A história que vou contar é uma fantasia, e eu trabalhava como professora de jardim de infância. Isso aconteceu alguns dias antes das férias de fim de ano. Meu chefe me mandou uma mensagem pela secretária para vê-lo em seu escritório depois de entregar meus alunos, no último dia de aula. O professor Joel é o dono e diretor da escola onde trabalho. Com ele, tive várias escapadas para motéis para transar com benefícios profissionais. Eu tinha contado a ele a maioria das minhas aventuras, algumas em que tinha sido comida por vários ao mesmo tempo. Em uma ocasião, ele me propôs participar de um trio com um amigo dele, o que me convenceu a aceitar. Sob o pretexto de sermos apenas funcionária e chefe, conseguimos manter um relacionamento até aquele dia, em que já tínhamos transado muitas vezes juntos. Naquela semana, por questões de trabalho, não o tinha visto muito. Fiquei surpresa quando sua secretária me disse para ir vê-lo antes de ir embora. Quando cheguei ao escritório dele, comecei a explicar como tinha sido o trabalho com meu grupo e tudo mais. Dava para ver que ele não estava prestando muita atenção; parecia estar pensando em outras coisas. Ele estava sem dúvida ansioso, e eu entendi que queria falar comigo sobre algo mais. Observei que ele estava hesitante e um pouco titubeante no começo, mas diante da minha insistência para que me dissesse por que tinha me chamado, ele começou a me contar aos poucos. Ele começou dizendo: “Sabe, Vicky? Aquela coisa do trio com meu amigo foi incrível, e, na verdade, tenho pensado em uma coisa repetidamente.” Eu disse: “Diga, professor. Eu realmente curti muito nosso encontro com seu amigo. Mas me diga o que você precisa.” Ele disse: “Bom, veja bem. Nós dois sabemos que você é uma mulher que gosta bastante de sexo e não tem nenhum medo nesse aspecto. No fim de semana passado, estive conversando com uns conhecidos do meu amigo. Ele contou a eles sobre o encontro que tivemos com você, e eles começaram a me propor fazer uma orgia e essas coisas todas. Eles estão loucos para organizar uma, mas você sabe que a maioria das As mulheres são muito fechadas nesse assunto e se você propuser algo assim pra alguma mulher, ela vai achar que você é doente ou um pervertido." Eu disse: "Tem razão, professor." Ele continuou me dizendo: "Meus amigos acham que não existe nenhuma mulher disposta a transar com vários homens ao mesmo tempo, e na verdade, nessa conversa que tive com eles, jurei que na minha escola tenho uma professora que sim, estaria disposta a fazer isso com vários de uma vez." Eu falei: "E imagino... estava pensando em mim, né?" com um sorriso na boca. "Pois é, Vicky, verdade. Não vá se ofender. Nem pense que estou te oferecendo, caso não queira ou não possa. Pra eles e pra mim isso é só uma fantasia muito grande. Acho que você tem uma maturidade muito superior a qualquer mulher que conheço, inclusive mulheres mais velhas que você, e por isso é tão especial. Além disso, você poderia ganhar uma grana boa." "Uma grana boa? Do que está falando?" disse, me interessando muito mais pelo assunto ao mencionar dinheiro. "Olha, o plano seria o seguinte: como sabe, tenho uma casa que fica vazia quase o ano todo. A ideia é ir lá os conhecidos do meu amigo, inclusive eu estaria lá. Eles são uns 20, talvez menos, não sei, você decide. Eu te daria um justificativa, inventaria um curso em algum lugar e você teria que ficar lá de sexta até domingo à tarde, pra não ter problemas em casa. Seria na sexta, ao entregar seus alunos, eu te esperaria e te levaria pra casa pra passar o fim de semana transando com você e meter sem parar. Já conversamos todos e estamos dispostos a te dar 2000 pesos cada um dos que você aceitar que vá. Se aceitasse ficar com todos no fim de semana, ganharia mais de 40 mil pesos. Se pensar bem, é o equivalente a vários meses do seu salário." Surpresa, falei: "Sério, professor? Não está brincando?" "Falo completamente sério, Vicky. Só falta você aceitar e nos dizer com quantos estaria disposta a transar no fim de... semana. Você pode pensar. Tudo seria seguro. Todos usariam camisinha e estão dispostos a fazer exames clínicos para você ver que estão saudáveis e não têm nenhuma doença. Se aceitar, na sexta