O Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2

A primeira sessão de fotos acontece e Majo, aos poucos, vai se envolvendo cada vez mais na tarefa de vender sua sensualidade pro Onlyfans dela, só resta saber até onde ela vai.
Esse capítulo tem bastante do formato fotonovela e as fotos que Gabriel tira são mostradas de forma intercalada, além de uma ou outra surpresa de vez em quando.
A musa dessa história é a ucraniana.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução., uma das minhas fraquezas e que vão nos acompanhar com seu rostinho inocente e corpo flexível ao longo dessa história.


Valor agregado

Não era só capturar a silhueta dela, a rabeta, o contorno sutil dos peitos, também era arrancar um sorriso, pegar um olhar, imortalizar cada detalhe podia ser essencial, queria que aqueles sedentos por sensualidade exclusiva ficassem hipnotizados, e pra isso, confiava nas armas secretas da minha irmã, tipo a beleza natural dela, tão jovem. Traduzindo: ela tem cara de ilegal, mesmo não sendo.

- Me fala o que eu faço, fico só paradinha? – Perguntou meio sem graça com o meu dedo no gatilho sem parar em volta dela.
O Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2- Faz coisas simples, gira, toca na sua camiseta ou no braço, olha pra mim, olha pra janela e pros lados, fica de perfil… - Também não era nenhum expert em direção, geralmente quem recebia ordens era eu:Vem cá, tira uma foto minha com a minha amiga. Vão cortar o bolo, tira fotos dela dando uma mordida.Larga o churrasco e tira fotos nas mesas.etc.softcore
incesto- Assim? Me sinto uma boceta, por isso não nos dão nada. – Admitiu, querendo aumentar a intensidade.
- Não seja impaciente, primeiro temos que fazer eles desejarem com fotos assim, mas se quiser pode mostrar seu umbigo, isso é… que barriguinha gostosa, eles vão adorar. – Elogiei, disparando como num tiroteio de faroeste.
irmaos
graca- Chega, não seja tarado. – Ela me repreendeu, meio nervosa. – Já não sei se isso é carinho, se você tá pagando de engraçadinho ou se é um pervertido de verdade.

- Agora não sou seu irmão, sou um fotógrafo, um bem pervertido. – Confirmei. – Vamos ver, de perfil, isso aí, que linda, pelo amor de Deus.

- Você me deixa nervosa! Você é meu irmão! – Ela se escandalizou, provocando uma pausa porque eu não conseguia parar de rir. – E se a gente colocar como regra não falar uma palavra?

- Assim fica uma merda, além de ficar mais estranho, só faz coisas simples, quando se sentir pronta, tira a camisetinha.

- Que barriguinha, que camisetinha, fala direito, porra, você me deixa nervosa, merda.

- Tá bom, não se faz de sonsa.
enjoadinha- Aceitando a reclamação dela, anotei e fiquei em silêncio por um tempo, me concentrando em capturar o melhor perfil dela, que era todos. Não, sério, eu começava a pensar grande e com otimismo, minha Majo não era a típica peituda,E-GirlToda tatuada e pintada ou riquinha operada, também não faria posições vulgares de pernas abertas. Acho que ela podia virar uma verdadeira ídola softcore, capaz de embolsar várias assinaturas.

- Tive uma ideia: mostra o corpete, só num peito, num seio mesmo. Se der, passa a mão no cabelo, arruma ele assim... exatamente do jeito que eu queria.

Não falei que as axilas dela eram perfeitas, tinha uma depilação impecável que aqueles fetichistas dessa parte do corpo iam adorar.
tabu
Desculpe nao posso ajudar com
irmao e irma
alexandra kroha
castanhaFinalmente, depois que mudei o tom das minhas instruções, a gente se conectou e meus conselhos foram captados na hora. Eu misturava ordens precisas com silêncios, conseguindo várias fotos valiosas no meio do caminho. Embora nunca tivesse fotografado uma mulher sozinha, além das sessões de debutante, a lógica era mais ou menos a mesma: capturar os sorrisos, as expressões, o momento, e, nesse caso, a beleza dela, a beleza incrível dela.

A Majo entrou no personagem e me pediu pra ver como as fotos estavam ficando, se aproximando pra dar uma espiada, coisa que eu recusei. Era pouco profissional e uma perda de tempo ficar mostrando as fotos.

— Você tá linda, Majo, fica tranquila, tô adorando você. Vamos continuar que você vê todas juntas quando a gente subir pra
Onlyfans- Chega, Gabriel, não fala comigo assim. – Murmurou não muito constrangida, mas sim com um sorriso, enquanto tirava a camiseta devagar, me deixando capturar cada movimento quase em câmera lenta… a gente já estava sem ideias, eu já tinha brincado com o cabelo dela, ela já estava de sutiã e, além de ter abaixado um pouco o short, não tinha muito mais o que fazer, a menos que…

- Posso te fazer uma pergunta ousada? – Assim que falei a palavra "ousada", alguma coisa reagiu dentro da minha calça, algo que não devia reagir. Talvez ver tanta pele jovem, tanta beleza familiar, talvez eu estivesse no limite e aquela palavra detonou a reação em cadeia.
HuyGabriel, o que você vai me perguntar? Não seja sem noção, mano, você sempre faz piadas pervertidas e me deixa desconfortável. – Ela corou enquanto mostrava um aborrecimento genuíno.

- Não, não, é algo sério. Eu ia te perguntar se você topava mostrar um pouco mais…

- Não te parece suficiente? Olha como eu tô! – Ela até mostrava um ombro nu, já que tinha deixado escorregar uma alça do sutiã…
Isabelle Kalinka
O Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2
softcoreEm parte ela tinha razão, minha irmã estava só de sutiã e com o short de ginástica bem baixo, mostrando aquela curva gostosa entre os quadris que descia do umbigo até a buceta, sem escalas. Infelizmente, até pra mim, o fim do trajeto ainda ficava escondido atrás de uns centímetros de pano. Esses pensamentos não ajudaram a acalmar a besta despertada que crescia dentro da minha calça.

- Majo, pensei que talvez você pudesse mostrar os peitos. – Falei com a maior seriedade possível.

- Se você topa, a gente pode ter um
Onlyfansmuito mais sólido, podemos aumentar os preços, dar um plus.

Pra minha surpresa, María José me respondeu na hora, sem nem piscar.

- Sei lá, acho que seria demais, não sei se tenho coragem... além disso, na sua frente é estranho.

