Ajuda em Família (3)

Fer e Sebas alcançam um novo nível de confiança entre eles, fazendo com que aqueles encontros íntimos fiquem mais intensos e frequentes.



Ajuda em Família (3)



 
 
Terça-feira. 22h30. Em silêncio, a família reunida está jantando. Tom chegou cansado depois do dia puxado, a situação parece meio estranha porque normalmente Sebas e Fer ficam zoando alguma coisa, enquanto ele escuta atento e tenta entender do que é. Mas hoje à noite, a filha dele janta de cabeça baixa, olhando fixamente pro prato, igual quando era criança e tava triste porque tinha sido castigada. Já o Sebas tinha colocado um vídeo no celular, que assistia enquanto comia, de fone de ouvido.
 
Tom terminou de jantar e, pra tentar mudar o clima, chamou os dois filhos pra prestarem atenção.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Gente, não sei o que vocês têm hoje, mas preciso fazer um anúncio – disse olhando para os dois – a construtora me pediu pra ir revisar uma das obras deles em Guadalajara, então vou ficar fora por uma semana. Então, espero que vocês não estejam brigados ou algo assim, porque durante esse tempo, vocês dois vão ter que cuidar da casa e de si mesmos.
 
Fer e Sebas se viraram pra se olhar, era a primeira vez que se viam desde algumas horas atrás, quando a punheta tinha rolado. Nenhum dos dois sorriu, só ficaram se encarando, tipo um olhar de cumplicidade.
 
-Claro, véio – disse Sebas – não tem nada com o que se preocupar, tá tudo certo entre nós, né Fer?
-Sim, claro – apressou-se a dizer.
 
Tom olhou para os dois de novo, quando o olhar pousou em Fer, ela deu um sorrisinho. Tom, meio desconfiado, deu seu sinal verde.
 
-—E quando você vai embora? — perguntou Fer.
-Na sexta à noite ou no sábado de manhã, ainda não defini direito o horário, porque na construtora não me falaram nada concreto.
-Mmm, já entendi – disse Fer fazendo uma careta – a gente vai sentir muita saudade de você, papai.
-—E eu também pequei — disse acariciando a bochecha da filha — mas sei que meus filhos vão se comportar direitinho, que a casa vai estar inteira quando eu voltar e não vão fazer nada de errado.
-Por que você tá olhando pra mim?" – disse Sebas.
-Mmm, não sei, talvez porque um dia desses você resolve marcar um encontro com os amigos pra desestressar do trampo e, quem sabe, esse encontro sai do controle.
-Hahaha, não me faz rir, véio – disse Sebas entre risadas – tenho tanto trampo pra fazer que a última coisa que passa pela minha cabeça é fazer uma festa ou encher a cara.
-Bom – disse Tom em tom sério – vou acreditar em você, espero que não traia essa confiança.
 
Fer subiu pro quarto dele, enquanto Sebas e o pai continuaram batendo papo sobre bobeiras enquanto arrumavam a mesa e lavavam a louça. Quando soube daquela notícia, a mente dele começou a viajar com mil ideias.
 
Uma semana, uma semana inteira sozinha com o Sebas! Era a única coisa em que conseguia pensar naquela hora, e pra piorar, a única lembrança que tinha do irmão era daquele momento estranho e tarado em que o viu se masturbando até jorrar longos esguichos de porra. O que será que vai rolar agora? Será que esses momentos vão ficar mais frequentes? Ela roía as unhas enquanto pensava nisso e em mil outras coisas ao mesmo tempo. Um calorzinho gostoso e excitante começava a aparecer no meio das pernas, como se a buceta dela estivesse feliz em saber que, por uma semana inteira, ela teria aquela pica toda à disposição.
 
