Mami 3 🙊 (conto ilustrado)

Abri os olhos de manhã e tinha a mamã pelada do meu lado, dormindo tranquilamente de barriga pra cima com os peitos de fora. O lençol só cobria ela até a cintura e na cama mal cabíamos nós dois. Não, o que rolou ontem não tinha sido um sonho, ontem eu tinha gozado dentro da mesma buceta de onde saí há 21 anos. Porra, que loucura. Como é que a mamã ia reagir quando acordasse, sóbria, e percebesse completamente o que tinha acontecido? Não queria nem pensar nisso. Lá pelas 7:30 levantei pra fazer meu café da manhã e comecei a sentir uma ressaca do caralho. A sala estava um caos: garrafas de refrigerante e álcool, sutiã, fio dental, cueca... Parecia um puteiro. E ainda por cima, hoje eu tinha que ir pra aula. Ainda bem que entrava às 11 e era só uma hora. Às 8, o despertador tocou. A mamã acordou e começou a ficar meio nervosa, e eu me aproximei. Ela tava pelada, jogada na minha cama, com as mãos na cabeça. Porra, porra, porra, porra! Merda! O que foi? Como assim o que foi? Caralho, Dani, somos uns idiotas. Por quê? Por quê? Você acha normal a gente ter transado? Nós dois estávamos morrendo de vontade um do outro, né? Não vejo nada de errado. Nada de errado? Você não vê nada de errado em eu acordar com resto do seu gozo na buceta? Porra. Relaxa, mamã. Pensa com calma, o que muda na nossa relação? O fato de eu ter chupado seu pau, Daniel. Já disse, por que isso muda nossa relação? Porque em outros países eu estaria morta pelo que fiz. É, e em muitos países também é crime ser gay. Por sorte, aqui somos mais civilizados. Você tá tentando me convencer de que é normal transar com meu filho? Sim, porque é. Dois bons amigos não podem foder? Claro. Então? Mas você e eu não somos... Sim, somos. Também somos mãe e filho? Sim, mas somos mais melhores amigos do que mãe e filho, não somos? Sim. Então pronto. Conhecemos nossos gostos na cama, nos atraímos fisicamente e curtimos algo que é o pau, ponto final. Porra, Dani. Você Você tava procurando um cara pra transar sem ter que ter namoro e essas merdas no meio, eu tava atrás de sexo porque no meu relacionamento não tenho. A gente se junta e fode pra caralho, né? Todo mundo feliz. Você fala como se fosse tão fácil... Porque é, porra. Nosso relacionamento vai continuar idêntico, como sempre. Só vai mudar que quando der vontade e a gente estiver com tesão, em vez de bater uma, a gente se satisfaz junto. Você acha mesmo, de coração, que a gente tá fazendo certo? Sim, é algo natural. Entendo que socialmente não seja aceito, mas não vejo nada de errado. A gente pode curtir vendo um filme, fazendo esporte e transando juntos. E nada disso muda o relacionamento. Você é um filho da puta... Me convence até a fazer pacto com o diabo. É que é algo normal, porra. Não se estressa. Pra isso que inventaram o termo "amigos com benefícios". Tá bom. Nem preciso dizer que isso não pode vazar daqui, né? Óbvio. Daqui, hein. Pode crer, mãe. Isso é nosso. Tá bom. Caralho, Dani... Em que puta merda a gente tá se metendo. Em nenhuma. Não tem problema nenhum. Achava que a mãe ia me dar mais trabalho, mas ela gostou tanto de como eu comi ela que nem precisei insistir muito. O que você vai fazer com a Andrea? Sei lá... Tô apaixonado por ela e tal, mas desde que não... Pois não sinto o mesmo, pra que vou te enganar. E você traiu ela. Sei, mas ela nunca vai saber disso. Além disso, se ela não quer transar comigo, o melhor pro relacionamento é eu procurar em outro lugar. Sei lá, dói, mas acho que o melhor