Olá, sou a July. Provavelmente, se vocês viram os posts e as fotos, já têm uma ideia de como sou fisicamente. Neste relato, vou deixar uma fotinha minha 😉 e contar a história minha e do meu marido Juan, responsável por tudo que aconteceu no que foi relatado anteriormente, o cara que nos levou a descobrir esse mundo fascinante da troca de casais e tal.
Antes de mais nada, vou voltar no tempo, quando éramos só uns jovens. Conheci ele desde sempre, éramos vizinhos e amigos desde pequenos no mesmo bairro, e até estudamos na mesma escola primária e secundária. Ele sempre teve um jeito muito sedutor, e não tinha dificuldade em arrumar namoradinhas desde cedo. Comigo também não ia tão mal, a gente até saía pra baladas juntos com amigos em comum. E quando éramos crianças, demos o primeiro beijo — e, no meu caso, ele foi o primeiro homem com quem fiquei (ele foi meu primeiro em fazer o amor). Era uma conexão especial. Eu não queria ficar com ele porque ele tinha fama de rodar à noite, curtia muito a vida louca, ficar com várias garotas. E, apesar de ser um cara muito bonito de rosto e corpo, era a maçã proibida. Eu sempre fui apaixonada por ele, e sabia que ele também era por mim, mas sabia que ele ia me machucar, por isso sentia rejeição. Mas a atração era cada vez maior. Adolescentes e loucos, numa festa de ano novo, a gente se cruzou na calçada para o típico abraço de ano novo, e ele veio, pegou minhas bochechas e me comeu a boca, na frente do bairro inteiro. Eu não podia acreditar, morri de vergonha (na época, eu tinha uns 16 anos e ele um ano a mais). Eu, sempre encantada e surpresa, corri atrás dele, perguntei por que ele fez aquilo, que era maluco e tal, mas por dentro queria que ele continuasse com aquele beijo tão apaixonado. Essas semanas se passaram, foi uma troca de beijos e abraços, a gente não sabia o que éramos — se namorados, se amigos, ou o quê. Naquele momento, ele confessou tudo que sentia, e eu também. Isso nos levou a nos encontrar sozinhos em Na casa dela e tentar pela primeira vez (minha) fazer o amor, mas não era tão fácil, o Juan tinha uma ferramenta muito grande e não me dava prazer, só dor, então ele não me pressionava, e me ensinava outras formas de aproveitar a bela rola dele sem ser penetrada 😉 🙂 mas finalmente depois de quase uma semana tentando enfiar aquele pedaço de carne em mim, conseguimos sem dor, foi uma experiência linda da minha primeira vez, foi realmente um momento lembrado para sempre pela delicadeza e ternura dele, mas nesse momento não é o foco da história. Depois desse momento lindo, nosso relacionamento ficou difícil, muito ciúme meu, muitas meninas enchendo o saco entre nós dois e eu nunca fui conhecida pela paciência, terminamos, como amigos, mas acabamos porque não conseguíamos ficar juntos. Mas todo esse tempo ele me ensinou muito naquele ano de namoro (a gente amava transar, éramos um casal muito sexual, a toda hora e em qualquer lugar, não tínhamos regras), e aprendemos muitas coisas um com o outro, mas cada um seguiu sua vida. Passaram-se 6 anos disso e a vida nos reencontra. Eu já uma mulher, com mais experiências vividas e tal (obviamente, mesmo não estando com ele, continuava amando transar 😉) e ele é um cara fantástico, mas tinha seguido com a vida louca dele como sempre. Naquela época, ele já estava na faculdade, e eu também, mas não na mesma faculdade. Eu sabia que ele era de sair pra farra, como se diz, mas nunca imaginei o que ia acontecer… Acontece que estávamos organizando a despedida de solteira de uma das minhas amigas da faculdade (Sabri). Ela era bem