Tomando banho com meu pai (parte 1)

O que vou contar pode parecer meio extremo e delicado; mas isso é só um ponto de vista; pra mim foi e sempre será a melhor coisa que podia ter acontecido, até me pego lembrando daqueles momentos, puta que era excitante, talvez alguns me chamem de estranho, esquisito ou degenerado, mas meu pai me ensinou a aguentar igual os homens, e logo vocês vão entender o porquê. Eu tinha 13 anos quando meus pais se divorciaram, puta que foi um baque pros três; meus dois irmãos e eu não entendíamos muito do que tava rolando, e apesar da nossa pouca idade, tentamos ser o mais maduros possível pra tomar uma decisão; talvez minha mãe sempre se perguntasse por que nós três decidimos ficar com o pai? Mas a verdade, nem eu sei, talvez a gente só tenha deixado rolar, porque passávamos mais tempo com ele. É doloroso se acostumar, mas meu pai deu um jeito de fazer o melhor que podia como pai; ele era mecânico e depois da aula a gente encontrava ele pra comer na oficina. A gente já tinha uma rotina na semana nós quatro; Leo, meu irmão mais velho, de apenas 15 anos, dois anos mais velho que eu, estudava na mesma escola que eu, ele tava no terceiro ano e eu acabando de entrar; a gente caminhava até a escola primária onde Dani, o mais novo dos três, nos esperava pra depois pegar o ônibus até o trampo do pai. Meu pai dava um jeito de cuidar da gente e é algo que sempre vou agradecer; ele começou a fazer a gente aprender sobre mecânica, sempre dizia que era o negócio da família, mas quem ele mais enchia o saco com isso era o Leo; porque ele era o mais velho e sempre falava que se um dia meu pai faltasse, ele tinha que responder pelos irmãozinhos. Desde então, Leo começou a ajudar o pai, enquanto Dani e eu fazíamos a lição no cubículo pequeno que servia de escritório, mais tarde a gente ia pra casa na lata-velha do pai, que também se chamava como meu irmão mais velho, "Leonardo". Meu pai descansava, muitas vezes abria uma cerveja, e depois de um tempo mandava a gente tomar banho; Leo, por sua Já não tomava banho com a gente, mas eu e Dani continuávamos tomando banho com meu pai, era normal pra nós. Papai sempre dizia que todos nós tínhamos a mesma coisa, e não sentíamos vergonha nem tesão; bom, até que um dia algo aconteceu. Posso dizer que foi o começo de tudo, foi exatamente quando meu instinto despertou; era como se tivessem aberto meus olhos. Desde aquele dia, eu sempre esperava ansioso pela hora do banho, comecei muito cedo. Éramos muito jovens, costumávamos tomar banho com papai desde bem pequenos, era algo completamente normal pra nós; nós quatro entrávamos no chuveiro, era divertido. Quando você é criança, não tem malícia pra ver as coisas com tesão, nos ensinaram a não sentir vergonha desse tipo de situação, afinal todos tínhamos a mesma coisa.

No entanto, o tempo voa e o primeiro a desistir foi meu irmão mais velho. No começo você não entende, muitas vezes me perguntei: "Por que ele não toma mais banho com a gente, se é tão divertido?" Era óbvio, meu irmão estava passando por mudanças no corpo que talvez lhe dessem vergonha de mostrar, as mudanças que todos nós sofremos; mas com o tempo você se acostuma e continua vendo as coisas de forma normal.

