada, essas coisas.
O almoço acabou tarde e aos poucos os convidados foram indo embora. Lembrando que a maioria era gente mais velha, então fizeram a clássica: foram tirar um cochilo depois do almoço. Pra ir pra piscina ficamos só a tia Denise, meus pais, minha tia-avó (mãe da Denise), a irmã dela e o marido.
Passamos a tarde na piscina, com o sol batendo na cara. Muito de boa. Até que num momento começaram a lembrar dos velhos tempos, quando minha tia Denise e minha mãe competiam na natação. Entre risadas, começaram a competir pra ver quem era mais rápida e armaram umas corridas de natação entre todo mundo. Até que me chamaram pra participar.
Denise: E você, Enzo? É o mais novo de todos, com certeza vai passar o rodo na gente nadando.
Eu: Não, tia, é que eu não sei nadar.
Denise: Como assim não sabe? Já tá grandinho pra não saber nadar.
Eu: Não, nunca me mandaram aprender.
Denise: Que vergonha (falou pra minha mãe). Uma família de esportistas e o menino não sabe nadar. Fica mais um pouco que eu fui professora e posso te ensinar.
Ficou nisso, então depois de passar a tarde tomando chimarrão em família, fiquei só com minha tia pra umas aulas de natação. Pra ser sincero, eu tava pouco me lixando pra aprender a nadar, mas o dia tava muito bom pra Estar na piscina.
A Denise começou a me ensinar o básico da natação. Braçadas, batida de pernas, etc., até que ela me propôs que eu fosse nadando de um lado ao outro da piscina sem apoiar os pés no fundo. Obedeci e comecei a nadar. Devo dizer que natação não era minha praia e, entre braçadas e batidas de pernas, eu ia avançando bem devagar. Passei três quartos da piscina com muito esforço e já não aguentava mais, mas a tia Denise me animava pra continuar. Ela ficou na minha frente e ia dizendo: "Vai, já falta pouco, já já você chega". Mas eu não aguentava mais. Enquanto batia as pernas, levantei a cabeça e vi a Denise na minha frente gritando coisas de incentivo pra eu continuar, mas o que eu realmente vi foram os peitos dela entrando e saindo da água. Aquela imagem me desconcentrou completamente e perdi a pouca coordenação que tinha, afundando de uma vez. Por reflexo, só consegui me agarrar na Denise e, por impulso, meu rosto ficou colado nos peitos dela. Logo em seguida, coloquei os pés no chão e me afastei rápido da Denise. Ela tava morrendo de rir e eu tava vermelho de vergonha por quase me afogar e impactado pelo roçar dos peitos dela no meu rosto.
Denise: "O que foi, campeão? Se você se afogar nessa piscininha, nunca vou te levar pra uma olímpica."
Eu: "Não aguentava mais."
Denise: "Mesmo assim, foi bem pra primeira vez."
Naquele momento, eu já tava com uma ereção daquelas. Aquele choque contra os peitos da Denise tinha me feito perceber o quanto essa coroa era gostosa. Pedi um minuto pra descansar e fui pro outro lado da piscina pegar ar.
Denise: "Vai, a gente acabou de começar. Volta a nadar que eu te ajudo a chegar no outro lado se você não conseguir."
Tentando disfarçar a ereção, obedeci e comecei a nadar de novo. De novo, a três quartos de distância, ela ficou na minha frente e começou a me incentivar. Dessa vez, não perdi a concentração e continuei avançando até chegar no outro lado.
Denise: "Vai, agora volta. Vamos, vamos, vamos."
Obedeci e voltei nadando, mas já na metade do caminho não Dava mais. Continuei batendo as pernas e braçadas, mas quase não saía do lugar.
Denise: Vou ter que te ajudar como se fosse um neném, kkkkk.
Ela falou isso, veio pro meu lado e, com as mãos na minha barriga, começou a me empurrar pra frente pra eu ir avançando. Num desses movimentos, o antebraço dela roçou meu pau duro. Quando chegamos no outro lado da piscina, ela disse:
Denise: Epa, parece que você gostou muito de aprender a nadar. (Fazendo referência à ereção)
Eu: Eee... S... Desculpa, não é de propósito.
Denise: Kkkkk, sem problema. Com a idade que você tem, deve estar com os hormônios a mil. Lembro que quando dava aula no ensino médio, os caras viviam de pau duro.
