Quando eu tinha 17 anos, como todo garoto nessa idade, comecei a sentir intensos e incontroláveis desejos carnais pelo sexo feminino, já que todas as mulheres me pareciam desejáveis, as jovens por serem jovens e as mais velhas por terem aquele atrativo da experiência. Eu batia punheta continuamente, pensando em todas as garotas que passavam pela minha cabeça: minha vizinha, minhas colegas da escola, alguma amiga da minha irmã, as estrelas da televisão, enfim, eu estava bem tarado. O fato é que naquela época despertou em mim uma grande atração pela minha irmã Noelia, que tinha 20 anos e estava uma gostosa (e ainda está). Todos os meus amigos me diziam que eu tinha uma irmã que não merecia de tão gostosa que ela era, que ela era uma delícia, que tinha um corpo de loucura, etc… A questão é que, talvez encorajado por eles, comecei a reparar nela mais como mulher do que como irmã e aos poucos percebi o que tinha em casa. A Noelia é alta, mais do que eu, com cabelo castanho, longo, quase até a metade das costas, os olhos dela são muito bonitos, cor de caramelo, os lábios grandes, muito sensuais e com uma cor rosadinha que os torna bem desejáveis, tem um rosto lindo, os peitos redondos, duros e muito bem posicionados, a bunda impressionante, daquelas bundinhas que você sempre quer acariciar e chupar como se fosse um doce, as pernas lindas, longas, bem morenas e com umas coxas divinas. Enfim, ela era e é um docinho. Talvez vocês achem que eu esteja exagerando, mas não é o caso, porque muita gente fala isso e ela é daquelas garotas que faz todos os caras virarem a cabeça na rua pra olhar, ela está um espetáculo, sério. Com 20 anos, ela estava mais do que apetitosa e, graças à sua beleza, podia se dar ao luxo de trocar de namorado quase toda semana. Além disso, ela sabia como ficar ainda mais linda, vestindo roupas justas, vestidos curtos e colados e fazendo aqueles movimentos que me deixavam louco. Até então, só tínhamos compartilhado nossas brincadeiras infantis como irmãos, mas depois não conseguia evitar me sentir muito atraído sexualmente por ela. Eu já tinha começado a observar mais a Noelia, mas a primeira vez que a faísca saltou em mim e desejei minha irmã como mulher, num instinto animal incontrolável, foi numa manhã de verão, num daqueles dias em que eu acordava com um tesão matinal típico de adolescente. Logo que pulei da cama, passei pela cozinha e lá estava a Noelia, preparando seu café da manhã. Ela usava um camisola bem curtinha e, justo quando eu passava pela porta, a vi agachada na frente da geladeira procurando algo. A visão de suas longas pernas morenas, junto com sua postura mostrando a calcinha enfiada naquele rabo lindo, me deixou igual a um touro, porque meu pau ficou duro igual pedra. Por um momento senti o instinto de botar a mão nela, mas não fiz, claro. Espiando, escondido atrás da porta, observei todos os seus movimentos, conseguindo uma ereção maior que o normal. Pela primeira vez, fiz uma punheta monumental no banheiro pensando na minha irmã, sentindo um prazer maior que outras vezes, até que os jatos de porra chegaram a respingar no meu rosto. Assim, pouco a pouco, cada dia que passava eu a desejava mais e mais, e me atormentava com a ideia de acariciá-la, beijá-la e enfiar até o fundo. Por um lado, eu achava que aquilo não estava certo, mas meu pau não pensava igual. Outro dia, Noelia me deixou ligado de novo. Ela tinha comprado uma calça creme bem justa e, quando eu estava no meu quarto deitado na cama ouvindo música, ela entrou de repente com aquela calça que ficava incrível nela. Ela se posicionou bem perto de mim e, dando uma girada, perguntou: — "E aí, como ficou?" — Seus movimentos sensuais conseguiram uma nova ereção no meu pau. Respondi meio atordoado, observando suas coxas apertadas sob aquela roupa colada e como sua bunda aparecia mais redonda e empinada: — "Ficou muito boa em você" — "Não tá marcando muito aqui?" Ela fez essa pergunta inocente, apontando sua buceta. Bom, eu achei que ia explodir, enquanto meu pau pulsava de excitação. Sua bucetinha estava marcada lindamente, um pouco inchada e o tecido entrava um pouco no seu grelinho, o que, junto com a cor do short cor de pele, fazia parecer que ela estava nua da cintura para baixo. Tentei responder com naturalidade: — "Não, na verdade fica muito bem em você, sério" — Depois ela saiu do meu quarto balançando os quadris com movimentos enlouquecedores, virou-se para mim ao chegar na porta e sorriu maliciosamente. Eu tinha certeza de que ela tinha notado minha ereção e sabia que isso me deixava com tesão, que me deixava louco e me provocava ainda mais sabendo disso. Assim que a porta fechou, tirei meu pau preso para fora e me masturbei de novo com vontade, porque não conseguia tirá-la da cabeça. Outras vezes, eu a espiava quando ela estava no quarto só de calcinha e sutiã, ou quando estava depilando as pernas, ou quando estava dormindo na cama coberta apenas com um camisolão curto. A cada dia que passava, eu gostava mais e mais dela. Uma vez, eu estava jogando no computador que a Noelia tinha no quarto dela, quando de repente, ela entrou coberta com uma toalha, recém-saída do banho. Ela estava linda, com o rostinho brilhante, seus olhos bonitos, o cabelo molhadinho e o corpo coberto por uma toalha branca. Ela estava secando o cabelo com outra toalha e me perguntou: — "O que você está fazendo?" — Eu disfarcei e disse que estava fazendo um trabalho para a aula. — "Eu queria me vestir…" — "Mas é que eu tenho que terminar isso…" — A verdade é que eu não tinha que terminar nada, mas disfarcei, com a intenção de que, se tivesse a oportunidade de ver como ela se vestia, ou melhor, se despia, essa poderia ser uma boa oportunidade. Talvez minha jogada desse errado e ela fosse se trocar no banheiro. Mas, felizmente, não foi assim. — "Bom, se você prometer não se virar, eu deixo você continuar com sua tarefa" — Eu achei que estava no céu, porque, posicionando a tela do computador estrategicamente, eu podia vê-la se vestindo perfeitamente, refletida no monitor. Não era que a visão fosse perfeita, mas me contentei. Como um bom menino, respondi: "Tá bom, prometo que não vou me virar." Em seguida, de costas para mim, ela deixou a toalha cair no chão, mostrando-me no reflexo do computador sua figura esplêndida completamente nua: suas costas molhadas, sua bunda redonda e suas pernas... Eu já estava armado de novo e pensando na punheta que ia bater depois. Depois, ao secar o corpo todo, pude vê-la de perfil, numa imagem ainda mais maravilhosa de sua silhueta, com seus peitos lindos, sua barriga lisa, suas coxas... Ela começou a passar um creme por todo o corpo, acho que era body milk ou algo assim. Que loucura, ver o creme sendo espalhado nos peitos enquanto ela os apertava nas mãos, e depois passando a mistura nas coxas, nos braços, na cintura... Eu estava babando. Depois ela se virou mais um pouco e pude contemplá-la de frente: seu rosto, seus peitos, seu umbigo, suas pernas e, claro, sua bucetinha bem aparadinha. Tive que escurecer a imagem do monitor para observá-la melhor, e eu pensava que ia morrer, meu pau não aguentava mais na prisão. Ela colocou uma perna na cama e começou a se tocar na virilha, acho que olhando os pelos do púbis para ver se estava bem depilada, e com certeza estava. Continuou assim tocando as virilhas e seus pelinhos, eu não sabia se ela estava excitada, mas parecia que sim, talvez porque eu estivesse ali, ou talvez ela soubesse que eu a estava observando refletida na tela e estivesse me oferecendo um belo show. O fato é que ela não parecia se importar que eu estivesse ali, mesmo de costas para ela. Depois, pegou uma calcinha branca na gaveta, ajustou-a em seus quadris lindos e em seguida colocou um sutiã branco também. "Já estou visível." Eu me virei e ela ainda estava de roupa íntima. Fiquei olhando para ela embasbacado, e ela percebeu e sorriu de novo com malícia. Depois, vestiu uma calça jeans e uma camiseta, secou o cabelo com o secador de mão, se aproximou de mim por trás e me deu... um beijo na bochecha, impregnando-me com seu cheiro de mulher. - "Até mais, irmãozinho" Ela saiu do quarto com um balanço engraçado dos quadris. Eu me levantei, bem empinado, e peguei a toalha com a qual ela tinha se enxugado e que ainda estava jogada no chão. Aproximei-a do rosto e fiquei cheirando, soltava um aroma delicioso e ali mesmo me masturbei, gozando em cima da toalha. A noite de São João daquele ano fui convidado pela Noelia para uma fogueira que os amigos dela faziam no jardim de sua casa. Ela estava lindíssima com uma minissaia branca, um top verde com o umbiguinho à mostra e uns sapatos de salto. Normalmente não saía com ela nem com os amigos dela, mas naquele dia não hesitei em acompanhá-la com sua turma, que, por sinal, os caras estavam todos loucos por ela. Minha irmã tinha umas amigas que estavam muito gatas, mas não tanto quanto ela, sem dúvida era a mais gostosa