Pior, antes mesmo do meu irmão mais novo se juntar aos banhos em família e antes da minha mãe sair de casa, houve um acontecimento que, mesmo quando lembro, me deixa a pica dura. Naquela época, só tomávamos banho eu, Leo e meu pai, e eu sempre fui muito curioso e sem vergonha: "Papai, por que seu pau é maior que o nosso?" "Você é muito pequeno, não tem ideia de nada." "Porque já sou adulto, isso acontece com todos nós quando crescemos." Eu queria tocar nele, era grande e grosso demais, e comparado ao meu micro-pau, parecia dez vezes maior. Nem era por tesão, era só por pura curiosidade. "O que você está olhando, filho?" "Também vou ter pelinhos?" "Sim, com certeza. Por quê? Você não gosta?" "Pra falar a verdade, não gostava muito da ideia de que o meu ficasse assim cheio de pelos. —Bom, quando você crescer pode aparar se não gostar, eu gosto assim. Aí o Leo fez um comentário que me deixou com mais dúvidas —Pai, o irmão do meu irmão Mau disse que quando a gente crescer pode bater punheta —notei a cara de riso do meu pai, ele deve ter achado engraçado ver tudo que a gente sabia com tão pouca idade. —E o que mais o irmão do Mau falou pra vocês? —Ele mostrou umas revistas do pai dele, são de adulto, e fez aquilo na nossa frente pra ensinar o que era. Percebi a cara de nojo do meu pai —Bom, esse menino não devia mostrar essas coisas pra vocês, no momento certo vocês vão descobrir do que se trata —Continuamos com o sabão e a água, meu pai ajudava pra garantir que a gente ficasse limpo —Leo, da próxima vez, melhor perguntar pra mim —Acho que meu pai preferia ser quem nos orientasse. O engraçado é que a partir daí minha tara começou a crescer, esperava ansioso a hora de chegar o momento de tomar banho com o pai, olhava praquele pedaço grosso com um sentimento estranho que não sabia explicar, até comecei a sentir um tesão em ver o pai andando pela casa de bermuda apertada que marcava aquele volume enorme.

Um fim de semana depois de uma visita dos compadres dos meus pais, minha mãe saiu pra ver minha avó, meu pai tinha bebido umas cervejas com meus tios, que também eram padrinhos do meu irmão mais novo; papai mandou a gente se preparar pro banho, a voz dele tava meio pastosa e arrastada, sabia que ele tinha passado do ponto, já tinha visto ele assim antes, mas ele não era um bêbado ruim, ficava mais carinhoso e falava um pouco demais.

Corremos pegar nossas roupas limpas, eu e meu irmão fomos pro banheiro, meu pai ainda não tinha entrado, ele sempre demorava um pouco procurando as roupas e toalhas; minha mãe ia demorar pra voltar, tinha levado meu irmão mais novo —Já estão dentro do chuveiro? —ouvimos meu pai vindo do corredor em direção ao banho. —Aqui estamos, pai— disse Leo, nós dois já estávamos nus, com nossos pequenos e minúsculos pintos já ensaboados; embora o pinto do meu irmão já fosse maior, não no nível do do meu pai, mas mais desenvolvido que o meu. Meu pai chegou segurando toalhas e roupas, tirou a roupa e veio até nós; o pau do meu pai era muito grosso, tinha um prepúcio que cobria o corpo e, ao lavar, deixava a cabeça para fora, cheia de sabão; então Leo fez outro comentário parecido com o anterior —Pai, o que é sêmen? O irmão do Mau diz que quando a gente crescer, a gente vai poder fazer isso. —Ele também ensina isso pra vocês? —Não, mas ele disse que a namorada dele ajudava ele a fazer— dessa vez ele não mostrou a cara de nojo, eu não entendia nada do que eles estavam falando, a linguagem que usavam era nova pra mim, embora no meu subconsciente, algo sobre aquilo estivesse se guardando e criando algo que definiria meu futuro. —Se não contarem pra mamãe, posso ensinar o que é, pra vocês tirarem a dúvida; prefiro ser eu a ensinar vocês do que alguém na rua mostrar uma coisa dessas— nós dois prometemos não contar nada, e acho que foi mais por causa do álcool; não sei se sóbrio meu pai teria nos ensinado uma coisa dessas. Meu pai começou a se tocar, tinha um pouco de sabão, esticava e puxava, cobrindo e descobrindo a grossa glande; vi como o tamanho começava a mudar, se já era grande, ficava ainda maior, e de grossura já tinha o dobro, parecia um braço comprido cheio de veias; eu estava surpreso, como se fosse mágica. —E o meu também vai ficar assim?