No dia seguinte, Thiago acordou um pouco mais tarde que o normal. Ele ficou meio na dúvida se devia me ver, torcendo pra eu não ter ficado com aquele climão. Olhou pela janela e me viu tomando sol pelada no quintal. Isso deu uma aliviada nele; pelo menos, eu não tava tão assustada a ponto de me vestir de novo. Ele saiu pra se encontrar comigo.
— Bom dia! Tô vendo que você tá aproveitando o sol de novo, né? — perguntou ela, com toda a indiferença possível.
— Sim, é muito estimulante sentir o frio da manhã e o sol me aquecendo devagar — respondi.
— Se importa se eu sentar com você?
— Fica à vontade.
Depois de um momento de silêncio, senti que precisava esclarecer as coisas.
— Olha, sobre ontem à noite, espero não ter te incomodado ou deixado você desconfortável.
— Não, eu que peço desculpa. Não foi minha intenção te pegar assim! — disse ele.
— Sei que foi um acidente, mas não me importo que tenha acontecido. Como você viu, me levou ao limite.
Thiago se sentiu meio deslocado ao falar abertamente de putaria, mesmo que fosse um pouco excitante. Decidiu insistir um pouco mais.
— Isso é algo que as mulheres fazem hoje em dia com frequência?
— O quê? Bater uma? Algumas fazem quando se sentem à vontade com o próprio corpo. Na real, conheço muitas mulheres que só conseguem gozar assim. Pra mim, é algo natural e saudável pra todo mundo.
— Na minha época, sempre diziam que ia deixar a gente cego.
— Eu sei. É uma merda.
— Mas isso não me impediu!
— Você ainda arruma tempo pra isso hoje em dia?
— Ah, você sabe, de vez em quando.
— Aposto que é um puta espetáculo!
Agora Thiago se animou a insistir.
— No que as mulheres pensam quando tão se tocando?
— Ah, imagino que na mesma coisa que você. Relações passadas ou atuais, parceiros, fantasias. Acho que os paus têm mais destaque. Depois de te ver, imagino que algumas mulheres já usaram isso nas fantasias delas — falei, apontando pro pau dele.
— Era nisso que você tava pensando ontem à noite?
— Pode ser que... tenha se manifestado... em mim.
Ele soltou uma risada sem graça, mas com um certo ar de confiança.
— Já desconfiei quando você me chamou. Fico feliz em poder ajudar.
Ficamos sentados em silêncio por um instante, aquele silêncio que cria intimidade entre duas pessoas. Olhei pra ele, sorri, e depois desci o olhar pro pau dele. Dava pra perceber que a conversa tava deixando ele excitado. Bem, o pau dele cresceu um pouco.
— Guardar a imagem pra depois? — perguntei. Ele me devolveu o sorriso.
— Parece que você também gosta de atenção. Gostou... de me ver assim ontem à noite?
— Fazia muito tempo que eu não via aquele olhar no rosto de uma mulher.
— Você pode ver de novo, se quiser.
Thiago soltou uma gargalhada.
— Uma vez já bastou! Nunca vou esquecer aquela vista. Acho que se a gente procurasse, seria meio... — ele não terminou a frase.
— Sabe, a maioria dos sogros não anda pelado assim; a gente não é exatamente normal. Você já me viu gozar uma vez, o que mais tem pra esconder?
— Que boca solta esses jovens têm! O que era aquilo que você tava usando?
— O quê? Meu vibrador? Quer ver?
Ele deu de ombros.
— Claro.
Levantei de repente e peguei o brinquedo rapidinho. Minha nossa!, pensei, acho que vou me masturbar de propósito na frente do meu sogro. Será que era errado? Provavelmente sim. Mesmo assim, todo mundo, incluindo meu marido, parecia super de boa com a gente passando tempo pelados. A excitação tinha que aparecer em algum momento. E qual era o mal? Não era sexo, só uma sensação nova de conforto na minha própria pele. Quando voltei, entreguei pra ele.
— É tipo um pau falso que vibra?
— Essa é a ideia. Normalmente preciso de algo penetrante pra gozar.
Peguei o vibrador e sentei na poltrona.
— Liga aqui... e aí eu costumo me excitar por um tempo.
Passei o vibrador pra cima e pra baixo nos lábios da buceta com carícias leves. Fechei os olhos e tremi ao sentir o prazer. O pau do Thiago mexeu.
— Tá bom, tá bom, já entendi! Não precisa continuar me mostrando — ele disse, enquanto o pau dele crescia cada vez mais.
— Se importa se eu continuar? — perguntei enquanto a ponta do vibrador se movia pra minha entrada.
— Se você quiser — ele conseguiu balbuciar.
Dava pra ver minhas bochechas corando, meus bicos duros nos peitos, minha lubrificação e os lábios perfeitos e brilhantes da minha buceta. O pau dele estava em seu tamanho máximo, quase vinte e dois centímetros de comprimento e grosso. O líquido pré-ejaculatório escorria da ponta do pau dele, enquanto o membro procurava me invadir.
—Caralho, que pauzão você tem —falei sem fôlego—. Pode se tocar também, se quiser.
Ele seguiu minhas instruções, descendo uma mão até o próprio pau e se agarrando de leve. Enfiei o vibrador dentro de mim, movendo devagar enquanto massageava meu clitóris. Fiquei olhando fixo pro pau dele, agora completamente duro, com um olhar carregado de safadeza sem limites. Nunca tinha visto um olhar assim em mim; não queria amor nem intimidade, só o corpo dele, porque eu tava no auge do tesão.
— Você me fodeu bem forte com isso — rosnei pra ele.
— É? Cê acha que ia caber bem em você? — Thiago tava meio enferrujado nas próprias palavras sujas, e aquilo foi o melhor que ele conseguiu.
