Era a manhã seguinte e eu não conseguia parar de pensar no que tinha rolado na noite anterior. Não acreditava, em poucos dias tinha passado de fantasiar com a calcinha da minha mãe e de espiar ela no banho, pra bater uma juntos em voz alta separados só por uma parede. Era loucura, eu ainda tava na cama e já tava mais tarado impossível. Mas naquela mesma manhã a gente tinha que partir pras nossas férias. Na hora comecei a pensar em tudo que podia rolar naquela casa, sozinho com a minha mãe por quase 5 dias. Tinha que ir com muito cuidado pra não apressar as coisas e ela desistir, mas também tava claro que a gente tinha que transar, sim ou sim. Ainda era bem cedo, mas resolvi sair pra tomar café. Cheguei na cozinha e lá estava minha mãe, tomando um café e olhando pro nada com uma cara meio preocupada.
— Bom dia, mãe — falei enquanto dava um beijo nela.
— Ah, oi, querido, não tinha te visto — respondeu com uma voz meio apagada. — Olha, queria falar com você um segundo, antes de a gente começar a arrumar tudo.
— Hmm, fala, tá tudo bem?
— Bom, sim, é só que...
— É por causa de ontem, né? — tudo indicava que meu plano de levar isso adiante tinha ido pro saco.
— Sim, filho, sim, ontem a gente passou dos limites. Entendo que na sua idade é difícil se controlar, e que muitas vezes as coisas saem do controle, mas pelo amor de Deus, eu já sou uma mulher feita e...
— Mas, mãe, a gente não fez nada de errado, eu tava excitado e você também, e a gente se ajudou a aliviar. A gente nem se viu enquanto fazia.
— Aí é que tá o problema, querido, é algo que a gente não devia se ajudar. Pelo amor de Deus, sou sua mãe! Uma coisa é cada um cuidar das suas necessidades, outra bem diferente é o que rolou ontem.
— Pelo que eu sei, ontem cada um cuidou das suas necessidades, cada um no mesmo quarto e sem nenhum contato. Além disso, numa casa pequena como a nossa, é normal que os barulhos passem de um quarto pro outro.
— Eu sei, filho, mas... sei lá. Bom, só queria esclarecer. Pois é, de agora em diante, quando alguém quiser fazer suas coisas, vai fazer no banheiro e em silêncio. Ontem a gente cruzou uma linha que nunca deveria ser ultrapassada entre mãe e filho. Vamos, chega de enrolação, daqui a duas horas quero você na porta com a mala pronta — o tom dela mudou de repente para um mais descontraído e alegre.
Enquanto arrumava minhas coisas, não parava de pensar no mesmo assunto. Era assim que acabava? Não podia ser, não ia desistir tão fácil. Naquele momento, pensei em várias técnicas que usaria durante a viagem. Uma delas foi não levar nenhuma cueca e usar só shorts de moletom. Sabia muito bem que ela ia levar aqueles pijamas que me deixavam louco, então eu planejava deixar meu pau bem marcado o dia inteiro. Com certeza em uns dois dias ela estaria toda molhada igual uma puta. Depois de tudo organizado, me mandei pra porta na hora combinada. Lá estava minha mãe com as duas malas prontas. Ela usava um vestidinho bem de verão, com estampa de flores e um decote que valorizava bem os peitos lindos dela.
— Não tá esquecendo de nada, né?
— Não, mãe, pode crer que garanti levar tudo que preciso.
— Então chega de conversa, bora logo, que quanto mais cedo sairmos, mais cedo chegamos.
Já no carro, tínhamos umas 4 horas de viagem pela frente, então aproveitei pra dormir um bom tempo. Lembro que enquanto tava dormindo, tive vários sonhos eróticos com a minha mãe. Sonhei de tudo, tipo ela chupando meu pau, eu apertando e lambendo os peitões dela, fodendo igual bicho em todas as posições possíveis. Mas sem dúvida o que mais me excitava era chupar a buceta dela, puta merda, aquela buceta suculenta, gorda e depilada, soltando todo tipo de líquido enquanto eu lambia tudo e ela se contorcia de prazer... Era uma das minhas maiores fantasias, até mais do que transar com ela. Depois de duas horas incríveis de sono, acordei já no meio da viagem. A questão é que todos esses sonhos têm Uma consequência: acordei com um pau duro pra caralho. Como já disse, não tava de cueca, então a ereção tava mais do que evidente. Rapidamente me ajeitei tentando disfarçar.
