Depois de umas punhetas pra aliviar o tesão de ontem, vou continuar contando o que rolou com minha sobrinha.
A mina sentou no pau do amigo dela e deu um suspiro longo quando ele entrou até o talo. Ficou ali um tempinho sentindo aquela pica enorme abrindo ela, mas não demorou muito, devagarzinho começou a cavalgar, gemendo igual uma puta no cio.
Eu olhava sem nem tocar nas bolas porque tava prestes a explodir.
Mily subia e descia naquele pedaço de carne, e os peitos dela acompanhavam tão bem que era uma delícia ver aqueles bicos duros balançando junto com os gemidos da garota. O amigo, por trás, começou a amassar aqueles peitos lindos, e a mina curtia ainda mais.
— Vou gozar no seu pau... mano, não aguento mais...
A mina tava muito tarada e acelerou o ritmo. O cara também começou a se mexer mais rápido... eu prendia a respiração... não queria gozar porque sentia que aquilo era só o começo.
Mily gemia igual uma louca...
— aaaai filho da puta... aaaai... me destrói... aaaai...
O amigo tava metendo uma trepada violenta. A mina arqueou o corpinho e gozou. Mily tirou o pau da buceta e jorraram dois esguichos lindos... ela ficou ali um tempo... tentando se recuperar.
— Tô me acabando, tio...
— Sim... mas você adora...
— Óbvio, mano... olha o tamanho desse pau!
Mily foi pro lado e ficou de quatro.
— Vem, meu amor, me come assim que o tio fica doido.
O cara chegou perto e sussurrou algo no ouvido dela. Mily riu...
— não sei... mas vai devagar...
O amigo sussurrou de novo, minha sobrinha olhava pra câmera e ria. O cara começou a beijar a bunda dela e abrir as nádegas, metendo a língua. Vinha o melhor... sem dúvida.
Vou bater uma punheta, deixo fotinha da minha sobrinha.

A mina sentou no pau do amigo dela e deu um suspiro longo quando ele entrou até o talo. Ficou ali um tempinho sentindo aquela pica enorme abrindo ela, mas não demorou muito, devagarzinho começou a cavalgar, gemendo igual uma puta no cio.
Eu olhava sem nem tocar nas bolas porque tava prestes a explodir.
Mily subia e descia naquele pedaço de carne, e os peitos dela acompanhavam tão bem que era uma delícia ver aqueles bicos duros balançando junto com os gemidos da garota. O amigo, por trás, começou a amassar aqueles peitos lindos, e a mina curtia ainda mais.
— Vou gozar no seu pau... mano, não aguento mais...
A mina tava muito tarada e acelerou o ritmo. O cara também começou a se mexer mais rápido... eu prendia a respiração... não queria gozar porque sentia que aquilo era só o começo.
Mily gemia igual uma louca...
— aaaai filho da puta... aaaai... me destrói... aaaai...
O amigo tava metendo uma trepada violenta. A mina arqueou o corpinho e gozou. Mily tirou o pau da buceta e jorraram dois esguichos lindos... ela ficou ali um tempo... tentando se recuperar.
— Tô me acabando, tio...
— Sim... mas você adora...
— Óbvio, mano... olha o tamanho desse pau!
Mily foi pro lado e ficou de quatro.
— Vem, meu amor, me come assim que o tio fica doido.
O cara chegou perto e sussurrou algo no ouvido dela. Mily riu...
— não sei... mas vai devagar...
O amigo sussurrou de novo, minha sobrinha olhava pra câmera e ria. O cara começou a beijar a bunda dela e abrir as nádegas, metendo a língua. Vinha o melhor... sem dúvida.
Vou bater uma punheta, deixo fotinha da minha sobrinha.

3 comentários - Tio tarado (parte 2)