de todas. Acendemos a fogueira, bebemos umas litronas e com um cassete colocamos alguma música, ficamos dançando, rindo e bebendo a noite toda. Em uma das músicas lentas, eu fiquei sentado numa espreguiçadeira enquanto quase todos os outros estavam emparelhados. Noelia estava dançando com Juan Luis, um dos amigos dela, bem coladinhos, e as mãos dele deslizavam pelas costas e pela cintura dela, chegando até a roçar na sua bunda. Eu estava com um pouco de ciúme, pois queria estar no lugar do parceiro dela. De repente, meu sonho se realizou e minha irmã se dirigiu a mim me convidando para dançar: - "Vamos, dança comigo, Raúl" – "Mas eu não sei…" – "Bom, não importa, eu te ensino". Ela me agarrou pela mão e me puxou para dançar. Nossos corpos se chocaram e eu pensei que tinha ido para o céu. - "Vamos, me abraça pela cintura" Enquanto me ajudava a apertar sua cintura, ela colocava as mãos nos meus ombros. Desajeitadamente, comecei a dançar e Noelia ia corrigindo meus movimentos. Que maravilha poder acariciar sua cinturinha nua. - "Cola mais em mim, bobo, que eu não mordo" Nossos dois corpos se juntaram ainda mais. Seus peitos se espremiam no meu peito, já que ela era um pouco mais alta que eu, meu pau de novo estralando de duro se apertava contra a barriguinha dela e ela devia sentir, mas não parecia se importar. De repente ela me perguntou: - "Fica com tesão dançando comigo?" Acho que fiquei vermelho que nem um tomate e respondi um "Sim" quase inaudível. Ela sussurrou no meu ouvido como um ronronar: - "É divertido, né?" Será que ela também ficava excitada dançando comigo? Ficamos assim enquanto durou aquela música, que pra mim passou rápido. Depois tocou uma música mais animada e depois de algumas danças e algumas doses, voltamos pra casa bem tarde. Chegando no prédio, ela passou na minha frente, me oferecendo suas pernas espetaculares por trás, subindo a escada. E se eu enfiasse minha mão entre as coxas dela?, pensava comigo. Não fiz. Fomos cada um pro seu quarto dormir e claro, eu mandei ver em mais uma das minhas punhetas ardentes pensando nela. Uma manhã, eu estava tomando banho tranquilamente, quando percebi que alguém tinha entrado no banheiro. De repente a cortina do box foi aberta completamente, aparecendo minha irmã usando só um biquíni minúsculo azul celeste, que mal dava conta de cobrir seus peitos lindos e cobria só o necessário o triângulo da sua buceta maravilhosa. Sua pele morena se destacava naquele biquíni reduzido. Fiquei boquiaberto observando sua figura. Sem se importar que eu estivesse pelado, ela deu uma girada em si mesma e perguntou: - "Comprei esse biquíni, acha sexy demais?" Na hora e feito uma mola, meu pau ficou mais duro que nunca, numa ereção incontrolável. Os olhos dela foram direto pro meu pau duro, que eu tentei tampar bem envergonhado. Ela deu uma gargalhada dizendo: - "Tá vendo? É muito sexy mesmo". Depois saiu do banheiro e ainda pude ouvir as risadas dela pelo corredor. Como essa putinha me deixava excitado, ela me deixava louco. Comecei a me masturbar com vontade pensando em como ela estava gostosa com aquele biquíni, quando percebi que alguém me espiava por uma abertura da cortina do box. Era ela de novo. Ela abriu a cortina outra vez. Me pegou no flagra!… Com seu sorriso malicioso, ela perguntou: - "Você está se masturbando por minha causa?" – Por um momento, não soube o que responder, achei que ia morrer, porque com certeza ela ia contar pros meus pais. Tentei disfarçar. - "Não, não, só estou me ensaboando" Ela riu com vontade de novo. - "Qualé, cara, eu não sou boba" . Seu corpo espetacular ficava ainda mais destacado com aquele biquíni e meu pau não tinha baixado absolutamente nada. Sem tirar os olhos do meu pau, que estava preso entre minhas mãos, ela disse: - "Por mim, pode continuar… você não vai ficar assim" – Depois, ela foi embora e pude ouvi-la rir de novo. Depois que ela foi embora, continuei me masturbando, imaginando ela com seu biquíni e como ela chupava meu pau com seus lábios carnudos. Gozei, salpicando os azulejos com meu sêmen. Naquele dia, durante o almoço, ela não parava de me olhar e sorrir maliciosamente, enquanto meus pais pareciam não perceber. Como ela sabia, a safada, que eu estava completamente excitado só de olhar pra ela. Durante toda a tarde, ela passava por onde eu estava com seus movimentos insinuantes, seus sorrisos maliciosos, vestindo seu biquíni debaixo de uma camiseta bem curtinha que deixava ver sua bunda e suas coxas. Quando ela foi pra praia, eu bati mais quatro punhetas por causa dela. Depois do que aconteceu no dia anterior, parecia que Noelia fazia tudo de propósito: seus movimentos sensuais na minha frente, me provocando e me excitando, com suas calças justas, depois ela trocava de roupa e passava pelo meu quarto com um vestidinho curto de alcinhas, com um lindo decote. Depois, ela passava de novo pelo meu quarto de roupa íntima e outra vez coberta com um roupão amarelo depois de ter tomado banho. Uma dessas vezes, quando eu estava no meu quarto, ela me chamou do dela: - "Raúl, você pode me ajudar?". Quando cheguei ao quarto dela, ela estava sentada atrás da cortina da janela, em cima do peitoril, pintando as unhas das mãos de rosa claro. Ela estava encostada na parede com as pernas dobradas e coberta pelo seu curto roupão amarelo. A luz que entrava pela janela a iluminava como uma pedra preciosa, ela estava resplandecente, como podia ter uma irmã tão gata e tão gostosa assim? Não sabia se era um presente divino ou, ao contrário, um castigo do demônio, que me mostrava minha irmã e eu não podia experimentá-la. — "O que você quer?" — "Pode pintar minhas unhas dos pés? É que não percebi que devia fazer primeiro e minhas mãos estão recém-pintadas..." Ela sabia que eu não tinha a menor ideia de como pintar unhas, mas sem dúvida o que queria era me deixar com tesão. — "Eu? Mas eu não sei." — "Vem cá, é muito fácil, eu te ensino como fazer..." Que gata ela estava com o cabelo molhado e as pernas flexionadas. Eu estava de sunga e meu pau já começava a subir a cada momento. Com dificuldade, seguindo as instruções dela, comecei a pintar as unhas dos seus pés lindos. De vez em quando ela me corrigia: — "Assim não, bobo, assim." Eu levantava o olhar pelas suas pernas longuíssimas até seu rosto lindo, recém-saído do banho. Em um aparente descuido, ela entreabriu um pouco as pernas, e a abertura do roupão me permitiu ver boa parte das suas coxas e... que surpresa agradável! A apenas alguns centímetros, podia ver sua bucetinha, suas virilhas depiladas, seus pelinhos bem aparados formando uma fileira em volta de sua fenda rosadinha. Que maravilha! Não conseguia disfarçar uma ereção tremenda na minha sunga. Era a primeira vez que via uma xota e tão perto, que linda me pareceu. Ela percebeu e, sem separar as pernas, me perguntou: — "Gosta do que está vendo?" Eu fiquei meio sem graça e continuei fingindo, pintando suas unhas como se não tivesse ouvido o comentário. Ela soltou uma risadinha e, abrindo um pouco mais as pernas, disse: — "Vai, pode olhar, com certeza é a primeira buceta que você vê, não é?" Sem dúvida, ela adorava me fazer sofrer, mas eu não me importava, porque poder observar seu corpo magnífico era a coisa mais alucinante que podia me acontecer, poderiam cutucar que eu não sangrava… Eu olhei pra ela bem corado e disse: – "É, na verdade eu nunca tinha visto um". – "E…?, o que você acha?" – "Lindo". Ela parecia se divertir muito com a minha timidez e minha excitação. De vez em quando meus olhos não conseguiam evitar de olhar de novo pra sua buceta e ela parecia adorar, porque continuava naquela posição com as pernas levemente abertas. Que situação, que visão tão magnífica. Quando terminei minha tarefa de pintar as unhas dela, ela me agarrou pelo pescoço e me deu um beijinho leve, mas muito carinhoso, nos lábios. – "Obrigada, irmãozinho". Fui ao banheiro me masturbar de novo. Depois entendi que o pedido dela pra pintar as unhas não passava de uma estratégia pra me provocar e me deixar com tesão. Ao passar de novo pelo quarto dela, ela já estava vestida e me perguntou com seu sorriso malicioso: – "Já se aliviou?" Eu não disse nada, mas devolvi o sorriso. Vários dias depois, depois de várias sessões de exibição da parte dela e com grande arte, diga-se de passagem, porque a Noélia sabia se mexer com uma sensualidade absurda, com olhares que pra mim pareciam lascivos e com um jeito de se vestir tremendamente sexy, ela me convidou pra ir à praia com ela, já que as amigas não podiam ir. Acompanhei ela todo feliz. Ao chegar na praia, com muito erotismo, ela tirou o short jeans e a camiseta e por baixo estava com o biquíni azul minúsculo que a deixava ainda mais gostosa. Ao abaixar minha calça, ela pôde notar como meu pau marcava uma montanha debaixo da sunga. A filha da puta sabia que me tinha torturado e disse com ironia: – "Como esse biquíni te deixa excitado, hein?" – Depois de um