Eu: Também, com uma professora tão gostosa, qualquer um ficaria.
Denise: Que atrevido o sobrinho, hein, kkkkk. Mas esses tempos passaram, agora já tô velha.
Eu: Que isso? Cê tá demais.
Denise: Para, Enzo, que você me deixa vermelha.
Eu: Tô falando sério, muita mulher queria ter sua idade e estar assim.
Denise: Para de me elogiar que senão seu pau não vai mais descer, kkkkk. Vamos, temos que continuar.
Eu: Desculpa a ousadia, mas vai ser impossível descer se eu tenho você na minha frente, tia.
Denise: Ah, se você não fosse meu sobrinho...
Eu: O que aconteceria se eu não fosse seu sobrinho?
Denise: Para, garoto, não me faz passar vergonha, kkkkk.
Eu: Mas a gente não é tia e sobrinho de verdade... Somos parentes distantes...
Denise: Como assim? Somos família do mesmo jeito.
Eu: Sim, mas não tão próxima. Não compartilhamos sangue, somos como dois amigos quaisquer...
Joguei essa e me aproximei pra beijar ela. Ela resistiu um pouco, mas acabou se entregando. A gente se beijou um tempão enquanto eu segurava a bunda dela. Comecei a tirar o short de banho debaixo d'água, e ela tentou me parar.
Denise: Não, não, a gente não pode.
Eu: Você não vai me deixar assim... Meus ovos vão ficar doendo depois de tanta amassação.
Denise: Ah, garoto. Vem, senta aqui.
Ela falou isso e me indicou pra sentar na borda da piscina. Ela se... Ficou dentro e a cabeça dela ficou bem na altura da minha pica. Ela começou a me bater uma punheta e chupou minhas bolas.
Denise: Hummm, você tem elas bem depiladas. Adoro isso.
Eu: Ufa, tia, chupa ela.
Ela começou a passar a língua na cabeça da pica e, aos poucos, foi enfiando ela na boca. Eu tava em êxtase. Tava sendo uma chupada de pica muito boa, ela ia bem devagar e passava a língua por todo lado. Comecei a passar a mão no cabelo dela e, fazendo uma carinha de safada, comecei a controlar o ritmo. Denise não reclamava e continuava chupando. Fiz ela engolir inteira e segurei ela assim por um tempo até ela engasgar.
Eu: Gosta até o fundo, tia?
Denise: Adoro, filho da puta.
Ela me xingar me deixou mais excitado e ela ficou mais puta. Começou a chupar mais e mais rápido. Até que viu minha cara de que ia gozar.
Denise: Não vai sujar a água da piscina, seu idiota.
Ela enfiou até o fundo e eu gozei tudo na boca dela. Ela soltou a pica e olhou nos meus olhos enquanto engolia todo o leite. Chupou minha pica até deixar ela completamente limpa.
Denise: Agora vai pra sua casa, Enzo. Isso não pode se repetir.
Eu: Que chupada boa que você me deu, filha da puta.
Denise: Vaza. E ninguém pode saber disso.
Fui pra casa andando. Não acreditava no que tinha acabado de acontecer. Fazia um mês que eu não punha nem de molho e agora, em algumas semanas, tinha comido a Sandra, a mulher que limpava minha casa, e minha tia Denise tinha me feito um boquete. Essas duas milf me fizeram sentir coisas que nenhuma garota chegou perto de alcançar.
Cheguei em casa, tomei banho e fui direto dormir. Tava exausto. No outro dia, desci pra tomar café e minha mãe falou:
Mãe: Você ficou morto ontem depois da sua primeira aula de natação.
Eu: É, a Denise se mostrou uma professora foda.
Mãe: Ela me mandou um WhatsApp dizendo que te espera à tarde pra continuar te ensinando.
Eu: Sério?
Mãe: Sim, vocês não combinaram isso ontem?
Eu: Ééé... Sim, deve ser. Não devo ter entendido direito. À tarde me preparei e fui na casa da Denise. Ia pensando no que ela tinha me dito, que não ia rolar nada de novo, mas agora me chamava pra voltar. Cheguei na casa dela e a pica já tava dura. No dia anterior, a Denise tinha usado uma maiô inteira, daquelas típicas de gente velha; mas hoje era diferente. Na minha frente, tinha a minha tia, que devia ter mais de 1,75, com uma bikini incrível. Cumprimentei ela com um beijo no rosto.
