Ele se chama Javier e é um advogado distinto de 52 anos.
Tudo começa quando meu sogro, amigo do Javier, me recomenda pra trabalhar no escritório de advocacia dele.
No meu primeiro dia de trabalho, tentei causar uma boa impressão, então me vesti com uma camisa branca e uma saia de cetim preta que realçava bem minhas curvas. Eu me sentia sexy, mas ao mesmo tempo formal.
Ao chegar no escritório, percebi como Javier me despia com o olhar.
Ele não tirava os olhos da minha bunda, mas sempre sem se passar.
Era um homem bem sério e educado.
Os dias foram passando e eu me adaptei bem às tarefas de secretária.
Já fazia quase um mês quando uma grande notícia agitou o escritório: Javier tinha ganhado um caso muito importante pra ele, já que defendia um grande amigo. Pra comemorar, esse amigo organizou um jantar.
Javier era divorciado, então me convidou pra ir ao jantar.
Sem querer dar um fora, não tive escolha a não ser aceitar.
Pra aquela noite, quis estar deslumbrante pra que meu chefe não ficasse incomodado com minha aparência.
Coloquei um vestido preto, longo e de costas nuas. Pra piorar, meu marido não pôde me acompanhar.
Javier passou bem pontual pra me buscar, me cumprimentou com um beijo bem doce na bochecha.
Ele dirigiu até um restaurante exclusivo e, ao entrar, me deparei com a surpresa de que no jantar estavam só o amigo e cliente do meu chefe, Dante, e a mulher dele.
Um casal de uns 45 ou 50 anos, ele era empresário e ela, médica cirurgiã.
A noite começou estranha, porque parecia que eu era a filha do casal ou, pior ainda, a puta do meu chefe.
Depois de uns drinks, me soltei e consegui aproveitar a companhia tão agradável.
A noite já estava terminando, eu meio tonta por causa do álcool, e meu chefe, como um cavalheiro, me levou até em casa. Quando chegamos, Javier ofereceu a bochecha pra gente se despedir.
Não sei o que deu em mim, mas me aproximei dele e dei um beijo doce na boca dele.
Ele ficou paralisado, enquanto eu, completamente corada, fugi da situação e entrei em casa.
Na segunda-feira, eu tinha que voltar. a trabalhar e não queria mudar nenhum detalhe da rotina, como se nada tivesse acontecido.
Vesti minha saia de cetim, minha camisa branca, do jeito que sempre me vestia.
Cheguei no estúdio e, sem me anunciar, comecei a fazer tarefas pendentes.
Só de estar ali já me deixava nervosa.
Até que ouvi a voz do Javier.
Entrei no escritório dele e, sem conseguir olhar na cara dele, procurei no armário a maldita pasta.
De costas pra ele, me inclinei pra frente pra ler as etiquetas, sentindo as mãos do Javier me segurando pelos quadris e me puxando contra o volume dele.
Minha bunda esfregando no volume dele, eu imóvel, sem conseguir falar nada.
Nem uma palavra saía dos meus lábios quando endireitei o corpo, encostando minhas costas no peito dele.
Minha cabeça fervilhava com a ideia de foder com meu chefe ou ficar parecendo uma puta galinha.
Javier começou a desabotoar minha camisa, revelando meus seios, e começou a amassá-los por cima do sutiã.
A excitação ficava cada vez mais óbvia, porque eu não conseguia segurar os gemidos doces que escapavam dos meus lábios.
Javier, já sabendo disso, levou a mão até minhas pernas e, com um movimento delicado, abriu minhas pernas pra alcançar minha buceta, que já estava encharcada de suco.
Com cuidado, ele puxou minha calcinha fio dental com uma mão e, com a outra, acariciava meu clitóris.
Eu ficava louca de prazer, me virei e fiquei de frente pra ele, e com um beijo apaixonado comecei meu trabalho.
Desabotoei a camisa dele e levei minha mão até a calça dele, que já estava estufada.
Enfiei minha mão dentro da cueca dele, e o que peguei não cabia na minha mão.
A curiosidade me venceu, e eu precisava ver com meus próprios olhos.
Desci pelo peito dele com beijos doces até chegar na calça dele, desabotoei e, com uma mão, puxei aquela pica grossa e comprida — não acreditava no que tinha nas mãos.
Javier me pegou pela nuca e me levou até a pica dele, quase não cabia na minha boca.
