Papai me ensina a chupar ela

Os personagens desta história são maiores de idade.

Bom, vamos voltar pra casa. Você tem que arrumar a mala, segunda-feira você volta pra casa, hein?
— Sim, tia, tô morrendo de vontade de contar tudo pro Papai e pra Mamãe.

Segunda-feira chegou até mais rápido que o normal, finalmente eu sairia daquele lugar. Me despedi da tia, não sem antes prometer escrever e ligar de vez em quando.
O último abraço nos pegou quase desprevenidas, subi feito uma flecha no ônibus.

Parecia que nunca ia chegar, parada após parada, a gente via os povoados sumindo, as estradas melhorando e o contorno da cidade aparecendo.

Lá estavam Papai e Mamãe. Mamãe, um pouco mais morena, exibia seus quilinhos enfiada nuns shorts de algodão preto bem curtinhos. Papai, como sempre, mais torrado que turista em Benidorm, tinha voltado à sua roupa de sempre: um jeans bem gasto e uma camisa pra fora da calça. O reencontro foi muito carinhoso, os dois tinham sentido minha falta — a casa estava triste e vazia, diziam.

Pegamos a mala e finalmente entramos no carro rumo a casa. As perguntas sobre o povoado e a tia vieram primeiro.

— Você se divertiu, filha? — perguntou Mamãe.
— Bom, na verdade foi melhor do que eu esperava.
— A tia ligou pra gente pra contar como você ajudou ela! — disse Papai. Pelo visto, ela tá muito orgulhosa de você e disse que pode voltar quando quiser. Ela contou das suas aulas com o coroinha, um tal de Luís, né?
— Siiim, ele me ensinou muuuuitas coisas! — falei, meio corada.

Só Papai pareceu perceber meu rubor, me sentia observada pelos olhos dele, me mirando pelo retrovisor.

O silêncio pareceu tomar conta do carro.
— E vocês, como passaram? — Ah, como sempre, filha. Sol, piscina e não fazer muita coisa — respondeu Mamãe.
— Tô vendo vocês bem morenos — sorri.
— Você também não fica atrás, filha, tá mais gostosa do que o permitido — brincou Papai. Corei de novo, sem saber por quê, ao ouvir as palavras dele.

Quando chegamos em casa, desfiz a Fiquei de malas durante a tarde toda, peguei os livros e me estirei na cama, exausta. Tava tão cansada que apaguei na hora.

Como num sonho, sentia o calor de uma carícia subindo entre minhas pernas. Era muito gostoso sentir aquele calor suavemente apoiado nos meus joelhos, subindo devagar até o centro do fogo ardente entre minhas coxas. Acordei de repente ao sentir os carinhos ali, sentindo a mão acariciadora deslizando de volta pro joelho.

Consegui abrir os olhos e vi o Papai sentado do meu lado, a mão calejada dele apoiada de leve no meu joelho.

— Ué, Papai, o que foi?
— Vamos, gatinha, tá na hora do jantar! Sua mãe fez seu prato favorito.
— Hummm — falei ainda meio sonolenta —, tive um sonho estranhíssimo, Papai!
— O que você sonhou, filha? — ele perguntou, com um tom preocupado.

Ainda meio dormindo, consegui falar: — Tava de novo no celeiro, não conseguia gritar, e o Luís tava com o pau duro, pronto pra enfiar no meu cu.

Os olhos do papai se arregalaram tanto que quase saltaram das órbitas.

Percebi a merda que tinha dito quando me toquei do que saiu da minha boca.
— Não, não, olha, Papai, era um pesadelo. Isso! Um pesadelo horrível!
— Minha filha! Sabe que pode me contar tudo, o bom e o ruim. Você e eu não temos segredos, lembra?
— Ah, Papai! — falei, me jogando nos braços dele.

Me sentia péssima por mentir e não confessar como as carícias de antes tinham me deixado com o tesão lá em cima. Mas o que ele pensaria da filhinha dele fodendo como uma puta qualquer?

— Pronto, pronto! — ele deu um tapinha no meu ombro. — Não tem problema! Ah, querida, acho que você virou mulher de repente. E nós te perdemos.
— Não fala isso, Papai, vou ser sempre sua garotinha…
— Ah, neném! — ele disse, me apertando mais forte contra o peito dele. — Quem dera fosse verdade!