— Ai, minha buceta ia receber essa pica...
A palavra "pica" saiu devagar, feito um gemido. Um gemido fundo e cheio de desejo, a vontade de largar toda a inibição e sentir a masculinidade dele dentro de mim.
Ele se mexeu pra ficar em cima de mim, quase apontando o pau pra minha buceta. Dava pra sentir o calor do corpo dele, e estar tão perto do objeto da minha fantasia me fez gozar. Gemi, fundo e longo, até meu corpo tremer de prazer e eu gozar com força. Entre os tremores, eu gritava sem parar:
— Me fode, me fode! — Continuei me masturbando com força, enquanto o orgasmo me tomava por um minuto inteiro.
Depois de finalmente voltar ao presente, vi o Thiago, agora com o olhar dele cheio de luxúria desenfreada. Resolvi ir ainda mais longe.
— Precisa de ajuda com isso? — perguntei, apontando pro membro dele.
Ele tava com a boca seca demais pra falar, mas balançou a cabeça de leve. Peguei o sinal. Tirei o vibrador da buceta, me levantei e comecei a me aproximar de um jeito sedutor.
— Cê vai precisar das duas mãos aí, grandão.
Me ajoelhei entre as pernas dele, lambi minhas mãos e comecei a acariciar a pica dele de cima pra baixo, primeiro com um toque suave, depois com uma torcida. Ele tava em êxtase. Provavelmente fazia quase uma década que umas mãos pequenas e femininas não acariciavam o pau dele.
Passei a língua e roçei levemente a ponta. Depois, levando uma mão até a bunda dele enquanto a outra ainda segurava, percorri com a língua os vinte e dois centímetros dele de cima a baixo.
—Ai, meu Deus! — gemeu.
Mexi as mãos, torcendo pra cima e pra baixo com firmeza e prazer, enquanto minha boca acariciava a glande dele. Ele sentiu um prazer profundo de novo, por um bom tempo, enquanto as mãos de uma mulher adoravam o pau dele.
—Me deixa saber do que você gosta.
—Helen... — ele conseguiu falar o nome da esposa, o que quase quebrou o encanto, mas continuou —... fazia malabarismo com minhas bolas enquanto mexia a língua.
—Assim? — Segurei os testículos dele de leve com uma mão, fiz cócegas, agarrei o pau com a outra e passei a língua por toda a ponta.
—Sim... Deus... — ele grunhiu, enquanto o prazer tomava conta.
—Caralho, você tem um pau enorme — falei, entre respirações e mexendo a língua.
Helen nunca usava esse tipo de linguagem. Claro, eles faziam coisas bem íntimas juntos, mas nunca passavam do limite com as palavras. Mas ouvir uma mulher falar aquilo pra ele fez a pele arrepiar.
— É? Você gosta dessa... piroca?
— Ah, é incrível; ela é tão gostosa. Não aguentei mais, te vendo rebolar com ela. Precisava provar.
Minhas palavras enlouqueceram ele, e antes que percebesse, sentiu um orgasmo iminente. Então, bem na hora que eu me inclinava pra pegar ele de novo na boca, ele gozou.
Jatos de porra jorraram dele, acertando minha cara e o cabelo. Rapidão ele agarrou o pau e acariciou, bombeando o leite todo em cima de mim.
O conceito de um facial me parecia degradante. Nunca tinha recebido um; na verdade, até neguei pro Bryan depois de uns pedidos moderados. Mas naquele momento, não recuei, deixei ele me profanar.
— Normalmente eu recebo um aviso — falei, limpando o esperma dos olhos.
— Desculpa, isso é um problema?
— Não, tá de boa, só que nunca ninguém tinha gozado na minha cara antes.
— Aconteceu tudo muito rápido.
— Fico feliz que você tenha conseguido aproveitar. Vou entrar pra me limpar um pouco e curtir o sol.
Thiago se recostou na cadeira dele. Enquanto o esperma ainda escorria do pau dele, senti a vergonha tomando conta. Não era só a nora dele, mas tinha sido tão sujo. Talvez tivesse sido melhor se a gente só tivesse transado, ele pensou, enquanto a imagem de mim, de joelhos na frente dele, com o esperma dele espalhado pela minha cara, voltava à mente dele. Claro, finalmente ele percebeu a gratificação sexual que tinha perdido, mas teve um preço alto. Será que a aceitação da nudez dele o transformava no velho assustador que ele sempre teve medo de ser? Será que ele seduziu e estragou sem querer essa pobre mulher? Ele entrou de novo, tomou um banho e, pela primeira vez desde que chegou, se vestiu.
Não vi ele pelo resto do dia. Não sabia se ele estava tirando um cochilo ou se me evitava de propósito. Nossa manhã juntos era uma lembrança tão intensa que ainda sentia o calor entre as pernas ao lembrar, e esperava que ele tivesse uma experiência parecida. Talvez fosse uma mistura de sentimentos, porque imaginei que era a primeira vez que ele gozava com outra pessoa desde a morte da esposa dele. Continuei curtindo o nudismo enquanto andava pela casa. Chegou a hora do jantar e me surpreendi ao ver ele sair do quarto vestido.
— Tá se sentindo tímido? — perguntei.
Ele deu de ombros.
— Tá um pouco frio. Mas, por favor, não sinta que precisa se vestir por minha causa.
— Ah, não era minha intenção!
Aí senti a necessidade de tocar no assunto quente. —Sobre esta tarde... —comecei.
—Não precisa falar sobre isso, foi só uma coisa pontual, a gente pode seguir em frente, como se nada tivesse acontecido.
Fiquei meio surpresa.
—Ah, você gostou?
Ele assentiu.
