Este relato é de uns verões atrás, quando a gente ainda podia sair de férias... Na época eu tinha 20 anos, ainda morava com meus pais e, temporariamente naquele verão, veio morar com a gente minha tia Nati (irmã da minha mãe) e minha prima, porque as coisas entre minha tia e o marido dela não iam bem. Pra piorar, minha tia pegou ele saindo com outra mina bem mais nova, então decidiram se separar e ela veio passar uma temporada na minha casa.
Quando soube que minha tia tinha sido traída, não acreditei, porque ela é uma mulher bem gostosa. Mesmo sem vê-la há anos, lembrava muito bem daquela bunda linda que ela tem, desde quando eu ia na casa dela passar a tarde na piscina. Tanto que uma vez não resisti e tirei uma foto dela, que rendeu várias punhetas na minha adolescência.
Quando vi ela chegar na nossa casa, achei ela uma gostosa. Nati já tava chegando nos 30, mas se mantinha em forma por causa da academia, além de ser muito fã de umas dietas malucas. Ela desceu do taxi vestindo umas leggings de treino que marcavam bem a rabeta, e parte da calça sumia no meio das nádegas dela. Fiquei besta olhando praquele cuzão que já tinha me rendido tanta punheta enquanto ela tirava umas malas. Quando ela se virou, me recebeu com um sorriso, apesar da situação amorosa dela, e eu dei um abraço nela que levantei do chão, sentindo os peitos dela contra o meu corpo. Fazia anos que a gente não se via, e ela sempre foi minha tia favorita... Uns instantes depois, minha prima desceu, na época devia ter uns 17 anos, sempre foi bem na dela e calada, então a gente não tem uma relação forte, mas achei ela bonita também, ia seguir o caminho da mãe sem dúvida com o corpo. Ajudei elas a entrar com as malas, indo atrás delas, lamentando não ter o celular na mão pra tirar uma foto daquela bunda faminta de pano.
Uns dias depois, como já eram férias de verão e a gente sempre viajava pra algum lugar, meu pai teve a ideia de que seria bom ir pra serra, porque o clima era mais fresco e relaxado, além do ar mais limpo que faria bem pra minha tia e minha prima. Todo mundo achou uma boa ideia, especialmente elas que queriam algo mais calmo, então organizamos a viagem pra sair no sábado de manhã no carro do meu pai. No dia anterior à viagem, a gente começou a levar as coisas pro carro, mas como íamos acampar uns dias, o porta-malas encheu rápido e tivemos que passar umas malas pro banco de trás, e pensamos que minha prima podia ir sentada no colo da mãe e tudo bem, então deixamos assim.
Na manhã seguinte, depois do café, minha mãe me pediu pra ir acordar a Nati (minha tia), que ainda não tinha levantado. Assim que abri a porta do quarto onde tava dormindo e vi ela, senti um formigamento na minha virilha, a bunda dela apontava pra porta, ainda dormia vestida com uma camiseta e uma fio dental branca que sumia entre as bandas daquela bunda redonda. sem pensar duas vezes, fui pro meu quarto pegar o celular, tinha que ter mais uma foto daquele rabo lindo da minha tia. de volta no quarto dela com o celular na mão, meu coração batia igual um louco e eu tava com uma ereção que precisei apertar a pica por cima do short. tirei umas fotos e lutei contra a vontade de passar a mão na buceta dela, nem que fosse por cima do pano, coloquei o celular perto da virilha dela e tirei outra foto, não aguentava mais... tava tão perto e tão excitado imaginando o cheiro de mulher que devia ter naquela fio dental que minha pica pulsava dentro da calça, mas me acalmei e sacudi ela pelo quadril até acordar, avisei pra ela levantar que daqui a pouco a gente ia pegar a estrada. fui pro meu quarto ver as fotos que tirei e tive que bater uma punheta pra aliviar tanta adrenalina
Quando saí do meu quarto, cruzei com a Nati, já acordada e, como o sol naquele verão estava pegando forte, ela vestiu uma saia bem levinha. Quando a vi, desejava poder controlar o vento pra ver aquela bunda de novo. Não sabia por quê, mas ver minha tia de novo, e agora solteira, estava mexendo com meus hormônios como na adolescência. Enquanto meu pai preparava o carro e a gente fechava as portas e janelas de casa, tirei outra foto da Nati com a saia pra saciar um pouco mais a obsessão que eu tava tendo com aquela bunda...
