Esclarecimento: esta história não é de minha autoria, foi escrita há muitos anos por outro usuário do Poringa chamado Nick Bendt, mas como ele não está mais no P! e suas histórias foram deletadas, quis reenviá-las para que essa excelente história não se perca. Desde já, aproveitem.
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE.Capítulo VIII: Pacto secretoFlorencia começou a chorar, enquanto Agustina olhava pra ela com cara de surpresa. Reconheceu a tanga como uma das peças que ela usava sempre, e desconfiou – mas sem acreditar direito – que tava toda melada de porra. “De quem?”
- Ei… Flor, por que você tá chorando? Para!… – Disse Agustina, tentando acalmar ela.
Florcha deu uns passos pra frente e sentou na cama, levando as duas mãos no rosto pra enxugar as lágrimas.
- Florencia… o que foi? Essa é uma das nossas tangas, não é? – Repetiu Agustina, esticando a calcinha e olhando ela inteira.
- Me perdoa… – Disse Florcha entre lágrimas.
- O quê?... De onde você tirou isso?.. Tá toda grudenta… Parece… tipo porra de cara… o que é?
- ….É isso mesmo! – Respondeu Florencia soluçando.
- O QUÊ? Isso é porra???!!! De onde você tirou isso??.....Você tem namorado e não me contou?! Quem é???
- Não tenho namorado, sua burra….
- Então isso é porra!!!!…..aiii que nojo, tô tocando e ainda tá morno… você trouxe um cara aqui?!?!?!?
- Nãão…. Você não entende… – Florencia continuava chorando.
- Tá bom, então me explica, para de chorar.
- Tô com vergonha!
- Sou sua irmã, sua idiota… como você vai ter vergonha???
- Tá… mas promete que não vai contar pra ninguém… nem pra mãe, por favor…
- Sim, sua boba, o que foi? Como eu vou contar pra alguém? Já falei… sou sua irmã, pode me contar qualquer coisa.
Agustina largou a tanga no chão e limpou os dedos numa toalha, eles estavam meio pegajosos de ter tocado a porra diretamente.
Ela sentou na cama, do lado de Florencia, passando um braço no ombro dela e abraçando, tentando acalmar.
- Não conta pra ninguém… Tá… essa tanga é nossa… sim… usei hoje… essa porra é do nosso irmão… Martín…..
Agustina arregalou os olhos, por um momento achou que era brincadeira.
- Cê gosta de brincadeira, hein??? Kkkk, fala sério…
- Não… é sério…
Agustina percebeu que ela tava falando sério.
- Pera pera pera. Isso… é porra do Martín??? Nosso irmão???!!!
- Sim…
- COMO???!!!!??!
- Shhh. Alguém pode te ouvir. Sim… vou te explicar direito, não fica brava.
- Ver… isso não pode ser.
Florencia começou a chorar de novo, com lágrimas escorrendo. Ela explicou com a voz embargada enquanto soluçava.
- Tudo começou porque um dia entrei no banheiro, de repente… e o Martín estava tomando banho… ou pelo menos era o que eu pensava, porque entrei… e vi ele se masturbando… e ele tinha… estava batendo uma punheta com uma das minhas calcinhas…
- Ah, olha só o safado. E o que aconteceu?????
- Bom… ele me contou que gosta… de cheirar nossas calcinhas… e as nossas cuecas, quando deixamos no banheiro…
Agustina não conseguia acreditar.
- Cheirar? As minhas também????!!!!
- Sim…
- Quer dizer que ele bate punheta cheirando minhas calcinhas também???
- Sim… também achei nojento no começo… queria brigar com ele… e mandar ele parar… mas não sei, de algum jeito ele me convenceu de que não era algo ruim… me desculpa…
- Não, mas… e aí?? O que você fez depois?
- Uma vez ele me ajudou com a lição de casa… e se ofereceu pra fazer sempre, e me ajudar a estudar matemática… lembra que eu te falei que tava difícil? Pois é, e a gente combinou que eu continuava dando as calcinhas pra ele antes de tomar banho pra ele bater punheta… e ele fazia minha lição e me ajudava a estudar… sei que fui muito errada…
- Não acredito. Por que você não me contou????
- Tava com vergonha! Me entende…
- Já… calma, para de chorar.
- E quando a gente estudava, ele pedia pra eu mostrar um pouquinho… eu falei que não… mas depois ele se ofereceu pra fazer também as tarefas de casa… e eu aceitei…
- Como assim mostrar um pouquinho?
- Ele pedia pra eu mostrar a calcinha por um tempinho, em troca de fazer as tarefas de casa… eu sei que passei dos limites… mas quando eu fazia… até eu ficava excitada, entendo se você achar que sou uma puta… por favor não conta pra mamãe… por favor…
- Shh… calma… se acalma… Como vou pensar isso? Não seja boba…
Agustina estava chocada e atônita. O que ela tinha ouvido era Demais… os próprios irmãos dela? Eles pareciam tão inocentes!
Florencia ameaçava continuar chorando, mas Agustina tentou acalmá-la e dizer que estava tudo bem, que não tinha problema, que não era grave o que tinha acontecido, etc. Queria que ela parasse de chorar logo.
-Flor, não chora, minha vida. Eles levaram tudo como uma brincadeira inocente… e tá tudo bem. Ei… não fizeram nada de errado…
-Tá falando sério? – Perguntou Florcha, olhando pra ela com os olhos cheios de lágrimas.
-Sim, sua burra… para de chorar. Acho que a gente deve uma conversa com nosso irmãozinho, nós três juntos.
-Nãooo… não quero que ele descubra!!!
-Vai… vai ser divertido. Faz tempo que a gente não conversa. Você me conhece… sou muito curiosa e preciso saber até onde vai o conhecimento sexual deles haha…
-Divertido? Pensei que você ia me matar…
-Pfff, por quê? Sexualidade não é pecado, e vocês tão só aprendendo… Não fizeram nada de errado… preciso saber mais sobre isso tudo, vai, me conta com todos os detalhes o que aconteceu.
Agustina animava a irmã. Florencia já tinha parado de chorar.
A mais nova contou tudo, até o último detalhe de todos os incidentes sexuais com o irmãozinho. Até contou o tesão que sentia fazendo aquilo, e a vontade que dava de ver a pica do irmão. Contou como molhava as calcinhas pra ele.
Agustina já tinha vários anos de experiência com sexo com caras, fazia tempo que tinha perdido a virgindade. A irmã e o irmão ainda eram virgens. Agustina tinha alguns anos de estrada no sexo, já tinha feito de tudo… e em todos os buracos. Ouvir a irmã contar tudo o que tinha feito com Martín a deixou meio excitada, adorou o que eles faziam. Se sentiu meio estranha, mas ouvir tudo aquilo, tão proibido… despertou o tesão sexual que ela carregava dentro de si.
Cada situação que Florencia descrevia com todos os detalhes, Agustina ouvia mais do que atenta, estava adorando a conversa. Fazia várias semanas que as coisas com o namorado não iam da melhor forma, e o sexo era uma delas, já tinham passado várias semanas desde a última vez que tinha transado.
Ela começou a ficar excitada com as coisas que a irmã contava.
— Uau. Mostrou a raba com aquela fio dental?
— Sim.
— E ele ficou bem excitado?
— Sim… ele disse que tava muito tesudo. Perguntei se ele queria que eu desse a fio dental ali, e eu desci ela com a saia vestida. Deixei ela toda molhada… você não sabe como eu tava excitada.
— Kkkk! E foi assim que ele encheu ela de porra…
— Sim… depois você chegou… descobriu ela, e bom, história conhecida.
— Puf, irmãzinha… até acho que me aqueci um pouco com tudo que você me contou!
— Sério?
— Kkk sim, me sinto meio molhada.
— Bom, assim você deixa a calcinha pronta pro Martin, kkkk.
— Cala a boca que agora que você me contou o que ele faz, vou ficar mais excitada ainda, kkkkk. Você não sente um pouco de vergonha? — Perguntou Agustina.
— De quê?
— Dele sentir o cheiro da sua buceta, boluda.
— Ahh kkkk. Sim, no começo me deu vergonha… mas depois passou… sei lá. Ele disse que adora.
