Somos Pareja

Relato da RED

Capítulo I – Problema localizado

Me chamo Xavi, tenho 36 anos, e hoje faz dois dias que minha mulher foi morar com um informático gordinho de aparência inofensiva. O falso mansinho veio aqui em casa explicar um programa de banco eletrônico e comeu ela ali mesmo, na minha casa, na mesa do meu computador e com meu cachorro olhando. Quando minha mulher me largou, não consegui bancar o aluguel sozinho, então propus pra minha irmã Lourdes vir morar comigo.

Ela morava sozinha e tava com dificuldade pra fechar as contas no fim do mês, então aceitou e em poucos dias já tava instalada aqui em casa. A verdade é que era maravilhoso voltar a morar com alguém, ainda mais ela que sempre foi um furacão: não parava de falar, de colocar música, de fazer barulho. Era fantástico sentir vida em casa de novo, definitivamente era a distração que eu precisava. Ela, com seus 32 anos na época, não tinha tido uma vida fácil. Desde muito novinha, tava enrolada com um homem casado. O sujeito era zelador de uns prédios de escritórios e, fazia um ano, tinha largado a mulher e a minha irmã por uma secretária loirinha bem gostosa.

Nossa vida começou a se ajeitar e ficou bem divertida. Eu buscava ela de moto na saída do trabalho, fazíamos o jantar, assistíamos noticiário, um pouco de internet e dormir. Nos fins de semana, sempre vinham amigos em casa ou a gente ia na casa deles. Nos comportávamos como um casal normal, mas sem brigas nem discussões. Era perfeito.

Os meses foram passando e, um belo dia, vendo um filme, uma cena de sexo deu início a uma conversa que ia mudar nossas vidas.

– Xavi, posso te fazer uma pergunta pessoal? – Claro, fala. Respondi estranhando e meio chateado por perder a boquete que tavam mostrando na TV.

– Quanto tempo faz que você não transa? Quando ouvi aquilo, fiquei pálido. Realmente era um assunto que me preocupava, porque desde que minha mulher me deixou na mão, eu tive que me contentar com minhas punhetas. (que não eram poucas).
– Pois olha, respondi eu, quando a Luchi me largou já estávamos há uns meses sem nada, então se somar com os quatro que tô separado dá meio ano. Nada menos. – Eu tô quase igual, amanhã faz cinco meses da minha última trepada e, pra piorar, não foi grande coisa.
Era estranho falar desses assuntos com minha irmã, mas a verdade é que eu precisava desabafar, e saber que ela tava na mesma situação me deixava seguro de que me entendia e sacava a gravidade do problema.
Ficamos batendo nessa tecla e chegamos à conclusão de que tínhamos que nos ajudar. Nenhum dos dois queria começar um relacionamento, só queríamos sexo. Do jeito que tínhamos organizado a vida, nada ia rolar. Só saíamos pra cinema, pra casa de alguns amigos ou pra jantar alguma noite. Se somar com o fato de sempre irmos juntos, estávamos fadados ao fracasso.
Por outro lado, nós dois nos cuidávamos muito, tínhamos um corpo bom e minha irmã adorava se vestir sexy, destacando as curvas dela que, mesmo sendo minha irmã, vou dizer que podem tirar o fôlego de qualquer um, então não teria por que ser difícil a gente se dar bem alguma noite.