tempo, ela pediu que eu passasse o protetor nela e eu fiz todo contente, ela soltou o cordão do biquíni, deitou de bruços na toalha e com a mão juntou o cabelo pra que as costas nuas ficassem livres e eu pudesse espalhar o creme. As costas dela são finas, muito macias e moreninhas, eu adorava tocar as costas dela e chegar a roçar o começo dos seios, mas também não tive coragem de ir além, depois passei mais creme por a parte de trás das suas coxas e vendo como sua calcinha pequena me mostrava um delicioso rabo. De boa vontade eu teria dado uma mordida. Achando que tinha acabado, ela me disse para continuar pela frente. Ela deitou de costas e, pah!, tirou o sutiã. Seus dois lindos peitos morenos apareceram pela primeira vez a poucos centímetros de mim, redondos, lindos e marcados por dois mamilos rosados que estavam eretos. Fiquei boquiaberto e de pau duro olhando para ela. - "Vamos, o que você está esperando? Nunca viu uns peitos?". A verdade é que sim, eu já tinha visto os de outras mulheres na praia e sempre gostava de observá-los, mas nunca tinha visto os dela e muito menos de tão perto. Comecei a espalhar o creme pela sua cintura, pelos seus ombros e seus braços, mas não me atrevia a passar minhas mãos pelos seus seios. Ela pegou uma das minhas mãos e colocou em seu peito direito dizendo: - "Vamos, bobo, passa o creme nos meus peitos senão eu me queimo, você não vai ficar tímido por causa disso, né? Somos irmãos…". Meu pau fazia força para sair da sunga. Lentamente comecei a passar o bronzeador em seu peito direito e depois no outro, e aos poucos fui perdendo a timidez e aproveitando aqueles peitos macios e fofos, que tinham um toque suave, muito suave, depois terminei com suas coxas e ela abriu um pouco as pernas, permitindo que eu espalhasse melhor o creme por todos os lados, de vez em quando meus dedos roçavam a costura da calcinha do biquíni, que delícia!. Depois foi ela que quis passar o creme em mim e primeiro me coloquei de bruços e suas mãos macias começaram a acariciar minhas costas, ela fazia isso muito suavemente, com muita ternura, depois minhas coxas e me virando, meus ombros, meus braços e meu peito, o que fez meu pene ficar ereto durante toda a operação. Embora ela percebesse perfeitamente minha situação apertada, não fez nenhum comentário como se fosse a coisa mais natural do mundo. Depois de um bom tempo tomando sol, decidimos dar um mergulho no mar. Brincamos na água, como sempre fazíamos, nos respingando e empurrando debaixo d'água, e fazendo nossas brigas como duas crianças, mesmo que já não fôssemos mais. De repente, ela mergulhou e desapareceu. Quando percebi, ela estava debaixo d'água entre minhas pernas e, de uma vez, puxou minha sunga até os tornozelos e nadou para longe com a peça nas mãos, me deixando pelado debaixo d'água. Senti um pouco de vergonha e quis me vingar, então nadei rapidamente até onde ela estava e tentei puxar sua calcinha, mas ela resistiu muito, reclamando, até que consegui deixá-la peladinha, levando sua calcinha comigo. Ficamos brincando assim por um tempo. Só conseguia ver seu corpo nu embaçado debaixo d'água, mas para mim era o suficiente, e só o fato de eu estar pelado e ela também era mais que alucinante. Depois devolvemos as peças, as colocamos debaixo d'água e voltamos para a areia para continuar tomando sol. Ela acabou cochilando, e eu não tirei os olhos dela nenhum momento, percorrendo todo seu magnífico corpão. No domingo de manhã, meus pais saíram de férias e nos deixaram sozinhos em casa, pois eu tinha que estudar para recuperar em setembro as matérias que tinha ficado, e Noelia também ficou porque tinha que trabalhar, já que ela era atendente em uma loja de roupas. Antes de partirem com o carro, meu pai nos disse sua frase de sempre: — "Comportem-se". Naquela mesma manhã, enquanto eu estava me barbeando no banheiro, pois já começava a ter barba de homem, minha irmã entrou e disse que estava com pressa e ia tomar banho, sem se importar que eu estivesse lá. Ela ficou de costas para mim, tirou a blusa que estava usando, soltou o sutiã, deixando-o cair no chão, e depois sua saia e sua calcinha, ficando pelada de costas para mim, mostrando seu corpo nu. De novo, meu pau ereto como uma mola. Com toda naturalidade, ela abriu as torneiras do chuveiro e, abaixando-se, testou a temperatura da água. Nessa posição, eu podia ver sua bucetinha... ela se destacava entre suas coxas e me mostrava de novo sua buçetinha. Entrou no chuveiro, enquanto eu terminava de me barbear, com uma ereção enorme. Aquela tarde e aquela noite minha irmã me provocava com seus vestidinhos, ou passeando de roupa íntima, ou fazendo aquelas poses tão sensuais. Depois de jantar um de frente pro outro, ela começou a comer uma banana, e eu não aguentava mais, seus lábios contornavam a ponta da fruta, depois com muita sensualidade ela chupava com a língua, pra depois dar pequenas mordidinhas enquanto me encarava fixamente. Ela estava me matando, todas suas insinuações e provocações eram demais pra mim e num surto animal pensei em estuprá-la ali mesmo, embora não soubesse se ela tinha noção disso, tive que me segurar. Os dois dias seguintes foram mortais pra mim. Meu pai tinha pedido que pintássemos as paredes da garagem, pois estavam cheias de manchas de umidade. O caso é que entre os dois nos dispusemos a pintar. Preparei as latas e os pincéis e quando Noelia chegou na garagem, eu fiquei de pau duro de novo ao vê-la. Como estava muito calor Noelia vestiu uma camiseta velha bem justa e curtinha que descobria sua cintura e umbigo, a camiseta colava tanto nas suas curvas que dava pra ver que ela não usava sutiã, desenhando seus peitos sob o tecido e ressaltando seus mamilos como dois botões, usava também uma calça de lycra azul, bem curta e super justa que chegava a mostrar o começo de sua bunda, além de marcar perfeitamente desenhada sua calcinha sob a calça. Eu me dediquei ao trabalho pesado, passando o rolo e ela usava um pincel fazendo os cantos e recantos onde eu não alcançava. Eu tinha a lata bem perto de mim e ela ia e vinha buscar tinta rebolando na minha frente e me deixando a mil. Acho que algumas vezes ela deve ter notado minha ereção sob a calça. Minha irmã não parecia satisfeita só em desfilar na minha frente e começou a se esfregar em mim de novo e de novo com seu corpo. Primeiro passou os peitos nas minhas costas Com a desculpa de pegar um pano ou pintar algum canto, toda vez que eu sentia os peitos dela nas minhas costas, meu pau dava um pulo. Depois, por um lado, eu roçava meus quadris nos dela e, às vezes, a mão dela acariciava minha bunda como se fosse por acidente. Eu já não aguentava mais, e foi muito mais intenso quando eu estava pintando uma parede e a safadinha se posicionou na minha frente, já que o balde de tinta estava aos meus pés. Ela se agachou, me mostrando a bunda, e, recuando, esfregou bem gostoso o traseiro dela no meu pau. Eu fechei os olhos para senti-la mais intensamente — que delícia poder ter a bunda da minha irmã colada no meu pau duro. Percebendo minha ereção, ela se virou com uma carinha de doce: "O que você tem aí tão duro, irmãozinho?" Em seguida, riu à vontade. Ela adorava me fazer sofrer. Naquela noite, quase não consegui dormir e quis que toda minha tortura tivesse alguma recompensa, embora, como eu disse, só o fato de observá-la já fosse demais. Na manhã seguinte, o dia amanheceu muito quente e, de novo, Noelia me surpreendeu, se aproximando do meu quarto vestindo apenas uma camisola de seda brilhante cinza, bem curta e de alcinhas. Eu ainda estava deitado na cama, nu sob os lençóis, pois o calor estava sufocante. "Bom dia, Raúl." "Oi." A figura esplêndida dela era realçada por aquela mini-camisola que formava vincos com seus movimentos, e pensar que por baixo ela estava peladinha me eletrizava. Com seu sorriso habitual, ela disse: "Bom, levanta logo, que eu quero lavar os lençóis." "Sim, já vou." "Não vem, se apressa e levanta, que eu quero pôr uma máquina de lavar logo." "Tá bom, mas sai um instante, é que estou sem roupa." "Nossa, vai ter vergonha de sua irmã te ver pelado?" "Bom, eu…" Eu percebia que minha irmã tinha acordado mais excitada que o normal, talvez pelo calor ou pelo fato de estarmos sozinhos em casa, ou quem sabe, mas ela queria me ver pelado, isso era claro. "Vamos, Raúl." "Mas é que…" "O que foi? Está com ele que nem um… Tá de pau duro?" Ela deu mais uma gargalhada da minha situação, porque era verdade o que ela dizia, eu estava com um tesão brutal. Depois ela falou: - "Somos irmãos, acho que não vamos ficar com vergonha de nos ver pelados... Até porque já nos vimos outras vezes" – "É, mas..." – "Qual é o problema? Fica mais tranquilo se eu ficar pelada também?" Essa frase fez meu corpo inteiro tremer e os pelos ficarem arrepiados, assim como meu pau. Perguntei incrédulo: - "Como?" – "É, seu bobo, se você quer me ver pelada?" – "Sim, claro que eu quero" – "Que bobagem, cara, é