 
 
Quarta-feira. 8h da manhã. Fer acordou assustada. Tinha tido um sonho bem estranho, nele, ela e Irving tinham ido a um bar gay, dançavam e cantavam enquanto tomavam umas cervejas, nada fora do normal, já que isso era costume entre eles. De repente, a gente começava a se amontoar em volta de uma mesa onde pessoas subiam para dançar. Entre aplausos e assobios, um jovem de máscara e quase completamente nu era colocado em cima da mesa.
No começo, ele tava meio nervoso porque só tava de cueca. A música parou e, pelas caixas de som, uma voz começou a chamar as mulheres que topassem subir pra dançar com aquele cara. Só que tinha uma regra: a mina tinha que ser hétero. Já que era um bar gay, isso não impedia que entrasse muita gente com gostos diferentes, mas, na real, ver um hétero por lá era algo bem raro.
 
Os assobios e gritos começaram a aumentar, porque a regra pareceu absurda pra maioria dos presentes. Até que o Irving, tentando pregar uma peça, gritou: "Aí, minha amiga aqui adora uma pica!". Então todo mundo começou a exigir que ela subisse. Empurrões, aplausos, assobios e gritos — Fer sentiu que todo mundo tava contra ela e, não aguentando mais a pressão social, subiu na mesa cheia de nervoso junto com o jovem. Aí a música começou a tocar e, no ritmo do reggaeton, os dois começaram a dançar. Mas o público queria mais espetáculo, então começaram a pedir movimentos mais ousados e sensuais. Com isso, Fer e o cara se grudaram um no outro e começaram a dançar de um jeito muito mais safado. Fer soltou umas reboladas que faziam a bunda dela pular de um jeito obsceno e extremamente gostoso. O cara, por sua vez, se colocou atrás de Fer, encostando o pau na bunda dela e simulando movimentos de sexo. Agarrou ela pela cintura, deu uns tapinhas na bunda dela e acompanhou os movimentos com a pélvis.
Foi se deixando levar, já estava meio alta e a sensação da bunda dela colada no pau do garoto parecia excitante, já que todo mundo tava vendo aquela cena.
 
Continuaram assim a música inteira, até que ouço uma voz bem clara dizendo “Já subiu pra ele, manda ele tirar”. Fer então virava pra olhar o garoto, melhor dizendo, a pica do garoto, que aparecia ereta e desafiadora, escapando da cueca. E aquela pica era idêntica à do irmão dela. Aí Fer acordou.
 
Fiquei olhando pro teto por 5 minutos, aliviada porque tudo não passou de um sonho, mas sentia os peitos inchados, os bicos duros e um pouco de mel escorrendo da buceta. Aquele sonho tinha me excitado. Passei a mão, enfiei dentro da calça e, afastando a calcinha fio dental, acariciei toda a fenda da minha buceta. Nossa, que gostosa se sentiu! Soltei um gemido e minhas pernas tremeram levemente. Eu achava que tinha sido só um pouco, mas meu corpo, e mais especificamente, minha xereca, dizia que aquilo tinha sido excitante demais.
 
Diante disso, não tinha outro jeito senão se masturbar de novo. Embora com a excitação que tava, com certeza em menos de 5 minutos ela já tava gozando de um jeito super gostoso e sensual no meio da cama dela. Mas quando ela ia começar aquela tarefa, alguém bateu na porta dela.
 
-Fer, já acordou?
-Sim… sim, papai. O que foi?
-Que bom, filha, não queria ter que te acordar. Escuta, preciso ir agora porque teve um acidente ontem à noite na obra enquanto descarregavam uns materiais. Te peço pra acordar logo seu irmão de uma vez, ele vai se atrasar, por favor.
-Sim, pai, não se preocupa, eu acordo o Sebas.
-Mas acorda ele logo, muito obrigada filha, te amo.
-Te amo, pai. Tenha um bom dia.
 
Fer então se levantou, arrumou a cama rapidinho e, do jeito que tava, saiu do quarto. Ouviu lá longe a porta da casa bater.
 
-Sebas, já acordou?
 
Fer não obteve resposta, bateu mais forte.
 
-Sebas, já são oito e quinze, você vai se atrasar.
 
Mas de novo não teve resposta.
 
