Loli é irmã da minha sogra. Sempre tivemos uma relação muito boa e já aprontamos altas farras juntos. Ela sempre viveu de trabalhos humildes, mas isso nunca a impediu de ter uma vida boa, em parte graças aos seus dons com os homens, porque desde que a conheço, nunca a vi sem um parceiro. Ela acabou de fazer 48 anos e fisicamente, muitas mulheres mais novas teriam inveja dela. Ela é miúda, baixinha e magra, pele morena e cabelo médio liso, sempre tingido de tons avermelhados ou cobre. A idade aparece nas rugas de expressão, mas as bochechas dela são lisas e macias. O peito dela é bem pequeno e meio separado, mas isso não impede que ela use decotes ou transparências.
O que se destaca no corpo dela e é a inveja de todas (e todos) é a bunda dela. Acho que é uma das rabetas mais sexy e perfeitas que já vi na vida. Redonda, empinada, um prazer para os olhos e, imagino, para quem puder aproveitar. Ela sabe disso, obviamente, e exibe com calças justas e tangas exuberantes na praia.
Eu tenho 33 anos, sou moreno, 1,79m, cabelo comprido e barba feita. Nunca me considerei um pegador nato, mas nunca tive problemas com mulheres. Há anos moro no exterior e, graças ao meu trabalho, posso viajar para minha terra com certa frequência. A história que vou contar aconteceu numa viagem relâmpago por causa de uns trâmites que tinha que resolver. Devido à curta estadia, minha esposa decidiu não me acompanhar.
Nossa história começou no verão, numa noite de sexta-feira, num bar restaurante onde sempre vou quando estou na minha terra. A Loli também adora e costumávamos ir lá com frequência, com e sem companhia. Embora tivéssemos pensado em ir com mais gente, no final decidimos ir só nós dois. É um daqueles restaurantes que você só conhece se alguém te indicar, e é ideal para encher o bucho com um bom marisco e peixe. O jantar corre como sempre, contando as novidades desde a última vez que nos vimos. Vimos.
A Loli tá especialmente faladeira hoje, e a segunda garrafa de vinho branco tá ajudando. Tô me divertindo pra caralho conversando com ela, ela tem uma voz bem grave e um jeito de falar muito bruto e às vezes vulgar demais.
— E o garçom, cadê? — pergunto servindo as últimas duas taças e esvaziando a garrafa.
— Pô, nem ideia, mano. Ele falou que tinha um problema com a filha e que no fim ia furar. Sei lá, tá estranho ultimamente, acho que entrou na menopausa — ela fala soltando uma gargalhada.
— Já foram as duas garrafas, vamo ver quem vai levar a gente pra casa hoje.
— Pois é, cara, fazia tempo que não bebia assim, ainda bem que você dirige.
— A conta, por favor? — pergunto pro garçom quando ele passa do nosso lado.
Saímos do lugar cambaleando, ela agarrada no meu braço. O restaurante fica do lado do mar, então a vista é linda. Cheiro forte de maresia, brisa suave, mas temperatura agradável. No caminho pro carro, a gente vai rindo de se ver nesse estado tão ridículo. Chego no carro e a gente sobe.
— Ei, e se a gente for tomar a última nos quiosques da praia? — fala Loli, ainda com pique de festa.
— Por mim tudo bem, mas sei lá, cê não tem que trampar amanhã?
— Não, não, amanhã é folga, então sem problema. Vamo lá, segue reto que eu vou indicando.
— Ok... Tô pior do que pensei — falo enquanto percebo que tô com dificuldade de enxergar a estrada direito.
Por sorte, a área dos quiosques é perto e quando a gente chega, o óbvio acontece: tão fechados com cadeado. Olhamos a hora, e já são 12 da noite, o tempo voou no restaurante. A gente cai na risada dos dois pela ideia idiota que tivemos.
— Preciso descansar um pouco, não tô em condições de dirigir — falo pra Loli.
— Não me fode, porque eu também não consigo dirigir nem fodendo. Se a gente tivesse um cobertor ou algo, dava pra dormir na praia.
— Porra, tenho uma barraca no carro! Sempre guardo um kit de sobrevivência. por via das dúvidas.
- Sério? Tá me zoando? - ela fala surpresa-
- Juro, tá no porta-malas
- Porra, sempre quis dormir na praia, então bora.
- Mas dá aqui? Não sei se pode armar uma barraca em qualquer lugar.
- É lugar público, se quiserem que venham nos expulsar! - ela fala saindo do carro – cadê essa barraca?
Saio do carro e tiro do porta-malas uma barraca Quechua de duas pessoas, a menor que tem, e uma bolsinha com colchão, saco de dormir, travesseiro e uma toalha. Pegamos as coisas e vamos pra areia, onde tá tão escuro que não se vê nada, só os reflexos da lua nas ondas.
- Que linda que tá a praia - fala Loli – Pra falar a verdade, a praia é muito mais legal de noite-
- É, e principalmente o silêncio, só se ouve o barulho das ondas…
A gente entra na praia e caminha até o final, onde encosta numa parede natural. Bem no fim da praia, tem umas pedras que separam a praia principal de uma mini praia pra uma ou duas toalhas, e que ainda fica protegida pela parede. Parece o lugar ideal pra armar a barraca e em 2 minutos já tá montada com as coisas dentro, graças às lanternas dos celulares.
- Dá vontade de tomar um banho, hein? - fala Loli -
- Tá falando sério? - respondo rindo surpreso – deve estar congelada, caralho!
- Ué, claro, parece que tá uma delícia – ela fala tirando a parte de cima-
- Cê é louca!
Nossos olhos vão se acostumando com a escuridão aos poucos, então consigo ver o branco do sutiã dela contrastando com a cor da pele.
- O problema é que não tenho sunga…
- Eu também não, vou nadar de calcinha mesmo, sem problema – ela fala já andando na direção da água – cê vem ou não?