Depois de dar um boquete bem dado, sentei na mesa, Javier levantou minha saia até a cintura, com Delicadamente, tirei minha calcinha fio dental.
Extasiada, enrolei minhas pernas na cintura dele, peguei seu pauzão e, com a outra mão, abri meus lábios vaginais. Ele apoiou a cabeça entre eles, me deitei pra trás me oferecendo, e ele enfiou o pau dentro de mim.
Uma sensação estranha me invadiu, uma mistura de tesão e outra por estar traindo meu marido.
Endireitei a cabeça pra ver como aquele pauzão entrava.
Ele começou um vai e vem suave e bem profundo.
Meu corpo extasiado tremia a cada estocada, um orgasmo iminente me tomou,
ensopando aquele pau dentro de mim. Ao perceber, ele começou a me comer mais rápido e forte, eu só queria que aquele pau descarregasse o leite dele em mim.
Na hora de gozar, ele tirou o pau e jorrou o leite no meu estômago em jorros enormes, sujando até minha saia, que já tava tipo um espartilho.
Ele me beijou.
Depois daquele dia, tudo melhorou, tanto minha relação de trabalho quanto o caso secreto que a gente mantinha. Cada vez ele me tratava melhor.
No sexo, cada encontro ficava mais pervertido, e além disso, ele sempre me comprava presentes caros.
A gente já tinha feito de tudo, menos uma coisa que eu recusava: meu cu, porque isso eu dava pro meu marido, ou quase só pra ele. Ainda assim, às vezes deixava ele brincar com o dedo no meu buraquinho, mas só isso.
Depois de uns meses, uma data muito especial tava chegando… meu chefe e amante fazia aniversário.
O que eu podia dar de presente, se ele tinha tudo?
O amigo dele, Dante, organizou um jantar pro sábado, onde iria a mesma galera da outra vez.
Então, naquela semana, só fiquei de provocar ele sem deixar ele gozar, pra que naquela noite ele estivesse feito um garanhão. Eu disse pro meu marido que tinha um encontro com minhas amigas.
Finalmente chegou o bendito sábado.
Decidi me vestir mais gostosa do que nunca: um vestido vermelho intenso, bem decotado e com as costas de fora, sem sutiã, claro. Uns saltos que faziam minha bunda empinar mais, e o detalhe mais sensual: uma calcinha fio dental branca bem pequenininha com um lacinho rosa bem em cima da minha bunda.
Não precisa ser gênio pra sacar. pra saber qual ia ser meu presente de aniversário.
Um penteado preso que valorizava meu pescoço.
Eu era toda uma gata no cio.
Chegamos no restaurante onde Dante e Adriana já estavam esperando e, quando entrei, praticamente todo mundo virou pra me olhar, até o Dante não tirava os olhos de mim.
Jantamos, nos divertimos, tinha uma banda, então dançamos.
Foi uma noite incrível.
Tentei evitar o álcool porque queria estar bem lúcida na hora de entregar "meu presente".
Depois de algumas danças, sentamos pra descansar quando o celular da Adriana tocou, parecia ser uma emergência no hospital onde ela trabalhava.
Ela se desculpou e foi embora na hora, nos deixando com o Dante no colo.
O Javier, muito atencioso, se ofereceu pra levar o Dante até a casa dele, já que a mulher tinha levado o carro.
Minha paciência tava no limite.
Não via a hora de ficar sozinha com o Javier… chegamos na casa do Dante e ele insistiu pra gente descer e tomar uns drinques, que tinha um uísque de sei lá quantos anos.
O que me importava era que minha espera tava se prolongando e meu desejo mais ainda.
Entramos na casa e parecia um palácio… uma sala enorme com um sofá no meio, móveis super luxuosos e umas escadas que levavam pros quartos no andar de cima.
Enquanto eles serviam as bebidas, fui ao banheiro me retocar um pouco, devo ter demorado uns 10 minutos.
Quando voltei pra sala, percebi que eles estavam falando bem baixinho e tentaram disfarçar me jogando um elogio.
— Tá um anjo, pau, me dizem.
Dante se desculpou falando que não demorava e foi embora.
Como se tivesse possuído, o Javier se jogou em cima de mim, beijando meu pescoço e apertando meus peitos, uff, que tesão que eu tava sentindo, ele puxou um pouco meu vestido deixando meus peitos nus e abaixou a cabeça pra chupá-los.
Eu tava perdida, nem conseguia reagir onde estava.