— Bom, se ele te contou que também bate punheta com minhas calcinhas, então deve gostar do cheiro da minha também.
— Tem que perguntar pra ele qual ele gosta mais, kkk.
— Kkkk. Imagina? Que doentes a gente é.
As irmãs estavam se divertindo como não faziam há um bom tempo.
— Será que ele tem alguma namoradinha por aí que a gente não sabe? — Perguntou Agustina.
— Nah, ele me disse que não. Senão não ficaria batendo punheta com nossas tangas. Aliás, o que a gente tem a ver com isso? kkkk — Florcha.
— É… mas você me conhece, sou curiosa… mas sim, que ele faça do pau dele o que quiser. Falando em pau… como será que ele é? — Perguntou Agustina pra irmã.
— Eu que sei, você é a expert em sexo, não eu.
— Kkkk, verdade que você ainda não viu nem um, né?
— Não, e obrigada por me lembrar, sempre tão gentil.
— Kkkk não é pra você ficar mal, uma hora você vai conhecer um. Quem sabe o do seu irmão, né? Jajaja.
- Não seja boba. No dia que vi o volume na calça dele quando abaixei a legging, fiquei louca.
- Como será que ele tem? Já deve estar grandinha, né? Me deu vontade de ver a do meu irmãozinho, sua puta.
- Jajaja, eu também fiquei com vontade de ver a dele.
- Boba, tô me molhando toda. – Disse Agustina, olhando pra própria virilha, sentindo a calcinha já molhada, algo que não sentia há um tempão.
- Molhou? Ele vai adorar, o gostoso. – Disse Florencia.
- Mas, com toda a porra que ele deixou na sua fio dental… acho que ele não consegue bater mais uma, coitado.
- Pra mim ele consegue… – Afirmou Florencia, desafiadora, rindo com a irmã.
- Tem certeza? Mmmmm.
- Quer testar?
- Como?
- Tira a calcinha e dá pra ele.
- Paraaaa, boba… Assim, na cara dura?
- Como então?
- Deixo no banheiro, como sempre.
- Ok.
- Vou tomar banho agora. – Agustina.
Agustina se levantou, tirou a calça jeans, e sentou de novo com a irmã na beira da cama, mas dessa vez com as pernas um pouco abertas. Enquanto Agustina procurava roupa limpa na gaveta, Florencia olhava pra virilha dela, coberta pela calcinha branca.
- Passa bem a calcinha na buceta, pra molhar toda, e aí vai ter mais cheiro.
Agustina, sem dizer nada, obedeceu. Levou a mão até a virilha e esfregou a calcinha por toda a buceta, de cima pra baixo, de lado a lado, por todos os lábios vaginais que soltavam umidade. O tecido estava tão molhado que dava pra ver todo o contorno da buceta dela. Os grandes lábios inchados e a rachinha no meio. Apertou um dedo por cima da calcinha pra enfiar levemente na buceta, lambuzando ainda mais com os fluidos dela.
- Que puta, fazer isso me deixou a mil. – Agustina, excitada.
Agustina já estava pronta pro orgasmo… mesmo assim, sentada na beira da cama, abaixou a calcinha até os pés e tirou.
Abriu bem e sentiu o cheiro. Não gostou muito. Entregou pra irmã, Florencia. pra ela sentir o cheiro.
Florcha pegou e levou até o nariz a parte que tava toda molhadinha.
— Sente. Como é que eu tô cheirando? — perguntou Agustina pra irmã Florencia.
— Normal. Cheiro de buceta, boluda. — respondeu Florencia.
Agustina pegou a calcinha de novo e cheirou mais uma vez.
— Não tá muito forte? Será que ele vai gostar? Deixei um cheiro de buceta suja que me dá vergonha, Flor. — disse Agustina.
— Hahaha para de falar, e vai tomar banho… te garanto que essa calcinha ele vai encher de porra cheirando tua buceta.
Depois da longa conversa, o tempo voou. A mãe delas gritou da cozinha que a janta já tava pronta, pra irem comer.
Agustina tirou toda a roupa no quarto, enrolou uma toalha no corpo, e foi direto pro banho. Levava a roupa limpa numa mão, e a suja na outra. Quando entrou no banheiro, jogou toda a roupa suja no canto, deixando a calcinha molhada e cheirosa por cima de tudo. A roupa limpa no móvel.
Entrou no chuveiro, água quentinha. Quentinha igual ela. Deitou na banheira, curtiu se acariciar de leve nos bicos duros, passar a mão nas tetas grandes… enquanto a água caía em cima dela. Passou sabão… e roçou com a ponta dos dedos o clitóris inchado.
“Mmmmm… quanto tempo que eu não me tocava no chuveiro…”
Cada vez mais rápido, se tocava em círculos no clitóris, enquanto com os dedos da outra mão, abria um pouco as bandas da bunda, e brincava com o buraquinho de trás. Ficou pensando em toda a parada com os irmãos mais novos, e como molhou a calcinha pro irmão… gozou na banheira, brincando com o clitóris.
Fechou o chuveiro, se secou e se vestiu rápido, pra comer alguma coisa.
Depois da janta, Martín foi tomar banho, antes de dormir. Se despiu no banheiro, e se aproximou da roupa da Agustina. Não tava muito a fim de bater uma, depois de ter gozado na calcinha. de Florcha, mas por mera curiosidade, se aproximou pra dar uma olhada.
Logo de cara, viu a calcinha branca molhada. Não esperava por isso. Na hora, o pau subiu.
Agora não só as calcinhas da Florcha estavam encharcadas, mas as da Agustina também????
Sentiu o cheiro e quase gozou sem nem se tocar. Que loucura. Imaginou a buceta da Agustina molhando a calcinha e quase morreu. Isso era novo.
Continuou sentindo o cheiro de buceta suja naquela calcinha, enquanto se punhetava bem devagar. Só de imaginar a buceta da Agustina… “com certeza é depilada… como serão os lábios?”
Imaginou ela se tocando a xota, enfiando um dedo… o que ele não sabia é que era exatamente o que a garota tinha feito há pouco!
Passou a língua e lambeu toda a parte brilhosa, molhada e pegajosa dos fluidos da irmã… e não conseguiu se segurar: assim que sentiu o esperma saindo, levou a calcinha pro pau e gozou tudo nela. Inacreditavelmente, não parava de cuspir porra… encheu ela toda de esperma quente e grosso… igual à tanga da Florencia. Apertou o pau pra tirar até a última gota e limpou a glande com o que restava daquela calcinha da irmã mais velha, Agustina.
Deixou ela lá… e foi tomar banho. Ficou tão relaxado que quase dormiu na banheira. Depois, jogou a calcinha na máquina de lavar.
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Depois de tudo aquilo, o moleque foi dormir mais tranquilo do que nunca. As coisas não podiam estar melhores.
Agustina estava na sala revisando uns apontamentos, enquanto todo mundo já estava nos quartos. Fechou o caderno e foi dormir também.
Mas antes, passou pelo lavanderia. Deu uma olhada pra ver se ninguém tava vendo… e entrou. Na hora, abriu a tampa da máquina de lavar e, de imediato, se deparou com o que parecia ser a calcinha dela.
Ao ver ela ali, quase deu um troço no coração. Pegou a calcinha e, na mesma hora, sentiu os dedos cheios de algo inconfundível: porra pegajosa e grossa.
Tirou ela de dentro da máquina de lavar, e olhou pra ela. Tava amassada, cheia de porra do irmão dela. Abriu e ficou surpresa de ver o quanto tava suja. Lotada de sêmen.
Obviamente, foi até o quarto dela na maciota, e encontrou a Florcha deitada na cama, mas ainda acordada.
— Olha o que seu irmãozinho fez. — Disse Agustina sorrindo enquanto mostrava a calcinha pra irmã.
— Deixa eu ver… viu? Ele encheu de porra, mano. Eu te falei.
— Puta merda… deve ter batido uma monstra. E olha que ele já tinha gozado na sua fio dental. Tem mais potência que meu namorado.
— Hahaha!