Já com tudo pronto pra subir no carro com destino à serra, minha prima tinha feito questão de não querer ir a viagem toda sentada no colo da Nati, e meu pai tava visivelmente irritado, mesmo tentando disfarçar, porque teria que deixar algumas coisas que levávamos pra que no banco de trás coubessem minha prima, a Nati e eu, um do lado do outro. Mas minha tia teve a ideia de que poderia ser ela a sentar no meu colo, meu pai achou ótimo porque a gente poderia sair o mais rápido possível e eu não tive problema nenhum. Então na frente iam meus pais, e no banco de trás, à direita, minha prima, no meio malas e uma barraca, e no espaço que sobrou viajamos eu e a Nati.
Quando ela sentou em cima de mim, pude ver que pelo vestido florido fino que ela usava, dava pra ver uma fio dental preta. Quando percebi isso, meu pau começou a endurecer, e ainda por cima eu tava de short esportivo, que não esconde ereção nenhuma, pelo contrário, deixa tudo mais evidente, mas não teve problema porque ela sentou mais perto dos meus joelhos, mantendo distância do meu pau. Depois de umas meia hora de viagem, notei que ela tava meio desconfortável, fazendo força com as pernas pra se equilibrar, mas não falei nada porque achei que ela não ia querer sentar no meu pau. Poucos minutos depois, ela falou:
— Ufa, vou me ajeitar um pouco, senão desço daqui toda travada, tá?
— Claro, tia, sem problema. A ideia é a gente viajar confortável, dentro do possível — respondi.
— Tem razão, vou me ajeitar — disse ela, sorrindo.
Ela apoiou as mãos nos meus joelhos e sentou devagar na minha virilha. Quando senti o peso das nádegas macias e firmes dela, de tanto malhar na academia, fui pro paraíso. Tentei pensar em outras coisas, mas era um estímulo tão forte e tão gostoso ao mesmo tempo que era muito difícil.
— Você tá bem? Não tô te esmagando demais? — perguntou a Nati, preocupada.
— Não, não, tô bem.
— Qualquer coisa me avisa, hein?
— Sim, fica tranquila.
A partir desse momento Não consegui parar de pensar que estava sentindo a bunda linda da minha tia praticamente no natural, a saia dela era muito fina e ela estava usando uma tanga que eu imaginava se perdendo entre as nádegas, igual tinha visto naquela manhã. A ereção foi inevitável e desconfortável porque eu estava com o pau virado pro lado, obviamente ela percebeu porque sentiria minha rola completamente dura pressionada contra a bunda esquerda dela.
— Tá confortável, certeza? — ela perguntou.
A pergunta me surpreendeu, naquela altura já tava doendo um pouco o pau, mas também não queria parar de sentir a raba da Nati e, me desculpando pela falta de espaço entre a porta e as malas, respondi:
— Olha, deixa eu passar os braços pelos seus lados que tô meio apertado.
Enquanto eu passava os braços pelos lados da cintura dela, ela se afastou um pouco de mim e aproveitei pra ajeitar rápido a rola, agora eu ia com as mãos entrelaçadas na frente dela, apoiando os braços nas coxas dela, e quando ela sentou colada em mim, meu pau ficou perfeitamente encaixado entre as nádegas dela.
— Assim cê vai melhor? — perguntou.
— Sim, agora tô um pouco mais confortável, e você, bem?
— No começo achei que ia ser pior, mas por enquanto tô bem — comentou minha tia.
Esse comentário explodiu na minha cabeça. Será que ela tava gostando? Por que ela disse isso? Eu tava com o pau visivelmente duro, encaixadinho na fenda da raba dela. Dava pra sentir o calor das nádegas dela. Era impressionante, a melhor encostada da minha vida tava sendo na minha tia. Aumentei a pressão um pouco pra ver como ela reagia, com certeza até sentia o calor da minha rola e a grossura das minhas veias através do vestido fino dela, era impossível ignorar minha ereção. Pra minha surpresa, bem devagar, senti o leve roçar dos quadris dela contra minha pélvis, se esfregando sensualmente em mim, me fazendo perceber que a situação também tinha excitado ela. Senti que ia desmaiar de tesão, nem nos meus sonhos eu teria acreditado que isso era possível. Abracei ela pela cintura e apoiei meu rosto no dela. ombro, respirando direto no pescoço dela. Sabia que isso ia esquentar ela ainda mais, ela se ajeitou um pouco, abrindo ainda mais as nádegas. Eu pressionava com a pélvis o máximo que podia pra ela sentir meu pau em toda a extensão entre as nádegas dela, e ela se esfregava com gosto, já que o movimento do carro na estrada disfarçava a sarrada que tava rolando no banco de trás. Nessa altura, meu pau já tava molhado de líquido pré-seminal e a umidade se espalhava pro meu short fino, imaginava que ela tinha a calcinha fio dental enfiada entre os lábios da buceta dela, molhando também a roupa íntima dela, percebia pela respiração ofegante que ela tava tão excitada quanto eu.