—Não, não, não precisa esconder, já faz um tempinho que tá... assim... hahaha —disse minha mãe apontando pro meu pau duro—. Quem sabe o que você tava sonhando, hein, tarado hahaha —por sorte, ela não parecia brava—.
—Porra, desculpa, mãe, não sei o que deu em mim... —eu tava envergonhado pra caralho—.
—Ah, querido, também não precisa ser muito inteligente pra saber o que rolou. É que você devia estar tendo um daqueles ''sonhos'' e o corpo reage, haha. Me diz, era com alguma garota da sua sala, né? —me surpreendeu ver minha mãe tão solta e brincando—.
—Hmm, sim, bem, ela é mais velha que eu, você não conhece... —obviamente queria usar duplo sentido pra me referir a ela—.
—Então é mais velha, hein? E como ela é?
—Como ela é?
—Ah, sim, filho, sei lá, se é bonita, como é o corpo, se é legal. Não sei, me conta alguma coisa, a gente nunca fala sobre esses assuntos. —parecia que minha mãe de repente tinha interesse na minha vida sexual—.
—Pô, sei lá, vamos ver, ela é loira, mais ou menos como você, e a verdade é que tem um corpão de matar. Na real, tem uns peitos incríveis, quase tão bons quanto os seus, mas claro, isso é impossível hahaha —se ela tava solta, eu também podia forçar um pouco—.
—Ah, de novo com isso, filho? Você sabe que adoro esses elogios, mas depois do que a gente conversou... hahaha —ela não parecia nem um pouco chateada com o comentário—.
—Você tem razão no que a gente falou, mãe, mas saiba que não vou parar de lembrar você do corpão gostoso que tem, que parece que você esquece todo dia.
—Hahahaha, olha só como você é, filho —disse enquanto abaixava o vidro do carro pra se refrescar um pouco—. E então, me conta... vocês já... sabe...
—Foderam?
—Ah, não sei como você consegue falar isso com tanta naturalidade. Pra mim, essa palavra me intimida pra caralho hahaha.
—Bom, a verdade é que não fizemos não, mas eu tenho Uma vontade danada, não vou mentir — eu já tava ficando com tesão.
— Pois então, filho, vai em frente, que a vida é curta! Se você tá com vontade e os dois tão de acordo, não tem nada melhor que uma boa trepada, hehe — ela falou baixinho, entre risadas.
— E você, mãe? Não te dá vontade de vez em quando dar uma trepadinha, como você mesma diz?
— Uai, filho, claro que sim, mas nessa idade a gente tem que se virar com o que tem. Por isso que eu falo: aproveita enquanto pode, porque nem sempre a gente tem.essa—dizia ela, apontando pra minha rola ainda dura— energia kkkkk.
—Kkkkkkk então vou fazer isso, mãe, comi como se não houvesse amanhã aquela gostosa!
—Olha as coisas que você fala, filho kkkkkkk —ria ela enquanto abaixava mais o vidro e se abanava com a mão, tentando esfriar o tesão evidente que tava sentindo.
Já passada a tarde, chegamos na casa onde íamos ficar pelo resto da semana. Era uma casa bem grande, com dois andares, três quartos, dois banheiros. Mas o melhor, sem dúvida, era que tinha piscina no próprio jardim. Deus, já tava me imaginando o dia inteiro dentro d’água e tomando sol sem mover um dedo, e claro, vendo minha mãe se banhar também. Aqueles peitões e aquele rabo bem metidos num biquíni tinha que ser um espetáculo. Na porta, tava nos esperando uma senhora de uns 60 anos, que era a dona e ia nos mostrar tudo. Era uma mulher bem normalzinha, nem feia nem bonita, com cabelo castanho bem curto, magrinha e sem muito peito. Mas não pude deixar de reparar na bunda enorme dela. Deus, era incrível pra uma senhora daquela idade. Dava pra ver que era daquelas mulheres ricas que passam o dia todo na academia, e ali estavam os resultados, que resultados! Depois de toda a vistoria no térreo, ela nos levou aos quartos.