a coisa mais natural do mundo, no final das contas somos irmãos. Por acaso não te dei banho mil vezes quando você era pequeno?" – "Já sei, mas não somos mais crianças..." De novo as risadas dela. - "Você ficaria muito excitado me vendo pelada, né?" Como ela sabia, a safadinha. Eu não aguentava mais, estava com o pau duríssimo e muito, muito excitado. - "Sim, eu adoraria te ver pelada..." – "Então não tem problema, cara..." Ela se levantou, tirou uma alça do camisolão, depois a outra, e o tecido vaporoso caiu rapidamente aos pés dela. Que maravilha! Que beleza! Acho que fiquei de boca aberta olhando pra ela, fiquei boquiaberto, atônito, pasmo, idiota. Que corpo perfeito ela tinha: seu rosto lindo, seus peitos redondos com mamilos rosados, sua cintura fina e chapada, seus quadris largos, suas coxas, suas pernas, seu lindo pubes aparado. Minha irmã tinha corpo de deusa, ou pelo menos pra mim parecia. Ela insistiu: - "E aí, o que achou?" Acho que fiquei imóvel porque meu corpo não respondia. - "Você tá uma gostosa, Noelia, tá sabendo?" – "Obrigada, irmãozinho, mas agora é sua vez" Tentei sair da cama com naturalidade, mas no fundo tava meio sem graça. Quando levantei, obviamente meu pau tava duro que nem pedra. Sentei na cama e ela sorriu olhando pro meu membro. - "Com 17 anos, que pauzão você tem" – "Você gosta?" – "Sim, é muito bom, é maior que alguns dos que he visto" – "Você já viu muitos?" Ela riu. - "Bem, não muitos, mas já vi alguns, com certeza o seu está acima da média" – "Com esse corpo que você tem, irmãzinha, você já deve ter destruído mais de um" Ela riu de novo, com aquele sorriso lindo que a tornava ainda mais gostosa e desejável. Não tirava os olhos do meu pau. Depois sentou ao meu lado e disse: - "Te excita me ver assim?" – "Sim, muito, não dá pra perceber?" – "Ha, ha, ha… Depois você vai se masturbar de novo, né?" – "Claro, Noelia, você me deixa louco" – "A verdade é que eu gosto que você fique com tesão por minha causa… Tive uma ideia, já que papai e mamãe não estão e como está tão calor, podemos ficar pelados pela casa, assim você não perde nenhum detalhe e vai se divertir horrores me vendo nua e eu a você, porque também gosto de te ver pelado, o que acha?" – Era incrível, minha irmãzinha, aquele sonho que eu tinha na cabeça há tanto tempo, ia se mostrar inteirinha pelada, só pra mim. Alucinante! Respondi animado: - "Acho ótimo" E foi o que fizemos, embora no início eu estivesse um pouco nervoso, depois foi muito mais divertido, pois de vez em quando eu tinha minha irmãzinha perto sem roupa e isso provocava uma ereção atrás da outra no meu pau. Ela gostava e ficava excitada com isso, eu nem se fala. Enquanto tomávamos café da manhã, ela se levantava toda hora e passava na minha frente com seu corpo esplêndido e nu me provocando, agachando quando colocava a roupa na máquina, chegando perto de mim, preparando a comida e ela também curtia me observar e olhar minhas constantes empinadas. Às vezes ela passava bem perto de mim e nossos corpos se roçavam, cada toque era como uma faísca. Era estranho e divertido ao mesmo tempo, pois nunca havíamos feito isso, mas nós dois gostávamos. Depois do almoço (também peladões), nos sentamos para tomar uns bombons gelados no sofá enquanto assistíamos TV. Ela tirava e colocava o sorvete na boca, chupando com a boca e com a língua enquanto seus olhos me olhavam de forma lasciva. Ela me provocava com esses os gestos, aqueles olhares e ainda tê-la pelada a poucos centímetros de mim era a melhor coisa que podia acontecer na minha vida. Meu pau ficou duro de novo, no talo. Ela ficou olhando pro meu troço ereto:
— Nossa, que ereção, Raul. Você ainda não se masturbou hoje?
— Ainda não.
— Então não devia ficar com esse tesão acumulado.
Ela falava isso com aquela boquinha brilhante de sorvete, com os lábios carnudos em forma de coração que eu queria ver envolvendo meu pau. Eu olhava pra nudez dela de boca aberta. Ela piscou pra mim.
— Você me acha sexy?
— Sexy? Acho que você tem um corpo perfeito.
— Me acha mais gostosa que outras minas?
— Claro, você é a mulher dos meus sonhos.
— Mas eu sou sua irmã.
— Mas… é que você me provoca, Noelia.
De novo aquela risada dela.
— Sério? Me conta, como eu te provoco?
— É, você me deixa louco. Com seu corpo, com seu jeito de andar, com suas poses, com suas insinuações… No fim eu tenho que ir no banheiro e me masturbo que nem um louco, como nunca fiz antes. Imagino você se despindo na minha frente, me acariciando, e eu enfiando meu pau na sua bucetinha…
As pupilas da Noelia dilataram e as bochechas coraram, um sinal claro de excitação. O rosto dela brilhava e o tesão só aumentava. De novo ela me surpreendeu.
— Você gostaria de se masturbar me vendo assim, peladinha?
— Não… é que dá vergonha.
— Por quê? Não seja bobo. Você não bate um monte de punheta me imaginando? Então aproveita e faz me vendo. Pra mim não importa, aliás, eu adoraria ver como você faz.
Claro que eu tava com vontade, mas sentia um certo receio de fazer na frente dela. Nunca tinha batido uma na frente de ninguém.
— É que é constrangedor…
— Vem, eu quero ver. E me excita saber que você tá fazendo por minha causa.
De novo a frase dela me pegou de surpresa e me deixou muito excitado. Respondi envergonhado.
— Não me atrevo.
— Vai, quer que eu provoque? Quer que eu faça uma pose sexy? Quer que eu me masturbe também?
Sem me deixar responder, minha irmã deitou de costas no sofá e começou a passar a língua nos lábios. uma pose muito erótica, com uma mão acariciava os peitos e beliscava os mamilos, com a outra ia descendo pela cintura até chegar na sua buceta, abriu as pernas e começou a se estimular com dois dedos no clitóris e nos lábios vaginais. Que cena! Hesitei no começo, mas com aquela visão, minha mão obedeceu à minha irmã e comecei a me masturbar suavemente, devagar, aproveitando o que tinha na minha frente, observando seu corpo lindo e vendo como ela se masturbava. Noelia arqueava as costas para me mostrar com muita sensualidade todo seu corpo, abrindo levemente as pernas, para que eu pudesse ver bem sua xoxota. Percebi que sua fenda estava brilhando de tão excitada que ela estava. - "Que pau mais lindo você tem, Raúl, como eu gosto de te ver se masturbando" – "Eu também gosto de te ver se acariciando" – Ela fechava os olhos, soltando gemidos e suspiros. Seu corpo brilhava de suor. Meu pau estava prestes a explodir. Noelia começou a respirar mais profundamente, seus lábios pareciam inchar e seus mamilos estavam eretos. De repente sua respiração ficou ofegante, ela suspirou com mais força, o que me fez entender que estava tendo um orgasmo, o que me levou a gozar também, soltando vários jatos de porra que caíram no tapete e no sofá. Noelia ficou deitada um tempo se recuperando e eu também. Ela me sorriu: - "Foi bom, né?" – "Com certeza" – "Melhor do que imaginar?" – "Sem dúvida. E você? Curtiu pra valer, não foi?" – "Sim, tive um orgasmo incrível" Ela teve que ir embora, pois tinha combinado com umas amigas, tomou banho, se vestiu e me deu um beijinho nos lábios. -"Temos que repetir, irmãozinho" Fiquei esperando por ela a tarde toda, mas ela chegou em casa muito tarde, por volta das 11 da noite. Eu estava pelado, sentado no sofá. Ao me ver, ela perguntou: - "Você estava me esperando?" – "Sim, Noelia, tô com vontade de te ver pelada de novo" – "Vem, vou tomar um banho, tô encharcada de suor" Acompanhei ela até o banheiro e ela preparou a água. Ela usava uma minissaia xadrez e uma blusa branca amarrada na cintura, seu umbigo parecia me chamar para que eu o comesse. Enquanto soltava a trança que prendia o cabelo, ela me perguntou:
- Você já se masturbou?
- "Não, quero fazer isso te olhando"
- "Hahaha, você gosta mais assim, né?"
- "Sim, muito"
- "Quer me despir você?"
Bom, lá estava eu de novo, ela ia me matar de tanto prazer, como eu poderia recusar uma coisa dessas?
- "Sim, claro"
Primeiro, desfiz o nó da blusa e, um a um, abri os botões, deixei a peça cair no chão e ela estava com um sutiã azul. Ela se virou, segurou a juba e, com alguma dificuldade, desabotoei os ganchos do sutiã. Ela se virou de frente para mim novamente e sorriu. Enquanto isso, meu pau estava apontando para o céu, e ela adorava me ver assim. Puxei uma alça, depois a outra, e o sutiãzinho também caiu no chão. Seus mamilos eretos me encaravam. Abri o zíper da saia, que ficava na lateral, e ela deslizou até o chão. Sua calcinha azul era bem pequenininha e meio transparente, dava para ver os pelos do seu pubis através dela. Fiquei parado um instante.
- "Vamos, filho, o que está esperando?"
Obedeci como um bom menino e, enquanto me agachava, fui puxando a calcinha pelas coxas. Deixei ela completamente pelada, passando por momentos mais que excitantes. Quem me diria alguns dias antes, nem eu mesmo teria acreditado. Ela pegou minha mão com a dela, uma mão macia e pequena que terminava em dedos lindos e unhas afiadas e bonitas, eu adorava as mãos dela.
