Aquela primeira experiência tão erótica que tive na frente do meu marido e do Luís me deixou muito perturbada, porque eu ficava vermelha toda vez que lembrava do que aconteceu e me sentia mal, já que achava que tinha agido de forma péssima e irresponsável. Me incomodava saber que meu vizinho tinha visto mais do que devia e, principalmente, o que ele pensaria de mim.
Mas também contribuiu pra minha vida sexual melhorar pra caralho. Se antes já era boa, agora era maravilhosa, porque o que aconteceu me encheu de um monte de fantasias. Quando meu marido chegava, eu já tava toda molhada e a gente começava a fazer um monte de jogos eróticos e cheios de imaginação. Ele percebeu a mudança e, sinceramente, também começou a ser criativo e participar. A gente transava quase todo dia, inventava umas brincadeiras, tipo encontros em hotéis onde ele fingia ser meu amante. Outras vezes, ele pedia pra eu pegá-lo num bar ou balada, e eu ia vestida bem gostosa, sem ser escandalosa, mas na maioria das vezes sem calcinha ou com microtanga que não escondia nada. Outras vezes, eu esperava ele na cama vestida de adolescente, de puta, e por aí vai. Resumo: milhares de fantasias que faziam a gente se sentir foda.
Um segredo que eu guardava muito bem é que em muitas das minhas fantasias o Luis participava. Quando eu lembrava do que tinha acontecido, ficava atordoada e me sentia mal, mas depois soltava as rédeas das minhas fantasias. Me imaginava me mostrando de forma sugestiva, ele me vendo nua, me mostrando o pau dele duro. E quando estava com meu marido, em algumas vezes, sentia que era o Luis quem estava me comendo. Nessas horas, eu gozava várias vezes bem rápido e aproveitava ao máximo. Depois vinha o remorso, mas já não era algo trágico. Eu justificava pensando que era só uma brincadeira.
Não era muito comum eu ver meus vizinhos, porque depois de combinarmos de fazer o trabalho juntos, consegui me desculpar dizendo que tava cheia de serviço e ainda meio dodói da saúde. Por isso que o Ramón falou com o Luis (a meu pedido, porque eu queria ver a cara dele de vergonha), e apresentou um amigo que também é designer, e o problema se resolveu.
Já tinha passado um pouco mais de 6 meses da minha exposição, e eu já tava quase superando o fato, quando uma tarde, indo pra casa, furou um pneu da minha caminhonete, o que me obrigou a pedir ajuda pra uma agência. Tava esperando o socorro com impaciência porque tavam demorando muito, quando um táxi para do lado da minha caminhonete e de lá o Luis me chama e pergunta se eu preciso de ajuda. Pra mim foi um alívio e falei que sim, então ele desceu do táxi e me disse
O que foi?
Furou um pneu e tô esperando o socorro que tá demorando pra caralho. Dá pra falar pro taxista trocar e eu pago como se fosse um extra, se você não tiver com pressa.
Vou pra minha casa, e eu posso te ajudar, não precisa de taxista, depois você me puxa, que tal?
Que pena que você machuque sua mão e sua roupa, mas se conseguir fazer, vai ser bem recompensada, falei brincando.
Ele se preparou pra trocar o pneu, tirando o que precisava da caminhonete, nisso chegou o socorro, então deixamos eles terminarem o serviço, enquanto isso eu batia um papo com ele sobre coisas sem importância.
Como é que tá no trampo, falei pra ela
Muito bem, bastante trabalho e coisas interessantes. De onde você vem tão gostosa? Ela me respondeu.
De dar uma olhada nos trampos que faço, tive que ir em vários canteiros de obra, mas já tô voltando pra casa morta de cansada, falei pra ele
Na verdade, eu diria que você vem de uma conferência ou festa, porque tá usando uma roupa muito elegante e tá uma delícia, ele me disse. Seus funcionários devem estar felizes em ter você como chefe, porque você também ensina pra eles a elegância e a sensualidade de uma mulher gostosa.
Normalmente eu ia pras obras de jeans e tênis, mas dessa vez tinha ido cedo pra uma reunião de trabalho e pra escola dos meus filhos, então resolvi vestir um conjunto de blazer e saia, com uma blusa de renda meio transparente, mas que o blazer não deixava mostrar nada. A saia era um pouco justa, um pouco acima do joelho, com uma leve abertura no lado direito.
Eu sabia que esse conjunto ficava muito bom em mim e era algo que meu marido adorava. Além disso, coloquei uma fio-dental pequena que só cobria a parte da frente, e atrás era um cordão que se enfiava entre minhas nádegas, tudo pra não marcar com a saia justa na altura do quadril.
Quando o Luis fez aquele comentário, fiquei meio corada, mas me senti lisonjeada. Só que percebi que meu vizinho tava mais agressivo e "mandão", e aí lembrei do que tinha rolado na minha casa. Fiquei com tanta vergonha que fiquei vermelha que nem pimentão, comecei a me sentir super desconfortável, tentando adivinhar o que o Luis tava pensando de mim e o que ele poderia querer se fosse tão ousado assim.
Comecei a me esquivar das conversas dele, sem responder muita coisa, já que ele continuava fazendo piadas e me elogiando, mesmo que não parecesse que ele tava atrás de algo especial, porque ele é muito brincalhão, mas eu ainda me sentia muito perturbada.
Comecei a observar os caras do socorro e falei pra eles se podiam se apressar, porque já tinha esperado um tempão. Felizmente, a troca dos pneus foi rápida, terminaram o serviço em uns 5 minutos, então não deu muito papo com o Luís.
Quando já tava na hora de ir, percebi que tava com uma saia meio curta e que, ao dirigir, ela ia subir mais ainda pra cima da coxa. Aí fiquei ainda mais sem graça, porque na real não queria me exibir, muito menos dar chance pro Luís pensar que sou uma sem-vergonha. Mas não tinha como evitar, já que tinha oferecido carona pra ele.
Subimos na caminhonete, eu dirigia e ele do lado direito, ele tava bem animado conversando e fazendo piadas, e eu muito inquieta e perturbada, sentia que ele me observava (não sei se essa percepção era fruto da minha imaginação pela vergonha que eu tava). Eu ouvia o que ele falava e comentava, mas não dizia muita coisa, ria das piadas dele, mas mesmo assim não dava abertura pra puxar conversa, tava mais era distraída com meus pensamentos.
Quando olhei de canto, percebi que ele tava olhando pra minhas pernas. Aí notei que minha saia tinha subido mais do que o normal, e a abertura do lado direito tava mostrando quase minha perna inteira. Isso me deixou ainda mais desconfortável, mas sentir o olhar dele era como se eu gostasse, e comecei a lembrar das fantasias que tinha com a figura dele, o que me deixou excitada e senti minha buceta ficando molhada. O trânsito tava meio pesado, então o caminho tava demorando muito, e minha excitação só aumentava. Eu olhava de canto pra ele, e ele continuava animado, os olhares dele ficavam cada vez mais frequentes e até mais descarados. Minha excitação fez com que eu não me cobrisse nada, e até em alguns momentos eu deixava minha saia subir mais do que devia. Sentia uma puta necessidade de ser observada, de que o Luís visse tudo o que fosse possível.
Quando tava chegando perto de casa, meu celular tocou e me tirou de toda a fantasia, atrapalhando minha excitação. Era meu marido, dizendo que já tava em casa, preocupado com a minha demora. Expliquei rapidinho o que tinha acontecido e falei que tava perto de casa e que o Luís tava comigo. Ele disse pra eu convidar ele pra entrar, comer alguma coisinha e agradecer pela ajuda. Contei pro Luís e ele falou que sem problemas, só que eu continuava muito excitada e sentia minha buceta bem molhada. Vi que minha saia tava tão pra cima que quase dava pra ver minha calcinha fio dental, mas não fiz nada pra evitar, deixei porque tava com uma vontade forte de me mostrar, era uma coisa que eu não conseguia controlar.
Chegamos no bairro, estacionei a caminhonete na porta da minha casa e o Luís desceu primeiro. Enquanto eu procurava minha bolsa e uns documentos, ele se aproximou do veículo pela porta onde eu ia descer e se ofereceu pra me ajudar com as pastas que eu carregava, abrindo a porta pra mim. Não sei se ele fez isso com a intenção genuína de me ajudar — eu precisava — ou se foi pra ter uma visão melhor das minhas pernas e da minha buceta. Isso me excitou ainda mais, e eu, impulsivamente (como se fosse sem querer), mostrei minhas pernas, minha calcinha fio dental e tudo que estava debaixo da minha saia, porque me virei pra porta com as pernas um pouco abertas enquanto entregava as pastas e me preparava pra descer. Ele ficou olhando, mas depois disfarçou e se virou como quem vai pra porta de casa. Com isso, eu me senti ainda mais molhada, sentia que até a saia tinha ficado úmida.