—Bom, e aqui é o quarto de casal. A verdade é que vocês vão ficar super confortáveis aqui, têm a cama maior da casa, perfeita pra casalzinhos como vocês —disse a mulher enquanto piscava o olho e ria.
A situação era super desconfortável, Deus, ela tinha nos confundido com um casal. Rapidamente percebi que minha mãe começava a rir e ia explicar pra mulher, então fui rápido e me adiantei, tinha que zoar um pouco.
—Ah, perfeito então, porque na cama da nossa casa a gente não consegue relaxar como a gente gosta kkkkkk —a mulher riu também enquanto minha mãe me olhava com cara de surpresa.
—Me Eles falam a verdade, hahaha. Acreditem, vocês não são o primeiro casal que vem aqui pra relaxar e dar uma pausa, vocês me entendem, hahaha — minha mãe não soltava uma palavra sequer.
Depois de nos mostrar o resto da casa, finalmente chegamos à piscina.
— Bom, e esta é a parte da piscina e do terraço, obviamente fiquem à vontade pra usar a churrasqueira e tudo que vocês verem, a casa é de vocês. Mas temos uma pequena tradição em todas as nossas casas: na chegada, todos os casais que se hospedam precisam dar um beijo debaixo disso. Chamamos de arco da paixão — disse a mulher enquanto apontava para um arco cheio de trepadeiras e rosas, com visco na parte de cima.
Eu não acreditava no que estava acontecendo. Era minha chance, precisava convencer minha mãe a dar aquele beijo. Sabia que ela ia negar de cara, mas esperava que a pressão da mulher, que era muito simpática, fizesse ela ceder.
— Bom, se é a tradição, temos que cumprir, né, amor? — falei enquanto segurava a cintura dela.
— Ah, não sei não, querido... você sabe que eu fico meio sem graça com essas coisas... — dava pra ver que ela estava bem encabulada.
— Vai, amor, só um selinho, não é nada que a gente já não tenha feito antes, hahaha — enquanto isso, eu me aproximava devagar da boca dela e, com minhas mãos, segurava aquelas cadeiras gostosas dela.
— Bom, se for só um selinho... — disse ela enquanto fechava os olhos e se deixava levar.
Nossos lábios se encontraram de um jeito seco e suave. Depois de alguns segundos, eu me atrevi a abrir a boca, e minha mãe correspondeu abrindo um pouco a dela também. Naquele momento, soube que tinha que arriscar. Comecei a enfiar toda a minha língua até o fundo, e ela, numa mistura de vergonha e confusão, respondeu abrindo a boca completamente. Deus, que momento. Logo depois, a língua dela entrou toda na minha boca e começamos a brincar, no que acabou sendo um beijo de língua de verdade, bem molhado e apaixonado. Tudo isso enquanto ela se encostava cada vez mais em mim. cada vez mais no meu pau, que já estava prestes a estourar, enquanto eu amassava com vontade aquele rabão suculento dela. Sentia que ia gozar só com a puta troca de línguas que a gente tava fazendo. Porra, hoje em dia nem lembro quanto tempo a gente ficou ali grudado, deviam ser segundos, mas pra mim pareceram horas. Dava pra ver que eu não era o único com tesão reprimido. Depois que a gente se separou, minha mãe não conseguia nem olhar nos meus olhos, tava mais vermelha que um tomate. A dona quebrou o silêncio com uns aplausos e finalmente deixou as chaves pra gente e foi embora.
As horas passaram e finalmente chegou a noite. A verdade é que foram uns momentos bem desconfortáveis, ninguém falou nada, nem enquanto a gente jantava. Lá pelas 11 da noite, eu tava na varanda tomando uma cerveja, quando minha mãe apareceu na porta pronta pra me acompanhar.
— Bom... que noite gostosa que ficou, hein, maridão... — ela falou num tom meio sem graça, mas divertido.
A verdade é que me surpreendeu ela ter puxado o assunto, e não só isso, mas ainda brincar sobre aquilo.
— Pois é, tá uma noite boa mesmo, querida, hahaha.
— Hahaha. Filho, eu queria te dizer que gostei muito do que aconteceu antes, você sabe que eu sou muito beijoqueira e... bom... que um homem jovem te beijar com aquela paixão, ufff... — dava pra ver que na cabeça dela tinha uma mistura de remorso e tesão, meio a meio.