Ela adorou o que o irmão tinha feito… voltou pro tanque pra jogar a calcinha na máquina de lavar e limpou os dedos levando eles na boca, lambendo um por um, passando a língua e chupando os dedos com os lábios.
“Será que o gosto da porra do meu irmãozinho é como?”
Achou um sabor bem suave e meio adocicado. Não desgostou. Já tinha provado porra dos ex-namorados, e geralmente não curtia, mas essa não desagradou nem um pouco.
A safada, voltou a tocar na calcinha sem tirar da máquina, com um dedo, pegando mais um pouco de sêmen, e colocou na boca de novo. Tava gostando, e já tava excitada de novo.
Foi dormir com um sorriso no rosto, e com o gostinho de porra do irmão na boca.
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No dia seguinte, depois da manhã, quando Florencia e Martín voltaram da escola, e Agustina voltou da faculdade, naquela tarde a Florcha disse pro irmão que esperava ele no quarto dela pra estudar como sempre.
No quarto, Florcha falou pra Agustina:
— Rápido e direto, né?
— Sim.
Martín entrou no quarto, quando viu a Florcha na cama dela, e a Agustina na dela. Florencia já tava abrindo os cadernos, deitada de bruços na cama, e Agustina também deitada na cama dela, mas de barriga pra cima lendo um livro.
O moleque se surpreendeu um pouco. Sentou do lado da Florencia, ansiosa.
Antes de começarem a estudar, Florencia deu um beijo na bochecha dele e falou:
— Maninho, não precisamos mais disfarçar porque a Agustina já sabe de tudo.
— …Como assim? — Martín não entendia.
— Já contei pra Agus nosso segredo… nossos ‘acertos’, entendeu?
Martín se virou e olhou pra Agustina, surpreso.
— É que ela me descobriu ontem… a calcinha fio dental que você usou pra bater uma… ela me descobriu e aí, tive que contar tudo haha. Mas não se assusta… ela super aceitou — disse Florcha.
— Ela sabe mesmo de tudo?
— Sabe. Até gostou do nosso segredo.
— Gostou da calcinha que eu deixei pra você ontem? — perguntou Agustina pra Martín, sorrindo.
— ……. — Martín não sabia o que responder!
— Se quiser que eu continue deixando, é só falar, maninho.
— …Ta…tá bom.
— Não seja tão tímido! Agora, em vez de ter um segredo entre dois, vamos ser três — disse Agustina, tentando levar a situação numa boa.
— …Ok. — conseguiu dizer o garoto, mais que surpreso.
— Pra não te deixar entediado… quando ela me descobriu, a gente conversou sobre o que a gente fazia e ela curtiu… até deixou a calcinha pra você bater uma — explicou Florencia.
— Valeu, Agus.
— De nada, bobinho. Gostou muito? — perguntou Agustina.
— Pra caralho. Desculpa se te incomodei…
— Não tem nada pra perdoar — Agustina sorriu de novo.
— Bom… situação esclarecida? — perguntou Florencia.
— Sim. — Agustina.
— Sim. — Martín.
— Mais uma coisa… isso NÃO SAI DAQUI. Nenhum de nós vai contar NADA disso, hein? Nem pra mãe, nem pros nossos melhores amigos ou amigas, nem pra futuros parceiros… isso é um segredo sagrado nosso três. — Florcha.
— Combinado. — Martín.
— Totalmente… top secret. — Agustina.
— Bom… vamos estudar um pouco, maninho?
— Bora!
Martín ajudou a irmã com a lição e os estudos, enquanto na outra cama a Agustina estava no notebook fazendo um trabalho da faculdade. A mãe estava no trabalho, então estavam sozinhos.
Depois da jornada produtiva. de estudo, Florença fechou a pasta, e Martín se preparava pra sair do quarto.
— Ei! Não quer ver minha calcinha hoje? — Falou Florcha.
— Quero... mas.. tá... — Martín olhava pra Agustina.
— Qual é o problema? Quantas vezes você acha que a gente se viu peladas eu e minha irmã? — Disse Florença.
— Quase todo dia. — Respondeu Agustina na cama dela.
— Exato. Quer ver minha rabeta, irmãozinho?
— Quero.
Florença desabotoou a calça jeans e puxou até as coxas. Apareceu uma calcinha vermelha estilo fio dental. Ela se ajoelhou de quatro na beira da cama, mostrando a bunda grande e gorda toda na cara do irmão.
O garoto olhava hipnotizado... a irmã dele de quatro na cama, com a calcinha vermelha enterrada na bunda, bem apertadinha. E ele a poucos centímetros. A pica já tava dura pra caralho. Marcava tudo no short.
— Tá gostando da minha rabeta? — Perguntava Florcha.
— Tô, Flor... adoro!!!!
A garota ficou assim, enquanto Martín olhava mais pra baixo, onde a buceta fazia volume na calcinha. Dava pra ver os lábios maiores bem inchadinhos, e uma marquinha leve da fenda. Puf. Tava claro que ele queria ver a buceta que tantas vezes ele tinha sentido o cheiro.
— Que rabão enorme que você tem, irmãzinha. Não te incomoda a calcinha entrar tanto assim?
— Não, já acostumei.
O buraco do cu dela tava quase descoberto por aquela calcinha, só uma linha fina cobrindo. Ele conseguia ver que perto daquela área ela era mais rosadinha.
O moleque já tava se tocando por cima do short... era demais.
Agustina observava tudo com atenção. Ela via de lado a pica dura fazendo pressão, e achou que era de bom tamanho.. a boca dela já tava enchendo d'água — e a buceta também.
Florcha terminou a sessão e subiu a calça jeans.
— Você vai querer ela? — Disse Florença, apontando pra calcinha.
— Quero!
— Ok, vou deixar no banheiro pra você.
— E pra mim, não vai pedir a minha? — Disse Agustina, fazendo cara de triste.
— ...Posso? — Perguntou o Cara.
-Sim! Olha só, molhei ela pra você… me pede! Por favoooor!
-Me dá sua calcinha, Agus? Por favor!
-O que você vai fazer com minha calcinha?
-Quero bater uma punheta… e encher ela de porra… se você deixar.
-Vai cheirar ela também?
-Siiim.
-Tá bom, maninho… pega aí:
Agustina, do jeito que tava deitada, enfiou a mão por baixo da saia e tirou a calcinha azul molhada que tava usando, manchada de lubrificação vaginal por causa da excitação. Jogou pro irmão, que pegou no ar.
-Valeu pras duas!
-De nada.
-De nada.
Martín saiu correndo com a calcinha da Agustina na mão… chegou no banheiro, baixou a calça, aspirou o cheiro de buceta excitada da Agustina, e encheu ela de porra quente.
Mais tarde, fez a mesma coisa com a calcinha vermelha da Florencia.
Agustina adorava depois conferir as calcinhas cheias de leite… principalmente pra provar o sêmen do irmão… por enquanto não passava de uma lambidinha leve com o dedo… mas o negócio todo deixava ela louca.
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Os dias seguintes foram parecidos… Martín ajudava a Florencia com os estudos… e as irmãs entregavam as tangas na cara dele, ou de vez em quando desfilavam de fio dental pela casa, quando a mãe não tava em casa.
As duas irmãs estavam super tesudas, e o menino mais ainda.
Martín às vezes se surpreendia… um dia de muito calor, ele tava lanchando na cozinha. Agustina chegou da faculdade e foi direto pro quarto. De repente, ela sai do quarto e vai pra sala, passando pela cozinha na frente do irmão. Agustina de regata e fio dental, mostrando quase a bunda toda, se fazendo de desligada. A bunda da Agustina, mesmo não sendo tão grande, enorme e perfeita como a da Florcha, tinha seu valor, era sexy, “uma boa raba” como os vizinhos diziam, e ainda mais com o fio dental bem enfiado. O garoto olhava o quanto podia, e vivia no limite do tesão.
Quando Martín olhou pra ela, ela se virou e pegou ele no flagra.
-O que você tá olhando? –Agustina. -Na... nada. – Disse Martín quase cuspindo o chá.
- Não tava me olhando a raba, né? – Disse Agustina ironicamente e sorrindo pra ele, sabendo perfeitamente que ele tava fazendo isso.
- Me pegou. Nada a dizer. Mas a culpa é sua, hein! – Martín sorrindo.