Denise: Pronto pra sua segunda aula?
Eu: De natação?
Denise: É, de que mais seria?
Entrei na onda e fomos pra piscina. Ela continuou me ensinando a nadar, mas agora a parada era diferente. Ela me tocava mais o corpo e eu também aproveitava pra passar a mão nela com desculpas ridículas. Eu já tava de pau duro de novo. Depois de uma hora de natação, fui direto ao ponto.
Eu: Muito legal a natação, mas agora eu queria a outra aula.
Denise: Do que você tá falando?
Eu: A segunda parte da aula, igual ontem.
Denise: Te falei que isso não ia rolar de novo.
Eu: E pra que você vestiu a bikini então? Acha que sou otário?
Denise: Porque quis vestir. Eu me visto como quero.
Eu: Ah, então eu também me visto como quero e quero ficar sem short.
Tirei o short e fiquei de pau duro na frente dela.
Denise: Que cara atrevido você é.
Eu: E você é uma puta velha.
Denise: Não me falta com respeito, moleque.
Eu: Vai me dizer que não te excita ser tratada como a puta que você é?
Nadei até onde ela tava com a pica dura e me joguei pra beijar ela.
Denise: Não, não podemos. Já chega do que rolou ontem. Não vai acontecer nada.
Ela se virou pra sair da piscina e, quando me deu as costas, fui rápido o suficiente pra desatar a bikini dela por trás.
Denise: O que cê tá fazendo, idiota?
Eu: Quero ver seus peitos.
Ela se virou com o braço sobre os peitos, segurando a bikini pra não mostrar nada. Eu tava com a pica na mão.
Denise: Se seca e vamos pra dentro.
Eu: Viu que você é uma puta velha. Entrei e fui pra dentro. Lá já me esperava sem o sutiã do biquíni. Tinha uns peitos lindos. Naturais, caídos e um pouco pálidos por causa do bronzeado do corpo dela.
Denise: Vamos ver se você aguenta, seu idiota.
Cada vez mais a gente se xingava. Parecia que aquilo tava excitando nós dois. Cheguei perto e beijei a boca dela. Ela pegou na minha pica e foi me masturbando devagar enquanto a gente se beijava. Comecei a chupar os peitos dela.
Denise: Morde eles, cara.
Mordi e ela gozava igual uma louca.
Eu: Que tia puta que eu tenho.
Denise: A mais puta de todas.
Ela se ajoelhou e cuspiu na minha pica pra continuar me punhetando.
Eu: Chupa, puta.
Ela abriu a boca e começou a devorar minha pica. Tava louca. Chupava com tanta violência que chegou a doer, mas não falei nada. Peguei ela pelo cabelo e mandei ficar quieta, e comecei a comer a boca dela. Cada vez mais rápido e mais fundo até ela começar a engasgar, com os olhos lacrimejando.
Eu: Não aguenta, puta?
Tirei ela e deitei na cama. Tirei a parte de baixo do biquíni e cuspi na buceta dela. Não ia fazer oral, tava tão excitado que queria meter logo.
Denise: Para, vou pegar uma camisinha.
Eu: Putas têm que ser comidas no pelo.
Enfiei a pica de uma vez e ela gemeu de prazer.
Denise: AAA, seu filho da puta.
Eu: É? Sou filho da puta?
Denise: É, idiota. Agora me come, me come igual um macho.
Eu: Seu sobrinho é o macho e você é uma tia muito puta.
Denise: AAA SIM, MUITO PUTA SUA TIA.
Continuei comendo ela e cada vez ela gritava mais. Távamos muito loucos os dois. Enquanto continuava comendo, comecei a beijar ela bem apaixonado. Nós dois curtíamos muito. Aí, entre os beijos, me afastei um pouco e cuspi na cara dela. Foi instintivo, nunca tinha feito isso com uma mulher.
Denise: AAA, que que cê tá fazendo, doente?
Eu: Olha como isso te excita. Você é uma puta do caralho. (Cuspi de novo)
Ela se separou de mim e me jogou na cama. A tia tinha bastante força. Subiu em cima de mim e começou a me cavalgar. Eu segurava a bunda dela com força.