é terminar com ela. Você ama ela? Pra caralho. Então por enquanto não deixa ela escapar. Se você ver que não sente mais o mesmo daqui um tempo, você sabe. Tá bom, vou fazer. Não entendo como essa mina não quer transar com você. Provavelmente, você é o cara que melhor me comeu em muito tempo. Caralho, que orgulho, ainda mais que você não comeu só dois ou três. Tá me chamando de promíscua? Não, não. Tô te chamando de sexualmente ativa, que Não tem nada de errado. Ah, tá. Tava pensando. Você também fode muito bem. E olha, nem vou falar de como você usa a boca. Bom? Bom é pouco. Não sei como não gozei nos primeiros dois minutos. Todo cara devia provar isso pelo menos uma vez na vida, por lei. Nem fodendo, meus boquetes são de uso exclusivo. Poucas pirocas eu chupei na vida. Não tô reclamando, não. Mesmo sendo só amigos com benefícios, você pode foder quem quiser, hein. Tendo o que tenho em casa, pra que vou procurar fora? Você me fode como ninguém. Mas, se quiser, não tenho problema. Só que sempre com camisinha. Agradeço sua oferta, mas pra levar uma pirocada meia-boca e de camisinha, prefiro a qualidade suprema. Menos reclamação ainda, exclusividade total. Ei, de onde você tirou essa rola? Do seu pai não pode ser. Ele tinha pequena? Não era minúscula, mas não igual a você. Eu tenho grande, sim. Você é mais gostosa... As coisas como são. Com a Andrea, muitas vezes tive que parar porque tava machucando ela. Poxa, que pena, porque não aproveitar isso... Agora tem alguém que aproveita bem aproveitado. Burra eu não sou. Vou tomar café, tá? Beleza. Entre a conversa da minha mãe, tomar café, preparar tudo e me vestir, já eram 10 horas. Às 10:20 eu costumava encontrar a Andrea quase todo dia pra pegar o ônibus que levava a gente pra faculdade. Hoje era um desses dias. Quando vi ela, me senti um lixo. Eu tinha traído ela. Tinha escondido da minha mãe que ontem tinha fodido com ela pra poder foder ela. E ela, com o mesmo sorriso de sempre, sem nem imaginar o que o namorado dela tinha feito com a sogra. Mas, depois penso e compensa totalmente. Quem não ia querer resolver o único problema do relacionamento sem machucar a namorada e saindo totalmente satisfeito? Meu problema era que eu transava pouco, e tendo a minha mãe disponível em casa, isso ia se resolver. Chegamos na aula na hora. Como saímos muito cedo, decidimos ir pra um parque que era bem comum pra gente desde que éramos namorados. Lá a gente já tinha feito de tudo, desde conversar numa boa até foder atrás dos arbustos, passando também por brigar por besteiras que casal tem. De manhã tava bem tranquilo, só passavam uns velhos passeando e os pombos fazendo presença. A gente sentou num banco com um saco de batata frita e começou a falar das nossas coisas, mas a Andrea percebeu que a mãe dela trabalhava até às cinco da tarde, então pegamos o bus de volta e fomos pra casa dela. Lá, como de costume, a gente via coisas na TV até ficar entediado e cada um pegava o celular pra ver outras coisas. Ela pegou o meu e começou a olhar o Twitter. Viu um anúncio de um site de roupa e tirou print de um artigo. Quando foi mandar pro celular dela, na galeria, tava o vídeo que eu gravei ontem da minha mãe. Porra, tinha esquecido de colocar no oculto. Tentei bancar o doido e pegar o celular, mas já era tarde demais. Que buceta é essa aqui? Não, não, não abre. É um vídeo pornô que me mandaram. Mas ela abriu. Assim que viu os primeiros segundos, a cara dela mudou completamente. Era um poema. Que porra é essa