Era uma tarde quente na sala, não voava nem uma mosca. Os alunos da tia Pao (como chamavam Paola há muitos anos na escola) copiavam tudo o que ela tinha deixado no quadro. Nem os mais bagunceiros perturbavam ela ou os próprios colegas; a única coisa que queriam era que a tarde sufocante terminasse e poder ir para casa. O tempo não passava, e Pao começou a viajar na maionese. O corpo dela estava na sala, mas a mente não, estava longe, num lugar com certeza mais prazeroso pra ela. Até que, de repente, algo a traz de volta à sala, na frente dos alunos. Ela sente uma mão roçar na bunda dela, já que ela tinha o costume de se apoiar nas carteiras onde os alunos sentavam, de costas pra eles e olhando pro quadro na frente (era um dos alunos que, com a ponta dos dedos, se atreveu a roçar nela). Isso nem a incomodou um pouco. Já que ela estava acostumada com os apalpes dos alunos. Aquela turma não era a primeira a querer pegar na bunda dela, mas era a mais sutil. Porque em anos anteriores, alunos a apalparam de um jeito que ela teve que reclamar pro diretor, e ele pros pais, pra não acontecer de novo. Pao era muito nova e inocente naquela época. Mas agora, com os anos dando experiência, com 42 anos nas costas, ela sabia muito bem que despertava tesão em garotos bem jovens. Ela se levantou da carteira onde estava apoiada e seguiu como se nada tivesse acontecido, dando aula normalmente. Daí a pouco, ouviu uma batida na porta: "toc, toc". Perguntou quem era e deu licença pra entrar. Era a secretária da direção, que disse que o diretor queria falar com ela agora, e enquanto ela fosse, a secretária ficaria de olho na turma. Ela foi pra direção e, enquanto caminhava pelos corredores das salas, rebolando a bunda enorme, ouviu um grito vindo de alguma sala — ela não identificou de qual — mas ouviu: "Que bunda, tia! hahaha". Ao sentir as gargalhadas e ser chamada de tia, percebeu que o O grito vem dos cursos superiores, ela decide ignorar o que aconteceu e continuar andando até chegar na direção. Bate na porta e entra.
Diretor_ Professora Pao, pode passar e sentar.
Pao_ O senhor me chamou, diretor?
Diretor_ Sim, queria avisar que amanhã vai entrar um aluno novo na sua sala. Nós o transferimos do 1B para o 1A (que era a turma da Pao), assim separamos aqueles três ou quatro alunos que estavam causando problemas naquela turma. O aluno se chama Rodrigo Martinez (nome e sobrenome fictícios). Tem algum problema com isso?
Pao_ Não (e saiu da sala).
Já voltando para a sala de aula, a cabeça de Pao lembrava que Rodrigo não era um completo estranho para ela. Eles já tinham se cruzado em algum recreio, onde ele tinha dito uma putaria sobre o corpo dela na frente dos colegas, se exibindo para eles. Mas uma vez que se encontraram no corredor, os dois sozinhos, ele não teve coragem de falar nada nem conseguiu levantar a cabeça para olhar nos olhos dela. Sim, quando Pao passou e levantou a cabeça para olhar a bunda dela, ela percebeu, vendo o reflexo de Rodrigo no vidro da porta que dava para o pátio, para onde Pao estava indo.
Já no fim da tarde, Pao voltou para casa e a primeira coisa que ia fazer era tomar um banho bem gelado para tirar todo o calor do corpo. Nua, se banhando, começou a se acariciar a buceta e aos poucos foi se masturbando (depois da separação, tinha transado muito pouco e o corpo dela precisava, já que era uma mulher com um apetite sexual voraz. Assim tinha acostumado Pablo, seu ex-marido, que era pura luxúria. O casal, fora da cama, não tinha muito em comum, era tanta química que Pablo foi o homem que desvirginou o cu lindo e potente dela. Na primeira vez doeu, mas depois ela não conseguia transar sem que Pablo pedisse para fazer a booty dela. Já fazia 2 anos que tinham se separado. Sim, ela teve vários amantes ocasionais que as amigas apresentavam ou conhecia homens pela web, mas rapidinho ela perdia o Interesse e tédio. Ninguém tinha preenchido ela como o ex-marido, sexualmente falando. Quase 3 meses sem quase nada de sexo. A única coisa que fez foi um boquete dentro de um carro pra um conhecido, que depois se arrependeu porque o cara era casado e ela nunca gostou de ser amante. Ela se masturbava sem pensar em ninguém em especial, só por necessidade física. Podia pensar num ator, esportista, famoso que ela gostasse e colocava dentro da fantasia só pra ter um pequeno orgasmo que acalmasse a falta de sexo. Mas à noite, depois de jantar, ela começou a ver um filme na Netflix, mas logo ficou entediada, pegou o laptop e colocou uns vídeos pornô pra se masturbar de novo. A voracidade sexual dela era muito grande.
