Era um dia de calor no bairro e já fazia uns meses que um casal, de uns 35 a 40 anos, tinha se mudado pra cá. Ela, uma magrinha gostosa, sempre de legging e bem pelada, ele um cara sério, casal normal. Mas eu tinha ficado de olho na magrinha, e nele me chamou a atenção que era sempre bem vestido pra homem, sempre alinhado, normal. Os dias foram passando, "oi, tudo bem?", "tudo", mas eu já tinha dado em cima da magrinha — são minha fraqueza, cabelo comprido, peitão lindo. Até que um dia passei e ela tava de short, com a tanga enfiada no rabo, arrumando alguma coisa, nem vi o que era, quase bati num poste, hahaha.
Na volta, ela tava lá fora, e quando cheguei perto, ela falou: "Meu marido quer falar com você". Surpreso, respondi: "Quando ele quiser". "Entra, entra, que tá de boa", aí ela passou na minha frente e caminhou — um sonho, aquele rabo e aquela tanga, quase morri. A magrinha é um luxo.
Entrei e o marido tava esperando: "E aí, cara, beleza?" "Beleza", eu não entendia nada, porque até então ele mal me dava bola. "Precisa de algo?", perguntei. Ele disse: "Nada, não quer vir ver o jogo hoje à noite e tomar uns drinks?" Me pegou desprevenido, falei: "Sim, bora, o que eu trago?" "Nada", ele respondeu. "Que horas?" "Na hora que o jogo começar, ok." "O que você bebe?", ele perguntou. "Tudo", falei. "Beleza, beleza, vou nessa." Ele me deu a mão, muito suave pra um homem, e ela me deu um beijo metade no rosto, metade na boca. Olhei pra ela, ela sorriu... "Será que foi impressão minha?", pensei.
Bom, tomei banho, me perfumei e fui. Cheguei, ela abriu a porta — quase morri, um vestido colado no corpo. "Entra", ela disse. Entrei e o marido tava vendo o pré-jogo.
Sentei e ele perguntou: "O que você quer beber?" "Um vinho", pedi. "Amor, traz um vinho pro amigo." Surpreso, não entendia nada, mas fui na onda. Começamos a conversar, ele soltou a língua e disse: "O que você acha da minha mulher?" Desconfiado, respondi: "Sua mulher é bonita, mas só isso." Tava meio nervoso e surpreso.
E ele insistiu de novo com a mulher. Pensei: "Ele é... Ele fez a bebida errada pra esse cara
e ela tava em outro quarto e de lá ficava me olhando e rindo.
Num momento ela chega perto, fala algo no ouvido dele, ele ri e os dois me olham
meio estranho, mas fazer o quê. Nisso o jogo tava terminando e a gente já tinha tomado uns vinhos, a língua já não era a mesma. "Espera, não vai não", ele fala, "vamos tomar mais um negócio e ouvir uma música". "Beleza", falo, "amanhã não tenho nada pra fazer". Ele bota uma música e ela aparece — quase morri. Vinha com um vestido e por baixo meia com liga, dava pra ver, percebi na hora. Agarrei, sentei num sofá grande e ele levantou e começaram a dançar.
Cada vez mais quente, ela mexia aquele rabo lindo pra todo lado e ele passava a mão nela por tudo quanto é canto, eu tava mudo.
Dançaram, se beijaram de língua, os dois muito tesudos. Num momento ele vira e fala: "Tá gostando?", e levanta o vestido dela — a tanguinha preta bem enfiada na bunda. Falo: "Tô adorando, amigo", e ele continuou dançando.
Eu fui ficando com um tesão do caralho, até que ele vem, senta do meu lado e ela me dá um beijo, mas mete a língua até a garganta, a língua se revirando dentro, e ele pega minha mão e coloca no cu dela que se mexia pra todo lado. Ele só olhava ela assim e falava "adoro", e eu ficava ainda mais excitado.
Num momento ela se ajoelha e tira só a cabeça da minha pica, que tava dura pra caralho, e começa a passar a língua de cima pra baixo, de lado, e falava "hum, que pica gostosa você tem". Nessa hora olhei pra ele e ele tava olhando ela como se tivesse curtindo, mas parecia estranho — cada vez que ela falava "que pica gostosa", ele fazia uma cara.
