Capítulo 2. Entre minhas irmãs

Voltando ao dia de hoje, posso dizer que minha mãe não teve nenhum problema comigo ao me ver há uns anos enquanto eu dava uma "lição" na aluna dela. Na verdade, ela nunca mais tocou no assunto, até muitos anos depois.
Mas a parada com minhas irmãs era outra... Fiquei sem noção na hora de escolher lugar e horário pra me masturbar, fazia isso sempre que dava. Na escola, na casa dos parentes, no meu quarto, sem ligar pra hora.
Mesmo depois de ter visto minha mãe com o aluno dela, comecei a olhar minhas irmãs mais velhas com outros olhos. Claro que elas me viam só como o irmãozinho. Além disso, viviam me lembrando como eu era fofo, mas eu sentia um desejo estranho por elas, algo que não fazia sentido pro meu 'eu' de 14 anos. Só que eu ficava com muito medo do que podia rolar, porque minha mãe era super compreensiva, muito cuidadosa comigo; mas minhas irmãs eram de sangue quente, bem mais agressivas em vários aspectos.
Principalmente a Jen, que era a mais velha.


Por muitos anos, fiquei na dúvida se devia invadir os quartos delas enquanto tomavam banho pra pegar as calcinhas usadas e bater uma punheta com elas na mão, mas tinha medo. Até que um dia, eu fiz.
Entrei no quarto da Jen primeiro, porque a Grace não tava em casa. Ela tava tomando banho pra ir pra uma festa com as amigas, só tava eu e ela em casa.


Eu fui pro quarto dela, peguei a calcinha dela e levei pro meu quarto, mas no caminho percebi a puta oportunidade que tinha na minha frente: ver minha irmã mais velha pelada. Sem me importar com nada, entrei devagar no banheiro e vi ela de costas, completamente nua.





Capítulo 2. Entre minhas irmãs


Não consigo evitar ficar com o pau durasso, e enquanto enfio a mão na calça pra começar a bater uma, ela vira e me olha com uma cara de choque e indignação. Enquanto grita comigo e me joga os frascos de shampoo, ela tapa os peitos e a buceta.



Bunda


Jen me diz: "Você é um maldito tarado, como é que você tá batendo punheta olhando pra sua própria irmã? Você não tem vergonha, não?
Eu respondo: “Desculpa, Jen, é que eu gosto do teu corpo e não consegui evitar”, enquanto continuo olhando ela de cima a baixo.
Ela fica mais brava ainda e grita pra eu vazar do quarto dela, mas agora que eu lembro, ela também viu minha rola... E acho que ela gostou.


Ela não contou nada pra minha mãe, mas também não falou comigo pelo resto daquele dia, nem no seguinte... Por uns 2 meses.


Umas horas depois, à tarde, a Jen foi embora e chegou a Grace. Ela sim falou comigo, pra perguntar sobre a mamãe e a Jen. Contei sobre a festa da Jen, e que a mamãe foi visitar uma amiga dela.


Grace me falou que ia tomar banho, porque ia sair pra um show de qualquer jeito. Pensei em desistir do meu 'plano' por causa do que rolou com a minha irmã mais velha, mas fiquei nem aí, porque não tinha conseguido gozar quando tava vendo a Jen umas horas antes.


Dessa vez, preferi espiar pela janela do banheiro pra poder ver ela sem que percebesse. Fiz isso, ela tava no banheiro fazendo as necessidades dela, enquanto eu ouvia ela falando no telefone com uma amiga, sobre o show dela e um ou outro fofoca.
Finalmente a Grace começou a tirar a roupa e ligou o chuveiro. Isso eu curti pra caralho, porque eu amava (e ainda amo) a bunda dela.

Voyeur


Depois ela entra no chuveiro, e eu fico olhando enquanto aquele corpo gostoso vai se molhando, as gotinhas de água escorrendo pelo rosto dela, descendo da cabeça com cabelo castanho, passando pelas costas e caindo no chão depois de descer pela bunda, aquela bunda que eu já quis apertar várias vezes... Enquanto ela se ensaboa, eu não consegui mais segurar, e puxei meu pau pra começar a bater uma, pensando na minha própria irmã e no corpo inteiro dela, imaginando eu tomando banho junto com ela.