à tarde antes de sair do trabalho, você terá os resultados de todos e o dinheiro na sua mão. Só que você terá que ficar à nossa inteira disposição desde a sexta ao sair do trabalho até nos deixar satisfeitos no domingo à tarde. Nesse tempo você será nossa escrava sexual, por assim dizer. Depois de nos satisfazer, você será completamente livre. Pense muito bem hoje e te espero amanhã aqui no meu escritório para saber sua resposta. Se não vier, entenderei que não aceita. Ele disse: Até amanhã, e ao terminar de dizer isso, me convidou a sair do escritório dele. Me deixou com uma cara de surpresa que devia ser um poema para suas intenções pervertidas. Fiquei a tarde toda pensando no assunto e à noite não consegui dormir pensando na proposta. Um fim de semana trancada numa casa com vinte homens dispostos a fazer comigo todo tipo de perversões. Estava claro que ficar com 20 caras era muito arriscado. Embora estivesse certa de que poderia fazer com todos sem problemas, e no tempo que queriam que eu fosse a putinha deles, era mais que suficiente para cumprir as expectativas. Por outro lado, eram 40 mil pesos: isso era bastante dinheiro, e a verdade é que há um mês eu tinha feito o teste de gravidez que deu positivo, então junto com algumas dívidas que eu tinha, a questão da gravidez estava tirando minha tranquilidade. Esse dinheiro me serviria para pagar as dívidas e para meu bebê. Como pude, tentei descansar. No outro dia, assim que cheguei no trabalho, fui ao escritório do meu chefe. O mestre Joel estava sentado na sua mesa, realmente estava muito ansioso para ter minha resposta e ao me ver entrar ele ficou imediatamente alegre, dava pra ver uma felicidade estranha ao me ver. Sem nem mesmo cumprimentá-lo, sentei na frente dele e com um gesto sério simplesmente disse: Aceito, ficar com Aos 20, serei sua puta por um fim de semana, só peço um documento em que você solicita minha presença no curso que me comentou com todas as despesas pagas e pelos dias que vou ficar com vocês, e também vou precisar de um certificado que pareça original. O professor Joel me respondeu: hoje à tarde você terá o documento solicitando sua presença no curso, durante o próximo fim de semana, para que não tenha problemas. Apesar de tentar disfarçar, notei que sua atitude mudou para uma enorme felicidade. Ele me disse que na sexta-feira, assim que chegasse ao trabalho, teria o dinheiro sobre minha mesa em um envelope, com o certificado pela minha presença no curso que ele inventaria. E que passaria naquela mesma tarde para me buscar, depois de entregar o último dos meus alunos, ele estaria esperando no carro em frente à escola e que naquele momento me traria as análises de todos que participariam da orgia. Era quarta-feira e nos dois dias seguintes fiquei extremamente nervosa pensando na enrascada em que tinha me metido. Mas em nenhum momento passou pela minha cabeça desistir, e é que com 40 mil pesos sairia dos meus problemas. Mostrei ao meu marido a carta que o professor Joel me deu solicitando minha presença no curso "WORKSHOP INTITULADO OS PROFESSORES COMO GUIAS MOTIVACIONAIS" QUE ACONTECEU NOS DIAS 6, 7 E 8 DE AGOSTO DE 2004. Na cidade de Cuernavaca, Morelos. Comentei que na sexta-feira, ao sair do trabalho, nos levariam direto para fazer o curso e que iriam todas as colegas do trabalho. Assegurei que nos trariam de volta no domingo cedo, meu marido não colocou nenhuma objeção, e só me disse para manter contato com ele. O que eu disse que, por questões do curso, não garantia ter tempo. A verdade é que para essas coisas meu marido é muito confiante. Ele nunca poderia imaginar a barbaridade que sua santa esposa faria no fim de semana. Só me disse para não beber muito. Ele sabe que costumo sair com minhas colegas quando temos oportunidade. Finalmente chegou a sexta-feira. Ao chegar na escola, fui direto dar aula como de costume, e lá estava o envelope com 50 mil pesos em cima da minha mesa. Hesitei um pouco ao ver o valor excedente, mas já não tinha volta. Já na parte da tarde, depois de dispensar meu último aluno, o professor Joel estava me esperando no carro dele. Entrei e ele partiu em direção à casa que haviam preparado para a ocasião. No caminho, ele mal falou