Meu nome é Luis e tenho 20 anos. Sou um cara mais ou menos alto, quase bonito e com um corpo bem atlético. A vida inteira morei (e ainda moro) com minha mãe e minha irmã gêmea, nosso pai nos abandonou quando eu tinha 6 anos e nunca quis saber dele. Minha irmã se chama Luciana, obviamente tem a mesma idade que eu, e desde os 14 anos foi a gostosa fácil do bairro, pra não enrolar com descrições, ela sempre teve uns peitos não muito grandes, mas firmes, além de uma bunda linda e bem empinada, e uma altura de uns 1,50m, cabelo castanho até os ombros e sempre usava shorts e minissaias. É a loucura de todos os meus amigos desde que começamos a ter as hormonas à flor da pele. Toda vez que algum deles vinha em casa, ficava babando olhando as minissaias ou os shortinhos provocadores dela, sabendo que ela pode agradar homens de qualquer idade. Já cheguei a brigar com ela por causa disso, mas a verdade é que eu também adorava vê-la diariamente com suas calcinhas justas se abaixando por qualquer lugar da casa, além de sempre termos sido muito unidos, ela nunca teve problema em contar detalhes de com quem andava, já que eu também não escondia minhas experiências. Ela era a tentação de qualquer um do bairro e sabia disso, até parecia que a excitava. E é feio eu dizer isso, mas minha irmã tem uma cara de puta que não dá pra aguentar. Tem uma coisa que nunca contei: antes de ter namorada, e durante quase toda minha adolescência, ela foi a grande estrela das minhas punhetas, era minha irmã, eu já tinha visto ela de lingerie mil vezes, vocês entendem. Você tem 14 anos e as hormonas a mil, se excita com qualquer coisa e, pra piorar, tem em casa uma gostosa que é melhor do que parece.pequeninade porno, o que você vai fazer? Quando ela se abaixava e dava pra ver perfeitamente os peitos dela por baixo dos vestidos decotados, quando tomava sol no quintal era uma obsessão ficar olhando ela fazer topless, sempre foi uma exibicionista. Na minha vida, já tinha visto ela pelada mais de 15 vezes porque (não sei se de propósito) ela sempre pedia pra eu pegar uma toalha quando saía do banho, além de que, como nossos quartos são perto do banheiro (um na frente do outro), ela andava de lingerie, então eu já conhecia todos os conjuntos dela.
É claro, a putinha quase sempre transava em casa, mas quando eu tava com a minha namorada, ela sempre enchia o saco. Nossa relação sempre foi de discussões, raramente fomos unidos, mesmo assim, a vontade de fazer de tudo com a minha gêmea foi embora quando conheci a Brenda (faz dois anos), e descobri o que era sexo de verdade com uma mulher.
Enfim, indo pro dia que queria contar, que foi uma sexta-feira de julho em que decidi não sair e ficar em casa porque tinha brigado com a minha namorada.
Minha mãe tinha saído com o namorado dela e eu tava entediado depois de comer, então coloquei um filme e fui pegar uma cerveja pra ficar de boa no sofá da sala, e nisso ela chega e faz algo que nunca tinha feito: me tratar bem.
H: O que que foi, que você tá aí com essa cara de bunda?
Eu: Briguei com a Brenda, ela é tão ou mais chata do que você, além de ciumenta.
H: Além de eu te perguntar, você responde assim?
Eu: Bom, desculpa, é que tô puto. Você, o que tá fazendo aqui? Não saiu com alguém?
H: Não sou uma puta como você e seus amigos punheteiros falam.
H: Em vez de ficar aí parada, vai pegar uma cerveja que tem bastante no freezer e vem ver o filme comigo.
Então ela foi pegar uma cerveja e se deitou do meu lado no sofá, e eu passei o braço por trás da cabeça dela pra ficar mais confortável, enquanto assistíamos Diário de uma Paixão de 2004.
H: Que estranho, você tão meloso.
Eu: Tô sensível, maninha, haha.
H: Haha, de boa, deita um pouco. — e eu apoiei minha cabeça. nos seios dela-.
Eu: Esse filme é uma merda.
Ela: Cala a boca, eu gosto.