Tava com um tesão do caralho, sentia um formigamento na minha buceta, sentia que não parava de me molhar, e vieram na minha cabeça todas as fantasias eróticas que eu tinha com a imagem do Luis, tava perdendo o controle de mim mesma, sentia a necessidade de ser penetrada, tava como dizem no meu país muito arrecha. Sentia a necessidade de dar, de que fosse o Luis quem metesse a pica em mim, de que meu marido visse como outra pessoa me penetrava. Mas na real isso não ia ser possível, sabia que era só fantasia e desejo, sabia que tava errado e não queria machucar minha família e meu marido, por isso que, me recompondo um pouco, tentei afastar as imagens das minhas fantasias e controlar a excitação, então quando entrei em casa cumprimentei meu marido com um beijo na boca, me aproximei dos meus filhos que estavam vendo TV e fiquei com eles um tempinho pra afastar esses pensamentos e desejos.
Enquanto isso, Ramón convidou o Luis pra sala e ofereceu umas cervejas pra ele, era fim de verão e ainda tava um calorão, me ofereceu uma cerveja também, mas falei que só queria um suco, não queria uma gota de álcool pra não me desinibir mais, fiquei com muito medo.
Enquanto eles conversavam, me desculpei e fui com meus filhos para o segundo andar, porque queria me trocar e limpar a umidade que tinha entre as pernas. Aproveitei que a babá dos meus filhos os levava para dar banho e colocá-los para dormir.
Já no meu quarto, tirei a roupa que tava usando e entrei no banho pra me lavar e me acalmar, mas quando toquei minha buceta, senti que tava encharcada de tanto melado que, quando coloquei os dedos, eles deslizaram fácil pelos meus lábios vaginais. Ao tocar meu clitóris, minha excitação voltou de repente, e na mesma hora comecei a me masturbar feito louca, imaginando que era o Luis quem tava me acariciando e ia me comer. Revivi todas as fantasias que tive com a imagem dele até gozar duas vezes, com orgasmos violentos e profundos. Quando terminei, me senti exausta, mas bem aliviada. Pra ser sincera, fiquei satisfeita e até meio feliz em saber que a imagem do Luis tinha me dado esse prazer enorme. Senti de novo um remorso e uma pena do meu marido e dos meus filhos, mas não era tão angustiante; era mais uma sensação de satisfação e prazer por mim mesma. Tava descobrindo coisas novas no meu comportamento sexual, e não me arrependia.
Tomei um banho e coloquei algo mais confortável pra voltar pro meu marido e pro Luis. Vestí um vestido soltinho de alças, de algodão, porque era bem fresquinho, um sutiã de renda simples — não queria que marcasse meus peitos — e, instintivamente, peguei uma calcinha fio-dental bem pequena, talvez a menor que tenho, pra não aparecer ou transparecer pelo vestido. Mas, no fundo, acho que queria mostrar pro Luis. Minha excitação ainda tava rolando, não tão forte, mas sentia minha buceta molhada e com umas cócegas. Antes de descer, pensei que dava pra controlar e disfarçar; depois eu transava com meu marido e extravasava toda essa vontade de ter um macho do meu lado.
Quando cheguei na sala, eles estavam sentados conversando sobre trabalho e projetos, além de coisas que rolam no bairro. A gente até pensou em marcar um encontro com os vizinhos, porque ultimamente andávamos muito afastados.
Eu tinha me sentado do lado do meu marido, e na frente estava o Luis. Como sempre, me sentei com cuidado pra não mostrar nada, mas dessa vez sentia que o Luis me olhava com tanta insistência que me fazia corar. Eu tentava disfarçar com a conversa, que tava bem divertida, porque como te contei, o Luis é muito engraçado e meu marido não fica muito atrás.
Sentia que os olhares dele eram penetrantes e eu gostava, sentia de novo que estava excitada, mas não queria dar o braço a torcer. Dessa vez, decidi controlar a situação e não provocar nada pra evitar consequências.
A empregada apareceu e me falou que as crianças já tinham dormido e se despediu.
Seguimos conversando sobre várias coisas, mas meu tesão só aumentava, tava realmente muito no cio, me perdia nos meus pensamentos e fantasias e em algum momento me senti como uma puta bem gostosa, como uma cadela no cio que chama os cachorros pra meter nela. Disfarçava, mas não conseguia evitar de dar umas olhadas pro Luis e ver a virilha dele porque o volume tinha marcado, percebia que ele tava de pau duro e só de imaginar qual podia ser o tamanho da pica dele me deixava ainda mais excitada.
Luis anunciou que ia se retirar e agradeceu pelo convite, isso me acalmou e agradeci pela ajuda. Senti que a saída dele evitaria que eu cometesse deslizes ou fizesse insinuações, por isso reagi rápido e aceitei a retirada como quem o convidava a ir embora, mesmo que ficasse triste porque queria continuar curtindo aquela excitação, desejava chegar a um orgasmo como da primeira vez.
Mas meu marido disse que dava pra esperar, que ele ia pedir uns tira-gostos na rosticería, que queria convidar ele enquanto tomavam mais umas cervejas. O Luís ficou na dúvida, mas meu esposo insistiu tanto que acabou convencendo ele, porque no dia seguinte era sábado e geralmente não se trabalha. Meu marido ligou pro delivery, mas falaram que tava cheio de pedidos e que demoraria umas uma hora pra chegar. Por isso, ele resolveu ir ele mesmo comprar com a caminhonete, e isso não ia levar mais de 20 ou 30 minutos.
Luis se ofereceu pra acompanhar ele, porque também queria comprar um Pisco pra fazer um pisco sour (bebida típica do meu país) que ele queria preparar já que tinham dado a receita perfeita pra ele. Mas meu marido disse que a gente tinha pisco e os ingredientes, que enquanto ele saía pra comprar, não demoraria muito, que ele se dedicasse a preparar a bebida, que eu daria o que ele precisasse. No final, meu marido foi embora e meu vizinho ficou com a missão de preparar os piscos sour.
Eu tava inquieta com o tesão que tava sentindo, só de pensar que você fizesse uma insinuação já fazia minha buceta se encher de sucos, só de imaginar já vinha um orgasmo, tava me perdendo nos meus pensamentos quando meu marido me trouxe de volta à realidade perguntando se eu tava passando mal porque tinha ficado pálida.
Muito envergonhada, falei que não, que não precisava se preocupar, que tinha dado um pequeno calorão, mas era por causa do calor e da correria do dia. Naquele momento, retomei o controle dos meus pensamentos e atitudes e decidi ser bem rígida comigo mesma.
Ramón foi embora, Luis me perguntou se eu tinha os ingredientes, então apontei pro bar e fui pra cozinha, onde demorei uns 10 minutos tirando o suco da fruta. Tava tentando ganhar tempo pra não ficar sozinha com o Luis, porque sentia uma vontade de sexo, de me exibir, de ser penetrada. Lembrei que tava usando uma fio-dental minúscula e só a possibilidade do Luis ver já me deixava mais excitada, viajava nos meus pensamentos.
O bar é um ambiente pequeno onde tem uma estante com bebidas, copos, etc., um balcão na frente da estante mais ou menos a 50 centímetros de distância, parecia uma cantininha onde dava pra tomar uns drinques no balcão. Além disso, tem três banquetas em volta de uma mesinha (tipo de balada) pra quando a gente queria ficar mais perto ou era pouca gente.
O Luis deixou as bebidas no balcão como se fosse um barman e começou a preparar os drinques. Até aquele momento, a gente quase não tinha trocado uma palavra, nem teve gesto ou insinuação de que algo fosse rolar. Eu continuava muito excitada na cozinha, mas conseguia controlar a situação. Não tinha proximidade, o que me dava uma certa tranquilidade, já que meu marido não demoraria pra voltar. Já tinham se passado uns 15 minutos e eu ficava de olho na chegada dele.
Você tem o limão", ela disse em voz alta, isso me tirou dos meus pensamentos de repente.
Já terminei e levo eles pra você, respondi da cozinha, mas tava com uma confusão de pensamentos, não queria chegar perto pelo menos até o Ramón chegar.
Não temos gelo também", ela me disse.