- Não seria a primeira vez. – Lembrei. – Você lembra como a gente enchia o saco da mamãe com nossas travessuras, não seria tão diferente.

Como irmãos, não era por acaso que a gente se dava tão bem e tinha uma relação incomum por ser tão próxima. A gente passou uma infância (a dela, principalmente) quase sozinhos, trancados numa casa sem ter o que fazer além das tarefas da escola e de casa, até eu começar a trabalhar assim que terminei a escola. As coisas não mudaram muito no começo, já que eu demorei pra conseguir um trampo fixo, geralmente trabalhava mais nos fins de semana e passava de segunda a quinta enfiado em casa nos primeiros anos.

Mamãe, mesmo não sendo má nem deixando faltar nada, parecia viver umas gerações atrás. Passava mais tempo na igreja fazendo trabalho comunitário e
espalhandoa palavra do senhor (ou seja, enchendo o saco de porta em porta) que em casa e quando vinha, fazia a comida pra gente, dormia e dava bronca, só isso mesmo. Foi uma receita pro desastre com o passar dos anos, especialmente quando terminamos a comunhão e decidimos não acompanhar ela mais na igreja. Em algum momento bem cedo nas nossas vidas, decidimos que não seríamos como ela, e a mamãe desistiu, quase me deixando a casa e a Majo sob meus cuidados... coisa que admito, não terminou muito bem.

Por culpa do tédio, com ela a gente tinha mais travessuras indescritíveis do que gostaríamos de admitir, e embora fôssemos espertos o bastante pra nunca ter problemas na escola e terminar sem repetir de ano, com nossas brincadeiras demos desgostos pra mamãe que renderam castigos de todo tipo. Brincadeiras que até hoje me fazem sentir meio culpado, sempre fui o irmão mais velho e não devia ter sido tão permissivo em vários aspectos com ela.

- Era muito diferente, Gabo, éramos outros... pra começar, eu tinha outro corpo, passou um tempo daqueles joguinhos inocentes e agora não sei se quero que minhas tetas estejam espalhadas por toda a internet. - Ela se abriu, não muito convencida, eu tinha certeza de que podia fazê-la mudar de ideia.

Suspirei, calculando bem minhas palavras. Era como andar em chão de madeira sem fazer barulho num filme de terror, tinha que dizer o suficiente e necessário, senão não ia convencê-la.

- Mais razão ainda, Majo, naquela época a gente só estava entediado e sozinho, agora a gente tá numa necessidade e qualquer extra que a gente puder dar ajuda pra caralho. Embora a gente ainda esteja sozinho, isso não mudou. - Tentei convencê-la e, antes que ela respondesse: - E sobre seu medo dos seus peitos irem parar na internet... acho que você não faz ideia da quantidade de mulher pelada que tem na internet, te falo por experiência, tem foto de buceta e mulher nua pra forrar o sistema solar inteiro, ninguém mais se escandaliza se alguém posta umas fotos íntimas em algum site, tem milhões de outras dando sopa. Praticamente viram anônimas, seriam fotos peladas entre milhões de fotos peladas.

- Vamos, Gabo, não é disso que tô falando, óbvio que tem milhares de atrizes pornô e celebridades que mostram mais do que os peitos, não sou burra, é que essas são minhas e eu ficaria incomodada de saber que tão rodando por aí, imagina se viralizam ou algo assim, se meus amigos veem, eu morro.

Baixei a câmera e mudei o foco.

- É a mamãe que tá falando, não você. Não estamos nos anos 70 ou 60, os caras não tão mais herdando revistas pornô como se fossem os únicos peitos que vão ver na vida, ninguém viraliza por causa de uns peitos, mesmo que sejam de alguém muito gostosa... nem vai surgir um culto de psicopatas que vai te viralizar por algum motivo, você não tem ideia da quantidade de minas que tão mostrando mais do que os bicos, só falando em
Onlyfans, se não fosse seguro, não teria tanta gente usando e ganhando dinheiro.

- Chega, Gabo…

- Além disso, a Noé me garantiu que o site é seguro. Ela, que faz nudez total, me contou que em termos de segurança você pode…

- Chega, Gabo, tá bom, vou te mostrar os peitos. Não faz comentários, ok? Não me deixa desconfortável e vamos fazer isso rápido antes que eu me arrependa ou fique com frio.

Quase me assustei quando ela disse (e do jeito que disse)
te mostrar as tetascomo se fosse me mostrar só pra mim, me posicionei tentando esconder minha ereção e apontei a câmera pra ela.

- Te prometo que não conto nada e a gente faz isso rápido. Quando quiser, tô pronto… acho.

Maria José respirou fundo e ficou brincando com o sutiã, com as alças que seguravam nos ombros dela, até que finalmente deixou cair uma aba do corpete, me mostrando um peito delicioso, lindo como toda ela. Murmurei uma putaria que ela não ouviu enquanto capturava o seio dela nu, me encarando com o mamilo à mostra, de um marrom claro sutil como tudo nela, quase uma pincelada de aquarela no topo do peito.
incesto
irmaos
graca
tabu
Desculpe nao posso ajudar com- Me daria um sorrisinho?
- Lá vem você com os diminutivos de novo. Se você chama ela de
tetinhasVisto, vou embora e mudo de casa, te aviso.
- Não, não, jamais diria isso, desculpa, fechei a boca…

Em silêncio, fotografei ela até que ela mostrou a outra teta sem que eu precisasse pedir, revelando uma simetria divina. Um artista de nu ou um escultor renascentista não conseguiria fazer melhor. Não eram peitos grandes, nem pequenos, tinham o tamanho certo pro tipo de beleza sutil que minha irmã exalava de cada poro. Cada pedaço dela se encaixava como uma luva.

Embora tenha conseguido ficar calado, não cumpri minha promessa de fazer rápido. Não sabia se algo assim ia se repetir na minha vida, e até eu admito que exagerei na quantidade de fotos e no tempo que passei fotografando eles. Capturei os peitos dela de baixo, de cada ângulo, com expressões diferentes no rosto dela e, claro, alguns close-ups que mostravam até a textura dos bicos.
irmao e irmaPara minha surpresa, Majo se posicionou na frente da câmera totalmente exposta e começou a abaixar o shortinho (desculpa, short) um pouco mais, e por pouco não tive um infarto. Será que ela pretendia ir ainda mais longe, superando até minhas ideias mais pervertidas? Será que ela seria capaz de mostrar a buceta dela para os assinantes por dinheiro e, consequentemente, para mim? Me guiando pela sensualidade da pele dela, a cor dos mamilos e a beleza natural, ela devia ter uma buceta de dar inveja, e não me importava em ter esses pensamentos sobre minha irmã.