- "Vem, vamos tomar banho juntos"
Entramos juntos na banheira de mãos dadas. Ela pegou o chuveirinho e começou a se molhar com a água morna, seu corpo brilhava e a água escorria pela sua pele formando rios dos quais eu queria beber. Depois, ela me molhou com o chuveirinho, ficamos bem molhadinhos. Meu pau continuava firme e duro, sem se importar com a água que caía sobre ele. Ela pegou um pouco de gel em uma das mãos, fez que Virei de costas para ela e começou a ensaboar meu cabelo, dando pequenas massagens, depois fez o mesmo com minhas costas. Seus toques eram suaves, ternos, sensuais, suas mãos finas eram captadas por todos os poros da minha pele. Desceu as mãos pela minha cintura e ensaboou minha bunda para então enfiar a mão na fenda, até chegar ao meu ânus. Dei um pulo, pois era uma espécie de cócegas e prazer ao mesmo tempo. Em uma de suas lentas e cuidadosas passadas pela minha bunda aplicando o sabão, seus peitos roçavam minhas costas, podendo notar como seus mamilos duros cravavam em mim. Ensaboou minhas coxas, me virou, eu estava como um boneco, deixava fazer o que ela quisesse. - "Quanto tempo fazia que não te banhava, Raúl" – "Sim, faz muito tempo, mas gosto mais assim, os dois juntinhos na banheira" Ela riu de novo. Encheu as mãos novamente de gel e fez uma nova aplicação pelos ombros, o peito, o umbigo, os braços… Agachou-se para lavar minhas coxas e pernas e subiu com a mão até minhas bolas, as acariciou com doçura. Meu pau balançava e eu sentia um prazer enorme em todo o corpo. Ela pegou meu pau com a mão, quando fez isso tive que me segurar nas torneiras pois aquilo me fez tremer, puxou a pele para trás e com a outra mão ensaboou suavemente a cabeça. Deliciou-se com meu pau que estava mais duro que o normal, eu achava que ia explodir como um rojão. Que massagem que essa safada me fez. Deu uma palmada na minha bunda e disse: - "Sua vez, chato" Não hesitei nem um segundo, pegando um pouco de gel na mão, comecei a acariciar seu corpo, primeiro suas costas macias e brilhantes, ensaboei seu cabelo enfiando meus dedos em seus fios suaves, acariciei sua cintura, seus braços, sua bunda… fiz o mesmo que ela, enfiei minha mão entre suas nádegas e cheguei até seu ânus, ela soltou um gemido. Virou-se e dava para ver que estava impaciente para que eu massageasse a frente, fiz isso encantado. Ensaboei seus ombros, seus braços, sua cinturinha, dediquei um Fiz uma massagem boa nos seus peitos e mamilos, o que ela gostou muito, porque fechava os olhos e apoiava a mão no meu ombro. Desci pelas suas coxas, primeiro pela parte externa e depois dos tornozelos fui subindo devagar, bem devagar, acariciando a parte interna das coxas roçando suas virilhas, minha mão acariciou seus pelos pubianos e depois enfiei um dedo na sua bocetinha percorrendo todo seu comprimento. Minha irmã continuava de olhos fechados, começou a ofegar e respirar bem forte. Tirei minha mão da sua buceta, mas ela agarrou minha mão e me disse: - "Não me deixa assim, continua Raúl, por favor" Ela estava muito excitada e continuei acariciando seu púbis, suas virilhas para roçar com a ponta dos meus dedos sua bocetinha molhada de cima a baixo, encontrei o que me pareceu o clitóris, algo desconhecido para mim, foi aí que seus ofegos viraram gemidos e uns gritinhos baixos, que eu adorava. Estava dando prazer para aquela mulher, que era minha irmã, mas que era uma mulher fantástica com um corpo fantástico. Ela chegou ao orgasmo e continuou de olhos fechados sentindo no fundo do seu corpo todo o prazer. Depois abriu os olhos e num sussurro me disse: - "Que gostoso você me deu, irmãozinho" – Ainda estávamos cheios de sabão, mas não importava porque estávamos curtindo como nunca, pelo menos eu. Não pude evitar começar a me masturbar tendo a Noelia tão perto, tão linda, tão sensual, tão excitada, mas ela tirou minha mão do meu pau e agarrou com a mão dela. - "Deixa comigo, quero fazer isso pra você" Ela me masturbava devagar, com muito carinho, com muita suavidade, fazendo com que minha glande aparecesse grande e brilhante toda vez que a pele do meu pau descia. Que bonito ver a mão dela agarrando meu pau. Ela apoiou as costas na parede, levantou uma perna até colocar na borda da banheira. - "Chega mais perto de mim Raúl e imagina que está me comendo, tá? – "Siii" Eu quase não conseguia falar. Me aproximei dela até quase ficarmos colados e ela continuou me masturbando mais rápido. Colocou a ponta da minha pica a poucos milímetros da sua bucetinha, minha cabeça roçava os pelinhos ensaboados da sua virilha e às vezes tocava sua frestinha. Seus peitos acariciavam meu peito e eu achava que morria de prazer: — "Que gostoso, Noelia, que gostoso...!" Seus lábios literalmente devoraram os meus num beijo ardente. Sua língua procurou a minha dentro da minha boca. Ela continuou me masturbando. Fechei os olhos e não aguentei mais. — "Vou gozar, vou gozar..." Mal disse isso, quando da minha pica saíram vários jatos de porra que atingiram sua boceta, suas coxas, sua barriguinha, chegando alguma gota até seus seios. Continuamos nos beijando e mordendo os lábios. Eu me sentia simplesmente no céu. A melhor punheta que eu jamais poderia ter feito sozinho. Foi maravilhoso. Voltamos a nos beijar abraçados, colando nossos corpos, brincando com nossas línguas e acariciando nossos corpos nus. — "Noelia, posso dormir com você esta noite?" — "Claro que sim, bobo". — E assim foi, depois de nos secarmos mutuamente, deitamos na cama dos meus pais abraçados, encostei meu peito nas suas costas e logo adormeci. Quando acordei de manhã, devia ser umas 7 horas mais ou menos, Noelia continuava dormindo de frente para mim. Levantei os lençóis para observá-la melhor. Que linda e gostosa estava a danada. Acariciei seus peitos, seu cabelo, depois sua boceta, quando ela acordou. Ela se espreguiçou sonolenta. — "Oi, irmãozinho, dormiu bem?" — "Como nunca" — "A gente se divertiu ontem à noite, hein?" — "Acho que nunca vou esquecer aquele momento" — "Ha, ha, ha... Eu ainda estou com tesão, você me deu um prazer enorme, sabe?" Minha pica ficou dura como uma pedra ao ouvir ela dizer aquilo. Fiquei observando sua nudez, com todos os detalhes, reparando em seus olhos, seu cabelo, sua carinha de sonolenta, seus peitos, suas pernas, tudo, tudo, tudo. — "Você não tem noção do quanto você é gostosa, sabe? Você deixa os caras loucos, e a mim mais do que qualquer um, você está que é uma irmãzinha delícia" — Minhas palavras também a excitavam e ela Deitei de costas na cama, me acariciando todo o corpo e me oferecendo um panorama que qualquer homem desejaria ter: uma gostosa deitada ao seu lado se tocando por todos os lados. Depois, ela se sentou, observou como eu me masturbava ao vê-la, aproximou o rosto do meu e me beijou nos lábios. Pôs a língua para fora e contornou meus lábios com ela, depois estávamos nos beijando, nos mordendo… Ela se afastou de mim e sorriu. Seu sorriso, estando nua, parecia ainda mais radiante. Apontando para meu pau, ela perguntou:
— "Quer que eu faço?" — Estava claro que minha irmã estava com muito tesão.
— "Gostaria de chupar meus peitos?"
— "Sim, eu adoraria."
— "Então vamos, o que está esperando?"
Deitei de costas, ela se ajoelhou e, abrindo as pernas, sentou sobre meus joelhos, sua buceta estava a poucos centímetros da minha. Ela continuou me masturbando e seus peitos ficaram na altura da minha boca. Segurou na cabeceira da cama com uma mão e enfiou os peitos no meu rosto. Meus lábios e minha língua começaram a lamber aquelas protuberâncias mamárias magníficas, que tinham um gosto delicioso. Meus dentes roçavam seus mamilos e minha língua brincou com um deles, o que fez minha irmã soltar um gemido intenso. Ela continuou me masturbando, cada vez mais rápido, enquanto eu fechava os olhos e sentia aquele prazer profundo por dentro. Abri os olhos por um instante e ela não tirava o olho da minha cabeça do pau, que parecia agradá-la — ela parecia indecisa, mas com vontade de engolir. Meu sonho estava se realizando, e eu não sabia como aquilo tudo ia acabar, embora o caminho estivesse sendo maravilhoso. De repente, quase sem conseguir controlar, tive um orgasmo e meu sêmen banhou novamente seu corpo nu. Ela espalhou a porra toda pelo corpo como se fosse uma pomada. Depois, me beijou docemente nos lábios novamente.
— "Tenho que ir trabalhar, Raúl. Esta noite te dou outro presentinho, tá bom?"
— "Sim, Noelia, vou te esperar ansioso."