Naquela noite, o jantar foi diferente do normal. Comemos num silêncio estranho pra gente, só de vez em quando a mamãe quebrava o silêncio pra me perguntar:

— Sua tia contou que aquele Luís te deu aulas. Das matérias que você repetiu, né?
– Sim – respondia ela, olhando fixamente para o prato.
– Mas filha, isso é fantástico, com certeza deve ter sido um grande professor.
– Não se preocupa, eu sei que vou passar. (Se você soubesse, Mãe).

Eu estava certa, consegui passar nas duas provas que antes tinham sido meu pesadelo. A recompensa foi um jantar numa peixaria do bairro. Naquela noite, os parabéns voaram em forma de bicho de estimação; meus pais decidiram me comprar um filhote de dogue alemão, meu favorito desde que eu era pequena e via os desenhos na TV. Ele era enorme e muito carinhoso, coloquei o nome de Escoba.

As coisas em casa voltaram ao ritmo normal: a escola, o trabalho e meu "pequeno" Escoba. Tudo parecia seguir o curso habitual, só de vez em quando eu era surpreendida por uma sensação estranha, parecia sentir o olhar do Papai me seguindo por todo lado. Às vezes até achava que tinha notado algo. Até então, não tinha transado com ninguém de novo, e a fome de macho me deixava elétrica.

Eu aproveitava quando meus pais estavam trabalhando para me masturbar com tudo no banheiro. Como sabia que estava sozinha, dava vazão a toda a lascívia que vinha acumulando depois de longas noites ouvindo Papai e Mamãe trepando. Nem corria a cortina do chuveiro, só me esfregava com sabão, deixando as gotas escorrerem devagar sobre meus peitos. Eles pareciam ter aumentado, sentia as tetas pesadas, enormes e duras. Passava a mão na buceta e começava a usar os dedos como lembrava da Tia.

Não era muito silenciosa, não importava. Logo me arqueava em busca da liberação. Como não tinha uma rola boa, me contentava com o chuveirinho, que se cravava em mim no meio de uns gemidos incríveis. Sempre terminando gozando entre uivos.

Depois desligava a água e saía do banho um pouco mais calma. Os bicos dos peitos pareciam querer furar o sutiã, sentia a calcinha apertando a buceta molhada da brincadeira. gostoso.
Um desses dias eu percebi que no batente da porta pendurava um pedaço de algo pegajoso, me aproximei e pude sentir o gosto do que era, um jorro amargo e salgado de porra de homem. Em casa nunca tinha ninguém naquela hora, achei estranho, procurei nos quartos e não tinha vestígio.

Não dei importância, naquele mês lembro de estar com tesão todas as noites, o calor não ajudava nada, em casa todas as janelas abertas levavam o barulho de um cômodo para outro, o abafamento fazia perder todo o pudor, as noites eram ainda piores, tinha parado de usar o pijama quente para dormir só de calcinha e uma camiseta ridiculamente pequena, o tecido fino deixava entrever os peitos úmidos, o calor era insuportável. Acordava ensopada de suor, quase sem conseguir respirar, me sentia como o tempo, quente.

Desejando aliviar logo.
Voltei pro meu quarto para suar de novo entre os lençóis, mas me surpreendi ao ver uma figura agachada na frente da cama, quando me aproximei e acendi a luz do criado-mudo, a surpresa foi monumental, Papai agachado tinha minhas calcinhas sujas tapando o rosto dele, parecia extasiado cheirando elas quando o peguei daquele jeito.

— Querida, isso tem uma explicação, disse ele guardando as calcinhas no bolso do pijama.
— Papai, mas o que você está fazendo?
— Ah, filha, isso cheira delicioso, tão doce, tão gostoso!
— Mas…
— Preciso cheirar sua buceta, fiquei com tesão desde que te ouvi na noite do seu retorno, não consigo evitar, essa bucetinha cheira tão gostoso, te vi no chuveiro e não consigo evitar, filha.
— Ahhh, Papai, não fala isso!
— Sua mãe não precisa saber, vai ser nosso segredo!
— Não, isso é errado!
— Mas você não tá vendo? Sou seu pai e tô com tesão desde que você voltou da cidade. Você não faz ideia do quanto lutei pra evitar, mas filha, você é tão jovem, tão gostosa, tem um corpo que me deixa com fome de comer.

Enquanto Papai me confessava isso, algo dentro de mim aconteceu, não sei Se eu possuí um demônio, mas me senti excitada como nunca antes.