A verdade é que parece bom, e já tomei banho de noite na praia algumas vezes, é uma experiência e tanto. Tiro a roupa, fico só de cueca. No caminho até a margem, vejo que a Loli já entrou até a cintura. Antes de chegar, decido tirar a cueca, porque a que tô usando é meio grossa e vai demorar pra secar. Jogo ela na direção da barraca e vou molhar os pés. Não sei se é a bebedeira ou o que, mas a água não me parece tão gelada. A Loli continua entrando, a água cobrindo ela até o peito. Eu vou me enfiando cada vez mais até chegar perto dela.
- É você? - ela pergunta quando chego por trás.
- Ué, quem mais seria? - falo, e a gente cai na risada.
- E aí, tá boa ou não? - ela diz, tremendo um pouco.
- É, verdade, deve ser a bebedeira que amortece os sentidos... cê tá bem? Tá tremendo.
- Kkkk, é, quando entrei tava de boa, mas agora tô com um pouco de frio.
- Se quiser, te abraço, mas não me responsabilizo pelo que pode rolar, hein? - falo rindo - é que tô peladão...
- Kkkk, sério? Tá me tirando... - ela diz enquanto se aproxima e passa as mãos na minha cintura - caralho, não tá tirando não... kkkk.
Eu passo as mãos nas costas dela e puxo ela de leve pra mim.
- Pô, cê tá fria mesmo - falo enquanto ela me abraça e encosta o rosto no meu peito.
Ela treme nos meus braços e a gente fica assim abraçado, sem falar nada, por um tempinho. Por causa da diferença de altura, meu pau inevitavelmente roça na barriga dela. Do meu lado, sinto as taças do sutiã dela no meu peito, primeiro só isso, mas conforme o abraço continua, começo a sentir os bicos dela se cravando em mim. Nunca senti algo tão exagerado, ela deve ter uns bicos enormes e, pelo frio, tão mais duros que o normal. Isso provoca reação no meu pau, que começa a pulsar e crescer.
- Tô morrendo de frio, vamos sair - fala a Loli, quebrando o gelo e se afastando de mim, indo em direção à margem.
- É... melhor - falo, meio sem graça com a situação, ainda sentindo os bicos dela no meu peito. peito, mesmo que já não estejam mais...
Ela se adianta e quando chego na loja, a Loli está enrolada numa toalha se secando...
— Que frio do caralho! — diz ela se enrolando na toalha.
— Eu, sinceramente, tô de boa, agora deu uma brisa, mas dentro d'água tava gostoso — falo me colocando na frente dela, com as mãos nos dois lados da cintura. Tô pelado, até com o pau mole, mas tenho certeza que por causa da escuridão ela não consegue ver.
— Já vi que você tava bem dentro, seu safado kkkk — ela fala rindo — mas ei, você não tem toalha?
— Não, só tinha essa, pra ser sincero.
— Vem cá, a gente divide, essa é enorme pra mim sozinha — ela fala mudando o tom de voz pra algo mais quente.
Eu me aproximo e ela abre a toalha feito uma exibicionista, e agora, além da cor do sutiã, dá pra ver o preto da calcinha dela. A gente se abraça de novo e ela enrola a toalha nas minhas costas, ficando nós dois enrolados juntos. A coisa esquenta e meu pau, que já tava mole, começa a endurecer rapidinho, ajudado pela pressão da barriga dela contra ele. Tenho certeza que ela já sente meu pau da base até a ponta. O abraço é mais intenso que o anterior, os bicos dos peitos dela cravados no meu peito e meu pau na barriga dela. Deslizo minhas mãos até a cintura dela, é bem mais fina do que eu imaginava. Depois disso, ela levanta a cabeça e procura minha boca com um beijo suave. Em seguida, me dá vários beijinhos, muito leves, muito eróticos... Subo minhas mãos pelas costas dela, esticando os dedos pra pegar o máximo de pele possível... Tô ansioso pra sentir a língua dela... mas ela só me beija com os lábios mesmo. A Loli começa a mexer o quadril em círculos, bem devagar, e com muita técnica começa a me masturbar com a barriga dela... Nosso beijo fica mais intenso, começo a colocar a língua pra fora pra encontrar a dela... encontro ela de passagem, mas ela volta a me dar beijos só com os lábios e só mostrando a pontinha da língua. De vez em quando, levemente. Nossas respirações agora se misturam com o barulho das ondas do mar. Tô muito tarado e deslizo minhas mãos pelas costas dela, com a intenção de apalpar aquela bunda que tantas vezes admirei.
— Vamos pra barraca? — ela diz, se afastando um pouco de mim.
— É, tá fazendo um frio danado aqui fora.
A gente usa a toalha rapidamente, revezando, pra tentar secar o melhor possível antes de entrar na barraca. Ela entra primeiro e se enfia debaixo do saco de dormir, que tá armado como edredom. Eu me meto na cama, já pelado. A barraca é bem pequena e nossos corpos se roçam quase o tempo todo. Tá tudo escuro pra caralho. A Loli tá deitada do meu lado esquerdo, e assim que me sente deitado, aproxima a mão procurando minha bochecha, me vira na direção dela e continua o beijo que a gente tinha começado lá fora. Dessa vez não precisamos nos preocupar em segurar a toalha, então nossas mãos tão livres pra aproveitar nossos corpos por completo. A primeira coisa que faço é passar a mão pelo lado dela, desenhando a silhueta na cintura, nos quadris e nas coxas... A Loli tem um corpaço e a pele dela é extremamente macia. Ela só fica passando a mão no meu peito, sem pelo, e brincando com minha barba enquanto continua me beijando. Nossas línguas começam a aparecer mais no beijo, cada vez mais pra fora da boca... A intensidade aumenta, e com ela nossa excitação... Depois que explorei bem o contorno dela, subo a mão pra pegar nos peitos dela. Ela aceita de boa o meu gesto e se vira um pouco pra cima, me dando melhor acesso. Os peitos dela são pequenos, mas ao mesmo tempo macios e bem manejáveis. Os bicos são enormes, duríssimos... aperto eles sem hesitar. Fico extremamente tarado ao meter a mão nela e vou querendo mais. Rapidinho, tiro um dos peitos dela do sutiã e levo à boca, aproveitando aquele mamilo maravilhoso e enorme. Enquanto faço isso, ela tira o sutiã como pode, deixando os peitos todos pra mim. Só. Eu chupo elas, lambo, agarro com as duas mãos apertando e separando... a mão da Loli também se anima e desliza pela minha barriga rapidamente, pegando na minha rola firme e começando a bater uma pra mim. A técnica dela é incrível, sem dúvida tem muita experiência em masturbar, faz suave, movimentos curtos, ritmo constante... Depois de vários minutos aproveitando os peitos dela... deslizo minha boca pela barriga dela, roçando a pele com meus lábios, soltando a língua de vez em quando. Ela vira de costas e abre as pernas. A posição obriga ela a parar a punheta... mas agora tanto faz, tô com muita sede e só dá pra aliviar com o que ela guarda debaixo da calcinha molhada. Quando minha boca chega na virilha dela, não hesito nem um instante, puxo a calcinha dela pro lado e começo a chupar a buceta dela. Lamber a parte de fora que tá fria por causa da calcinha molhada, bem diferente da parte de dentro, que exala calor e um cheiro que me convida a aprofundar com a língua. Ela é toda depilada e isso facilita deslizar minha língua de fora pra dentro fácil... minha saliva se mistura com o fluxo dela e a Loli vai abrindo mais as pernas. Por causa do pouco espaço na barraca, me viro pra porta de jeito que deixo minha rola outra vez à disposição dela. A mão dela pega de novo, mas ela tá mais focada em aproveitar o que eu tô fazendo do que em mexer a mão. Tô tão excitado e como ela cada vez com mais desespero, chupando os lábios dela, o clitóris e enfiando a língua dentro do buraco como se tivesse fodendo com ela.