Os chupões brutos que o Javier dava nos meus peitos e uns gemidos suaves que escapavam dos meus lábios… imersa num tesão doentio, recostei minha cabeça pra trás, fechei meus olhos e me entreguei. Ao gozo.
Foi então que senti um carinho passando um fio de cabelo da minha bochecha, ao abrir os olhos vejo o Dante parado atrás da gente:
E eu ali, vermelha de vergonha, nem pensei em cobrir os peitos.
Os dois pararam na minha frente.
Se olharam cúmplices e começaram a tentar me provocar.
— Só vai ficar entre a gente.
— Seguimos como sempre — me diz meu chefe.
Imediatamente se despirem, os dois com os paus quase duros apontando pra mim.
Tava muito confusa, entre a vergonha e o tesão que eu tava sentindo.
Não aguentava mais… me levantei e fui até eles.
Já na frente deles, peguei uma rola com cada mão e comecei a masturbar os dois.
Me ajoelhei como mandaram e comecei dando lambidas suaves na cabeça enorme do Javier enquanto batia uma pro Dante.
Alternava as lambidas com a rola do Dante.
— Sei que você tá com fome de pica e hoje a gente vai te satisfazer.
Num movimento só, engoli a rola inteira do Dante, arrancando um grunhido animal dele.
Depois de um tempo saboreando aquela pica, troquei pra do Javier.
Longe de me irritar, as grosserias deles me excitavam cada vez mais.
E eu mostrava isso nas minhas chupadas.
— Você gosta de ser nossa putinha, né?
— Sim? Vem cá.
Ele me pegou pelo braço e me fez levantar.
Com a mão na minha nuca, me beijou apaixonadamente enquanto Javier se posicionou atrás de mim, encostando o pau nas minhas costas e beijando meu pescoço.
Sabia da fraqueza que esses beijos me causavam.
Dante começou a acariciar minha buceta por cima da calcinha já encharcada.
— Você me prometeu um presente pra hoje.
— E como bom amigo, quero compartilhar.
Eu hesitei um pouco, mas já não tinha escapatória.
Me virei, fiquei de costas pra eles, deixei meu vestido cair e lá ficou minha bunda com um lacinho, como o presente perfeito pra ocasião.
Os dois começaram a apertar minha bunda e Javier mandou eu ficar de quatro, apoiando a cabeça no chão.
Logo o Dante tirou a calcinha que tava perdida entre minhas nádegas.
Com um movimento suave, ele abriu, deixando meu buraco exposto.
Lambeu e exclamou: — Essa bunda vai ser Hoje tive muito trabalho hahaha!!! Experimenta, Javier.
Meu chefe afundou a cara entre minhas nádegas e senti a língua dele abrindo caminho no meu cu já encharcado de saliva.
Precisava ser penetrada.
O Javier enfiou o dedão pra me dilatar e eu comecei a gemer bem gostoso.
Com minha buceta já lubrificada e só um pouco dilatada, o Dante abriu minhas nádegas e o Javier apoiou o pauzão dele no meu buraco.
Ele começou a se enfiar dentro de mim e achei que ia me partir ao meio.
A cabeça dele começou a abrir meu cu e a dor se misturou com um prazer único.
Meus gemidos doces viraram gritos… ha ha ha ha… minhas costas arquearam pra aguentar aquela estocada tão brutal que meu corpo desabou.
Já tá tudo dentro, sua puta — disse o Dante.
O Javier bufava igual um touro e repetia “meu deus como eu amo essa buceta” deu umas duas estocadas e saiu do meu cu.
O Dante ficou atrás de mim e perguntou “você quer, puta?”
Eu — Sim, enfiem seus paus no meu cu.
Ele entrou no meu cu e começou a me bombar forte e fundo, um orgasmo imenso me invadiu.
Eles se alternavam pra foder meu cu, ficaram metendo pau por uns 30 minutos, acho.
Sem aguentar, me ajoelharam entre os dois e eles bateram punheta até jorrar grandes jatos de porra na minha boca, saboreei olhando nos olhos deles e engoli tudo.
Adorei seu presente — meu chefe me diz.
Ele me pegou pela mão e me levou pro quarto dele, que tinha um banheiro privativo.
Fiquei um tempão debaixo d’água pra recuperar as forças. Depois tomamos mais alguma coisa e meu chefe me levou pra casa, sorte que meu parceiro tava dormindo e não precisei dar explicação nenhuma.