Os mamilos formigaram sob o tecido fino da camiseta, Papai pareceu perceber, pois continuou falando comigo.

— Ah, neném, depois de te ouvir, entendi que não conseguia evitar de me masturbar pensando em você. Sua mãe é minha esposa, mas sempre foi muito fria, com o trabalho ela tá sempre cansada e não tem mais vontade de fazer amor, me entende.

— Papaiii, falei sentando na cama, eu tava com medo de falar…
— O que, filha, que você não é mais virgem?
— Sim, é que nesse verão eu conheci um cara e…
— Te comeram, né?
— Siiiim, a linguagem do papai fez meus mamilos endurecerem ainda mais, parecendo que iam rasgar o tecido fino da camiseta. — No começo doeu, mas depois eu gostei, gostei muuuuito.

O ruim é que eu não queria fazer do jeito que ele queria, papai, e me assustei.

— Você não se preocupa, filha, te prometo uma coisa. Podemos nos dar prazer de um monte de jeitos, tem várias maneiras de aproveitar, Papai te ensinaria.
— Não seeei, e se mamãe desconfiar de algo.
— Você não se preocupa, neném, eu cuido disso. Me diz que vai fazer seu pobre pai feliz. Quem sabe quantos anos de vida ainda me restam.
— Tááá bem, mas não vamos fazer barulho.
— Meu amor, sabia que você entenderia. Agora, por favor, deita e deixa eu chupar esses peitos, eles tão loucos pra serem apertados pelo Papai!
— Mmmmm relaxa, querida, disse Papai com um sorriso, acariciando meu joelho. — Você vai aproveitar como nunca.

As mãos dele tatearam o contorno da cintura, aos poucos subiram até alcançar a camiseta. Ele demorou bem devagar, chupando por cima do tecido como se fosse um sorvete, pra depois deixar meus peitos quentes livres. As mãos dele alcançaram meus peitos cheios e pesados, levantando eles como se estivesse possuído por um demônio, soprava nos mamilos já duros, apontando acusadoramente. Massageou eles com os polegares.Papai me ensina a chupar elaNão conseguia evitar, me sentia molhada de novo, a calcinha colada na buceta começava a vazar o fluxo da excitação, não pude evitar gemer com o prazeroso massagem.
— Mmmmm, ohhhhh simmm, simmm.
— Você gosta, né? O olhar do papai ia dos meus mamilos até minha boca.
Incapaz de resistir mais, papai começou um beijo lento, meio casto no começo, nossas bocas se uniram primeiro com suavidade, sentia a língua do papai avançando devagar, procurando um jeito de entrar, não evitei, num suspiro ele aproveitou pra penetrar meus lábios, primeiro algo doce, depois encontrando a minha. Ele percorreu minha língua com a dele, me penetrando como um homem faminto, ficamos quase 10 minutos comendo a boca um do outro, sentia aos poucos a ereção do papai crescendo contra meu umbigo.

— Você é tão gostosa quanto eu esperava, minha docinha filhinha! Prestes a conhecer um pau de homem adulto! Ele sussurrava.
Olha só seus mamilos animaram, ele esticou a mão direita tocando meu peito esquerdo, suas mãos calejadas acariciavam timidamente no começo, logo sua respiração acelerou ao apertar com mais força.
— Que macios são, neném, tão durinhos e firmes como melões, tô morrendo de vontade de espremer o leite deles.boqueteNão consegui evitar ficar excitada com as palavras dele, sentia como aos poucos os peitos endureciam feito pedra, logo a outra mão dele deu o mesmo tratamento no outro peito. Cada aperto das mãos fortes dele terminava com uma leve brincadeira nos bicos, logo estavam durinhos apontando pra ele feito punhais, ao notar isso, papai beliscava com força esses botões duros arrancando pequenos gemidos de excitação de mim.

-- Ahh siiiim, siiiim, que boooom, continuaaa, chupa eleeees, vamos, são todo seeeeus!
Ele não demorou nada pra seguir minha ordem, se jogando como um sedento no deserto, os lábios dele morderam com avidez os bicos duros.

Minha cabeça não conseguia evitar sentir as ondas de prazer me batendo em ondas, me afundei no travesseiro com Papai mamando nos meus peitos cada vez com mais vontade.
Ele deixou as mordidas lentas de lado e começou a chupar eles sugando como um louco, de um peito passava pro outro brincando com a língua, chupando e sugando faminto do peito da sua menina.

