Lo que no me dió mi esposa, me lo entrega su hermana

Meu nome é Miguel e trabalho em um órgão público, sou casado recentemente. Minha esposa tem seios pequenos, mas os mamilos são grandes, eu adoro, são como a ponta de uma borracha, a bunda dela é grande e firme, e eu fico louco para comer esse cu virgem, mas nas vezes que tentei, ela diz que dói e me nega. Minha grande fantasia é possuí-la por ali, mas ainda não consegui. Como compensação por não enfiar no cú, ela me dá umas mamadas soberanas que extraem até a última gota de porra, então nossa vida sexual é boa, exceto por esse "pequeno detalhe". Todas as mulheres dessa família são bundudas, então às vezes eu fico fantasiando em comer um rabo desses. A irmã mais velha dela é casada, mas o marido está estudando em outro país. Liliana, esse é o nome da irmã, é fonoaudióloga e não fica atrás, com um bumbum lindo e empinado. Eles não têm filhos e dá pra ver que ela tem uma bunda dura. Ela tem cerca de um metro e sessenta, cabelo longo e preto, uns olhos castanhos lindos e grandes, e os seios pequenos. O único porém, pelo menos eu achava, é que ela é super apaixonada pelo marido, porque lembrava dele em todas as conversas possíveis, o que me deixava irritado. Além disso, ela tem um jeito petulante de ser, então nunca nos demos bem. De vez em quando, junto com minha esposa, eu ia consertar o computador dela. Ela não entende muito do assunto e só usa para se comunicar e trocar mensagens com o marido, além de usar para jogos infantis com as crianças que atende. Acho que o computador desconfigurava toda hora, então ela pedia o favor de eu ir consertar. Isso me incomodava, mas tudo pela família. A família da minha esposa mora num lugar no interior, onde costumamos ir descansar alguns fins de semana. Lá, às vezes eu coincidia de encontrar a Liliana, que visitava os pais. Ela era muito recatada para ir à piscina, colocava uma toalha grande para esconder o corpo e preferia ir sozinha. Em uma das tantas... Nas reuniões na sala, ela se sentou na minha frente usando uma blusa e uma saia bem leve, mas o que me surpreendeu foi que, pela forma como estava sentada, dava pra ver sua calcinha branca. Tive que fazer um esforço pra não olhar pra lá e acabar ficando de pau duro. Depois desse acontecimento, comecei a fantasiar mais com ela. Às vezes pensava que ela tinha feito aquilo de propósito, a putinha, pra me provocar, mas como fazer algo era impossível, já que eu lembrava o tempo todo do marido dela, e nossa relação não era das melhores.

Um dia, ela me pediu o favor de consertar o computador dela. Fui até lá e, enquanto conversavam com minha esposa, configurei o computador pra que, quando entrasse na internet, aparecesse uma página pornô na inicialização. A gente foi embora e, uns três dias depois, ela ligou e eu atendi. Ela disse que o computador estava abrindo direto uma página "daquelas", e perguntou como mudava aquilo, já que usava o apartamento como local de trabalho pra atender crianças e não podia usar o computador pra deixá-las jogar, porque elas poderiam acidentalmente entrar na internet, e que vergonha. Expliquei por telefone como podia mudar, mas ela não entendeu. Então falei que, quando minha esposa chegasse, eu iria. Ela estava com os pais e chegaria no domingo. Ela me pediu, por favor, pra ir antes, porque precisava atender as crianças e usava jogos online educativos, e não conseguia trabalhar. Disse que, se eu quisesse, ela passava, me buscava e me levava de volta pra casa. Respondi que não precisava, que eu sairia do trabalho e iria até lá.