- Ah é? E por quê? – Respondeu ela, também rindo.
- Porque você tá mó gostosa com essa fio-dental, mana... além disso, tá mó sexy assim.
- Aww, obrigada...
Agustina parou pra arrumar as pastas no balcão, virando completamente as costas pro irmão, que continuava olhando pra bunda dela enfiada na calcinha sem disfarçar. Parecia ser uma fio-dental branca, não dava pra ver direito porque tava toda metida e dava pra ver a racha inteira da raba da safada, que se deixava olhar. Quase tava vendo a bunda dela pelada.
Terminou as coisas dela e se virou pra olhar pro irmão. Agora sim confirmou que era uma fio-dental branca, bem pequenininha, vendo ela de frente, cobrindo a ppk.
- Vou tomar um banho, irmãozinho, tenho que ir emboraaaa.
- Ok... me dá ela? – Disse Martín, apontando pra fio-dental da irmã.
- Quer ela agora?
Martín fez que sim com a cabeça. Agustina foi até o banheiro, abaixou a fio-dental e jogou ela de lá pro irmão na cozinha.
Enquanto Agustina tomava banho, Martín se distraiu com a fio-dental na cozinha. Desdobrou ela e não sentiu tão molhada quanto das outras vezes. Tava úmida, brilhosa e quentinha pelo uso da dona há poucos segundos. Tirou a pica do short e começou a bater uma punheta cheirando a parte molhada, que só 30 segundos antes tava metida na buceta da irmã mais velha, Agustina. Reparou também na fio-dental, na parte da raba, que nem dava pra ver quando ela tava vestida. Tava toda enfiada entre as nádegas, roçando no furinho do cu. Que prazer ele tava tendo. Continuou sentindo o cheiro da buceta até gozar, e colocou a fio-dental na glande pra acabar tudo nela. Depois de cheia, jogou ela na máquina de lavar.
Depois do banho, Agustina já vestida e penteada, com o cabelo quase loiro molhado e arrumado, pegou as outras roupas sujas – a camiseta e o sutiã – e foi pro lavanderia pra colocar na máquina de lavar. Percebeu que dentro dela tava a tanga dela.
“Esse cara já usou ela?”
Voltou até a porta do lavanderia, e viu que o irmão dela ainda tava na cozinha. Assim que se certificou que ninguém tava olhando, enquanto numa mão segurava a camiseta e o sutiã, com a outra que tava livre, enfiou a mão na máquina de lavar e tocou na tanga cheia de porra. Apalpou com dois dedos, sentindo ela banhadinha de esperma. Tentou juntar um pouquinho de gozo com os dedos, e levou os dedos à boca pra chupar.
Pena que já tava frio. Ela adoraria ter sentido ele morno. Limpou os dedos na camiseta suja e colocou ela na máquina junto com o sutiã, fechou a tampa e ligou.
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Chegou sexta-feira. Na noite de sexta, Agustina e a irmã convidaram algumas amigas pra casa, porque a mãe não ia estar, já que ia visitar uns parentes numa cidade vizinha, e ia dormir lá. Os filhos tinham a casa só pra eles até sábado ao meio-dia.
Florencia, Agustina e as amigas jantaram, e depois ficaram bebendo cerveja. Mais do que o recomendado.
Martim se trancou no quarto dele com o notebook. Incomodavam ele os barulhos vindos da cozinha, com tanta mulher falando.
As meninas beberam um pouco mais da conta, quando lá pelas 3 da manhã a farra acabou, e as amigas foram saindo aos poucos e voltando pras casas delas… Agustina e Florencia limparam como puderam a cozinha toda, pediram ajuda pro irmãozinho… algum favor ele devia retribuir depois de oferecer as tangas pra ele se masturbar.
Entre os três deixaram a cozinha brilhando… nem sinal de bagunça.
Martim percebia como as duas estavam meio estranhas… obviamente estavam meio alcoolizadas. Ambas estavam mais falantes, alegres e brincalhonas do que o normal.
Já com o relógio marcando as 3:30 da manhã, sentaram na mesa pra beber as últimas três cervejinhas, jogando cartas.
Agustina deu um gole na cerveja direto da garrafa e apoiou de novo na mesa. Tava tomando uma surra dos irmãos no jogo de baralho.
— Vocês tão me trapaceando… — Agustina.
— Haha, se você é ruim no jogo, a culpa não é nossa. — Florcha.
— Beeeem, olha quem fala… é a primeira vez na sua vida que me ganha em alguma coisa.
— Tem certeza? Se não sabe jogar, não chora, maninha hahaha. — Florencia.
Agustina jogou as cartas na mesa quando recebeu uma mensagem de WhatsApp do namorado. Olhou pro celular e começou a digitar pra responder.
— Quem é? — Martín.
— Que que importa pra você, cara, vai jogar. — Agustina, enquanto continuava digitando.
— É o namorado. — Florcha.
— É… algum problema? — Agustina.
— Nessa hora? Meio sem noção, hein… — Disse Florcha, olhando pro irmão pra rir.
— É verdade. Como ele sabe que você tá acordada? Sempre te manda mensagem nessa hora? — Martín.
— Não enche o saco… não pode me mandar um zap? Intrometidos! — Agustina.
— Pra que ele te mandaria mensagem nessa hora? — Martín.
— Acho que não é pra dar boa noite. — Florcha.
Os dois riam, tentando zoar a Agustina.
— Hahaha cala a boca. Você é uma mina virgem, e você é um moleque punheteiro e virgem. Arranjem um namorado e uma namorada, depois a gente conversa. — Agustina, rindo enquanto continuava trocando mensagem com o namorado.
— Ah, tá, falou a expert em sexo. — Florcha.
— Hahaha não sou expert, mas sei mais que vocês, então mais respeito quando falam com uma adulta. — Agustina.
— Hahaha nem você acredita nisso, maninha. — Florencia.
— Ah é? Falou a que ainda não viu nem um pau. Maninho, sabia que a Florencia nunca viu um de perto? — Disse Agustina entre risadas.
— Ei! Não seja cuzona. — Florencia.
— Jaaa viu? Isso que dá me encher o saco.
— É, claro… não se faz de superior, porque você quantos viu? Dois ou três só…
— É, e daí?
— E — Po, cê não é nenhuma… ‘expert em sexo’, nem tá no nível de ficar tirando tanta onda com a gente. — Disse Florcha, olhando pro irmão e rindo.
— Hahaha. Sim, mas tirei onda porque você queria zoar. Aliás, se eu quisesse, até dava uma aula de sexo pra vocês. — Agustina.
— Que arrogante, hein. Então tá, ensina aí tudo que você sabe. — Disse Florcha, desafiadora e divertida.
— Hahaha, o que você quer que eu ensine?
— Sei lá, ué. Tanto que você se acha a sabichona do sexo e a gente não, podia dar uma aula, não?
— Quer que eu te ensine a transar, sua burra?
— Hahaha, sim, vai… mostra como você ensina. — Disse Florcha, desafiando a irmã.
O álcool já tava batendo nas duas. Martín observava tudo, calado, tomando o último gole de cerveja. As irmãs se provocavam entre si, se divertindo, meio altinhas já.
Tava claro que uma conversa dessas nunca teria rolado sem a bebida.
Agustina tava com uma saia jeans meio curta, que cobria a raba e um pouquinho das coxas, só. Também usava umas botas de couro preta de salto, e uma regata azul listrada meio decotada, com os ombros de fora. Dava pra ver o começo dos peitões redondos dela por causa do decote, parecia que não tava de sutiã porque eles estavam bem apertados debaixo da regata.
Ela se levantou, largou o celular na mesa e prendeu o cabelo atrás das orelhas.
— Olha bem, Flor. — Disse Agustina.
Encorajada pela bebida, Agustina, já de pé, apoiou as duas mãos e os braços na mesa, se inclinou um pouco pra frente, deixando a raba empinada.
— Vem cá, maninho, cola aqui atrás. — Ordenou Agustina.
Martín se levantou e fez o que ela mandou. Ficou atrás da irmã mais velha, vendo como a saia subia um pouco por causa da posição, dando pra ver as coxas e o começo da raba. A mina tava de pé, quase de quatro, apoiada na mesa.