— perguntei, olhando como o pau do meu pai, que já era grande, tinha ficado três vezes maior em toda a extensão; mais do que com olhos de luxúria, eu olhava com surpresa; meu irmão, por outro lado, fazia perguntas mais curiosas ao meu progenitor, acho que por estar mais perto da adolescência, entendia muito mais do que estava acontecendo. —O meu também vai ficar desse tamanho? — notei que Leo estava muito interessado, e o pinto dele tinha ficado ereto, era minúsculo do lado de um pau daqueles, mas era compreensível pela idade dele. —É, quando você crescer mais, com certeza vai ter um tamanho bom também, o meu é um pouco maior que a média, mas se tiver sorte, vai herdar algo parecido com o meu. —E bater punheta então é o que faz crescer? —insistiu Leo no assunto. —Não, mas precisa deixar ele assim pra poder fazer; bater punheta é... —suponho que era algo difícil de explicar o que era, e ele preferiu nos ensinar, era menos complicado, e de certa forma até era legal que meu pai tivesse a confiança de instruir os filhos. Ele começou a mexer com o punho, tinha uma leve curvatura pra cima, e a gente podia ver como a mão dele percorria todo aquele corpo grosso e cheio de veias, a espuma tinha ido embora com a água, o que deixava ver melhor o tamanho, a cor e os detalhes. Os olhos do meu pai se apertavam junto com os lábios, que de vez em quando eu via ele morder; Leo começou a fazer o mesmo, meio inexperiente, mas tentava imitar o que o pai fazia; eu só olhava, não tinha nenhum tipo de reação, mas era divertido, e acabava sendo algo novo pros meus olhos. Meu pai respirava mais rápido e quando a gente perguntava coisas, ele respondia com gestos ou palavras curtas, acho que tava concentrado na bronha dele; eu queria ver o que mais ia acontecer, tinha dúvidas, aquilo era bater punheta? Até a palavra era complicada pra mim. O que era aquele famoso esperma que o pessoal falava? —Por que tão saindo gotinhas? —Perguntei ao ver que da cavidade da glande saía um líquido viscoso; meu pai parou, pegou com as mãos e enquanto espalhava por toda a cabeça do pau dele, explicou que era um lubrificante que ajudava a não se machucar, e por isso tinha que espalhar. —Parece meleca —falei fazendo cara de nojo; pai só riu; quem foi muito mais sem vergonha que eu foi meu irmão, pois num descuido do meu pai ele colocou a mão sobre o pau grosso do meu pai, pegou a gota da ponta e a Ele brincou com os dedos — É bem pegajoso. Meu pai não o impediu; só disse que ele não devia tocar no pênis de outras pessoas sem permissão, reforçou que com ele não tinha problema por ser o pai dele, sendo para tirar dúvidas e com o objetivo de nos mostrar que podíamos chegar nele para esse tipo de dúvida, sem problema. Notei que Leo ficou meio envergonhado, mas meu pai sempre foi carinhoso e permissivo, e disse pra ele não ter vergonha, que ele se referia a pessoas de fora que poderiam entender as coisas errado. — Bem, masturbação é isso que eu tô fazendo, quando um pênis tá ereto, ou cresce igual o meu, a gente sente a necessidade de estimular ele como eu tava fazendo, e depois de um tempo fazendo isso, vai sair um líquido branco; o famoso sêmen que o irmão do Mau te falou — ele dizia pro Leo, embora eu estivesse com as orelhas bem abertas e os olhos bem arregalados. — E você vai fazer pra gente ver? — disse Leonardo, na sua curiosidade insistente; meu pai não hesitou, só repetiu e reforçou que a mamãe não podia saber disso, já que era assunto de adulto e que talvez ela pudesse levar as coisas de um jeito diferente e arrumar problema. A gente cumpriu essa promessa, e em troca meu pai continuou com a demonstração, continuou puxando o pênis dele. Não sei se era imaginação minha, mas cada vez eu via aquele pau mais inchado, parecia que de tão vermelho que ficava, as veias iam estourar. — Posso tentar? — disse meu irmão. Meu pai disse que