Cheguei naquela quarta-feira (gloriosa pra mim) na casa dela. Ela estava com uma saia como aquela que se usa em climas quentes, me atendeu super amável, e pensei: "Claro, como estou fazendo um favor, não esperava menos". Mas enfim, liguei o computador e carreguei a internet de propósito. Ela estava atrás de mim, dava pra vê-la pelo reflexo na tela. Ela apontou pra página e disse: "Viu? É pornô, que vergonha com as crianças". Perguntou como aquilo tinha acontecido. Eu disse que, às vezes, navegando, tem páginas que se definem como inicialização automaticamente, que a... Eu mudaria, ela comentou que não conseguia acreditar em todas aquelas poses que apareciam ali, eu disse olha, essas são páginas que têm links por temas, se você quiser ver por especialidade poderia ver, meu tesão crescia e ver como ela devorava as imagens que saíam dali. Eu disse que você pode encontrar até de animais e pessoas, ela disse que não conseguia acreditar, eu disse não acredita em mim? Eu te provo, apontei um link e começaram a aparecer fotos dessas, ela se inclinou sobre mim para vê-las melhor, eu podia sentir sua respiração cada vez mais entrecortada e agitada, ela colocou as mãos nos meus ombros sem perceber para se apoiar e me apontar uma cena de uma mulher chupando um burro, ela disse que incrível, vimos outras e eu disse o que mais você quer ver, ela corou e disse não mais obrigada, bom, que coisas mais tem, mostrei mulheres se enfiando coisas, interraciais, peitudas, etc. Eu disse não mais, tenho vergonha com você, mas tenho que ir, ela perguntou por quê, respondi sou humano e estou ficando excitado, ela me olhou e disse você tem razão, então eu disse que se ela quisesse eu criaria nos favoritos, mas que assim se quisesse ver não apareceria no início, só quando ela indicasse, ela sorriu e disse não obrigada, já vi o suficiente, eu disse que de qualquer forma faria, me levantei e ela pôde notar o volume que eu tinha, ela me olhou e eu não aguentei, me inclinei para beijá-la, ela tentou me recusar, mas depois respondeu e de que maneira, e começou uma série de beijos apaixonados, eu apertava sua bunda com minhas mãos, sabia que tinha que esquentá-la, levá-la ao ponto de me pedir para comer ela, senão ela se arrependeria, por estar com seu cunhado e colocando chifres em seu adorado marido. Quente e gemendo, abri sua blusa, beijei e mordisquei seus peitos, meti as mãos em suas costas e soltei o sutiã, seus peitos eram firmes e reparei em seus mamilos, eram grandes como os da minha esposa, ela gemia de prazer cada vez que eu os chupava, que os mordisqueava, gemia, me dizia "isso não pode ser, para, para por favor, eu não vou aguentar", ao que por... fingi que não ouvi, desabotoei rapidamente os botões da sua saia e ela ficou só numa calcinha semitransparente que dava pra ver o quanto estava molhada. Apertei mais uma vez aquele rabão enorme, podia observar como aquele fio dental desaparecia entre aquelas nádegas que eu sonhava em acariciar e agora estava fazendo isso. Procedi rapidamente a descer até sua buceta, tirei a calcinha e comecei a acariciá-la, beijando-a enquanto seus gemidos cada vez mais altos me diziam que estava no caminho certo. Ver a Liliana assim, de pernas abertas, me excitava ainda mais e enfiei minha língua na sua vagina o máximo que pude. Não queria que ela se arrependesse, ouvia entre gemidos "não pode ser, para, para", mas eu sabia que com aquela tesão ela ia dar porque ia dar mesmo. Ela gemeu, gritou, teve vários orgasmos seguidos, e eu via como enquanto metia minha língua naquele bocetinha ela apertava os mamilos. Me levantei e ela começou a tirar minha calça, enquanto eu tirava apressadamente minha camisa. Minha rola apareceu e, sem pensar, ela começou a acariciá-la, toda molhada e cheia de líquido, e então provou com a língua. Eu disse que se ela quisesse pararíamos, mas ela me olhou e apertou minha rola com as mãos. Pouco a pouco começou a lamber pelas bordas, depois abriu a boca e começou a enfiar. Eu estava morrendo de prazer, vendo minha cunhada enfiando minha rola na boca dela. Peguei seus cabelos negros e a pressionei contra minha rola, queria que enfiasse tudo, até os ovos. Ficamos assim por um tempo, quase gozando, então parei e comecei a chupar seus peitos. Ela pediu que não aguentava mais, que enfiasse, que queria sentir tudo, que falasse putaria com ela, que isso a excitava mais. Eu disse: "Claro, minha cunhada preferida, minha putinha, vou enfiar nessa buceta até os ovos, e você vai pedir mais e mais". Procedi a enfiar devagar, podia ouvir seus gemidos e comecei a meter e tirar só a ponta. Ela me dizia: "Miguel, mete