-- Mmmmmmm, ahhhhhhh Papaaaaa, que gostooooo, que delíciaaaa.
Paraaa ou não vou me segurar!, E um orgasmo forte varreu meu corpo me deixando tremendo igual uma folha.

Papai levantou a cabeça de um dos meus peitos, a saliva escorria da boca dele, caindo no meu colo e escorrendo por todo lado.

-- Ohh neném, desculpa!, Papai te fez gozar né?.
-- Ohhh siiiim, mmmm mas você…
-- Não tem problema filhinha, hoje você vai receber suas primeiras aulas práticas do Papai. Vê sua bucetinha já tá molhada, agora é sua vez de beber seu gozo quentinho, Pra você dormir melhor. O gozo quente é o melhor! Ele riu.
-- Como faz isso?, perguntei inocente.
-- Oh neném, vem, ajoelha do meu lado, isso!—Hoje você vai comer o pau do Papai.

Me senti meio confusa, coisa que ele pareceu entender.—Não se preocupa, aiii minha linda menina nunca ouviu falar de um boquete né?. Você coloca o pau do macho na boca e chupa, só isso.

-- Mas eu não vou saber, nunca fiz isso, e se eu não Tô fazendo certo?
— Vamos, querida, o Papai vai estar aqui pra te ajudar como sempre. Não se preocupa, vou te explicando como faz, você só faz o que o Papai mandar, tá bom?
— Tá bom, papai, você me diz o que tem que fazer que eu prometo fazer melhor que ninguém, falei sorrindo.
— Assim que eu gosto, minha princesinha. Primeiro, olha, você já viu pelo menos uma rola, né?
— Sim, a do Luís.
— Tá bom, cada rola é diferente, olha, me dá sua mão. Pegou minha mão e levou até a altura da calça do pijama dele — Tá sentindo, né? Tá dura, mas ainda não tá dura de vez. Pra isso, você tira ela pra fora — E foi baixando a cintura da calça.incestoGrossa como um Pepino, a brancura dela me surpreendeu, eu olhava alucinada. Da ponta, a cabeça parecia soltar uma ameixa vermelha como sangue, as veias pulsavam em volta de todo o tronco, terminando bem na base, onde dois ovos sem um único pelo pendiam majestosos.
— Que tal o Rabo do Velho? Tá bom pra um coroa, hein?
— Ah, siiiim, eu disse, aproximando meu rosto a poucos centímetros, como se estivesse ansiosa pra receber ordens.filial-- Toma seu tempo aprendendo a conhecer ela, disse papai acariciando meu cabelo. Vamos, senão não sei se vou aguentar muito mais. Chega sua boquinha, isso, vamos, começa a chupar ele, querida.
Obedeci sem reclamar, agarrei aquele pau pulsante e, aos poucos, abri a boca para começar a enfiar a cabecinha vermelha fogo.
-- Isso, assim, muuuuito beeem, chupa como se fosse um pirulito, muuuuito bem, querida, isso, assim, asssim.

No começo, lambia o pau de cima a baixo como um sorvete, passando a língua devagar, sentindo as veias inchando e pulsando.pai e filha— Muito bem, querida, assim, lambe a cabeça bem, Isssooooo ééééé.
— Eu observava como o papai acariciava minha cabeça entre as mãos dele. Tô fazendo direito, papai? Perguntei, nervosa.

— Ótimo, filha, continua passando a língua devagarzinho.
Logo a cabeça começou a soltar um líquido transparente meio amargo — A pica inteira tava banhada na mistura da minha saliva com seu suco, papai!
— Tá muito beeemm! Segura minhas bolas — com a mão direita comecei a segurar um dos testículos duros — Isso, morde elas com cuidado, passa saliva.

Obedeci e minha boca começou a morder as bolas duras, porque eu não conseguia evitar de me esbaldar com aquelas bolas de carne inchadas, primeiro uma e depois a outra, minha boca se enchia daquela carne maravilhosa do papai que parecia flutuar enquanto eu as devorava.

— Olha pra mim, deixa eu ver minha princesa comendo minhas bolas! Eu realmente adoro te ver engolindo minhas bolas. Ele gemia com as mãos apertando meu cabelo. — Mmmmmmm, aaaaajhhh eu sentia a respiração dele acelerar.
— Para, paraaa senão vou gozar já. — Assim, assim continua comendo meu tronco devagarzinho, filha.