farrista e a verdade é que nos surpreendeu a decisão de casar, mas enfim, encontrou sua cara-metade e a despedida era obviamente esperada. Começamos a procurar gente que faz shows e tal, tínhamos vários números, organizávamos tudo, mas a responsável por tudo era outra colega da faculdade que conhecia mais o ambiente (Caro). Ela ligou e organizou a maior parte, e ainda colocou a casa dela à disposição, que era muito boa. localizada por estar longe da cidade. Ela dizia que tinha contratado um show de strippers e que aquela noite ia ser foda, eu por dentro nem sabia o que era porque nunca tinha ido numa festa dessas (e além disso nunca precisei pagar pra um homem dançar pra mim 😉 naquele momento eu tava começando a conhecer um cara, a gente tava indo bem devagar e em algum ponto talvez até fosse meio chata a relação (assim como os últimos relacionamentos que eu tinha tido antes, todos com alguma frustração e coisas do tipo) era como se nunca meus relacionamentos durassem, enfim… tava tudo pronto pra despedida. Éramos 5 minas que sempre se juntavam e tudo da despedida era meio secreto porque a despedida formal com mais familiares iam fazer na semana seguinte e com certeza ia ser mais tranquila que a nossa, a gente tinha muito álcool e muita vontade de se divertir, de certa forma éramos bem putinhas, sem chegar ao extremo da Caro que era tipo a líder nessa parada de ser bem puta, ela disse que tinha 2 caras dançando na despedida e eu imaginava tudo sem muitas expectativas, espero que pelo menos dancem bem pensava por dentro kkkkkkk (nunca imaginei a trepada que a gente ia tomar naquele dia :O) Chega o momento, levamos a Sabri na casa da Caro, armou uma bagunça de música e dança, a gente tava toda vestida de puta pra caralho, pra quando os caras chegassem não terem problema pra ficar durinhos. Sabri achava que depois dali a gente ia pra algum lugar dançar e continuar a festa. Chega o momento, a gente já tava alegre, com uns efeitos do que a gente bebeu, toca a campainha, olho pra Caro e ela com um olhar cúmplice diz… Caro: A campainha!!! Quem a essa hora, capaz que a gente tá fazendo muito barulho!!! Atende você July que tá mais vestida de puta assim você conquista eles antes deles darem uma bronca (nessa hora a gente tava morrendo de rir) Eu: Quem atende é a futura esposa e explica o que tá rolando!! Falei gritando Sabri: assustada Ajeita a minissaia, pede silêncio pra gente e vai atender…
Abre a porta e vê um homem uniformizado. "Oi, tudo bem? Boa noite" (fala Sabri)
"Moça, abre a porta. Quem é a dona do lugar?? Temos umas reclamações e um mandado de busca da propriedade", mostra um papel (Sabri tava morrendo de medo)
Sai Caro do sofá andando igual uma puta gostosa, com a minissaia quase de cachecol, mostrando o fiozinho que tava usando de calcinha, e fala: "Oficial, por favor, entra e revira o que quiser, tá tudo em ordem, acho…"
O cara (supostamente policial) entra com o uniforme muito bem copiado. Era um cara de corpo musculoso, uns 1,80 de altura mais ou menos, moreno. Caro pega ele pela mão e leva na frente da Sabri. Começa a explicar com aquela voz típica de mulher que quer fazer um homem ficar com tesão: a gente costumava fazer essas coisas por diversão, em qualquer lugar e hora, só por aposta…
Caro: "Olha, oficial, vou explicar… Minha amiguinha Sabri vai casar. E isso que o senhor tá vendo são tudo mina celebrando a despedida de solteira de uma amiga de um jeito bem tranquilo. Minha amiguinha, a partir da semana que vem, não vai poder provar outra rola que não seja a do marido dela. O que o senhor acha??"
