A Quinta Nudista 6

Chegamos na metade da semana, acordo às sete da manhã, com a pica dura e muita vontade de mijar. Depois de saciar essa necessidade de esvaziar a bexiga, escovo os dentes e lavo o rosto. Dessa vez, escolho a roupa que vou vestir e tomo banho. Enquanto me banho, decido raspar a pica e as bolas. A roupa pro trabalho foi o tênis de sempre, uma calça fina porque tava muito calor e não deixam a gente usar bermuda, e a camiseta com a marca da empresa. Lembra que não uso roupa íntima, então dava pra ver o volume pequeno que tenho porque a calça gruda no corpo de vez em quando. Desço e dessa vez não tinha ninguém, meus pais ainda não tinham levantado, então enchi a chaleira e tomei um chá rápido pra ir trabalhar de bicicleta. Cheguei cinco minutos antes, bem cansado porque fazia tempo que não pedalava. E ainda por cima, o pedalar e o movimento das pernas me excitaram, e a pica subiu antes de eu entrar no trampo. Ela sempre ficava pra frente, fazendo uma barraca, era bem difícil esconder a ereção. Mas larguei a bike, levantei a pica por cima da calça e ajustei com o cordão dela, e puxei a camiseta um pouco mais pra baixo do normal. Entrei na empresa e cumprimentei todo mundo com um bom dia. Nessa hora, notei que minha supervisora tava olhando pro meu volume. Não liguei e sentei pra trabalhar na minha máquina, que fica na frente da mesa dela. Ela de lá consegue ver minhas pernas, meu volume e tudo. Depois de uma hora mais ou menos, a pica baixou. Na máquina tem dois pedais, e isso me faz ficar com as pernas abertas. Lá pela metade da manhã, fiquei sem matéria-prima pra continuar operando, então fui pro depósito, que é um lugar pequeno onde a gente se abastece pra não faltar nada. Me abaixei pra pegar um rolo de plástico e a calça rasgou entre as pernas. Comecei a rir baixinho pra ninguém ouvir, quase caí e isso fez a calça abrir um pouco mais. A pica escapou pra fora. O pau e os ovos dele, como não tinha ninguém por perto, levantei o rolo e quando segurei ele no meu peito, apertei forte contra mim e tirei uma mão para abaixar a calça. Saí do depósito e fui direto pra minha máquina, arrumei o rolo e me sentei. Esperava que ninguém notasse o rasgo na calça, e foi assim durante todo o trajeto. Mas quando me sentei e comecei a pisar nos pedais, meu pau e meus ovos podiam ser vistos de onde minha supervisora estava sentada. Ela não tinha percebido isso porque estava anotando umas coisas no computador. Eu me concentrei em produzir e esqueci o perrengue da calça. Levantei a cabeça e vejo minha supervisora olhando pro meu pau pequeno e meus ovos recém-depilados. Parecia estranho ela não falar nada sobre a situação. Ela estava tão entretida que vi ela passar a língua nos lábios, se lambendo. Essa situação me deu muito tesão, e o que mais me matava era que a fricção e o movimento das pernas, junto com o que eu via, estavam fazendo meu pau endurecer de novo. Ela continuava olhando, e eu tentava não olhar pra ela pra não perceber, então olhava de vez em quando. Meu pau tava duro de novo, e ainda por cima ela, com 55 anos, tem um corpo de uma garota de 25. As medidas dela são: 100, 70, 90 mais ou menos. Ela se cuida muito, sai pra caminhar e tudo. Ela sempre vai bem vestida e com um decote. Eu nunca conseguia disfarçar ao ver o decote dela, mas hoje era diferente. Agora era ela que não conseguia disfarçar ao ver meu pau. Além disso, ela tá separada há 3 anos. Não imaginava que ela sentisse falta de sexo, sendo tão gostosa. Ela parou de olhar pro meu pau e me olhou nos olhos. Não disse nada, e eu me fiz de besta. Continuei trabalhando como um bom funcionário que sou. Essa com certeza foi uma manhã longa. A jornada de trabalho não acabava mais. Meu pau demorou pra baixar, e eu via de canto de olho minha supervisora, que de vez em quando me olhava. Ainda por cima, eu também podia ver como meu pau saía da calça, mas não podia me levantar e ir ao banheiro porque todo mundo ia notar. Pelo menos debaixo... Da minha máquina, só uma pessoa podia notar, e ela não dizia nada, só ficava me olhando. A pica broxou na hora, e quando isso aconteceu, antes de levantar da máquina, eu baixei a calça e me tapei com a camiseta pra não aparecer nada. Andava com as pernas fechadas pra isso. Chamei minha mãe pra vir me buscar. Ela colocou a bicicleta no porta-malas do carro sozinha, porque eu não podia por razões óbvias, e fomos embora. Aí mostrei pra ela direitinho como a calça tinha rasgado. Ela disse que ia costurar e que até a noite estaria pronta. Aquele dia foi tipo um estalo no meu trabalho. Algo me dizia que ia mudar, mas não sabia o quê ou como, era só um pressentimento. Quando cheguei em casa, contei o que aconteceu pra minha família, eles riram de mim. Óbvio que falei que a calça tinha rasgado, não que a pica tinha subido. Mas o que deixou eles surpresos foi que minha supervisora me viu e não falou nada. Meu pai disse: "Parece que ela não acha o nudismo tão ruim assim, afinal". Além desse acontecimento, não rolou nada importante ou que chamasse a atenção durante o dia. Foi um dos mais tranquilos dos que estavam por vir. Minha mãe me devolveu a calça e tinha feito tipo uma braguilha com zíper. Se gostaram, comentem e avaliem pra eu poder continuar o relato da chácara nudista 7...

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