Eu a fotografei e abaixei a câmera, observando-a com meus próprios olhos de cima a baixo, na expectativa, parando meu olhar no short dela, que cobria milimetricamente uma buceta que mostrava uma depilação caprichada desde o próprio milímetro onde começava. A barriga dela desenhava umas linhas que desciam como flechas em direção à ppk, se perdendo debaixo do short. Se ela abaixasse mais um fio de pano, dava pra dizer que estava fazendo um nu completo.
alexandra kroha
castanha
Isabelle Kalinka- Terminamos? – Ela sussurrou, vermelha como um tomate pela ousadia, por ter ido tão longe na frente do próprio irmão. Em vez de responder, eu recoloquei minha câmera e continuei clicando. Majó se virou. Dava pra ver o começo da bunda pequenininha dela perfeitamente, suas costas como uma cachoeira mergulhando nuns glúteos perfeitos, de um tom mais clarinho pela falta de sol, que só aumentavam a sensualidade dela.O Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2
softcore
incesto
irmaos
graca
tabuFoi o maior acerto da minha vida. Ter continuado a sessão, a Majo se sentiu mais segura sendo fotografada de costas, talvez achasse que era o lado mais sexy dela ou incomodava menos que os closes de frente, já que voltou a brincar com o short, abaixando e subindo ele nos flancos, me mostrando os quadris nus e cada vez um pouco mais da bunda dela, nua agora em um quarto, talvez um terço… Era como se tivesse entrado em transe e não percebesse que estava se despindo na minha frente. Brincava com a peça com uma sensualidade que incendiava o ambiente igual um bombardeio de napalm, fazendo meu pau pulsar com os olhares dela, o sorriso discreto, as mãos na roupa ameaçando baixar pra me mostrar a…

- Beleza, já deu. Me alcança o sutiã e a camiseta. – Pediu corada, desviando o olhar.

A Majo voltou a si, escandalizada, com as bochechas e até a testa vermelhas. Tinha se deixado levar como numa dança tribal ao redor do fogo e tenho certeza que passou pela cabeça dela por um instante a ideia de um nu completo, abortando o descalabro no último segundo… de qualquer forma, a ideia de que a buceta dela esteve nua na minha frente, a meros centímetros do meu campo de visão, causou um curto-circuito em todos os meus membros. Se quisesse, podia ter largado a câmera e visto a xota dela em detalhes.

- Me alcança o sutiã? – Pediu de novo, agora com o short subido e meio sem graça, cruzando os braços como se não conhecesse os próprios peitos. Agora eu conhecia eles em detalhes e não conseguia tirar da retina as auréolas marrons dela, eram tipo aquelas manchas luminosas que ficam gravadas de olhar pro sol.

Peguei a peça dela e entreguei, mas quando a mão dela quase pegou, puxei de volta brincando, impedindo que agarrasse escondendo o sutiã atrás das minhas costas. Essa brincadeira arrancou um sorrisinho dela, quebrando a tensão… criando uma nova tensão.

- Gabo, não seja infantil, fala sério, já deu. – Suspirou.

Insisti na minha brinquei e levantei o sutiã dela como se fosse a argola do carrossel, a Majo se grudou no meu corpo com os braços esticados tentando alcançar, roçando os peitinhos lindos dela contra mim enquanto pulava sem perceber que, enquanto ela tentava pegar a peça dando pulos e tapas, eu não parava de olhar nos olhos dela. Pensei que, se eu estivesse sem camisa, teria sentido o toque suave dos mamilos dela na minha pele, que oportunidade perdida.

- Acho que você vai ficar assim o dia inteiro…

- Gabriel, chega. Sabia que ia acabar nisso, você é um punheteiro, idiota. – Ela se irritou, ameaçando ir embora, e eu não deixei, segurando a cintura dela com cuidado.

- Tá bom, me desculpa. Deixa eu te ajudar. – Desisti da minha brincadeira.
bullyingdedicando um sorriso paternal. – Eu coloco pra você. – Falei num sussurro, passando os braços pelas tiras do sutiã e fechando ele por trás com uma mão enquanto juntava o cabelo castanho dela com a outra, tudo com uma calma e serenidade que pareciam acalmar os ânimos. Até por uns segundos, enquanto terminava meu detalhe, minha ereção palpável encostou na bunda minúscula dela, me deixando sentir a maciez, e ela, com certeza, sentiu minha dureza.

Sem desistir das minhas intenções de acalmá-la e mostrar que não era minha intenção incomodar, que era só brincadeira, peguei a camiseta dela e fiz o mesmo. Ela deixou eu vestir devagar e até me permitiu arrumar, roçando os peitos dela sem problema. Quando terminei, a Majo me deu um olhar carinhoso que foi dos meus olhos pra baixo, e mais pra baixo, parando no meu pau duro, formando um volume saliente na minha virilha.

– Você não mudou nada, Gabriel. – Ela disse com o olhar fixo no meu pau, resignada. – Os anos passam e você continua o mesmo tarado, sabia que ia ficar duro que nem pinto de cachorro envenenado.

Eu só ri da piada dela e concordei, quando ela tinha razão, tinha razão.

– Quero que a gente edite as fotos juntos. – Falei, mudando de assunto. – Vamos, escolhamos as fotos e terminemos nossa primeira sessão.

O passado que sempre volta.

Em poucos minutos, depois de uma conversa rápida com Noé pedindo conselho (ela, além de ser minha conselheira, tava interessada em toda a fofoca), comecei a encher a conta dela de conteúdo, completando os dados e as autenticações. Claro, faltava a confirmação principal: uma foto da usuária, Majo, segurando o D.N.I. de frente e verso junto com o rosto dela.

Com a descrição, perdemos vários minutos. Demoramos pra decidir se colocávamos em espanhol ou inglês, e acabamos optando pelas duas. Pensei que saberem que ela era latina ia bombar pra caralho. No final, ficou assim:
Bem-vindos ao meu Onlyfans. Sou argentina, dançarina e ginasta.

Acabei de fazer 18 anos e tô morrendo de vontade de te conhecer e você me conhecer. Vem comigo? Sê gentil e respeitoso, sou nova e quero passar uns momentos gostosos juntos.
- Um pouco longo, mas deixa claro que eles têm que ser respeitosos. Pagar não dá a eles o direito de serem tóxicos.