Então a Fer abriu a porta e entrou. Encontrou a cama toda desarrumada e, debaixo das cobertas, estava provavelmente o irmão dela. Foi se aproximando e, quando chegou no pé da cama, conseguiu ver que algumas partes do corpo nu dele apareciam, uma delas, o rosto, que mostrava que ele dormia tranquilão. Por outro lado, na virilha dele, uma ereção bem dura dizia pra Fer que o sonho dele tava bem agitado.
 
Claro, o tesão com que ela tinha acordado não tinha desaparecido completamente, e a imagem daquela ereção dura voltava a avivar o fogo. Fer ficou olhando pra ele, só uma parte da base da pica aparecia, os testículos grandes e redondos e parte da base, quase a maior parte do tronco e a cabeça continuavam escondidos pelas cobertas, mas aquela pica lutava pra sair. Como se aquele obstáculo fosse, na verdade, um desafio pra ela.
 
Fer se lambia, já passava uma mão na buceta dela e devagar, uns dedos começavam a se enfiar ali. Olhando sem piscar, aquelas pernas torneadas e aqueles ovos enormes. Devagarzinho foi se aproximando, aí levou um susto, porque o irmão dela se mexeu um pouco. Isso fez com que mais da pica dele ficasse à mostra, só a cabeçona gorda ainda estava coberta.
Fer movia a mão cada vez mais rápido, os dedos deslizando, chupava os próprios dedos saboreando os sucos e voltava à tarefa de se masturbar sem tirar os olhos do pau do irmão.
Mas a tesão tava tão alta, eu precisava ver ela completa, desafiadora, imponente, precisava ver ela em toda a sua extensão, totalmente ereta apontando pro céu. Aí ela se aproximou até sentar do lado do irmão e, devagar, puxou a coberta pra deixar a pica dura à mostra.
 
Lá estava ela mais uma vez, não importava que já tivesse visto antes, ainda parecia enorme de comprida, bem grossa, cheia de veias prestes a estourar e a cabeça rosada, brilhante e sedutora, como se pedisse ardentemente para levar um belo chupão. Fer não parava de enfiar os dedos, já a buceta dela era um verdadeiro poça, naquele quarto só se ouvia o barulho dos dedos entrando desesperadamente na buceta dela e gemidos doces que ela tentava disfarçar.
Via a pica, amava ela, era grande, muito grande, era grossa, muito grossa e o melhor, era do irmão dela, estar ali no quarto dele, vendo ela em todo o esplendor enquanto ele dormia e ela, como se tivesse possuída, enfiando os dedos, tava passando o maior tesão da vida dela. Aí, um pensamento passou pela cabeça dela: quando é que ia cruzar o caminho dela de novo um homem tão bem dotado? Tipo, nem todo mundo tem uma assim tão grande... e linda. Será que era errado querer sentir ela?
 
Pensava nisso, mas quase de imediato estico a mão e pouso ela na rola.
 
Assim que pegou nele, sentiu que o pau, por puro instinto, deu um leve pulo. Fer então segurou firme e percebeu que era tão grosso que sua mãozinha pequena não dava conta de envolver ele por completo, era macio, era quente, prestou atenção e até sentiu como se aquele pau pulsasse, como se o contato com outra pele despertasse nela o instinto animal. Fer mexia nele, gostava da sensação, admirava, se maravilhava com um pedaço de carne tão suculento, sem parar de pensar em como seria quando aquela besta decidisse furar uma buceta ou uma boca. "Ai não, com certeza você não fica sentado por um mês", pensava Fer, mas isso, em vez de assustar, só a excitava ainda mais. Dava um tesão danado ter na mão um pau tão lindo e grande, ainda mais sendo da própria família.
 
Passo a mão e pego nos ovos grandes, eles eram bem mais macios que o resto da pica, senti eles pesados e meio duros, com certeza era disso que o Sebas tava falando quando dizia que tava doendo. Passei os dedos querendo fazer cócegas, depois fiquei brincando com eles como se fossem bolinhas antiestresse, o que parecia agradar o irmão dele. Porque ouvi um gemido leve, uma tensão nas pernas e a pica deu um pulo que bateu no meu antebraço. Fer sorriu, ficou feliz em saber que os carinhos dele estavam surtindo efeito naquela pica enorme.
 