Nisso ela me puxa com força e abaixa minha calça, pega a pica e mete tudo na boca linda dela, ele olhando. Eu não sabia o que fazer. Ela continuou chupando a pica gostoso pra caralho até que num momento para, se joga pra trás e fala pro marido: "Me beija, senti que cheiro delicioso de pica que tenho na boca, ufffff". Aí o safado dentro de mim despertou. Falo: "Vem, fica de pé no sofá e coloca essa buceta recém-depilada aqui pra mim". Na boca dela ela faz isso, puxa a tanga pra baixo e eu começo a penetrar devagar com a língua bem suave, ela gemia gostoso, e eu peguei a mão dele e coloquei na minha rola, segura na cabeça da minha rola, falo pra ele, uffff. Ele passou a mão como um profissional, agora passa na sua mulher, peguei a mão dele e passei com toda a baba da rola no rosto dela, ela botava a língua pra fora, muito safada, nesse momento eu falo pra ele, levanta, tira a tanga da sua mulher e veste ela pra mim, ufffff. Ele ficou duro, ela se virou e falou, o que você tá esperando, idiota, obedece nosso macho, eu a cada minuto ficava mais excitado. Ele vestiu a tanga e eu falei, chupa a bunda da sua mulher e com a mão acaricia minha rola, nesse momento já não ligava mais pra nada, ela louca de tesão por tudo que tava rolando começou a gemer e gritar, eu gozei, moreno, eu falo pra ela, por favor goza na minha boca, quero sentir seus sucos, e ela começou a gozar igual uma louca, se contorcia de tesão que queimava por dentro, é lindo, ela segurava minha cabeça e fechava as pernas, aquele momento foi lindo, deixei ela se recuperar, ajoelhei ela em cima do sofá lindo, peguei o marido e falei, chupa minha rola que vou comer sua mulher, você gosta?, ele fala, adoro, ela se mexia como se ainda tivesse gozando e me fala, vai me comer o cu ou o que tá esperando, ufffff essas coisas me deixam louco de tesão e começo a colocar bem devagar no anel da bunda só na ponta, ela excitada falava, aiii que delícia, devagar moreno, bem bem, o marido acariciava minhas bolas e me deixava mais excitado, ela olha pra ele, gosta dessa rola?, fala pro marido, e ele concorda com a cabeça, se ajoelha atrás de mim, coloca as mãos nas minhas nádegas e com uma habilidade única começa a passar a ponta da língua nas minhas bolas, na rola e no cu, pra mim foi tão lindo que a rola parecia que ia explodir, peguei a cintura dela e comecei a dar umas metidas fodidas e as bolas batiam na cara do marido, era tanto tesão que eu sentia que cada estocada parecia que ia gozar, ela me olhava e falava "não goza ainda" e colocava as mãos na minha cintura pra eu meter mais forte
Num instante, eu sentia o marido enfiando os ovos na boca dela, e ela empurrava a raba pra trás pra entrar mais fundo. Aí, num momento, falei: "Chega aqui, ajoelha, bebê". Ela se ajoelhou, ele do lado, e eu comecei a descarregar toda a porra que tava guardada, tanta que escorria pelo canto da boca dela. Peguei a cabeça dele e mandei: "Lambe essa puta e beija tua mulher com minha porra quente". Ele fez o que eu pedi, e eu sentei pra ver os dois se beijando, passando a porra quente de boca em boca. Quando me recuperei, começou a segunda parte...
Na volta, ela tava lá fora, e quando cheguei perto, ela falou: "Meu marido quer falar com você". Surpreso, respondi: "Quando ele quiser". "Entra, entra, que tá de boa", aí ela passou na minha frente e caminhou — um sonho, aquele rabo e aquela tanga, quase morri. A magrinha é um luxo.
Entrei e o marido tava esperando: "E aí, cara, beleza?" "Beleza", eu não entendia nada, porque até então ele mal me dava bola. "Precisa de algo?", perguntei. Ele disse: "Nada, não quer vir ver o jogo hoje à noite e tomar uns drinks?" Me pegou desprevenido, falei: "Sim, bora, o que eu trago?" "Nada", ele respondeu. "Que horas?" "Na hora que o jogo começar, ok." "O que você bebe?", ele perguntou. "Tudo", falei. "Beleza, beleza, vou nessa." Ele me deu a mão, muito suave pra um homem, e ela me deu um beijo metade no rosto, metade na boca. Olhei pra ela, ela sorriu... "Será que foi impressão minha?", pensei.
Bom, tomei banho, me perfumei e fui. Cheguei, ela abriu a porta — quase morri, um vestido colado no corpo. "Entra", ela disse. Entrei e o marido tava vendo o pré-jogo.
Sentei e ele perguntou: "O que você quer beber?" "Um vinho", pedi. "Amor, traz um vinho pro amigo." Surpreso, não entendia nada, mas fui na onda. Começamos a conversar, ele soltou a língua e disse: "O que você acha da minha mulher?" Desconfiado, respondi: "Sua mulher é bonita, mas só isso." Tava meio nervoso e surpreso.
E ele insistiu de novo com a mulher. Pensei: "Ele é... Ele fez a bebida errada pra esse cara
e ela tava em outro quarto e de lá ficava me olhando e rindo.