— Mãe, a verdade é que eu também curti muito, você é uma mulher muito gata e sexy, e tenho que admitir que eu também sou bem beijoqueiro, hahaha — e era verdade, não tem nada melhor que um beijo bem babado e com muita língua.
— Mas também queria deixar claro que isso não pode acontecer de novo, é muito perigoso seguir por esse caminho, filho...
— Perigoso por quê, mãe? Somos mãe e filho, é a coisa mais normal a gente se dar beijos como mostra de carinho, não é?
— Bom, mas esse tipo de beijo não é bem beijo de mãe e filho... — dava pra ver que ela tava evitando. fazendo contato visual de tão envergonhada que estava—
—Entendo o que você diz, mãe, mas também entenda que, enquanto não passar disso, um beijo é a coisa mais inocente e linda do mundo.
—Mas o que vão pensar as pessoas se ficarem sabendo, querido, Deus... seu pai... não quero nem imaginar.
—Mãe — falei enquanto segurava o rosto dela pelo queixo para poder olhar nos olhos dela —, aqui estamos no nosso esconderijinho, aqui ninguém vai ficar sabendo de nada. Sou seu filho e vou te mostrar o quanto te amo...
Enquanto dizia isso, ia me aproximando devagar da boca dela, criando aquele desejo que eu sabia que estava guardado dentro dela, acariciando o rosto e a coxa dela, deixando ela cada vez mais entregue. Naquele momento, nos fundimos num beijo quente e molhado. Nossas línguas se entrelaçavam devagar, saboreando bem a saliva um do outro. Enquanto isso, pude sentir ela acelerando a respiração e soltando gemidos leves, gemidos que quase fizeram meu pau, que já estava encharcado, explodir numa gozada violenta sem nem tocar nele. Depois de uns minutos de um amasso intenso e safado, separamos nossas bocas, deixando à vista um fio de fluidos entre elas. Eu, como filho, recolhi com a mão e engoli tudo, sem desviar o contato visual com os olhos da minha mãe.
—Mmmm, Deus... — ela dizia enquanto tentava recuperar o fôlego — Fazia tempo que não ganhava um amasso tão gostoso... — obviamente dava pra ver o quanto ela estava com tesão.
—Mãe, você não sabe o quanto eu gostei, olha como você me deixou — falei enquanto mostrava o grande volume que meu short deixava aparecer.
—Ai, filho! Mas isso fui eu que fiz, sério... — a voz dela soava surpresa, mas ao mesmo tempo extremamente lisonjeada e excitada. — Bom, então, já sabe, ali tem o banheiro, vai resolver isso, que deve estar até doendo, hahaha — dava pra perceber que ela já estava mais relaxada.
—Bom, mãe, na verdade, eu tinha pensado em resolver isso juntos, que com certeza você também... — enquanto dizia isso Tentei aproximar a mão que estava apoiada na coxa dela em direção à buceta melada, mas ela se levantou rápido.
— Não, querido, isso já é demais. A gente tem que ter consciência de que existem linhas que não podemos cruzar. Uma coisa é dar uns beijinhos inocentes — embora ela soubesse perfeitamente que aqueles beijos eram tudo menos inocentes —, e outra bem diferente é passar para o próximo nível. Lembra que sou sua mãe, pelo amor de Deus. Agora vai, amor, vai no banheiro se precisar e vamos dormir, que hoje foi um dia bem longo... haha
Depois de falar isso, me deu um beijinho de boa noite e foi para o quarto dela. Eu não esperei nem um segundo e entrei correndo no banheiro. Porra, como aquela filha da puta tinha deixado minha pica, sentia que a qualquer momento uma das várias veias que dava pra ver ia estourar. Não aguentava mais, comecei a bater uma numa velocidade doida, não queria esperar nem um minuto, precisava gozar. Por sorte, todo o líquido pré-seminal que cobria meu pau facilitava a punheta. Não passaram nem dois minutos quando o vulcão explodiu, soltando uns sete jatos de porra grossa, cada um mais forte que o anterior. Por sorte, tinha mirado no vaso, então não precisava me preocupar em limpar nada. Assim que dei descarga, saí em direção ao meu quarto, mas percebi uns passos rápidos indo para o quarto da minha mãe seguidos de um portão. Tinha certeza de que minha mãe tinha colocado o ouvido, enquanto eu dedicava uma porra toda no banheiro. Não tenho certeza, mas estou praticamente seguro de que naquela noite minha mãe também bateu uma para a buceta suculenta e gorda dela mais de uma, e mais de duas vezes. Naquela noite, a cama dela devia ter parecido uma poça gigante cheia de gozo e hormônios.