No outro dia, na escola, na sala dos professores, deram pra ela um relatório do novo aluno (nomes dos pais, onde morava e coisas do tipo). Aí ela entendeu por que o comportamento dele era assim, ao ver que ele vinha de um bairro pobre, onde os pais não são muito presentes. O único consolo dela foi ler que ele não tinha antecedentes criminais e pensou: "talvez ainda dê tempo de endireitar a vida dele". Ao chegar na sala, ela viu ele, se apresentou, e não passou muito disso. Mas conforme os dias foram passando, Rodrigo foi tomando o papel de líder daquele grupinho de alunos enjoados e meio palhaços que tem em toda turma. E aos poucos, Pao foi achando graça na cara de pau dele e no quanto ele era versado em dar desculpas. A intriga aumentou quando ela percebeu as colegas ficando bobas toda vez que ele falava com elas. Era até bonitinho de ver como as minas ficavam felizes só porque ele falou com elas. Era estranho porque elas tinham esperança de namorar com ele, era mais love do que outra coisa. E isso começou a chamar a atenção dela, já que Rodrigo não era daqueles garotos bonitinhos, muito pelo contrário, mas era um líder nato, um bom esportista (segundo os comentários do dia que tinham ginástica e jogavam futebol). O que dava pra dizer é que o cara tinha pasta de campeão, e isso deixava as garotas loucas, e a Pao também. Começou a se interessar. Começou a se perguntar na cabeça dela se a Lorena já tinha dado pra ele (já que a Lorena era a putinha da sala). E os dias foram passando, e o comportamento do Rodrigo com ela foi mudando. Ele era o único aluno que elogiava ela na cara dura, não parava de cantar ela com qualquer desculpa (que sapato bonito, saia, até "que perfume gostoso, tia", etc). Cada vez o Rodrigo se animava mais. A Pao tinha tentado botar um limite que não funcionou (explicando que não era legal esses comentários, que ele era aluno e ela professora). Numa tarde bem quente, ela encosta a bunda na carteira do Rodrigo e sente a mão dele tocar uma nádega (a Pao já tava com tesão no moleque e faz algo sem pensar). Ela finge que tá se levantando da mesa e coloca muito mais bunda em cima, esmagando a palma da mão do Rodrigo por um instante, e depois levanta um pouco (o suficiente pra ele mexer os dedos). Nem lerdo nem otário, o Rodrigo supera aquele momento de incredulidade e começa a fazer movimentos circulares com os dedos, acariciando as redondezas dela (a Pao sente as carícias do aluno e fica toda molhada, sabendo que tá se deixando fazer na frente dos alunos, e ouve o murmúrio do grupinho dos bagunceiros). Fica um tempão com a bunda grudada na mão do Rodrigo e se solta dele, sabendo que naquele dia, quando o moleque saísse, os amigos iam querer carregar ele nos ombros como um campeão, porque ele foi o cara que chegou mais longe: "passou a mão na bunda da professora e ela deixou". Isso merecia o respeito dos outros. No dia seguinte, quando chegou, viu como aquele grupinho que andava com o Rodrigo olhava pra ela, riam e encaravam de outro jeito. Naquela tarde de muito calor, notou que o Rodrigo tava meio atrapalhado, mais do que o normal. A Pao pensou que era por causa de ter deixado ele passar a mão na bunda dela no dia anterior, mas era tanta atrapalhação que ele pegava qualquer coisa com a mão (lápis, caneta, borracha ou régua) e deixava cair no chão, e ela viu o moleque se abaixar pra pegar. Notei que, sempre que ele fazia aquilo, olhava pra onde ela estava. E aí ela percebeu que, com o calor que tava fazendo, sem querer ela abriu demais as pernas pra uma professora, dando uma vista das minhas coxas enormes. E, longe de se escandalizar, ela resolveu abrir mais as pernas pra que Rodrigo pudesse ver só o triangulinho da calcinha preta dela, que já tinha molhado de tão tarado que era ter um aluno olhando pra calcinha dela. Pao escondia com uns papéis o sorriso que não conseguia evitar ao se sentir espiada pelo Rodrigo. Ficou um tempão assim, até que notou que os amigos do Rodrigo começaram a derrubar coisas e eles também se abaixavam pra olhar a calcinha dela. Pao ficou