Denise: Você é um cara mal-educado. Agora vou cobrar.
Ela se levantou e apoiou a bunda inteira na minha cara.
Denise: Achou que não ia chupar minha buceta, filho da puta?
Ela sentou em cima de mim e eu comecei a chupar. Aquela buceta tinha gosto de tudo, suor, cloro da piscina, minha própria pica que tinha acabado de estar lá dentro. Minha tia gritava que nem uma louca e cada vez pressionava mais a bunda na minha cara. Eu quase não conseguia mais respirar, mas nunca parei.
Denise: Vai me fazer gozar, cuzão. Continua. Não ousa parar senão te mato, seu idiota.
Continuei chupando até ela gozar na minha cara. Assim que ela aliviou a pressão da buceta no meu rosto, empurrei ela e coloquei de quatro.
Eu: Agora você vai ver, sua puta velha.
Comecei a comer ela de quatro, bem forte, e enquanto isso ia dando tapas na bunda dela.
Denise: AI SIM, AAAAI. ME DÁ MAIS FORTE.
Eu continuava batendo.
Denise: MAIS FORTE, EU FALEI. VOCÊ É VIADO QUE NÃO BATE FORTE?
PLAF PLAF PLAF. Marquei os dedos na bunda dela e a puta gritava de prazer.
Eu: Não vai conseguir sentar por semanas, sua puta.
Deixei a bunda dela completamente vermelha e virei ela.
Eu: Você vai tomar o leite de novo, ouviu?
Ela gemeu de prazer.
Eu: Perguntei se ouviu (cuspi nela de novo).
Denise: Sim, cara, me dá o leite.
Sentei em cima dela e coloquei a pica entre os peitos dela pra ela fazer um espanhol. Eu já não aguentava mais, então depois de um tempo levantei e coloquei a pica na boca dela.
Eu: Engole, puta.
Denise: Enche minha boca de porra, seu idiota, filho da puta.
Com os últimos xingamentos, gozei uma boa quantidade de porra na boca dela. Segurei o queixo dela com a mão e, olhando nos olhos, falei:
Eu: Engole, gostosa.
Ela obedeceu e eu caí exausto ao lado dela.
Denise: Não sabe há quanto tempo não me comiam assim.
Eu: Não aguento mais, tia.
Denise: Me deixou a bunda vermelho.
E não reclamou muito, hein.
Depois de um tempo, voltamos pra piscina, não mais pra aprender a nadar, mas pra refrescar um pouco. Embora estivéssemos os dois pelados, a tensão sexual já tinha sido liberada e passamos o resto da tarde conversando numa boa, como tia e sobrinho. Nos despedimos com um beijo e combinamos de nos ver de novo.
Naquele verão, continuamos nos encontrando pra transar mais algumas vezes, com a desculpa das aulas de natação.
Já faz uns dois anos que essa história aconteceu. Hoje tenho 26 anos e tenho que confessar que ainda não sei nadar.
Capítulo 2Meus velhos voltaram das férias e, a partir daí, os encontros com a Sandra diminuíram. Desde então, ela vinha limpar só uma vez a cada duas semanas e meus pais sempre estavam em casa. Teve uma ou outra aventura no meio, uns beijos, umas chupadas de pau, mas nada tão memorável pra contar.
No fim de semana depois da volta dos meus pais, fomos pra casa da tia Denise. Pra ser totalmente honesto, a Denise não é uma tia direta, é prima da minha mãe, então, na real, seria uma tia de segundo grau.
O negócio é que a Denise tinha feito uma piscina em casa e convidou um grupinho de parentes pra fazer uma inauguração. Na hora, eu não tava muito afim de ir, sabia que os primos com quem eu mais me dava bem não iam porque tavam de férias, e minha vontade era encontrar um momento em que meus pais não estivessem pra poder chamar a Sandra pra trepar em casa. Por isso, num primeiro momento, falei pros meus pais que não iria na casa da Denise. Na sequência, mandei uma mensagem pra Sandra dizendo que na sexta-feira a casa tava toda livre pra gente. A decepção veio na hora, porque a Sandra respondeu que na sexta era impossível a gente se ver, já que ela tava trabalhando numa casa nova.