-Você tem muito cum, né – disse quase murmurando – coitadinha, faz tempo que não te tratam como você merece, não é?
 
Fer acariciava a cabeça enorme enquanto falava baixinho e doce com ele, como se fosse um bebê.
 
-Com certeza você morre de vontade de enfiar num buraquinho bem apertado e molhado, né? Sinto como você vibra, cê gosta desses carinhos? Não precisa me responder, dá pra sentir como você fica tenso de repente, como se estivesse gritando: "Por favor, esvazia minhas bolas".
Bem – disse ele agora segurando-a firme pela cintura – não se preocupa, hoje sua irmãzinha vai te fazer gozar como nunca.
 
Ela começou então a masturbar o irmão. Primeiro com movimentos lentos e suaves, como fazendo carinho naquela pica enorme, mas depois de alguns minutos, começou a aumentar a velocidade. Subia e descia a mão cada vez mais rápido, cada vez com mais força. Às vezes, soltava a rola e massageava os ovos por alguns segundos, só para depois voltar a esfregar a mão inteira naquela carne toda.

Lembrou então do que o Sebas fazia, subiu até a cabeçona e, com o punho, fez movimentos circulares. Sebas fez uma expressão de prazer enquanto soltava um gemido. Fer percebeu, mas não ligou, estava tão concentrada naquela tarefa que nada mais existia para ela, além da visão daquela pica enorme sendo estimulada pela mãozinha dela.

Por 10 minutos, a mão da Fer continuou no serviço, o pau já tava vermelho da metade pra cima de tanta estimulação, mas Fer só aumentava a velocidade, querendo que ele gozasse antes do irmão acordar. A buceta dela ardia, mas, paradoxalmente, parecia um rio lá embaixo, o clitóris já tava tão inchado que bastava uma estimulação pequena pra chegar no tão desejado orgasmo. Mas ela queria gozar vendo aquela maravilha da natureza gozar também, sim, queria ter um orgasmo junto com o Sebas.
 
Mas aí, por causa dos movimentos intensos do Fer e do prazer que ele tava dando, o Sebas acordou. No começo, ele não sacou o que tava rolando, mas em poucos segundos, ondas de prazer fizeram ele olhar pra baixo. Arregalou os olhos.
 
-Fer, o que você tá fazendo?!
 
Com aquele grito, Fer saiu do transe e pulou assustada. Só a piroca de imediato e olhou pro rosto do Sebas. Não era de raiva, mas sim de espanto. Ficou vermelha que nem um tomate, o coração disparou, não queria outra coisa a não ser que a terra a engolisse.
 
-Fer, responde – insistiu Sebas – o que você acha que estava fazendo?
 
Fer abaixou a cabeça, cheio de vergonha, nem sabia o que dizer.
 
-Fer, olha pra mim – disse o irmão dela depois de alguns minutos – olha pra mim, por favor.
 
Diante da insistência, Fer acabou fazendo, mas, ao cruzar os olhares com ele, sentiu que não conseguia sustentar o contato visual e, ainda por cima, que ia começar a chorar.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fer – disse Sebas acariciando a bochecha dela – não tô bravo, só... surpreso. Por favor, não chora, é que tudo isso é muito repentino e... estranho. Mas não se preocupa, não tem problema, só... me diz o que tá rolando.
 
Vou ver, tomo uns minutos, fico olhando fixo pra ele, Sebas até dou um sorriso. Mais calma, comecei a falar.
 
-Sebas… eu… é… o papai falou pra eu vir te acordar, porque você ia se atrasar pro trampo.
-Bom, então valeu, tô agradecido – disse ele sorrindo – mas, por que você tava batendo uma pra mim?
-Ah, Sebas, é que… sei lá, entrei e vi que você tava… excitado e seu… pau tava querendo sair e aí você se mexeu e deu pra ver tudo e… e… e… não consegui segurar a vontade de pegar nele.
 