comigo. Só me disse que eu tinha que atender a todos os presentes e fazer tudo que pedissem, que ninguém ia exagerar, mas que eu tinha que transar com eles do jeito que quisessem. Em seguida, me entregou os exames que haviam feito, e eu olhei para conferir se estava tudo certo — contei um total de 25 resultados. Por volta das 16h30, chegamos na casa. Na verdade, era perto da escola, numa rua que parecia totalmente deserta. Dava pra ver que as casas vizinhas estavam vazias. Era uma casa muito grande, só com móveis, então por mais barulho que fizéssemos, era impossível alguém ouvir o que acontecia lá dentro. Além disso, a rua e o bairro eram bem tranquilos, com pouco ou quase nenhum movimento. Os amigos do meu chefe já estavam lá havia algumas horas, segundo o professor Joel. Ao entrar, todos estavam na sala bebendo cerveja e assistindo a uns filmes pornô. Quando entrei, o professor anunciou: "Ei, apresento a vocês minha melhor professora. Ela se chama Virginia Lujan, tem 24 anos, e no próximo fim de semana vai ser a putinha mais safada das minhas professoras." Todos começaram a me olhar de cima a baixo de um jeito muito obsceno, pervertido, e saíram falando todo tipo de vulgaridade, tipo: "Ei, putinha, vamos te arrebentar. Vamos te foder até você desmaiar. Você vai engolir mais porra que uma ordenhadeira..." O professor Joel tomou a palavra: "Senhores, não vamos perder mais tempo. O fim de semana passa rápido. Todo mundo sem roupa, e vamos curtir a Vicky." Uma grande... Um murmúrio inundou a sala quando todos começaram a se despir. Em alguns minutos, eu tinha uma grande fila de paus diante dos meus olhos. Alguns ainda estavam moles, a maioria já totalmente duros como pedaços de pau. Então, meu chefe me disse que eu também deveria me despir. Ele só me deixou ficar com umas botas altas que eu tinha trazido. Ele também se despiu e, com toda a roupa que havíamos tirado, fez um monte, mas a minha ele guardou em um pequeno móvel que havia na sala, que tinha uma gaveta à qual ele colocou chave, para que eu não pudesse fugir. Ele disse: "Até domingo ao meio-dia, te darei suas coisas; antes disso, você não precisa delas". O mestre Joel tomou a palavra novamente e disse a eles: "Na cozinha, há comida e cerveja suficiente para todos". E a mim disse: "Você, Virgínia, só poderá comer quando permitirmos. Se quiser, também poderá tomar banho ao terminar. Você não precisa de mais nada. As portas da rua estão trancadas e o telefone desconectado. Não é que desconfie de você, mas entenda que você poderia ter tentações de ir embora, e nós te pagamos 50 mil pesos. Lembre-se de que, a partir de agora, você será nossa puta e deverá estar disposta a transar com qualquer um que pedir, até domingo ao meio-dia. Nesse tempo, seremos seus donos. Espero que você aproveite tanto quanto nós planejamos aproveitar com você". Dito isso, ele se dirigiu novamente aos presentes e disse: "Que comece a festa". Mal terminou seu discursinho, todos os seus amigos se atiraram sobre mim como feras. Apesar de terem o fim de semana inteiro pela frente, parecia que não queriam perder nem um segundo para me aproveitar. Lá estava eu, totalmente nua diante de vinte e cinco machos cheios de luxúria, trancada em uma casa durante um fim de semana e incomunicável com o mundo exterior. Naquela sala ampla, começaram as mãos bobas. A casa era grande, a sala em que estávamos era muito ampla. Havia um pequeno corredor para a cozinha, um banheiro e três quartos lá em cima. A primeira coisa que pensei foi: como vamos dormir? Tinham 26 pessoas ali, embora eu tenha percebido na hora que eles não estavam pensando exatamente em dormir. O começo foi bem caótico. Todos queriam me tocar e me beijar, mas obviamente eram muitos. Eles estavam muito excitados, provavelmente porque esperavam há muito tempo por aquele momento. Os mais sortudos conseguiam tocar meus peitos e minha bunda, lamber alguma parte do meu corpo, enquanto os outros tentavam chegar até mim com cotoveladas e empurrões. Com a bagunça que estava, meu chefe decidiu botar ordem no galinheiro, pegou um caderno e um lápis e começou a escrever números. Fez um pedacinho de papel com cada número e colocou virado para baixo em cima da mesa, disse para todos