sim, mas com o dele; mas Leo tava se referindo ao do meu pai. Não sei se foi por causa do álcool, mas depois de alguns segundos hesitando, meu pai deixou o filho pegar no pênis dele. Não senti que fosse com maldade, na verdade meu pai preferiu que fosse com ele do que com algum estranho que pudesse nos machucar. A mão do Leo envolveu aquele pedaço grosso de membro que parecia pesar na palma, com os movimentos novatos do filho. — Tá assim, certo? — Tem que ser um pouco mais rápido. Leo fez o melhor que pôde pra imitar o que meu pai tava fazendo, e aquele membro grosso realmente pesava na mão dele. —Eu também quero — falei inocente, e me aproximei pra tocar nele, era grosso, quase da grossura do meu braço fino, parecia que a gente tava brincando, a gente se revezava pra fazer aquilo, até que meu pai já tirou nossas mãos e disse que já deu. Aí continuou com o que tava fazendo, seguiu se masturbando, se afastou um pouco da gente, e a velocidade da mão dele só aumentava junto com as respirações fortes; logo ele nos empurrou pro lado, colocou uma mão debaixo do pinto, dobrou um pouco as pernas peludas, parecia que ia explodir. Por um momento, papai parou de olhar pra gente, era como se a gente tivesse sumido pra ele, durante uns minutos ele segurava a mão perto da cabeça do pinto, coisas que você não entende até ver do que se trata, fechava os olhos e o pau dele não parava de soltar mais daquele líquido grosso que formava fios antes de fazer parte do que ele chamava de "masturação". Por uns segundos, eu jurava que meu pai ia desmaiar, até começou a me assustar um pouco ao ver que ele parecia estar sofrendo; as costas dele batiam na parede de azulejo, e ele parecia tremer; nos últimos movimentos da mão dele, que foram diminuindo a velocidade brusca, uma explosão de líquido branco espirrou além da mão dele. A mão dele tinha recebido umas últimas respingadas daquele líquido grumoso; os primeiros jatos tinham escorrido pelo chão todo, batendo na parede da frente, até algumas gotas caíram na nossa pele. Foram vários segundos em que meu pai se perdeu completamente, só tava de pé, respirando cansado, recuperando o ar da demonstração exausta, sem que ele percebesse, eu peguei um pouco do líquido que ele expeliu e levei à boca — Não! Isso não se come, Enrique! — meu pai falou, reagindo à minha molecagem. Lembro com muita graça da reação dele, porque não devia ser tão engraçado ver seu filho comendo sua porra; foi quando ele percebeu que a gente tinha se sujado com o gozo dele, na hora terminou de nos dar banho e continuou repetindo que ninguém podia saber disso; e imagino a surra que minha mãe daria se descobrisse. Enquanto nos secava, eu via que o pau dele ainda tava maior que o normal — pai, por que ainda tá grande? — eu ainda tinha muitas dúvidas. — É normal, não volta ao tamanho normal na hora, tem que passar um tempo até ele dormir. — Por que saiu um líquido branco? — perguntou meu irmão — O irmão Mau também teve isso. — Isso se chama ejaculação, e esse líquido branco é o sêmen, e acontece quando um homem adulto se estimula o suficiente; tudo isso se chama masturbação, mas ninguém deve ensinar isso, no meu caso sou seu pai e por isso fiz, mas não vai acontecer de novo; então espero que tenham tirado suas dúvidas — ele também deixou claro que proibia a gente de ter contato com o irmão do Mau. Naquele dia, tudo seguiu normal: um pai instruindo os filhos, dois filhos aprendendo sobre sexualidade sem maldade... mas na minha cabeça não era bem isso que tava rolando; e isso levaria a ações com meu pai no futuro. Nunca mais aconteceu nada daquilo depois daquela vez, o assunto não foi tocado, nem houve mais nada por motivo algum, não vi mais o pau duro do meu pai pelo resto da minha infância; ele foi muito cuidadoso com isso, mas manteve muita informação sexual pra nos orientar a não fazer besteira. A adolescência chegou e a gente começa a experimentar o corpo: comecei a notar o aumento do meu pau, e também o jato de líquido à noite, sonhos sexuais com amigos, professores, até com