Tudo começa quando meu sogro, amigo do Javier, me recomenda pra trabalhar no escritório de advocacia dele.
No meu primeiro dia de trabalho, tentei causar uma boa impressão, então me vesti com uma camisa branca e uma saia de cetim preta que realçava bem minhas curvas. Eu me sentia sexy, mas ao mesmo tempo formal.
Ao chegar no escritório, percebi como Javier me despia com o olhar.
Ele não tirava os olhos da minha bunda, mas sempre sem se passar.
Era um homem bem sério e educado.
Os dias foram passando e eu me adaptei bem às tarefas de secretária.
Já fazia quase um mês quando uma grande notícia agitou o escritório: Javier tinha ganhado um caso muito importante pra ele, já que defendia um grande amigo. Pra comemorar, esse amigo organizou um jantar.
Javier era divorciado, então me convidou pra ir ao jantar.
Sem querer dar um fora, não tive escolha a não ser aceitar.
Pra aquela noite, quis estar deslumbrante pra que meu chefe não ficasse incomodado com minha aparência.
Coloquei um vestido preto, longo e de costas nuas. Pra piorar, meu marido não pôde me acompanhar.
Javier passou bem pontual pra me buscar, me cumprimentou com um beijo bem doce na bochecha.
Ele dirigiu até um restaurante exclusivo e, ao entrar, me deparei com a surpresa de que no jantar estavam só o amigo e cliente do meu chefe, Dante, e a mulher dele.
Um casal de uns 45 ou 50 anos, ele era empresário e ela, médica cirurgiã.
A noite começou estranha, porque parecia que eu era a filha do casal ou, pior ainda, a puta do meu chefe.
Depois de uns drinks, me soltei e consegui aproveitar a companhia tão agradável.
A noite já estava terminando, eu meio tonta por causa do álcool, e meu chefe, como um cavalheiro, me levou até em casa. Quando chegamos, Javier ofereceu a bochecha pra gente se despedir.
Não sei o que deu em mim, mas me aproximei dele e dei um beijo doce na boca dele.
Ele ficou paralisado, enquanto eu, completamente corada, fugi da situação e entrei em casa.
Na segunda-feira, eu tinha que voltar. a trabalhar e não queria mudar nenhum detalhe da rotina, como se nada tivesse acontecido.
Vesti minha saia de cetim, minha camisa branca, do jeito que sempre me vestia.
Cheguei no estúdio e, sem me anunciar, comecei a fazer tarefas pendentes.
Só de estar ali já me deixava nervosa.
Até que ouvi a voz do Javier.
Entrei no escritório dele e, sem conseguir olhar na cara dele, procurei no armário a maldita pasta.
De costas pra ele, me inclinei pra frente pra ler as etiquetas, sentindo as mãos do Javier me segurando pelos quadris e me puxando contra o volume dele.
Minha bunda esfregando no volume dele, eu imóvel, sem conseguir falar nada.
Nem uma palavra saía dos meus lábios quando endireitei o corpo, encostando minhas costas no peito dele.
Minha cabeça fervilhava com a ideia de foder com meu chefe ou ficar parecendo uma puta galinha.
Javier começou a desabotoar minha camisa, revelando meus seios, e começou a amassá-los por cima do sutiã.
A excitação ficava cada vez mais óbvia, porque eu não conseguia segurar os gemidos doces que escapavam dos meus lábios.
Javier, já sabendo disso, levou a mão até minhas pernas e, com um movimento delicado, abriu minhas pernas pra alcançar minha buceta, que já estava encharcada de suco.
Com cuidado, ele puxou minha calcinha fio dental com uma mão e, com a outra, acariciava meu clitóris.
Eu ficava louca de prazer, me virei e fiquei de frente pra ele, e com um beijo apaixonado comecei meu trabalho.
Desabotoei a camisa dele e levei minha mão até a calça dele, que já estava estufada.
Enfiei minha mão dentro da cueca dele, e o que peguei não cabia na minha mão.
A curiosidade me venceu, e eu precisava ver com meus próprios olhos.
Desci pelo peito dele com beijos doces até chegar na calça dele, desabotoei e, com uma mão, puxei aquela pica grossa e comprida — não acreditava no que tinha nas mãos.
Javier me pegou pela nuca e me levou até a pica dele, quase não cabia na minha boca.
Depois de dar um boquete bem dado, sentei na mesa, Javier levantou minha saia até a cintura, com Delicadamente, tirei minha calcinha fio dental.