de putaria, Daniel? É a sua maldita mãe se tocando. Andrea, olha... Mas que buceta faz isso no seu celular? Por que caralhos você tem isso, Dani? Andrea, deixa eu explicar. A gente tava jogando ontem... Você tem coragem de me dizer que tava jogando? Você tem um puta vídeo da sua mãe se dedando e me vem com papo de jogo? Andrea, a gente bebeu uns copos, tava muito bêbado e jogamos uma espécie de strip-poker. Quem perdia tinha que se pelar e fazer algo sexual, e o outro podia gravar. Esqueci de apagar, desculpa. E você me fala isso como se fosse super normal. Que tipo de doente do caralho joga de se pelar e fazer coisas sexuais com a mãe? A gente se dá muito bem, você sabe. Não temos vergonha de falar desse tipo de coisa. Daniel, não é falar, é ter a sua maldita mãe masturbando na frente. E além disso, você é tão filho da puta doente de gravar isso. Me desculpa, minha vida, de coração. Ia apagar, mas juro por tudo que é mais sagrado que esqueci completamente. A gente tava tão bêbado que fui dormir cinco minutos depois. Eu surto, sério. E pra que caralhos você queria gravar? Porque era parte do jogo. Depois de gravado, a gente tinha que ver e apagar, mas nós dois esquecemos. Com que cara de puta eu olho pra sua mãe agora? Me perdoa, de verdade. Você se tocou com ele? Não! É minha mãe. Depois de me contar que vocês brincaram de se pelar e gravar, você acha que eu me surpreenderia com alguma coisa? Me desculpa muito, Andrea, tinha que ter apagado, mas não lembrei em nenhum momento. Preciso ficar sozinha, Dani. A gente conversa daqui uns dias. Desculpa, meu amor. Tá bom, não insiste mais. Só uma pergunta: vocês já fizeram isso mais vezes? Não, foi a primeira vez. Certeza? Certeza absoluta. Tá bom. A gente se fala. Andrea foi embora sem nem me dar um beijo. Eu me sentia um lixo, em grande parte porque nem tinha conseguido contar tudo pra ela e menti como um verdadeiro filho da puta. Obviamente, nem passou pela cabeça dela que a gente tivesse transado. Que namorada ia pensar que o namorado dela traiu ela com a própria mãe? No caminho pra casa, não parava de pensar: as mentiras pra minha mãe, as mentiras enormes que tava contando pra Andrea, o mal que tava causando depois dela ter visto aquele vídeo... Tava pensando em terminar o relacionamento com ela, mesmo sendo a pessoa (junto com a mamãe) que eu mais amo no mundo, sem dúvida nenhuma. As coisas não podem ser feitas no calor do momento, então só deixei quieto até ficar mais calmo. Quando entrei em casa, tinha que disfarçar completamente o que tinha acontecido. Tarefa difícil, minha mãe me conhece perfeitamente. Não podia contar por nada nesse mundo o que a Andrea tinha acabado de ver: se a mamãe descobre que ela viu aquele vídeo porque eu não apaguei, é claro que Nossa, como tá nossa relação de putaria. Pra evitar que no futuro mais ninguém pudesse ver, coloquei numa pasta totalmente oculta. Oi. Oi, Dani. Beleza? Bem, bem. Saí da aula um pouco mais cedo e fui dar uma volta com a Andrea. Tudo bem? Sim, ótimo. Fico feliz. Marquei com a galera daqui a pouco pra ir jogar umas "partidas" na casa do Javi. Beleza. Não vai comer nada? O que você quer que eu coma exatamente? Cê pensa com a pica, idiota. Bem que você gosta. Não, relaxa, já comi um troço e não tô com muita fome. Bom, como você quiser. E aí, como foi sua manhã? Como sempre, trabalhando igual uma filha da puta. Tive que passar uns relatórios pros chefes e ainda tenho trampo. Porra, que merda. Bom, já tá acabando. Isso aí. Ó, vou