Continua...
— Bom dia, mãe — falei enquanto dava um beijo nela.
— Ah, oi, querido, não tinha te visto — respondeu com uma voz meio apagada. — Olha, queria falar com você um segundo, antes de a gente começar a arrumar tudo.
— Hmm, fala, tá tudo bem?
— Bom, sim, é só que...
— É por causa de ontem, né? — tudo indicava que meu plano de levar isso adiante tinha ido pro saco.
— Sim, filho, sim, ontem a gente passou dos limites. Entendo que na sua idade é difícil se controlar, e que muitas vezes as coisas saem do controle, mas pelo amor de Deus, eu já sou uma mulher feita e...
— Mas, mãe, a gente não fez nada de errado, eu tava excitado e você também, e a gente se ajudou a aliviar. A gente nem se viu enquanto fazia.
— Aí é que tá o problema, querido, é algo que a gente não devia se ajudar. Pelo amor de Deus, sou sua mãe! Uma coisa é cada um cuidar das suas necessidades, outra bem diferente é o que rolou ontem.
— Pelo que eu sei, ontem cada um cuidou das suas necessidades, cada um no mesmo quarto e sem nenhum contato. Além disso, numa casa pequena como a nossa, é normal que os barulhos passem de um quarto pro outro.
— Eu sei, filho, mas... sei lá. Bom, só queria esclarecer. Pois é, de agora em diante, quando alguém quiser fazer suas coisas, vai fazer no banheiro e em silêncio. Ontem a gente cruzou uma linha que nunca deveria ser ultrapassada entre mãe e filho. Vamos, chega de enrolação, daqui a duas horas quero você na porta com a mala pronta — o tom dela mudou de repente para um mais descontraído e alegre.
Enquanto arrumava minhas coisas, não parava de pensar no mesmo assunto. Era assim que acabava? Não podia ser, não ia desistir tão fácil. Naquele momento, pensei em várias técnicas que usaria durante a viagem. Uma delas foi não levar nenhuma cueca e usar só shorts de moletom. Sabia muito bem que ela ia levar aqueles pijamas que me deixavam louco, então eu planejava deixar meu pau bem marcado o dia inteiro. Com certeza em uns dois dias ela estaria toda molhada igual uma puta. Depois de tudo organizado, me mandei pra porta na hora combinada. Lá estava minha mãe com as duas malas prontas. Ela usava um vestidinho bem de verão, com estampa de flores e um decote que valorizava bem os peitos lindos dela.
— Não tá esquecendo de nada, né?
— Não, mãe, pode crer que garanti levar tudo que preciso.
— Então chega de conversa, bora logo, que quanto mais cedo sairmos, mais cedo chegamos.
Já no carro, tínhamos umas 4 horas de viagem pela frente, então aproveitei pra dormir um bom tempo. Lembro que enquanto tava dormindo, tive vários sonhos eróticos com a minha mãe. Sonhei de tudo, tipo ela chupando meu pau, eu apertando e lambendo os peitões dela, fodendo igual bicho em todas as posições possíveis. Mas sem dúvida o que mais me excitava era chupar a buceta dela, puta merda, aquela buceta suculenta, gorda e depilada, soltando todo tipo de líquido enquanto eu lambia tudo e ela se contorcia de prazer... Era uma das minhas maiores fantasias, até mais do que transar com ela. Depois de duas horas incríveis de sono, acordei já no meio da viagem. A questão é que todos esses sonhos têm Uma consequência: acordei com um pau duro pra caralho. Como já disse, não tava de cueca, então a ereção tava mais do que evidente. Rapidamente me ajeitei tentando disfarçar.
—Não, não, não precisa esconder, já faz um tempinho que tá... assim... hahaha —disse minha mãe apontando pro meu pau duro—. Quem sabe o que você tava sonhando, hein, tarado hahaha —por sorte, ela não parecia brava—.