com um pouco de medo e fechou as pernas. Temia que a conduta inapropriada dela pudesse vazar e que ela fosse mandada embora do emprego. Passaram uns dias e, num descuido na escola, roubaram o celular dela (ela percebeu quando chegou em casa). Ficou puta a noite toda. No dia seguinte, quando chegou na escola, entrou e ia denunciar pro diretor que algum aluno tinha roubado o telefone dela, quando viu o zelador mostrando um telefone que tinha achado nas escadas da entrada da escola e perguntou pros meninos que tavam lá, e não era de ninguém (isso tudo ela contou na frente dos professores). Pao se aproximou pra olhar bem o telefone e era o dela, e disse que tinha caído por acidente (mas ela sabia que tinham roubado e preferiu se fazer de sonsa). A tarde toda, na frente da turma, ela não fez outra coisa senão pensar que quem tinha roubado o telefone dela não era pra vender, mas sim pelo conteúdo, ou talvez pra ter acesso ao número dela ou às senhas das redes sociais. Conforme a tarde passou, foi mudando de ideia e chegou em casa convencida de que o "ladrão queria ver se tinha alguma foto ou vídeo íntimo dela, com certeza pra postar na internet". Mas ela sabia que não ia achar nada. Pao tomava o cuidado, toda vez que se gravava transando com algum homem, de apagar tudo. Nas poucas horas, ela nunca ia pra escola com nenhum vídeo ou foto dela (já que sempre pensou que, se algo acontecesse e precisassem procurar algo no celular, poderiam achar). O que encontrariam seriam fotos normais com as amigas. Seria um fiasco pro ladrão. Mas ela começou a mexer no celular e, quando entrou na pasta de fotos, levou um susto: viu uma foto de uma rola ereta e, em seguida, outra foto da mesma rola toda cheia de porra. Não podia acreditar. Na cabeça dela, o único capaz de mandar aquelas fotos era o Rodrigo. Ela vasculhou a pasta inteira e não achou mais fotos. Com um pouco de medo e uma pitada de tesão, decidiu olhar a pasta de vídeos. Lá, encontrou um vídeo de um garoto sem o rosto aparecendo, que se filmou batendo uma punheta com uma mão, enquanto com a outra segurava o celular mostrando uma foto dela de corpo inteiro, bem comum. E ouviu: "Professora Pao, que pedaço de rabo, como eu comeria ela e faria ela provar toda a minha porra". Depois de dizer isso, gozou pra caralho. Pao mordeu os lábios ao ver o vídeo e ter certeza de que era o Rodrigo, o aluno dela (ela percebeu pelas tatuagens nos braços, idênticas às dele, e pela voz, que ele tentou disfarçar, mas sem sucesso). Ela ficou tão excitada que naquela noite se acabou na punheta pensando no aluno e em como ele enfiava a rola nas entranhas dela e a fazia se sentir uma mulher completa. Na mente dela, vinham imagens do ex-marido comendo ela, mas com o rosto do Rodrigo, e ele gozando na boca, cara, peitos, buceta e rabo dela, ou onde ele quisesse, numa noite de orgasmos maratônicos por causa da sessão de masturbação alimentada pelo aluno. Na cabeça dela, só tinha uma ideia: "se deixar levar pelos desejos, sem se importar com os riscos". Dias, até semanas, se passaram, e ela não sabia como realizar isso até que viu a oportunidade: estavam prestes a fazer as provas finais, e o Rodrigo precisava de ajuda em algumas matérias, senão repetiria de ano. Ela esperou até... Que ele ficasse sozinho e ela se ofereceu pra dar umas aulas particulares só pra ele na casa dela. No dia marcado, ela o esperou em casa com uma blusa cinza que se ajustava perfeitamente ao corpo, valorizando aqueles peitões enormes que ela tinha, e uma saia cinza longa até os joelhos que marcava a anatomia dela, realçando aquela bunda gorda e grande, e umas meias pretas combinando com um conjunto de calcinha e sutiã de renda da mesma cor, com sapatos de salto alto preto e uns óculos de professora. "Pao sabia que os homens ficam loucos com aquele fetiche de gozar na cara com óculos". Ela abriu a porta e recebeu ele com dois beijos na bochecha, quase na comissura dos lábios (sorriu pra ele e meio que se desculpou por beijar tão perto da boca). Mandou ele entrar na cozinha, que era meio pequena (mas Pao sabia que sentado ali ele teria uma vista perfeita da bunda dela quando ela se abaixasse pra pegar algo na geladeira). Primeiro, explicou sobre o que seriam as aulas e os temas numa pose (que deixava o decote totalmente à mostra, já que ela tinha se ajoelhado na cadeira e se esticado pra mostrar os papéis, e os próprios braços apertavam aqueles peitos deliciosos, que ficavam ainda mais evidentes e totalmente à vista de Rodrigo). Passaram-se alguns minutos e ela ofereceu algo pra beber e, como era de se esperar, se abaixou de pé, mostrando aquela bunda enorme que Rodrigo já tinha apalpado com os dedos. De repente, ele ouviu a cadeira de Rodrigo se mexer e sentiu as mãos dele agarrarem sua cintura, empurrando-a contra o corpo dele pra que a bunda dela sentisse a dureza do pau dele. Ele a virou, envolveu-a nos braços, levou as mãos até a bunda e a beijou com vontade. Coisa que Pao recusou, mas o jovem insistiu de novo e, dessa vez, Pao abriu a boca pra Rodrigo enfiar a língua e eles se comeram mutuamente, e ela parou de resistir (já que era pra isso que ela tinha inventado as aulas pro Rodrigo, pra ele cair na cama dela, e não fazia sentido fingir dificuldade se era isso que ela queria). estava procurando no final) Rodrigo_ "curtiu o vídeo do celular dele" Pao não conseguia responder e só conseguiu confirmar aquela pergunta com a cabeça, estava tão atordoada pelo tesão, pela excitação e pela ousadia que Rodrigo tinha em tocá-la e ser ele quem dominava a situação. E ela pensou que seria o contrário, que ela quem ia comer o menino, que ele não conseguiria nem falar de susto e excitação. Devagar, o garoto começou a apalpar o corpo carnudo dela com a aprovação de Pao, ela se deixava tocar os peitos, a bunda e beijar como qualquer novinha de balada — era fácil. A calcinha de Pao já tava toda molhada com os sucos e o gosto dela, a cara dela tinha ficado vermelha e a respiração acelerada. Pao sussurrou no ouvido dele: "vamos pra minha cama, assim você mete bem fundo, quer?" Ela pegou ele pela mão e levou pro quarto dela. Rodrigo — chegamos "tia putinha quer que o aluno dela coma ela" Essa frase explodiu igual uma bomba na cabeça dela e deixou ela a mil. Ela empurrou ele, sentou ele na cama e subiu em cima dele de joelhos, como se estivesse cavalgando um cavalo, deu um beijinho inocente e depois começou a chupar a boca dele igual uma puta. A Pao sempre gostou de excitar e sabia que com esse garoto ia conseguir fácil. Pao — cê gostou, Rodrigo? Rodrigo — sim, cê só sabe dar beijo com esses lábios? Pao — (olhou pra ele, sorriu safada, sacou na hora o que ele quis dizer) "quer um boquete?" Rodrigo — e sim. Pao se sentiu a própria cachorra, o garoto pedindo pra ela chupar a pica. Ela pensou que talvez fosse o primeiro oral dele, ou talvez não. E desceu de cima de Rodrigo, se abaixou, desabotoou a calça e puxou um pouco pra deixar ele de cueca, onde marcava toda a masculinidade dele no tecido, escapando por cima da cueca a cabecinha vermelha pedindo atenção urgente da Pao. Ela tocou com dois dedos a cabecinha da pica que tava pra fora e sentiu a babosidade dos líquidos masculinos, e levou os dedos à boca pra provar o gosto. O cheiro de macho que exalava daquele pau bem duro... Ela parou de olhar, baixou a calça e a cueca até os joelhos e passou a língua nele como se fosse um sorvete, sentindo o gosto. Depois, deu beijinhos por todo o pau (na cabeça, no tronco, na base e nos ovos), e com os dedos puxou a pele pra cima, escondendo a pontinha, e com os dentes mordiscou a pele sem apertar forte. Então soltou, abriu a boca e engoliu ele inteiro, como uma boa comedora. A primeira chupada arrancou um suspiro de puro prazer do Rodrigo, graças à língua e aos lábios da sua professora Pao. A cabeça de Pao subia e descia enquanto Rodrigo segurava sua nuca pra ela continuar chupando. De vez em quando, dava pra ouvir Pao engasgando, e Rodrigo soltava a pressão na cabeça dela pra ela pegar um ar. Ficaram um tempão assim, com a saliva de Pao escorrendo da boca dela e do pau do Rodrigo em fios de cuspe.