—Sim, foi ótimo, você é demais. Só que é algo que não podemos repetir.
—Entendo —falei, e era sincera.
Claro, queria que ele me inclinasse sobre a mesa e me fodesse até eu ficar sem fôlego, mas obviamente era uma situação complicada e estranha, embora excitante, em que estávamos.
—Tava pensando em pedir uma comida tailandesa pro jantar, se você topar —disse ele.
—Parece ótimo! —respondi, feliz em voltar pra uma vida mais mundana.
—E talvez a gente possa provar aquele vinho que você trouxe —completou.
Passamos a hora seguinte relaxando no sofá e saboreando o bom vinho; eu continuava completamente pelada e ele vestido. Ambos tivemos uma conversa real, profunda e adulta pela primeira vez em muito tempo. Ele descreveu a solidão dele, a vontade de explorar o mundo e descobrir todos os prazeres que a vida ainda oferecia. Eu falei abertamente dos meus problemas de casamento, de como nossos horários de trabalho nos deixavam sozinhos quando estávamos em casa ou viajando. Até insinuei que achava que Bryan tinha uma ou duas aventuras durante as viagens dele.
—Não é nada certo —falei—, só um palpite e comentários rápidos. Às vezes ligo pra ele e ele parece culpado ou suspeito. Outras, acho que ouço uma voz de mulher zoando ele por trás. Sei que ele e uns colegas de trabalho vão a um ou dois clubes de strip pra relaxar, e quem sabe o que ele faz lá.
—Sinto muito. É verdade que Helen e eu passamos por momentos difíceis ao longo dos anos, mas não tenho experiência nisso.
—E não sei o quanto tô puta. Acho que nós dois queremos abrir nosso casamento. Desculpa, esse vinho tá me batendo.
—Ah, tudo bem —respondeu ele—. Provavelmente Helen e eu não fomos tão selvagens quanto vocês hoje, mas entendo que vocês quisessem. Ser um pouco obscenos. Sempre me incomodava ser explícita e selvagem demais; sempre me perguntei como seria isso.
— Você e a Helen já trocaram putaria?
— Ah, não igual agora! As mulheres hoje em dia não gostam de ser chamadas de putas?
— No contexto certo, claro. Mas não é sobre humilhação; é sobre assumir o controle da nossa sexualidade e tal.
Ele se surpreendeu com minhas palavras, mas não se intimidou. O silêncio tomou conta do quarto. Bateram na porta.
— Olha, aí está nossa comida, vou pegar — falei.
— Vai abrir a porta assim? — perguntou, com um tom meio safado, apontando com o dedo pro meu corpo pelado.
— Meu Deus, esqueci! Acho que fiquei muito à vontade assim.
Então um sorriso provocador surgiu no meu rosto.
— Tá me desafiando?
Ele sorriu de volta.
— Dá o show da noite pro entregador.
— Nossa, pra ser sincera, a ideia de me exibir pra um entregador sempre me deu um tesão, mas nunca me senti confortável. Foda-se!
Abri a porta, completamente pelada. Um universitário gordinho e suado tava do outro lado.
—Uau! —exclamou o entregador, com uma cara de surpresa e espanto.
—Acho que cê tem todas as informações do cartão de crédito —falei, indiferente.
—Sim, só preciso da sua assinatura —disse o garoto, tentando não me encarar, mas fazendo um trabalho bem bosta, porque era óbvio que ele tava de boca aberta olhando pros meus peitos.
—Tá gostando do que vê? —perguntei.
Ele assentiu.
—Pode tocar neles, se quiser —completei.
O moleque, nervoso, largou a comida no chão, levantou as duas mãos e, sem jeito, agarrou meus peitos, apertando com força. Depois, sem nem pensar, desceu uma mão e roçou na minha buceta. Um arrepio de surpresa e tesão subiu pelas minhas costas; nunca tinha pedido pra alguém me tocar num lugar tão íntimo, mas agora, naquele momento, eu não tava contra. O dedo do meio dele encontrou os lábios da minha buceta e percorreu a entrada da minha xereca. Depois de uns dez segundos, enquanto ele amassava sem jeito um peito, e talvez tateava meu clitóris, eu pigarreei.
Ele levou as mãos pros lados com um estalo.
—Desculpa, valeu.
Dito isso, quase saiu correndo pro carro dele, envergonhado pela piroca que tava dura na hora.
Eu tava vermelha que nem um tomate e ri da bizarrice que tinha acabado de fazer.
—Que puta cena! —gritou o Thiago do sofá—. Ele vai ficar fantasiando com esse momento por um bom tempo.
Olhei pra baixo, pra calça dele, e vi que o pau dele já tava começando a crescer.
—Parece que cê também vai ficar pensando nesse momento —falei, apontando pra virilha dele.
—Acho que sim. Viu, tesão não é sobre usar ou não usar roupa! —respondeu.
Era agora ou nunca, minha chance de seduzir ele de novo.
—Precisa de ajuda com isso? —perguntei.
—Ah não, tá de boa, isso foi só uma coisa de uma vez, lembra?
Sentei do lado dele no sofá e comecei a acariciar o cabelo dele.
—Não tem — Por que ser assim? — perguntei.
— Olha, Wendy, entendo que a gente esteja meio frustrado sexualmente, mas isso não significa que a gente deva fazer isso. Você é minha nora.
Deslizei minha mão devagar por baixo da camisa dele e comecei a acariciar o peito dele.
— Não se trata de fazer amor. Você amava sua esposa e vocês tiveram momentos doces. Mas também pode ser sobre desejo, sobre se sentir bem e conseguir o que a gente quer.
Ele jogou a cabeça pra trás, fechou os olhos e suspirou.
— E o que eu quero? — ele perguntou.