- Me fode logo, tô pronta... - ela fala entre gemidos enquanto me afasta pra tirar a calcinha-
Rápido me posiciono por cima dela de missionário, pegando na minha rola e roçando toda a fenda dela enquanto procuro o buraco... quando acho, enfio até o fundo, com força e deixando cair todo o peso do meu corpo..
- Porra, ca... cacete - ela fala depois de um gemido bem alto - assim... eu gosto... enfia até o talo fundo..
- Então... cê gosta? - falo enquanto tiro e meto com movimentos longos -
- Sim... sim... - ela gagueja -
- Cê gosta, putinha? - sussurro no ouvido dela acelerando ainda mais..
- Sim sim.. não para, não para, porra.. me fode com força - ela diz agora enquanto aperta minhas nádegas com força contra ela -
Os gemidos tão cada vez mais altos.. tenho certeza que ecoam pela praia toda… mas tô nem aí.. agora só penso em foder ela o mais forte que puder até gozarmos juntos…
- Porra.. tô adorando... vou gozar logo - falo sem diminuir o ritmo -
- Sim, me dá com força agora.. tô quase - ela geme -
- Posso gozar dentro? - falo quase chegando lá -
- Sim, porra... enche minha buceta de porra já... me dá.. - sinto ela se contorcendo debaixo de mim depois disso -
- Sim... tô gozando... tô gozando... - falo sem conseguir resistir às últimas palavras dela -
- Porra... sim.. tô gozando também - ela sussurra enquanto começa a gozar comigo -
Meu pau convulsiona bem fundo na buceta dela, derramando minha porrada em jorros até esvaziar completamente dentro dela. Nossos corpos tensos pelos orgasmos... Ofegantes, sem fôlego... e nossos peitos molhados de suor e do calor que se formou na barraca.... Nos beijamos suavemente várias vezes, ainda com ele dentro dela.
- E aí, cara? Que putaria que a gente fez, hein? - ela diz rindo -
- Uff, não sei se foi o vinho ou o que, mas sim, que putaria que a gente fez, haha - falo ainda recuperando o fôlego -
- Nada disso pra minha sobrina, hein, porra?
- Não tô afim de contar isso, fica tranquila - respondo enquanto saio de cima dela -
Me deito do meu lado e depois de nos cobrir, não demoramos nada pra cair no sono.
Acordo com os primeiros raios de sol da manhã, que iluminam a barraca rapidamente. Abro os olhos e o que vejo é a lona da barraca... Tô meio desorientado e atordoado pela ressaca e logo começo a lembrar... Porra! Que eu fodi a Loli?! Viro de lado. para o outro lado para tirar a dúvida e vejo ela dormindo. Porra… a mãe que pariu… que viagem…
Loli se mexe, a princípio acho que ela acordou, mas só vira pro outro lado, puxando o saco de dormir junto e me dando as costas. Fico então pelado do lado dela. Meu pau ainda tem restos da noite anterior e só de lembrar já fica duro de novo. Olho pra Loli com mais cuidado e vejo as costas dela parcialmente nuas e uma ponta do saco de dormir cobrindo a bunda dela. A verdade é que o sexo na outra noite foi fantástico, ainda tenho o gosto da buceta dela na boca, mas fiquei com vontade de ver ela nua, especialmente de ver aquela rabuda que ela tem. Agora tá ao meu alcance, é só puxar o saco de leve e teria um close dela. Por outro lado, não sei como ela vai reagir quando acordar… talvez se arrependa e vá embora… então talvez essa seja minha única chance de aproveitar. Me sinto meio mal por fazer isso sem o consentimento dela, mas no fim penso ‘mas porra, se eu já comi ela!’… Aí me animo a fazer, com cuidado e bem devagar pego a ponta do saco e vou puxando pra baixo pra deixar a bunda dela livre… ‘sim… aí está… sim…’. Aos poucos o saco vai saindo e eu posso contemplar a bunda da Loli em todo o seu esplendor. Um tom de pele um pouco mais claro que o resto do corpo, mas bem pouco, talvez graças às suas sungas fio dental. Só algumas pequenas imperfeições por causa da idade, mas sem dúvida uma bunda de respeito, a melhor que já vi tão de perto.