- Sim, tá bom, não quero que eles passem do ponto logo de cara. – Majo aceitou, satisfeita com a descrição, enquanto adicionava os emoticons finais. – Mas é bem conversa fiada essa história de ginasta e dançarina, sendo que fui só uns meses. Dança eu fiz três anos, mas isso não me torna uma dançarina.

- Você ainda consegue fazer aquela abertura de pernas estilo Jean-Claude Van Damme?

- Sim. – Respondeu, estranhando, sem encontrar a relação com a pergunta.

- Então você é dançarina e ginasta, é só o que importa. – Determinei, fazendo ela bater a mão na testa.

- Você é incurável, mano.

O resto foi tudo previsível: o site pede uma senha, um e-mail para onde enviam o link de confirmação e, por último, os óbvios detalhes do perfil, como a foto de capa, que tinha que ser a mais atraente possível.

- Majo, vem cá, vamos escolher uma fotinha. – Falei pra ela à noite, pouco antes do jantar. Já estavam todos os dados preenchidos, eu tinha cuidado de selecionar as fotos, colocando as marcas d'água e os preços.

- O diminutivo, que não estamos no jardim de infância. – Me repreendeu como uma professora, mas sentou no meu colo feito uma menininha. Por sorte, meu amigo tinha se acalmado e não a apunhalei com uma ereção desconfortável, embora com a tesão que eu tava e vendo foto atrás de foto da Majo pelada, a fera não tava totalmente adormecida.

- Essa aqui eu gosto, não sei o que você acha. Mas parece que um OVNI poderia pousar na minha testa, daqueles do Dia da Independência.

- Sim, como capa fica show... e eu gosto da sua testa. Te dá uma cara de bebona.

- Sempre tão bizarro, você. – Me repreendeu, me olhando com desaprovação, como quem diz.
É incurável".- E aí? E agora?

Fiquei pensando que a palavra "sujo" me definia muito bem. Me consolava a ideia de que nunca fui mau, cruel ou abusivo, só meio pervertido com um toque de manipulador e chato, nada mais. Afinal, tava fotografando minha irmã de 18 anos pelada pra ganhar dinheiro — não se chega nesse ponto sem colocar perversão e manipulação na mistura.

- Ela me aconselhou a criar uma conta de
Twitterpara acompanhar aOnlyfansuns dias antes e criar sinergia. Não fiz, mas podemos fazer agora e postar várias fotos, digo, fotos, pra começar a esquentar os motores.

A gente se amarrou bastante, juntos, com ela e todo o peso dela em cima de mim, e meu olfato enfeitiçado pelo perfume do cabelo dela (sem falar do peso dela nas minhas pernas), não só abrimos uma conta de
Twittermas de outras plataformas populares. Quem entrasse nelas teria um link para o seuOnlyfanse vice-versa, se alimentando uma à outra. Naquela noite, dava pra dizer que a ÁneLolita tinha nascido.

- Agora é só esperar, esperar pelo melhor. – Decretei acariciando a perna dela, dando um beijo suave no pescoço que ela recebeu toda dengosa.

- Vai uma pizza de comemoração?

- Sabia que tanta cumplicidade tinha um motivo, então, vamos pedir uma pizza. Se alguns se inscreverem, essas pizzas já tão pagas.

Sem dúvida, a comida era o ponto fraco da minha irmã. Além de todas as bênçãos que ela tinha, tinha um buraco no estômago que sugava calorias sem fazer ela perder a silhueta. Era quase uma
X-Men— Eu mereço, dei mais do que esperava e você viu meus peitos por não sei quanto tempo. Pensei que seriam só umas fotos de topless e você se empolgou pra caralho.

— Você merece pra caralho uma pizza com coca, pede logo, a que quiser. — Falei vendo ela se levantar, ela, ciente das sensações que me causava, demorou pra virar as pernas de lado em cima de mim e se erguer.
Demônios… se isso continuar assim, não vai acabar nada bem.Pensei enquanto a observava fazendo a ligação e deixando o pedido. Minhas barreiras psíquicas e minhas muralhas morais estavam sendo açoitadas por um colossal aríete de fogo de 18 anos que se deixava fotografar nua. Quando a Majo se mudou comigo, prometi não voltar ao nosso estilo de vida anterior e jurei não fazer nada com ela que qualquer outro irmão não faria.

O isolamento da quarentena, a sessão de fotos, a visão do corpo nu dela e a atitude dela, vamos ser honestos, de provocante, ameaçavam trazer certos demônios do passado, demônios dos quais eu era o responsável por invocar. Vejam, sempre fui o irmão mais velho, embora a Majo fosse o pentagrama que podia trazer o inferno à terra, assumo a responsabilidade de ter continuado o feitiço e cometido blasfêmias.
travessurascomo a gente chamava, que voltavam à minha cabeça cada vez mais frequentemente.

Eu tinha nada menos que dez anos a mais que ela, se ela é culpada de algo, seria só de quebrar uma resistência fraca e nascer com uma beleza que não vi em nenhuma outra, somado a uma atitude de lolita autêntica, um jeito de ser muito adiantado que, em vez de reprimir, sempre incentivei. Se era loucura dela ou loucura minha, sempre cedíamos aos pedidos um do outro, embora sem ir muito longe, claro.

Eu, em vez de endireitá-la e botar um ponto final nas nossas travessuras como nossa mãe faria, preferia testá-la pra ver até onde ela era capaz de ir. Ela já sabia que era errado, nossa mãe religiosa, se algo nos ensinou bem, foram limites, mas era como se nada nem ninguém pudesse nos parar, como duas forças que se atraem inevitavelmente, sempre acabávamos entediados, sozinhos, e realizando alguma ideia que não era nada normal.

E naquela noite, além de estarmos sozinhos, de barriga cheia e felizes, tínhamos algo grande pra comemorar: já tínhamos 3 assinaturas mensais e uma de 3 meses, que dava um total de 61 dólares, que, graças ao método compartilhado pelo Noe; criar uma conta em
Skrill, que funciona como uma carteira virtual e depois a gente sacaMercado Pagousando a plataforma saldo.com.ar, a grana entraria quase limpa pra gente.
Mesmo que a gente tivesse a mil por hora e quisesse ir na hora sacar a grana pra sentir e ter um pouco de dinheiro vivo na mão, a gente se acalmou vendo um filme de boa antes de dormir.
- Vamos conseguir ter
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Como todo mundo. – Majo se animou, levantando do sofá.

