Após 9 meses de espera, satisfazendo minha mulher em todas as necessidades dela... e fodendo dia e noite, porque como todo mundo sabe, grávida fica com o tesão lá em cima. Chegou o dia do parto, um dia meio estranho, mas divertido. Há anos eu tenho a fantasia de ver minha mulher dando pra outro cara, comer outra pica como uma putinha, e então o dia chegou.
Fomos pro hospital pra internar ela, nos deram um quarto privativo bem bonito, ajudei ela a se instalar e enquanto esperávamos, ela me disse que tava com muito tesão... Na hora minha pica já subiu, só de pensar na situação. Ela na cama, com aqueles peitos gigantes que já vazavam um pouco de leite, aquela bunda divina e aquela buceta que vivia molhada... Nisso, enquanto a gente tentava começar, entrou o enfermeiro, um cara jovem, alto, atraente e que deixava um belo volume aparecendo pelo uniforme. Olhei pra minha mulher e vi como ela ficou de boca aberta, olhando pro volume dele. Esperei ele sair e perguntei: "Gostou???" Ela, sem hesitar, disse que sim. "Sabe que eu sempre tive a fantasia de te ver comendo outra pica..." Ela me olhou, sem pensar duas vezes, e disse: "Vamos fazer agora." Minha pica começou a endurecer ainda mais só de pensar, e sem esperar, chamamos o enfermeiro com a desculpa de que ele precisava examinar ela de novo.
Ele começou a examinar, e ela, como quem não quer nada, começou a roçar a mão naquele volume que se destacava. O cara ficou nervoso, mas ao ver que eu não reagia, deixou ela continuar, e cada vez ela apalpava mais e mais. Até que a pica dele ficou bem dura, e ela, como uma boa putinha, disse: "Vem cá, chega mais." Puxou a pica dele pra fora e começou a chupar com toda a vontade... Lambendo os ovos dele e enfiando cada centímetro daquela pica bem até o fundo. Ao me ver durasso, ela disse: "Papai, chega aqui também", pegou na minha e começou a chupar as duas com desespero. Ela enfiava as duas picas na boca ao mesmo tempo, enquanto eu falava: "Vai, putinha, come ela toda." Ela tava toda engasgada de pica e isso me deixava louco. Sem pensar duas vezes, decidi descer e começar a tocar ela pra sentir o quanto ela tava molhada, e a safada... A puta gemia só de enfiar um dedo. Comecei enfiando um dedo, depois dois, depois três, até que comecei a chupar a buceta dela enquanto enfiava os dedos, e ela gritava que nem uma puta, engasgada na pica do enfermeiro. Quando já não aguentava mais, fiz ele sentar na poltrona e falei: "vai, puta, monta nele". Ela, sem hesitar, afundou aquela buceta molhada na pica e começou a cavalgar cada vez mais rápido. Fiquei olhando um tempo, até que me aproximei e falei: "agora é minha vez". E sem aviso, enfiei bem a pica no cu dela, fazendo ela gritar. Ela adora que quando eu como o cu dela, eu seguro pelo pescoço... Então, segurando ela pelo pescoço, deixava os peitos bem à mostra pro enfermeiro chupar, enquanto a gente comia ela. Ela começou a gemer e a gozar: uma, duas, três vezes. Até que ela falou: "quero que me encham de porra". E eu respondi: "beleza, puta, onde você quer???" Ela me olhou e disse: "papi, na boca". Então nós dois levantamos e juntos enchemos a boca dela de porra... E a puta engoliu tudo, tudinho.
Fomos pro hospital pra internar ela, nos deram um quarto privativo bem bonito, ajudei ela a se instalar e enquanto esperávamos, ela me disse que tava com muito tesão... Na hora minha pica já subiu, só de pensar na situação. Ela na cama, com aqueles peitos gigantes que já vazavam um pouco de leite, aquela bunda divina e aquela buceta que vivia molhada... Nisso, enquanto a gente tentava começar, entrou o enfermeiro, um cara jovem, alto, atraente e que deixava um belo volume aparecendo pelo uniforme. Olhei pra minha mulher e vi como ela ficou de boca aberta, olhando pro volume dele. Esperei ele sair e perguntei: "Gostou???" Ela, sem hesitar, disse que sim. "Sabe que eu sempre tive a fantasia de te ver comendo outra pica..." Ela me olhou, sem pensar duas vezes, e disse: "Vamos fazer agora." Minha pica começou a endurecer ainda mais só de pensar, e sem esperar, chamamos o enfermeiro com a desculpa de que ele precisava examinar ela de novo.
Ele começou a examinar, e ela, como quem não quer nada, começou a roçar a mão naquele volume que se destacava. O cara ficou nervoso, mas ao ver que eu não reagia, deixou ela continuar, e cada vez ela apalpava mais e mais. Até que a pica dele ficou bem dura, e ela, como uma boa putinha, disse: "Vem cá, chega mais." Puxou a pica dele pra fora e começou a chupar com toda a vontade... Lambendo os ovos dele e enfiando cada centímetro daquela pica bem até o fundo. Ao me ver durasso, ela disse: "Papai, chega aqui também", pegou na minha e começou a chupar as duas com desespero. Ela enfiava as duas picas na boca ao mesmo tempo, enquanto eu falava: "Vai, putinha, come ela toda." Ela tava toda engasgada de pica e isso me deixava louco. Sem pensar duas vezes, decidi descer e começar a tocar ela pra sentir o quanto ela tava molhada, e a safada... A puta gemia só de enfiar um dedo. Comecei enfiando um dedo, depois dois, depois três, até que comecei a chupar a buceta dela enquanto enfiava os dedos, e ela gritava que nem uma puta, engasgada na pica do enfermeiro. Quando já não aguentava mais, fiz ele sentar na poltrona e falei: "vai, puta, monta nele". Ela, sem hesitar, afundou aquela buceta molhada na pica e começou a cavalgar cada vez mais rápido. Fiquei olhando um tempo, até que me aproximei e falei: "agora é minha vez". E sem aviso, enfiei bem a pica no cu dela, fazendo ela gritar. Ela adora que quando eu como o cu dela, eu seguro pelo pescoço... Então, segurando ela pelo pescoço, deixava os peitos bem à mostra pro enfermeiro chupar, enquanto a gente comia ela. Ela começou a gemer e a gozar: uma, duas, três vezes. Até que ela falou: "quero que me encham de porra". E eu respondi: "beleza, puta, onde você quer???" Ela me olhou e disse: "papi, na boca". Então nós dois levantamos e juntos enchemos a boca dela de porra... E a puta engoliu tudo, tudinho.
1 comentários - Chegou o parto!!!!