Graças à posição que ela tá (um pouco virada pra baixo), também posso apreciar a vista da buceta depilada dela. Fico excitado pra caralho quando penso que ainda tem meu gozo dentro dela e não consigo evitar pegar no meu pau e começar a bater uma punheta. Sem hesitar, me levanto devagar pra ter um ângulo melhor e poder observar o outro buraquinho dela. Tem um cu muito bonito e muito apetitosa, daria tudo pra foder ele agora mesmo pra depois ele ir pra casa bem cheia do meu gozo tanto na buceta quanto no cu. Porra, to batendo uma punheta daquelas e minha vontade de possuir ela de novo é incontrolável… tão incontrolável que decido me arriscar pensando que o estrago já tava feito. Não vai mudar nada se ela me rejeitar agora. A posição que a Loli tá me permitiria penetrar ela sem problemas, então aproximo minha pica da racha dela e acaricio suavemente a entrada. Meu líquido pré-gozo ajuda a lubrificar a entrada dela e aos poucos consigo penetrar. A Loli mexe um pouco, embora pareça que ainda dorme. Não acredito que posso foder ela sem que perceba. Tô com meio pau dentro e começo a me mover mais rápido… sinto um tesão do caralho pela cena e isso me anima a meter mais forte. A Loli vai acordar a qualquer momento mas foda-se, já tô dentro.
- Porra.. que.. que.. que cê tá fazendo? - ela fala virando o rosto e me olhando estranho-
- Desculpa.. te vi pelada e não consegui evitar - falo sem parar de meter dentro dela-
- Aff cara.. isso é muito errado.. porra… cê é um filho da puta - ela fala sem intenção de me mandar parar-
- Não pensa e só aproveita agora - falo ganhando mais confiança e bombando com mais força-
- Deus, como eu to sentindo você hoje… que maravilha.. não para - ela fala enquanto tira todo o saco de dormir deixando os peitos à mostra-
É a primeira vez que vejo ela pelada inteira e que visão excitante. Os peitinhos pequenos e leitosos dela balançam com minhas estocadas. A Loli começa a gemer alto e eu a foder mais forte… sem diminuir o ritmo por um bom tempo.
- Uff não aguento mais.. vou gozar já… porra - ela fala se contorcendo- sua puta mãe filho da puta...que que cê tá fazendo comigo… to gozando to gozando… ah….
A Loli se contorce muito forte enquanto meu pau continua duro e bem enfiado no fundo da buceta dela. Tá tão molhada que quase não sinto atrito, isso me excita e adia minha Orgasmo. Aí me passa pela cabeça pedir uma coisa pra Loli, gastar meu último cartucho antes de acabar de vez a aventura com ela.
— Que prazer você me dá, filho da puta — ela fala sorrindo — Você gozou? Não te senti.
— Não, ainda não, você tava tão molhada — falo enquanto tiro ela da buceta dela.
— Quer que eu te chupe? — ela pergunta naturalmente.
— Uff, verdade, parece bom... mas queria te pedir outra coisa — falo enquanto pego meu pau e roço a ponta contra o cu dela.
— Caramba, já vi... quer foder meu cu? — ela fala com um sorriso de circunstância.
— Sim, quero que seja meu — vou empurrando minha glande no cu dela, tentando entrar.
— Você é um porco, sabia? — ela fala esticando a mão e pegando algo da bolsa dela num canto da barraca.
— Sim. E esse porco vai arrebentar seu cu — falo totalmente excitado com a situação.
— Toma — ela diz enquanto me dá um sachê de lubrificante.
— Vejo que vem bem preparada — abro o sachê rapidamente separando minha glande do cu dela.
— Meu namorado, que é obcecado por anal e nunca sei quando pode tocar — ela fala se levantando e ficando de quatro — Tá bom pra você se eu ficar assim?
Essa é a vista que há tempos queria ver e, graças a já ter amanhecido completamente e ter muita claridade dentro da barraca, posso aproveitar ela em todo seu esplendor. Vou me posicionando atrás dela e aproveito pra dar uma boa apalpada com vários tapas incluídos nessas nádegas. É uma raba muito bem feita, toque suave, dura e macia na medida certa.
— Eu também desejaria foder você a toda hora, que raba você tem — falo enquanto começo a derramar o lubrificante sobre o cu dela e minha glande.
— Sabe de uma? Meu cu é todo seu agora... aproveita — ela finaliza enquanto separa ligeiramente as coxas deixando os dois buracos à vista.
Depois de ouvir essas palavras, não demoro nada pra empurrar minha glande, já posicionada no cu dela, que me deixa entrar com uma facilidade surpreendente. Dá pra ver que usam ele todo dia. Sinto meu pau entrando devagar, apertada pela entrada, o que me dá muito tesão e me causa prazer. Não demoro nada pra colocar metade, o suficiente pra começar a me mexer.
– É.. porra.. que cu maravilhoso, Loli – gemo muito excitado –
– Vai, enfia ela toda.. assim.. já é seu.. já tá dentro, agora fode ele – ela diz com uma cara de prazer e dor –
As palavras dela me excitam ainda mais e eu enfio até o fundo. É muito apertado e me dá um prazer incrível, sei que não vou demorar pra gozar dentro. Começo a me mexer com cuidado nas primeiras investidas, mas logo acelero o ritmo ao sentir como o cu dela se dilata e se adapta à minha pau. Quase instintivamente, subo minhas mãos pelas costas dela e agarro seu cabelo.
– Você gosta de levar no cu, foxy? – falo fora de mim –
– Sim, sim.. porra, você tá arrombando seu porco.. – ela diz gemendo cada vez mais alto –
– Ah ah.. vou encher você de porra, vagabunda.. – falo quando me sinto cada vez mais perto de gozar – é.. é.. vou gozar.. é..
– Isso, me enche, filho da puta, enche meu cu também – ela diz enquanto vejo minha pau sumindo inteira no cu dela uma e outra vez –
O tesão da cena junto com a pressão do ânus dela no meu pau faz meu orgasmo disparar. Exagero as contrações usando os músculos da barriga pra Loli sentir os jatos de porra o máximo possível. Termino com um orgasmo longo e muito intenso e desabo apoiando minha cabeça nas costas suadas dela. Saio com cuidado, ficando do lado de Loli, que se vira e pega um cigarro na bolsa.