primos, depois fui entendendo os sonhos molhados e principalmente aquilo que naquele banho meu pai nos ensinou. Foi então que me masturbei pela primeira vez, era tão gostoso, uma sensação tão estranha, comecei me tocando, meu pau ficou duro e quando vi, minha primeira punheta já tava feita, embora admita que não saiu o líquido que saiu do meu pai naquela ocasião. A primeira vez que me masturbei foi Com as lembranças daquele banho, foi tão prazeroso recortar e reconstruir na minha mente tudo o que aconteceu, tentar visualizar o tamanho do pau do meu pai, nas minhas memórias tinha uma rola enorme e grossa, e sinceramente me excitava lembrar do que tinha rolado com meu pai. Desde então, toda vez que chegava em casa era uma tortura tentar disfarçar ao olhar pra aquele pacotão; meu pai sempre foi um cara muito bonito e másculo, lembro como as mulheres se jogavam em cima dele nas reuniões de pais quando descobriram que ele era divorciado. E com o que ele tinha entre as pernas, com certeza não faltavam fodas ou mulheres interessadas em ficar com ele; embora na minha frente e dos meus irmãos ele sempre fosse muito respeitoso, sempre mantendo o pudor. O que ele não sabia era o segredo que meu irmão Leo e eu tínhamos, desde o momento em que descobrimos a masturbação começou um jogo entre nós dois; a gente costumava ver juntos as revistas pornô que meu pai escondia, também assistíamos aos vídeos xxx que ele guardava trancados, mas o verdadeiro segredo era que estávamos nos masturbando juntos. A gente aproveitava todos os dias pra bater uma, todas as tardes quando voltávamos da aula deixávamos meu irmão mais novo no meu quarto vendo algum desenho, e a gente se trancava no quarto do meu pai pra nos masturbar. Chegou o dia em que deixamos a pornografia de lado e começamos a focar mais em nós mesmos, o pau do meu irmão era maior, tinha pelos, e o meu era um pouco menor e com uns pelinhos loiros; meu irmão preferia ser o protagonista, o primeiro a gozar; e um dia começamos a imitar o que víamos nos filmes. A gente gostava de colocar um filme xxx pra estimular nossas mentes, mas a verdade é que depois de um tempo, se não por uns dois anos, isso ficou em segundo plano, ele me masturbava e eu masturbava ele, e quando estávamos quase gozando, cada um pegava no próprio pau e terminava; a gente se limpava e pronto. era todo dia; começou a ficar chato para os dois. —Você não gostaria de tentar algo mais? —insinuava Leo, foi algo estranho, mas ele queria experimentar além daquilo. —O que você tem em mente? —Bem, fazer coisas como nos filmes, já não somos crianças pra ficar só batendo punheta, né? Eu concordava com ele, e tinha um certo fundamento, a adolescência estava mais pra saída do que pra entrada; nossos corpos já estavam mais maduros do que anos atrás, ele era mais liso do que eu, parecia que a testosterona tinha sido mais generosa comigo, eu era mais peludo que ele, e no meu gosto, acho que fui bem favorecido. Tanto que, em questão de tamanho, herdei uma boa genética, e claro que estou falando do tamanho do pau, minha brecha parecia ser maior que a do meu pai, a do meu irmão era bem parecida com a do meu velho, se a memória não falha, no tamanho e formato eram muito similares; a minha também no formato, mas no tamanho acho que meu pai ficaria orgulhoso. Chegou o dia em que começamos a perder a vergonha e a experimentar mais, a primeira mamada eu dei, mais por curiosidade do que obrigado, naquela idade você ainda se pergunta se gosta de garotas ou garotos, e a verdade é que isso não tem importância. —Você quer chupar primeiro? —Não recusei, a verdade é que olhar pra aquilo me trazia muitas lembranças, eu ansiava ter aquela rola grossa na minha boca, queria descobrir o sabor, o cheiro e como era engolir a porra dele; pode soar meio nojento, mas era tudo que passava pela minha cabeça. Meu irmão já estava de cueca no tornozelo, sentado na cama com as pernas esticadas, sempre de olho pra ver se meu pai não chegava, ou se meu irmão mais novo não estava de bobeira na porta; nunca tínhamos passado