Oficial: "Eu acho que todas vocês são muito gostosas pra provar só uma rola. E a senhorita Sabrina vai ter que me acompanhar." Estende a mão delicadamente. Eu pego a mão da Sabri e coloco na mão do oficial (Sabri ficou chocada com tudo que tava rolando). O oficial levou ela pro centro da sala e colocou ela numa cadeira. Todas nós começamos a aplaudir e gritar. E o oficial começou a dançar na frente da Sabri. Tirou a camisa com força, e Sabri passou do medo pra ficar hipnotizada vendo aquele morenão dançando na frente dela. Depois de um tempo, Sabri já tava massageando aquele abdômen, e todas nós távamos a mil, gritando. Chegou a hora, o cara com um movimento rápido tira a calça (essas calças são com velcro, que saem rápido pra o show) deixando ver uma sunga azul, com tirinhas tipo fio dental. Todas nós aplaudíamos, gritávamos e avivávamos o fogo, a Sabri já não estava mais tão tímida e foi se acomodando na festa, seguindo a brincadeira. De repente, o policial disse: "vocês são putas demais, vou ter que pedir reforço". Ele foi até onde estava o calção, pegou um rádio e um par de algemas... falou no rádio: "por favor, solicito reforço, a situação está descontrolada". Nós, mais loucas ainda, gritávamos. Ele dançava e se aproximou da Sabri com as algemas, colocou uma no pulso dela e a outra na cadeira onde ela estava sentada. Tirou a sunga, deixando ver todo o pau dele, que era bem grande e grosso (mas não o maior que eu já conheci, hehehe) e continuava dançando, balançando aquela coisa bem perto do rosto dela, mas sem encostar. Nisso, a campainha toca. O policial diz: "chegou meu reforço... abre a porta, Caro". E entra o segundo stripper com um sobretudo preto com capuz e uma bolsa gigante também preta. Caro cumprimenta ele e sussurra no ouvido: "tá com muita roupa, gostoso..." Ele responde: "daqui a pouco tiro tudo, bebê". E tira da bolsa um biombo portátil, daqueles que se abrem como sanfona, para tampar a Sabri. Ele tampava do chão até a altura do peito do stripper, então, se ele tava fazendo algo ou não com a Sabri, a gente nunca ia saber. Podia estar fingindo ou não. A música começou e, pra ser sincera, eu prestava muita atenção na Sabri e no policial. Muito profissionais até aquele momento. A música estava bem alta e o outro stripper começou a dançar para as outras garotas perto de mim, com aquele sobretudo que cobria ele inteiro. De repente, ele foi para trás do biombo com o policial. Nessa altura, dava pra ver que o policial parecia estar recebendo um boquete bem gostoso da minha amiga, ou pelo menos dava pra imaginar pela posição dos corpos que se viam atrás do biombo. O encapuzado se encostou no policial, e o policial saiu de lá totalmente pelado na nossa direção. com o pau dele bem duro (quer dizer que a puta da futura esposa fez alguma coisa com ele, senão chupou pelo menos bateu uma), e o encapuzado fica na posição do oficial e tira todo o sobretudo de uma vez, momento da grande surpresa… eu fiquei gelada, até então tava curtindo o show, mas o encapuzado era meu ex-namorado, era o Juan!!!!! Não dava pra acreditar no que tava vendo. O oficial se aproxima da gente e a Caro não precisou de biombinho e foi a primeira do grupo a pegar aquele pedaço de pau e enfiar até a garganta, as outras aplaudiam, gritavam e acariciavam ele, eu tentava contato visual com o Juan, mas ele tava muito concentrado na Sabri, que já tava claramente chupando o pau dele e era justo a minha primeira pica… era uma mistura de sentimentos, sentia uma angústia ou raiva, mas ao mesmo tempo um tesão enorme de ver meu ex-macho sendo comido pela minha amiga antes do casamento dele, viro a cabeça, o Juan me reconheceu, ficou congelado, nessa altura eu já tinha o oficial quase em cima de mim e naquela noite ele recebeu várias chupadas de pau das minhas amigas, o oficial aproxima o pênis dele de mim, o Juan fica atento olhando (queria saber se a menina inocente que ele conheceu anos atrás era capaz de fazer algo assim ;)), ele sorri e agarra mais forte o cabelo da Sabri e faz uma cara de que ele tá gozando com a minha amiga, isso foi tipo um gatilho pra mim, peguei o pau do oficial e comecei a fazer o que tinha aprendido com o Juan, mas aperfeiçoado com os anos (he he he), comecei a bater uma pra ele com uma mão, enquanto só chupava a cabecinha, com a outra mão acariciava as bolinhas dele, notei que ele tinha o pau apertado com uma liga de borracha, que puxei com força, na hora ele sentiu dor, o coitado do oficial, depois disso comecei a chupar ele freneticamente olhando fixo pro Juan, ele também me olhava, todas gritando e vibrando o momento, a Caro joga o biombinho e dava pra ver a Sabri chupando o Juan de tudo que é jeito (já tinha virado uma