- Antes, vamos pagar o essencial, tipo o IPTU e a luz, primeiro essas coisas, depois quando a gente estiver livre, você decide no que a gente gasta. – Prometi, bem otimista. – Embora eu esteja puto da vida com o cabo, admito que tô morrendo de vontade de ter de volta.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.— Tava pensando, tenho um monte de roupa de ginástica, a gente podia fazer uma sessão assim com a que eu tenho amanhã, pra não perder o ritmo e já começar com tudo. Tipo, já que você me intitulou como ginasta.
— Vai abrir as pernas?
Majo me olhou com os olhos semicerrados, bem irritada, mas depois de alguns segundos de um olhar fixo, sorriu pra mim, me fazendo rir.
— Vou abrir as pernas pra chutar sua cara, igual seu herói Jean-Claude Van Damme faz. — Me ameaçou com um toque de sarcasmo.
Fiquei um tempão olhando pra TV, sem prestar atenção. Minha mente vagava por caminhos próprios, onde eu não tinha controle total. Ignorei o telefone por umas horas até a noite me pegar de surpresa, e Majo, que tava muito cansada, veio me dar o beijo de boa noite.
— Boa noite, Majito, você foi demais, arrasou pra caralho. — Falei abraçando ela quando se inclinou pra me dar um beijo na bochecha, beijo que devolvi com força dobrada.
— Bom, tudo pela causa de ficar melhor. — Me envolvendo com os braços também e se deixando cair em cima de mim, quase dando a entender que não era uma simples despedida. — Finalmente sinto que não sou um peso morto e posso te ajudar.
Majo era assim e sempre foi, me dava cotoveladas e ameaças por alguma piada de sacanagem e no minuto seguinte sentava de pernas abertas nas minhas coxas e me dava um olhar de apaixonada que fazia até uma múmia gozar.
— Você não é nenhum peso. — Respondi sério, com ela em cima de mim, os braços ainda no meu pescoço e os meus, bom, em algum momento tinham descido pra cintura dela, enfiando por baixo da camiseta que ela usava pra dormir pra sentir a pele dela. — Chega disso, que seja a última vez, quando pagarmos tudo, vai ser seu dinheiro, não tô te explorando.
— Falando em explorar, a Noe me ligou agora há pouco, me deu vários...
dicas— e acho que vou ter que ser explorada mesmo e manter a conta viva de forma constante, ela me disse.

Noelia esclareceu, numa conversa de mulher pra mulher, que ter 4 assinaturas logo de cara tinha sido mais que sorte, embora o difícil não fosse conseguir, mas sim mantê-las. Disse que os homens, como as focas do Mundo Marino, a gente tem que ficar jogando peixe pra eles continuarem batendo palmas.

— Péssima analogia, sempre foi uma burra. — Resmunguei. — E uma feminazi.

— Seja como for, ela disse que eu deveria ter deixado a conta gratuita por algumas semanas pra eles picarem. — Antes que eu dissesse que era uma ideia ruim balançando a cabeça, ela mostrou discordância. — Prefiro ter poucos do que nenhum, falei, embora ela tenha razão no sentido de que tenho que mantê-los entretidos com tanta concorrência. Ela sugeriu fazer promoções, concursos, ofertas, manter um horário pra postar material, coisas assim…

— Talvez partir pro nu total…

Majo me deu o tapa mais suave e adorável possível pela minha cara de pau.

— Ah, e sempre responder as mensagens. Já tão me perguntando se vou mostrar a buceta, são todos iguais, vocês. Falei que tava considerando num futuro próximo.

— Me surpreende de forma muito agradável como você se jogou de cabeça tão rápido. Você imaginava há poucos dias que estaria animada com uma coisa dessas? Fazendo dólar com seu corpo? — Observei acariciando a pele dela sob minhas mãos, como se coçasse os flancos dela com muita suavidade.

— Não, nunca teria imaginado. Quando você tem boas ideias, você tem boas ideias. — Ela admitiu. — Tendo feito pelo dinheiro ou porque você é um irmão mais velho pervertido e explorador, ainda assim gosto de ver como isso vai dar.
Ei.Já te falei! Vou te dar dinheiro quando pagarmos o essencial, não sou nenhum explorador! – reclamei, fazendo ela rir pelo que omiti ao rebater.

Entre risadas e carícias, notei que a Majo continuava ali, em cima de mim, me encarando com aqueles olhos lindos e todo o peso dela sobre minhas pernas. Fez-se um silêncio tenso, não desconfortável, mas de expectativa. Era como ver uma granada sem o pino na minha cara ou um felino enorme agachado prestes a pular na gazela.

– Acho que é hora de irmos dormir. – cedi ao meu lado mais moral, desviando o olhar.

– É… melhor, né? – presenteando-a com um beijo no pescoço, que ela me devolveu ainda abraçada em mim. Sem dúvida era um postal dos velhos tempos, de quando não conseguíamos nos desgrudar nas nossas brincadeiras secretas. Definitivamente, minha irmã parecia esperar outro tipo de tratamento, tratamento que prometi a mim mesmo nunca mais trazer de volta às nossas vidas, por mais que eu sempre me movesse no limite do perigo.

Majo virou-se para trás e me olhou nos olhos antes de entrar no quarto, meio decepcionada.

Sei que é uma histeria digna de terapia, essa de tirar fotos dela nua, fazer piadas pesadas o tempo todo e depois mandar ela dormir sem que nada acontecesse, mas não queria sucumbir de vez àquele demônio interno que me sussurrou a vida inteira e ao qual sempre dei ouvidos. Era uma casa nova, uma vida nova, e embora parecesse sempre jogar no limite, não queria pular de novo no abismo do pecado.

– Pelo amor de Deus, é minha irmã. O que eu tô pensando? – me amaldiçoei, decepcionado comigo mesmo e minhas constantes brigas com o diabo, desligando a TV.

Tenho certeza de que ela também não queria e não desejava que voltássemos às nossas brincadeiras proibidas. Fui dormir pensando que um de nós, mais cedo ou mais tarde, talvez cedesse, talvez entre foto e foto, entre abraço e carícia, como quem não quer nada, esqueceria que nos unia um laço de sangue de irmandade.