por uma situação dessas, por isso tínhamos que tomar cuidado com esses detalhes. Lembro daquele primeiro contato da minha língua com o pau dele, um suspiro forte e um sorriso quando virei pra olhar ele, tinha um gosto tão bom, o sabor era melhor do que eu imaginava; imitando todos os vídeos Assim que vi, comecei a chupar o pau do meu irmão, puta merda, eu adorava sentir ele bem lá dentro, talvez não tivesse 22 cm de comprimento, mas era o suficiente pra não chamar de pequeno. Meu irmão dizia que eu mamava melhor do que se via nos filmes, babava muito, adorava sentir as gotas salgadas que minha língua pegava ao espremer e apertar o tronco dele; sempre uma gota transparente respondia a esse estímulo. Aprendi rápido, e fiquei muito bom, tão bom que conseguia fazer meu irmão gozar rápido, mesmo que nas últimas vezes ele me parasse pra não acabar cedo; ele também ficou bom, provou do meu pau, embora dissesse que era muito difícil engolir ele todo; além de grosso, era comprido, e tinha formato de banana, muitas vezes vi ele lutando contra o tamanho. Sempre fazia piadas sobre o tamanho, e era excitante compartilhar algo tão íntimo e sexual com seu próprio irmão; um dia, cansados da mesmice, Leo me perguntou algo que eu também já tinha pensado — Você nunca teve vontade de saber como é levar no cu? — Já pensei nisso também, mas não tenho certeza se quero fazer — foram só umas perguntas, mas o bichinho da dúvida já estava lá; numa dessas tardes, enquanto eu estava deitado de lado, perto da mão dele pra ele me masturbar, comecei a chupar o pau dele, tava muito entretido com a buceta gostosa dele quando senti o dedo dele fuçando entre minhas nádegas. Notei que tinha um pouco de saliva, e ele girava em volta do meu cu como se percorresse toda a circunferência — Tá gostando? — ele perguntou; eu não parei, verdade, era uma delícia, uma sensação muito excitante, era como receber prazer duplo, de um lado a mão dele brincava com meu pau molhado, e por trás o dedo dele brincava com meu cu; nem sei como ele se virou pra fazer isso, eu continuava entretido chupando o pau duro e gostoso dele. Essa gozada foi espetacular, não consegui segurar, foi uma das primeiras vezes que meu irmão me fez gozar tão rápido — e como não? As mãos dele... Os dedos se moviam num ritmo tão estimulante que entravam e saíam com a saliva dela, meu pau foi como um vulcão, lembro que jorrei sujando mais do que só a mão dela; mas isso não nos parou, mesmo que ela não costumasse comer meu sêmen nem ser tão aficionada a lamber meu lubrificante, naquela ocasião deu tão certo que ela não teve problema em limpar até o último fio do meu esperma branco. Mas o que mais me surpreendeu foi a resistência que ela já tinha, aquela gozada não foi suficiente pra mim, foi só um respiro pra me entreter mais um tempo no pau dela; eu tinha deixado ela tão lubrificada, enquanto fazia isso pedia pra ela não parar de brincar na minha bunda, logo senti que entrava mais que só um dedo. Sentia a necessidade de algo maior entrar, me levantei e me ajoelhei ficando bem na altura do umbigo dela, comecei a me mexer, sentia a sucção do meu cu pedindo pau, puta que pariu, eu não me reconhecia; eu só queria que meu irmão me fizesse dele; a gente tinha passado daquele limite de se masturbar como um par de amigos, pra começar a ser amantes esquecendo todo parentesco. —Não tá doendo?— ela me perguntava enquanto eu me movia em cima dela. —Ainda não entrou, mas deixa eu fazer no meu ritmo, senão vai doer com certeza. Senti um leve empurrão vindo das coxas dela; o membro entrou um pouco, era uma dor aceitável, e depois veio uma sensação gostosa, comecei a mexer meus quadris, sentia como com um pouco de ajuda ela se impulsionava pra me penetrar. —Você sabe fazer isso?