Quando chegou a sexta, comecei a pensar que não valia a pena ficar em casa à toa, podendo comer um bom churrasco e curtir uma tarde de piscina. Então, avisei meus pais da mudança de planos e fui com eles pra casa da tia Denise.
Como eu disse antes, nenhum dos meus primos tava. Mais que isso, a reunião parecia um encontro de aposentados. Tava a tia Denise, a irmã dela com o marido, duas tias-avós, meus próprios avós e minha família. Um tédio do caralho.
Chegamos e a Denise nos recebeu com um abraço carinhoso em cada um. Até aquele momento, nunca tinha reparado na Denise. Ela era uma mulher gostosa, era uma loira alta, com umas tetas boas e uma bunda normalzinha. Tinha sido professora de Educação Física, mas já fazia uns dois anos que estava aposentada. A idade não lembro, mas devia ter entre 55 e 60. Não era totalmente magra, mas dava pra ver que tinha sido profe de Educação Física nos braços e pernas bem definidos.
Passamos pro quintal, ela mostrou a piscina nova grandona e fomos pro churrasqueiro, onde já tinha fogo pro churrasco. O almoço foi tranquilo, com as risadas típicas de família, lembrando histórias e colocando a vida de cada um em dia. Eu tomava as perguntas de sempre: como ia na faculdade, quando ia arrumar uma namorada, essas coisas.
O almoço acabou tarde e aos poucos os convidados foram indo embora. Lembrando que a maioria era gente mais velha, então fizeram a clássica: foram tirar um cochilo depois do almoço. Pra ir pra piscina ficamos só a tia Denise, meus pais, minha tia-avó (mãe da Denise), a irmã dela e o marido.
Passamos a tarde na piscina, com o sol batendo na cara. Muito de boa. Até que num momento começaram a lembrar dos velhos tempos, quando minha tia Denise e minha mãe competiam na natação. Entre risadas, começaram a competir pra ver quem era mais rápida e armaram umas corridas de natação entre todo mundo. Até que me chamaram pra participar.
Denise: E você, Enzo? É o mais novo de todos, com certeza vai passar o rodo na gente nadando.
Eu: Não, tia, é que eu não sei nadar.
Denise: Como assim não sabe? Já tá grandinho pra não saber nadar.
Eu: Não, nunca me mandaram aprender.
Denise: Que vergonha (falou pra minha mãe). Uma família de esportistas e o menino não sabe nadar. Fica mais um pouco que eu fui professora e posso te ensinar.
Ficou nisso, então depois de passar a tarde tomando chimarrão em família, fiquei só com minha tia pra umas aulas de natação. Pra ser sincero, eu tava pouco me lixando pra aprender a nadar, mas o dia tava muito bom pra Estar na piscina.
A Denise começou a me ensinar o básico da natação. Braçadas, batida de pernas, etc., até que ela me propôs que eu fosse nadando de um lado ao outro da piscina sem apoiar os pés no fundo. Obedeci e comecei a nadar. Devo dizer que natação não era minha praia e, entre braçadas e batidas de pernas, eu ia avançando bem devagar. Passei três quartos da piscina com muito esforço e já não aguentava mais, mas a tia Denise me animava pra continuar. Ela ficou na minha frente e ia dizendo: "Vai, já falta pouco, já já você chega". Mas eu não aguentava mais. Enquanto batia as pernas, levantei a cabeça e vi a Denise na minha frente gritando coisas de incentivo pra eu continuar, mas o que eu realmente vi foram os peitos dela entrando e saindo da água. Aquela imagem me desconcentrou completamente e perdi a pouca coordenação que tinha, afundando de uma vez. Por reflexo, só consegui me agarrar na Denise e, por impulso, meu rosto ficou colado nos peitos dela. Logo em seguida, coloquei os pés no chão e me afastei rápido da Denise. Ela tava morrendo de rir e eu tava vermelho de vergonha por quase me afogar e impactado pelo roçar dos peitos dela no meu rosto.
Denise: "O que foi, campeão? Se você se afogar nessa piscininha, nunca vou te levar pra uma olímpica."
Eu: "Não aguentava mais."
Denise: "Mesmo assim, foi bem pra primeira vez."
Naquele momento, eu já tava com uma ereção daquelas. Aquele choque contra os peitos da Denise tinha me feito perceber o quanto essa coroa era gostosa. Pedi um minuto pra descansar e fui pro outro lado da piscina pegar ar.