Me inclinei, desabotoei a calça dele e liberei o pau enorme dele. Enquanto acariciava suavemente o membro dele, sussurrei no ouvido dele:
— Quero que você me curve e me foda até o fundo.
Dito isso, ele se jogou em cima de mim, me pressionando com todo o peso no sofá. Agarrou meu rosto e me beijou quase com violência. Eu me derreti diante do domínio dele, enquanto a língua dele me devorava. Depois, num movimento rápido, ele se ajoelhou e colocou cada mão numa das minhas pernas pra me abrir.
— Vou provar uma buceta jovem de novo — ele disse, e enfiou a cara entre minhas pernas.
A língua dele percorreu minha entrada de cima a baixo, em círculos no meu clitóris. Primeiro toques suaves e delicados, depois uma pressão mais forte. Os dedos dele também me penetraram, pressionando meu ponto G e me abrindo. Ele ansiava pelo meu prazer naquele momento, controlar minha sexualidade e me fazer gozar.
Gemi, fundo e longo, liberando todo o estresse e deixando meu corpo se entregar.
Meu prazer crescia, e agarrei a cabeça dele e empurrei mais pra dentro. Liberei meu desejo e gozei com força. Entre as rajadas de prazer, ele continuou trabalhando com a língua e os dedos, pra que o orgasmo durasse uma eternidade. Quando voltei a mim, vi o Thiago.
— Você ainda tá vestido — falei.
Ele se levantou, tirou a camisa e tirou a calça e a cueca. Agora ele estava de pé sobre mim, esse homem com um pau poderoso.
— O que você vai fazer agora? — perguntei.
Toda a ternura tinha sumido do olhar dele; agora só tinha luxúria.
— Se curva e deixa eu Foder você como a puta que você é.
Eu mordi o lábio e, me abaixando e apoiando as mãos no sofá, mostrei minha bunda e minha buceta molhada. Mesmo na luxúria do momento, Thiago acariciou o pau dele com delicadeza. Ele esfregou a ponta pra cima e pra baixo na minha fenda, deixando minha umidade se espalhar por ela. Depois, enfiou a cabeça com suavidade.
— Deus... — eu gemi —. Preciso de você dentro.
Aí ele enfiou metade do membro e, pra surpresa dele, viu meu corpo tremer. Eu já estava gozando de novo. Quanto tempo eu desejava ser preenchida de novo, sentir um pau pulsante me invadindo, e agora estava acontecendo. Thiago aproveitou o momento pra me penetrar por completo, sentindo o pênis inteiro na minha buceta, agora pulsando.
Ele me agarrou pelas cadeiras e começou a me penetrar com força de quatro. Ele adorava sentir minha bunda entre as mãos, minhas cadeiras se movendo no ritmo das estocadas dele. Eu gritei, palavras profundas e incoerentes que saíam do meu corpo.
— Você gosta dessa pica, hein? — ele rosnou pra mim.
— Deus, sim, me fode com força! — gritei, arqueando as costas e descendo uma mão pra esfregar meu clitóris.
— Você gosta disso, rabuda?
— Siimm... — gemi, sentindo aquele homem dentro de mim.
Talvez pela primeira vez na vida, Thiago finalmente viu o tamanho da pica dele como algo positivo. Eu conseguia absorver ela por completo, e ele se sentiu totalmente livre pra se mover tão forte e rápido quanto quisesse. Eu percebia que às vezes ele batia no meu colo do útero, mas não ligava nem um pouco. Cada vez, o resultado era um gritinho e um "sim!".
— Você gosta da minha pica grande? — ele rosnou, quase com raiva.
— Amo, é a pica mais grande que já vi — consegui falar sem fôlego.
Ele moveu as mãos pros meus ombros pra me penetrar com mais força. Outro orgasmo me acompanhou com violência, e eu comecei a chorar de prazer e alívio. Quando me acalmei, ele viu meu rosto vermelho e as lágrimas nos meus olhos.
— Desculpa! Você tá bem? Foi muito forte? — ele perguntou.
— Não... não... — respondi. — Eu precisava muito disso.
Depois de um minuto esperando, perguntei:
— Quer tentar outra posição?
Quase meio envergonhado naquele momento, ele respondeu:
— Não conheço muitas.
Passamos a meia hora seguinte explorando qualquer posição que me viesse à cabeça. Perdi a conta de quantas vezes gozei, e fiquei impressionada com a resistência dele. Não era um jovem de vinte e poucos anos, mas um homem que conhecia o próprio corpo e sabia como aguentar, parando quando sentia que tava perto. Ele decidiria quando e como gozar.
Eu soube que o momento tava perto quando ele se colocou por cima de mim na posição de papai e mamãe.
— Vou gozar logo — ele rosnou pra mim.
Bryan e eu estávamos tentando ter um bebê naquela época, então não não usava nenhum método anticoncepcional. No fundo, sabia que não devíamos transar sem proteção, muito menos deixar ele gozar dentro de mim, mas não conseguia resistir. Eu ansiava por ser preenchida.
—Sim, goza dentro de mim — falei, sabendo que teria um orgasmo naquele momento.
Com um grunhido e um grito, ele me penetrou com força e derramou o esperma dentro de mim. Continuou metendo naquele instante, enquanto o orgasmo o percorria. Eu também gozei, acompanhando cada grito dele. Estava cheia de porra, exatamente a putinha que queria ser.
Ele estava deitado sobre mim, enquanto relaxávamos num abraço pós-sexo. O pau mole dele descansava fora de mim, enquanto a porra escorria devagar.
Thiago finalmente falou: —Ah, nossa comida de delivery esfriou.
Eu respondi rindo: —Acho que a gente vai se virar.
Ele sorriu e me beijou.CONTINUA...