Comecei a acariciar as coxas dela, apertava com desejo e passava as unhas safadamente pela parte interna das coxas, brincando com a sensibilidade dessa parte do corpo. Cada vez que subia pela parte interna das coxas, notava como as pernas dela tremiam e se abriam trêmulas. Tava completamente entregue e com certeza tava toda ensopada, queria realizar o desejo que tive naquela manhã de tocar a buceta dela, mas era muito arriscado, minha mãe no banco do carona podia ver todo o ato incestuoso só de virar a cabeça pra trás. Olhei o que minha mãe tava fazendo e vi ela com a cabeça apoiada na janela com um casaco como travesseiro, com certeza dormia ou pelo menos tentava. Sem tirar os olhos da minha mãe, continuei acariciando as coxas da minha tia, mas dessa vez não parei no meio do caminho, continuei subindo por baixo do vestido dela, estimulando até ficar a poucos centímetros da buceta dela, ela abria e fechava as pernas, por causa do tesão, empinava a raba o máximo que podia pra sentir meu pau. Queria mais do que eu que eu tocasse a buceta dela. Quando terminei de percorrer a curta distância, toquei com a ponta dos dedos e senti o tecido molhado da calcinha fio dental, percorri pressionando toda a extensão da rachinha dela e ela jogou as costas pra trás. sobre mim, suspirando. Enfiei meus dedos por baixo da calcinha fio dental dela e puxei pra afastar um pouco. Acariciei um lábio da buceta dela e depois o outro, sentia meus dedos molhados com os sucos dela. Tava apalpando minha tia e ela tava adorando, era inacreditável. Coloquei um dedo entre os lábios dela pressionando na buceta até a ponta do meu dedo entrar sem esforço dentro dela, tava com a buceta fervendo a ponto de explodir, como deixaram essa gostosa no cio tão largada assim? Ela começou a se mexer e se contorcer, enfiei o máximo que pude o dedo sentindo a maciez e o calor do interior dela e com o polegar procurei o clitóris dela, ela agarrou meu braço com uma mão cravando as unhas e tapou a boca com a outra, calando os gemidos que aquilo provocava. Será que teve um orgasmo ou se continuasse ia gemir sem controle? Não consegui saber, mas imaginei que era mais a primeira opção, porque ela ficou bem relaxada depois disso.
Ficamos quietos uns minutos, ela continuava me fazendo gozar com a bunda esfregando no meu pau e eu continuava com a mão debaixo do vestido dela, passando meus dedos ao longo da rachinha dela até que minha mãe espreguiçou esticando os braços. Isso assustou minha tia que deu um pulinho, tirando meu braço da entreperna dela. Assim que ela se desgrudou de mim, meu pau subiu feito uma mola formando uma barraca no meu short. Quando minha tia sentou de novo na minha virilha, grudou demais no meu corpo e o vestido dela subiu por causa do atrito dos nossos corpos, deixando a bunda dela nua, só com o fio dental, mas na parte da frente o vestido tava normal. Mas na hora que ela sentou, como meu pau tinha subido, meu pau ficou pressionando a entreperna dela, apertando direto na buceta dela. Quando ela sentiu isso, as costas dela ficaram duras, parece que a situação foi demais pra ela e ela quis se ajeitar pra voltar como estávamos, mas eu abracei ela pela cintura, impedindo ela de se mexer. Dava sentir no meu pau o calor da buceta dela, tinha a cabeça pressionando entre os lábios dela, só separado pelo meu short fino, porque o vestido dela tinha subido até a cintura e eu tinha puxado a fio dental. Só um pedaço fino de pano tava impedindo que minha tia me montasse rodeados de parentes. No meu short se misturavam meus fluidos com os dela, sentia como meu calção ficava encharcado com os fluidos dela. Meu pau quente roçava entre os lábios dela de um jeito delicioso e não demorei muito pra gozar, fazendo toda a pressão possível na virilha dela, me esfregando contra ela. Assim que ela percebeu que eu tinha gozado, quis se afastar, mas eu continuei segurando ela pela cintura, impedindo que se afastasse. Quando terminei, soltei ela e ela se afastou um pouco, provavelmente pra não ficar com a bunda grudenta, porque sabia que tinha curtido tanto quanto eu a nossa aventura. Tive medo de que sentissem o cheiro no carro, mas a gente ia todo mundo com as janelas abertas e não dava pra sentir nada. Quando chegamos no destino, peguei uma mala do meu lado e, tampando a umidade da minha calça, fui pro banheiro do camping me trocar.