Capítulo II – Vamos tomar umas
Tomamos a decisão de sair naquele sábado pra detonar Barcelona, como quando tínhamos vinte anos.
Lá pelas 10 da noite eu já tava vestido pra guerra, coloquei a roupa mais jovem que achei, vesti uma camiseta branca justa que destacava meu bronzeado e uma calça com bolsos apertados enfiada dentro de umas botas altas estilo militar. Desci pra esperar a Lourdes na rua enquanto fumava um cigarro, me sentia atraente, jovem e também muito nervoso. Fazia anos que não sentia algo assim, como quando você espera sua mina que ainda não comeu e não sabe se hoje vai ser o grande dia.
Quando ela saiu pelo portão, fiquei de queixo caído, ela tava com uma regata bem justa que fazia os mamilos dela notariam com absoluta precisão e uma calça branca de lycra que desenhava sua pequena calcinha fio dental na frente e a fazia desaparecer no meio das suas booties, e digo booties porque tratar no singular seria um desprezo.
Ela riu um pouco da minha aparência e me perguntou se eu pretendia pegar garotos ou garotas. O comentário dela não me fez graça e ela percebeu e se corrigiu, dizendo que se eu não fosse seu irmão, me comeria ali mesmo.
Fomos jantar num terraço perto do Besós e depois no Maremagnun, onde decidimos nos separar mas não perder um do outro de vista. Me aproximei pra pedir uma dose no balcão e fiquei lá posando, esperando que um bando de garotas famintas viesse me implorar por piedade e um pouco de sexo. Quando já tinha tomado 5 doses sem sair do meu lugar e a única coisa que consegui foi que um bando de japonesinhas me pedisse pra tirar uma foto delas, comecei a pensar que esse tipo de coisa só acontecia nos filmes pornô do canal satélite pirata que tanto me ajudavam nas minhas tarefas punheteiras.
Dei uma olhada na minha irmã e lá estava ela, linda e super entretida com uma manada de mórmons que não paravam de falar, misturando o inglês de Olot com o catalão de Ohio.
A noite se resumiu a uma fortuna em doses, um curso de fotografia e um encontro de terceiro grau com a minha irmã. A cereja do bolo foi a guarda urbana na volta pra casa, quando enfiaram o bafômetro na minha cara e me disseram que eu ia andar de metrô por um tempo.
Enfim, quando estávamos juntos parecíamos um casal, e separados estávamos sozinhos demais pra atrair alguém.
Capítulo III – A descoberta de Lourdes
Passamos um par de semanas sem tocar no assunto até que uma noite algo aconteceu. Minha irmã estava na internet e eu estava vendo uns malucos se xingando na TV. Ela se aproximou com uma folha na mão, desligou a TV e sentou do meu lado. Eu fiquei alucinado, os olhos dela estavam brilhando e bem abertos, e seu sorrisinho safado me deixou ainda mais desconcertado.
– Eu estive navegando e encontrei encontrei um site de casais liberais, – E aí?… – Que vi como funcionam as casas de swing, fez outra pausa como se quisesse que eu entendesse suas intenções, mas minha cara de bobo a fez continuar, e pensei que se todo mundo acredita que somos um casal quando saímos, talvez o que a gente precise seja uma troca de casais.
Minha irmãzinha realmente tinha acertado em cheio. Achei meio loucura à primeira vista, mas por mais que pensasse, não vi nada prejudicial, nem danoso, nem imoral, nada que me fizesse acreditar que o que ela propunha ia machucar alguém, mesmo que tivéssemos que usar um truque pra realizar.
Depois de pensar em silêncio, peguei a folha onde ela tinha selecionado algumas casas da cidade e falei:
– Qual a gente vai?
Ela me abraçou e me deu um beijão na boca que me deixou gelado, mas rindo, disse:
– A gente vai ter que parecer um casal de verdade, então vai se acostumando.
Finalmente chegou a sexta-feira, peguei ela no trabalho e fomos de metrô pra casa (os urbanos ainda tinham meu passe), pra nos preparar. No chuveiro, raspei os pelos pubianos como os atores dos meus filmes favoritos e depois me vesti normal, não queria parecer jovem nem informal, então escolhi uma camisa branca e uma calça social preta.
Ela demorou pra se arrumar e saiu do quarto com uma blusa preta transparente, uma jaqueta vermelha por cima e uma saia plissada combinando que batia no meio da coxa.
Pedimos um táxi e no caminho pro centro ela comentou que não tinha colocado calcinha, e eu confessei que tinha me depilado. Aquela situação tava começando a me afetar, meu pau já tinha reagido e quando ela se inclinou pra pegar a bolsa e pagar o táxi, não consegui evitar de reparar nos peitos dela totalmente à mostra por baixo da blusa de renda.
Saí do táxi e fiquei segurando a porta enquanto ela deslizava pelo banco pra sair, não sei se foi descuido ou tava brincando comigo, mas quando ia sair do carro, ela abriu as pernas me dando um puta close da buceta dela, toda lisinha. Pegou no meu braço e a gente começou a andar pra porta do lugar, eu tava com o pau duro por causa do espetáculo da xereca da minha irmã e não me veio outra coisa na cabeça senão comentar que ela tinha feito um puta trabalho com a máquina. Ela riu e, virando pra mim, me beijou na boca, deixando dessa vez nossas línguas se tocarem. Se meu pau já tava duro, agora tava prestes a estourar.