E assim passaram mais dois filmes e já tínhamos tomado mais de 15 latas de cerveja. E estando bêbada igual a mim, ela tinha apoiado as pernas longas dela nas minhas, entrelaçando elas, e eu estava com as mãos nelas, então comecei a massagear, coisa que sempre fazia com minha namorada. O problema é que eu já tava com a pica dura que nem concreto.
Ela: O que cê tá fazendo, guri?
Eu: Massageando suas pernas. Não gosta?
Ela: Sim, cê tem mãos boas, haha.
Eu: Isso eu já sabia, haha.
Ela: É impressão minha ou alguém ficou excitado com o filme?
Eu: Acontece que eu não como a Bren faz tempo, vejo uma gostosa e fico excitado fácil, haha.
Ela: Cê é um degenerado, guri, sou sua irmã.
Eu: Tá bom, desculpa, Lu, não quis te deixar desconfortável.
Ela: De boa, haha, eu também não como ninguém faz meses e não tô igual a você.
Eu: Que fofoca! Quem foi o último, o peruano da banca?
Ela: Ele era um romântico, diferente de você.
Eu: Ele fazia essas massagens em você?
Ela: Ele fazia mais que massagens, coisas que você com sua namorada nem deve ter sonhado.
Eu: Cê é foda pra transar com um cara que quase te dobra de idade, hein, hahaha.
Ela: Cê sabe como eu sou – quando ela disse isso, fez uma cara de puta que faria qualquer um gozar.
Eu: Conheço sua fama e como você deixa todos os meus amigos loucos quando te veem.
Ela: O único bonito dos seus amigos é você, se salva porque somos irmãos, hahaha.
Eu: Então o que você faria se não fôssemos irmãos?H: Sabe o que eu faria com você, Luis.Meu pau e meu coração estavam a mil. Sempre tive conversas quentes e muito pesadas com ela, mas nunca tão intensas quanto daquela vez. Era a primeira vez que pensava, de verdade, que poderia comer a buceta da minha irmãzinha.H: Era brincadeira, bobão
Eu: Em todas as suas brincadeiras sempre tem um pouco de verdade
H: Não me olha assim kkk, para de encarar minhas tetas kkkEu: Para de ficar de olho no meu volume também, haha
Sentei e me aproximei dela, comecei a acariciar as pernas dela bem perto da buceta, aquele shortinho de algodão era um convite pra dedilhar e apalpar a bunda que tava por baixo. Ela, sem nenhum pudor, colocou a mão no meu pau e começou a esfregar.
Ela: Cê tá bem duro, garoto, haha
Eu: Como não estar com uma gostosa igual você?
Ela: Quer que eu te ajude com essa ereção e depois você me ajuda? Como irmãos, né?
Eu: Beleza, então…
E bem no começo de algo lindo, ouve a buzina do carro do namorado da mãe…
— O que eu tava prestes a fazer com minha irmãzinha? Nada que já não tenha feito — pensei.
E a mãe abre a porta, levanto, vou pro banheiro e tento disfarçar a ereção que tava. Saí, me despedi da mãe e fui pro meu quarto. Não sei o que minha irmã fez, mas quando acordei no dia seguinte e caminhei até a porta, vi no chão uma calcinha fio dental vermelha. Cheirei e já sabia quem tinha deixado ali pra mim.
Não eram nem 10 da manhã e eu já sabia que ia ser um sábado que ficaria na minha memória.
Continua…Se gostaram, comentem, etc.
É claro, a putinha quase sempre transava em casa, mas quando eu tava com a minha namorada, ela sempre enchia o saco. Nossa relação sempre foi de discussões, raramente fomos unidos, mesmo assim, a vontade de fazer de tudo com a minha gêmea foi embora quando conheci a Brenda (faz dois anos), e descobri o que era sexo de verdade com uma mulher.
Enfim, indo pro dia que queria contar, que foi uma sexta-feira de julho em que decidi não sair e ficar em casa porque tinha brigado com a minha namorada.
Minha mãe tinha saído com o namorado dela e eu tava entediado depois de comer, então coloquei um filme e fui pegar uma cerveja pra ficar de boa no sofá da sala, e nisso ela chega e faz algo que nunca tinha feito: me tratar bem.
H: O que que foi, que você tá aí com essa cara de bunda?
Eu: Briguei com a Brenda, ela é tão ou mais chata do que você, além de ciumenta.