No dia seguinte no camping, vi ela tomando sol e me posicionei pra tirar outra fotinho dela...
Quando soube que minha tia tinha sido traída, não acreditei, porque ela é uma mulher bem gostosa. Mesmo sem vê-la há anos, lembrava muito bem daquela bunda linda que ela tem, desde quando eu ia na casa dela passar a tarde na piscina. Tanto que uma vez não resisti e tirei uma foto dela, que rendeu várias punhetas na minha adolescência.
Uns dias depois, como já eram férias de verão e a gente sempre viajava pra algum lugar, meu pai teve a ideia de que seria bom ir pra serra, porque o clima era mais fresco e relaxado, além do ar mais limpo que faria bem pra minha tia e minha prima. Todo mundo achou uma boa ideia, especialmente elas que queriam algo mais calmo, então organizamos a viagem pra sair no sábado de manhã no carro do meu pai. No dia anterior à viagem, a gente começou a levar as coisas pro carro, mas como íamos acampar uns dias, o porta-malas encheu rápido e tivemos que passar umas malas pro banco de trás, e pensamos que minha prima podia ir sentada no colo da mãe e tudo bem, então deixamos assim.
Na manhã seguinte, depois do café, minha mãe me pediu pra ir acordar a Nati (minha tia), que ainda não tinha levantado. Assim que abri a porta do quarto onde tava dormindo e vi ela, senti um formigamento na minha virilha, a bunda dela apontava pra porta, ainda dormia vestida com uma camiseta e uma fio dental branca que sumia entre as bandas daquela bunda redonda. sem pensar duas vezes, fui pro meu quarto pegar o celular, tinha que ter mais uma foto daquele rabo lindo da minha tia. de volta no quarto dela com o celular na mão, meu coração batia igual um louco e eu tava com uma ereção que precisei apertar a pica por cima do short. tirei umas fotos e lutei contra a vontade de passar a mão na buceta dela, nem que fosse por cima do pano, coloquei o celular perto da virilha dela e tirei outra foto, não aguentava mais... tava tão perto e tão excitado imaginando o cheiro de mulher que devia ter naquela fio dental que minha pica pulsava dentro da calça, mas me acalmei e sacudi ela pelo quadril até acordar, avisei pra ela levantar que daqui a pouco a gente ia pegar a estrada. fui pro meu quarto ver as fotos que tirei e tive que bater uma punheta pra aliviar tanta adrenalina

Quando saí do meu quarto, cruzei com a Nati, já acordada e, como o sol naquele verão estava pegando forte, ela vestiu uma saia bem levinha. Quando a vi, desejava poder controlar o vento pra ver aquela bunda de novo. Não sabia por quê, mas ver minha tia de novo, e agora solteira, estava mexendo com meus hormônios como na adolescência. Enquanto meu pai preparava o carro e a gente fechava as portas e janelas de casa, tirei outra foto da Nati com a saia pra saciar um pouco mais a obsessão que eu tava tendo com aquela bunda...Quando ela sentou em cima de mim, pude ver que pelo vestido florido fino que ela usava, dava pra ver uma fio dental preta. Quando percebi isso, meu pau começou a endurecer, e ainda por cima eu tava de short esportivo, que não esconde ereção nenhuma, pelo contrário, deixa tudo mais evidente, mas não teve problema porque ela sentou mais perto dos meus joelhos, mantendo distância do meu pau. Depois de umas meia hora de viagem, notei que ela tava meio desconfortável, fazendo força com as pernas pra se equilibrar, mas não falei nada porque achei que ela não ia querer sentar no meu pau. Poucos minutos depois, ela falou:
— Ufa, vou me ajeitar um pouco, senão desço daqui toda travada, tá?