– E aí?.. que foda que você me deu, macho – ela diz dando umas tragadas e olhando pela primeira vez pra minha pau –
– É.. que loucura.. – falo tentando recuperar o fôlego – disso aqui, bico fechado, ok?
– Cê acha que eu sou maluca? Fica tranquilo, não tem problema da minha parte contanto que isso não possa se repetir, entendeu?
– Entendo, é melhor a gente se arrumar e ir embora.
F I M
O que se destaca no corpo dela e é a inveja de todas (e todos) é a bunda dela. Acho que é uma das rabetas mais sexy e perfeitas que já vi na vida. Redonda, empinada, um prazer para os olhos e, imagino, para quem puder aproveitar. Ela sabe disso, obviamente, e exibe com calças justas e tangas exuberantes na praia.
Eu tenho 33 anos, sou moreno, 1,79m, cabelo comprido e barba feita. Nunca me considerei um pegador nato, mas nunca tive problemas com mulheres. Há anos moro no exterior e, graças ao meu trabalho, posso viajar para minha terra com certa frequência. A história que vou contar aconteceu numa viagem relâmpago por causa de uns trâmites que tinha que resolver. Devido à curta estadia, minha esposa decidiu não me acompanhar.
Nossa história começou no verão, numa noite de sexta-feira, num bar restaurante onde sempre vou quando estou na minha terra. A Loli também adora e costumávamos ir lá com frequência, com e sem companhia. Embora tivéssemos pensado em ir com mais gente, no final decidimos ir só nós dois. É um daqueles restaurantes que você só conhece se alguém te indicar, e é ideal para encher o bucho com um bom marisco e peixe. O jantar corre como sempre, contando as novidades desde a última vez que nos vimos. Vimos.
A Loli tá especialmente faladeira hoje, e a segunda garrafa de vinho branco tá ajudando. Tô me divertindo pra caralho conversando com ela, ela tem uma voz bem grave e um jeito de falar muito bruto e às vezes vulgar demais.
— E o garçom, cadê? — pergunto servindo as últimas duas taças e esvaziando a garrafa.
— Pô, nem ideia, mano. Ele falou que tinha um problema com a filha e que no fim ia furar. Sei lá, tá estranho ultimamente, acho que entrou na menopausa — ela fala soltando uma gargalhada.
— Já foram as duas garrafas, vamo ver quem vai levar a gente pra casa hoje.
— Pois é, cara, fazia tempo que não bebia assim, ainda bem que você dirige.
— A conta, por favor? — pergunto pro garçom quando ele passa do nosso lado.
Saímos do lugar cambaleando, ela agarrada no meu braço. O restaurante fica do lado do mar, então a vista é linda. Cheiro forte de maresia, brisa suave, mas temperatura agradável. No caminho pro carro, a gente vai rindo de se ver nesse estado tão ridículo. Chego no carro e a gente sobe.
— Ei, e se a gente for tomar a última nos quiosques da praia? — fala Loli, ainda com pique de festa.
— Por mim tudo bem, mas sei lá, cê não tem que trampar amanhã?
— Não, não, amanhã é folga, então sem problema. Vamo lá, segue reto que eu vou indicando.
— Ok... Tô pior do que pensei — falo enquanto percebo que tô com dificuldade de enxergar a estrada direito.
Por sorte, a área dos quiosques é perto e quando a gente chega, o óbvio acontece: tão fechados com cadeado. Olhamos a hora, e já são 12 da noite, o tempo voou no restaurante. A gente cai na risada dos dois pela ideia idiota que tivemos.
— Preciso descansar um pouco, não tô em condições de dirigir — falo pra Loli.
— Não me fode, porque eu também não consigo dirigir nem fodendo. Se a gente tivesse um cobertor ou algo, dava pra dormir na praia.
— Porra, tenho uma barraca no carro! Sempre guardo um kit de sobrevivência. por via das dúvidas.
- Sério? Tá me zoando? - ela fala surpresa-
- Juro, tá no porta-malas
- Porra, sempre quis dormir na praia, então bora.
- Mas dá aqui? Não sei se pode armar uma barraca em qualquer lugar.
- É lugar público, se quiserem que venham nos expulsar! - ela fala saindo do carro – cadê essa barraca?
Saio do carro e tiro do porta-malas uma barraca Quechua de duas pessoas, a menor que tem, e uma bolsinha com colchão, saco de dormir, travesseiro e uma toalha. Pegamos as coisas e vamos pra areia, onde tá tão escuro que não se vê nada, só os reflexos da lua nas ondas.
- Que linda que tá a praia - fala Loli – Pra falar a verdade, a praia é muito mais legal de noite-
- É, e principalmente o silêncio, só se ouve o barulho das ondas…
A gente entra na praia e caminha até o final, onde encosta numa parede natural. Bem no fim da praia, tem umas pedras que separam a praia principal de uma mini praia pra uma ou duas toalhas, e que ainda fica protegida pela parede. Parece o lugar ideal pra armar a barraca e em 2 minutos já tá montada com as coisas dentro, graças às lanternas dos celulares.
- Dá vontade de tomar um banho, hein? - fala Loli -
- Tá falando sério? - respondo rindo surpreso – deve estar congelada, caralho!
- Ué, claro, parece que tá uma delícia – ela fala tirando a parte de cima-
- Cê é louca!
Nossos olhos vão se acostumando com a escuridão aos poucos, então consigo ver o branco do sutiã dela contrastando com a cor da pele.
- O problema é que não tenho sunga…
- Eu também não, vou nadar de calcinha mesmo, sem problema – ela fala já andando na direção da água – cê vem ou não?
A verdade é que parece bom, e já tomei banho de noite na praia algumas vezes, é uma experiência e tanto. Tiro a roupa, fico só de cueca. No caminho até a margem, vejo que a Loli já entrou até a cintura. Antes de chegar, decido tirar a cueca, porque a que tô usando é meio grossa e vai demorar pra secar. Jogo ela na direção da barraca e vou molhar os pés. Não sei se é a bebedeira ou o que, mas a água não me parece tão gelada. A Loli continua entrando, a água cobrindo ela até o peito. Eu vou me enfiando cada vez mais até chegar perto dela.
- É você? - ela pergunta quando chego por trás.