Está no bar frio da direita – falei, apontando
Tá trancada, ela me respondeu.
Ahhh, sim, é que meu marido coloca pra evitar que meus filhos e a empregada peguem os refrigerantes e os gelos do bar, falei. – mas a chave tá ali na fileira de copos.
Não tô achando, cê pode procurar? Ela me disse
Lá vou eu, falei pra ele, e fui levando o suco de limão e os ovos.
Vendo que ela tava no balcão e que ali não tinha espaço pra dois, falei: - me dá licença que não cabe nós dois nesse espaço.
Me aproximei do espaço e, enquanto esperava o Luis sair, parei na entrada. Quando ele saiu, nossos amigos tiveram que se apertar contra mim pra gente conseguir passar, e foi eletrizante, porque o Luis roçou meu corpo e senti claramente a pinga dele dura dentro da calça esfregando na minha bunda, os peitos dele no meu costas. Mesmo sendo muito rápido, fiquei hipnotizada e uma excitação incontrolável surgiu em mim, minha buceta se contraiu violentamente e quase perdi o controle de mim mesma, e o Luis percebeu.
Você tem um corpo gostoso – ele me disse, acabei de sentir.
Não respondi, e perturbada procurei a chave e o encontrei.
Aqui está, como eu disse, já pode tirar o gelo.
Precisamos de uma bacia - ela me disse, você pode pegar pra mim?
Me agachei pra pegar o balde e nisso vi que ele se aproximou de mim por trás e senti de novo o corpo dele colado no meu, senti o calor e o volume dele encostado na minha bunda, fiquei paralisada e não disse nada nem fiz nada, não reagi, só sentia o corpo dele e o calor corporal, veio uma excitação do caralho, me senti uma adolescente sendo tocada pela primeira vez pelo namorado, minha buceta se contraía forte e sem parar, e soltava uns fluidos que já sentia minhas coxas molhadas, e assim ficamos uns dois ou três minutos, bem colados sentindo nossos corpos por cima da roupa.
Numa tentativa de reação racional, eu parei e falei pra ela
Com licença que vou passar, ali está o gelo, falei de um jeito meio sério e a voz saiu firme.
Desculpa, não consegui me segurar, você é tão gostosa e sensual que te ver assim me excita, faz tempo que me controlo pra não te abraçar e te beijar.
Sou casada e amo e respeito muito meu marido, não vamos confundir as coisas, falei firmemente, mas na verdade já não era tão convincente assim, minha voz tinha enfraquecido.
Eu tinha a impressão de que você também tava procurando isso, faz tempo que te vejo muito inquieta quando me olha – comentou
— Tá confuso, falei pra ele. Vou passar, me dá licença — repeti.
Ele se afastou pro lado sem dizer nada, como se quisesse que eu passasse colada nele. O espaço era apertado demais pra passar com conforto, mas tentei sair, dessa vez olhando na cara dele pra evitar sentir o pau dele no meu cu. Só que quando passei, senti o hálito dele, o corpo roçando meus peitos e a pinga dele dura roçando minha buceta. Aí fiquei parada olhando pra ele e falei.
Não cabe nós dois, vocês têm que sair, falei olhando nos olhos dele com cara de mulher tesuda. Eu continuava colada nele, curtindo o corpo dele e sentindo que precisava ser acariciada e penetrada.
Ele recuou devagar pra me dar passagem e eu fui andando na mesma calma, como se não quisesse me afastar do Luis.
Quando finalmente abriu espaço, saí em direção às poltronas de costas pra ele, e nisso senti ele me agarrar pela cintura, me abraçando e me colando no corpo dele.
Fiquei paralisada, não disse nada, não sabia como agir, se me afastava ou continuava com essa situação que, na real, ia me levar a coisas maiores. Naquele momento, sentia que queria prazer, ser acariciada, ser violentada ou o que fosse, porque minha buceta pulsava com muita força, sentia que saíam líquidos como se eu fosse mijar, mas também veio na minha cabeça meu marido, meus filhos, minha dignidade, que isso era errado.
Quis me afastar, mas ele me abraçava com força e começou a me beijar e soprar a orelha e o pescoço, uma parada que acabou me descontrolando, porque não fiz muito pra me soltar dele, até tentava, mas bem fraquinho, porque meu corpo começou a curtir aquela situação.
Eu tava atrás de uma das poltronas, o Luis atrás de mim passando a língua no meu pescoço, e a única coisa que consegui foi arrumar um jeito de enxergar melhor pela janela que dá pra rua, pra ver se o Ramón chegava.
Luis começou a passar a mão nos meus peitos por cima da roupa, eu não falava nada, ele também não. De repente, senti ele baixar as mãos e agarrar minha buceta por cima do vestido, e começou a acariciar minha pussy bem de leve. Tava tão excitada e molhada que sentia os dedos dele, mesmo por cima do tecido do vestido, esfregando a entrada da minha pussy. Olhei pra baixo e minha xota tava encharcada, dava pra ver claramente. A verdade é que eu tava adorando, gostava tanto que abri um pouco as pernas pra facilitar o trabalho. Tava com uma puta vontade de explodir, de ter um ou vários orgasmos. Foi aí que comecei a me mexer no ritmo da mão dele, mas sem tirar os olhos da rua. Queria que aquilo continuasse, que meu marido demorasse o máximo possível pra eu seguir aproveitando.
De repente, ele passou as mãos na minha bunda e ficou apalpando por cima do vestido por uns minutos. Depois, levantou a saia devagar, acariciando minhas pernas, até deixar a saia pra trás, acima da cintura. Tinha um espelho quase na minha frente, que me deixou me ver e ver a reação do Luis, como ele tava curtindo as carícias dele. E mais ainda quando ele fez uma cara de surpresa com o que tava vendo, e parecia que tava gostando.
Observava minha bunda com aquela micro fio dental vermelha que quase não dava pra ver, porque tava perdida no meu rego e na minha buceta, eu tava praticamente com a bunda de fora. Sentir que ele me olhava me deixou ainda mais excitada, e meu tesão chegou num ponto que quase, quase gozei pela primeira vez. Depois de me observar um pouco, ele começou a acariciar minhas nádegas, bem conservadas, e apertava elas como se quisesse que eu sentisse a força das mãos dele. Como eu curtia aqueles carinhos, mas não falava nada, não fazia barulho, em silêncio eu aproveitava cada toque.
Que buceta gostosa você tem, é perfeita com essa fio dental", ele me disse baixinho, com a voz cheia de tesão.
Vou comer você todinha, que delícia de buceta que você tem, tá depilada do jeito que eu gosto, ele disse de novo.
Eu não dizia nada, só curtia, cada vez era maior a vontade de deixar ele fazer o que quisesse comigo, teria aguentado qualquer coisa, me sentia uma puta possuída pela necessidade de sexo.
Debaixo das mãos dele, ele enfiou os dedos dentro da calcinha fio dental e, de imediato, por causa da umidade abundante, dois dos dedos dele entraram na minha pussy com facilidade. Que prazer, sentir esses dedos lá dentro fez eu gozar num primeiro orgasmo. Era tão intenso e eu queria aproveitar mais, por isso cruzei as pernas para sentir o roçar dos dedos dele no meu clitóris e nas paredes da minha buceta, e comecei a me mexer para sentir o atrito dos dedos dele em toda a minha pussy e clitóris.
Uffffffff, soltei um gemido de prazer,
Aí minha respiração ficou forte e bem acelerada até que veio uma descarga orgásmica profunda e eu comecei a gozar porque saiu um monte de líquido viscoso e esbranquiçado que molhou a mão do Luís. Que prazer!, um orgasmo maravilhoso, acho que até aquele momento o melhor da minha vida sexual.
Pensei que tinha acabado ali e me agachei, me encostando no encosto de uma das poltronas pra recuperar o fôlego. Não dizia nada nem olhava na cara do Luis, mas continuava mostrando minha bunda quase nua, já que a saia do meu vestido não tinha descido. Minha mente estava em branco e eu continuava olhando pra fora pra ver se meu marido chegava.
Luis continuava acariciando minhas nádegas, passava a mão na minha buceta molhada enfiando a calcinha fio dental nos lábios vaginais, mas o orgasmo violento me deixou sem ânimo e muito exausta pra reagir, não falava nada e deixava ele fazer até sentir que ele se afastou.
Não olhava pra ele, nem dizia nada, só relaxava. Quando tava me levantando pra descer minha saia, pensando que ele tava me dando espaço pra me arrumar porque o Ramón não demoraria a chegar, ele me empurrou de leve, não deixando eu me levantar, sem falar ou dizer nada.