Denise: "Vai, a gente acabou de começar. Volta a nadar que eu te ajudo a chegar no outro lado se você não conseguir."
Tentando disfarçar a ereção, obedeci e comecei a nadar de novo. De novo, a três quartos de distância, ela ficou na minha frente e começou a me incentivar. Dessa vez, não perdi a concentração e continuei avançando até chegar no outro lado.
Denise: "Vai, agora volta. Vamos, vamos, vamos."
Obedeci e voltei nadando, mas já na metade do caminho não Dava mais. Continuei batendo as pernas e braçadas, mas quase não saía do lugar.
Denise: Vou ter que te ajudar como se fosse um neném, kkkkk.
Ela falou isso, veio pro meu lado e, com as mãos na minha barriga, começou a me empurrar pra frente pra eu ir avançando. Num desses movimentos, o antebraço dela roçou meu pau duro. Quando chegamos no outro lado da piscina, ela disse:
Denise: Epa, parece que você gostou muito de aprender a nadar. (Fazendo referência à ereção)
Eu: Eee... S... Desculpa, não é de propósito.
Denise: Kkkkk, sem problema. Com a idade que você tem, deve estar com os hormônios a mil. Lembro que quando dava aula no ensino médio, os caras viviam de pau duro.
Eu: Também, com uma professora tão gostosa, qualquer um ficaria.
Denise: Que atrevido o sobrinho, hein, kkkkk. Mas esses tempos passaram, agora já tô velha.
Eu: Que isso? Cê tá demais.
Denise: Para, Enzo, que você me deixa vermelha.
Eu: Tô falando sério, muita mulher queria ter sua idade e estar assim.
Denise: Para de me elogiar que senão seu pau não vai mais descer, kkkkk. Vamos, temos que continuar.
Eu: Desculpa a ousadia, mas vai ser impossível descer se eu tenho você na minha frente, tia.
Denise: Ah, se você não fosse meu sobrinho...
Eu: O que aconteceria se eu não fosse seu sobrinho?
Denise: Para, garoto, não me faz passar vergonha, kkkkk.
Eu: Mas a gente não é tia e sobrinho de verdade... Somos parentes distantes...
Denise: Como assim? Somos família do mesmo jeito.
Eu: Sim, mas não tão próxima. Não compartilhamos sangue, somos como dois amigos quaisquer...
Joguei essa e me aproximei pra beijar ela. Ela resistiu um pouco, mas acabou se entregando. A gente se beijou um tempão enquanto eu segurava a bunda dela. Comecei a tirar o short de banho debaixo d'água, e ela tentou me parar.
Denise: Não, não, a gente não pode.
Eu: Você não vai me deixar assim... Meus ovos vão ficar doendo depois de tanta amassação.
Denise: Ah, garoto. Vem, senta aqui.
Ela falou isso e me indicou pra sentar na borda da piscina. Ela se... Ficou dentro e a cabeça dela ficou bem na altura da minha pica. Ela começou a me bater uma punheta e chupou minhas bolas.
Denise: Hummm, você tem elas bem depiladas. Adoro isso.
Eu: Ufa, tia, chupa ela.
Ela começou a passar a língua na cabeça da pica e, aos poucos, foi enfiando ela na boca. Eu tava em êxtase. Tava sendo uma chupada de pica muito boa, ela ia bem devagar e passava a língua por todo lado. Comecei a passar a mão no cabelo dela e, fazendo uma carinha de safada, comecei a controlar o ritmo. Denise não reclamava e continuava chupando. Fiz ela engolir inteira e segurei ela assim por um tempo até ela engasgar.
Eu: Gosta até o fundo, tia?
Denise: Adoro, filho da puta.
Ela me xingar me deixou mais excitado e ela ficou mais puta. Começou a chupar mais e mais rápido. Até que viu minha cara de que ia gozar.
Denise: Não vai sujar a água da piscina, seu idiota.
Ela enfiou até o fundo e eu gozei tudo na boca dela. Ela soltou a pica e olhou nos meus olhos enquanto engolia todo o leite. Chupou minha pica até deixar ela completamente limpa.
Denise: Agora vai pra sua casa, Enzo. Isso não pode se repetir.
Eu: Que chupada boa que você me deu, filha da puta.