—Porra, desculpa, mãe, não sei o que deu em mim... —eu tava envergonhado pra caralho—.
—Ah, querido, também não precisa ser muito inteligente pra saber o que rolou. É que você devia estar tendo um daqueles ''sonhos'' e o corpo reage, haha. Me diz, era com alguma garota da sua sala, né? —me surpreendeu ver minha mãe tão solta e brincando—.
—Hmm, sim, bem, ela é mais velha que eu, você não conhece... —obviamente queria usar duplo sentido pra me referir a ela—.
—Então é mais velha, hein? E como ela é?
—Como ela é?
—Ah, sim, filho, sei lá, se é bonita, como é o corpo, se é legal. Não sei, me conta alguma coisa, a gente nunca fala sobre esses assuntos. —parecia que minha mãe de repente tinha interesse na minha vida sexual—.
—Pô, sei lá, vamos ver, ela é loira, mais ou menos como você, e a verdade é que tem um corpão de matar. Na real, tem uns peitos incríveis, quase tão bons quanto os seus, mas claro, isso é impossível hahaha —se ela tava solta, eu também podia forçar um pouco—.
—Ah, de novo com isso, filho? Você sabe que adoro esses elogios, mas depois do que a gente conversou... hahaha —ela não parecia nem um pouco chateada com o comentário—.
—Você tem razão no que a gente falou, mãe, mas saiba que não vou parar de lembrar você do corpão gostoso que tem, que parece que você esquece todo dia.
—Hahahaha, olha só como você é, filho —disse enquanto abaixava o vidro do carro pra se refrescar um pouco—. E então, me conta... vocês já... sabe...
—Foderam?
—Ah, não sei como você consegue falar isso com tanta naturalidade. Pra mim, essa palavra me intimida pra caralho hahaha.
—Bom, a verdade é que não fizemos não, mas eu tenho Uma vontade danada, não vou mentir — eu já tava ficando com tesão.
— Pois então, filho, vai em frente, que a vida é curta! Se você tá com vontade e os dois tão de acordo, não tem nada melhor que uma boa trepada, hehe — ela falou baixinho, entre risadas.
— E você, mãe? Não te dá vontade de vez em quando dar uma trepadinha, como você mesma diz?
— Uai, filho, claro que sim, mas nessa idade a gente tem que se virar com o que tem. Por isso que eu falo: aproveita enquanto pode, porque nem sempre a gente tem.essa—dizia ela, apontando pra minha rola ainda dura— energia kkkkk.
—Kkkkkkk então vou fazer isso, mãe, comi como se não houvesse amanhã aquela gostosa!
—Olha as coisas que você fala, filho kkkkkkk —ria ela enquanto abaixava mais o vidro e se abanava com a mão, tentando esfriar o tesão evidente que tava sentindo.
Já passada a tarde, chegamos na casa onde íamos ficar pelo resto da semana. Era uma casa bem grande, com dois andares, três quartos, dois banheiros. Mas o melhor, sem dúvida, era que tinha piscina no próprio jardim. Deus, já tava me imaginando o dia inteiro dentro d’água e tomando sol sem mover um dedo, e claro, vendo minha mãe se banhar também. Aqueles peitões e aquele rabo bem metidos num biquíni tinha que ser um espetáculo. Na porta, tava nos esperando uma senhora de uns 60 anos, que era a dona e ia nos mostrar tudo. Era uma mulher bem normalzinha, nem feia nem bonita, com cabelo castanho bem curto, magrinha e sem muito peito. Mas não pude deixar de reparar na bunda enorme dela. Deus, era incrível pra uma senhora daquela idade. Dava pra ver que era daquelas mulheres ricas que passam o dia todo na academia, e ali estavam os resultados, que resultados! Depois de toda a vistoria no térreo, ela nos levou aos quartos.
—Bom, e aqui é o quarto de casal. A verdade é que vocês vão ficar super confortáveis aqui, têm a cama maior da casa, perfeita pra casalzinhos como vocês —disse a mulher enquanto piscava o olho e ria.
A situação era super desconfortável, Deus, ela tinha nos confundido com um casal. Rapidamente percebi que minha mãe começava a rir e ia explicar pra mulher, então fui rápido e me adiantei, tinha que zoar um pouco.