A aventura só tá começando, não percam os próximos capítulos! Se quiserem mais, dá uma olhada no meu perfil, que tem outras histórias esperando por vocês. Deixem seus pontos, comentários e compartilhem pra mais :D
— Bom dia! Tô vendo que você tá aproveitando o sol de novo, né? — perguntou ela, com toda a indiferença possível. — Sim, é muito estimulante sentir o frio da manhã e o sol me aquecendo devagar — respondi.
— Se importa se eu sentar com você?
— Fica à vontade.
Depois de um momento de silêncio, senti que precisava esclarecer as coisas.
— Olha, sobre ontem à noite, espero não ter te incomodado ou deixado você desconfortável.
— Não, eu que peço desculpa. Não foi minha intenção te pegar assim! — disse ele.
— Sei que foi um acidente, mas não me importo que tenha acontecido. Como você viu, me levou ao limite.
Thiago se sentiu meio deslocado ao falar abertamente de putaria, mesmo que fosse um pouco excitante. Decidiu insistir um pouco mais.
— Isso é algo que as mulheres fazem hoje em dia com frequência?
— O quê? Bater uma? Algumas fazem quando se sentem à vontade com o próprio corpo. Na real, conheço muitas mulheres que só conseguem gozar assim. Pra mim, é algo natural e saudável pra todo mundo.
— Na minha época, sempre diziam que ia deixar a gente cego.
— Eu sei. É uma merda.
— Mas isso não me impediu!
— Você ainda arruma tempo pra isso hoje em dia?
— Ah, você sabe, de vez em quando.
— Aposto que é um puta espetáculo!
Agora Thiago se animou a insistir.
— No que as mulheres pensam quando tão se tocando?
— Ah, imagino que na mesma coisa que você. Relações passadas ou atuais, parceiros, fantasias. Acho que os paus têm mais destaque. Depois de te ver, imagino que algumas mulheres já usaram isso nas fantasias delas — falei, apontando pro pau dele.
— Era nisso que você tava pensando ontem à noite?
— Pode ser que... tenha se manifestado... em mim.
Ele soltou uma risada sem graça, mas com um certo ar de confiança.
— Já desconfiei quando você me chamou. Fico feliz em poder ajudar.
Ficamos sentados em silêncio por um instante, aquele silêncio que cria intimidade entre duas pessoas. Olhei pra ele, sorri, e depois desci o olhar pro pau dele. Dava pra perceber que a conversa tava deixando ele excitado. Bem, o pau dele cresceu um pouco.
— Guardar a imagem pra depois? — perguntei. Ele me devolveu o sorriso.
— Parece que você também gosta de atenção. Gostou... de me ver assim ontem à noite?
— Fazia muito tempo que eu não via aquele olhar no rosto de uma mulher.
— Você pode ver de novo, se quiser.
Thiago soltou uma gargalhada.
— Uma vez já bastou! Nunca vou esquecer aquela vista. Acho que se a gente procurasse, seria meio... — ele não terminou a frase.
— Sabe, a maioria dos sogros não anda pelado assim; a gente não é exatamente normal. Você já me viu gozar uma vez, o que mais tem pra esconder?
— Que boca solta esses jovens têm! O que era aquilo que você tava usando?
— O quê? Meu vibrador? Quer ver?
Ele deu de ombros.
— Claro.
Levantei de repente e peguei o brinquedo rapidinho. Minha nossa!, pensei, acho que vou me masturbar de propósito na frente do meu sogro. Será que era errado? Provavelmente sim. Mesmo assim, todo mundo, incluindo meu marido, parecia super de boa com a gente passando tempo pelados. A excitação tinha que aparecer em algum momento. E qual era o mal? Não era sexo, só uma sensação nova de conforto na minha própria pele. Quando voltei, entreguei pra ele.
— É tipo um pau falso que vibra?
— Essa é a ideia. Normalmente preciso de algo penetrante pra gozar.
Peguei o vibrador e sentei na poltrona.
— Liga aqui... e aí eu costumo me excitar por um tempo.
Passei o vibrador pra cima e pra baixo nos lábios da buceta com carícias leves. Fechei os olhos e tremi ao sentir o prazer. O pau do Thiago mexeu.
— Tá bom, tá bom, já entendi! Não precisa continuar me mostrando — ele disse, enquanto o pau dele crescia cada vez mais.
— Se importa se eu continuar? — perguntei enquanto a ponta do vibrador se movia pra minha entrada.
— Se você quiser — ele conseguiu balbuciar.
Dava pra ver minhas bochechas corando, meus bicos duros nos peitos, minha lubrificação e os lábios perfeitos e brilhantes da minha buceta. O pau dele estava em seu tamanho máximo, quase vinte e dois centímetros de comprimento e grosso. O líquido pré-ejaculatório escorria da ponta do pau dele, enquanto o membro procurava me invadir.
—Caralho, que pauzão você tem —falei sem fôlego—. Pode se tocar também, se quiser.Ele seguiu minhas instruções, descendo uma mão até o próprio pau e se agarrando de leve. Enfiei o vibrador dentro de mim, movendo devagar enquanto massageava meu clitóris. Fiquei olhando fixo pro pau dele, agora completamente duro, com um olhar carregado de safadeza sem limites. Nunca tinha visto um olhar assim em mim; não queria amor nem intimidade, só o corpo dele, porque eu tava no auge do tesão.
— Você me fodeu bem forte com isso — rosnei pra ele.— É? Cê acha que ia caber bem em você? — Thiago tava meio enferrujado nas próprias palavras sujas, e aquilo foi o melhor que ele conseguiu.
— Ai, minha buceta ia receber essa pica...
A palavra "pica" saiu devagar, feito um gemido. Um gemido fundo e cheio de desejo, a vontade de largar toda a inibição e sentir a masculinidade dele dentro de mim.