- Ué, quem mais seria? - falo, e a gente cai na risada.
- E aí, tá boa ou não? - ela diz, tremendo um pouco.
- É, verdade, deve ser a bebedeira que amortece os sentidos... cê tá bem? Tá tremendo.
- Kkkk, é, quando entrei tava de boa, mas agora tô com um pouco de frio.
- Se quiser, te abraço, mas não me responsabilizo pelo que pode rolar, hein? - falo rindo - é que tô peladão...
- Kkkk, sério? Tá me tirando... - ela diz enquanto se aproxima e passa as mãos na minha cintura - caralho, não tá tirando não... kkkk.
Eu passo as mãos nas costas dela e puxo ela de leve pra mim.
- Pô, cê tá fria mesmo - falo enquanto ela me abraça e encosta o rosto no meu peito.
Ela treme nos meus braços e a gente fica assim abraçado, sem falar nada, por um tempinho. Por causa da diferença de altura, meu pau inevitavelmente roça na barriga dela. Do meu lado, sinto as taças do sutiã dela no meu peito, primeiro só isso, mas conforme o abraço continua, começo a sentir os bicos dela se cravando em mim. Nunca senti algo tão exagerado, ela deve ter uns bicos enormes e, pelo frio, tão mais duros que o normal. Isso provoca reação no meu pau, que começa a pulsar e crescer.
- Tô morrendo de frio, vamos sair - fala a Loli, quebrando o gelo e se afastando de mim, indo em direção à margem.
- É... melhor - falo, meio sem graça com a situação, ainda sentindo os bicos dela no meu peito. peito, mesmo que já não estejam mais...
Ela se adianta e quando chego na loja, a Loli está enrolada numa toalha se secando...
— Que frio do caralho! — diz ela se enrolando na toalha.
— Eu, sinceramente, tô de boa, agora deu uma brisa, mas dentro d'água tava gostoso — falo me colocando na frente dela, com as mãos nos dois lados da cintura. Tô pelado, até com o pau mole, mas tenho certeza que por causa da escuridão ela não consegue ver.
— Já vi que você tava bem dentro, seu safado kkkk — ela fala rindo — mas ei, você não tem toalha?
— Não, só tinha essa, pra ser sincero.
— Vem cá, a gente divide, essa é enorme pra mim sozinha — ela fala mudando o tom de voz pra algo mais quente.
Eu me aproximo e ela abre a toalha feito uma exibicionista, e agora, além da cor do sutiã, dá pra ver o preto da calcinha dela. A gente se abraça de novo e ela enrola a toalha nas minhas costas, ficando nós dois enrolados juntos. A coisa esquenta e meu pau, que já tava mole, começa a endurecer rapidinho, ajudado pela pressão da barriga dela contra ele. Tenho certeza que ela já sente meu pau da base até a ponta. O abraço é mais intenso que o anterior, os bicos dos peitos dela cravados no meu peito e meu pau na barriga dela. Deslizo minhas mãos até a cintura dela, é bem mais fina do que eu imaginava. Depois disso, ela levanta a cabeça e procura minha boca com um beijo suave. Em seguida, me dá vários beijinhos, muito leves, muito eróticos... Subo minhas mãos pelas costas dela, esticando os dedos pra pegar o máximo de pele possível... Tô ansioso pra sentir a língua dela... mas ela só me beija com os lábios mesmo. A Loli começa a mexer o quadril em círculos, bem devagar, e com muita técnica começa a me masturbar com a barriga dela... Nosso beijo fica mais intenso, começo a colocar a língua pra fora pra encontrar a dela... encontro ela de passagem, mas ela volta a me dar beijos só com os lábios e só mostrando a pontinha da língua. De vez em quando, levemente. Nossas respirações agora se misturam com o barulho das ondas do mar. Tô muito tarado e deslizo minhas mãos pelas costas dela, com a intenção de apalpar aquela bunda que tantas vezes admirei.
— Vamos pra barraca? — ela diz, se afastando um pouco de mim.
— É, tá fazendo um frio danado aqui fora.
A gente usa a toalha rapidamente, revezando, pra tentar secar o melhor possível antes de entrar na barraca. Ela entra primeiro e se enfia debaixo do saco de dormir, que tá armado como edredom. Eu me meto na cama, já pelado. A barraca é bem pequena e nossos corpos se roçam quase o tempo todo. Tá tudo escuro pra caralho. A Loli tá deitada do meu lado esquerdo, e assim que me sente deitado, aproxima a mão procurando minha bochecha, me vira na direção dela e continua o beijo que a gente tinha começado lá fora. Dessa vez não precisamos nos preocupar em segurar a toalha, então nossas mãos tão livres pra aproveitar nossos corpos por completo. A primeira coisa que faço é passar a mão pelo lado dela, desenhando a silhueta na cintura, nos quadris e nas coxas... A Loli tem um corpaço e a pele dela é extremamente macia. Ela só fica passando a mão no meu peito, sem pelo, e brincando com minha barba enquanto continua me beijando. Nossas línguas começam a aparecer mais no beijo, cada vez mais pra fora da boca... A intensidade aumenta, e com ela nossa excitação... Depois que explorei bem o contorno dela, subo a mão pra pegar nos peitos dela. Ela aceita de boa o meu gesto e se vira um pouco pra cima, me dando melhor acesso. Os peitos dela são pequenos, mas ao mesmo tempo macios e bem manejáveis. Os bicos são enormes, duríssimos... aperto eles sem hesitar. Fico extremamente tarado ao meter a mão nela e vou querendo mais. Rapidinho, tiro um dos peitos dela do sutiã e levo à boca, aproveitando aquele mamilo maravilhoso e enorme. Enquanto faço isso, ela tira o sutiã como pode, deixando os peitos todos pra mim. Só. Eu chupo elas, lambo, agarro com as duas mãos apertando e separando... a mão da Loli também se anima e desliza pela minha barriga rapidamente, pegando na minha rola firme e começando a bater uma pra mim. A técnica dela é incrível, sem dúvida tem muita experiência em masturbar, faz suave, movimentos curtos, ritmo constante... Depois de vários minutos aproveitando os peitos dela... deslizo minha boca pela barriga dela, roçando a pele com meus lábios, soltando a língua de vez em quando. Ela vira de costas e abre as pernas. A posição obriga ela a parar a punheta... mas agora tanto faz, tô com muita sede e só dá pra aliviar com o que ela guarda debaixo da calcinha molhada. Quando minha boca chega na virilha dela, não hesito nem um instante, puxo a calcinha dela pro lado e começo a chupar a buceta dela. Lamber a parte de fora que tá fria por causa da calcinha molhada, bem diferente da parte de dentro, que exala calor e um cheiro que me convida a aprofundar com a língua. Ela é toda depilada e isso facilita deslizar minha língua de fora pra dentro fácil... minha saliva se mistura com o fluxo dela e a Loli vai abrindo mais as pernas. Por causa do pouco espaço na barraca, me viro pra porta de jeito que deixo minha rola outra vez à disposição dela. A mão dela pega de novo, mas ela tá mais focada em aproveitar o que eu tô fazendo do que em mexer a mão. Tô tão excitado e como ela cada vez com mais desespero, chupando os lábios dela, o clitóris e enfiando a língua dentro do buraco como se tivesse fodendo com ela.