Ela tomou banho, se vestiu e foi trabalhar. Tudo isso... Hoje fiquei nervioso e excitado pensando no "presentinho" que minha irmã ia me dar. Ela chegou em casa por volta das 9 da noite e eu estava esperando por ela de novo pelado, deitado no sofá. Ao entrar na sala ela me perguntou: "Demorei muito?" – "Pareceu uma eternidade". Ela ficou de pé em frente a onde eu estava deitado e começou a tirar cada peça de roupa que estava usando. Sentei para observá-la melhor. Primeiro ela tirou um dos sapatos de salto, depois o outro, em seguida puxou a camiseta regata sem nada por baixo e seus peitos balançaram, depois desabotoou a braguilha da calça justa laranja e então a calcinha branca. De novo fiquei extasiado vendo minha irmã nua na minha frente. Mecanicamente comecei a me masturbar com aquela visão magnífica. Sem dizer nada, ela me empurrou no sofá e eu fiquei deitado de costas, ela caiu sobre minha cintura, apoiou as mãos no meu peito, me sorriu e sua bunda começou a se mover ritmicamente para frente e para trás sobre a ponta do meu pau que eu achava que ia explodir a qualquer momento, pude sentir como sua bocetinha úmida envolvia meu pênis e massageava ao longo de todo seu comprimento, me dando um prazer tremendo, sentindo como seus fluidos encharcavam meu pau. Nós dois soltávamos gemidos. Seus peitos balançavam para cima e para baixo no ritmo que seus quadris levavam sobre meu corpo. Assim ela ficou um bom tempo esfregando sua xota contra a minha. De repente ela parou de repente, ficou me olhando e me disse: "Isso que estamos fazendo, irmãozinho, será que está certo?" – "Tá uma putaria da porra, irmã" – "Mas Raúl, somos irmãos" – "Não, somos um garoto e uma garota que querem curtir ao máximo, eu estou descobrindo com você o que é prazer, não posso ter professora melhor". Acho que fui esperto com aquela frase, porque minha irmã esqueceu todos os preconceitos e todos os seus medos. Ela deslizou para trás beijando meu peito, minha cintura, ajoelhou-se entre minhas pernas, beijou minhas coxas até colocar sua cara de frente pro meu pau. Quando menos esperava, seus lábios carnudos já estavam contornando a cabeça do meu pau e ela estava chupando, beijando e mordendo meu pau todo, enquanto sua mão acariciava minhas bolas. Ela começou a descer os lábios por todo o comprimento do meu pênis e me deu um boquete espetacular. Seus lábios se apertavam contra meu membro ereto e seus olhos me lançavam um olhar terno. Era a primeira vez que recebia um boquete e não demorou para eu soltar jatos de porra que respingaram na boca, no rosto, nos peitos e no cabelo dela. Ela estava adorando, dava pra ver. Segurando meu pau e toda melada de porra no rosto, ela me perguntou:
- "Assim é muito melhor, né?"
Eu não conseguia articular palavra, estava zonzo, minhas pernas tremiam, meu pau dava espasmos e minha respiração estava ofegante. Ela se levantou, eu me sentei e ela se posicionou entre minhas pernas e, oferecendo sua buceta, disse:
- "Quer comer?"
- "Sim, Noelia, deita no tapete."
Ela se deitou de costas no chão e eu coloquei minha cabeça entre suas pernas, comecei beijando suas coxas macias, depois a cintura, o púbis, a virilha, até que minha língua descobriu seu bocetinha molhada. Aquele sabor tão gostoso, que ainda lembro, era algo que eu nem imaginava, estava delicioso e ela agarrava meu cabelo com força, sentindo um prazer intenso, soltando gritinhos e gemidos. Não demorou para ela ter um orgasmo quando minha língua lambeu seu clitóris. Por um momento fiquei assustado, pois ela parou de respirar, parecia ter desmaiado, mas não era isso, só por alguns segundos ela prendeu a respiração e depois soltou um gemido bem longo:
- "Aaaaaauuuuuuuuhhhhh, que gostoso, que gostoso, mmmmm, que delícia, Raúl…"
Nessa hora, meu pau já estava começando a recuperar e ela percebeu, me dizendo algo que eu nunca esperaria:
- "Quer me foder, Raúl?"
- "Siiim"
Minha resposta foi quase imediata.
- "Então você vai ver como finalmente vai meter em mim, aquilo que você sempre imaginou, quero te fazer aproveitar esse momento, Quero que me foda loucamente, quero que me parta ao meio." Então ela se sentou e colocou meu pau na boca novamente, deixando ele duro como pedra. Adorava ver meu pau desaparecendo naquela boca linda. Ela me deitou no sofá de novo, abriu as pernas, aproximou sua buceta da minha e, segurando meu pau, passou ele pra cima e pra baixo na sua fenda, até que de repente sentou em mim, enfiando meu membro lentamente dentro dela. Por um momento, minha visão escureceu — pude ver o céu, as estrelas e o além. Nunca tinha sentido um prazer tão grande e intenso. Meu pau inteiro entrou na boceta da minha irmã. Os músculos da sua vagina se agarravam ao meu falo e, num vai e vem frenético, ela começou a me foder como uma loba, gritando e gemendo alto. Dá pra dizer que praticamente minha irmã me estuprou (embora eu tenha deixado, claro). Um novo orgasmo a invadiu e ela repetiu meu nome: "Raúl, Raúl, Raúl… aiii, Raúl!" Ela continuou subindo e descendo no meu pau, e seus peitos balançavam no ritmo dos movimentos. Depois, ela se levantou, ficou de cócoras de costas pra mim e começou a quicar de novo no meu pau, enquanto eu a segurava pela cintura e pelos quadris. Ela fechou os olhos e soltava gemidos que me deixavam extasiado. Meu pau inchou dentro do seu buraquinho e eu gozei intensamente lá dentro. Não imaginava que uma transa pudesse ser tão maravilhosa. Acho que desde então eu amo sexo e minha irmã, claro, porque ela me deu algo que eu não conhecia, com uma maestria e uma ternura incríveis. Ficamos grudados por um tempo, nos recuperando daquele frenesi. "Você foi muito bem, irmãozinho, nunca me deram tanto prazer, você fode maravilhosamente." Fiquei muito feliz em ouvir isso. Depois, conversamos sobre o que aconteceu e rimos pensando na cara dos nossos pais se nos pegassem. Durante os 15 dias que duraram as férias dos nossos pais, minha irmã Noelia e eu continuamos com nossos jogos eróticos, dormindo juntos, transando todo dia e eu aprendi novas posições, novos prazeres e novas experiências que minha irmã me deu de presente e me ensinou, e que lembro hoje como se o tempo não tivesse passado. Agora a Noelia, que continua tão gostosa como antes, está casada com um arquiteto e dá pra dizer que vive muito bem. Eu vou visitá-la na casa dela com frequência. Quando meu cunhado não está, a gente revive os dias passados como fazíamos antigamente, nunca senti com nenhuma mulher tanto prazer quanto com minha irmã.
— Nossa, que ereção, Raul. Você ainda não se masturbou hoje?
— Ainda não.
— Então não devia ficar com esse tesão acumulado.
Ela falava isso com aquela boquinha brilhante de sorvete, com os lábios carnudos em forma de coração que eu queria ver envolvendo meu pau. Eu olhava pra nudez dela de boca aberta. Ela piscou pra mim.
— Você me acha sexy?
— Sexy? Acho que você tem um corpo perfeito.
— Me acha mais gostosa que outras minas?
— Claro, você é a mulher dos meus sonhos.
— Mas eu sou sua irmã.
— Mas… é que você me provoca, Noelia.
De novo aquela risada dela.
— Sério? Me conta, como eu te provoco?
— É, você me deixa louco. Com seu corpo, com seu jeito de andar, com suas poses, com suas insinuações… No fim eu tenho que ir no banheiro e me masturbo que nem um louco, como nunca fiz antes. Imagino você se despindo na minha frente, me acariciando, e eu enfiando meu pau na sua bucetinha…
As pupilas da Noelia dilataram e as bochechas coraram, um sinal claro de excitação. O rosto dela brilhava e o tesão só aumentava. De novo ela me surpreendeu.
— Você gostaria de se masturbar me vendo assim, peladinha?
— Não… é que dá vergonha.
— Por quê? Não seja bobo. Você não bate um monte de punheta me imaginando? Então aproveita e faz me vendo. Pra mim não importa, aliás, eu adoraria ver como você faz.
Claro que eu tava com vontade, mas sentia um certo receio de fazer na frente dela. Nunca tinha batido uma na frente de ninguém.
— É que é constrangedor…
— Vem, eu quero ver. E me excita saber que você tá fazendo por minha causa.
De novo a frase dela me pegou de surpresa e me deixou muito excitado. Respondi envergonhado.
— Não me atrevo.
— Vai, quer que eu provoque? Quer que eu faça uma pose sexy? Quer que eu me masturbe também?