Presos no elevador

Cada hora, hora e meia, eu acordava como se tivessem ligado uma bateria de carro nos meus ovos e com uma ereção igual um sabre curvo do San Martín. Olhei no celular e eram só seis da manhã. Majo estava dormindo, mas dava pra ver uma luz passando por baixo da porta, vindo do quarto dela. Eu precisava tomar uma medida drástica e tinha que ser na hora: bater uma punheta.

— Tô com os ovos duros que nem duas bolas de sinuca, porra. — Sussurrei, me olhando no espelho do banheiro, lembrando dos acontecimentos do dia anterior, que pareciam de outra pessoa.

Por incrível que pareça, nunca fui muito chegado a bater punheta. Sempre tive umas ficantes de vez em quando e algum contato feminino pra descontar que não entrava na categoria de namorada, amiga, sei lá. Talvez fosse um pouco da educação rígida ou dos sermões da minha mãe, mas eu tentava evitar me aliviar com frequência pra que, quando rolasse, o prazer fosse maior. Minha teoria era que cada dia sem gozar aumentava um segundo de orgasmo na hora de soltar o leite.

O que não me deixou dormir foi um detalhe que encontrei naquele mesmo banheiro antes de ir pra cama, quando fui mijar antes de dormir. No cesto de roupa suja, bem em cima, feito uma alpinista que conseguiu escalar a montanha de roupa, estava a calcinha da Majo.

Eu vi e, mesmo achando que minha irmã era uma descuidada por deixar a roupa íntima tão exposta, quase estendida como uma bandeira no topo da pilha, não pude evitar notar que tinha uma mancha de umidade. Saí do banheiro com a cabeça cheia de pensamentos e lembranças inadequadas. Foi um erro total tentar ignorar esse detalhe crucial e achar que teria uma noite de sono tranquilo.

Sonhei que saía pra comprar uma gaiola pro hamster que eu tinha de estimação e, de repente, me perdia num beco americano, com um cara misterioso de sobretudo e chapéu. aparência de traficante de armas, bem parecido com quando as
Tartarugas NinjaNos filmes, elas se disfarçam de humano pra passar despercebidas. Quando abriu o saco, me mostrou uma dúzia de calcinhas, todas da Majo, todas penduradas como medalhas de guerra no saco do sujeito misterioso.

- Sabe que quer ela, não vai te custar muito… Posso te fazer uma oferta bem gostosa. - Ele falou com a mesma voz e aparência do famoso pirata Jack Sparrow, um dos meus personagens de ficção favoritos.

Recusei, tentei gritar pra ele se afastar e minha voz não saiu da minha boca, e quando virei já era tarde demais. Eu tava preso numa multidão de anônimos sem rosto, que, como manequins, queriam pegar uma dessas peças íntimas. Por mais que eu tentasse forçar, aquela multidão me prendia, me sufocava e me levava pro saco aberto do pirata, que, como um buraco negro, me sugava sem jeito…

Passei uns minutos analisando esse sonho e outros que eu tinha mais confusos até que resolvi levantar.

- Ainda bem que não se paga copyright por sonhar com celebridades. – Pensei na frente do espelho enquanto lavava o rosto e, sem querer, vi a calcinha atrás de mim refletida no espelho, descansando como uma rainha no trono em cima da pilha de roupa suja. Me chamava como uma sereia no seu promontório, sem dúvida exercia uma atração que eu não conseguia controlar e me fez lembrar de outro sonho…

Eu lutava com as mãos nuas num ringue de
UFCcom um antigo amigo da minha irmã, alto e forte pra idade dele, que, desde que nos mudamos, por causa da distância, nunca mais viu. Um tal de Facundo, que era jogador de rugby e bruto que nem um touro, tinha desafiado ele pra uma briga porque pegou ele cheirando a calcinha da minha irmã no banheiro. Não lembrava de mais nada daquele sonho, só que eu via a Majo na arquibancada com uma faixa enorme que, em vez de me torcer, torcia por ele…

- Já fiz coisas piores, na pica. – Cedi aos meus impulsos pegando ela por um fio. Sem dúvida era a que ela tinha usado na sessão de fotos e mostrava sinais claros de tesão. A pergunta de um milhão era: será que foi deixada ali em cima à vista de propósito? Se eu tivesse uma cueca toda melada, nunca deixaria ela como uma mina antipessoal tão exposta.

- A velha Majo não chegava tão longe, por mais que fosse uma lolita, não deixava tesouros assim em casa porque a mãe teria crucificado ela. Majo, como eu queria ler sua mente…

Parece que ser histérica vinha de família, porque depois de jurar e rejurar que não ia ser um degenerado dando ouvido pros meus demônios internos, levei a calcinha usada da minha irmã no rosto e aspirei os eflúvios proibidos dela até não conseguir puxar mais ar, tudo enquanto tirava a pica da calça e começava a me masturbar, de pé, de olhos fechados, virado com minha droga concentrada.

Não consigo descrever o que sentia sem ser grosseiro ou nojento. Só vou dizer que a Maria José, assim como tinha curvas sutis e era um poema de harmonia, tinha um perfume nada a ver com o exterior delicado dela. Cheirava como qualquer mulher cheiraria depois de gozar na própria calcinha e me enlouquecia com a fragrância.

Sentei no vaso com a tampa abaixada e sem tirar a calcinha do nariz, fui aumentando a intensidade enquanto pensava que, assim como eu, talvez ela não fosse adepta da punheta e, quando fazia, costumava fazer de forma concentrada, talvez fosse só meu olfato. Sensível por ser de manhã, mas de qualquer jeito já tava começando a fazer efeito e eu sabia muito bem onde queria gozar.

Deixei a calcinha no mesmo lugar que encontrei e, com ela toda aberta à minha mercê, apoiei a glande e deixei sair um jorro grosso e denso de porra que quase cobriu o triângulo de pano por completo, misturando minha substância grumosa com a umidade da minha irmã na peça, deixando ela irreconhecível. Ainda tinha o cheiro da buceta dela impregnado, tão adocicado que eu sentia que ia carregar aquilo comigo o dia inteiro.

Foi como se eu tomasse uma injeção de adrenalina ao ver minha obra de arte abstrata na peça — "gozada incestuosa sob efeito de narcóticos sobre tela de pano" — pensei que se chamaria se fosse exposta num museu da luxúria.
Se quis deixar um recado, ela vai perceber... se não foi assim, vou ter que preparar uma desculpa boa bem rápidoPensei enquanto saía do banheiro, satisfeito com minha safadeza. Tinha que admitir que aquela coisa de bater uma de vez em quando tinha suas vantagens, me sentia tão relaxado que até conseguiria dormir de novo.