Denise: Vaza. E ninguém pode saber disso.
Fui pra casa andando. Não acreditava no que tinha acabado de acontecer. Fazia um mês que eu não punha nem de molho e agora, em algumas semanas, tinha comido a Sandra, a mulher que limpava minha casa, e minha tia Denise tinha me feito um boquete. Essas duas milf me fizeram sentir coisas que nenhuma garota chegou perto de alcançar.
Cheguei em casa, tomei banho e fui direto dormir. Tava exausto. No outro dia, desci pra tomar café e minha mãe falou:
Mãe: Você ficou morto ontem depois da sua primeira aula de natação.
Eu: É, a Denise se mostrou uma professora foda.
Mãe: Ela me mandou um WhatsApp dizendo que te espera à tarde pra continuar te ensinando.
Eu: Sério?
Mãe: Sim, vocês não combinaram isso ontem?
Eu: Ééé... Sim, deve ser. Não devo ter entendido direito. À tarde me preparei e fui na casa da Denise. Ia pensando no que ela tinha me dito, que não ia rolar nada de novo, mas agora me chamava pra voltar. Cheguei na casa dela e a pica já tava dura. No dia anterior, a Denise tinha usado uma maiô inteira, daquelas típicas de gente velha; mas hoje era diferente. Na minha frente, tinha a minha tia, que devia ter mais de 1,75, com uma bikini incrível. Cumprimentei ela com um beijo no rosto.
Denise: Pronto pra sua segunda aula?
Eu: De natação?
Denise: É, de que mais seria?
Entrei na onda e fomos pra piscina. Ela continuou me ensinando a nadar, mas agora a parada era diferente. Ela me tocava mais o corpo e eu também aproveitava pra passar a mão nela com desculpas ridículas. Eu já tava de pau duro de novo. Depois de uma hora de natação, fui direto ao ponto.
Eu: Muito legal a natação, mas agora eu queria a outra aula.
Denise: Do que você tá falando?
Eu: A segunda parte da aula, igual ontem.
Denise: Te falei que isso não ia rolar de novo.
Eu: E pra que você vestiu a bikini então? Acha que sou otário?
Denise: Porque quis vestir. Eu me visto como quero.
Eu: Ah, então eu também me visto como quero e quero ficar sem short.
Tirei o short e fiquei de pau duro na frente dela.
Denise: Que cara atrevido você é.
Eu: E você é uma puta velha.
Denise: Não me falta com respeito, moleque.
Eu: Vai me dizer que não te excita ser tratada como a puta que você é?
Nadei até onde ela tava com a pica dura e me joguei pra beijar ela.
Denise: Não, não podemos. Já chega do que rolou ontem. Não vai acontecer nada.
Ela se virou pra sair da piscina e, quando me deu as costas, fui rápido o suficiente pra desatar a bikini dela por trás.
Denise: O que cê tá fazendo, idiota?
Eu: Quero ver seus peitos.
Ela se virou com o braço sobre os peitos, segurando a bikini pra não mostrar nada. Eu tava com a pica na mão.
Denise: Se seca e vamos pra dentro.
Eu: Viu que você é uma puta velha. Entrei e fui pra dentro. Lá já me esperava sem o sutiã do biquíni. Tinha uns peitos lindos. Naturais, caídos e um pouco pálidos por causa do bronzeado do corpo dela.
Denise: Vamos ver se você aguenta, seu idiota.
Cada vez mais a gente se xingava. Parecia que aquilo tava excitando nós dois. Cheguei perto e beijei a boca dela. Ela pegou na minha pica e foi me masturbando devagar enquanto a gente se beijava. Comecei a chupar os peitos dela.
Denise: Morde eles, cara.
Mordi e ela gozava igual uma louca.
Eu: Que tia puta que eu tenho.
Denise: A mais puta de todas.
Ela se ajoelhou e cuspiu na minha pica pra continuar me punhetando.
Eu: Chupa, puta.
Ela abriu a boca e começou a devorar minha pica. Tava louca. Chupava com tanta violência que chegou a doer, mas não falei nada. Peguei ela pelo cabelo e mandei ficar quieta, e comecei a comer a boca dela. Cada vez mais rápido e mais fundo até ela começar a engasgar, com os olhos lacrimejando.
Eu: Não aguenta, puta?