Rodrigo levantou Pao do chão. Queria penetrar ela. Ela ficou de pé, e ele agarrou as pernas dela, acariciando de baixo pra cima, levantando a saia longa dela dos pés até a calcinha. Enfiou os dedos pelas laterais da calcinha e sentiu o quanto ela estava molhada. Tirou a saia dela e puxou a calcinha até os tornozelos. Cheirou a buceta dela e, com os dedos, abriu ela e meteu a língua pra chupar. Os gemidos dela eram excitantes, ecoando pelo quarto enquanto ele brincava com o clitóris dela, já inchado ao máximo, até que Pao tensionou o corpo e sentiu um arrepio do orgasmo que o moleque tinha tirado dela, a madura.
Depois, deitou ela na cama, abriu as pernas dela e enfiou o pau inteiro de uma vez. Começou a bombar com força. (Pao percebeu pelos movimentos de mete-saca do Rodrigo que não era a primeira vez dele. Sentiu uma decepção, já que ela achava que seria a primeira vez dele, como toda milf.) Quando Rodrigo estava quase gozando, pediu pra gozar nos peitos de Pao, mas não conseguiu e gozou na barriguinha dela, pra terminar o ato. Seguido, colocou ela de quatro e continuou metendo na buceta dela, segurando ela com força pelo cabelo e dizendo: "Assim que você gosta, sua puta. Quer meu gozo nas suas entranhas?" Ela continuou uivando de prazer por ser arrombada por um cara muito mais novo, até que ele gozou de novo dentro dela. Não tirou até parar de ficar duro. Descansaram cinco minutos pra continuar. Ele pediu uma siririca cubana e, ao meter o pau entre os peitos dela, Pao sentiu ele pegajoso e o cheiro de gozo e sexo que emanava daquele membro, todo duro pela excitação que sentia ao receber as massagens dos peitões dela. Se abaixasse a cabeça, podia meter na boca, e foi o que fez, dando um beijinho primeiro pra sentir o gozo nos lábios e começou a chupar enquanto fazia a siririca cubana, até que ele não aguentou mais e explodiu nos peitos e no rosto dela, enchendo ela de porra. Não era a primeira vez que enchiam a cara de Pao de gozo, mas com os óculos ficava incrível. Ela limpou o rosto com os lençóis da cama e Rodrigo pediu o cu dela (ela já não era mais virgem, já que com o ex-marido sempre dava, mas ficou surpresa por ele, tão novo, ter coragem de pedir a bunda e ainda mais por ela aceitar dar tão fácil, já que com o ex-marido demorou quase três meses). Foi assim que, de novo, ela ficou de quatro, levantou bem a bunda e Rodrigo passou a língua no cu dela pra lubrificar, meteu um e depois dois dedos pra dilatar o ânus e, finalmente, enfiou tudo no cu dela. Os gritos dela eram dilacerantes, era tão selvagem a forma de foder que lágrimas caíam dos olhos dela, mas não de dor, e sim de prazer, até que ele gozou no cu dela. E naquela noite, Pao ficou gritando até altas horas da madrugada. Não teve buraco dela que ele não enchesse de gozo. E pra finalizar a façanha, ele pediu pra acabar uma última vez na boca deliciosa dela. E enquanto ela masturbava ele, ele pegou o celular e começou a gravar. Ela quis resistir, mas ele acabou convencendo ela e gravou o final feliz, onde ele enche a cara dela de gozo e onde ela lambe Limpa a rola com a boca sem deixar uma gota de sêmen no pau dele. De manhã, quando ela acorda, Rodrigo já tinha ido embora sem se despedir. O corpo dela todo suado e cheio de porra por todos os lados por causa da noite de sexo que terminou tão exausta que nem tomou banho. Doía tudo, principalmente o cu dela. Começou a catar toda a roupa dela pra lavar e depois tomar banho, já que era sábado e não tinha escola. Enquanto catava, procurou, mas não achou a calcinha dela. Era óbvio que Rodrigo levou como troféu de "ter comido uma coroa". A culpa bateu quando pensou que deu um boquete, ela sendo professora e com o próprio aluno, e pior, deixou ele gravar. Tinha quebrado todas as regras morais e éticas (ela sabia naquele momento que a carreira dela tava ameaçada, mesmo ele prometendo que não ia mostrar o vídeo pra ninguém). Ela sabia que era um perigo, percebeu que tinha que ajudar ele a passar de ano custasse o que custasse). Continua... Nota: a foto é da Paola, uma puta gostosa, e do Marcelotot, publiquei com a permissão deles. A história e os personagens não têm nada a ver com eles. Aqui vai o link do post dela, chamado "a profe de língua": https://es.pornhub.com/view_video.php?viewkey=ph5f2a4d9bd3966
Diretor_ Professora Pao, pode passar e sentar.
Pao_ O senhor me chamou, diretor?