Extasiada, enrolei minhas pernas na cintura dele, peguei seu pauzão e, com a outra mão, abri meus lábios vaginais. Ele apoiou a cabeça entre eles, me deitei pra trás me oferecendo, e ele enfiou o pau dentro de mim.
Uma sensação estranha me invadiu, uma mistura de tesão e outra por estar traindo meu marido.
Endireitei a cabeça pra ver como aquele pauzão entrava.
Ele começou um vai e vem suave e bem profundo.
Meu corpo extasiado tremia a cada estocada, um orgasmo iminente me tomou,
ensopando aquele pau dentro de mim. Ao perceber, ele começou a me comer mais rápido e forte, eu só queria que aquele pau descarregasse o leite dele em mim.
Na hora de gozar, ele tirou o pau e jorrou o leite no meu estômago em jorros enormes, sujando até minha saia, que já tava tipo um espartilho.
Ele me beijou.
Depois daquele dia, tudo melhorou, tanto minha relação de trabalho quanto o caso secreto que a gente mantinha. Cada vez ele me tratava melhor.
No sexo, cada encontro ficava mais pervertido, e além disso, ele sempre me comprava presentes caros.
A gente já tinha feito de tudo, menos uma coisa que eu recusava: meu cu, porque isso eu dava pro meu marido, ou quase só pra ele. Ainda assim, às vezes deixava ele brincar com o dedo no meu buraquinho, mas só isso.
Depois de uns meses, uma data muito especial tava chegando… meu chefe e amante fazia aniversário.
O que eu podia dar de presente, se ele tinha tudo?
O amigo dele, Dante, organizou um jantar pro sábado, onde iria a mesma galera da outra vez.
Então, naquela semana, só fiquei de provocar ele sem deixar ele gozar, pra que naquela noite ele estivesse feito um garanhão. Eu disse pro meu marido que tinha um encontro com minhas amigas.
Finalmente chegou o bendito sábado.
Decidi me vestir mais gostosa do que nunca: um vestido vermelho intenso, bem decotado e com as costas de fora, sem sutiã, claro. Uns saltos que faziam minha bunda empinar mais, e o detalhe mais sensual: uma calcinha fio dental branca bem pequenininha com um lacinho rosa bem em cima da minha bunda.
Não precisa ser gênio pra sacar. pra saber qual ia ser meu presente de aniversário.
Um penteado preso que valorizava meu pescoço.
Eu era toda uma gata no cio.
Chegamos no restaurante onde Dante e Adriana já estavam esperando e, quando entrei, praticamente todo mundo virou pra me olhar, até o Dante não tirava os olhos de mim.
Jantamos, nos divertimos, tinha uma banda, então dançamos.
Foi uma noite incrível.
Tentei evitar o álcool porque queria estar bem lúcida na hora de entregar "meu presente".
Depois de algumas danças, sentamos pra descansar quando o celular da Adriana tocou, parecia ser uma emergência no hospital onde ela trabalhava.
Ela se desculpou e foi embora na hora, nos deixando com o Dante no colo.
O Javier, muito atencioso, se ofereceu pra levar o Dante até a casa dele, já que a mulher tinha levado o carro.
Minha paciência tava no limite.
Não via a hora de ficar sozinha com o Javier… chegamos na casa do Dante e ele insistiu pra gente descer e tomar uns drinques, que tinha um uísque de sei lá quantos anos.
O que me importava era que minha espera tava se prolongando e meu desejo mais ainda.
Entramos na casa e parecia um palácio… uma sala enorme com um sofá no meio, móveis super luxuosos e umas escadas que levavam pros quartos no andar de cima.
Enquanto eles serviam as bebidas, fui ao banheiro me retocar um pouco, devo ter demorado uns 10 minutos.
Quando voltei pra sala, percebi que eles estavam falando bem baixinho e tentaram disfarçar me jogando um elogio.
— Tá um anjo, pau, me dizem.
Dante se desculpou falando que não demorava e foi embora.
Como se tivesse possuído, o Javier se jogou em cima de mim, beijando meu pescoço e apertando meus peitos, uff, que tesão que eu tava sentindo, ele puxou um pouco meu vestido deixando meus peitos nus e abaixou a cabeça pra chupá-los.
Eu tava perdida, nem conseguia reagir onde estava.