Eu continuei em silêncio, fiquei parada com a bunda nua virada pra trás, recostada no encosto da poltrona, mas ainda sem olhar de frente pro Luis. Não falei nada, mas vi pelo espelho na minha frente que ele tava afrouxando a calça pra tirar a pica. Fechei os olhos, como se esperasse alguma coisa. Nisso, senti o Luis puxando minha calcinha fio dental pra baixo, o que eu facilitei fechando as pernas, e senti que ela ficou no meio da coxa.
Nisso senti a pica dele esfregando na minha bunda e na entrada da minha buceta que tava toda melada, abri mais as pernas pra facilitar a carícia e me abaixei um pouco mais pra oferecer meu rabo pra ele fazer o que tinha que fazer, tava oferecendo de bandeja.
De novo a excitação e o descontrole tomaram conta de mim, queria ser penetrada, queria ser comida, todos os meus preconceitos e regras tinham ficado pra trás, não dava mais pra voltar atrás, só queria sexo, era uma puta no cio, uma puta louca pra receber pica, nada mais importava. Me ajeitei esperando a invasão da minha buceta e fiquei com o olhar fixo na janela, como se quisesse atrasar ainda mais a chegada do meu marido.
Senti a pinga dele roçando na entrada da minha buceta, isso me molhava tanto que ele percebeu minha grande excitação e, de uma só vez, meteu toda a pica dele até eu sentir as bolas dele no meu cu nu. Ela entrou com relativa facilidade e senti minha buceta cheia, parecia uma pinga diferente de todas que eu já tinha tido.
Uffffff, falei de novo,
Que gostosa, que joia que ela tem entre as pernas, disse o Luís.
Uffff, ufffff ela gemia devagar e não falava nada.
Só sentia aquela pica roçando toda a minha buceta, sentia que via estrelas, luzes, e sei lá mais o quê, que prazer, sério, não sei como descrever o que senti naquele momento, sentia que era uma puta aproveitando o que as vadias mais gostam de fazer, transar, foder, fuck, e todos os sinônimos juntos.
Ele me segurou pelos quadris e começou a meter e tirar, fazia devagar, rápido, forte, manso, tava brincando comigo, fazia o que queria e eu tava adorando, vi pelo espelho como ele se movia e aquela posição me excitava ainda mais, ficou assim uns 5 minutos e já tava arrancando meu primeiro orgasmo com a pica dele, minha buceta começou a se contrair e apertava a pica dele, a sensação de penetração ficava mais profunda quando minha buceta se contraía, mais intensa, e por isso senti que foi um orgasmo maravilhoso, uma gozada mais profunda e intensa do que quando ele enfiou os dedos, que delícia e eu queria mais ainda, não queria que parasse, queria que ele destruísse minha pussy, que deixasse ela aberta até não aguentar mais.
Ele acelerava mais a penetração, fazia mais rápido e com mais violência, tava me destruindo, mas eu amava, tava curtindo tanto que veio um segundo orgasmo. Eu aproveitava em silêncio, sem fazer muito escândalo, me movia no ritmo das estocadas dele, como se quisesse deixar a penetração ainda mais violenta e rápida. A cada estocada, minha buceta se contraía e apertava mais a pica do meu parceiro ocasional, que eu entendi que tava gostando, porque quando acelerou as estocadas, ele me disse
Continua ajustando, não para, tá uma delícia, você chupa minha pica com sua buceta, ele me dizia no ouvido sem parar de se mexer.
Você está me destruindo, falei baixinho e com uma voz de tesão extremo.
Ele continuava bombando mais violentamente e sentia que a pica dele tinha se adaptado tanto à minha buceta que parecia ser uma só, que a carne dele era exatamente para a minha buceta e que era feita exatamente para me tirar orgasmos contínuos. Eu continuava aproveitando, não queria que parasse.
Um terceiro orgasmo violento tava vindo e parecia que ele também ia gozar, a gente tava completamente entregue no nosso momento, quando o barulho e as luzes da caminhonete anunciaram que meu marido tava chegando. Me levantei como quem quer se separar, mas ele me segurou pela cintura e continuou me bombando, como se não ligasse pra chegada do meu marido. Eu fiquei parada, com os olhos fixos na janela, e só o fato de saber que meu marido ia entrar a qualquer momento me fez ter o terceiro orgasmo com muita profundidade. Ao mesmo tempo, senti que o Luís encheu minha buceta com o cum dele. Que prazer, meu Deus! Esse foi o orgasmo mais profundo e mais lindo que já senti na vida. Realmente aproveitei e gozei tanto que fiquei parada, olhando pra porta, pensando que meu marido ia nos pegar naquela situação, mas senti tanto prazer que quase não me importava naquele momento.
Quando a porta da caminhonete bateu, o Luis reagiu e entrou correndo pro balcão arrumando a calça, e eu me levantei deixando meu gozo cair no mesmo lugar que tava. Naquele instante, o Ramón abriu a porta. Fiquei paralisada olhando pra ele, pensando que ia falar alguma coisa, mas ele não percebeu nada porque só me disse
Já tá a bebida? Aqui tá a comida.
Você demorou muito, falei meio confusa, - tinha demorado uns 30 minutos, mas o suficiente pra ter acontecido o que aconteceu.
Me atrasei porque o trânsito tava um inferno, essa comida deve estar fria", comentou, colocando os pacotes na mesinha do toucador que temos na entrada. Depois disse: "Vou guardar a caminhonete na garagem e pegar as cervejas", e saiu de novo.
Eu queria andar rápido até ele pra ajudar, mas não conseguia porque não tinha tido tempo de levantar a tanga que tava no meio da coxa, e me sentia muito atordoada com o que tinha rolado. Mesmo assim, andei devagar, sentindo minhas pernas molhadas com a porra do Luis e com medo da minha tanga cair. Consegui chegar na porta e pegar a comida. Quando senti a caminhonete arrancando, tirei a tanga e, instintivamente, limpei as pernas e a buceta na frente do Luis. Já não tinha mais nada pra esconder dele. Ele me olhou, esboçou um sorriso, se aproximou pra me ajudar com a comida e levamos pro micro-ondas do bar. Eu continuei em silêncio, e ele também não falou nada. Colocamos a comida do lado do micro-ondas e, naquele momento, ele agarrou minha bunda com força, me deu um tapa e foi preparar as bebidas. Não falei nada, só fiquei olhando ele se afastar em direção ao balcão.
Joguei a tanga na lixeira do bar, mas ainda sentia a porra do Luis e meus sucos naturais escorrendo, mas não dava tempo pra mais nada porque meu marido não ia demorar mais de um minuto pra entrar.
O bar tava cheio de putaria e tesão, e antes do meu marido chegar, acendi um incenso perfumado pra disfarçar o clima.
Eu tinha curtido pra caralho essa sessão de sexo não planejada, mas agora vinha a ambivalência: de um lado, a satisfação total na cama, do outro, o remorso emocional e o sentimento de culpa ao mesmo tempo.
Luis agia como se nada tivesse acontecido, e eu senti que devia agir igual, mesmo me sentindo suja e puta, a sensação crua da minha buceta mantinha vivo o prazer sentido, sentia que andava nua por não estar de fio dental e saber que o Luis sabia disso, e isso me fazia sentir uma exibicionista sem vergonha, mas eu tinha que seguir e disfarçar pra não me entregar, e por isso tentei agir normalmente.
Não sou muito boa em esconder meus sentimentos e sensações, por isso agia de forma desajeitada e não acompanhava a conversa da reunião. Depois do jantar, tomamos uns drinques, me desculpei e fui pro meu quarto. Queria ficar sozinha pra pensar e medir as consequências do que aconteceu. Não fazia ideia de como agiria quando ficasse a sós com meu marido, nem como seria amanhã quando estivesse sozinha ou encontrasse meu vizinho...
Esse convite foi fatal, porque ali se quebrou toda a fidelidade ao meu marido, porque ali começou minha vida dupla e uma aventura sexual que nem eu mesma imaginava que pudesse acontecer, nunca pensei em ser infiel, mas aconteceu sem querer nem planejar…
Isso foi só o começo de algo que durou muito tempo. Vamos contar alguns encontros bem excitantes, se vocês quiserem com seus comentários... Não tudo, porque viraria um livro, mas teve umas coisas muito interessantes e muito excitantes.