As instruções dele me deixaram brincalhona, ignorando os gemidos dele, comecei a dar mordidinhas com muito cuidado, mordendo de cima a baixo. — Notei como o papai curtia quando a mão direita dele se soltou e agarrou minha nuca.

— Oh filhaaaaaaaa, como você tá fazendo beeemmm, ohhhhhhhh.
Nesse ponto, a aluna tomou a iniciativa, chegou na ponta e ficou brincando com lambidas no furinho da cabecinha, enlouquecendo o papai, senti ele bufar. É agora, pensei, e de um gole só engoli a pica até a garganta, um grunhido de aprovação me aqueceu pra continuar massageando as bolas dele ao mesmo tempo.filha e paiPapai parecia que ia desmaiar de tanto prazer, só que aí ele parecia não se controlar mais.
— Querida, deeeeeusssss, como você chupa, que delícia, meu deus, Oh gostosa, vou foder a sua cara. — murmurou — Não aguento maaaaais, Ahhhhhhhh.

Ele se levantou da cama, comigo ainda grudada no pau dele, sentia a rola crescendo na minha garganta, aquele pedaço de carne molhada me deixava louca, a calcinha do pijama estava toda escorrendo, os fluidos quentes começavam a ficar visíveis pro Papai.

— Oh gostosa, você também tá molhada, coitadinha! Com a pica enfiada até o fundo, papai se inclinava pra usar os dedos e me dar o maior orgasmo da minha curta vida.
Eu sentia os espasmos da buceta se abrindo pros dedos mágicos dele, os espasmos eram incríveis, acompanhava as investidas dele com o sobe e desce do pau. Quando consegui gozar entre tremores, papai se endireitou de novo. — Continua assiiiiim, quaseeeeee chegandooooo, mais forte filhaaaaa.

Ele me segurou pela nuca, empurrando a rola o mais fundo que podia.

— Assiiiiim, — sussurrou e enfiou de novo com outra pancada forte de quadril, metendo e tirando, Plaaap, Plaaap, Plaaap.
Engole tudo, queridooooo, seja uma boa meninaaa!!
Eu me sentia à beira de outro orgasmo ao ouvir as palavras dele, gemia de boca cheia, depois disso ele começou o vai e vem dentro da minha boca cada vez mais rápido. A pica vibrava a cada estocada funda, apertando e soltando a bunda enquanto fodiam a minha cara.
Ele me olhava com olhos de faminto, todo suado, sentindo a respiração dele acelerar.Papai me ensina a chupar ela— Aaah sim, aaaah filhinha, chupa minha pica.
Não aguentou mais e começou a meter dentro, fora, mais forte, o som da saliva e da minha boca me fizeram molhar a calcinha de novo.
— Você gosta, né? — gemeu Papai — Aaah que delícia! — Papai acelerava o ritmo, segurando minha cabeça com as mãos.

De repente, pareceu parar de repente, pra projetar o quadril pra frente — Vou te banhar com meu leite, filha — sibilou sem controle, o quadril dele me deu uma última e profunda estocada — Engole tudo, filhinha!

Não consegui evitar gozar em outro gemido profundo, quando senti os dedos dele segurando meu cabelo pra soltar um grito fundo, totalmente aliviado.
— Bebe tudo! — gemia — Engole tudo, filha!
Gozava como um animal, enquanto eu continuava recebendo um por um de todo o leite quente dele — Isso, gostosa! Chupa até a última gota.boqueteEmpanturrada com a porra do Papai, num último olhar, continuei lambendo a vara mole, completamente satisfeita.

— Tá bem, papai? — consegui perguntar.
— Ufffff, minha filha, nunca tinham chupado minha pica assim, vem cá. — Um último beijo selou o fim daquela noite quente, a língua dele sentindo o gosto da própria porra.
— Minha filha, vamos ter que praticar mais, hein? — Mas com mais tempo.
— Não sei, papai, mas...
— Não se preocupa, filha, vamos ser discretos, ninguém pode saber disso, combinado?
— Mas... e se...
— Nada, filha! Sua mãe nunca gostou de chupar minha pica, mas você, minha filha, com o tempo e prática, vai ser uma verdadeira boqueteira.

Você não precisa se preocupar com isso — disse ele beliscando meu nariz. — Você é minha filhinha adorada, o que minha menininha não faria pelo seu Papai?..

Continua...

0 comentários - Papai me ensina a chupar ela