bagunça), e era tipo uma competição de quem fazia o macho gozar primeiro, obviamente, comecei a Me sentir vencedora quando o policial começa a se contorcer e o pau dele começa a pulsar, e o primeiro jato da noite não foi pra noiva, foi pra mim. Deixo ele todo gozado pra minhas amigas continuarem cuidando dele e vou direto pro Juan. Me abaixo e fico do lado da Sabri (não acreditava no que tava fazendo, me senti tão tesuda). Juan também começou a tremer e gemer, tava quase gozando. Sabri tira rapidinho o pau do Juan da boca dela (a putinha não queria a porra, se o maridinho dela visse) e eu assumo o controle do Juan. Nisso, o policial vem, tira as algemas da Sabri e leva ela pro sofá, com a Caro de cúmplice. Eu recebi tudo que o Juan gozou dentro da minha boca e deixei vazar, sujando tudo. Juan me agarra e fala: "meu amor, quanto tempo!!! Hoje você vai lembrar quem é sua putinha!" Ele me pega com as duas mãos, uma em cada bunda, e me leva pro sofá do lado da Sabri, nós duas de barriga pra cima. Sabri e eu nos olhávamos e já estávamos completamente entregues de tanto tesão, e eu não aguentava mais de molhada. Caro tira minha calcinha (dava pra ver o quanto eu tava molhada) e faz o mesmo com a da Sabri (que tava igual a mim), tudo com um erotismo mais que excitante. Com nossas calcinhas, ela limpa os dois paus dos strippers e coloca as camisinhas neles. Depois de uma punhetinha e uma chupadinha rápida, ela fica do lado da Sabri, coloca saliva na parte de cima da buceta dela e dá uns tapinhas na buceta, fazendo a saliva escorrer pela frestinha. Comigo fez a mesma coisa: saliva na parte de cima da minha buceta, perto do ponto G, e uns tapinhas — mmmmm, que puta que é a Caroooo. Mas dessa vez, Sabri e eu estávamos ganhando dela pra ver quem era mais puta (as alunas superaram a professora). Assim, todas preparadas pela Caro, nós e os caras começamos a foder como se o mundo fosse acabar amanhã. Minhas paredes estavam tão lubrificadas que até o pau enorme do Juan entrava como se fosse a casa dele. Essa noite de prazer terminou com Uma baita duma festa… e quem sabe ainda vão rolar mais alguns detalhes dessa noite. Depois daquela festa do caralho, Juan conseguiu meu número pela Caro, que contratou os strippers. Depois de uns meses de insistência dele, a gente teve outra chance de voltar a ficar juntos, e aí casamos e seguimos juntos até hoje;) Essa é minha história com o Juan e é 100% real. A Sabri também casou e continua casada, mas nunca contou pro parceiro dela o que rolou naquela noite… A Caro continua solteira, a gente ainda se vê. Espero que tenham gostado. Beijooooooooos (JULY)
Antes de mais nada, vou voltar no tempo, quando éramos só uns jovens. Conheci ele desde sempre, éramos vizinhos e amigos desde pequenos no mesmo bairro, e até estudamos na mesma escola primária e secundária. Ele sempre teve um jeito muito sedutor, e não tinha dificuldade em arrumar namoradinhas desde cedo. Comigo também não ia tão mal, a gente até saía pra baladas juntos com amigos em comum. E quando éramos crianças, demos o primeiro beijo — e, no meu caso, ele foi o primeiro homem com quem fiquei (ele foi meu primeiro em fazer o amor). Era uma conexão especial. Eu não queria ficar com ele porque ele tinha fama de rodar à noite, curtia muito a vida louca, ficar com várias garotas. E, apesar de ser um cara muito bonito de rosto e corpo, era a maçã proibida. Eu sempre fui apaixonada por ele, e sabia que ele também era por mim, mas sabia que ele ia me machucar, por isso sentia rejeição. Mas a atração era cada vez maior. Adolescentes e loucos, numa festa de ano novo, a gente se cruzou na calçada para o típico abraço de ano novo, e ele veio, pegou minhas bochechas e me comeu a boca, na frente do bairro inteiro. Eu não podia acreditar, morri de vergonha (na época, eu tinha uns 16 anos e ele um ano a mais). Eu, sempre encantada e surpresa, corri atrás dele, perguntei por que ele fez aquilo, que era maluco e tal, mas por dentro queria que ele continuasse com aquele beijo tão apaixonado. Essas semanas se passaram, foi uma troca de beijos e abraços, a gente não sabia o que éramos — se namorados, se amigos, ou o quê. Naquele momento, ele confessou tudo que sentia, e eu também. Isso nos levou a nos encontrar sozinhos em Na casa dela e tentar pela primeira vez (minha) fazer o amor, mas não era tão fácil, o Juan tinha uma ferramenta muito grande e não me dava prazer, só dor, então ele não me pressionava, e me ensinava outras formas de aproveitar a bela rola dele sem ser penetrada 😉 🙂 mas finalmente depois de quase uma semana tentando enfiar aquele pedaço de carne em mim, conseguimos sem dor, foi uma experiência linda da minha primeira vez, foi realmente um momento