—Ah, perfeito então, porque na cama da nossa casa a gente não consegue relaxar como a gente gosta kkkkkk —a mulher riu também enquanto minha mãe me olhava com cara de surpresa.
—Me Eles falam a verdade, hahaha. Acreditem, vocês não são o primeiro casal que vem aqui pra relaxar e dar uma pausa, vocês me entendem, hahaha — minha mãe não soltava uma palavra sequer.
Depois de nos mostrar o resto da casa, finalmente chegamos à piscina.
— Bom, e esta é a parte da piscina e do terraço, obviamente fiquem à vontade pra usar a churrasqueira e tudo que vocês verem, a casa é de vocês. Mas temos uma pequena tradição em todas as nossas casas: na chegada, todos os casais que se hospedam precisam dar um beijo debaixo disso. Chamamos de arco da paixão — disse a mulher enquanto apontava para um arco cheio de trepadeiras e rosas, com visco na parte de cima.
Eu não acreditava no que estava acontecendo. Era minha chance, precisava convencer minha mãe a dar aquele beijo. Sabia que ela ia negar de cara, mas esperava que a pressão da mulher, que era muito simpática, fizesse ela ceder.
— Bom, se é a tradição, temos que cumprir, né, amor? — falei enquanto segurava a cintura dela.
— Ah, não sei não, querido... você sabe que eu fico meio sem graça com essas coisas... — dava pra ver que ela estava bem encabulada.
— Vai, amor, só um selinho, não é nada que a gente já não tenha feito antes, hahaha — enquanto isso, eu me aproximava devagar da boca dela e, com minhas mãos, segurava aquelas cadeiras gostosas dela.
— Bom, se for só um selinho... — disse ela enquanto fechava os olhos e se deixava levar.
Nossos lábios se encontraram de um jeito seco e suave. Depois de alguns segundos, eu me atrevi a abrir a boca, e minha mãe correspondeu abrindo um pouco a dela também. Naquele momento, soube que tinha que arriscar. Comecei a enfiar toda a minha língua até o fundo, e ela, numa mistura de vergonha e confusão, respondeu abrindo a boca completamente. Deus, que momento. Logo depois, a língua dela entrou toda na minha boca e começamos a brincar, no que acabou sendo um beijo de língua de verdade, bem molhado e apaixonado. Tudo isso enquanto ela se encostava cada vez mais em mim. cada vez mais no meu pau, que já estava prestes a estourar, enquanto eu amassava com vontade aquele rabão suculento dela. Sentia que ia gozar só com a puta troca de línguas que a gente tava fazendo. Porra, hoje em dia nem lembro quanto tempo a gente ficou ali grudado, deviam ser segundos, mas pra mim pareceram horas. Dava pra ver que eu não era o único com tesão reprimido. Depois que a gente se separou, minha mãe não conseguia nem olhar nos meus olhos, tava mais vermelha que um tomate. A dona quebrou o silêncio com uns aplausos e finalmente deixou as chaves pra gente e foi embora.
As horas passaram e finalmente chegou a noite. A verdade é que foram uns momentos bem desconfortáveis, ninguém falou nada, nem enquanto a gente jantava. Lá pelas 11 da noite, eu tava na varanda tomando uma cerveja, quando minha mãe apareceu na porta pronta pra me acompanhar.
— Bom... que noite gostosa que ficou, hein, maridão... — ela falou num tom meio sem graça, mas divertido.
A verdade é que me surpreendeu ela ter puxado o assunto, e não só isso, mas ainda brincar sobre aquilo.
— Pois é, tá uma noite boa mesmo, querida, hahaha.
— Hahaha. Filho, eu queria te dizer que gostei muito do que aconteceu antes, você sabe que eu sou muito beijoqueira e... bom... que um homem jovem te beijar com aquela paixão, ufff... — dava pra ver que na cabeça dela tinha uma mistura de remorso e tesão, meio a meio.
— Mãe, a verdade é que eu também curti muito, você é uma mulher muito gata e sexy, e tenho que admitir que eu também sou bem beijoqueiro, hahaha — e era verdade, não tem nada melhor que um beijo bem babado e com muita língua.
— Mas também queria deixar claro que isso não pode acontecer de novo, é muito perigoso seguir por esse caminho, filho...