Continua…
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE.Capítulo VIII: Pacto secretoFlorencia começou a chorar, enquanto Agustina olhava pra ela com cara de surpresa. Reconheceu a tanga como uma das peças que ela usava sempre, e desconfiou – mas sem acreditar direito – que tava toda melada de porra. “De quem?”
- Ei… Flor, por que você tá chorando? Para!… – Disse Agustina, tentando acalmar ela.
Florcha deu uns passos pra frente e sentou na cama, levando as duas mãos no rosto pra enxugar as lágrimas.
- Florencia… o que foi? Essa é uma das nossas tangas, não é? – Repetiu Agustina, esticando a calcinha e olhando ela inteira.
- Me perdoa… – Disse Florcha entre lágrimas.
- O quê?... De onde você tirou isso?.. Tá toda grudenta… Parece… tipo porra de cara… o que é?
- ….É isso mesmo! – Respondeu Florencia soluçando.
- O QUÊ? Isso é porra???!!! De onde você tirou isso??.....Você tem namorado e não me contou?! Quem é???
- Não tenho namorado, sua burra….
- Então isso é porra!!!!…..aiii que nojo, tô tocando e ainda tá morno… você trouxe um cara aqui?!?!?!?
- Nãão…. Você não entende… – Florencia continuava chorando.
- Tá bom, então me explica, para de chorar.
- Tô com vergonha!
- Sou sua irmã, sua idiota… como você vai ter vergonha???
- Tá… mas promete que não vai contar pra ninguém… nem pra mãe, por favor…
- Sim, sua boba, o que foi? Como eu vou contar pra alguém? Já falei… sou sua irmã, pode me contar qualquer coisa.
Agustina largou a tanga no chão e limpou os dedos numa toalha, eles estavam meio pegajosos de ter tocado a porra diretamente.
Ela sentou na cama, do lado de Florencia, passando um braço no ombro dela e abraçando, tentando acalmar.
- Não conta pra ninguém… Tá… essa tanga é nossa… sim… usei hoje… essa porra é do nosso irmão… Martín…..
Agustina arregalou os olhos, por um momento achou que era brincadeira.
- Cê gosta de brincadeira, hein??? Kkkk, fala sério…
- Não… é sério…
Agustina percebeu que ela tava falando sério.
- Pera pera pera. Isso… é porra do Martín??? Nosso irmão???!!!
- Sim…
- COMO???!!!!??!
- Shhh. Alguém pode te ouvir. Sim… vou te explicar direito, não fica brava.
- Ver… isso não pode ser.
Florencia começou a chorar de novo, com lágrimas escorrendo. Ela explicou com a voz embargada enquanto soluçava.
- Tudo começou porque um dia entrei no banheiro, de repente… e o Martín estava tomando banho… ou pelo menos era o que eu pensava, porque entrei… e vi ele se masturbando… e ele tinha… estava batendo uma punheta com uma das minhas calcinhas…
- Ah, olha só o safado. E o que aconteceu?????
- Bom… ele me contou que gosta… de cheirar nossas calcinhas… e as nossas cuecas, quando deixamos no banheiro…
Agustina não conseguia acreditar.
- Cheirar? As minhas também????!!!!
- Sim…
- Quer dizer que ele bate punheta cheirando minhas calcinhas também???
- Sim… também achei nojento no começo… queria brigar com ele… e mandar ele parar… mas não sei, de algum jeito ele me convenceu de que não era algo ruim… me desculpa…
- Não, mas… e aí?? O que você fez depois?
- Uma vez ele me ajudou com a lição de casa… e se ofereceu pra fazer sempre, e me ajudar a estudar matemática… lembra que eu te falei que tava difícil? Pois é, e a gente combinou que eu continuava dando as calcinhas pra ele antes de tomar banho pra ele bater punheta… e ele fazia minha lição e me ajudava a estudar… sei que fui muito errada…
- Não acredito. Por que você não me contou????
- Tava com vergonha! Me entende…
- Já… calma, para de chorar.
- E quando a gente estudava, ele pedia pra eu mostrar um pouquinho… eu falei que não… mas depois ele se ofereceu pra fazer também as tarefas de casa… e eu aceitei…
- Como assim mostrar um pouquinho?
- Ele pedia pra eu mostrar a calcinha por um tempinho, em troca de fazer as tarefas de casa… eu sei que passei dos limites… mas quando eu fazia… até eu ficava excitada, entendo se você achar que sou uma puta… por favor não conta pra mamãe… por favor…
- Shh… calma… se acalma… Como vou pensar isso? Não seja boba…
Agustina estava chocada e atônita. O que ela tinha ouvido era Demais… os próprios irmãos dela? Eles pareciam tão inocentes!
Florencia ameaçava continuar chorando, mas Agustina tentou acalmá-la e dizer que estava tudo bem, que não tinha problema, que não era grave o que tinha acontecido, etc. Queria que ela parasse de chorar logo.
-Flor, não chora, minha vida. Eles levaram tudo como uma brincadeira inocente… e tá tudo bem. Ei… não fizeram nada de errado…
-Tá falando sério? – Perguntou Florcha, olhando pra ela com os olhos cheios de lágrimas.
-Sim, sua burra… para de chorar. Acho que a gente deve uma conversa com nosso irmãozinho, nós três juntos.
-Nãooo… não quero que ele descubra!!!
-Vai… vai ser divertido. Faz tempo que a gente não conversa. Você me conhece… sou muito curiosa e preciso saber até onde vai o conhecimento sexual deles haha…
-Divertido? Pensei que você ia me matar…
-Pfff, por quê? Sexualidade não é pecado, e vocês tão só aprendendo… Não fizeram nada de errado… preciso saber mais sobre isso tudo, vai, me conta com todos os detalhes o que aconteceu.
Agustina animava a irmã. Florencia já tinha parado de chorar.
A mais nova contou tudo, até o último detalhe de todos os incidentes sexuais com o irmãozinho. Até contou o tesão que sentia fazendo aquilo, e a vontade que dava de ver a pica do irmão. Contou como molhava as calcinhas pra ele.
Agustina já tinha vários anos de experiência com sexo com caras, fazia tempo que tinha perdido a virgindade. A irmã e o irmão ainda eram virgens. Agustina tinha alguns anos de estrada no sexo, já tinha feito de tudo… e em todos os buracos. Ouvir a irmã contar tudo o que tinha feito com Martín a deixou meio excitada, adorou o que eles faziam. Se sentiu meio estranha, mas ouvir tudo aquilo, tão proibido… despertou o tesão sexual que ela carregava dentro de si.
Cada situação que Florencia descrevia com todos os detalhes, Agustina ouvia mais do que atenta, estava adorando a conversa. Fazia várias semanas que as coisas com o namorado não iam da melhor forma, e o sexo era uma delas, já tinham passado várias semanas desde a última vez que tinha transado.
Ela começou a ficar excitada com as coisas que a irmã contava.
— Uau. Mostrou a raba com aquela fio dental?
— Sim.
— E ele ficou bem excitado?
— Sim… ele disse que tava muito tesudo. Perguntei se ele queria que eu desse a fio dental ali, e eu desci ela com a saia vestida. Deixei ela toda molhada… você não sabe como eu tava excitada.
— Kkkk! E foi assim que ele encheu ela de porra…
— Sim… depois você chegou… descobriu ela, e bom, história conhecida.
— Puf, irmãzinha… até acho que me aqueci um pouco com tudo que você me contou!
— Sério?
— Kkk sim, me sinto meio molhada.
— Bom, assim você deixa a calcinha pronta pro Martin, kkkk.
— Cala a boca que agora que você me contou o que ele faz, vou ficar mais excitada ainda, kkkkk. Você não sente um pouco de vergonha? — Perguntou Agustina.
— De quê?
— Dele sentir o cheiro da sua buceta, boluda.
— Ahh kkkk. Sim, no começo me deu vergonha… mas depois passou… sei lá. Ele disse que adora.
— Bom, se ele te contou que também bate punheta com minhas calcinhas, então deve gostar do cheiro da minha também.