H: Além de eu te perguntar, você responde assim?
Eu: Bom, desculpa, é que tô puto. Você, o que tá fazendo aqui? Não saiu com alguém?
H: Não sou uma puta como você e seus amigos punheteiros falam.
H: Em vez de ficar aí parada, vai pegar uma cerveja que tem bastante no freezer e vem ver o filme comigo.
Então ela foi pegar uma cerveja e se deitou do meu lado no sofá, e eu passei o braço por trás da cabeça dela pra ficar mais confortável, enquanto assistíamos Diário de uma Paixão de 2004.
H: Que estranho, você tão meloso.
Eu: Tô sensível, maninha, haha.
H: Haha, de boa, deita um pouco. — e eu apoiei minha cabeça. nos seios dela-.
Eu: Esse filme é uma merda.
Ela: Cala a boca, eu gosto.
E assim passaram mais dois filmes e já tínhamos tomado mais de 15 latas de cerveja. E estando bêbada igual a mim, ela tinha apoiado as pernas longas dela nas minhas, entrelaçando elas, e eu estava com as mãos nelas, então comecei a massagear, coisa que sempre fazia com minha namorada. O problema é que eu já tava com a pica dura que nem concreto.
Ela: O que cê tá fazendo, guri?
Eu: Massageando suas pernas. Não gosta?
Ela: Sim, cê tem mãos boas, haha.
Eu: Isso eu já sabia, haha.
Ela: É impressão minha ou alguém ficou excitado com o filme?
Eu: Acontece que eu não como a Bren faz tempo, vejo uma gostosa e fico excitado fácil, haha.
Ela: Cê é um degenerado, guri, sou sua irmã.
Eu: Tá bom, desculpa, Lu, não quis te deixar desconfortável.
Ela: De boa, haha, eu também não como ninguém faz meses e não tô igual a você.
Eu: Que fofoca! Quem foi o último, o peruano da banca?
Ela: Ele era um romântico, diferente de você.
Eu: Ele fazia essas massagens em você?
Ela: Ele fazia mais que massagens, coisas que você com sua namorada nem deve ter sonhado.
Eu: Cê é foda pra transar com um cara que quase te dobra de idade, hein, hahaha.
Ela: Cê sabe como eu sou – quando ela disse isso, fez uma cara de puta que faria qualquer um gozar.
Eu: Conheço sua fama e como você deixa todos os meus amigos loucos quando te veem.
Ela: O único bonito dos seus amigos é você, se salva porque somos irmãos, hahaha.
Eu: Então o que você faria se não fôssemos irmãos?H: Sabe o que eu faria com você, Luis.Meu pau e meu coração estavam a mil. Sempre tive conversas quentes e muito pesadas com ela, mas nunca tão intensas quanto daquela vez. Era a primeira vez que pensava, de verdade, que poderia comer a buceta da minha irmãzinha.H: Era brincadeira, bobão
Eu: Em todas as suas brincadeiras sempre tem um pouco de verdade
H: Não me olha assim kkk, para de encarar minhas tetas kkkEu: Para de ficar de olho no meu volume também, haha
Sentei e me aproximei dela, comecei a acariciar as pernas dela bem perto da buceta, aquele shortinho de algodão era um convite pra dedilhar e apalpar a bunda que tava por baixo. Ela, sem nenhum pudor, colocou a mão no meu pau e começou a esfregar.
Ela: Cê tá bem duro, garoto, haha
Eu: Como não estar com uma gostosa igual você?
Ela: Quer que eu te ajude com essa ereção e depois você me ajuda? Como irmãos, né?
Eu: Beleza, então…
E bem no começo de algo lindo, ouve a buzina do carro do namorado da mãe…
— O que eu tava prestes a fazer com minha irmãzinha? Nada que já não tenha feito — pensei.
E a mãe abre a porta, levanto, vou pro banheiro e tento disfarçar a ereção que tava. Saí, me despedi da mãe e fui pro meu quarto. Não sei o que minha irmã fez, mas quando acordei no dia seguinte e caminhei até a porta, vi no chão uma calcinha fio dental vermelha. Cheirei e já sabia quem tinha deixado ali pra mim.
Não eram nem 10 da manhã e eu já sabia que ia ser um sábado que ficaria na minha memória.
Continua…Se gostaram, comentem, etc.
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