— Claro, tia, sem problema. A ideia é a gente viajar confortável, dentro do possível — respondi.
— Tem razão, vou me ajeitar — disse ela, sorrindo.
Ela apoiou as mãos nos meus joelhos e sentou devagar na minha virilha. Quando senti o peso das nádegas macias e firmes dela, de tanto malhar na academia, fui pro paraíso. Tentei pensar em outras coisas, mas era um estímulo tão forte e tão gostoso ao mesmo tempo que era muito difícil.
— Você tá bem? Não tô te esmagando demais? — perguntou a Nati, preocupada.
— Não, não, tô bem.
— Qualquer coisa me avisa, hein?
— Sim, fica tranquila.
A partir desse momento Não consegui parar de pensar que estava sentindo a bunda linda da minha tia praticamente no natural, a saia dela era muito fina e ela estava usando uma tanga que eu imaginava se perdendo entre as nádegas, igual tinha visto naquela manhã. A ereção foi inevitável e desconfortável porque eu estava com o pau virado pro lado, obviamente ela percebeu porque sentiria minha rola completamente dura pressionada contra a bunda esquerda dela.
— Tá confortável, certeza? — ela perguntou.
A pergunta me surpreendeu, naquela altura já tava doendo um pouco o pau, mas também não queria parar de sentir a raba da Nati e, me desculpando pela falta de espaço entre a porta e as malas, respondi:
— Olha, deixa eu passar os braços pelos seus lados que tô meio apertado.
Enquanto eu passava os braços pelos lados da cintura dela, ela se afastou um pouco de mim e aproveitei pra ajeitar rápido a rola, agora eu ia com as mãos entrelaçadas na frente dela, apoiando os braços nas coxas dela, e quando ela sentou colada em mim, meu pau ficou perfeitamente encaixado entre as nádegas dela.
— Assim cê vai melhor? — perguntou.
— Sim, agora tô um pouco mais confortável, e você, bem?
— No começo achei que ia ser pior, mas por enquanto tô bem — comentou minha tia.
Esse comentário explodiu na minha cabeça. Será que ela tava gostando? Por que ela disse isso? Eu tava com o pau visivelmente duro, encaixadinho na fenda da raba dela. Dava pra sentir o calor das nádegas dela. Era impressionante, a melhor encostada da minha vida tava sendo na minha tia. Aumentei a pressão um pouco pra ver como ela reagia, com certeza até sentia o calor da minha rola e a grossura das minhas veias através do vestido fino dela, era impossível ignorar minha ereção. Pra minha surpresa, bem devagar, senti o leve roçar dos quadris dela contra minha pélvis, se esfregando sensualmente em mim, me fazendo perceber que a situação também tinha excitado ela. Senti que ia desmaiar de tesão, nem nos meus sonhos eu teria acreditado que isso era possível. Abracei ela pela cintura e apoiei meu rosto no dela. ombro, respirando direto no pescoço dela. Sabia que isso ia esquentar ela ainda mais, ela se ajeitou um pouco, abrindo ainda mais as nádegas. Eu pressionava com a pélvis o máximo que podia pra ela sentir meu pau em toda a extensão entre as nádegas dela, e ela se esfregava com gosto, já que o movimento do carro na estrada disfarçava a sarrada que tava rolando no banco de trás. Nessa altura, meu pau já tava molhado de líquido pré-seminal e a umidade se espalhava pro meu short fino, imaginava que ela tinha a calcinha fio dental enfiada entre os lábios da buceta dela, molhando também a roupa íntima dela, percebia pela respiração ofegante que ela tava tão excitada quanto eu.