— Tem que perguntar pra ele qual ele gosta mais, kkk.
— Kkkk. Imagina? Que doentes a gente é.
As irmãs estavam se divertindo como não faziam há um bom tempo.
— Será que ele tem alguma namoradinha por aí que a gente não sabe? — Perguntou Agustina.
— Nah, ele me disse que não. Senão não ficaria batendo punheta com nossas tangas. Aliás, o que a gente tem a ver com isso? kkkk — Florcha.
— É… mas você me conhece, sou curiosa… mas sim, que ele faça do pau dele o que quiser. Falando em pau… como será que ele é? — Perguntou Agustina pra irmã.
— Eu que sei, você é a expert em sexo, não eu.
— Kkkk, verdade que você ainda não viu nem um, né?
— Não, e obrigada por me lembrar, sempre tão gentil.
— Kkkk não é pra você ficar mal, uma hora você vai conhecer um. Quem sabe o do seu irmão, né? Jajaja.
- Não seja boba. No dia que vi o volume na calça dele quando abaixei a legging, fiquei louca.
- Como será que ele tem? Já deve estar grandinha, né? Me deu vontade de ver a do meu irmãozinho, sua puta.
- Jajaja, eu também fiquei com vontade de ver a dele.
- Boba, tô me molhando toda. – Disse Agustina, olhando pra própria virilha, sentindo a calcinha já molhada, algo que não sentia há um tempão.
- Molhou? Ele vai adorar, o gostoso. – Disse Florencia.
- Mas, com toda a porra que ele deixou na sua fio dental… acho que ele não consegue bater mais uma, coitado.
- Pra mim ele consegue… – Afirmou Florencia, desafiadora, rindo com a irmã.
- Tem certeza? Mmmmm.
- Quer testar?
- Como?
- Tira a calcinha e dá pra ele.
- Paraaaa, boba… Assim, na cara dura?
- Como então?
- Deixo no banheiro, como sempre.
- Ok.
- Vou tomar banho agora. – Agustina.
Agustina se levantou, tirou a calça jeans, e sentou de novo com a irmã na beira da cama, mas dessa vez com as pernas um pouco abertas. Enquanto Agustina procurava roupa limpa na gaveta, Florencia olhava pra virilha dela, coberta pela calcinha branca.
- Passa bem a calcinha na buceta, pra molhar toda, e aí vai ter mais cheiro.
Agustina, sem dizer nada, obedeceu. Levou a mão até a virilha e esfregou a calcinha por toda a buceta, de cima pra baixo, de lado a lado, por todos os lábios vaginais que soltavam umidade. O tecido estava tão molhado que dava pra ver todo o contorno da buceta dela. Os grandes lábios inchados e a rachinha no meio. Apertou um dedo por cima da calcinha pra enfiar levemente na buceta, lambuzando ainda mais com os fluidos dela.
- Que puta, fazer isso me deixou a mil. – Agustina, excitada.
Agustina já estava pronta pro orgasmo… mesmo assim, sentada na beira da cama, abaixou a calcinha até os pés e tirou.
Abriu bem e sentiu o cheiro. Não gostou muito. Entregou pra irmã, Florencia. pra ela sentir o cheiro.
Florcha pegou e levou até o nariz a parte que tava toda molhadinha.
— Sente. Como é que eu tô cheirando? — perguntou Agustina pra irmã Florencia.
— Normal. Cheiro de buceta, boluda. — respondeu Florencia.
Agustina pegou a calcinha de novo e cheirou mais uma vez.
— Não tá muito forte? Será que ele vai gostar? Deixei um cheiro de buceta suja que me dá vergonha, Flor. — disse Agustina.
— Hahaha para de falar, e vai tomar banho… te garanto que essa calcinha ele vai encher de porra cheirando tua buceta.
Depois da longa conversa, o tempo voou. A mãe delas gritou da cozinha que a janta já tava pronta, pra irem comer.
Agustina tirou toda a roupa no quarto, enrolou uma toalha no corpo, e foi direto pro banho. Levava a roupa limpa numa mão, e a suja na outra. Quando entrou no banheiro, jogou toda a roupa suja no canto, deixando a calcinha molhada e cheirosa por cima de tudo. A roupa limpa no móvel.
Entrou no chuveiro, água quentinha. Quentinha igual ela. Deitou na banheira, curtiu se acariciar de leve nos bicos duros, passar a mão nas tetas grandes… enquanto a água caía em cima dela. Passou sabão… e roçou com a ponta dos dedos o clitóris inchado.
“Mmmmm… quanto tempo que eu não me tocava no chuveiro…”
Cada vez mais rápido, se tocava em círculos no clitóris, enquanto com os dedos da outra mão, abria um pouco as bandas da bunda, e brincava com o buraquinho de trás. Ficou pensando em toda a parada com os irmãos mais novos, e como molhou a calcinha pro irmão… gozou na banheira, brincando com o clitóris.
Fechou o chuveiro, se secou e se vestiu rápido, pra comer alguma coisa.
Depois da janta, Martín foi tomar banho, antes de dormir. Se despiu no banheiro, e se aproximou da roupa da Agustina. Não tava muito a fim de bater uma, depois de ter gozado na calcinha. de Florcha, mas por mera curiosidade, se aproximou pra dar uma olhada.
Logo de cara, viu a calcinha branca molhada. Não esperava por isso. Na hora, o pau subiu.
Agora não só as calcinhas da Florcha estavam encharcadas, mas as da Agustina também????
Sentiu o cheiro e quase gozou sem nem se tocar. Que loucura. Imaginou a buceta da Agustina molhando a calcinha e quase morreu. Isso era novo.
Continuou sentindo o cheiro de buceta suja naquela calcinha, enquanto se punhetava bem devagar. Só de imaginar a buceta da Agustina… “com certeza é depilada… como serão os lábios?”
Imaginou ela se tocando a xota, enfiando um dedo… o que ele não sabia é que era exatamente o que a garota tinha feito há pouco!
Passou a língua e lambeu toda a parte brilhosa, molhada e pegajosa dos fluidos da irmã… e não conseguiu se segurar: assim que sentiu o esperma saindo, levou a calcinha pro pau e gozou tudo nela. Inacreditavelmente, não parava de cuspir porra… encheu ela toda de esperma quente e grosso… igual à tanga da Florencia. Apertou o pau pra tirar até a última gota e limpou a glande com o que restava daquela calcinha da irmã mais velha, Agustina.
Deixou ela lá… e foi tomar banho. Ficou tão relaxado que quase dormiu na banheira. Depois, jogou a calcinha na máquina de lavar.
:::
Depois de tudo aquilo, o moleque foi dormir mais tranquilo do que nunca. As coisas não podiam estar melhores.
Agustina estava na sala revisando uns apontamentos, enquanto todo mundo já estava nos quartos. Fechou o caderno e foi dormir também.
Mas antes, passou pelo lavanderia. Deu uma olhada pra ver se ninguém tava vendo… e entrou. Na hora, abriu a tampa da máquina de lavar e, de imediato, se deparou com o que parecia ser a calcinha dela.
Ao ver ela ali, quase deu um troço no coração. Pegou a calcinha e, na mesma hora, sentiu os dedos cheios de algo inconfundível: porra pegajosa e grossa.
Tirou ela de dentro da máquina de lavar, e olhou pra ela. Tava amassada, cheia de porra do irmão dela. Abriu e ficou surpresa de ver o quanto tava suja. Lotada de sêmen.
Obviamente, foi até o quarto dela na maciota, e encontrou a Florcha deitada na cama, mas ainda acordada.
— Olha o que seu irmãozinho fez. — Disse Agustina sorrindo enquanto mostrava a calcinha pra irmã.
— Deixa eu ver… viu? Ele encheu de porra, mano. Eu te falei.
— Puta merda… deve ter batido uma monstra. E olha que ele já tinha gozado na sua fio dental. Tem mais potência que meu namorado.
— Hahaha!
Ela adorou o que o irmão tinha feito… voltou pro tanque pra jogar a calcinha na máquina de lavar e limpou os dedos levando eles na boca, lambendo um por um, passando a língua e chupando os dedos com os lábios.
“Será que o gosto da porra do meu irmãozinho é como?”