Mas também contribuiu pra minha vida sexual melhorar pra caralho. Se antes já era boa, agora era maravilhosa, porque o que aconteceu me encheu de um monte de fantasias. Quando meu marido chegava, eu já tava toda molhada e a gente começava a fazer um monte de jogos eróticos e cheios de imaginação. Ele percebeu a mudança e, sinceramente, também começou a ser criativo e participar. A gente transava quase todo dia, inventava umas brincadeiras, tipo encontros em hotéis onde ele fingia ser meu amante. Outras vezes, ele pedia pra eu pegá-lo num bar ou balada, e eu ia vestida bem gostosa, sem ser escandalosa, mas na maioria das vezes sem calcinha ou com microtanga que não escondia nada. Outras vezes, eu esperava ele na cama vestida de adolescente, de puta, e por aí vai. Resumo: milhares de fantasias que faziam a gente se sentir foda.
Um segredo que eu guardava muito bem é que em muitas das minhas fantasias o Luis participava. Quando eu lembrava do que tinha acontecido, ficava atordoada e me sentia mal, mas depois soltava as rédeas das minhas fantasias. Me imaginava me mostrando de forma sugestiva, ele me vendo nua, me mostrando o pau dele duro. E quando estava com meu marido, em algumas vezes, sentia que era o Luis quem estava me comendo. Nessas horas, eu gozava várias vezes bem rápido e aproveitava ao máximo. Depois vinha o remorso, mas já não era algo trágico. Eu justificava pensando que era só uma brincadeira.
Não era muito comum eu ver meus vizinhos, porque depois de combinarmos de fazer o trabalho juntos, consegui me desculpar dizendo que tava cheia de serviço e ainda meio dodói da saúde. Por isso que o Ramón falou com o Luis (a meu pedido, porque eu queria ver a cara dele de vergonha), e apresentou um amigo que também é designer, e o problema se resolveu.
Já tinha passado um pouco mais de 6 meses da minha exposição, e eu já tava quase superando o fato, quando uma tarde, indo pra casa, furou um pneu da minha caminhonete, o que me obrigou a pedir ajuda pra uma agência. Tava esperando o socorro com impaciência porque tavam demorando muito, quando um táxi para do lado da minha caminhonete e de lá o Luis me chama e pergunta se eu preciso de ajuda. Pra mim foi um alívio e falei que sim, então ele desceu do táxi e me disse
O que foi?
Furou um pneu e tô esperando o socorro que tá demorando pra caralho. Dá pra falar pro taxista trocar e eu pago como se fosse um extra, se você não tiver com pressa.
Vou pra minha casa, e eu posso te ajudar, não precisa de taxista, depois você me puxa, que tal?
Que pena que você machuque sua mão e sua roupa, mas se conseguir fazer, vai ser bem recompensada, falei brincando.
Ele se preparou pra trocar o pneu, tirando o que precisava da caminhonete, nisso chegou o socorro, então deixamos eles terminarem o serviço, enquanto isso eu batia um papo com ele sobre coisas sem importância.
Como é que tá no trampo, falei pra ela
Muito bem, bastante trabalho e coisas interessantes. De onde você vem tão gostosa? Ela me respondeu.
De dar uma olhada nos trampos que faço, tive que ir em vários canteiros de obra, mas já tô voltando pra casa morta de cansada, falei pra ele
Na verdade, eu diria que você vem de uma conferência ou festa, porque tá usando uma roupa muito elegante e tá uma delícia, ele me disse. Seus funcionários devem estar felizes em ter você como chefe, porque você também ensina pra eles a elegância e a sensualidade de uma mulher gostosa.
Normalmente eu ia pras obras de jeans e tênis, mas dessa vez tinha ido cedo pra uma reunião de trabalho e pra escola dos meus filhos, então resolvi vestir um conjunto de blazer e saia, com uma blusa de renda meio transparente, mas que o blazer não deixava mostrar nada. A saia era um pouco justa, um pouco acima do joelho, com uma leve abertura no lado direito.
Eu sabia que esse conjunto ficava muito bom em mim e era algo que meu marido adorava. Além disso, coloquei uma fio-dental pequena que só cobria a parte da frente, e atrás era um cordão que se enfiava entre minhas nádegas, tudo pra não marcar com a saia justa na altura do quadril.
Quando o Luis fez aquele comentário, fiquei meio corada, mas me senti lisonjeada. Só que percebi que meu vizinho tava mais agressivo e "mandão", e aí lembrei do que tinha rolado na minha casa. Fiquei com tanta vergonha que fiquei vermelha que nem pimentão, comecei a me sentir super desconfortável, tentando adivinhar o que o Luis tava pensando de mim e o que ele poderia querer se fosse tão ousado assim.
Comecei a me esquivar das conversas dele, sem responder muita coisa, já que ele continuava fazendo piadas e me elogiando, mesmo que não parecesse que ele tava atrás de algo especial, porque ele é muito brincalhão, mas eu ainda me sentia muito perturbada.
Comecei a observar os caras do socorro e falei pra eles se podiam se apressar, porque já tinha esperado um tempão. Felizmente, a troca dos pneus foi rápida, terminaram o serviço em uns 5 minutos, então não deu muito papo com o Luís.
Quando já tava na hora de ir, percebi que tava com uma saia meio curta e que, ao dirigir, ela ia subir mais ainda pra cima da coxa. Aí fiquei ainda mais sem graça, porque na real não queria me exibir, muito menos dar chance pro Luís pensar que sou uma sem-vergonha. Mas não tinha como evitar, já que tinha oferecido carona pra ele.
Subimos na caminhonete, eu dirigia e ele do lado direito, ele tava bem animado conversando e fazendo piadas, e eu muito inquieta e perturbada, sentia que ele me observava (não sei se essa percepção era fruto da minha imaginação pela vergonha que eu tava). Eu ouvia o que ele falava e comentava, mas não dizia muita coisa, ria das piadas dele, mas mesmo assim não dava abertura pra puxar conversa, tava mais era distraída com meus pensamentos.
Quando olhei de canto, percebi que ele tava olhando pra minhas pernas. Aí notei que minha saia tinha subido mais do que o normal, e a abertura do lado direito tava mostrando quase minha perna inteira. Isso me deixou ainda mais desconfortável, mas sentir o olhar dele era como se eu gostasse, e comecei a lembrar das fantasias que tinha com a figura dele, o que me deixou excitada e senti minha buceta ficando molhada. O trânsito tava meio pesado, então o caminho tava demorando muito, e minha excitação só aumentava. Eu olhava de canto pra ele, e ele continuava animado, os olhares dele ficavam cada vez mais frequentes e até mais descarados. Minha excitação fez com que eu não me cobrisse nada, e até em alguns momentos eu deixava minha saia subir mais do que devia. Sentia uma puta necessidade de ser observada, de que o Luís visse tudo o que fosse possível.
Quando tava chegando perto de casa, meu celular tocou e me tirou de toda a fantasia, atrapalhando minha excitação. Era meu marido, dizendo que já tava em casa, preocupado com a minha demora. Expliquei rapidinho o que tinha acontecido e falei que tava perto de casa e que o Luís tava comigo. Ele disse pra eu convidar ele pra entrar, comer alguma coisinha e agradecer pela ajuda. Contei pro Luís e ele falou que sem problemas, só que eu continuava muito excitada e sentia minha buceta bem molhada. Vi que minha saia tava tão pra cima que quase dava pra ver minha calcinha fio dental, mas não fiz nada pra evitar, deixei porque tava com uma vontade forte de me mostrar, era uma coisa que eu não conseguia controlar.
Chegamos no bairro, estacionei a caminhonete na porta da minha casa e o Luís desceu primeiro. Enquanto eu procurava minha bolsa e uns documentos, ele se aproximou do veículo pela porta onde eu ia descer e se ofereceu pra me ajudar com as pastas que eu carregava, abrindo a porta pra mim. Não sei se ele fez isso com a intenção genuína de me ajudar — eu precisava — ou se foi pra ter uma visão melhor das minhas pernas e da minha buceta. Isso me excitou ainda mais, e eu, impulsivamente (como se fosse sem querer), mostrei minhas pernas, minha calcinha fio dental e tudo que estava debaixo da minha saia, porque me virei pra porta com as pernas um pouco abertas enquanto entregava as pastas e me preparava pra descer. Ele ficou olhando, mas depois disfarçou e se virou como quem vai pra porta de casa. Com isso, eu me senti ainda mais molhada, sentia que até a saia tinha ficado úmida.