Diretor_ Sim, queria avisar que amanhã vai entrar um aluno novo na sua sala. Nós o transferimos do 1B para o 1A (que era a turma da Pao), assim separamos aqueles três ou quatro alunos que estavam causando problemas naquela turma. O aluno se chama Rodrigo Martinez (nome e sobrenome fictícios). Tem algum problema com isso?
Pao_ Não (e saiu da sala).
Já voltando para a sala de aula, a cabeça de Pao lembrava que Rodrigo não era um completo estranho para ela. Eles já tinham se cruzado em algum recreio, onde ele tinha dito uma putaria sobre o corpo dela na frente dos colegas, se exibindo para eles. Mas uma vez que se encontraram no corredor, os dois sozinhos, ele não teve coragem de falar nada nem conseguiu levantar a cabeça para olhar nos olhos dela. Sim, quando Pao passou e levantou a cabeça para olhar a bunda dela, ela percebeu, vendo o reflexo de Rodrigo no vidro da porta que dava para o pátio, para onde Pao estava indo.
Já no fim da tarde, Pao voltou para casa e a primeira coisa que ia fazer era tomar um banho bem gelado para tirar todo o calor do corpo. Nua, se banhando, começou a se acariciar a buceta e aos poucos foi se masturbando (depois da separação, tinha transado muito pouco e o corpo dela precisava, já que era uma mulher com um apetite sexual voraz. Assim tinha acostumado Pablo, seu ex-marido, que era pura luxúria. O casal, fora da cama, não tinha muito em comum, era tanta química que Pablo foi o homem que desvirginou o cu lindo e potente dela. Na primeira vez doeu, mas depois ela não conseguia transar sem que Pablo pedisse para fazer a booty dela. Já fazia 2 anos que tinham se separado. Sim, ela teve vários amantes ocasionais que as amigas apresentavam ou conhecia homens pela web, mas rapidinho ela perdia o Interesse e tédio. Ninguém tinha preenchido ela como o ex-marido, sexualmente falando. Quase 3 meses sem quase nada de sexo. A única coisa que fez foi um boquete dentro de um carro pra um conhecido, que depois se arrependeu porque o cara era casado e ela nunca gostou de ser amante. Ela se masturbava sem pensar em ninguém em especial, só por necessidade física. Podia pensar num ator, esportista, famoso que ela gostasse e colocava dentro da fantasia só pra ter um pequeno orgasmo que acalmasse a falta de sexo. Mas à noite, depois de jantar, ela começou a ver um filme na Netflix, mas logo ficou entediada, pegou o laptop e colocou uns vídeos pornô pra se masturbar de novo. A voracidade sexual dela era muito grande.
No outro dia, na escola, na sala dos professores, deram pra ela um relatório do novo aluno (nomes dos pais, onde morava e coisas do tipo). Aí ela entendeu por que o comportamento dele era assim, ao ver que ele vinha de um bairro pobre, onde os pais não são muito presentes. O único consolo dela foi ler que ele não tinha antecedentes criminais e pensou: "talvez ainda dê tempo de endireitar a vida dele". Ao chegar na sala, ela viu ele, se apresentou, e não passou muito disso. Mas conforme os dias foram passando, Rodrigo foi tomando o papel de líder daquele grupinho de alunos enjoados e meio palhaços que tem em toda turma. E aos poucos, Pao foi achando graça na cara de pau dele e no quanto ele era versado em dar desculpas. A intriga aumentou quando ela percebeu as colegas ficando bobas toda vez que ele falava com elas. Era até bonitinho de ver como as minas ficavam felizes só porque ele falou com elas. Era estranho porque elas tinham esperança de namorar com ele, era mais love do que outra coisa. E isso começou a chamar a atenção dela, já que Rodrigo não era daqueles garotos bonitinhos, muito pelo contrário, mas era um líder nato, um bom esportista (segundo os comentários do dia que tinham ginástica e jogavam futebol). O que dava pra dizer é que o cara tinha pasta de campeão, e isso deixava as garotas loucas, e a Pao também. Começou a se interessar. Começou a se perguntar na cabeça dela se a Lorena já tinha dado pra ele (já que a Lorena era a putinha da sala). E os dias foram passando, e o comportamento do Rodrigo com ela foi mudando. Ele era o único aluno que elogiava ela na cara dura, não parava de cantar ela com qualquer desculpa (que sapato bonito, saia, até "que perfume gostoso, tia", etc). Cada vez o Rodrigo se animava mais. A Pao tinha tentado botar um limite que não funcionou (explicando que não