Ele se mexeu pra ficar em cima de mim, quase apontando o pau pra minha buceta. Dava pra sentir o calor do corpo dele, e estar tão perto do objeto da minha fantasia me fez gozar. Gemi, fundo e longo, até meu corpo tremer de prazer e eu gozar com força. Entre os tremores, eu gritava sem parar:
— Me fode, me fode! — Continuei me masturbando com força, enquanto o orgasmo me tomava por um minuto inteiro.
Depois de finalmente voltar ao presente, vi o Thiago, agora com o olhar dele cheio de luxúria desenfreada. Resolvi ir ainda mais longe.
— Precisa de ajuda com isso? — perguntei, apontando pro membro dele.
Ele tava com a boca seca demais pra falar, mas balançou a cabeça de leve. Peguei o sinal. Tirei o vibrador da buceta, me levantei e comecei a me aproximar de um jeito sedutor.
— Cê vai precisar das duas mãos aí, grandão.
Me ajoelhei entre as pernas dele, lambi minhas mãos e comecei a acariciar a pica dele de cima pra baixo, primeiro com um toque suave, depois com uma torcida. Ele tava em êxtase. Provavelmente fazia quase uma década que umas mãos pequenas e femininas não acariciavam o pau dele.
Passei a língua e roçei levemente a ponta. Depois, levando uma mão até a bunda dele enquanto a outra ainda segurava, percorri com a língua os vinte e dois centímetros dele de cima a baixo.—Ai, meu Deus! — gemeu.
Mexi as mãos, torcendo pra cima e pra baixo com firmeza e prazer, enquanto minha boca acariciava a glande dele. Ele sentiu um prazer profundo de novo, por um bom tempo, enquanto as mãos de uma mulher adoravam o pau dele.
—Me deixa saber do que você gosta.
—Helen... — ele conseguiu falar o nome da esposa, o que quase quebrou o encanto, mas continuou —... fazia malabarismo com minhas bolas enquanto mexia a língua.
—Assim? — Segurei os testículos dele de leve com uma mão, fiz cócegas, agarrei o pau com a outra e passei a língua por toda a ponta.
—Sim... Deus... — ele grunhiu, enquanto o prazer tomava conta.
—Caralho, você tem um pau enorme — falei, entre respirações e mexendo a língua.
Helen nunca usava esse tipo de linguagem. Claro, eles faziam coisas bem íntimas juntos, mas nunca passavam do limite com as palavras. Mas ouvir uma mulher falar aquilo pra ele fez a pele arrepiar.— É? Você gosta dessa... piroca?
— Ah, é incrível; ela é tão gostosa. Não aguentei mais, te vendo rebolar com ela. Precisava provar.
Minhas palavras enlouqueceram ele, e antes que percebesse, sentiu um orgasmo iminente. Então, bem na hora que eu me inclinava pra pegar ele de novo na boca, ele gozou.
Jatos de porra jorraram dele, acertando minha cara e o cabelo. Rapidão ele agarrou o pau e acariciou, bombeando o leite todo em cima de mim.
O conceito de um facial me parecia degradante. Nunca tinha recebido um; na verdade, até neguei pro Bryan depois de uns pedidos moderados. Mas naquele momento, não recuei, deixei ele me profanar.— Normalmente eu recebo um aviso — falei, limpando o esperma dos olhos.
— Desculpa, isso é um problema?
— Não, tá de boa, só que nunca ninguém tinha gozado na minha cara antes.
— Aconteceu tudo muito rápido.
— Fico feliz que você tenha conseguido aproveitar. Vou entrar pra me limpar um pouco e curtir o sol.
Thiago se recostou na cadeira dele. Enquanto o esperma ainda escorria do pau dele, senti a vergonha tomando conta. Não era só a nora dele, mas tinha sido tão sujo. Talvez tivesse sido melhor se a gente só tivesse transado, ele pensou, enquanto a imagem de mim, de joelhos na frente dele, com o esperma dele espalhado pela minha cara, voltava à mente dele. Claro, finalmente ele percebeu a gratificação sexual que tinha perdido, mas teve um preço alto. Será que a aceitação da nudez dele o transformava no velho assustador que ele sempre teve medo de ser? Será que ele seduziu e estragou sem querer essa pobre mulher? Ele entrou de novo, tomou um banho e, pela primeira vez desde que chegou, se vestiu.
Não vi ele pelo resto do dia. Não sabia se ele estava tirando um cochilo ou se me evitava de propósito. Nossa manhã juntos era uma lembrança tão intensa que ainda sentia o calor entre as pernas ao lembrar, e esperava que ele tivesse uma experiência parecida. Talvez fosse uma mistura de sentimentos, porque imaginei que era a primeira vez que ele gozava com outra pessoa desde a morte da esposa dele. Continuei curtindo o nudismo enquanto andava pela casa. Chegou a hora do jantar e me surpreendi ao ver ele sair do quarto vestido.
— Tá se sentindo tímido? — perguntei.
Ele deu de ombros.
— Tá um pouco frio. Mas, por favor, não sinta que precisa se vestir por minha causa.
— Ah, não era minha intenção!
Aí senti a necessidade de tocar no assunto quente. —Sobre esta tarde... —comecei.
—Não precisa falar sobre isso, foi só uma coisa pontual, a gente pode seguir em frente, como se nada tivesse acontecido.
Fiquei meio surpresa.
—Ah, você gostou?
Ele assentiu.
—Sim, foi ótimo, você é demais. Só que é algo que não podemos repetir.
—Entendo —falei, e era sincera.
Claro, queria que ele me inclinasse sobre a mesa e me fodesse até eu ficar sem fôlego, mas obviamente era uma situação complicada e estranha, embora excitante, em que estávamos.