Longe de voltar pra cama, preparei um chá e revisava a lista de artigos que a gente precisava. Era o momento perfeito pra sair e dar um bom uso pra aqueles dólares mal ganhos. Antes de terminar, dei uma olhada na conta dela.
Onlyfanse tinha ganhado duas assinaturas.

- A única coisa boa dessa merda de situação é que alguns dólares valem ouro. – Refleti enquanto ligava a TV… nisso, ouvi o som de passos e a porta do banheiro se abrindo. Não demorei a me perguntar se minha irmã encontraria a calcinha dela toda melada e o que pensaria. Era impossível ignorar, ainda mais quando ouvi o barulho da descarga; a pilha de roupa estava do lado, a menos que ela não tivesse levantado os olhos do celular, teria que ter visto minha resposta.

- Bom dia, maninha. – Falei, esticando a bochecha e recebendo um beijo sonoro. Diferente dos outros dias, ela tinha dormido com um pijama rosa liso meio desbotado que ficava meio pequeno nela, usava há alguns anos, embora não muito seguido. - Você sentiu frio ontem à noite pra estar de pijama?

- Não, é que não conseguia dormir e resolvi tirar umas fotos pra página.

Do meu lugar na mesa, vi ela se abaixando pra pegar uma fruta na geladeira e pegar uma mexerica. Sem dúvida, não devia mais usar aquele pijama, que se enfiava entre as bundinhas dela.

- E tirou algumas? – Perguntei. Não era bom sinal que nem ela nem eu tivéssemos conseguido dormir.

Depois de preparar um chá pra ela, sentou-se na mesa e deslizou o celular na minha mão, me olhando com aqueles olhões enormes.

- Me diz o que você acha…
Desculpe nao posso ajudar com- Adoro, você tem uns peitos lindos, não vou me cansar de falar isso. – Respondi sem esperar ver umas tetas tão cedo de manhã.

– Valeu, Gabo. Espero que gostem… pra você nem pergunto, tarado.

– Te notei meio ansiosa por uma segunda sessão, quem sabe a terceira pode ser uma de pijama na sua cama ou na minha, você fica muito gostosa assim. – Falei com o olho grudado na foto, sem permissão dela, continuei passando e vi que ela tinha tirado várias fotos bem sexys, infelizmente, só naquela que me mostrou ela aparecia pelada.

-
Oláera essa mesmo! o que cê tá olhando?

Aí na sequência falei pra ela me acompanhar até o Pago Fácil da quadra seguinte pra pagar as contas e depois fazer umas compras. Ela topou toda animada. Normalmente eu saía sozinho enquanto ela dormia, sem dúvida devia querer comprar alguma coisa.

- Tô morrendo de vontade de comprar um doce, um alfajor Oreo ou umas bolachas Tody, alguma coisa com todo o açúcar do mundo.

- Perfeito, espero você se trocar e aí a gente sai. – Concordei sem notar, durante todo o café da manhã, nenhum sinal do nosso pequeno troca de mensagens. – Vai pensando em algo que a gente possa precisar pra sessão de hoje ou da próxima, algo baratinho, óbvio. – Completei.

Com nossas máscaras e bem juntinhos, fomos andando pela cidade de um lugar pro outro como peças do jogo da Oca avançando, sempre alcançando nossos objetivos e aumentando nossa alegria depois de conseguir sacar o dinheiro. Contas do mês: pagas (envolvi minha irmã num abraço apertado com força como agradecimento e a moça do caixa
Pago Fácil(olhou pra gente estranho).

Compramos um pote de café nos nossos chineses de confiança, uma caixa com sachês de chá e vários artibooties que não vêm ao caso. Em um momento perdi o rastro dela até que reapareceu no caixa com um pacote triplo de Oreo, um par de alfajores Águia e uma coca.

- Você disse que era meu dinheiro.

- É sim. Também não ganhamos na loteria, hein, se liga, gata. – Meu comentário também fez a caixa olhar pra gente estranho. Qual era o problema do povo? Não podiam tolerar dois irmãos se dando bem, zoando e se abraçando? Ao sair, notei que éramos de fato as únicas pessoas felizes da cidade, uma atmosfera de pessimismo e amargura foi nos envolvendo no caminho até uma loja de esportes. Rostos preocupados atrás das máscaras e muitos olhos que foram sugando nossa alegria até entrarmos numa loja de artibooties esportivos.

O que Majo comprou pensando em futuras sessões, deixo em mistério, embora seja algo bem imaginável, nada revolucionário.

Uma vez dentro, entramos no elevador com as compras e apertei o botão para subir até meu andar, o oitavo. Falei pra ela que com o que compramos, mais valia duplicar as assinaturas ou íamos continuar na mesma de sempre.

- Com a foto que postei hoje censurada, já ganhamos uma assinatura de 3 meses.

- Lembra de postar também no
Twitterimagens com censura oulewds, osnudessó pra quem paga.
- Óbvio! Nem precisa falar.
- Respondeu cada mensagem? Agradeceu cada assinante no privado?
- Sim e sim! – Ela se irritou, revirando os olhos, o que me arrancou um sorriso.
Na sequência, tirei a máscara dela e estampei um beijo barulhento nas bochechas suculentas dela.
- Você é tão linda quando se irrita. – Falei, todo derretido.
- Sai, não vem com esse carinho não, bem que ontem à noite você vacilou.
- Que vacilo? – Fiquei desconcertado. – Do que você tá falando, anã tarada?
Majo virou, cravou o olhar penetrante e, assim que abriu a boca pra me responder, o elevador sacudiu como se a mão do King Kong tivesse pegado ele no ar.
De repente, a 2, só 2 malditos andares do nosso, o elevador parou e algumas luzes apagaram, enquanto um silêncio sepulcral tomou conta, seguido pelos gritos dos moradores. Era um apagão. Pra nossa sorte, ninguém era claustrofóbico, mas Majo não lidou nada bem com isso.
- E se cair? E se demorar muito pra voltar? Você não vai gritar por ajuda?
- Calma, tô mandando mensagem pro zelador, senta. – Falei calmo, me acomodando no chão. – Viu? Ele já recebeu. – Majo me imitou, sentando do outro lado do elevador, embaixo do painel.
Cinco minutos depois, como eu imaginei, Héctor, o zelador, me informou que a luz tinha caído em vários quarteirões cuja eletricidade vinha de um gerador com defeito. Sendo otimista, tínhamos uns vinte minutos; pessimista, uma hora, uma hora e meia. Não mudava muito minha equação, eu sempre tava preso com minha irmã.
- Ele disse pra esperarmos e não tentar sair nem forçar a porta. – Informei minha irmã.
- Cê tá doido? Lembra daquele filme que a gente viu há muito tempo, com a gostosa que morria no elevador decapitada? Nem louca eu tento sair.
- Do que você vai lembrar agora… era Premonição 2, se não me engano. – Nem tudo era perversão quando estávamos sozinhos, também assistíamos filmes. Muitos filmes que passavam na TV. Esse, lembro que a mamãe não queria que a gente visse porque achava
do Diabo e uma apologia ao suicídio(?)
Majo, depois de tentar lembrar de outras mortes em elevadores no cinema, abriu um dos alfajores e comeu, me oferecendo uma mordida que aceitei, dando uma pequena mordida onde ela tinha mordido.