lembrado para sempre pela delicadeza e ternura dele, mas nesse momento não é o foco da história. Depois desse momento lindo, nosso relacionamento ficou difícil, muito ciúme meu, muitas meninas enchendo o saco entre nós dois e eu nunca fui conhecida pela paciência, terminamos, como amigos, mas acabamos porque não conseguíamos ficar juntos. Mas todo esse tempo ele me ensinou muito naquele ano de namoro (a gente amava transar, éramos um casal muito sexual, a toda hora e em qualquer lugar, não tínhamos regras), e aprendemos muitas coisas um com o outro, mas cada um seguiu sua vida. Passaram-se 6 anos disso e a vida nos reencontra. Eu já uma mulher, com mais experiências vividas e tal (obviamente, mesmo não estando com ele, continuava amando transar 😉) e ele é um cara fantástico, mas tinha seguido com a vida louca dele como sempre. Naquela época, ele já estava na faculdade, e eu também, mas não na mesma faculdade. Eu sabia que ele era de sair pra farra, como se diz, mas nunca imaginei o que ia acontecer… Acontece que estávamos organizando a despedida de solteira de uma das minhas amigas da faculdade (Sabri). Ela era bem farrista e a verdade é que nos surpreendeu a decisão de casar, mas enfim, encontrou sua cara-metade e a despedida era obviamente esperada. Começamos a procurar gente que faz shows e tal, tínhamos vários números, organizávamos tudo, mas a responsável por tudo era outra colega da faculdade que conhecia mais o ambiente (Caro). Ela ligou e organizou a maior parte, e ainda colocou a casa dela à disposição, que era muito boa. localizada por estar longe da cidade. Ela dizia que tinha contratado um show de strippers e que aquela noite ia ser foda, eu por dentro nem sabia o que era porque nunca tinha ido numa festa dessas (e além disso nunca precisei pagar pra um homem dançar pra mim 😉 naquele momento eu tava começando a conhecer um cara, a gente tava indo bem devagar e em algum ponto talvez até fosse meio chata a relação (assim como os últimos relacionamentos que eu tinha tido antes, todos com alguma frustração e coisas do tipo) era como se nunca meus relacionamentos durassem, enfim… tava tudo pronto pra despedida. Éramos 5 minas que sempre se juntavam e tudo da despedida era meio secreto porque a despedida formal com mais familiares iam fazer na semana seguinte e com certeza ia ser mais tranquila que a nossa, a gente tinha muito álcool e muita vontade de se divertir, de certa forma éramos bem putinhas, sem chegar ao extremo da Caro que era tipo a líder nessa parada de ser bem puta, ela disse que tinha 2 caras dançando na despedida e eu imaginava tudo sem muitas expectativas, espero que pelo menos dancem bem pensava por dentro kkkkkkk (nunca imaginei a trepada que a gente ia tomar naquele dia :O) Chega o momento, levamos a Sabri na casa da Caro, armou uma bagunça de música e dança, a gente tava toda vestida de puta pra caralho, pra quando os caras chegassem não terem problema pra ficar durinhos. Sabri achava que depois dali a gente ia pra algum lugar dançar e continuar a festa. Chega o momento, a gente já tava alegre, com uns efeitos do que a gente bebeu, toca a campainha, olho pra Caro e ela com um olhar cúmplice diz… Caro: A campainha!!! Quem a essa hora, capaz que a gente tá fazendo muito barulho!!! Atende você July que tá mais vestida de puta assim você conquista eles antes deles darem uma bronca (nessa hora a gente tava morrendo de rir) Eu: Quem atende é a futura esposa e explica o que tá rolando!! Falei gritando Sabri: assustada Ajeita a minissaia, pede silêncio pra gente e vai atender…
Abre a porta e vê um homem uniformizado. "Oi, tudo bem? Boa noite" (fala Sabri)
"Moça, abre a porta. Quem é a dona do lugar?? Temos umas reclamações e um mandado de busca da propriedade", mostra um papel (Sabri tava morrendo de medo)
Sai Caro do sofá andando igual uma puta gostosa, com a minissaia quase de cachecol, mostrando o fiozinho que tava usando de calcinha, e fala: "Oficial, por favor, entra e revira o que quiser, tá tudo em ordem, acho…"
O cara (supostamente policial) entra com o uniforme muito bem copiado. Era um cara de corpo musculoso, uns 1,80 de altura mais ou menos, moreno. Caro pega ele pela mão e leva na frente da Sabri. Começa a explicar com aquela voz típica de mulher que quer fazer um homem ficar com tesão: a gente costumava fazer essas coisas por diversão, em qualquer lugar e hora, só por aposta…
Caro: "Olha, oficial, vou explicar… Minha amiguinha Sabri vai casar. E isso que o senhor tá vendo são tudo mina celebrando a despedida de solteira de uma amiga de um jeito bem tranquilo. Minha amiguinha, a partir da semana que vem, não vai poder provar outra rola que não seja a do marido dela. O que o senhor acha??"