Achou um sabor bem suave e meio adocicado. Não desgostou. Já tinha provado porra dos ex-namorados, e geralmente não curtia, mas essa não desagradou nem um pouco.
A safada, voltou a tocar na calcinha sem tirar da máquina, com um dedo, pegando mais um pouco de sêmen, e colocou na boca de novo. Tava gostando, e já tava excitada de novo.
Foi dormir com um sorriso no rosto, e com o gostinho de porra do irmão na boca.
:::
No dia seguinte, depois da manhã, quando Florencia e Martín voltaram da escola, e Agustina voltou da faculdade, naquela tarde a Florcha disse pro irmão que esperava ele no quarto dela pra estudar como sempre.
No quarto, Florcha falou pra Agustina:
— Rápido e direto, né?
— Sim.
Martín entrou no quarto, quando viu a Florcha na cama dela, e a Agustina na dela. Florencia já tava abrindo os cadernos, deitada de bruços na cama, e Agustina também deitada na cama dela, mas de barriga pra cima lendo um livro.
O moleque se surpreendeu um pouco. Sentou do lado da Florencia, ansiosa.
Antes de começarem a estudar, Florencia deu um beijo na bochecha dele e falou:
— Maninho, não precisamos mais disfarçar porque a Agustina já sabe de tudo.
— …Como assim? — Martín não entendia.
— Já contei pra Agus nosso segredo… nossos ‘acertos’, entendeu?
Martín se virou e olhou pra Agustina, surpreso.
— É que ela me descobriu ontem… a calcinha fio dental que você usou pra bater uma… ela me descobriu e aí, tive que contar tudo haha. Mas não se assusta… ela super aceitou — disse Florcha.
— Ela sabe mesmo de tudo?
— Sabe. Até gostou do nosso segredo.
— Gostou da calcinha que eu deixei pra você ontem? — perguntou Agustina pra Martín, sorrindo.
— ……. — Martín não sabia o que responder!
— Se quiser que eu continue deixando, é só falar, maninho.
— …Ta…tá bom.
— Não seja tão tímido! Agora, em vez de ter um segredo entre dois, vamos ser três — disse Agustina, tentando levar a situação numa boa.
— …Ok. — conseguiu dizer o garoto, mais que surpreso.
— Pra não te deixar entediado… quando ela me descobriu, a gente conversou sobre o que a gente fazia e ela curtiu… até deixou a calcinha pra você bater uma — explicou Florencia.
— Valeu, Agus.
— De nada, bobinho. Gostou muito? — perguntou Agustina.
— Pra caralho. Desculpa se te incomodei…
— Não tem nada pra perdoar — Agustina sorriu de novo.
— Bom… situação esclarecida? — perguntou Florencia.
— Sim. — Agustina.
— Sim. — Martín.
— Mais uma coisa… isso NÃO SAI DAQUI. Nenhum de nós vai contar NADA disso, hein? Nem pra mãe, nem pros nossos melhores amigos ou amigas, nem pra futuros parceiros… isso é um segredo sagrado nosso três. — Florcha.
— Combinado. — Martín.
— Totalmente… top secret. — Agustina.
— Bom… vamos estudar um pouco, maninho?
— Bora!
Martín ajudou a irmã com a lição e os estudos, enquanto na outra cama a Agustina estava no notebook fazendo um trabalho da faculdade. A mãe estava no trabalho, então estavam sozinhos.
Depois da jornada produtiva. de estudo, Florença fechou a pasta, e Martín se preparava pra sair do quarto.
— Ei! Não quer ver minha calcinha hoje? — Falou Florcha.
— Quero... mas.. tá... — Martín olhava pra Agustina.
— Qual é o problema? Quantas vezes você acha que a gente se viu peladas eu e minha irmã? — Disse Florença.
— Quase todo dia. — Respondeu Agustina na cama dela.
— Exato. Quer ver minha rabeta, irmãozinho?
— Quero.
Florença desabotoou a calça jeans e puxou até as coxas. Apareceu uma calcinha vermelha estilo fio dental. Ela se ajoelhou de quatro na beira da cama, mostrando a bunda grande e gorda toda na cara do irmão.
O garoto olhava hipnotizado... a irmã dele de quatro na cama, com a calcinha vermelha enterrada na bunda, bem apertadinha. E ele a poucos centímetros. A pica já tava dura pra caralho. Marcava tudo no short.
— Tá gostando da minha rabeta? — Perguntava Florcha.
— Tô, Flor... adoro!!!!
A garota ficou assim, enquanto Martín olhava mais pra baixo, onde a buceta fazia volume na calcinha. Dava pra ver os lábios maiores bem inchadinhos, e uma marquinha leve da fenda. Puf. Tava claro que ele queria ver a buceta que tantas vezes ele tinha sentido o cheiro.
— Que rabão enorme que você tem, irmãzinha. Não te incomoda a calcinha entrar tanto assim?
— Não, já acostumei.
O buraco do cu dela tava quase descoberto por aquela calcinha, só uma linha fina cobrindo. Ele conseguia ver que perto daquela área ela era mais rosadinha.
O moleque já tava se tocando por cima do short... era demais.
Agustina observava tudo com atenção. Ela via de lado a pica dura fazendo pressão, e achou que era de bom tamanho.. a boca dela já tava enchendo d'água — e a buceta também.
Florcha terminou a sessão e subiu a calça jeans.
— Você vai querer ela? — Disse Florença, apontando pra calcinha.
— Quero!
— Ok, vou deixar no banheiro pra você.
— E pra mim, não vai pedir a minha? — Disse Agustina, fazendo cara de triste.
— ...Posso? — Perguntou o Cara.
-Sim! Olha só, molhei ela pra você… me pede! Por favoooor!
-Me dá sua calcinha, Agus? Por favor!
-O que você vai fazer com minha calcinha?
-Quero bater uma punheta… e encher ela de porra… se você deixar.
-Vai cheirar ela também?
-Siiim.
-Tá bom, maninho… pega aí:
Agustina, do jeito que tava deitada, enfiou a mão por baixo da saia e tirou a calcinha azul molhada que tava usando, manchada de lubrificação vaginal por causa da excitação. Jogou pro irmão, que pegou no ar.
-Valeu pras duas!
-De nada.
-De nada.
Martín saiu correndo com a calcinha da Agustina na mão… chegou no banheiro, baixou a calça, aspirou o cheiro de buceta excitada da Agustina, e encheu ela de porra quente.
Mais tarde, fez a mesma coisa com a calcinha vermelha da Florencia.
Agustina adorava depois conferir as calcinhas cheias de leite… principalmente pra provar o sêmen do irmão… por enquanto não passava de uma lambidinha leve com o dedo… mas o negócio todo deixava ela louca.
:::
Os dias seguintes foram parecidos… Martín ajudava a Florencia com os estudos… e as irmãs entregavam as tangas na cara dele, ou de vez em quando desfilavam de fio dental pela casa, quando a mãe não tava em casa.
As duas irmãs estavam super tesudas, e o menino mais ainda.
Martín às vezes se surpreendia… um dia de muito calor, ele tava lanchando na cozinha. Agustina chegou da faculdade e foi direto pro quarto. De repente, ela sai do quarto e vai pra sala, passando pela cozinha na frente do irmão. Agustina de regata e fio dental, mostrando quase a bunda toda, se fazendo de desligada. A bunda da Agustina, mesmo não sendo tão grande, enorme e perfeita como a da Florcha, tinha seu valor, era sexy, “uma boa raba” como os vizinhos diziam, e ainda mais com o fio dental bem enfiado. O garoto olhava o quanto podia, e vivia no limite do tesão.
Quando Martín olhou pra ela, ela se virou e pegou ele no flagra.
-O que você tá olhando? –Agustina. -Na... nada. – Disse Martín quase cuspindo o chá.
- Não tava me olhando a raba, né? – Disse Agustina ironicamente e sorrindo pra ele, sabendo perfeitamente que ele tava fazendo isso.
- Me pegou. Nada a dizer. Mas a culpa é sua, hein! – Martín sorrindo.
- Ah é? E por quê? – Respondeu ela, também rindo.
