Esta história tem um começo, vocês podem ler aquihttps://m.poringa.net/posts/relatos/3996463/De-novio-tranquilo-a.htmlAo sentir o puxão na minha mão, me virei e, apesar da escuridão, consegui ver os olhos da amiga da minha irmã. Os olhos escuros dela fizeram o ar ficar tenso de novo (como na noite anterior). Nós dois sabíamos que não tinha volta e que o desejo ia vencer a culpa. Nos beijamos com paixão. Cada movimento das nossas bocas era mais intenso. Os lábios, as línguas se cruzavam. Dava pra sentir no carro um calor que aumentava. Fui descendo da boca pro pescoço, beijando ela, enquanto minhas mãos seguravam o outro lado do pescoço dela. Ela se contorcia... isso me deixou mais excitado e comecei a usar minha língua no pescoço dela. Enquanto isso, uma das minhas mãos apoiava na perna dela, acariciando a parte interna, e a cada beijo minha mão subia um pouco mais pela perna longa dela. A ponta dos meus dedos encontrou a borda do short jeans e, aos poucos, fui entrando. Onde encontrei a borda da calcinha dela. Já tava bem quente e molhado. Comecei a me abrir caminho pra sentir ela. Do lado dela, ela gemia, de olhos fechados, e começou a procurar meu pau por cima da minha calça. Nessa altura, eu tava durasso. Ela me tocava, começou a meter a mão dentro da minha calça... eu tava nas nuvens. Tocando ela e ela me tocando. Escuta um barulho e acende uma luz. Naquele segundo, percebemos que outro carro tinha chegado do nosso lado e cortou o momento... A gente se ajeitou um pouco e eu falei: "Vamos pra outro lugar?" Ela respondeu: "Conheço um lugar que pode dar certo." Liguei o carro e ela começou a me guiar... No caminho, pensei que a gente ia pra um descampado. Mas o plano dela era outro... No meio do nada, aparece um prédio e ela fala: "Entra por ali." Na hora, percebi que estávamos entrando num motel. A atitude dela me deixou louco. Nada importava, nem o namorado dela, nem a minha. Só ir realizar todo aquele desejo. Entramos no quarto e não precisou falar nada. Começamos a nos beijar. Tirei a camiseta dela, desci... pelo abdômen firme dela beijando ela, me ajoelhei e tirei o short dela. Consegui ver a calcinha preta dela, tava uma gostosa. Passei a língua na virilha dela, e aos poucos minha língua entrou e tocava o clitóris dela, isso foi o gatilho pra desmontar ela completamente. Ela se pelou sozinha. Eu chupava ela inteira. Ela começou a se ajeitar num 69. Desabotoei minha calça e liberei meu pau. Nós dois nos saboreando. Não parávamos de curtir. Até que ela falou "pronto, filho da puta, não me faz esperar mais e mete logo". Essas palavras foram sensacionais. E foi o que eu fiz. Começamos a transar gostoso pra caralho. Eu por cima dela, depois ela de lado e eu por trás, até que ela montou em cima de mim. E naquele momento, enquanto ela me cavalgava, eu podia tocar ela inteira.. foi nessa posição que achamos o ritmo perfeito. Nós dois gozamos pra caralho, ela apertava meu peito, eu a bunda dela. Foi nesse momento que passei minha mão na buceta dela e com a lubrificação comecei a brincar com a bunda dela.. meus dedos acariciavam o cu dela e aos poucos iam entrando. Num momento não aguentamos mais e nós dois gozamos quase ao mesmo tempo. Ela se jogou no meu peito, a quentura descia e a culpa subia. Sem falar muito, nós dois sabíamos (ou pensávamos) que até ali tínhamos chegado. Olhei pra ela e perguntei "o que você quer fazer?" Ela respondeu "me leva pra casa". Começamos a nos vestir pra ir embora. Entramos no carro, quase sem falar nada chegamos na casa dela. Ela ia descer do carro, e quando foi se despedir, beijei a boca dela de novo. Começamos a nos excitar de novo e ela disse "que seja nossa despedida". Fomos pro banco de trás do carro. Ela abaixou a calcinha e ficou de quatro. Eu fingi que ia meter o pau na buceta dela e ela falou "não, mete no meu cu e sem camisinha" explodiu minha cabeça, eu até aquele dia nunca tinha comido um cu. E enquanto beijava a nuca dela comecei a meter meu pau no cu dela. A sensação era maravilhosa. Nós dois não paramos.. dessa vez não importava se passavam carros lá fora. Ela gemia muito, enquanto a penetrava pela bunda, eu passava a mão nela e ela usava a palavra: buceta. Claramente ela adorava pela bunda. Ela gozou e, 30 segundos depois, eu gozei dentro dela. Rapidamente ela vestiu a roupa. Me deu um beijo na boca e disse: "que delícia levar seu gozo pra casa". No dia seguinte, eu voltava pra cidade onde trabalhava e minha namorada me esperava. Comecei a suspeitar que meu tempo de namoro tranquilo já tinha prazo de validade. A amiga da minha irmã brigou com o namorado, pouco depois do nosso encontro. Mas depois eles voltaram e se casaram... Eu, por minha vez, voltei à minha rotina, até que um dia no trabalho chegou uma gerente brasileira. Uma gostosa... Mas bom, isso já ficou muito longo, a história com a brasileira eu conto na próxima... Espero que vocês curtam minhas histórias. Assim como eu curti na época, e como curto agora escrevendo e relembrando.
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