Oficial: "Eu acho que todas vocês são muito gostosas pra provar só uma rola. E a senhorita Sabrina vai ter que me acompanhar." Estende a mão delicadamente. Eu pego a mão da Sabri e coloco na mão do oficial (Sabri ficou chocada com tudo que tava rolando). O oficial levou ela pro centro da sala e colocou ela numa cadeira. Todas nós começamos a aplaudir e gritar. E o oficial começou a dançar na frente da Sabri. Tirou a camisa com força, e Sabri passou do medo pra ficar hipnotizada vendo aquele morenão dançando na frente dela. Depois de um tempo, Sabri já tava massageando aquele abdômen, e todas nós távamos a mil, gritando. Chegou a hora, o cara com um movimento rápido tira a calça (essas calças são com velcro, que saem rápido pra o show) deixando ver uma sunga azul, com tirinhas tipo fio dental. Todas nós aplaudíamos, gritávamos e avivávamos o fogo, a Sabri já não estava mais tão tímida e foi se acomodando na festa, seguindo a brincadeira. De repente, o policial disse: "vocês são putas demais, vou ter que pedir reforço". Ele foi até onde estava o calção, pegou um rádio e um par de algemas... falou no rádio: "por favor, solicito reforço, a situação está descontrolada". Nós, mais loucas ainda, gritávamos. Ele dançava e se aproximou da Sabri com as algemas, colocou uma no pulso dela e a outra na cadeira onde ela estava sentada. Tirou a sunga, deixando ver todo o pau dele, que era bem grande e grosso (mas não o maior que eu já conheci, hehehe) e continuava dançando, balançando aquela coisa bem perto do rosto dela, mas sem encostar. Nisso, a campainha toca. O policial diz: "chegou meu reforço... abre a porta, Caro". E entra o segundo stripper com um sobretudo preto com capuz e uma bolsa gigante também preta. Caro cumprimenta ele e sussurra no ouvido: "tá com muita roupa, gostoso..." Ele responde: "daqui a pouco tiro tudo, bebê". E tira da bolsa um biombo portátil, daqueles que se abrem como sanfona, para tampar a Sabri. Ele tampava do chão até a altura do peito do stripper, então, se ele tava fazendo algo ou não com a Sabri, a gente nunca ia saber. Podia estar fingindo ou não. A música começou e, pra ser sincera, eu prestava muita atenção na Sabri e no policial. Muito profissionais até aquele momento. A música estava bem alta e o outro stripper começou a dançar para as outras garotas perto de mim, com aquele sobretudo que cobria ele inteiro. De repente, ele foi para trás do biombo com o policial. Nessa altura, dava pra ver que o policial parecia estar recebendo um boquete bem gostoso da minha amiga, ou pelo menos dava pra imaginar pela posição dos corpos que se viam atrás do biombo. O encapuzado se encostou no policial, e o policial saiu de lá totalmente pelado na nossa direção. com o pau dele bem duro (quer dizer que a puta da futura esposa fez alguma coisa com ele, senão chupou pelo menos bateu uma), e o encapuzado fica na posição do oficial e tira todo o sobretudo de uma vez, momento da grande surpresa… eu fiquei gelada, até então tava curtindo o show, mas o encapuzado era meu ex-namorado, era o Juan!!!!! Não dava pra acreditar no que tava vendo. O oficial se aproxima da gente e a Caro não precisou de biombinho e foi a primeira do grupo a pegar aquele pedaço de pau e enfiar até a garganta, as outras aplaudiam, gritavam e acariciavam ele, eu tentava contato visual com o Juan, mas ele tava muito concentrado na Sabri, que já tava claramente chupando o pau dele e era justo a minha primeira pica… era uma mistura de sentimentos, sentia uma angústia ou raiva, mas ao mesmo tempo um tesão enorme de ver meu ex-macho sendo comido pela minha amiga antes do casamento dele, viro a cabeça, o Juan me reconheceu, ficou congelado, nessa altura eu