Sem me deixar responder, minha irmã deitou de costas no sofá e começou a passar a língua nos lábios. uma pose muito erótica, com uma mão acariciava os peitos e beliscava os mamilos, com a outra ia descendo pela cintura até chegar na sua buceta, abriu as pernas e começou a se estimular com dois dedos no clitóris e nos lábios vaginais. Que cena! Hesitei no começo, mas com aquela visão, minha mão obedeceu à minha irmã e comecei a me masturbar suavemente, devagar, aproveitando o que tinha na minha frente, observando seu corpo lindo e vendo como ela se masturbava. Noelia arqueava as costas para me mostrar com muita sensualidade todo seu corpo, abrindo levemente as pernas, para que eu pudesse ver bem sua xoxota. Percebi que sua fenda estava brilhando de tão excitada que ela estava. - "Que pau mais lindo você tem, Raúl, como eu gosto de te ver se masturbando" – "Eu também gosto de te ver se acariciando" – Ela fechava os olhos, soltando gemidos e suspiros. Seu corpo brilhava de suor. Meu pau estava prestes a explodir. Noelia começou a respirar mais profundamente, seus lábios pareciam inchar e seus mamilos estavam eretos. De repente sua respiração ficou ofegante, ela suspirou com mais força, o que me fez entender que estava tendo um orgasmo, o que me levou a gozar também, soltando vários jatos de porra que caíram no tapete e no sofá. Noelia ficou deitada um tempo se recuperando e eu também. Ela me sorriu: - "Foi bom, né?" – "Com certeza" – "Melhor do que imaginar?" – "Sem dúvida. E você? Curtiu pra valer, não foi?" – "Sim, tive um orgasmo incrível" Ela teve que ir embora, pois tinha combinado com umas amigas, tomou banho, se vestiu e me deu um beijinho nos lábios. -"Temos que repetir, irmãozinho" Fiquei esperando por ela a tarde toda, mas ela chegou em casa muito tarde, por volta das 11 da noite. Eu estava pelado, sentado no sofá. Ao me ver, ela perguntou: - "Você estava me esperando?" – "Sim, Noelia, tô com vontade de te ver pelada de novo" – "Vem, vou tomar um banho, tô encharcada de suor" Acompanhei ela até o banheiro e ela preparou a água. Ela usava uma minissaia xadrez e uma blusa branca amarrada na cintura, seu umbigo parecia me chamar para que eu o comesse. Enquanto soltava a trança que prendia o cabelo, ela me perguntou:
- Você já se masturbou?
- "Não, quero fazer isso te olhando"
- "Hahaha, você gosta mais assim, né?"
- "Sim, muito"
- "Quer me despir você?"
Bom, lá estava eu de novo, ela ia me matar de tanto prazer, como eu poderia recusar uma coisa dessas?
- "Sim, claro"
Primeiro, desfiz o nó da blusa e, um a um, abri os botões, deixei a peça cair no chão e ela estava com um sutiã azul. Ela se virou, segurou a juba e, com alguma dificuldade, desabotoei os ganchos do sutiã. Ela se virou de frente para mim novamente e sorriu. Enquanto isso, meu pau estava apontando para o céu, e ela adorava me ver assim. Puxei uma alça, depois a outra, e o sutiãzinho também caiu no chão. Seus mamilos eretos me encaravam. Abri o zíper da saia, que ficava na lateral, e ela deslizou até o chão. Sua calcinha azul era bem pequenininha e meio transparente, dava para ver os pelos do seu pubis através dela. Fiquei parado um instante.
- "Vamos, filho, o que está esperando?"
Obedeci como um bom menino e, enquanto me agachava, fui puxando a calcinha pelas coxas. Deixei ela completamente pelada, passando por momentos mais que excitantes. Quem me diria alguns dias antes, nem eu mesmo teria acreditado. Ela pegou minha mão com a dela, uma mão macia e pequena que terminava em dedos lindos e unhas afiadas e bonitas, eu adorava as mãos dela.
- "Vem, vamos tomar banho juntos"
Entramos juntos na banheira de mãos dadas. Ela pegou o chuveirinho e começou a se molhar com a água morna, seu corpo brilhava e a água escorria pela sua pele formando rios dos quais eu queria beber. Depois, ela me molhou com o chuveirinho, ficamos bem molhadinhos. Meu pau continuava firme e duro, sem se importar com a água que caía sobre ele. Ela pegou um pouco de gel em uma das mãos, fez que Virei de costas para ela e começou a ensaboar meu cabelo, dando pequenas massagens, depois fez o mesmo com minhas costas. Seus toques eram suaves, ternos, sensuais, suas mãos finas eram captadas por todos os poros da minha pele. Desceu as mãos pela minha cintura e ensaboou minha bunda para então enfiar a mão na fenda, até chegar ao meu ânus. Dei um pulo, pois era uma espécie de cócegas e prazer ao mesmo tempo. Em uma de suas lentas e cuidadosas passadas pela minha bunda aplicando o sabão, seus peitos roçavam minhas costas, podendo notar como seus mamilos duros cravavam em mim. Ensaboou minhas coxas, me virou, eu estava como um boneco, deixava fazer o que ela quisesse. - "Quanto tempo fazia que não te banhava, Raúl" – "Sim, faz muito tempo, mas gosto mais assim, os dois juntinhos na banheira" Ela riu de novo. Encheu as mãos novamente de gel e fez uma nova aplicação pelos ombros, o peito, o umbigo, os braços… Agachou-se para lavar minhas coxas e pernas e subiu com a mão até minhas bolas, as acariciou com doçura. Meu pau balançava e eu sentia um prazer enorme em todo o corpo. Ela pegou meu pau com a mão, quando fez isso tive que me segurar nas torneiras pois aquilo me fez tremer, puxou a pele para trás e com a outra mão ensaboou suavemente a cabeça. Deliciou-se com meu pau que estava mais duro que o normal, eu achava que ia explodir como um rojão. Que massagem que essa safada me fez. Deu uma palmada na minha bunda e disse: - "Sua vez, chato" Não hesitei nem um segundo, pegando um pouco de gel na mão, comecei a acariciar seu corpo, primeiro suas costas macias e brilhantes, ensaboei seu cabelo enfiando meus dedos em seus fios suaves, acariciei sua cintura, seus braços, sua bunda… fiz o mesmo que ela, enfiei minha mão entre suas nádegas e cheguei até seu ânus, ela soltou um gemido. Virou-se e dava para ver que estava impaciente para que eu massageasse a frente, fiz isso encantado. Ensaboei seus ombros, seus braços, sua cinturinha, dediquei um Fiz uma massagem boa nos seus peitos e mamilos, o que ela gostou muito, porque fechava os olhos e apoiava a mão no meu ombro. Desci pelas suas coxas, primeiro pela parte externa e depois dos tornozelos fui subindo devagar, bem devagar, acariciando a parte interna das coxas roçando suas virilhas, minha mão acariciou seus pelos pubianos e depois enfiei um dedo na sua bocetinha percorrendo todo seu comprimento. Minha irmã continuava de olhos fechados, começou a ofegar e respirar bem forte. Tirei minha mão da sua buceta, mas ela agarrou minha mão e me disse: - "Não me deixa assim, continua Raúl, por favor" Ela estava muito excitada e continuei acariciando seu púbis, suas virilhas para roçar com a ponta dos meus dedos sua bocetinha molhada de cima a baixo, encontrei o que me pareceu o clitóris, algo desconhecido para mim, foi aí que seus ofegos viraram gemidos e uns gritinhos baixos, que eu adorava. Estava dando prazer para aquela mulher, que era minha irmã, mas que era uma mulher fantástica com um corpo fantástico. Ela chegou ao orgasmo e continuou de olhos fechados sentindo no fundo do seu corpo todo o prazer. Depois abriu os olhos e num sussurro me disse: - "Que gostoso você me deu, irmãozinho" – Ainda estávamos cheios de sabão, mas não importava porque estávamos curtindo como nunca, pelo menos eu. Não pude evitar começar a me masturbar tendo a Noelia tão perto, tão linda, tão sensual, tão excitada, mas ela tirou minha mão do meu pau e agarrou com a mão dela. - "Deixa comigo, quero fazer isso pra você" Ela me masturbava devagar, com muito carinho, com muita suavidade, fazendo com que minha glande aparecesse grande e brilhante toda vez que a pele do meu pau descia. Que bonito ver a mão dela agarrando meu pau. Ela apoiou as costas na parede, levantou uma perna até colocar na borda da banheira. - "Chega mais perto de mim Raúl e imagina que está me comendo, tá? – "Siii" Eu quase não conseguia falar. Me aproximei dela até quase ficarmos colados e ela continuou me masturbando mais rápido. Colocou a ponta da minha pica a poucos milímetros da sua bucetinha, minha cabeça roçava os pelinhos ensaboados da sua virilha e às vezes tocava sua frestinha. Seus peitos acariciavam meu peito e eu achava que morria de prazer: — "Que gostoso, Noelia, que gostoso...!" Seus lábios literalmente devoraram os meus num beijo ardente. Sua língua procurou a minha dentro da minha boca. Ela continuou me masturbando. Fechei os olhos e não aguentei mais. — "Vou gozar, vou gozar..." Mal disse isso, quando da minha pica saíram vários jatos de porra que atingiram sua boceta, suas coxas, sua barriguinha, chegando alguma gota até seus seios. Continuamos nos beijando e mordendo os lábios. Eu me sentia simplesmente no céu. A melhor punheta que eu jamais poderia ter feito sozinho. Foi maravilhoso. Voltamos a nos beijar abraçados, colando nossos corpos, brincando com nossas línguas e acariciando nossos corpos nus. — "Noelia, posso dormir com você esta noite?" — "Claro que sim, bobo". — E assim foi, depois de nos secarmos mutuamente, deitamos na cama dos meus pais abraçados, encostei meu peito nas suas costas e logo adormeci. Quando acordei de manhã, devia ser umas 7 horas mais ou menos, Noelia continuava dormindo de frente para mim. Levantei os lençóis para observá-la melhor. Que linda e gostosa estava a danada. Acariciei seus peitos, seu cabelo, depois sua boceta, quando ela acordou. Ela se espreguiçou sonolenta. — "Oi, irmãozinho, dormiu bem?" — "Como nunca" — "A gente se divertiu ontem à noite, hein?" — "Acho que nunca vou esquecer aquele momento" — "Ha, ha, ha... Eu ainda estou com tesão, você me deu um prazer enorme, sabe?" Minha pica ficou dura como uma pedra ao ouvir ela dizer aquilo. Fiquei observando sua nudez, com todos os detalhes, reparando em seus olhos, seu cabelo, sua carinha de sonolenta, seus peitos, suas pernas, tudo, tudo, tudo. — "Você não tem noção do quanto você é gostosa, sabe? Você deixa os caras loucos, e a mim mais do que qualquer um, você está que é uma irmãzinha delícia" — Minhas palavras também a excitavam e ela Deitei de costas na cama, me acariciando todo o corpo e me oferecendo um panorama que qualquer homem desejaria ter: uma gostosa deitada ao seu lado se tocando por todos os lados. Depois, ela se sentou, observou como eu me masturbava ao vê-la, aproximou o rosto do meu e me beijou nos lábios. Pôs a língua para fora e contornou meus lábios com ela, depois estávamos nos beijando, nos mordendo… Ela se afastou de mim e sorriu. Seu sorriso, estando nua, parecia ainda mais radiante. Apontando para meu pau, ela perguntou:
— "Quer que eu faço?" — Estava claro que minha irmã estava com muito tesão.