Os chupões brutos que o Javier dava nos meus peitos e uns gemidos suaves que escapavam dos meus lábios… imersa num tesão doentio, recostei minha cabeça pra trás, fechei meus olhos e me entreguei. Ao gozo.
Foi então que senti um carinho passando um fio de cabelo da minha bochecha, ao abrir os olhos vejo o Dante parado atrás da gente:
E eu ali, vermelha de vergonha, nem pensei em cobrir os peitos.
Os dois pararam na minha frente.
Se olharam cúmplices e começaram a tentar me provocar.
— Só vai ficar entre a gente.
— Seguimos como sempre — me diz meu chefe.
Imediatamente se despirem, os dois com os paus quase duros apontando pra mim.
Tava muito confusa, entre a vergonha e o tesão que eu tava sentindo.
Não aguentava mais… me levantei e fui até eles.
Já na frente deles, peguei uma rola com cada mão e comecei a masturbar os dois.
Me ajoelhei como mandaram e comecei dando lambidas suaves na cabeça enorme do Javier enquanto batia uma pro Dante.
Alternava as lambidas com a rola do Dante.
— Sei que você tá com fome de pica e hoje a gente vai te satisfazer.
Num movimento só, engoli a rola inteira do Dante, arrancando um grunhido animal dele.
Depois de um tempo saboreando aquela pica, troquei pra do Javier.
Longe de me irritar, as grosserias deles me excitavam cada vez mais.
E eu mostrava isso nas minhas chupadas.
— Você gosta de ser nossa putinha, né?
— Sim? Vem cá.
Ele me pegou pelo braço e me fez levantar.
Com a mão na minha nuca, me beijou apaixonadamente enquanto Javier se posicionou atrás de mim, encostando o pau nas minhas costas e beijando meu pescoço.
Sabia da fraqueza que esses beijos me causavam.
Dante começou a acariciar minha buceta por cima da calcinha já encharcada.
— Você me prometeu um presente pra hoje.
— E como bom amigo, quero compartilhar.
Eu hesitei um pouco, mas já não tinha escapatória.
Me virei, fiquei de costas pra eles, deixei meu vestido cair e lá ficou minha bunda com um lacinho, como o presente perfeito pra ocasião.
Os dois começaram a apertar minha bunda e Javier mandou eu ficar de quatro, apoiando a cabeça no chão.
Logo o Dante tirou a calcinha que tava perdida entre minhas nádegas.
Com um movimento suave, ele abriu, deixando meu buraco exposto.
Lambeu e exclamou: — Essa bunda vai ser Hoje tive muito trabalho hahaha!!! Experimenta, Javier.
Meu chefe afundou a cara entre minhas nádegas e senti a língua dele abrindo caminho no meu cu já encharcado de saliva.
Precisava ser penetrada.
O Javier enfiou o dedão pra me dilatar e eu comecei a gemer bem gostoso.
Com minha buceta já lubrificada e só um pouco dilatada, o Dante abriu minhas nádegas e o Javier apoiou o pauzão dele no meu buraco.
Ele começou a se enfiar dentro de mim e achei que ia me partir ao meio.
A cabeça dele começou a abrir meu cu e a dor se misturou com um prazer único.
Meus gemidos doces viraram gritos… ha ha ha ha… minhas costas arquearam pra aguentar aquela estocada tão brutal que meu corpo desabou.
Já tá tudo dentro, sua puta — disse o Dante.
O Javier bufava igual um touro e repetia “meu deus como eu amo essa buceta” deu umas duas estocadas e saiu do meu cu.
O Dante ficou atrás de mim e perguntou “você quer, puta?”
Eu — Sim, enfiem seus paus no meu cu.
Ele entrou no meu cu e começou a me bombar forte e fundo, um orgasmo imenso me invadiu.
Eles se alternavam pra foder meu cu, ficaram metendo pau por uns 30 minutos, acho.
Sem aguentar, me ajoelharam entre os dois e eles bateram punheta até jorrar grandes jatos de porra na minha boca, saboreei olhando nos olhos deles e engoli tudo.
Adorei seu presente — meu chefe me diz.
Ele me pegou pela mão e me levou pro quarto dele, que tinha um banheiro privativo.
Fiquei um tempão debaixo d’água pra recuperar as forças. Depois tomamos mais alguma coisa e meu chefe me levou pra casa, sorte que meu parceiro tava dormindo e não precisei dar explicação nenhuma.
4 comentários - el regalo que era para mi jefe lo compartio
Esta es la real, Mayra