aproveitar pra terminar umas coisas da aula antes de vazar. Beleza. Até já. Mal deu tempo de fazer nada da aula. Quase que foi chegar, descansar um pouco, me arrumar e sair. Me despedi da minha mãe com um beijo de língua, nada de dois beijos, algo que mostrava que a nova relação tava se firmando e normalizando aos poucos. Cheguei na casa do Javi umas 16:30, pegamos umas latas de cerveja com o resto dos amigos e passamos quase a tarde toda jogando FIFA e NBA 2K. Enquanto todos os parceiros contavam suas tretas com as namoradas ou com as ficantes, eu não podia nem queria abrir a boca. De qualquer forma, se pudesse, ninguém ia acreditar. Olha só, esses putos não iam querer foder igual porcos a minha mãe, toda vez que eu levava alguém em casa eles falavam. Também a Andrea, com certeza. Agora sou eu o sortudo que pode comer as duas. Falando na Andrea, decidi mandar uma mensagem perguntando como ela tava. Não tinha falado comigo o dia todo, lógico. Ela respondeu umas 20:00, quando eu tinha acabado de me despedir dos meus amigos e tava indo pra casa. Como era de esperar, ainda tava puta comigo e respondia com monossílabos até que acabou me deixando no vácuo. Li. Não quis sobrecarregar ela mais, afinal sabia que tinha cagado no pau e entendia que ela não quisesse falar comigo. Cheguei em casa e lembrei o sortudo que era. Mal abri a porta, vi a gostosa da minha mãe com um vestido de verão, decotado pra caralho e tão curtinho que dava pra ver tudo aquilo que eu tinha gozado ontem. Porra, como ela consegue me impressionar tanto depois de ter visto ela pelada e ter comido ela. Oi, Dani. Caralho, mãe. O que foi? Que você tá uma delícia. Que direto. É que esse vestidinho caiu um absurdo em você. Foi pra isso que eu vesti. Pra me deixar de pau duro? Que vício do caralho você tem. Com você no meio, normal. Quer jantar alguma coisa? Quero ir direto pra sobremesa. Passei a mão na buceta dela aproveitando aquele vestido curto de puta que ela tava e comecei a roçar com meus dedos até que timidamente enfiei um. A vagabunda já tava soltando uns gemidinhos e me devorando com o olhar enquanto segurava meu pau por cima da calça de moletom, mas ela decidiu parar de repente. Vamos jantar alguma coisa, vai. A sobremesa fica pra depois. Tô com um tesão do caralho... E eu também, Daniel, mas primeiro vamos jantar. Concordei meio contrariado, tava afim de foder ela em cima da pia como se não houvesse amanhã. Jantei o mais rápido que pude pra ir direto ao assunto, mas a safada começou a enrolando e quis ver um pouco de TV. Chegou num ponto que eu não aguentava mais. Acho que já é hora de ir pra cama. É? Você acha? Sim, amanhã tenho aula cedo. Vai dormir na sua cama? Não, se você me acolher na sua, não. Pô, isso tá garantido. E ainda falta a sobremesa. Um copinho de porra? Do que precisar. Eu e minha mãe começamos a nos beijar de língua no sofá. Ficamos com um tesão do caralho. Enquanto eu tocava o clitóris dela, ela meteu a mão na minha cueca e começou a massagear minhas bolas. Pouco depois, começou a mover pra cima e pra baixo e vice-versa meu pau, que já tava durasso. O vestido de puta que deixava ver metade dos peitos e a buceta eu adorava, mas gostava muito mais de ver os peitos dela descobertos colados em mim. Rasguei o vestido dela e a deixei nua na minha frente de novo, igual ontem. Hoje também não era um sonho. Inclinado, fazendo meio-papai-e-mamãe, enfiei e tirei a pica com força umas duas vezes, mas queria foder ela de outro jeito. Aqui não é tão confortável