Num momento ela chega perto, fala algo no ouvido dele, ele ri e os dois me olham
meio estranho, mas fazer o quê. Nisso o jogo tava terminando e a gente já tinha tomado uns vinhos, a língua já não era a mesma. "Espera, não vai não", ele fala, "vamos tomar mais um negócio e ouvir uma música". "Beleza", falo, "amanhã não tenho nada pra fazer". Ele bota uma música e ela aparece — quase morri. Vinha com um vestido e por baixo meia com liga, dava pra ver, percebi na hora. Agarrei, sentei num sofá grande e ele levantou e começaram a dançar.
Cada vez mais quente, ela mexia aquele rabo lindo pra todo lado e ele passava a mão nela por tudo quanto é canto, eu tava mudo.
Dançaram, se beijaram de língua, os dois muito tesudos. Num momento ele vira e fala: "Tá gostando?", e levanta o vestido dela — a tanguinha preta bem enfiada na bunda. Falo: "Tô adorando, amigo", e ele continuou dançando.
Eu fui ficando com um tesão do caralho, até que ele vem, senta do meu lado e ela me dá um beijo, mas mete a língua até a garganta, a língua se revirando dentro, e ele pega minha mão e coloca no cu dela que se mexia pra todo lado. Ele só olhava ela assim e falava "adoro", e eu ficava ainda mais excitado.
Num momento ela se ajoelha e tira só a cabeça da minha pica, que tava dura pra caralho, e começa a passar a língua de cima pra baixo, de lado, e falava "hum, que pica gostosa você tem". Nessa hora olhei pra ele e ele tava olhando ela como se tivesse curtindo, mas parecia estranho — cada vez que ela falava "que pica gostosa", ele fazia uma cara.
Nisso ela me puxa com força e abaixa minha calça, pega a pica e mete tudo na boca linda dela, ele olhando. Eu não sabia o que fazer. Ela continuou chupando a pica gostoso pra caralho até que num momento para, se joga pra trás e fala pro marido: "Me beija, senti que cheiro delicioso de pica que tenho na boca, ufffff". Aí o safado dentro de mim despertou. Falo: "Vem, fica de pé no sofá e coloca essa buceta recém-depilada aqui pra mim". Na boca dela ela faz isso, puxa a tanga pra baixo e eu começo a penetrar devagar com a língua bem suave, ela gemia gostoso, e eu peguei a mão dele e coloquei na minha rola, segura na cabeça da minha rola, falo pra ele, uffff. Ele passou a mão como um profissional, agora passa na sua mulher, peguei a mão dele e passei com toda a baba da rola no rosto dela, ela botava a língua pra fora, muito safada, nesse momento eu falo pra ele, levanta, tira a tanga da sua mulher e veste ela pra mim, ufffff. Ele ficou duro, ela se virou e falou, o que você tá esperando, idiota, obedece nosso macho, eu a cada minuto ficava mais excitado. Ele vestiu a tanga e eu falei, chupa a bunda da sua mulher e com a mão acaricia minha rola, nesse momento já não ligava mais pra nada, ela louca de tesão por tudo que tava rolando começou a gemer e gritar, eu gozei, moreno, eu falo pra ela, por favor goza na minha boca, quero sentir seus sucos, e ela começou a gozar igual uma louca, se contorcia de tesão que queimava por dentro, é lindo, ela segurava minha cabeça e fechava as pernas, aquele momento foi lindo, deixei ela se recuperar, ajoelhei ela em cima do sofá lindo, peguei o marido e falei, chupa minha rola que vou comer sua mulher, você gosta?, ele fala, adoro, ela se mexia como se ainda tivesse gozando e me fala, vai me comer o cu ou o que tá esperando, ufffff essas coisas me deixam louco de tesão e começo a colocar bem devagar no anel da bunda só na ponta, ela excitada falava, aiii que delícia, devagar moreno, bem bem, o marido acariciava minhas bolas e me deixava mais excitado, ela olha pra ele, gosta dessa rola?, fala pro marido, e ele concorda com a cabeça, se ajoelha atrás de mim, coloca as mãos nas minhas nádegas e com uma habilidade única começa a passar a ponta da língua nas minhas bolas, na rola e no cu, pra mim foi tão lindo que a rola parecia que ia explodir, peguei a cintura dela e comecei a dar umas metidas fodidas e as bolas batiam na cara do marido, era tanto tesão que eu sentia que cada estocada parecia que ia gozar, ela me olhava e falava "não goza ainda" e colocava as mãos na minha cintura pra eu meter mais forte
Num instante, eu sentia o marido enfiando os ovos na boca dela, e ela empurrava a raba pra trás pra entrar mais fundo. Aí, num momento, falei: "Chega aqui, ajoelha, bebê". Ela se ajoelhou, ele do lado, e eu comecei a descarregar toda a porra que tava guardada, tanta que escorria pelo canto da boca dela. Peguei a cabeça dele e mandei: "Lambe essa puta e beija tua mulher com minha porra quente". Ele fez o que eu pedi, e eu sentei pra ver os dois se beijando, passando a porra quente de boca em boca. Quando me recuperei, começou a segunda parte...
17 comentários - pareja , fantasia o un simple sueño