— perguntei; porque ela tinha tido namoradas, e achei que talvez ela já tivesse transado. Puta resposta que recebi, ela era tão virgem quanto eu—Bom, vai devagar, que se doer um pouco—a verdade é que dos dois, acho que eu era mais bruto que ela. Entre a troca de palavras e quase sem perceber, minha bunda já tinha engolido o pau inteiro dela, sentia as bolas dela apoiadas na minha retaguarda; ela começou a se mexer e eu me apoiei no peito dela, sentia minha bunda pular impulsionada pelas pernas fortes dela; se algo nos marcava era a boa proporção que meu pai nos tinha herdado: pernas boas, torso definido, bundas redondas e, acima de tudo, a boa pica. Logo foi inevitável gemer, meu irmão adorava aquilo, sempre me disse que amava me ouvir reclamar enquanto metia; sentia ele perfurando meu cu, e a verdade é que ele era bom demais transando. Testamos nessa e em outras posições, olha que colocamos em prática tudo que tínhamos visto em filmes; o mais estranho é que meu irmão nem era gay, talvez bissexual, porque ele amava mulheres, mas sei que foi só um longo deslize, que durou um bom tempo. Lembro que quanto mais fodíamos, mais experientes ficávamos, logo aprendemos em quais posições curtir mais; eu curtia muito quando ficava de quatro, me fazia sentir um tamanho maior do pau dele, e dava mais mobilidade e controle sobre mim. Ele não gostava muito que eu metesse nele, e tinha vários motivos; dizia que eu era muito bruto, e o tamanho do meu pau também não ajudava, tinha uns 20 cm, e com a grossura dele, até eu teria medo de enfiar uma coisa dessas. Continuamos crescendo e amadurecendo, mas ainda éramos tão jovens, ambos muito sortudos; todo mundo dizia ao meu pai que éramos seus clones, até as namoradas do papai sempre faziam piadas sobre como ele devia ser bonito na juventude, nos usando como espelho do passado dele. Infelizmente, cada vez meu irmão e eu transávamos menos, e tudo por causa de ele ter começado a sair com uma garota, o que nos tirava tempo, e acho que pra ele também começou a ser estranho transar com o irmão, afinal, como ele disse, não era gay, então aos poucos paramos com a nossa coisa, mas não antes da melhor foda que ele me deu como despedida. Naquele dia foi como a prova final, começamos nos despindo devagar, ele estava de cueca vermelha que marcava tudo e detalhava cada parte dos genitais dele, deixando pra imaginação como estava tudo distribuído por dentro. Eu me ajoelhei Fiquei de frente pro volume dele, que já pulsava querendo sair. Com os dentes, puxei a cueca pra baixo. Ele tinha aparado os pelos, dava pra ver que já tava mais cuidadoso com a aparência. O pau dele tava lindo como sempre, comecei a massagear, tava grosso e a gente já lubrificou no primeiro toque. Beijei a cabeça e peguei o líquido com a língua. Sabia que seria uma das últimas vezes que a gente ia ficar junto. Ele me jogou na cama e desabotoou minha calça, na hora puxou meu pau pra fora e começou a chupar também. Logo a gente se enfiou num 69, era muito gostoso sentir o nariz dele no meu cu, e depois os lábios dele nas minhas bolas até engolir meu pau; e eu fazia exatamente a mesma coisa. Mas dessa vez, depois do sexo oral, ele deixou eu meter. Era tipo um presente de despedida. E olha que eu fiz ele gritar. Fiquei apoiado na beirada da cama sentindo ele sentar, o cu dele sempre foi tão apertado, porque era um rabo quase virgem, e isso estimulava demais o meu pau. Foi uma das únicas vezes que vi ele curtindo de verdade meter fundo. E olha que eu arrebentei o cu dele como nunca naquela vez. — Não vou aguentar muito mais — falei enquanto ele se mexia mais rápido. — Goza! Me enche — Essas palavras me excitaram ainda mais. E não me segurei, joguei todo o meu leite dentro dele, sentia cada jato inundando meu irmão, e olha que por fora ele também gozou junto na mesma hora que eu tava enchendo ele. Terminamos exaustos, e a gente tomou banho antes de sair do quarto. Pra ser sincero, ficou claro pra mim, e eu não sabia se aquilo ia se repetir, porque ele tava muito apaixonado pela mina dele. Pensei que tudo tinha acabado, mas me enganei, porque com o pai as coisas tavam só começando, e tava muito perto de acontecer algo que fez a gente lembrar daquele banho.

2 comentários - Tomando banho com meu pai (parte 1)

Excelente pots espero con ansias la continuacion bb
Te mande chat checalo