—Tava pensando em pedir uma comida tailandesa pro jantar, se você topar —disse ele.
—Parece ótimo! —respondi, feliz em voltar pra uma vida mais mundana.
—E talvez a gente possa provar aquele vinho que você trouxe —completou.
Passamos a hora seguinte relaxando no sofá e saboreando o bom vinho; eu continuava completamente pelada e ele vestido. Ambos tivemos uma conversa real, profunda e adulta pela primeira vez em muito tempo. Ele descreveu a solidão dele, a vontade de explorar o mundo e descobrir todos os prazeres que a vida ainda oferecia. Eu falei abertamente dos meus problemas de casamento, de como nossos horários de trabalho nos deixavam sozinhos quando estávamos em casa ou viajando. Até insinuei que achava que Bryan tinha uma ou duas aventuras durante as viagens dele.
—Não é nada certo —falei—, só um palpite e comentários rápidos. Às vezes ligo pra ele e ele parece culpado ou suspeito. Outras, acho que ouço uma voz de mulher zoando ele por trás. Sei que ele e uns colegas de trabalho vão a um ou dois clubes de strip pra relaxar, e quem sabe o que ele faz lá.
—Sinto muito. É verdade que Helen e eu passamos por momentos difíceis ao longo dos anos, mas não tenho experiência nisso.
—E não sei o quanto tô puta. Acho que nós dois queremos abrir nosso casamento. Desculpa, esse vinho tá me batendo.
—Ah, tudo bem —respondeu ele—. Provavelmente Helen e eu não fomos tão selvagens quanto vocês hoje, mas entendo que vocês quisessem. Ser um pouco obscenos. Sempre me incomodava ser explícita e selvagem demais; sempre me perguntei como seria isso.
— Você e a Helen já trocaram putaria?
— Ah, não igual agora! As mulheres hoje em dia não gostam de ser chamadas de putas?
— No contexto certo, claro. Mas não é sobre humilhação; é sobre assumir o controle da nossa sexualidade e tal.
Ele se surpreendeu com minhas palavras, mas não se intimidou. O silêncio tomou conta do quarto. Bateram na porta.
— Olha, aí está nossa comida, vou pegar — falei.
— Vai abrir a porta assim? — perguntou, com um tom meio safado, apontando com o dedo pro meu corpo pelado.
— Meu Deus, esqueci! Acho que fiquei muito à vontade assim.
Então um sorriso provocador surgiu no meu rosto.
— Tá me desafiando?
Ele sorriu de volta.
— Dá o show da noite pro entregador.
— Nossa, pra ser sincera, a ideia de me exibir pra um entregador sempre me deu um tesão, mas nunca me senti confortável. Foda-se!
Abri a porta, completamente pelada. Um universitário gordinho e suado tava do outro lado.—Uau! —exclamou o entregador, com uma cara de surpresa e espanto.
—Acho que cê tem todas as informações do cartão de crédito —falei, indiferente.
—Sim, só preciso da sua assinatura —disse o garoto, tentando não me encarar, mas fazendo um trabalho bem bosta, porque era óbvio que ele tava de boca aberta olhando pros meus peitos.
—Tá gostando do que vê? —perguntei.
Ele assentiu.
—Pode tocar neles, se quiser —completei.
O moleque, nervoso, largou a comida no chão, levantou as duas mãos e, sem jeito, agarrou meus peitos, apertando com força. Depois, sem nem pensar, desceu uma mão e roçou na minha buceta. Um arrepio de surpresa e tesão subiu pelas minhas costas; nunca tinha pedido pra alguém me tocar num lugar tão íntimo, mas agora, naquele momento, eu não tava contra. O dedo do meio dele encontrou os lábios da minha buceta e percorreu a entrada da minha xereca. Depois de uns dez segundos, enquanto ele amassava sem jeito um peito, e talvez tateava meu clitóris, eu pigarreei.
Ele levou as mãos pros lados com um estalo.
—Desculpa, valeu.
Dito isso, quase saiu correndo pro carro dele, envergonhado pela piroca que tava dura na hora.
Eu tava vermelha que nem um tomate e ri da bizarrice que tinha acabado de fazer.
—Que puta cena! —gritou o Thiago do sofá—. Ele vai ficar fantasiando com esse momento por um bom tempo.
Olhei pra baixo, pra calça dele, e vi que o pau dele já tava começando a crescer.
—Parece que cê também vai ficar pensando nesse momento —falei, apontando pra virilha dele.
—Acho que sim. Viu, tesão não é sobre usar ou não usar roupa! —respondeu.
Era agora ou nunca, minha chance de seduzir ele de novo.
—Precisa de ajuda com isso? —perguntei.
—Ah não, tá de boa, isso foi só uma coisa de uma vez, lembra?
Sentei do lado dele no sofá e comecei a acariciar o cabelo dele.
—Não tem — Por que ser assim? — perguntei.
— Olha, Wendy, entendo que a gente esteja meio frustrado sexualmente, mas isso não significa que a gente deva fazer isso. Você é minha nora.
Deslizei minha mão devagar por baixo da camisa dele e comecei a acariciar o peito dele.
— Não se trata de fazer amor. Você amava sua esposa e vocês tiveram momentos doces. Mas também pode ser sobre desejo, sobre se sentir bem e conseguir o que a gente quer.
Ele jogou a cabeça pra trás, fechou os olhos e suspirou.
— E o que eu quero? — ele perguntou.
Me inclinei, desabotoei a calça dele e liberei o pau enorme dele. Enquanto acariciava suavemente o membro dele, sussurrei no ouvido dele:
— Quero que você me curve e me foda até o fundo.