Capítulo IV – Local de casais

Finalmente chegamos na porta, o porteiro deixou a gente entrar e um garçom nos recebeu fazendo de anfitrião e explicando as regras da casa. Tinha vários ambientes, saunas, discoteca, reservados e por fim um café-bar com mesas redondas de quatro lugares. Achamos legal os dois sentar numa que tava vazia pra tomar uma bebida e observar de boa. Era como estar em outro planeta, na mesa da frente tavam jogando strip-pôquer, do lado duas minas tavam chupando os peitos uma da outra enquanto os parceiros delas batiam punheta um pro outro.

Apesar dessa primeira impressão, a gente se sentia à vontade naquele ambiente, não sabia como colocar a piroca pra não doer e, quando desci o segundo drink, tirei ela pra fora ali mesmo. Minha irmã, que com as trocas de posição e os movimentos de perna devia tar muito excitada, não tirava os olhos da minha piroca. Isso me deixou louco e serviu como vingança pelo que rolou no táxi.

Enquanto a gente conversava, comecei a bater uma e ela cortou o papo e disse que adoraria me ver gozar. Isso fez minha excitação subir e em segundos eu tava sujando a toalha da mesa sob o olhar atento da Lourdes, que não conseguia esconder o tesão e, abrindo as pernas, levantou a saia e começou a se masturbar no clitóris.

A gente tava nessa quando um casal se aproxima e pede permissão pra sentar com a gente. Eu, por vergonha natural, guardo a piroca e tento ocultar a evidente mancha de sêmen na toalha de mesa, minha irmã se cobre com a saia, mas deixa a mão por baixo. Eles ficaram de pé, sorrindo, esperando que a gente os convidasse para ocupar as duas cadeiras vazias. Finalmente levantei a cabeça e vi um casal de uns quarenta anos, muito bem vestidos e com aparência saudável, que automaticamente convidei para se juntar a nós. Eles pediram uns drinques e começamos a conversar. Ele se chamava Carlos e ela Marta, tinham 43 e 40 anos, eram de Coruña e estavam de passagem, só ficariam essa noite.

Carlos era alto e forte, pele morena, cabelo escuro com alguns fios grisalhos e olhos pretos, vestia um terno sem gravata. Marta também era alta, mas muito magra, pele branca, cabelo castanho e uns olhos verdes inesquecíveis. Marta usava um vestido de lycra curto azul celeste que não deixava dúvidas sobre a ausência de sutiã e revelava uma figura cuidada e, principalmente, uns peitos pequenos mas apetitosos. As pernas dela, que graças a ela ter se sentado um pouco afastada da mesa eu podia contemplar desde o começo, eram longas e finas, e a ausência de meia-calça permitia exibir um belo bronzeado e dar uma aparência apetitosa de suavidade e calor.

Capítulo V – Orgía final

Meu pau, que tem vida própria, não respeita trégua e reagiu de novo, dessa vez motivado pela visão de que debaixo da saia da Lourdes não tem uma mão, mas duas. Marta tinha tido um surto de curiosidade pelos movimentos da minha irmãzinha debaixo da saia e decidiu verificar o que estava rolando. Lourdes reagiu levantando a saia de novo e nos oferecendo a visão da mão de Marta acariciando sem pudor a bucetinha dela.

Marta elogiou a depilação da Lourdes e convidou o marido a verificar como tinha ficado lisinha. Carlos esticou a mão direita em direção à vulva da minha irmã e, com cara de satisfação, começou a masturbá-la.