Já sem aguentar mais, decido entrar no banheiro com a desculpa de ir pegar um sabonete. Entro e vejo ela sem que ela perceba, porque ela tá ouvindo música bem alta, e vejo ela de costas enquanto ela esfrega as pernas e os pés.

irmasAté que ela percebe minha presença e grita, pra minha surpresa. Ela começa a gritar pra eu sair, mas só falo que tava indo pegar o sabão, ela me dá e manda eu vazar.



incesto






Depois de alguns minutos, ela sai do banheiro, e eu vejo ela de toalha, ainda pingando.
Ela me pergunta o que eu tava querendo ao ficar no banheiro enquanto ela tomava banho, e eu falo daquela história do sabão de novo, mas ela não acredita.
Ela acha que eu tava espiando ela, e me manda falar a verdade, senão vai contar pra minha mãe que eu tava dando uma olhada nela.


Finalmente, digo que sim, estava espiando ela, e falo que adoro ver ela. Digo: "Grace, me perdoa, por favor, é que não sei por quê, mas quando te vejo, meu pau sobe, adoro sua bunda.
Ela me responde: “Sério? E eu achava que você era viado, porque quase não tem amigos e sempre fica com a mamãe, a Jen e comigo”
Continua me dizendo: "cê tá gostando das minhas bundona?" Enquanto se toca por cima da toalha. Grace continua: "você queria ficar aqui conversando enquanto eu me troco?
Eu, sem esperar aquela resposta, só balanço a cabeça. Depois, ela começa a tirar a toalha, e eu vejo ela ali, pelada. Enquanto ela procura a roupa dela, me pergunta: “faz quanto tempo que você me quer, maninho?”
Respondo bem timidamente que há alguns meses, e Grace me pergunta mais uma coisa:
Você curte outras minas? Alguma da sua escola?" Enquanto faz uma cara safada.
Digo que não sei, porque não reparo nisso em mulheres da minha idade.


Grace fica satisfeita com essa resposta e me diz: "Beleza, maninho, vou deixar você ver minha raba, só se você abaixar a calça. Tô curiosa pra ver o tamanho da sua pica.
Eu, com muita vergonha, penso nisso enquanto fico vermelho de tanta vergonha.
Observo com minha cabeça, e abaixo minha calça enquanto minha irmã mais velha me olha com curiosidade.
Eu abaixo a calça, e ela vê minha rola de 15 cm em todo o seu esplendor, e me diz: “Uau! Não pensei que pra sua idade, você tivesse uma pica desse tamanho, você me impressiona.”
E aí ele diz: "Bom, promessa é dívida." Em seguida, vira-se, abaixa e, com as mãos, abre as nádegas pra mostrar o cu.


Capítulo 2. Entre minhas irmãs

Cara, perplexo com aquela visão, só fico mais vermelho. Grace tira sarro de mim e manda eu vazar do quarto dela, porque tá com pressa.
Quando chego no meu quarto, fico deitado na cama. Sem conseguir acreditar no que aconteceu. Vi minhas duas irmãs peladas no mesmo dia e pude ter na minha frente a bunda nua da minha irmã Grace. Fiquei deitado na cama por um minuto ou uma hora, mas não saberia dizer direito quanto tempo passou.
Ouço a porta de casa se abrir; é a mamãe que chegou meio bêbada em casa junto com a amiga Diana. Nessa hora, a Grace já tinha ido embora.


Diana entra no meu quarto e me fala que trouxe a mãe pra casa pra ela não voltar sozinha. E que ia ficar pra cuidar de mim, já que minhas irmãs não iam estar.
Diana também não era nada mal, na verdade era tão gostosa quanto a mãe, mas isso já é outra história... 

4 comentários - Capítulo 2. Entre minhas irmãs

Q genia tu hermana compa,
La mejor, creéme que quisieras tener una así
erazodh +1
muy buen relato, quisiera tener unas hermanas así