pegarem seu número de "rifa". O número um foi um tal de Luis, um homem alto com barba, com um pau bem decente. O combinado era que eles me comessem na ordem da numeração. Quem estivesse na vez podia fazer o que quisesse comigo até gozar, enquanto os outros tinham que esperar. Apesar de ter tido alguma reclamação (principalmente dos caras com os números mais altos), no final meu chefe impôs sua autoridade: ou fazia do jeito que ele mandava, ou todo mundo ia embora. O tal do Luis não perdeu tempo. Ele me fez ficar de costas para ele e dobrar o corpo, apoiando as mãos na mesa que estava no meio da sala (era uma mesa baixa e um pouco comprida, que só tinha umas cervejas no centro) e de uma só vez ele enfiou o pau até o fundo da minha buceta. A investida foi brutal e meu corpo tremeu com aquela penetração violenta, eu ainda não estava nada lubrificada. Mas o animal não teve pena, e suas metidas foram ficando cada vez mais fortes. Minha buceta foi se acostumando aos poucos à foda e, pra falar a verdade, depois de um tempo eu estava curtindo que nem uma puta. Ele me comia com uma violência terrível, então não demorou muito para ele gozar dentro de mim, inundando minha buceta com uns jatos fodas de porra. Depois da gozada, eu me levantei e me virei, tentando relaxar um pouco, mas logo um garoto baixinho e moreno se aproximou, balançando um papel na mão com o número 2. Ele também estava super excitado e me agarrou pelo cabelo, me colocando de joelhos, dizendo: "Chupa meu pau, sua vadia". E logo em seguida enfiou seu pau até o fundo da minha garganta. Na verdade, mais do que eu estar fazendo um boquete, o que acontecia era que ele estava fodendo minha boca, pois segurava minha cabeça com as duas mãos no meu cabelo e puxava minha cabeça para frente e para trás, fazendo seu pau entrar e sair da minha boca. Não passaram nem dez minutos quando ele tirou seu pau e, segurando firme com a mão direita, começou a se masturbar na frente da minha cara; segundos depois, recebi suas jorradas, que deixaram meu rosto e o canto dos lábios salpicados de porra. Os outros também ficaram esperando sua vez para poder passar e me foder pela vagina, pelo cu ou pela boca; todos me foderam como quiseram, até chegar no número vinte e cinco. Nenhum deles se contentou em apenas receber um boquete e depois gozar dentro de onde decidiram me foder. Depois de ter sido fodida por todos, já começava a ficar dolorida. Já era noite, e a festa mal tinha começado. Quando essa primeira rodada terminou, já era altas horas da madrugada. Só podíamos saber as horas por um relógio de parede que estava na sala. Eu já tinha engolido bastante sêmen e estava com a cara toda melada, minha vagina e meu cu estavam doloridos. Os primeiros, depois de terem gozado à vontade em mim, já tinham descansado um bom tempo, aproveitando o espetáculo e se acomodando nos sofás, me vendo atender a todos ou assistindo a algum pornô, fumando e bebendo. No entanto, os primeiros que me foderam já estavam se inscrevendo novamente, interessados em passar outra vez, pois já tinha passado bastante tempo desde que me foderam. Aproveitei um momento em que ninguém estava me fodendo para ir ao banheiro e esvaziar um pouco o interior dos meus buracos. Fechei a porta, mas em nenhum cômodo da A casa tinha trancas para impedir que entrassem, por isso, no momento em que eu lavava o rosto, dois caras entraram no banheiro. Um era o Luis, que tinha sido o primeiro a me penetrar, e o outro também era bem alto e forte, chamado Paco, que tinha sido o quinto ou sexto, se me lembro bem. Eles arrombaram a porta ao entrar e se posicionaram um de cada lado, passando as mãos pelas minhas nádegas. Eu fingi que não percebia nada e continuei de costas, levemente inclinada para frente, tentando tirar a porra que tinha entrado no meu olho. As mãos começaram a ficar cada vez mais excitantes e, de relance, pude ver que o Paco estava com o pau bem duro como uma estaca. Os dois começaram a esfregar minha buceta, que com os toques contínuos não demorou a ficar molhada de novo. Os dedos dos dois começaram a entrar como flechas na minha buceta e no meu cu, e meu tesão chegou a limites quase insuportáveis. Então eu não aguentei mais e disse desesperada: "Enfiem o pau de uma vez, cabrões!". Dito e feito. Ao ouvir minhas palavras, Paco pegou o pau com uma mão e com a outra separou minhas nádegas, começando a enfiar a cabecinha no meu cu. Assim que entrou um pouco, ele começou a bombar com força, até que as bombadas ficaram intensas e contínuas. Enquanto isso, Luis não perdia tempo e me apalpava como um possesso, enquanto suas mãos apertavam meus peitos como se quisesse espremê-los. Depois de um tempo, foi a vez do Luis assumir o lugar do companheiro no meu cu, enquanto Paco se ocupava de chupar meus mamilos. Os dois se revezavam perfeitamente para me comer por trás, e eu estava curtindo como uma verdadeira puta. Cada um ficava cerca de 5 minutos dentro do meu cu, e logo o companheiro assumia o lugar, então meu cu não ficava desocupado nem por um instante. Meus gemidos iniciais de prazer logo viraram gritos de verdade, o que chamou a atenção de outros dois caras, que entraram no banheiro com a intenção de se juntar à festa. "Amigos, esperem um Minuto, disse Paco quando viu que vários dos presentes se aproximaram, deixem a gente esvaziar na Vicky, eu e Luis, e vocês podem pegá-la depois. Paco e Luis começaram a me comer pela buceta e pela boca, terminando ao mesmo tempo os dois. Eles falavam de mim como se eu fosse qualquer mercadoria, um simples objeto de prazer para eles, mas em vez de me irritar, pelo contrário, me excitava ainda mais. Paco e Luis aumentaram o ritmo das suas bombadas. O primeiro a gozar foi Paco, ele gozou dentro da minha buceta, que naquela altura já estava bem cheia de porra. O que era certo é que naquele fim de semana eu teria ficado grávida, se não fosse porque já estava desde antes. Luis insistiu em gozar na minha boca, e tive que engolir uma boa porção de sêmen novamente. Os dois ficaram muito cansados, um recostado no móvel da pia e o outro na privada. Mas estava previsto que para mim não era possível descansar, poucos segundos depois de Luis e Paco me deixarem, os outros entraram e me levaram pelos braços para a sala. Como pude, olhei para o relógio, e já eram 2 da tarde do dia seguinte, já estava quase 24 horas transando. Alguns caras dormiam recostados nos três sofás que havia na sala e outros tinham ido para os quartos, mas os que ainda estavam acordados, ao me verem, sem dúvida despertaram ainda mais. Ao me ver chegar, um grupo deles se aproximou junto com os que me seguravam, um deles me colocou no chão. Imediatamente me vi cercada por uns sete ou oito homens. O que me tinha trazido nos braços disse ao resto: Calma, agora é a minha vez. Vou dar nela pelo cu. Sua frase me fez estremecer um pouco. Tinham passado umas quatro horas desde que Luis e Paco começaram a me comer pelo cu no banheiro e agora os outros continuariam com a orgia no meu cu, a ideia me excitava mais, estava ficando viciada em sexo anal, mas também sentia medo, pois se todos resolvessem me comer pelo cu, com certeza poderiam acabar me destruindo. O cara me colocou em De quatro no chão. Ele agarrou o pau e começou a enfiar devagar na minha bunda. Quando senti ele todo dentro, ele foi puxando aos poucos e voltou a meter, mas dessa vez mais forte. Com dois dedos ele esfregava minha buceta, e eu já sentia minha bunda se acostumando. Os outros sete caras que assistiam à cena não perdiam um detalhe, esperando a vez deles para aproveitar de novo. O outro safado continuou metendo o pau e enfiava com força, depois tirava devagar, só para meter com força de novo. Vendo que meus gemidos estavam ficando cada vez mais altos, ele decidiu gozar dentro do meu cu. Os outros gritavam para ele me comer como a puta que eu sou, que eu estava louca para ter a bunda arrombada, que eu era uma vadia barata, e outras belezas. Depois das bombadas que ele deu na minha bunda, não demorou muito para ele esvaziar o pau todo. As mãos dele apertavam forte minha cintura, enquanto o pau batia brutalmente nos meus intestinos, me fazendo sentir uma cascada de sensações que me deixavam em êxtase. Depois de um tempo, ele começou a uivar como um lobo, me agarrando com ainda mais força na cintura, a ponto de eu sentir o pau completamente dentro. Ele despejou dentro de mim uns bons jatos de porra. Quando ele se levantou com o pau