tudo, não aguento mais". Enfiei tudo e ouvi aquele gemido de "aaahhh", de "ooohhh", "está toda dentro". por dentro, assim mais, buceta, mete assim aaahhh, lá eu consigo outros orgasmos, ela continuava me dizendo meu amor, ooohhh que gostoso você tem, mete até as bolas, você tem maior que meu marido, se eu soubesse antes, ooohhh, mais, me dá mais, não para, não para, me come toda, me enfia, sou sua meu amor, meu macho, me dá ooohhh já sinto de novo, nnnooo, aaahhh que gostoso, me dá, me dá esse pau, sinto ele todo, quero mais, mais, me fode, me fode que quero ser só sua, tudo isso me tinha a ponto de explodir, via como ela me olhava e pedia mais, não podia acreditar que estou comendo minha cunhada e ela acabou sendo uma mulher desesperada por sexo e não podia culpá-la com essa dieta de pau que o marido dava. Eu estava quase lá, mas me disse não, eu tenho que provar esse cu, então tirei e procedi novamente a provar sua vagina e passar a língua no seu bum, isso a deixou mais excitada, enquanto eu procedia a meter um dedo aos poucos, esperando dilatar aquele buraquinho, depois dois metendo e tirando, ela me olhou e disse não vai pensar? Sou virgem lá e não dei para meu marido, eu disse eu não sou seu marido sou o homem que está te fodendo e por quem você grita como uma raposa. Ela ia dizer algo mas a interrompi, enfiei uns dedos na boca dela, enquanto com a outra enfiava no cu e na buceta ao mesmo tempo, eu disse sim meu amor, Liliana você com esse bum tão lindo é pecado deixar assim, será que não sente prazer quando enfio os dedos, enquanto gemendo ela disse sim, eu gosto mas são seus dedos e não seu pauzão meu amor, olha putinha vou enfiar aos poucos e quando estiver dentro você vai pedir mais, te garoto puta, você vai pedir para eu enfiar até as bolas, isso a deixou mais excitada, sabia que insultando-a, a provocaria, então ela calou enquanto eu começava a mover os dedos mais rapidamente, para isso já o cu estava dilatado então parei, virei ela e enquanto com uma mão movia seu clitóris com a outra com saliva molhei meu pau e fui enfiando aos poucos, ela tentou pela dor tirar mas ela estava apertada, nnnooo tá doendo, calma puta, relaxa puta, relaxa, então decidi dar dedada na frente pra ela gozar e quando tivesse o orgasmo eu enfiava tudo, e foi assim que ela veio. Ela mesma jogou pra trás e enfiou tudo, gritou e disse: filho da puta, desgraçado tá doendo tira daí, sinto que você vai me rachar, não por favor tá doendo muito e tentou tirar, mas não deixei, falei puta calma, calma gostosa que eu sei que você vai gostar relaxa, além do mais já tá toda dentro, eu sei, eu sei cachorro, ela dizia, tô sentindo na garganta cachorro você vai tirar pela minha boca, quer rachar meu cu? sim puta quero que sinta um macho te dando o que você mais quer por todo lado, porque de agora em diante você não vai ter mais sede de pica, porque eu, vou te dar toda e por onde eu quiser, no seu cu, na sua boca, por onde eu quiser, enquanto xingava ela eu enfiava com força ela gemia de dor e depois de prazer, isso me excitou mais, comecei a meter com força, perguntava se ela tava gostando e ela gritava, sim miguel me dá mais, racha meu cu, quero sentir mais, me dá, ooohhh você é meu homem, meu homem, meu verdadeiro macho, essa pica dentro de mim me faz sentir sua, me pega miguel me pega sou sua destrói meu cu, isso me deixou mais tesudo, então fiz. Enfiava até a raiz pra ouvir ela gemer e gritar mais. Sentia minhas bolas batendo naquelas nádegas enormes, e a cada batida um gemido, um queixume, e quando tirava um suspiro um aaahhh que delícia, me dá, me dá, sinto que vou gozar, ooooh que delícia, eu não perdia tempo metia no cu e ao mesmo tempo dava dedada na buceta dela, senti pra surpresa e prazer como ela se desmanchava e um jato começou a sair pela vagina dela, não podia acreditar, tinha ouvido falar da ejaculação feminina mas ver e sentir é outra coisa. Ela terminou com um gemido e um desfalecimento, tremia, isso me deixou a mil, sentia que minhas bolas iam estourar. Então quando eu ia gozar Tirei e juntei na cara dela, me masturbei no rosto dela, sentindo que ia gozar com uma pressão e abundância, que esporrada! Enquanto gozava, falei pra ela: "Engole tudo, puta!". Joguei em cima, na boca, nos peitos. Fazia tempo que não jorrava tanto porra, mas com uma esporrada dessas ela merecia mesmo. Ela esfregava os peitos com o sêmen que caía e com a língua pegava o que escorria na boca. Depois meteu tudo na boca e secou com maestria, sem deixar uma gota. Minhas pernas tremiam e eu estava supersensível, cada vez que ela chupava a cabeça eu gemia e tremia de prazer.