— Perigoso por quê, mãe? Somos mãe e filho, é a coisa mais normal a gente se dar beijos como mostra de carinho, não é?
— Bom, mas esse tipo de beijo não é bem beijo de mãe e filho... — dava pra ver que ela tava evitando. fazendo contato visual de tão envergonhada que estava—
—Entendo o que você diz, mãe, mas também entenda que, enquanto não passar disso, um beijo é a coisa mais inocente e linda do mundo.
—Mas o que vão pensar as pessoas se ficarem sabendo, querido, Deus... seu pai... não quero nem imaginar.
—Mãe — falei enquanto segurava o rosto dela pelo queixo para poder olhar nos olhos dela —, aqui estamos no nosso esconderijinho, aqui ninguém vai ficar sabendo de nada. Sou seu filho e vou te mostrar o quanto te amo...
Enquanto dizia isso, ia me aproximando devagar da boca dela, criando aquele desejo que eu sabia que estava guardado dentro dela, acariciando o rosto e a coxa dela, deixando ela cada vez mais entregue. Naquele momento, nos fundimos num beijo quente e molhado. Nossas línguas se entrelaçavam devagar, saboreando bem a saliva um do outro. Enquanto isso, pude sentir ela acelerando a respiração e soltando gemidos leves, gemidos que quase fizeram meu pau, que já estava encharcado, explodir numa gozada violenta sem nem tocar nele. Depois de uns minutos de um amasso intenso e safado, separamos nossas bocas, deixando à vista um fio de fluidos entre elas. Eu, como filho, recolhi com a mão e engoli tudo, sem desviar o contato visual com os olhos da minha mãe.
—Mmmm, Deus... — ela dizia enquanto tentava recuperar o fôlego — Fazia tempo que não ganhava um amasso tão gostoso... — obviamente dava pra ver o quanto ela estava com tesão.
—Mãe, você não sabe o quanto eu gostei, olha como você me deixou — falei enquanto mostrava o grande volume que meu short deixava aparecer.
—Ai, filho! Mas isso fui eu que fiz, sério... — a voz dela soava surpresa, mas ao mesmo tempo extremamente lisonjeada e excitada. — Bom, então, já sabe, ali tem o banheiro, vai resolver isso, que deve estar até doendo, hahaha — dava pra perceber que ela já estava mais relaxada.
—Bom, mãe, na verdade, eu tinha pensado em resolver isso juntos, que com certeza você também... — enquanto dizia isso Tentei aproximar a mão que estava apoiada na coxa dela em direção à buceta melada, mas ela se levantou rápido.
— Não, querido, isso já é demais. A gente tem que ter consciência de que existem linhas que não podemos cruzar. Uma coisa é dar uns beijinhos inocentes — embora ela soubesse perfeitamente que aqueles beijos eram tudo menos inocentes —, e outra bem diferente é passar para o próximo nível. Lembra que sou sua mãe, pelo amor de Deus. Agora vai, amor, vai no banheiro se precisar e vamos dormir, que hoje foi um dia bem longo... haha
Depois de falar isso, me deu um beijinho de boa noite e foi para o quarto dela. Eu não esperei nem um segundo e entrei correndo no banheiro. Porra, como aquela filha da puta tinha deixado minha pica, sentia que a qualquer momento uma das várias veias que dava pra ver ia estourar. Não aguentava mais, comecei a bater uma numa velocidade doida, não queria esperar nem um minuto, precisava gozar. Por sorte, todo o líquido pré-seminal que cobria meu pau facilitava a punheta. Não passaram nem dois minutos quando o vulcão explodiu, soltando uns sete jatos de porra grossa, cada um mais forte que o anterior. Por sorte, tinha mirado no vaso, então não precisava me preocupar em limpar nada. Assim que dei descarga, saí em direção ao meu quarto, mas percebi uns passos rápidos indo para o quarto da minha mãe seguidos de um portão. Tinha certeza de que minha mãe tinha colocado o ouvido, enquanto eu dedicava uma porra toda no banheiro. Não tenho certeza, mas estou praticamente seguro de que naquela noite minha mãe também bateu uma para a buceta suculenta e gorda dela mais de uma, e mais de duas vezes. Naquela noite, a cama dela devia ter parecido uma poça gigante cheia de gozo e hormônios.
Continua...
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