Minha timidez e as mulheres da família 44

Minha timidez e responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras minas me fizeram acordar, mas as circunstâncias me abriram os horizontes.



MEU RELATO ANTERIOR:



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Íamos sentar os quatro no sofá, mas a Elvira disse que não íamos ficar confortáveis e pediu pra gente acompanhar ela. Fomos pra outro cômodo, ela tinha preparado tudo: duas camas de 110 cm juntas, tinha tirado a mesinha que separava elas e, unidas, formavam uma cama gigante. Além disso, tinha velas aromáticas acesas em cada canto, puxou as cortinas o suficiente pra diminuir a luz, fechou a porta e, sem tirar os sapatos, subiu na cama. Deitada em toda a superfície branca do lençol, parecia um docinho que tinha que ser devorado inteiro. Do outro lado, a Julia seguiu ela, essa sim tirou os sapatos, mas foi pra tirar o tapa-sexo também. O púbis já marcava com uma cor diferente da barriga. A Elvira soltou o sutiã e os peitos nem reagiram, ficaram na mesma altura. Na mesma hora, soltou o da Julia e, esticando, deixou ele em cima da mesinha. Minha tia retribuiu puxando a calcinha da costureira até tirar pelos pés, depois de ter tirado os sapatos de salto fino. Com a largura das duas camas, as minas pareciam duas deusas. O Ricardo foi o primeiro a subir, se deitou do lado da Julia. A Elvira me chamou com os dedos pra ir com ela. Quando me deitei do lado dela, o Ricardo já tava beijando a Julia com paixão. A mão da minha tia tava agarrada na pica do Ricardo, percorrendo o comprimento inteiro até as bolas, ela tava dura igual uma estaca. Ele acariciava os peitos dela, que apareciam duros e brilhantes. A Elvira me beijou mordendo meu lábio inferior, mas logo se abaixou e procurou minha pica, lambeu ela toda antes de enfiar a cabecinha nos lábios, saboreou e engoliu. Eu procurei o tufo de pelos em V, segui a seta que indicava e busquei os lábios dela. Não precisei procurar muito: debaixo dos pelos crespos já nasciam os lábios carnudos. Caí na ficha de quem a Raquel parecia: a filha dela também tinha uma buceta inchada e uns lábios enormes. Segui por elas até encontrar o clitóris, esse sim era maior que o da filha dela e mais sensível, mal encostei e ele já endureceu, e quando libertei da pele apareceu brilhante e molhado. Enquanto me chupava a pica, vi minha tia pegar na mão dela e levar até a pica do Ricardo, ao sentir ela agarrou com força, quase não conseguia envolver com os dedos, senti a excitação dela na minha pica, ela começou a chupar com mais força. Eu com uma mão agarrei um peito da minha tia, ela se aproximou pra eu alcançar melhor, enquanto Ricardo tava comendo a buceta dela, ela só conseguia lamber a glande, não dava conta de engolir inteira, Elvira segurava ele parado. Quando Ricardo virou e meteu a pica na Julia, todo mundo percebeu, o gemido ecoou pelo quarto inteiro, Elvira não tinha soltado, só ia passando a mão conforme ele ia enfiando na buceta da minha tia. Quando Julia parecia que não conseguia mais respirar, ele parou de meter e começou a tirar, Elvira sentiu uma necessidade urgente de ter uma pica na buceta dela e montou em mim, tava encharcada de lubrificação e enfiou inteira, pelo menos coube, na minha tia sobrou metade pra fora. Julia quis se servir sozinha e também sentou no Ricardo, assim ia descendo até pressionar o útero dele, Elvira pulava sem controle em cima de mim, Ricardo agarrou um peito da Elvira, ela colocou a mão dele sobre a dela e guiou pra ele apalpar bem. Eu via os peitos da Julia balançando em cima do Ricardo, agarrei eles e segurando pelos bicos mantive quietos.


Minha tia cansou de cavalar agachada e ficou de quatro, Ricardo se posicionou atrás dela, que procurou entre as pernas a pica do garoto, enquanto ele segurava com as duas mãos mantendo a direção. Quando ficou alinhada, só esperou; foi a Júlia que recuou até sentir a barra de carne entrando nela, era espetacular ver a rola deslizando pra dentro.


Elvira ficou besta, saiu de cima de mim e ficou de quatro igualzinho do lado da Julia, mas colada na bunda dela. Via na frente do nariz como o pau venudo do Ricardo ia furando a buceta da minha tia. Ela seguia aquilo fixamente como se tivesse vendo um jogo de tênis, com o olhar vidrado pra direita e pra esquerda, o pau entrando e saindo. Acompanhava apertando os ovos do Ricardo, e eu, colado nas nádegas dela, metia o pau na buceta dela. A cada empurrão ela gemia, claramente não tava desgostando, embora eu soubesse que o sonho dela era o pau do Ricardo. Quando tirei ele, minha tia me chamou, fiquei na frente dela e ela enfiou na boca. A cada empurrão do Ricardo, ela engolia metade do meu pau. A Elvira tinha pegado um pedaço do pau que o Ricardo não conseguia meter na minha tia e apertava, sentindo o sangue correndo nas veias. Minha tia teve o primeiro orgasmo, começou suave mas explodiu de repente, quase mordeu meu pau. O Ricardo bombava sem parar, até que ela caiu exausta no lençol.