Eu senti uma mão abrindo caminho pelo buraco da minha braguilha e, com dificuldade, mas mostrando muita prática, Marta extraiu meu pau que ainda tinha fluidos da minha gozada anterior e já estava de novo com a glande molhada. Começou uma massagem lenta pra cima e pra baixo, parando de vez em quando pra acariciar os ovos que também tinham saído do esconderijo pra refrescar e não perder nenhum detalhe. Marta trouxe de novo o assunto da depilação e, enquanto o marido ocupava as mãos com a minha irmã, que já tinha tirado a jaqueta pra dar acesso fácil às tetas, ela comentou que ia raspar tudo, que gostava da sensação sem nenhum pelo. O marido dela concordava enquanto chupava as tetas da Lourdes através da blusa de renda.
Eu me ofereci pra Marta pra aconselhar o tipo de depilação que ia favorecer mais ela, e ela soltou minha pica, se levantou um pouco pra subir o vestido até a cintura e, sentando de novo com as pernas abertas, me ofereceu o espetáculo da sua buceta depilada e decorada com uma tirinha estreita de pelo castanho no monte de vênus. Ela retomou as massagens e eu acompanhei, esfregando e enfiando um dedo de vez em quando na vagina dela. Minha mão esbarrou na mão da minha irmã, que também tava explorando a bocetinha da Marta enquanto o marido dela tava no chão chupando o clitóris dela.
Minha irmã gemia e tremia de prazer, eu tava feliz de ver ela assim. Levantei e aproximei minha pica do rosto da Marta, que na hora enfiou na boca e começou a brincar com a língua na minha glande, me fazendo gritar de prazer. Ela, por sua vez, tava sendo fodida pelos dedos da minha irmã e gemia pelo nariz com meu pau na garganta dela. Não aguentei muito mais e, sem pensar, despejei minha hombridade naquela boca, debaixo daqueles olhões verdes que me deixavam louco. Quando Marta tava transbordando meu esperma pelos lábios, ela se aproximou da minha irmã e elas juntaram as bocas com tanta paixão que minha irmã gozou na hora na boca do Carlos.
Enquanto elas continuavam brincando com as línguas, eu sentei no chão e afundei minha cara na buceta da Marta. introduzindo minha língua em todos os buracos que encontrava, ela se contorcia e fechava as pernas, enrolando na minha cabeça e apertando. Pelo canto do olho, vi Carlos gozando na cara da minha irmã, ela se esforçando pra pegar o máximo de fluido possível com a língua. Eu continuei focado na Marta, que já tinha gozado na minha boca e estava prestes a gozar de novo com minha língua entrando e saindo do cu dela, quando aconteceu algo que me desconcertou: estavam me chupando a pica. Só tinha duas possibilidades, e qualquer uma me deixava perturbado. Se era o Carlos que tava me chupando, todos meus princípios héteros iam pro caralho, porque tava me dando um prazer do caralho, mas se não era ele, só podia ser minha irmã. Não ousei olhar, o tesão da situação tava me levando à beira de um desmaio e, ao mesmo tempo, tava passando pra Marta, que engatava um orgasmo atrás do outro na minha boca, a ponto de se mijar na minha cara, na minha boca, no meu cabelo, e eu continuei lambendo, absorto numa realidade e num estado mental que eu nunca tinha conhecido antes. Não precisei olhar pra saber quem tava me chupando, senti minha irmã esfregando os peitos nus no meu pau e começando a me punhetar com as tetas. Me levantei e vi: ela tinha tirado a blusa e a saia estava enrolada na cintura, tava de quatro, e Carlos tava metendo nela com força enquanto ela enfiava minha pica de novo na boca. Enquanto Marta se levantava pra tirar o vestido, segurando na mesa pra se manter em pé porque as pernas tremiam, eu fiquei acariciando os peitos da minha irmã, que continuava me chupando com fúria. Marta se deitou de costas na mesa, deixando a bunda na beirada. Entendi na hora, me levantei, tive que fazer força pra minha irmã soltar meu pau, e apoiando as pernas da Marta nos meus ombros, enfiei até o fundo e tirei, e outra estocada, e assim até que ela começou a gritar de prazer, momento em que enfiei no cu dela que ainda pingava saliva, ela começou a tremer, não sei se de prazer, de dor ou dos dois. De vez em quando soltava pequenos jatos de urina que batiam na minha barriga e faziam o momento de gozar se aproximar.
Minha irmã subiu na mesa, de barriga pra cima também, mas na direção oposta à da Marta, de forma que a cabeça dela ficou na altura da minha pica e o Carlos na frente enfiava o pauzão dele, maior e mais grosso que o meu, até o fundo do cu da minha irmã.
Essa visão me dominou e, tirando a pica do cu da Marta, enfiei na boca da minha irmã e descarreguei nosso material genético comum na garganta dela. Carlos quase ao mesmo tempo gozava entre convulsões dentro do cu dela, e o rosto da minha irmã mostrava uma felicidade imensa que despertou em mim um sentimento de ternura por ela.
No local nos deram toalhas e fomos para os chuveiros, curiosamente não eram mistos. Ajeitamos a roupa, pagamos as consumações e fomos pra casa em silêncio, mas sorrindo.
Me despi e me meti na cama, estava exausto. Quando ia apagar a luz, aparece a Lourdes nua e entra na minha cama. De novo fico paralisado, ela nunca vai parar de me surpreender.
– A partir de hoje, essa também vai ser minha cama. Eu curti pra caramba essa noite e quero que se repita, mas sem mentiras. Quero que a gente vá a casas de swing, mas como um casal. Hoje você perdeu sua irmã, amanhã quando acordar, vai ter dormido com sua parceira.
Depois de ouvir isso, só consegui dar um beijo suave nos lábios dela e dormir feliz.

3 comentários - Somos Pareja