Começa o treino dela

Antes de mais nada, é um relato focado em BDSM, é real. Vão ser mais de uma publicação. Agora, sem mais delongas, aqui vai. Já passava da meia-noite e eu estava no carro, do lado de fora da casa da minha puta, que é casada (o parceiro dela sabia que ela me pertence). Mandei uma mensagem pra ela que daria início ao treinamento dela, que duraria uma semana inteira. :- Já estou te esperando bem na entrada principal da sua casa, e você vai sair só de lingerie transparente. Quero que o corno do seu marido veja que eu posso fazer o que quiser com o seu corpo. Não demorou muito pra eu ter a resposta dela, que foi melhor do que o esperado. Assim que ela respondeu, ela sai acompanhada do marido. Ela tá vestida como uma verdadeira gostosa nessa lingerie transparente, que valorizava as tetas enormes que ela tem. Foi quando eu abri a porta do motorista e desci do carro. :- Você tá parecendo uma puta gostosa, e eu tô duro por sua causa. Então agora senta e chupa. Ela só desviou o olhar do marido, já que ele ajudou com a bagagem dela pra colocar no porta-malas. :: Sim, meu senhor, vou satisfazê-lo imediatamente. Ela se abaixou naturalmente e com os dentes puxou o zíper da minha calça. Apoiou a mão esquerda na minha perna e com a mão livre puxou meu pau pra começar a saborear como se fosse um pirulito e ela uma menina viciada em doce. Enquanto ela fazia isso, o marido já tinha terminado de colocar as coisas dela no carro. :- Ei, Raul! Quero que você abra a mochila vermelha e me dê uma vela e o isqueiro, faz rápido, tenho certeza que você não quer perder essa vista. É magnífico como ela tá me chupando e tá toda babada. "Raul" ::: Toma, pega o que pediu, o que você quer fazer agora? (Ele fala de má vontade, claramente não imaginou que eu ia colocá-la assim na frente da casa dele) :- Encosta suas costas na parede e acende a vela. (Com voz autoritária respondi e notei que ele também tava curtindo, parecia atônito diante de um espetáculo que provavelmente só existia nas fantasias dele) :- Para, puta, e ajoelha. De pé, quero que ponha as mãos nos ombros do seu marido e beije ele com o gosto da minha pica nos seus lábios. (Raul não teve tempo de reagir, e com o fogo que a vela soltava, consegui aproximá-la no meio dos peitos da sua mulher, que soltou um gemido forte antes de beijá-lo) :-Muito bem, agora encosta os cotovelos no peito dele e não esquece de levantar essa bunda de puta. Raul, me dá a vela, por favor. (Quando me deu a vela, comecei a derramar a cera na bunda gorda dela, e cada vez que tocava a pele dela, a cera derretida se soltava do marido, com gemidos tão altos que os cachorros dos vizinhos começaram a latir) :-Abre as pernas, vagabunda, lembra que a gente tem plateia e você tem que dar um bom show, não acha, Raul? Comecei a brincar com meu pau nos lábios dela, estava tão molhada que começava a escorrer e formar manchas no chão. Comecei a meter direto, mas segurando a vela o tempo todo em cima da bunda dela. A cada estocada, apertava mais. Tirei meu pau e virei ela de costas para o marido, ajoelhada no chão com a nuca apoiada na virilha dele. :-Levanta o olhar pro seu marido, deixa ele ver no que você se transformou, puta. Sem falta, gozei no rosto dela, enchendo de porra enquanto o marido continuava olhando, e depois coloquei uma máscara de látex que cobriu o rosto todo, deixando espaço pra respirar. :-Bom, Raul, a gente tem que ir. Foi bom te ver, devolvo ela daqui uma semana. Me despedi dele e coloquei ela no banco do passageiro, com a bunda virada pro motorista pra no caminho enfiar os dedos nela e não ficar entediado, e também pra todo mundo ver o quanto ela é gostosa. Partimos pro nosso destino... CONTINUA 1/???

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