- Me fode logo, tô pronta... - ela fala entre gemidos enquanto me afasta pra tirar a calcinha-
Rápido me posiciono por cima dela de missionário, pegando na minha rola e roçando toda a fenda dela enquanto procuro o buraco... quando acho, enfio até o fundo, com força e deixando cair todo o peso do meu corpo..
- Porra, ca... cacete - ela fala depois de um gemido bem alto - assim... eu gosto... enfia até o talo fundo..
- Então... cê gosta? - falo enquanto tiro e meto com movimentos longos -
- Sim... sim... - ela gagueja -
- Cê gosta, putinha? - sussurro no ouvido dela acelerando ainda mais..
- Sim sim.. não para, não para, porra.. me fode com força - ela diz agora enquanto aperta minhas nádegas com força contra ela -
Os gemidos tão cada vez mais altos.. tenho certeza que ecoam pela praia toda… mas tô nem aí.. agora só penso em foder ela o mais forte que puder até gozarmos juntos…
- Porra.. tô adorando... vou gozar logo - falo sem diminuir o ritmo -
- Sim, me dá com força agora.. tô quase - ela geme -
- Posso gozar dentro? - falo quase chegando lá -
- Sim, porra... enche minha buceta de porra já... me dá.. - sinto ela se contorcendo debaixo de mim depois disso -
- Sim... tô gozando... tô gozando... - falo sem conseguir resistir às últimas palavras dela -
- Porra... sim.. tô gozando também - ela sussurra enquanto começa a gozar comigo -
Meu pau convulsiona bem fundo na buceta dela, derramando minha porrada em jorros até esvaziar completamente dentro dela. Nossos corpos tensos pelos orgasmos... Ofegantes, sem fôlego... e nossos peitos molhados de suor e do calor que se formou na barraca.... Nos beijamos suavemente várias vezes, ainda com ele dentro dela.
- E aí, cara? Que putaria que a gente fez, hein? - ela diz rindo -
- Uff, não sei se foi o vinho ou o que, mas sim, que putaria que a gente fez, haha - falo ainda recuperando o fôlego -
- Nada disso pra minha sobrina, hein, porra?
- Não tô afim de contar isso, fica tranquila - respondo enquanto saio de cima dela -
Me deito do meu lado e depois de nos cobrir, não demoramos nada pra cair no sono.
Acordo com os primeiros raios de sol da manhã, que iluminam a barraca rapidamente. Abro os olhos e o que vejo é a lona da barraca... Tô meio desorientado e atordoado pela ressaca e logo começo a lembrar... Porra! Que eu fodi a Loli?! Viro de lado. para o outro lado para tirar a dúvida e vejo ela dormindo. Porra… a mãe que pariu… que viagem…
Loli se mexe, a princípio acho que ela acordou, mas só vira pro outro lado, puxando o saco de dormir junto e me dando as costas. Fico então pelado do lado dela. Meu pau ainda tem restos da noite anterior e só de lembrar já fica duro de novo. Olho pra Loli com mais cuidado e vejo as costas dela parcialmente nuas e uma ponta do saco de dormir cobrindo a bunda dela. A verdade é que o sexo na outra noite foi fantástico, ainda tenho o gosto da buceta dela na boca, mas fiquei com vontade de ver ela nua, especialmente de ver aquela rabuda que ela tem. Agora tá ao meu alcance, é só puxar o saco de leve e teria um close dela. Por outro lado, não sei como ela vai reagir quando acordar… talvez se arrependa e vá embora… então talvez essa seja minha única chance de aproveitar. Me sinto meio mal por fazer isso sem o consentimento dela, mas no fim penso ‘mas porra, se eu já comi ela!’… Aí me animo a fazer, com cuidado e bem devagar pego a ponta do saco e vou puxando pra baixo pra deixar a bunda dela livre… ‘sim… aí está… sim…’. Aos poucos o saco vai saindo e eu posso contemplar a bunda da Loli em todo o seu esplendor. Um tom de pele um pouco mais claro que o resto do corpo, mas bem pouco, talvez graças às suas sungas fio dental. Só algumas pequenas imperfeições por causa da idade, mas sem dúvida uma bunda de respeito, a melhor que já vi tão de perto.
Graças à posição que ela tá (um pouco virada pra baixo), também posso apreciar a vista da buceta depilada dela. Fico excitado pra caralho quando penso que ainda tem meu gozo dentro dela e não consigo evitar pegar no meu pau e começar a bater uma punheta. Sem hesitar, me levanto devagar pra ter um ângulo melhor e poder observar o outro buraquinho dela. Tem um cu muito bonito e muito apetitosa, daria tudo pra foder ele agora mesmo pra depois ele ir pra casa bem cheia do meu gozo tanto na buceta quanto no cu. Porra, to batendo uma punheta daquelas e minha vontade de possuir ela de novo é incontrolável… tão incontrolável que decido me arriscar pensando que o estrago já tava feito. Não vai mudar nada se ela me rejeitar agora. A posição que a Loli tá me permitiria penetrar ela sem problemas, então aproximo minha pica da racha dela e acaricio suavemente a entrada. Meu líquido pré-gozo ajuda a lubrificar a entrada dela e aos poucos consigo penetrar. A Loli mexe um pouco, embora pareça que ainda dorme. Não acredito que posso foder ela sem que perceba. Tô com meio pau dentro e começo a me mover mais rápido… sinto um tesão do caralho pela cena e isso me anima a meter mais forte. A Loli vai acordar a qualquer momento mas foda-se, já tô dentro.