Elvira viu o céu aberto, quando o Ricardo saiu, o pau dele ficou disponível, ela não pensou duas vezes, mandou o Ricardo deitar de barriga pra cima com medo da tranca que ele tava, ela subiu de um pulo, esfregou a cabeça do pau entre os lábios grandes e o clitóris, e sem esperar mais, apontou pra entrada, a cabeçona do pau do garoto abriu caminho sem piedade, os lábios forçados se abriram com dificuldade mas não tinham escolha, a costureira respirava com esforço, mas não desistiu, continuou descendo no pau e foi enfiando tudo, já tinha quase metade quando escapou um pouco, ela olhou e quis aproveitar mais, se deixou cair mais e mais, quase chegou a três quartos, se deitou no peito do Ricardo pra descansar um momento, minha tia se levantou já recuperada e pegou meu pau duro, se posicionou sobre as nádegas da Elvira e deixou cair saliva na racha do cu, foi uma quantidade boa porque chegou até o ânus, depois com o dedo massageou, a Elvira ao sentir relaxou e procurava o dedo dela, quando entrou tava distendida, minha tia apontou com o olhar o alvo, eu me coloquei atrás, o Ricardo devagar ia metendo e tirando o pau, de repente acelerou quando me viu, a Elvira começou a gemer e gritar de prazer, quando minha tia me deu um tapão na nádega, eu só tive que empurrar e ao sentir que já tava na entrada do ânus pressionei, sem brutalidade mas com firmeza, quando a Elvira foi perceber o que tava rolando de verdade no cu já tava cheio de carne dura, o pau do Ricardo não parava de bombar rápido e ela já não quis ou não pôde dizer não, relaxou e abriu as nádegas, fui enfiando o pau aos poucos mas sem parar, dentro da Elvira sentia o roçar da vara do Ricardo com a minha quase separadas.


Elvira resmungava palavras desconexas, só deu pra entender que já tinha os dois buracos ocupados, mas queria os três. Minha tia não se intimidou, sentou na frente dela, apoiada na cabeceira da cama, e abriu as pernas o máximo que pôde. Elvira viu a buceta da Júlia como a porta do paraíso e se jogou pra chupar ela, a boca grudou igual uma ventosa e ela lambeu e chupou o clitóris e a vagina, tirando todos os sucos do orgasmo que ela tinha acabado de gozar. Minha tia tava nas nuvens, a comida que a Elvira dava era exatamente o que ela precisava depois do orgasmo.


O que aconteceu foi algo excepcional, inesperado. Ricardo acelerando cada vez mais sentiu que ia gozar, eu também percebi pelas pulsações que sentia através da Elvira, e ela mesma também. O resultado foi que a Elvira ficou tão excitada que o Ricardo não aguentou, gozou dentro dela, eu gozei no cu dela, caí sobre as costas da Elvira e, com meu peso, ela enfiou a pica do Ricardo inteira pra dentro. Ela só percebeu depois do orgasmo violento que teve, que deixou a buceta dela sensível. Ao mesmo tempo, minha tia, vendo a cena, também gozou, mais suavemente, mas encheu a cara da Elvira de gozo.


Demoramos quase um minuto pra conseguir nos mexer, eu fui o primeiro, caí do lado do Ricardo, a pica
Já molinha e limpinha, porque o esfíncter da Elvira tinha fechado o suficiente pra deixar passar só minha rola, a porra não conseguiu sair. Na hora, a Elvira se levantou um pouco pra olhar entre ela e o Ricardo, entre os peitos dela viu a rola do garoto inteira dentro da buceta dela, os poucos pelos dele se enroscavam na V aparada dela. Ela se deixou cair de novo, assustada. Minha tia, toda escarrapachada, limpava a buceta com um lencinho úmido, a saliva e os sucos dela iam parar no lençol.


Quando a Elvira conseguiu se levantar, ficou deitada de lado, não ousava sentar direito nem na cama, tinha a buceta toda dilatada, vermelha de irritação e banhada de porra branca. Minha tia se deitou ao lado dela, com o olhar perguntou como ela estava, e ela disse…


- Tô no paraíso, nem sinto meu corpo, nunca esperava algo assim, nada do que eu tinha planejado deu certo, comprei camisinha, gel, creme e um dildo pequeno caso eu quisesse enfiar algo no cu, tudo foi inútil, fui fodido por todos os lados e você me deu sua buceta de presente, tava uma delícia mesmo, valeu.


- Fico feliz que você tenha se divertido, mas fica tranquila, também já fui bem comida e sua boca me fez gozar pela segunda vez, mas não pense que acabou, os caras já estão quase com a pica dura de novo pra uma segunda rodada.