Comecei a acariciar as coxas dela, apertava com desejo e passava as unhas safadamente pela parte interna das coxas, brincando com a sensibilidade dessa parte do corpo. Cada vez que subia pela parte interna das coxas, notava como as pernas dela tremiam e se abriam trêmulas. Tava completamente entregue e com certeza tava toda ensopada, queria realizar o desejo que tive naquela manhã de tocar a buceta dela, mas era muito arriscado, minha mãe no banco do carona podia ver todo o ato incestuoso só de virar a cabeça pra trás. Olhei o que minha mãe tava fazendo e vi ela com a cabeça apoiada na janela com um casaco como travesseiro, com certeza dormia ou pelo menos tentava. Sem tirar os olhos da minha mãe, continuei acariciando as coxas da minha tia, mas dessa vez não parei no meio do caminho, continuei subindo por baixo do vestido dela, estimulando até ficar a poucos centímetros da buceta dela, ela abria e fechava as pernas, por causa do tesão, empinava a raba o máximo que podia pra sentir meu pau. Queria mais do que eu que eu tocasse a buceta dela. Quando terminei de percorrer a curta distância, toquei com a ponta dos dedos e senti o tecido molhado da calcinha fio dental, percorri pressionando toda a extensão da rachinha dela e ela jogou as costas pra trás. sobre mim, suspirando. Enfiei meus dedos por baixo da calcinha fio dental dela e puxei pra afastar um pouco. Acariciei um lábio da buceta dela e depois o outro, sentia meus dedos molhados com os sucos dela. Tava apalpando minha tia e ela tava adorando, era inacreditável. Coloquei um dedo entre os lábios dela pressionando na buceta até a ponta do meu dedo entrar sem esforço dentro dela, tava com a buceta fervendo a ponto de explodir, como deixaram essa gostosa no cio tão largada assim? Ela começou a se mexer e se contorcer, enfiei o máximo que pude o dedo sentindo a maciez e o calor do interior dela e com o polegar procurei o clitóris dela, ela agarrou meu braço com uma mão cravando as unhas e tapou a boca com a outra, calando os gemidos que aquilo provocava. Será que teve um orgasmo ou se continuasse ia gemir sem controle? Não consegui saber, mas imaginei que era mais a primeira opção, porque ela ficou bem relaxada depois disso.
Ficamos quietos uns minutos, ela continuava me fazendo gozar com a bunda esfregando no meu pau e eu continuava com a mão debaixo do vestido dela, passando meus dedos ao longo da rachinha dela até que minha mãe espreguiçou esticando os braços. Isso assustou minha tia que deu um pulinho, tirando meu braço da entreperna dela. Assim que ela se desgrudou de mim, meu pau subiu feito uma mola formando uma barraca no meu short. Quando minha tia sentou de novo na minha virilha, grudou demais no meu corpo e o vestido dela subiu por causa do atrito dos nossos corpos, deixando a bunda dela nua, só com o fio dental, mas na parte da frente o vestido tava normal. Mas na hora que ela sentou, como meu pau tinha subido, meu pau ficou pressionando a entreperna dela, apertando direto na buceta dela. Quando ela sentiu isso, as costas dela ficaram duras, parece que a situação foi demais pra ela e ela quis se ajeitar pra voltar como estávamos, mas eu abracei ela pela cintura, impedindo ela de se mexer. Dava sentir no meu pau o calor da buceta dela, tinha a cabeça pressionando entre os lábios dela, só separado pelo meu short fino, porque o vestido dela tinha subido até a cintura e eu tinha puxado a fio dental. Só um pedaço fino de pano tava impedindo que minha tia me montasse rodeados de parentes. No meu short se misturavam meus fluidos com os dela, sentia como meu calção ficava encharcado com os fluidos dela. Meu pau quente roçava entre os lábios dela de um jeito delicioso e não demorei muito pra gozar, fazendo toda a pressão possível na virilha dela, me esfregando contra ela. Assim que ela percebeu que eu tinha gozado, quis se afastar, mas eu continuei segurando ela pela cintura, impedindo que se afastasse. Quando terminei, soltei ela e ela se afastou um pouco, provavelmente pra não ficar com a bunda grudenta, porque sabia que tinha curtido tanto quanto eu a nossa aventura. Tive medo de que sentissem o cheiro no carro, mas a gente ia todo mundo com as janelas abertas e não dava pra sentir nada. Quando chegamos no destino, peguei uma mala do meu lado e, tampando a umidade da minha calça, fui pro banheiro do camping me trocar.
No dia seguinte no camping, vi ela tomando sol e me posicionei pra tirar outra fotinho dela...
14 comentários - Férias em família gostosa
Seguí así que vas por buen camino amigo