ainda duro, os outros aplaudiram, como se tivessem acabado de assistir a um grande espetáculo. Todos estavam completamente excitados e logo continuaram. Agora, um deles deitou de costas no tapete e os outros me colocaram de frente para ele. Comecei a cavalgar, mas senti um pau entrando no meu cu. Começaram a me comer entre dois, enquanto os outros colocavam os paus na minha boca para eu chupar. Assim foram se revezando de novo na minha bunda e buceta: quando um gozava dentro, outro o substituía. Eu passava de estar montada cavalgando um de frente, para estar de costas sobre outro, bem aberta de pernas e enfiada pelos dois buracos. Não demorava para voltar a... Encher minha buceta ou meu cu com outro pau. Obviamente a ideia era não me deixar um momento sequer sem ter um pau dentro, todos me comeram do jeito que mais gostavam e um atrás do outro foram perfurando meu ânus, vagina e boca com seus paus, me levando a um estado de êxtase difícil de descrever. Não demorou muito para a notícia se espalhar por toda a casa sobre o que estava acontecendo comigo, sobre como estavam me sodomizando, me fazendo dupla penetração, e logo se juntaram muito mais caras do que os oito que estavam no início. Eu uivava a cada investida que cada um dos homens dava ao tomar sua vez para me comer, chegou um momento em que eu apenas gemía e me deixava fazer o que quisessem, os paus dos presentes já tinham me comido várias vezes cada um, sem parar, seja enfiando na minha boca, cu ou buceta. Meu bum, minha buceta e minha boca estiveram recebendo durante aquele final de semana, paus sem parar por mais de 40 horas seguidas, sem parar, só com uma pausa. Eles não se cansavam e até os que já tinham ido descansar, se levantavam para me comer de novo, e todos voltavam a enfiar com mais vontade. Eles ficaram com uma verdadeira obsessão por me encher o cu e meus intestinos foram se enchendo de porra até um ponto que já não aguentavam mais, e a porra saía pelo meu cu e buceta escorrendo pelas minhas pernas e caindo no chão. Por onde me levassem, sujava os tapetes da casa. Meu chefe, que também tinha me comido várias vezes, disse depois de passar o último da fila que iam me deixar descansar para eu comer alguma coisa, que lembrassem que umas duas horas antes do meio-dia me deixariam descansar. Já eram 6 da manhã de domingo, quando finalmente o mestre Joel teve pena de mim e me deixou descansar, os garotos se acalmaram de vez e começaram a se acomodar em qualquer lugar para tentar dormir. Eu fiquei jogada no chão, com uma sensação de ter meus intestinos cheios de algodão, ou algo assim. As enfiadas no cu tinham sido terríveis e eu estava... totalmente exausta e com um sono enorme. o professor Joel se aproximou de mim e me carregou nos braços até o seu quarto. No chão havia três caras deitados e na cama mais dois. Como pôde, ele fez um espaço para mim na cama, e deitada ali tentando descansar, ele saiu do quarto enquanto eu tentava descansar. desejando que fosse meio-dia para poder ir para casa. depois de algumas horas acordei sentindo que os que haviam adormecido no quarto estavam me fodendo novamente, fazendo dupla penetração, me trocando de um pau para outro até que fosse uma hora da tarde de domingo, enquanto me enchiam de paus, meu chefe chegou para me buscar, para me dizer que meu tempo como a putinha dos 25 havia terminado, que eu tomasse um banho e para os que estavam me comendo disse que o tempo tinha acabado, que me deixassem em paz, ao que eles relutantemente aceitaram. eu apenas decidi ficar para descansar mais algumas horas para descansar o máximo possível, para tomar banho e ir para casa ao voltar para casa naquela tarde, tentei agir normalmente, disse ao meu marido que tinha ficado acordada a noite toda com minhas colegas e que o dia tinha sido muito pesado com o curso, tomei um banho, meu corpo estava totalmente destruído, no dia seguinte dei a surpresa ao meu marido da minha gravidez, e assim evitei que ele quisesse ter relações sexuais por um tempo enquanto minha bunda e minha buceta se recuperavam, sobre o dinheiro eu disse que tinha pedido um empréstimo para a gravidez e que ia pagar ao banco a cada quinzena.
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