Minha irmã terminou enfiando o resto na boca e passando a língua dentro da embalagem, notei que tinha ficado um pouco de chocolate no canto dos lábios dela.

— Sua porca, ficou chocolate na sua boca. — Na sequência, limpei passando o polegar e levei o dedo com chocolate à boca, dando um olhar expectante, queria ver como ela reagia.

— Eu sou a porca? — Perguntou com toda razão. — Ultimamente você tá bem sem noção, irmãozinho, o isolamento, as fotos, tudo tá te fazendo mal... — Enquanto falava, passou a linguinha na embalagem pelos restos de chocolate que sempre grudavam.

— Você acha? Ontem à noite não pareceu te incomodar muito, digo, não sei qual era sua intenção quando a gente se olhou de frente por vários segundos.

Majo deslizou pelo chão e sentou do meu lado, sorrindo.

— Ontem à noite não consegui dormir, não parava de lembrar de tudo que a gente fazia… pensei que você fosse voltar a me usar como boneca de treino, mas você se segurou — Revelou.

Sabia perfeitamente do que ela tava falando e não me orgulhava. Não era nada que chamasse o FBI ou me colocasse na cadeia, mas também não era normal eu ter me oferecido pra ensinar minha própria irmã a beijar.

— Você lembra?
ele— Ainda precisa de mim pra aprender a beijar? — respondi sem saber bem o que dizer. — Eu sempre lembro disso e sei que não fui legal, não devia ter me aproveitado da situação, depois saiu do controle.

— Você dá muita importância pra um número. Agora sou maior de idade, sim, mas já sabia o que a gente tava fazendo e não acho tão grave assim, de ter me complicado com os nossos...
jogos de irmãosnão teria me mudado com você e talvez até tivesse te denunciado.

- Valeu por não ser que nem a Thelma Fardin, senão eu me mandava pro Brasil. – Brinquei. – Mas eu não saí com essas ideias, diria que você também não, foi aquele filme do caralho que a gente viu que começou tudo. Qual era o nome mesmo?

- Kids. – Respondeu na hora. A espertinha lembrava direitinho.
AhSim, molecada, tudo mudou desde que a gente viu… Mamãe achou pelo título que era um filme infantil e nunca desconfiou daquele DVD. Não devia ter deixado você ver, bagunçou seus hormônios pra caralho.

- E você aproveitou como o tarado que é.

Não lembro como nem por quê, numa época em que a gente comprava muitos DVDs piratas pra assistir porque nem TV a cabo a gente tinha, eu encontrei aquele filme que passou batido pela nossa mãe e a gente viu a sós, quase tão enganados quanto ela. Tinha vergonha de revelar há quantos anos foi e o que aconteceu depois, a única coisa que vou dizer é que, tendo minha irmã tão perto, pensando em capturar o corpo dela de novo numa sessão erótica baseada em ginástica, a ideia de que ela me usasse como boneco de treino pra mais do que uns beijinhos me corroía a cabeça.


Continua…irmao e irmaValeu por ler, a parte seguinte ainda não tá começada, mas já tem uns rascunhos. Não prometo data de publicação. Se curtiram, agradeceria pontos, comentários ou qualquer sinal de que tão afim da história. Também aceito ideias ou sugestões.
Capítulo anterior:

Capítulo 1:
http://www.poringa.net/posts/relatos/4020235/El-Onlyfans-de-mi-Hermana.html

22 comentários - O Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2

Usted es un verdadero héroe señor 😅
Gracias XD 😂 El prmer capítulo, por ser introductorio fue light entonces le metí pata a esta 2da parte... y veo que quedo larguísima. Disfruten Xd
Bewene +2
Muy bueno man que ganas ya de la 3ra parte!
No voy a tardar mucho pero tampoco va a salir tan pronto
muy bueno amigo! van 10 por la nena!😋🍆💦💦
Se lo merece, como diria Francella "Si es una nenaaaaa"
Recién vas por el 2do capítulo y ya me parece icónico
Me alegra que te guste la idea, gracias man
tremendo, las fotos son excelentes
Lo bueno es que tengo muchos sets de ella y todos completos asi que se pueden hacer varias cosas, y eso que hace ya muchos años que no se consigue algo nuevo de esta modelo
Muy buenooooo. Por favor que la rompa toda y la reviente a lechazos por atrevida
jajaja se merece unos chirlos al menos
alexandra kroha
“eyaculación incestuosa bajo los efectos narcóticos sobre lienzo de tela”
Perfecto, jajaja
Van +10 excelente, no nos hagas esperar tanto para el 3ro 😂
Este no tarde casi nada jaja lamenteblemente tengo otros y el 3ero va a tardar un toque mas
Genial la historia. Supe atrapante y excitante a la vez. +10 y a favs... Espero la continuación
3shaka3 +1
Muy sugerente y bien escrito. Van puntos.
Excelente 2° capítulo. ¿En algún momento habrá un croosover entre Majo y la amiga de Gabriel?

Van puntos.
Lo pensé desde el principio, no lo descarto aunque lo tengo que planear bien, por ahora no.
Y la parte 3??
Me retrasé, esta casi lista. Voy a tratar de subirla hoy
Delicios relato. + 10 y fav
Gracias por los puntos y comentar, me alegro que haya gustado!
Como se llama la nena?😍
Alexandra Kroha, Isabelle Kalinka, figura con varios nombres. Igual no se encuentran sesiones de fotos de ella como del 2011