era legal esses comentários, que ele era aluno e ela professora). Numa tarde bem quente, ela encosta a bunda na carteira do Rodrigo e sente a mão dele tocar uma nádega (a Pao já tava com tesão no moleque e faz algo sem pensar). Ela finge que tá se levantando da mesa e coloca muito mais bunda em cima, esmagando a palma da mão do Rodrigo por um instante, e depois levanta um pouco (o suficiente pra ele mexer os dedos). Nem lerdo nem otário, o Rodrigo supera aquele momento de incredulidade e começa a fazer movimentos circulares com os dedos, acariciando as redondezas dela (a Pao sente as carícias do aluno e fica toda molhada, sabendo que tá se deixando fazer na frente dos alunos, e ouve o murmúrio do grupinho dos bagunceiros). Fica um tempão com a bunda grudada na mão do Rodrigo e se solta dele, sabendo que naquele dia, quando o moleque saísse, os amigos iam querer carregar ele nos ombros como um campeão, porque ele foi o cara que chegou mais longe: "passou a mão na bunda da professora e ela deixou". Isso merecia o respeito dos outros. No dia seguinte, quando chegou, viu como aquele grupinho que andava com o Rodrigo olhava pra ela, riam e encaravam de outro jeito. Naquela tarde de muito calor, notou que o Rodrigo tava meio atrapalhado, mais do que o normal. A Pao pensou que era por causa de ter deixado ele passar a mão na bunda dela no dia anterior, mas era tanta atrapalhação que ele pegava qualquer coisa com a mão (lápis, caneta, borracha ou régua) e deixava cair no chão, e ela viu o moleque se abaixar pra pegar. Notei que, sempre que ele fazia aquilo, olhava pra onde ela estava. E aí ela percebeu que, com o calor que tava fazendo, sem querer ela abriu demais as pernas pra uma professora, dando uma vista das minhas coxas enormes. E, longe de se escandalizar, ela resolveu abrir mais as pernas pra que Rodrigo pudesse ver só o triangulinho da calcinha preta dela, que já tinha molhado de tão tarado que era ter um aluno olhando pra calcinha dela. Pao escondia com uns papéis o sorriso que não conseguia evitar ao se sentir espiada pelo Rodrigo. Ficou um tempão assim, até que notou que os amigos do Rodrigo começaram a derrubar coisas e eles também se abaixavam pra olhar a calcinha dela. Pao ficou com um pouco de medo e fechou as pernas. Temia que a conduta inapropriada dela pudesse vazar e que ela fosse mandada embora do emprego. Passaram uns dias e, num descuido na escola, roubaram o celular dela (ela percebeu quando chegou em casa). Ficou puta a noite toda. No dia seguinte, quando chegou na escola, entrou e ia denunciar pro diretor que algum aluno tinha roubado o telefone dela, quando viu o zelador mostrando um telefone que tinha achado nas escadas da entrada da escola e perguntou pros meninos que tavam lá, e não era de ninguém (isso tudo ela contou na frente dos professores). Pao se aproximou pra olhar bem o telefone e era o dela, e disse que tinha caído por acidente (mas ela sabia que tinham roubado e preferiu se fazer de sonsa). A tarde toda, na frente da turma, ela não fez outra coisa senão pensar que quem tinha roubado o telefone dela não era pra vender, mas sim pelo conteúdo, ou talvez pra ter acesso ao número dela ou às senhas das redes sociais. Conforme a tarde passou, foi mudando de ideia e chegou em casa convencida de que o "ladrão queria ver se tinha alguma foto ou vídeo íntimo dela, com certeza pra postar na internet". Mas ela sabia que não ia achar nada. Pao tomava o cuidado, toda vez que se gravava transando com algum homem, de apagar tudo. Nas poucas horas, ela nunca ia pra escola com nenhum vídeo ou foto dela (já que sempre pensou que, se algo acontecesse e precisassem procurar algo no celular, poderiam achar). O que encontrariam seriam fotos normais com as amigas. Seria um fiasco pro ladrão. Mas ela começou a mexer no celular e, quando entrou na pasta de fotos, levou um susto: viu uma foto de uma rola ereta e, em seguida, outra foto da mesma rola toda cheia de porra. Não podia acreditar. Na cabeça dela, o único capaz de mandar aquelas fotos era o Rodrigo. Ela vasculhou a pasta inteira e não achou mais fotos. Com um pouco de medo e uma pitada de tesão, decidiu olhar a pasta de vídeos. Lá, encontrou um vídeo de um garoto sem o rosto aparecendo, que se filmou batendo uma punheta com uma mão, enquanto com a outra