Caímos cansados, ela me abraçou, me olhou, me beijou com paixão e disse pra eu ficar aquela noite, que queria mais, que ninguém nunca tinha comido ela daquele jeito, que nunca tinha sentido orgasmos daquela qualidade e quantidade, que comigo tinha feito coisas que nunca imaginou e que nunca tinha feito com o marido. Eu disse: "Lili, não posso, você sabe que tenho que voltar pra casa. E sobre o resto... você nunca chupou seu marido?". Ela respondeu: "Já, mas nunca engoli porra nem deixei me banhar de sêmen, nunca tinham me dado no cu e nunca tinha sido infiel. Você é o primeiro... e espero que continue assim por muito tempo. Você me fascina, gosto do jeito que me faz sentir. Nunca me senti tão cansada mas tão feliz, não tenho remorso de nada. Estou disposta a repetir mil vezes. Você é um verdadeiro touro, fica, vamos aproveitar nosso momento."

Nos beijamos, ela me abraçou com tanta força que parecia que não queria me soltar. Ficamos abraçados, exaustos mas felizes. De repente ela se levantou, foi ao banheiro e tomou um banho. Quando saiu, me sorriu – estava tão sensual, tão molhada. Pegou o telefone e disse pra eu ligar pra irmã dela (minha esposa) pra dar notícias e não levantar suspeitas. Me deu um beijo apaixonado e disse: "Liga pra ela", enquanto deslizava pra baixo. Procedi a ligar pra minha esposa pra cumprimentá-la, e enquanto falava via a Liliana pegando meu pau, acariciando, puxando a pele, olhando, beijando, e então começou a engolir. pouco a pouco eu sentia ele entrando completamente na sua boca e aquela flacidez inicial se transformando em rigidez, ela me chupando de novo enquanto falava com a irmã me deu um tesão, fez com que ele ficasse duro como um trilho de novo, eu fazia força para não gemer na frente do telefone, mas as ondas de prazer eram muito fortes, estar falando com minha esposa e ver a irmã dela me chupando de um jeito incrível me fez pensar no meu próximo objetivo: fazer um ménage com as duas, o que fez ela conseguir tirar mais porra de mim, quando ela sentiu que eu ia gozar, engoliu tudo sem deixar nada pra fora, minha porra foi direto pra garganta dela. Ela disse: essa vai ser uma boa dieta. Depois de um tempo, me vesti e fui pra casa, onde minha esposa, a irmã dela, me esperava.

4 comentários - Lo que no me dió mi esposa, me lo entrega su hermana

Muy bueno, de lo mejor, y el lenguaje de la cuñada hace sospechar algo verdadero...