Tirei ela e deitei na cama. Tirei a parte de baixo do biquíni e cuspi na buceta dela. Não ia fazer oral, tava tão excitado que queria meter logo.
Denise: Para, vou pegar uma camisinha.
Eu: Putas têm que ser comidas no pelo.
Enfiei a pica de uma vez e ela gemeu de prazer.
Denise: AAA, seu filho da puta.
Eu: É? Sou filho da puta?
Denise: É, idiota. Agora me come, me come igual um macho.
Eu: Seu sobrinho é o macho e você é uma tia muito puta.
Denise: AAA SIM, MUITO PUTA SUA TIA.
Continuei comendo ela e cada vez ela gritava mais. Távamos muito loucos os dois. Enquanto continuava comendo, comecei a beijar ela bem apaixonado. Nós dois curtíamos muito. Aí, entre os beijos, me afastei um pouco e cuspi na cara dela. Foi instintivo, nunca tinha feito isso com uma mulher.
Denise: AAA, que que cê tá fazendo, doente?
Eu: Olha como isso te excita. Você é uma puta do caralho. (Cuspi de novo)
Ela se separou de mim e me jogou na cama. A tia tinha bastante força. Subiu em cima de mim e começou a me cavalgar. Eu segurava a bunda dela com força.
Denise: Você é um cara mal-educado. Agora vou cobrar.
Ela se levantou e apoiou a bunda inteira na minha cara.
Denise: Achou que não ia chupar minha buceta, filho da puta?
Ela sentou em cima de mim e eu comecei a chupar. Aquela buceta tinha gosto de tudo, suor, cloro da piscina, minha própria pica que tinha acabado de estar lá dentro. Minha tia gritava que nem uma louca e cada vez pressionava mais a bunda na minha cara. Eu quase não conseguia mais respirar, mas nunca parei.
Denise: Vai me fazer gozar, cuzão. Continua. Não ousa parar senão te mato, seu idiota.
Continuei chupando até ela gozar na minha cara. Assim que ela aliviou a pressão da buceta no meu rosto, empurrei ela e coloquei de quatro.
Eu: Agora você vai ver, sua puta velha.
Comecei a comer ela de quatro, bem forte, e enquanto isso ia dando tapas na bunda dela.
Denise: AI SIM, AAAAI. ME DÁ MAIS FORTE.
Eu continuava batendo.
Denise: MAIS FORTE, EU FALEI. VOCÊ É VIADO QUE NÃO BATE FORTE?
PLAF PLAF PLAF. Marquei os dedos na bunda dela e a puta gritava de prazer.
Eu: Não vai conseguir sentar por semanas, sua puta.
Deixei a bunda dela completamente vermelha e virei ela.
Eu: Você vai tomar o leite de novo, ouviu?
Ela gemeu de prazer.
Eu: Perguntei se ouviu (cuspi nela de novo).
Denise: Sim, cara, me dá o leite.
Sentei em cima dela e coloquei a pica entre os peitos dela pra ela fazer um espanhol. Eu já não aguentava mais, então depois de um tempo levantei e coloquei a pica na boca dela.
Eu: Engole, puta.
Denise: Enche minha boca de porra, seu idiota, filho da puta.
Com os últimos xingamentos, gozei uma boa quantidade de porra na boca dela. Segurei o queixo dela com a mão e, olhando nos olhos, falei:
Eu: Engole, gostosa.
Ela obedeceu e eu caí exausto ao lado dela.
Denise: Não sabe há quanto tempo não me comiam assim.
Eu: Não aguento mais, tia.
Denise: Me deixou a bunda vermelho.
E não reclamou muito, hein.
Depois de um tempo, voltamos pra piscina, não mais pra aprender a nadar, mas pra refrescar um pouco. Embora estivéssemos os dois pelados, a tensão sexual já tinha sido liberada e passamos o resto da tarde conversando numa boa, como tia e sobrinho. Nos despedimos com um beijo e combinamos de nos ver de novo.
Naquele verão, continuamos nos encontrando pra transar mais algumas vezes, com a desculpa das aulas de natação.
Já faz uns dois anos que essa história aconteceu. Hoje tenho 26 anos e tenho que confessar que ainda não sei nadar.
9 comentários - Comeviejas 3: Tia Denise Gostosa