Sebas olhou pra Fer, dizer aquilo tinha custado toda a força de vontade dele, então ele baixou a cabeça de novo. Sabia que Fer tava falando do jeito mais sincero possível e, pensando bem, achou que era justo que ela também ficasse excitada, que sentisse um tesão também. Pô, Deus tinha visto ele bater punheta duas vezes! Com certeza Fer também precisava se aliviar, pensou.
 
-Fer – disse ele, segurando o queixo dela pra olhar bem nos olhos dela – muito obrigado por vir me acordar. Foi… muito foda. Cê não tem que ficar com vergonha, nem sentir culpa ou nada disso. Eu, tô repetindo, não tô puto com você, só meio surpreso.
 
Mas – continuo – pra ser justo, te entendo. Deve ser difícil pra você ter me visto batendo uma e você sozinha no seu quarto. Sei que talvez você deve tar com um tesão acumulado, por isso não se preocupa, te entendo, maninha.
 
Fer corou de novo. Como é que o irmão dela era sempre tão fofo e compreensivo com ela? Instintivamente, ela se jogou nos braços dele.
 
-Igual – disse depois de um minuto – se te serve de algo me ver ou algo assim, faz sem preocupação.
-Tá falando sério?" – perguntou Fer, surpresa.
-Sim, pode fazer sem medo, maninha. Se eu puder te ajudar de algum jeito a se aliviar um pouco, fico feliz em ajudar. Se quiser ver minha… rola, é só pedir e pronto. Me diz, você já se tocou me olhando?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim… — disse ela, nervosa — sim, me toquei um pouquinho.

-Fico feliz – sorriu Sebas – assim como você me disse pra deixarmos os tabus pra trás, eu agora te digo o mesmo, se você precisar fazer isso ou quiser minha ajuda, sem medo sempre, maninha.

Fer sorriu, deu um beijo na bochecha do Sebas, amava aquele homem. Sentia-se protegida e compreendida ao lado dele, mas mesmo assim, não dava pra ignorar que a pica enorme do Sebas não tinha diminuído nada em tamanho e grossura.
 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sebas – disse Fer – seu pau ainda tá bem duro e grande.
-Sim, maninha, é que, na real, o que você tava fazendo comigo tava muito gostoso.
-Sério? Cê gostou muito de mim?
-Acordei e quase gozei na hora.
-Sério que você tava quase gozando?
-Sim, irmãzinha.
 
Fer com mais confiança, pegou de novo na pica do irmão, começando um vai e vem lento. Sebas, ao ver aquela cena, sentiu um gostoso formigamento na pica.
 
-Sebas – disse Fer docemente – deixa eu te fazer gozar.
 
Sebas não respondeu, só passou as mãos atrás da cabeça e se recostou tranquilão, dando carta branca pra Fer fazer o que quisesse. E foi isso que ela fez; nos minutos seguintes, a irmã dele se dedicou a puxar a rola dele. Ia devagar, depois acelerava, apertava, se divertia especialmente com a cabeça grossa e os ovos grandes. O que deixava Sebas louco.
 
-Você gosta disso?
-Sim, Fer, é muito gostosa.
-E isso?
-Sim, Fer, você faz isso maravilhosamente bem.
 
A Fer adorava ouvir isso, por isso de vez em quando perguntava pro Sebas, só pra ouvir uma resposta que já sabia. Mesmo ele aumentando o ritmo e metendo forte, depois de mais uns 6 minutos intensos, a pica continuava firme e pronta pra guerra.
 
-Ai, Sebas, que aguento você tem!
-Continua, Fer – ela disse gemendo – continua, por favor, continua.
 
Ouvir o irmão dela naquela situação atiçou o lado mais tarado dele.
 