- Porra.. que.. que.. que cê tá fazendo? - ela fala virando o rosto e me olhando estranho-
- Desculpa.. te vi pelada e não consegui evitar - falo sem parar de meter dentro dela-
- Aff cara.. isso é muito errado.. porra… cê é um filho da puta - ela fala sem intenção de me mandar parar-
- Não pensa e só aproveita agora - falo ganhando mais confiança e bombando com mais força-
- Deus, como eu to sentindo você hoje… que maravilha.. não para - ela fala enquanto tira todo o saco de dormir deixando os peitos à mostra-
É a primeira vez que vejo ela pelada inteira e que visão excitante. Os peitinhos pequenos e leitosos dela balançam com minhas estocadas. A Loli começa a gemer alto e eu a foder mais forte… sem diminuir o ritmo por um bom tempo.
- Uff não aguento mais.. vou gozar já… porra - ela fala se contorcendo- sua puta mãe filho da puta...que que cê tá fazendo comigo… to gozando to gozando… ah….
A Loli se contorce muito forte enquanto meu pau continua duro e bem enfiado no fundo da buceta dela. Tá tão molhada que quase não sinto atrito, isso me excita e adia minha Orgasmo. Aí me passa pela cabeça pedir uma coisa pra Loli, gastar meu último cartucho antes de acabar de vez a aventura com ela.
— Que prazer você me dá, filho da puta — ela fala sorrindo — Você gozou? Não te senti.
— Não, ainda não, você tava tão molhada — falo enquanto tiro ela da buceta dela.
— Quer que eu te chupe? — ela pergunta naturalmente.
— Uff, verdade, parece bom... mas queria te pedir outra coisa — falo enquanto pego meu pau e roço a ponta contra o cu dela.
— Caramba, já vi... quer foder meu cu? — ela fala com um sorriso de circunstância.
— Sim, quero que seja meu — vou empurrando minha glande no cu dela, tentando entrar.
— Você é um porco, sabia? — ela fala esticando a mão e pegando algo da bolsa dela num canto da barraca.
— Sim. E esse porco vai arrebentar seu cu — falo totalmente excitado com a situação.
— Toma — ela diz enquanto me dá um sachê de lubrificante.
— Vejo que vem bem preparada — abro o sachê rapidamente separando minha glande do cu dela.
— Meu namorado, que é obcecado por anal e nunca sei quando pode tocar — ela fala se levantando e ficando de quatro — Tá bom pra você se eu ficar assim?
Essa é a vista que há tempos queria ver e, graças a já ter amanhecido completamente e ter muita claridade dentro da barraca, posso aproveitar ela em todo seu esplendor. Vou me posicionando atrás dela e aproveito pra dar uma boa apalpada com vários tapas incluídos nessas nádegas. É uma raba muito bem feita, toque suave, dura e macia na medida certa.
— Eu também desejaria foder você a toda hora, que raba você tem — falo enquanto começo a derramar o lubrificante sobre o cu dela e minha glande.
— Sabe de uma? Meu cu é todo seu agora... aproveita — ela finaliza enquanto separa ligeiramente as coxas deixando os dois buracos à vista.
Depois de ouvir essas palavras, não demoro nada pra empurrar minha glande, já posicionada no cu dela, que me deixa entrar com uma facilidade surpreendente. Dá pra ver que usam ele todo dia. Sinto meu pau entrando devagar, apertada pela entrada, o que me dá muito tesão e me causa prazer. Não demoro nada pra colocar metade, o suficiente pra começar a me mexer.
– É.. porra.. que cu maravilhoso, Loli – gemo muito excitado –
– Vai, enfia ela toda.. assim.. já é seu.. já tá dentro, agora fode ele – ela diz com uma cara de prazer e dor –
As palavras dela me excitam ainda mais e eu enfio até o fundo. É muito apertado e me dá um prazer incrível, sei que não vou demorar pra gozar dentro. Começo a me mexer com cuidado nas primeiras investidas, mas logo acelero o ritmo ao sentir como o cu dela se dilata e se adapta à minha pau. Quase instintivamente, subo minhas mãos pelas costas dela e agarro seu cabelo.
– Você gosta de levar no cu, foxy? – falo fora de mim –
– Sim, sim.. porra, você tá arrombando seu porco.. – ela diz gemendo cada vez mais alto –
– Ah ah.. vou encher você de porra, vagabunda.. – falo quando me sinto cada vez mais perto de gozar – é.. é.. vou gozar.. é..
– Isso, me enche, filho da puta, enche meu cu também – ela diz enquanto vejo minha pau sumindo inteira no cu dela uma e outra vez –
O tesão da cena junto com a pressão do ânus dela no meu pau faz meu orgasmo disparar. Exagero as contrações usando os músculos da barriga pra Loli sentir os jatos de porra o máximo possível. Termino com um orgasmo longo e muito intenso e desabo apoiando minha cabeça nas costas suadas dela. Saio com cuidado, ficando do lado de Loli, que se vira e pega um cigarro na bolsa.
– E aí?.. que foda que você me deu, macho – ela diz dando umas tragadas e olhando pela primeira vez pra minha pau –
– É.. que loucura.. – falo tentando recuperar o fôlego – disso aqui, bico fechado, ok?
– Cê acha que eu sou maluca? Fica tranquilo, não tem problema da minha parte contanto que isso não possa se repetir, entendeu?
– Entendo, é melhor a gente se arrumar e ir embora.
F I M
2 comentários - Comendo o cu da irmã da minha sogra