Dito isso, ele se jogou em cima de mim, me pressionando com todo o peso no sofá. Agarrou meu rosto e me beijou quase com violência. Eu me derreti diante do domínio dele, enquanto a língua dele me devorava. Depois, num movimento rápido, ele se ajoelhou e colocou cada mão numa das minhas pernas pra me abrir.
— Vou provar uma buceta jovem de novo — ele disse, e enfiou a cara entre minhas pernas.
A língua dele percorreu minha entrada de cima a baixo, em círculos no meu clitóris. Primeiro toques suaves e delicados, depois uma pressão mais forte. Os dedos dele também me penetraram, pressionando meu ponto G e me abrindo. Ele ansiava pelo meu prazer naquele momento, controlar minha sexualidade e me fazer gozar.
Gemi, fundo e longo, liberando todo o estresse e deixando meu corpo se entregar.
Meu prazer crescia, e agarrei a cabeça dele e empurrei mais pra dentro. Liberei meu desejo e gozei com força. Entre as rajadas de prazer, ele continuou trabalhando com a língua e os dedos, pra que o orgasmo durasse uma eternidade. Quando voltei a mim, vi o Thiago.
— Você ainda tá vestido — falei.
Ele se levantou, tirou a camisa e tirou a calça e a cueca. Agora ele estava de pé sobre mim, esse homem com um pau poderoso.
— O que você vai fazer agora? — perguntei.
Toda a ternura tinha sumido do olhar dele; agora só tinha luxúria.
— Se curva e deixa eu Foder você como a puta que você é.
Eu mordi o lábio e, me abaixando e apoiando as mãos no sofá, mostrei minha bunda e minha buceta molhada. Mesmo na luxúria do momento, Thiago acariciou o pau dele com delicadeza. Ele esfregou a ponta pra cima e pra baixo na minha fenda, deixando minha umidade se espalhar por ela. Depois, enfiou a cabeça com suavidade.
— Deus... — eu gemi —. Preciso de você dentro.
Aí ele enfiou metade do membro e, pra surpresa dele, viu meu corpo tremer. Eu já estava gozando de novo. Quanto tempo eu desejava ser preenchida de novo, sentir um pau pulsante me invadindo, e agora estava acontecendo. Thiago aproveitou o momento pra me penetrar por completo, sentindo o pênis inteiro na minha buceta, agora pulsando.
Ele me agarrou pelas cadeiras e começou a me penetrar com força de quatro. Ele adorava sentir minha bunda entre as mãos, minhas cadeiras se movendo no ritmo das estocadas dele. Eu gritei, palavras profundas e incoerentes que saíam do meu corpo.— Você gosta dessa pica, hein? — ele rosnou pra mim.
— Deus, sim, me fode com força! — gritei, arqueando as costas e descendo uma mão pra esfregar meu clitóris.
— Você gosta disso, rabuda?
— Siimm... — gemi, sentindo aquele homem dentro de mim.
Talvez pela primeira vez na vida, Thiago finalmente viu o tamanho da pica dele como algo positivo. Eu conseguia absorver ela por completo, e ele se sentiu totalmente livre pra se mover tão forte e rápido quanto quisesse. Eu percebia que às vezes ele batia no meu colo do útero, mas não ligava nem um pouco. Cada vez, o resultado era um gritinho e um "sim!".
— Você gosta da minha pica grande? — ele rosnou, quase com raiva.
— Amo, é a pica mais grande que já vi — consegui falar sem fôlego.
Ele moveu as mãos pros meus ombros pra me penetrar com mais força. Outro orgasmo me acompanhou com violência, e eu comecei a chorar de prazer e alívio. Quando me acalmei, ele viu meu rosto vermelho e as lágrimas nos meus olhos.
— Desculpa! Você tá bem? Foi muito forte? — ele perguntou.
— Não... não... — respondi. — Eu precisava muito disso.
Depois de um minuto esperando, perguntei:
— Quer tentar outra posição?
Quase meio envergonhado naquele momento, ele respondeu:
— Não conheço muitas.
Passamos a meia hora seguinte explorando qualquer posição que me viesse à cabeça. Perdi a conta de quantas vezes gozei, e fiquei impressionada com a resistência dele. Não era um jovem de vinte e poucos anos, mas um homem que conhecia o próprio corpo e sabia como aguentar, parando quando sentia que tava perto. Ele decidiria quando e como gozar.
Eu soube que o momento tava perto quando ele se colocou por cima de mim na posição de papai e mamãe.
— Vou gozar logo — ele rosnou pra mim.
Bryan e eu estávamos tentando ter um bebê naquela época, então não não usava nenhum método anticoncepcional. No fundo, sabia que não devíamos transar sem proteção, muito menos deixar ele gozar dentro de mim, mas não conseguia resistir. Eu ansiava por ser preenchida.
—Sim, goza dentro de mim — falei, sabendo que teria um orgasmo naquele momento.
Com um grunhido e um grito, ele me penetrou com força e derramou o esperma dentro de mim. Continuou metendo naquele instante, enquanto o orgasmo o percorria. Eu também gozei, acompanhando cada grito dele. Estava cheia de porra, exatamente a putinha que queria ser.
Ele estava deitado sobre mim, enquanto relaxávamos num abraço pós-sexo. O pau mole dele descansava fora de mim, enquanto a porra escorria devagar.Thiago finalmente falou: —Ah, nossa comida de delivery esfriou.
Eu respondi rindo: —Acho que a gente vai se virar.
Ele sorriu e me beijou.CONTINUA...
A aventura só tá começando, não percam os próximos capítulos! Se quiserem mais, dá uma olhada no meu perfil, que tem outras histórias esperando por vocês. Deixem seus pontos, comentários e compartilhem pra mais :D
9 comentários - Meu Sogro Nudista 2
van 10