Tava com um tesão do caralho, sentia um formigamento na minha buceta, sentia que não parava de me molhar, e vieram na minha cabeça todas as fantasias eróticas que eu tinha com a imagem do Luis, tava perdendo o controle de mim mesma, sentia a necessidade de ser penetrada, tava como dizem no meu país muito arrecha. Sentia a necessidade de dar, de que fosse o Luis quem metesse a pica em mim, de que meu marido visse como outra pessoa me penetrava. Mas na real isso não ia ser possível, sabia que era só fantasia e desejo, sabia que tava errado e não queria machucar minha família e meu marido, por isso que, me recompondo um pouco, tentei afastar as imagens das minhas fantasias e controlar a excitação, então quando entrei em casa cumprimentei meu marido com um beijo na boca, me aproximei dos meus filhos que estavam vendo TV e fiquei com eles um tempinho pra afastar esses pensamentos e desejos.
Enquanto isso, Ramón convidou o Luis pra sala e ofereceu umas cervejas pra ele, era fim de verão e ainda tava um calorão, me ofereceu uma cerveja também, mas falei que só queria um suco, não queria uma gota de álcool pra não me desinibir mais, fiquei com muito medo.
Enquanto eles conversavam, me desculpei e fui com meus filhos para o segundo andar, porque queria me trocar e limpar a umidade que tinha entre as pernas. Aproveitei que a babá dos meus filhos os levava para dar banho e colocá-los para dormir.
Já no meu quarto, tirei a roupa que tava usando e entrei no banho pra me lavar e me acalmar, mas quando toquei minha buceta, senti que tava encharcada de tanto melado que, quando coloquei os dedos, eles deslizaram fácil pelos meus lábios vaginais. Ao tocar meu clitóris, minha excitação voltou de repente, e na mesma hora comecei a me masturbar feito louca, imaginando que era o Luis quem tava me acariciando e ia me comer. Revivi todas as fantasias que tive com a imagem dele até gozar duas vezes, com orgasmos violentos e profundos. Quando terminei, me senti exausta, mas bem aliviada. Pra ser sincera, fiquei satisfeita e até meio feliz em saber que a imagem do Luis tinha me dado esse prazer enorme. Senti de novo um remorso e uma pena do meu marido e dos meus filhos, mas não era tão angustiante; era mais uma sensação de satisfação e prazer por mim mesma. Tava descobrindo coisas novas no meu comportamento sexual, e não me arrependia.
Tomei um banho e coloquei algo mais confortável pra voltar pro meu marido e pro Luis. Vestí um vestido soltinho de alças, de algodão, porque era bem fresquinho, um sutiã de renda simples — não queria que marcasse meus peitos — e, instintivamente, peguei uma calcinha fio-dental bem pequena, talvez a menor que tenho, pra não aparecer ou transparecer pelo vestido. Mas, no fundo, acho que queria mostrar pro Luis. Minha excitação ainda tava rolando, não tão forte, mas sentia minha buceta molhada e com umas cócegas. Antes de descer, pensei que dava pra controlar e disfarçar; depois eu transava com meu marido e extravasava toda essa vontade de ter um macho do meu lado.
Quando cheguei na sala, eles estavam sentados conversando sobre trabalho e projetos, além de coisas que rolam no bairro. A gente até pensou em marcar um encontro com os vizinhos, porque ultimamente andávamos muito afastados.
Eu tinha me sentado do lado do meu marido, e na frente estava o Luis. Como sempre, me sentei com cuidado pra não mostrar nada, mas dessa vez sentia que o Luis me olhava com tanta insistência que me fazia corar. Eu tentava disfarçar com a conversa, que tava bem divertida, porque como te contei, o Luis é muito engraçado e meu marido não fica muito atrás.
Sentia que os olhares dele eram penetrantes e eu gostava, sentia de novo que estava excitada, mas não queria dar o braço a torcer. Dessa vez, decidi controlar a situação e não provocar nada pra evitar consequências.
A empregada apareceu e me falou que as crianças já tinham dormido e se despediu.
Seguimos conversando sobre várias coisas, mas meu tesão só aumentava, tava realmente muito no cio, me perdia nos meus pensamentos e fantasias e em algum momento me senti como uma puta bem gostosa, como uma cadela no cio que chama os cachorros pra meter nela. Disfarçava, mas não conseguia evitar de dar umas olhadas pro Luis e ver a virilha dele porque o volume tinha marcado, percebia que ele tava de pau duro e só de imaginar qual podia ser o tamanho da pica dele me deixava ainda mais excitada.
Luis anunciou que ia se retirar e agradeceu pelo convite, isso me acalmou e agradeci pela ajuda. Senti que a saída dele evitaria que eu cometesse deslizes ou fizesse insinuações, por isso reagi rápido e aceitei a retirada como quem o convidava a ir embora, mesmo que ficasse triste porque queria continuar curtindo aquela excitação, desejava chegar a um orgasmo como da primeira vez.
Mas meu marido disse que dava pra esperar, que ele ia pedir uns tira-gostos na rosticería, que queria convidar ele enquanto tomavam mais umas cervejas. O Luís ficou na dúvida, mas meu esposo insistiu tanto que acabou convencendo ele, porque no dia seguinte era sábado e geralmente não se trabalha. Meu marido ligou pro delivery, mas falaram que tava cheio de pedidos e que demoraria umas uma hora pra chegar. Por isso, ele resolveu ir ele mesmo comprar com a caminhonete, e isso não ia levar mais de 20 ou 30 minutos.
Luis se ofereceu pra acompanhar ele, porque também queria comprar um Pisco pra fazer um pisco sour (bebida típica do meu país) que ele queria preparar já que tinham dado a receita perfeita pra ele. Mas meu marido disse que a gente tinha pisco e os ingredientes, que enquanto ele saía pra comprar, não demoraria muito, que ele se dedicasse a preparar a bebida, que eu daria o que ele precisasse. No final, meu marido foi embora e meu vizinho ficou com a missão de preparar os piscos sour.
Eu tava inquieta com o tesão que tava sentindo, só de pensar que você fizesse uma insinuação já fazia minha buceta se encher de sucos, só de imaginar já vinha um orgasmo, tava me perdendo nos meus pensamentos quando meu marido me trouxe de volta à realidade perguntando se eu tava passando mal porque tinha ficado pálida.
Muito envergonhada, falei que não, que não precisava se preocupar, que tinha dado um pequeno calorão, mas era por causa do calor e da correria do dia. Naquele momento, retomei o controle dos meus pensamentos e atitudes e decidi ser bem rígida comigo mesma.
Ramón foi embora, Luis me perguntou se eu tinha os ingredientes, então apontei pro bar e fui pra cozinha, onde demorei uns 10 minutos tirando o suco da fruta. Tava tentando ganhar tempo pra não ficar sozinha com o Luis, porque sentia uma vontade de sexo, de me exibir, de ser penetrada. Lembrei que tava usando uma fio-dental minúscula e só a possibilidade do Luis ver já me deixava mais excitada, viajava nos meus pensamentos.
O bar é um ambiente pequeno onde tem uma estante com bebidas, copos, etc., um balcão na frente da estante mais ou menos a 50 centímetros de distância, parecia uma cantininha onde dava pra tomar uns drinques no balcão. Além disso, tem três banquetas em volta de uma mesinha (tipo de balada) pra quando a gente queria ficar mais perto ou era pouca gente.
O Luis deixou as bebidas no balcão como se fosse um barman e começou a preparar os drinques. Até aquele momento, a gente quase não tinha trocado uma palavra, nem teve gesto ou insinuação de que algo fosse rolar. Eu continuava muito excitada na cozinha, mas conseguia controlar a situação. Não tinha proximidade, o que me dava uma certa tranquilidade, já que meu marido não demoraria pra voltar. Já tinham se passado uns 15 minutos e eu ficava de olho na chegada dele.
Você tem o limão", ela disse em voz alta, isso me tirou dos meus pensamentos de repente.
Já terminei e levo eles pra você, respondi da cozinha, mas tava com uma confusão de pensamentos, não queria chegar perto pelo menos até o Ramón chegar.
Não temos gelo também", ela me disse.
Está no bar frio da direita – falei, apontando
Tá trancada, ela me respondeu.
Ahhh, sim, é que meu marido coloca pra evitar que meus filhos e a empregada peguem os refrigerantes e os gelos do bar, falei. – mas a chave tá ali na fileira de copos.
Não tô achando, cê pode procurar? Ela me disse
Lá vou eu, falei pra ele, e fui levando o suco de limão e os ovos.