- Porque você tá mó gostosa com essa fio-dental, mana... além disso, tá mó sexy assim.
- Aww, obrigada...
Agustina parou pra arrumar as pastas no balcão, virando completamente as costas pro irmão, que continuava olhando pra bunda dela enfiada na calcinha sem disfarçar. Parecia ser uma fio-dental branca, não dava pra ver direito porque tava toda metida e dava pra ver a racha inteira da raba da safada, que se deixava olhar. Quase tava vendo a bunda dela pelada.
Terminou as coisas dela e se virou pra olhar pro irmão. Agora sim confirmou que era uma fio-dental branca, bem pequenininha, vendo ela de frente, cobrindo a ppk.
- Vou tomar um banho, irmãozinho, tenho que ir emboraaaa.
- Ok... me dá ela? – Disse Martín, apontando pra fio-dental da irmã.
- Quer ela agora?
Martín fez que sim com a cabeça. Agustina foi até o banheiro, abaixou a fio-dental e jogou ela de lá pro irmão na cozinha.
Enquanto Agustina tomava banho, Martín se distraiu com a fio-dental na cozinha. Desdobrou ela e não sentiu tão molhada quanto das outras vezes. Tava úmida, brilhosa e quentinha pelo uso da dona há poucos segundos. Tirou a pica do short e começou a bater uma punheta cheirando a parte molhada, que só 30 segundos antes tava metida na buceta da irmã mais velha, Agustina. Reparou também na fio-dental, na parte da raba, que nem dava pra ver quando ela tava vestida. Tava toda enfiada entre as nádegas, roçando no furinho do cu. Que prazer ele tava tendo. Continuou sentindo o cheiro da buceta até gozar, e colocou a fio-dental na glande pra acabar tudo nela. Depois de cheia, jogou ela na máquina de lavar.
Depois do banho, Agustina já vestida e penteada, com o cabelo quase loiro molhado e arrumado, pegou as outras roupas sujas – a camiseta e o sutiã – e foi pro lavanderia pra colocar na máquina de lavar. Percebeu que dentro dela tava a tanga dela.
“Esse cara já usou ela?”
Voltou até a porta do lavanderia, e viu que o irmão dela ainda tava na cozinha. Assim que se certificou que ninguém tava olhando, enquanto numa mão segurava a camiseta e o sutiã, com a outra que tava livre, enfiou a mão na máquina de lavar e tocou na tanga cheia de porra. Apalpou com dois dedos, sentindo ela banhadinha de esperma. Tentou juntar um pouquinho de gozo com os dedos, e levou os dedos à boca pra chupar.
Pena que já tava frio. Ela adoraria ter sentido ele morno. Limpou os dedos na camiseta suja e colocou ela na máquina junto com o sutiã, fechou a tampa e ligou.
:::
Chegou sexta-feira. Na noite de sexta, Agustina e a irmã convidaram algumas amigas pra casa, porque a mãe não ia estar, já que ia visitar uns parentes numa cidade vizinha, e ia dormir lá. Os filhos tinham a casa só pra eles até sábado ao meio-dia.
Florencia, Agustina e as amigas jantaram, e depois ficaram bebendo cerveja. Mais do que o recomendado.
Martim se trancou no quarto dele com o notebook. Incomodavam ele os barulhos vindos da cozinha, com tanta mulher falando.
As meninas beberam um pouco mais da conta, quando lá pelas 3 da manhã a farra acabou, e as amigas foram saindo aos poucos e voltando pras casas delas… Agustina e Florencia limparam como puderam a cozinha toda, pediram ajuda pro irmãozinho… algum favor ele devia retribuir depois de oferecer as tangas pra ele se masturbar.
Entre os três deixaram a cozinha brilhando… nem sinal de bagunça.
Martim percebia como as duas estavam meio estranhas… obviamente estavam meio alcoolizadas. Ambas estavam mais falantes, alegres e brincalhonas do que o normal.
Já com o relógio marcando as 3:30 da manhã, sentaram na mesa pra beber as últimas três cervejinhas, jogando cartas.
Agustina deu um gole na cerveja direto da garrafa e apoiou de novo na mesa. Tava tomando uma surra dos irmãos no jogo de baralho.
— Vocês tão me trapaceando… — Agustina.
— Haha, se você é ruim no jogo, a culpa não é nossa. — Florcha.
— Beeeem, olha quem fala… é a primeira vez na sua vida que me ganha em alguma coisa.
— Tem certeza? Se não sabe jogar, não chora, maninha hahaha. — Florencia.
Agustina jogou as cartas na mesa quando recebeu uma mensagem de WhatsApp do namorado. Olhou pro celular e começou a digitar pra responder.
— Quem é? — Martín.
— Que que importa pra você, cara, vai jogar. — Agustina, enquanto continuava digitando.
— É o namorado. — Florcha.
— É… algum problema? — Agustina.
— Nessa hora? Meio sem noção, hein… — Disse Florcha, olhando pro irmão pra rir.
— É verdade. Como ele sabe que você tá acordada? Sempre te manda mensagem nessa hora? — Martín.
— Não enche o saco… não pode me mandar um zap? Intrometidos! — Agustina.
— Pra que ele te mandaria mensagem nessa hora? — Martín.
— Acho que não é pra dar boa noite. — Florcha.
Os dois riam, tentando zoar a Agustina.
— Hahaha cala a boca. Você é uma mina virgem, e você é um moleque punheteiro e virgem. Arranjem um namorado e uma namorada, depois a gente conversa. — Agustina, rindo enquanto continuava trocando mensagem com o namorado.
— Ah, tá, falou a expert em sexo. — Florcha.
— Hahaha não sou expert, mas sei mais que vocês, então mais respeito quando falam com uma adulta. — Agustina.
— Hahaha nem você acredita nisso, maninha. — Florencia.
— Ah é? Falou a que ainda não viu nem um pau. Maninho, sabia que a Florencia nunca viu um de perto? — Disse Agustina entre risadas.
— Ei! Não seja cuzona. — Florencia.
— Jaaa viu? Isso que dá me encher o saco.
— É, claro… não se faz de superior, porque você quantos viu? Dois ou três só…
— É, e daí?
— E — Po, cê não é nenhuma… ‘expert em sexo’, nem tá no nível de ficar tirando tanta onda com a gente. — Disse Florcha, olhando pro irmão e rindo.
— Hahaha. Sim, mas tirei onda porque você queria zoar. Aliás, se eu quisesse, até dava uma aula de sexo pra vocês. — Agustina.
— Que arrogante, hein. Então tá, ensina aí tudo que você sabe. — Disse Florcha, desafiadora e divertida.
— Hahaha, o que você quer que eu ensine?
— Sei lá, ué. Tanto que você se acha a sabichona do sexo e a gente não, podia dar uma aula, não?
— Quer que eu te ensine a transar, sua burra?
— Hahaha, sim, vai… mostra como você ensina. — Disse Florcha, desafiando a irmã.
O álcool já tava batendo nas duas. Martín observava tudo, calado, tomando o último gole de cerveja. As irmãs se provocavam entre si, se divertindo, meio altinhas já.
Tava claro que uma conversa dessas nunca teria rolado sem a bebida.
Agustina tava com uma saia jeans meio curta, que cobria a raba e um pouquinho das coxas, só. Também usava umas botas de couro preta de salto, e uma regata azul listrada meio decotada, com os ombros de fora. Dava pra ver o começo dos peitões redondos dela por causa do decote, parecia que não tava de sutiã porque eles estavam bem apertados debaixo da regata.
Ela se levantou, largou o celular na mesa e prendeu o cabelo atrás das orelhas.
— Olha bem, Flor. — Disse Agustina.
Encorajada pela bebida, Agustina, já de pé, apoiou as duas mãos e os braços na mesa, se inclinou um pouco pra frente, deixando a raba empinada.
— Vem cá, maninho, cola aqui atrás. — Ordenou Agustina.
Martín se levantou e fez o que ela mandou. Ficou atrás da irmã mais velha, vendo como a saia subia um pouco por causa da posição, dando pra ver as coxas e o começo da raba. A mina tava de pé, quase de quatro, apoiada na mesa.
Continua…
3 comentários - Irmãs: fio dental e calcinha IV