E era verdade, a Julia tinha pegado na minha piroca e, apertando os ovos, estava deixando ela dura. O Ricardo tinha a dele caída sobre o quadril, parecia um peixe acabado de tirar da água. Não demorou pra dar sinais de vida e, se agitando aos poucos, foi se levantando. A Elvira, ao ver o Ricardo renascer, quis aproveitar ao máximo e, com a piroca ainda mole, enfiou na boca. Com dificuldade, mas como ainda não tava no auge, conseguiu. A cabecinha redonda do garoto cabia justo na boca da costureira. Ela, com as duas mãos, percorria todo o comprimento da vara do garçom, de vez em quando esfregava os ovos dele, deixando-os duros e esticados. Conforme a glande ia ganhando volume, a Elvira era obrigada a abrir mais e mais a boca. As mandíbulas não aguentavam mais, os lábios pareciam que iam rasgar nos cantos, os olhos da Elvira pareciam pular das órbitas. Ela tinha os dentes presos na borda da glande do Ricardo e não conseguia soltar. O Ricardo, alheio ao problema, se dedicava a apalpar os peitos da costureira. Tava claro que os bicos iam por outro canal que não a boca, porque ficavam mais duros quanto mais ele acariciava. A Elvira começou a agitar os braços pedindo ajuda. A gente não via ela, porque eu tava entre as pernas da minha tia enquanto ela chupava minha piroca. A Elvira começou a bater nas coxas do Ricardo com desespero, e isso foi o melhor que ela fez. Ele, vendo o problema pela cara desfigurada da Elvira, murchou de repente, e a piroca saiu toda marcada com os dentes dela. Mas a garota já conseguiu fechar a boca e respirar. Tossia e chorava ao mesmo tempo, tinha passado mal. Ficou olhando pra glande do garoto, que também tinha feito ele passar mal pela ousadia. Pediu desculpas, mas ele, pra selar a paz, abriu as pernas dela e enfiou meia piroca na buceta. Fez devagar, mas não parou até encostar tudo dentro dela. Quando a gente se virou, eles estavam abraçados, o garoto por cima dela, apoiado nos cotovelos no lençol, e com a mãos acariciando os peitos dela, eles se beijaram e no meio do beijo a Elvira envolveu a cintura do Ricardo e se apertou contra ele, não vi o tamanho da pica que ela enfiou sozinha, mas vi que ela gozou abraçada nele, minha tia me disse…


- Parece que a Elvira encontrou o tamanho que sempre sonhou, eu tenho que admitir que gosto mais do seu, cabe tudo, sem medo e me toca onde mais me dá prazer, além disso me enche a buceta roçando todos os nervos sensíveis, gosto muito de você, Manu, você é o meu preferido.


- Obrigado, Julia, você também me atrai muito, tem um corpo espetacular, uns peitos divinos e adora foder, dá pra ver que você gosta tanto de dar prazer quanto de receber, por isso tudo que faço parece pouco pra você.


- Já tô morrendo de vontade de ficar sozinha contigo e poder foder só nós dois, Ricardo é só um desabafo, mas você é tudo que uma mulher pode desejar.


- Obrigada, Júlia, você não faz ideia do quanto eu gosto de estar dentro de você, sinto como você aperta minha pica com sua buceta, me mostra que você me valoriza.


-        Pode ficar bem segura disso, com o que você tá me dizendo, já tô tendo outro orgasmo. Continua gostoso e não para, quero sentir seu pau jorrando leite dentro de mim.


- Pois não vou demorar pra fazer isso, você me deixou muito excitado.


Nós dois cumprimos a palavra, enquanto minha tia gozava me abraçando, eu me esvaziava dentro dela, foi um ato de amor mais do que de sexo, mas nenhum de nós dois entendeu assim, era só sexo.


Ricardo sentou na cama, puxou Elvira pra cima dele, que com as pernas abertas se cruzou na cintura dele. A buceta dela foi recebendo a pica do garoto, naquela posição confortável, ela com os braços pra cima da cabeça se movia no ritmo das metidas do cara. Quando Ricardo acelerou, ela segurava os peitos que pulavam pra cima e pra baixo, beliscava os biquinhos e esticava eles quase arrancando. Ricardo, segurando a cintura de Elvira, puxou ela e cravou a pica. A mina já nem ligou pra quantidade, só arregalou os olhos assustada e suspirou. A verdade é que ela tinha engolido a pica toda do garoto de novo. A porra que tava enchendo a buceta dela diminuiu o efeito, mas quando saiu um jato de esperma sob pressão, encheu o lençol todo.


Quando a gente tomava banho, não cabia no chuveiro, mas a gente foi se revezando rápido. Quando eu saí, a Júlia tava colocando as meias, ainda sem calcinha. Eu me agachei e lambi a bunda dela. Ela se virou e me disse…


- Manu, não seja ruim, isso você vai fazer comigo outro dia.


Minha mãe me perguntou como estavam as provas, respondi que esperava que tivesse mais alguma, precisava fazer uns ajustes. Ela também comentou que minha tia tinha prometido pra costureira que levaria uma cliente e que pagaria a confecção dos vestidos, essa nova cliente era minha mãe, claro.


Eu cruzei os dedos.


Continua.

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