Vendo que ela tava no balcão e que ali não tinha espaço pra dois, falei: - me dá licença que não cabe nós dois nesse espaço.
Me aproximei do espaço e, enquanto esperava o Luis sair, parei na entrada. Quando ele saiu, nossos amigos tiveram que se apertar contra mim pra gente conseguir passar, e foi eletrizante, porque o Luis roçou meu corpo e senti claramente a pinga dele dura dentro da calça esfregando na minha bunda, os peitos dele no meu costas. Mesmo sendo muito rápido, fiquei hipnotizada e uma excitação incontrolável surgiu em mim, minha buceta se contraiu violentamente e quase perdi o controle de mim mesma, e o Luis percebeu.
Você tem um corpo gostoso – ele me disse, acabei de sentir.
Não respondi, e perturbada procurei a chave e o encontrei.
Aqui está, como eu disse, já pode tirar o gelo.
Precisamos de uma bacia - ela me disse, você pode pegar pra mim?
Me agachei pra pegar o balde e nisso vi que ele se aproximou de mim por trás e senti de novo o corpo dele colado no meu, senti o calor e o volume dele encostado na minha bunda, fiquei paralisada e não disse nada nem fiz nada, não reagi, só sentia o corpo dele e o calor corporal, veio uma excitação do caralho, me senti uma adolescente sendo tocada pela primeira vez pelo namorado, minha buceta se contraía forte e sem parar, e soltava uns fluidos que já sentia minhas coxas molhadas, e assim ficamos uns dois ou três minutos, bem colados sentindo nossos corpos por cima da roupa.
Numa tentativa de reação racional, eu parei e falei pra ela
Com licença que vou passar, ali está o gelo, falei de um jeito meio sério e a voz saiu firme.
Desculpa, não consegui me segurar, você é tão gostosa e sensual que te ver assim me excita, faz tempo que me controlo pra não te abraçar e te beijar.
Sou casada e amo e respeito muito meu marido, não vamos confundir as coisas, falei firmemente, mas na verdade já não era tão convincente assim, minha voz tinha enfraquecido.
Eu tinha a impressão de que você também tava procurando isso, faz tempo que te vejo muito inquieta quando me olha – comentou
— Tá confuso, falei pra ele. Vou passar, me dá licença — repeti.
Ele se afastou pro lado sem dizer nada, como se quisesse que eu passasse colada nele. O espaço era apertado demais pra passar com conforto, mas tentei sair, dessa vez olhando na cara dele pra evitar sentir o pau dele no meu cu. Só que quando passei, senti o hálito dele, o corpo roçando meus peitos e a pinga dele dura roçando minha buceta. Aí fiquei parada olhando pra ele e falei.
Não cabe nós dois, vocês têm que sair, falei olhando nos olhos dele com cara de mulher tesuda. Eu continuava colada nele, curtindo o corpo dele e sentindo que precisava ser acariciada e penetrada.
Ele recuou devagar pra me dar passagem e eu fui andando na mesma calma, como se não quisesse me afastar do Luis.
Quando finalmente abriu espaço, saí em direção às poltronas de costas pra ele, e nisso senti ele me agarrar pela cintura, me abraçando e me colando no corpo dele.
Fiquei paralisada, não disse nada, não sabia como agir, se me afastava ou continuava com essa situação que, na real, ia me levar a coisas maiores. Naquele momento, sentia que queria prazer, ser acariciada, ser violentada ou o que fosse, porque minha buceta pulsava com muita força, sentia que saíam líquidos como se eu fosse mijar, mas também veio na minha cabeça meu marido, meus filhos, minha dignidade, que isso era errado.
Quis me afastar, mas ele me abraçava com força e começou a me beijar e soprar a orelha e o pescoço, uma parada que acabou me descontrolando, porque não fiz muito pra me soltar dele, até tentava, mas bem fraquinho, porque meu corpo começou a curtir aquela situação.
Eu tava atrás de uma das poltronas, o Luis atrás de mim passando a língua no meu pescoço, e a única coisa que consegui foi arrumar um jeito de enxergar melhor pela janela que dá pra rua, pra ver se o Ramón chegava.
Luis começou a passar a mão nos meus peitos por cima da roupa, eu não falava nada, ele também não. De repente, senti ele baixar as mãos e agarrar minha buceta por cima do vestido, e começou a acariciar minha pussy bem de leve. Tava tão excitada e molhada que sentia os dedos dele, mesmo por cima do tecido do vestido, esfregando a entrada da minha pussy. Olhei pra baixo e minha xota tava encharcada, dava pra ver claramente. A verdade é que eu tava adorando, gostava tanto que abri um pouco as pernas pra facilitar o trabalho. Tava com uma puta vontade de explodir, de ter um ou vários orgasmos. Foi aí que comecei a me mexer no ritmo da mão dele, mas sem tirar os olhos da rua. Queria que aquilo continuasse, que meu marido demorasse o máximo possível pra eu seguir aproveitando.
De repente, ele passou as mãos na minha bunda e ficou apalpando por cima do vestido por uns minutos. Depois, levantou a saia devagar, acariciando minhas pernas, até deixar a saia pra trás, acima da cintura. Tinha um espelho quase na minha frente, que me deixou me ver e ver a reação do Luis, como ele tava curtindo as carícias dele. E mais ainda quando ele fez uma cara de surpresa com o que tava vendo, e parecia que tava gostando.
Observava minha bunda com aquela micro fio dental vermelha que quase não dava pra ver, porque tava perdida no meu rego e na minha buceta, eu tava praticamente com a bunda de fora. Sentir que ele me olhava me deixou ainda mais excitada, e meu tesão chegou num ponto que quase, quase gozei pela primeira vez. Depois de me observar um pouco, ele começou a acariciar minhas nádegas, bem conservadas, e apertava elas como se quisesse que eu sentisse a força das mãos dele. Como eu curtia aqueles carinhos, mas não falava nada, não fazia barulho, em silêncio eu aproveitava cada toque.
Que buceta gostosa você tem, é perfeita com essa fio dental", ele me disse baixinho, com a voz cheia de tesão.
Vou comer você todinha, que delícia de buceta que você tem, tá depilada do jeito que eu gosto, ele disse de novo.
Eu não dizia nada, só curtia, cada vez era maior a vontade de deixar ele fazer o que quisesse comigo, teria aguentado qualquer coisa, me sentia uma puta possuída pela necessidade de sexo.
Debaixo das mãos dele, ele enfiou os dedos dentro da calcinha fio dental e, de imediato, por causa da umidade abundante, dois dos dedos dele entraram na minha pussy com facilidade. Que prazer, sentir esses dedos lá dentro fez eu gozar num primeiro orgasmo. Era tão intenso e eu queria aproveitar mais, por isso cruzei as pernas para sentir o roçar dos dedos dele no meu clitóris e nas paredes da minha buceta, e comecei a me mexer para sentir o atrito dos dedos dele em toda a minha pussy e clitóris.
Uffffffff, soltei um gemido de prazer,
Aí minha respiração ficou forte e bem acelerada até que veio uma descarga orgásmica profunda e eu comecei a gozar porque saiu um monte de líquido viscoso e esbranquiçado que molhou a mão do Luís. Que prazer!, um orgasmo maravilhoso, acho que até aquele momento o melhor da minha vida sexual.
Pensei que tinha acabado ali e me agachei, me encostando no encosto de uma das poltronas pra recuperar o fôlego. Não dizia nada nem olhava na cara do Luis, mas continuava mostrando minha bunda quase nua, já que a saia do meu vestido não tinha descido. Minha mente estava em branco e eu continuava olhando pra fora pra ver se meu marido chegava.
Luis continuava acariciando minhas nádegas, passava a mão na minha buceta molhada enfiando a calcinha fio dental nos lábios vaginais, mas o orgasmo violento me deixou sem ânimo e muito exausta pra reagir, não falava nada e deixava ele fazer até sentir que ele se afastou.
Não olhava pra ele, nem dizia nada, só relaxava. Quando tava me levantando pra descer minha saia, pensando que ele tava me dando espaço pra me arrumar porque o Ramón não demoraria a chegar, ele me empurrou de leve, não deixando eu me levantar, sem falar ou dizer nada.
Eu continuei em silêncio, fiquei parada com a bunda nua virada pra trás, recostada no encosto da poltrona, mas ainda sem olhar de frente pro Luis. Não falei nada, mas vi pelo espelho na minha frente que ele tava afrouxando a calça pra tirar a pica. Fechei os olhos, como se esperasse alguma coisa. Nisso, senti o Luis puxando minha calcinha fio dental pra baixo, o que eu facilitei fechando as pernas, e senti que ela ficou no meio da coxa.