— "Gostaria de chupar meus peitos?"
— "Sim, eu adoraria."
— "Então vamos, o que está esperando?"
Deitei de costas, ela se ajoelhou e, abrindo as pernas, sentou sobre meus joelhos, sua buceta estava a poucos centímetros da minha. Ela continuou me masturbando e seus peitos ficaram na altura da minha boca. Segurou na cabeceira da cama com uma mão e enfiou os peitos no meu rosto. Meus lábios e minha língua começaram a lamber aquelas protuberâncias mamárias magníficas, que tinham um gosto delicioso. Meus dentes roçavam seus mamilos e minha língua brincou com um deles, o que fez minha irmã soltar um gemido intenso. Ela continuou me masturbando, cada vez mais rápido, enquanto eu fechava os olhos e sentia aquele prazer profundo por dentro. Abri os olhos por um instante e ela não tirava o olho da minha cabeça do pau, que parecia agradá-la — ela parecia indecisa, mas com vontade de engolir. Meu sonho estava se realizando, e eu não sabia como aquilo tudo ia acabar, embora o caminho estivesse sendo maravilhoso. De repente, quase sem conseguir controlar, tive um orgasmo e meu sêmen banhou novamente seu corpo nu. Ela espalhou a porra toda pelo corpo como se fosse uma pomada. Depois, me beijou docemente nos lábios novamente.
— "Tenho que ir trabalhar, Raúl. Esta noite te dou outro presentinho, tá bom?"
— "Sim, Noelia, vou te esperar ansioso."
Ela tomou banho, se vestiu e foi trabalhar. Tudo isso... Hoje fiquei nervioso e excitado pensando no "presentinho" que minha irmã ia me dar. Ela chegou em casa por volta das 9 da noite e eu estava esperando por ela de novo pelado, deitado no sofá. Ao entrar na sala ela me perguntou: "Demorei muito?" – "Pareceu uma eternidade". Ela ficou de pé em frente a onde eu estava deitado e começou a tirar cada peça de roupa que estava usando. Sentei para observá-la melhor. Primeiro ela tirou um dos sapatos de salto, depois o outro, em seguida puxou a camiseta regata sem nada por baixo e seus peitos balançaram, depois desabotoou a braguilha da calça justa laranja e então a calcinha branca. De novo fiquei extasiado vendo minha irmã nua na minha frente. Mecanicamente comecei a me masturbar com aquela visão magnífica. Sem dizer nada, ela me empurrou no sofá e eu fiquei deitado de costas, ela caiu sobre minha cintura, apoiou as mãos no meu peito, me sorriu e sua bunda começou a se mover ritmicamente para frente e para trás sobre a ponta do meu pau que eu achava que ia explodir a qualquer momento, pude sentir como sua bocetinha úmida envolvia meu pênis e massageava ao longo de todo seu comprimento, me dando um prazer tremendo, sentindo como seus fluidos encharcavam meu pau. Nós dois soltávamos gemidos. Seus peitos balançavam para cima e para baixo no ritmo que seus quadris levavam sobre meu corpo. Assim ela ficou um bom tempo esfregando sua xota contra a minha. De repente ela parou de repente, ficou me olhando e me disse: "Isso que estamos fazendo, irmãozinho, será que está certo?" – "Tá uma putaria da porra, irmã" – "Mas Raúl, somos irmãos" – "Não, somos um garoto e uma garota que querem curtir ao máximo, eu estou descobrindo com você o que é prazer, não posso ter professora melhor". Acho que fui esperto com aquela frase, porque minha irmã esqueceu todos os preconceitos e todos os seus medos. Ela deslizou para trás beijando meu peito, minha cintura, ajoelhou-se entre minhas pernas, beijou minhas coxas até colocar sua cara de frente pro meu pau. Quando menos esperava, seus lábios carnudos já estavam contornando a cabeça do meu pau e ela estava chupando, beijando e mordendo meu pau todo, enquanto sua mão acariciava minhas bolas. Ela começou a descer os lábios por todo o comprimento do meu pênis e me deu um boquete espetacular. Seus lábios se apertavam contra meu membro ereto e seus olhos me lançavam um olhar terno. Era a primeira vez que recebia um boquete e não demorou para eu soltar jatos de porra que respingaram na boca, no rosto, nos peitos e no cabelo dela. Ela estava adorando, dava pra ver. Segurando meu pau e toda melada de porra no rosto, ela me perguntou:
- "Assim é muito melhor, né?"
Eu não conseguia articular palavra, estava zonzo, minhas pernas tremiam, meu pau dava espasmos e minha respiração estava ofegante. Ela se levantou, eu me sentei e ela se posicionou entre minhas pernas e, oferecendo sua buceta, disse:
- "Quer comer?"
- "Sim, Noelia, deita no tapete."
Ela se deitou de costas no chão e eu coloquei minha cabeça entre suas pernas, comecei beijando suas coxas macias, depois a cintura, o púbis, a virilha, até que minha língua descobriu seu bocetinha molhada. Aquele sabor tão gostoso, que ainda lembro, era algo que eu nem imaginava, estava delicioso e ela agarrava meu cabelo com força, sentindo um prazer intenso, soltando gritinhos e gemidos. Não demorou para ela ter um orgasmo quando minha língua lambeu seu clitóris. Por um momento fiquei assustado, pois ela parou de respirar, parecia ter desmaiado, mas não era isso, só por alguns segundos ela prendeu a respiração e depois soltou um gemido bem longo:
- "Aaaaaauuuuuuuuhhhhh, que gostoso, que gostoso, mmmmm, que delícia, Raúl…"
Nessa hora, meu pau já estava começando a recuperar e ela percebeu, me dizendo algo que eu nunca esperaria:
- "Quer me foder, Raúl?"
- "Siiim"
Minha resposta foi quase imediata.
- "Então você vai ver como finalmente vai meter em mim, aquilo que você sempre imaginou, quero te fazer aproveitar esse momento, Quero que me foda loucamente, quero que me parta ao meio." Então ela se sentou e colocou meu pau na boca novamente, deixando ele duro como pedra. Adorava ver meu pau desaparecendo naquela boca linda. Ela me deitou no sofá de novo, abriu as pernas, aproximou sua buceta da minha e, segurando meu pau, passou ele pra cima e pra baixo na sua fenda, até que de repente sentou em mim, enfiando meu membro lentamente dentro dela. Por um momento, minha visão escureceu — pude ver o céu, as estrelas e o além. Nunca tinha sentido um prazer tão grande e intenso. Meu pau inteiro entrou na boceta da minha irmã. Os músculos da sua vagina se agarravam ao meu falo e, num vai e vem frenético, ela começou a me foder como uma loba, gritando e gemendo alto. Dá pra dizer que praticamente minha irmã me estuprou (embora eu tenha deixado, claro). Um novo orgasmo a invadiu e ela repetiu meu nome: "Raúl, Raúl, Raúl… aiii, Raúl!" Ela continuou subindo e descendo no meu pau, e seus peitos balançavam no ritmo dos movimentos. Depois, ela se levantou, ficou de cócoras de costas pra mim e começou a quicar de novo no meu pau, enquanto eu a segurava pela cintura e pelos quadris. Ela fechou os olhos e soltava gemidos que me deixavam extasiado. Meu pau inchou dentro do seu buraquinho e eu gozei intensamente lá dentro. Não imaginava que uma transa pudesse ser tão maravilhosa. Acho que desde então eu amo sexo e minha irmã, claro, porque ela me deu algo que eu não conhecia, com uma maestria e uma ternura incríveis. Ficamos grudados por um tempo, nos recuperando daquele frenesi. "Você foi muito bem, irmãozinho, nunca me deram tanto prazer, você fode maravilhosamente." Fiquei muito feliz em ouvir isso. Depois, conversamos sobre o que aconteceu e rimos pensando na cara dos nossos pais se nos pegassem. Durante os 15 dias que duraram as férias dos nossos pais, minha irmã Noelia e eu continuamos com nossos jogos eróticos, dormindo juntos, transando todo dia e eu aprendi novas posições, novos prazeres e novas experiências que minha irmã me deu de presente e me ensinou, e que lembro hoje como se o tempo não tivesse passado. Agora a Noelia, que continua tão gostosa como antes, está casada com um arquiteto e dá pra dizer que vive muito bem. Eu vou visitá-la na casa dela com frequência. Quando meu cunhado não está, a gente revive os dias passados como fazíamos antigamente, nunca senti com nenhuma mulher tanto prazer quanto com minha irmã.
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