ficar de quatro. Vamos pra cama. Fomos pro quarto e coloquei minha mãe de quatro pra fazer de tudo, mas dessa vez ia ser ela quem ia pedir o que queria. Que tesão que dá sua bunda. Me fode pelo cu. Sim? Quero ser a primeira que vai arrebentar meu cu. Você vai ver. Tava meio nervoso. Não só ia foder ela de novo, como era a primeira vez que ia ter sexo anal. Enfiei os dedos devagar pra ela ir dilatando e poder meter enquanto acariciava o clitóris dela, e a filha da puta parecia que ia gozar ali mesmo. Que gemidos do caralho. Mete logo. Tem certeza? Me fode. Você me avisa se doer. Vale. Passei muito lubrificante no cu dela e na minha pica e, como ela pediu, enfiei o pau. Pelo grosso do meu pau, custou um pouco pra entrar. A sensação foi muito estranha no começo, mas em poucos segundos me senti numa nuvem de putaria. Abri os olhos e vi minha mãe gemendo igual uma gostosa que era enquanto eu tava fodendo ela pelo cu, e fiquei com ainda mais tesão. O que achou da minha bunda, amor?Mami 3 🙊 (conto ilustrado)É a puta, caralho, mãe. Tô te desvirgando, hein. Que gostosa você é. Cala a boca e me fode. Continuei fodendo o cu dela enquanto puxava a gola e a safada gritava igual uma puta no cio. De vez em quando eu tirava a pica pra roçar no clitóris dela e enfiava de novo, isso deixava ela louca de tesão. Ela gozou sem precisar de mais nada. Ahhhh ahhhhhhhh, porraaaaaa, Daniel. Como você gosta de ser fodida, Promíscua. Que rápido você goza. Me fodendo assim normal. Depois de mais umas metidas, senti que era minha vez. Quer a porra no cu? Melhor na boquinha. Pra mostrar que é uma verdadeira porca, ela saiu disparada pra enfiar minha pica na boca. Me chupou por uns segundos olhando nos meus olhos e meu pau já não aguentou mais: joguei uma boa gozada na boca dela. Pô, até sua gozada é a melhor que já engoli. Não me fala isso que eu te dou outra em dez minutos. Kkkkkkkkkk, você é um tarado. Olha quem fala... Shhh, isso nunca aconteceu. Às suas ordens. Que tal essa primeira vez? Amei, senti ela bem apertada. Dá pra ver que você gosta e que fode pra caralho. Mas eu fico com o tradicional. Bom, não precisa escolher um ou outro. Na variedade é que tá a virtude. Assino embaixo. Como eu fui? Pra primeira vez, muito bem. Às vezes você não controlava e me machucava um pouco, mas a prática leva à perfeição. Vai ter que continuar me ensinando. Disso pode ter certeza. Te amo, mãe. E eu também, querido. Aliás, adoro quando você me chama dessas coisas. Do quê? Promíscua, puta... Porra, e eu adoro te chamar. Todo mundo ganha. Então sem reclamação. Bom, só uma. Qual? Quando você gritar meu nome gozando, sou Maria, não sou mãe. Pode alternar enquanto a gente fode também. Assim não me sinto tão culpada. Perfeito, Maria. Então... fodamigos? Mãe e filho, amigos... Então sim, também fodamigos. Eu e a mãe fomos dormir, abraçados, como duas pessoas que se amam mais que tudo no mundo. mundo, eles têm uma relação perfeita de mãe e filho e, além disso, compartilham um hobby saudável por sexo na intimidade deles. Meu sonho se realizou.vadia

1 comentários - Mami 3 🙊 (conto ilustrado)

Estuvo bueno el capítulo o ya no hay más? Me extraña que ella se asombre sobre tu miembro, luego diga que tú padre no la tenía así, si es tu madre debe reconocer algo de tu padre en ti, o no era tu padre, simple curiosidad bro, a ver como sales del lío
ese culo ha recibido tantas vergas que ya ni reconoce cual es la que lo hizo
@landronrivera93 queda aclarada la duda entonces Jajajaja con razón