Nisso senti a pica dele esfregando na minha bunda e na entrada da minha buceta que tava toda melada, abri mais as pernas pra facilitar a carícia e me abaixei um pouco mais pra oferecer meu rabo pra ele fazer o que tinha que fazer, tava oferecendo de bandeja.
De novo a excitação e o descontrole tomaram conta de mim, queria ser penetrada, queria ser comida, todos os meus preconceitos e regras tinham ficado pra trás, não dava mais pra voltar atrás, só queria sexo, era uma puta no cio, uma puta louca pra receber pica, nada mais importava. Me ajeitei esperando a invasão da minha buceta e fiquei com o olhar fixo na janela, como se quisesse atrasar ainda mais a chegada do meu marido.
Senti a pinga dele roçando na entrada da minha buceta, isso me molhava tanto que ele percebeu minha grande excitação e, de uma só vez, meteu toda a pica dele até eu sentir as bolas dele no meu cu nu. Ela entrou com relativa facilidade e senti minha buceta cheia, parecia uma pinga diferente de todas que eu já tinha tido.
Uffffff, falei de novo,
Que gostosa, que joia que ela tem entre as pernas, disse o Luís.
Uffff, ufffff ela gemia devagar e não falava nada.
Só sentia aquela pica roçando toda a minha buceta, sentia que via estrelas, luzes, e sei lá mais o quê, que prazer, sério, não sei como descrever o que senti naquele momento, sentia que era uma puta aproveitando o que as vadias mais gostam de fazer, transar, foder, fuck, e todos os sinônimos juntos.
Ele me segurou pelos quadris e começou a meter e tirar, fazia devagar, rápido, forte, manso, tava brincando comigo, fazia o que queria e eu tava adorando, vi pelo espelho como ele se movia e aquela posição me excitava ainda mais, ficou assim uns 5 minutos e já tava arrancando meu primeiro orgasmo com a pica dele, minha buceta começou a se contrair e apertava a pica dele, a sensação de penetração ficava mais profunda quando minha buceta se contraía, mais intensa, e por isso senti que foi um orgasmo maravilhoso, uma gozada mais profunda e intensa do que quando ele enfiou os dedos, que delícia e eu queria mais ainda, não queria que parasse, queria que ele destruísse minha pussy, que deixasse ela aberta até não aguentar mais.
Ele acelerava mais a penetração, fazia mais rápido e com mais violência, tava me destruindo, mas eu amava, tava curtindo tanto que veio um segundo orgasmo. Eu aproveitava em silêncio, sem fazer muito escândalo, me movia no ritmo das estocadas dele, como se quisesse deixar a penetração ainda mais violenta e rápida. A cada estocada, minha buceta se contraía e apertava mais a pica do meu parceiro ocasional, que eu entendi que tava gostando, porque quando acelerou as estocadas, ele me disse
Continua ajustando, não para, tá uma delícia, você chupa minha pica com sua buceta, ele me dizia no ouvido sem parar de se mexer.
Você está me destruindo, falei baixinho e com uma voz de tesão extremo.
Ele continuava bombando mais violentamente e sentia que a pica dele tinha se adaptado tanto à minha buceta que parecia ser uma só, que a carne dele era exatamente para a minha buceta e que era feita exatamente para me tirar orgasmos contínuos. Eu continuava aproveitando, não queria que parasse.
Um terceiro orgasmo violento tava vindo e parecia que ele também ia gozar, a gente tava completamente entregue no nosso momento, quando o barulho e as luzes da caminhonete anunciaram que meu marido tava chegando. Me levantei como quem quer se separar, mas ele me segurou pela cintura e continuou me bombando, como se não ligasse pra chegada do meu marido. Eu fiquei parada, com os olhos fixos na janela, e só o fato de saber que meu marido ia entrar a qualquer momento me fez ter o terceiro orgasmo com muita profundidade. Ao mesmo tempo, senti que o Luís encheu minha buceta com o cum dele. Que prazer, meu Deus! Esse foi o orgasmo mais profundo e mais lindo que já senti na vida. Realmente aproveitei e gozei tanto que fiquei parada, olhando pra porta, pensando que meu marido ia nos pegar naquela situação, mas senti tanto prazer que quase não me importava naquele momento.
Quando a porta da caminhonete bateu, o Luis reagiu e entrou correndo pro balcão arrumando a calça, e eu me levantei deixando meu gozo cair no mesmo lugar que tava. Naquele instante, o Ramón abriu a porta. Fiquei paralisada olhando pra ele, pensando que ia falar alguma coisa, mas ele não percebeu nada porque só me disse
Já tá a bebida? Aqui tá a comida.
Você demorou muito, falei meio confusa, - tinha demorado uns 30 minutos, mas o suficiente pra ter acontecido o que aconteceu.
Me atrasei porque o trânsito tava um inferno, essa comida deve estar fria", comentou, colocando os pacotes na mesinha do toucador que temos na entrada. Depois disse: "Vou guardar a caminhonete na garagem e pegar as cervejas", e saiu de novo.
Eu queria andar rápido até ele pra ajudar, mas não conseguia porque não tinha tido tempo de levantar a tanga que tava no meio da coxa, e me sentia muito atordoada com o que tinha rolado. Mesmo assim, andei devagar, sentindo minhas pernas molhadas com a porra do Luis e com medo da minha tanga cair. Consegui chegar na porta e pegar a comida. Quando senti a caminhonete arrancando, tirei a tanga e, instintivamente, limpei as pernas e a buceta na frente do Luis. Já não tinha mais nada pra esconder dele. Ele me olhou, esboçou um sorriso, se aproximou pra me ajudar com a comida e levamos pro micro-ondas do bar. Eu continuei em silêncio, e ele também não falou nada. Colocamos a comida do lado do micro-ondas e, naquele momento, ele agarrou minha bunda com força, me deu um tapa e foi preparar as bebidas. Não falei nada, só fiquei olhando ele se afastar em direção ao balcão.
Joguei a tanga na lixeira do bar, mas ainda sentia a porra do Luis e meus sucos naturais escorrendo, mas não dava tempo pra mais nada porque meu marido não ia demorar mais de um minuto pra entrar.
O bar tava cheio de putaria e tesão, e antes do meu marido chegar, acendi um incenso perfumado pra disfarçar o clima.
Eu tinha curtido pra caralho essa sessão de sexo não planejada, mas agora vinha a ambivalência: de um lado, a satisfação total na cama, do outro, o remorso emocional e o sentimento de culpa ao mesmo tempo.
Luis agia como se nada tivesse acontecido, e eu senti que devia agir igual, mesmo me sentindo suja e puta, a sensação crua da minha buceta mantinha vivo o prazer sentido, sentia que andava nua por não estar de fio dental e saber que o Luis sabia disso, e isso me fazia sentir uma exibicionista sem vergonha, mas eu tinha que seguir e disfarçar pra não me entregar, e por isso tentei agir normalmente.
Não sou muito boa em esconder meus sentimentos e sensações, por isso agia de forma desajeitada e não acompanhava a conversa da reunião. Depois do jantar, tomamos uns drinques, me desculpei e fui pro meu quarto. Queria ficar sozinha pra pensar e medir as consequências do que aconteceu. Não fazia ideia de como agiria quando ficasse a sós com meu marido, nem como seria amanhã quando estivesse sozinha ou encontrasse meu vizinho...
Esse convite foi fatal, porque ali se quebrou toda a fidelidade ao meu marido, porque ali começou minha vida dupla e uma aventura sexual que nem eu mesma imaginava que pudesse acontecer, nunca pensei em ser infiel, mas aconteceu sem querer nem planejar…
Isso foi só o começo de algo que durou muito tempo. Vamos contar alguns encontros bem excitantes, se vocês quiserem com seus comentários... Não tudo, porque viraria um livro, mas teve umas coisas muito interessantes e muito excitantes.
2 comentários - Infidelidade 2
Me encanto el relato y de ser real es algo muy humano y muy especial, la única falla es la culpa porque hará que se repita insesante mente la necesidad de repetirlo aumentando la culpa
Por que tu marido se iría a comprar algo y dejaría a semejante mujerón con un hombre joven y lleno de testosterona...
Definitivamente es también parte de su fantasía el compartirte...
Voy a seguir leyendo que más ocurre...
Uffff pero estoy seguro que eso también desea tu esposo....