já tinha o oficial quase em cima de mim e naquela noite ele recebeu várias chupadas de pau das minhas amigas, o oficial aproxima o pênis dele de mim, o Juan fica atento olhando (queria saber se a menina inocente que ele conheceu anos atrás era capaz de fazer algo assim ;)), ele sorri e agarra mais forte o cabelo da Sabri e faz uma cara de que ele tá gozando com a minha amiga, isso foi tipo um gatilho pra mim, peguei o pau do oficial e comecei a fazer o que tinha aprendido com o Juan, mas aperfeiçoado com os anos (he he he), comecei a bater uma pra ele com uma mão, enquanto só chupava a cabecinha, com a outra mão acariciava as bolinhas dele, notei que ele tinha o pau apertado com uma liga de borracha, que puxei com força, na hora ele sentiu dor, o coitado do oficial, depois disso comecei a chupar ele freneticamente olhando fixo pro Juan, ele também me olhava, todas gritando e vibrando o momento, a Caro joga o biombinho e dava pra ver a Sabri chupando o Juan de tudo que é jeito (já tinha virado uma bagunça), e era tipo uma competição de quem fazia o macho gozar primeiro, obviamente, comecei a Me sentir vencedora quando o policial começa a se contorcer e o pau dele começa a pulsar, e o primeiro jato da noite não foi pra noiva, foi pra mim. Deixo ele todo gozado pra minhas amigas continuarem cuidando dele e vou direto pro Juan. Me abaixo e fico do lado da Sabri (não acreditava no que tava fazendo, me senti tão tesuda). Juan também começou a tremer e gemer, tava quase gozando. Sabri tira rapidinho o pau do Juan da boca dela (a putinha não queria a porra, se o maridinho dela visse) e eu assumo o controle do Juan. Nisso, o policial vem, tira as algemas da Sabri e leva ela pro sofá, com a Caro de cúmplice. Eu recebi tudo que o Juan gozou dentro da minha boca e deixei vazar, sujando tudo. Juan me agarra e fala: "meu amor, quanto tempo!!! Hoje você vai lembrar quem é sua putinha!" Ele me pega com as duas mãos, uma em cada bunda, e me leva pro sofá do lado da Sabri, nós duas de barriga pra cima. Sabri e eu nos olhávamos e já estávamos completamente entregues de tanto tesão, e eu não aguentava mais de molhada. Caro tira minha calcinha (dava pra ver o quanto eu tava molhada) e faz o mesmo com a da Sabri (que tava igual a mim), tudo com um erotismo mais que excitante. Com nossas calcinhas, ela limpa os dois paus dos strippers e coloca as camisinhas neles. Depois de uma punhetinha e uma chupadinha rápida, ela fica do lado da Sabri, coloca saliva na parte de cima da buceta dela e dá uns tapinhas na buceta, fazendo a saliva escorrer pela frestinha. Comigo fez a mesma coisa: saliva na parte de cima da minha buceta, perto do ponto G, e uns tapinhas — mmmmm, que puta que é a Caroooo. Mas dessa vez, Sabri e eu estávamos ganhando dela pra ver quem era mais puta (as alunas superaram a professora). Assim, todas preparadas pela Caro, nós e os caras começamos a foder como se o mundo fosse acabar amanhã. Minhas paredes estavam tão lubrificadas que até o pau enorme do Juan entrava como se fosse a casa dele. Essa noite de prazer terminou com Uma baita duma festa… e quem sabe ainda vão rolar mais alguns detalhes dessa noite. Depois daquela festa do caralho, Juan conseguiu meu número pela Caro, que contratou os strippers. Depois de uns meses de insistência dele, a gente teve outra chance de voltar a ficar juntos, e aí casamos e seguimos juntos até hoje;) Essa é minha história com o Juan e é 100% real. A Sabri também casou e continua casada, mas nunca contou pro parceiro dela o que rolou naquela noite… A Caro continua solteira, a gente ainda se vê. Espero que tenham gostado. Beijooooooooos (JULY)
9 comentários - Juan e July: despedida de solteira gostosa