-É isso que você quer, que eu continue puxando essa sua piroca enorme? Te excita, eu posso sentir. Te deixa louco que sua irmãzinha veio puxar ela pra você?
-Sim, você me deixa no ponto.
-A ponto de quê? A ponto de encher a mão da sua irmãzinha com a sua porra? Seu filho da puta.
-Ai não, Fer, você vai me fazer gozar muito!
-Vai logo então, Sebas, deixa eu ver o quanto de prazer eu tô te dando. Solta tudo, não para, mostra pra sua irmãzinha quanta porra você tem guardada nesses ovo gigante. Me ensina como goza um pau de verdade igual o seu. Ai, que delícia, ele é bem grosso e comprido! Minha mãozinha pobre não dá conta, poucas devem aguentar ele. Mas vou te falar, eu adoro. Adoro ver ele bem duro, com essas veias prestes a estourar, e fica tão rijo que parece um ferro.
 
Fer então se deitou ao lado dele, sem parar de bater uma nem por um segundo, enquanto Sebas mantinha os olhos fechados, totalmente focado no próprio prazer, com uma careta que mostrava que estava prestes a gozar.
 
-Sabe de uma coisa – ele sussurrou no ouvido dela – eu gosto tanto de você que vou vir puxar essa buceta toda manhã.
 
Sebas já não aguentava mais, as pernas ficaram tensas, a rola inchou e cresceu um pouco mais de largura e comprimento. Ele gemeu e até deu um pequeno pulo. A porra começou a sair, como uma mangueira de pressão, jato após jato jorrando, parecia uma fonte. Os tiros eram abundantes e muito longos, a mão de Fer apontou para o rosto dela, fazendo com que os primeiros jatos fossem parar no peito e no queixo de Fer. Os seguintes foram igualmente abundantes, mas não tão longos, então foram parar no peito de Sebas.
Fer perdeu a conta de quantas gozadas saíram da pica enorme do Sebas, só ficava fascinada vendo como no peito do irmão dela, ia se formando aos poucos um lagozinho de porra. Não soube quanto tempo durou, mas quando finalmente acabou, a rola satisfeita ficou deitada sobre uma das coxas do irmão dela. Meu deus do céu, parecia até uma terceira perna!
A porra tinha respingado nos peitos dela e até no queixo, como é que um homem conseguia produzir tanta porra?
 
Sebas aproveitou que a irmã ainda estava pasma com aquela gozada, virou a cabeça e beijou ela. Não foi um beijo longo, nem sensual, foi um beijo carinhoso e não durou muito. Fer não entendeu o que tinha acontecido, de repente a mente dela ficou em branco e ela só fechou os olhos, deixou o irmão brincar com os lábios dela.
 
-Valeu, Fer – disse Sebas quando se afastou dela – nunca tinha gozado desse jeito.
-Este…
-Irmãzinha, te adoro, você é a melhor.
 
Sebas dedicou um sorriso pra ela que fez ela corar. Ele se levantou, pegou uma toalha que tava por perto e limpou a maior parte da porra do corpo, e rapidão entrou no banheiro pra tomar um banho.
 
Fer, por puro instinto, levo a mão na buceta dela, que parecia implorar, por favor, que eu desse a satisfação do orgasmo. Ela fechou os olhos, apertou e fez círculos no clitóris e, rapidamente, começou a se contorcer, o corpo ficou tenso, arqueou as costas. Deu um grito tão alto que desejei que o barulho da água fosse forte o bastante para abafar, porque com certeza o irmão dela teria se assustado.
As pernas tremeram, sentiu correntes elétricas pelo corpo todo e então, no auge do orgasmo, sentiu que se mijava. Um jorro forte e pressurizado saiu da sua buceta, molhando parte da cama e o pijama, deixando tudo encharcado. Por um instante, ficou em branco, só sentindo prazer, e quando finalmente um pensamento cruzou a mente, foi a lembrança daquela pica enorme se esvaziando graças às carícias da sua mãozinha.




Continua...

1 comentários - Ajuda em Família (3)

Excelente Post muy bueno gracias por compartir
Que delicia de relato