segurava o celular mostrando uma foto dela de corpo inteiro, bem comum. E ouviu: "Professora Pao, que pedaço de rabo, como eu comeria ela e faria ela provar toda a minha porra". Depois de dizer isso, gozou pra caralho. Pao mordeu os lábios ao ver o vídeo e ter certeza de que era o Rodrigo, o aluno dela (ela percebeu pelas tatuagens nos braços, idênticas às dele, e pela voz, que ele tentou disfarçar, mas sem sucesso). Ela ficou tão excitada que naquela noite se acabou na punheta pensando no aluno e em como ele enfiava a rola nas entranhas dela e a fazia se sentir uma mulher completa. Na mente dela, vinham imagens do ex-marido comendo ela, mas com o rosto do Rodrigo, e ele gozando na boca, cara, peitos, buceta e rabo dela, ou onde ele quisesse, numa noite de orgasmos maratônicos por causa da sessão de masturbação alimentada pelo aluno. Na cabeça dela, só tinha uma ideia: "se deixar levar pelos desejos, sem se importar com os riscos". Dias, até semanas, se passaram, e ela não sabia como realizar isso até que viu a oportunidade: estavam prestes a fazer as provas finais, e o Rodrigo precisava de ajuda em algumas matérias, senão repetiria de ano. Ela esperou até... Que ele ficasse sozinho e ela se ofereceu pra dar umas aulas particulares só pra ele na casa dela. No dia marcado, ela o esperou em casa com uma blusa cinza que se ajustava perfeitamente ao corpo, valorizando aqueles peitões enormes que ela tinha, e uma saia cinza longa até os joelhos que marcava a anatomia dela, realçando aquela bunda gorda e grande, e umas meias pretas combinando com um conjunto de calcinha e sutiã de renda da mesma cor, com sapatos de salto alto preto e uns óculos de professora. "Pao sabia que os homens ficam loucos com aquele fetiche de gozar na cara com óculos". Ela abriu a porta e recebeu ele com dois beijos na bochecha, quase na comissura dos lábios (sorriu pra ele e meio que se desculpou por beijar tão perto da boca). Mandou ele entrar na cozinha, que era meio pequena (mas Pao sabia que sentado ali ele teria uma vista perfeita da bunda dela quando ela se abaixasse pra pegar algo na geladeira). Primeiro, explicou sobre o que seriam as aulas e os temas numa pose (que deixava o decote totalmente à mostra, já que ela tinha se ajoelhado na cadeira e se esticado pra mostrar os papéis, e os próprios braços apertavam aqueles peitos deliciosos, que ficavam ainda mais evidentes e totalmente à vista de Rodrigo). Passaram-se alguns minutos e ela ofereceu algo pra beber e, como era de se esperar, se abaixou de pé, mostrando aquela bunda enorme que Rodrigo já tinha apalpado com os dedos. De repente, ele ouviu a cadeira de Rodrigo se mexer e sentiu as mãos dele agarrarem sua cintura, empurrando-a contra o corpo dele pra que a bunda dela sentisse a dureza do pau dele. Ele a virou, envolveu-a nos braços, levou as mãos até a bunda e a beijou com vontade. Coisa que Pao recusou, mas o jovem insistiu de novo e, dessa vez, Pao abriu a boca pra Rodrigo enfiar a língua e eles se comeram mutuamente, e ela parou de resistir (já que era pra isso que ela tinha inventado as aulas pro Rodrigo, pra ele cair na cama dela, e não fazia sentido fingir dificuldade se era isso que ela queria). estava procurando no final) Rodrigo_ "curtiu o vídeo do celular dele" Pao não conseguia responder e só conseguiu confirmar aquela pergunta com a cabeça, estava tão atordoada pelo tesão, pela excitação e pela ousadia que Rodrigo tinha em tocá-la e ser ele quem dominava a situação. E ela pensou que seria o contrário, que ela quem ia comer o menino, que ele não conseguiria nem falar de susto e excitação. Devagar, o garoto começou a apalpar o corpo carnudo dela com a aprovação de Pao, ela se deixava tocar os peitos, a bunda e beijar como qualquer novinha de balada — era fácil. A calcinha de Pao já tava toda molhada com os sucos e o gosto dela, a cara dela tinha ficado vermelha e a respiração acelerada. Pao sussurrou no ouvido dele: "vamos pra minha cama, assim você mete bem fundo, quer?" Ela pegou ele pela mão e levou pro quarto dela. Rodrigo — chegamos "tia putinha quer que o aluno dela coma ela" Essa frase explodiu igual uma bomba na cabeça dela e deixou ela a mil. Ela empurrou ele, sentou ele na cama e subiu em cima dele de joelhos, como se estivesse cavalgando um cavalo, deu um beijinho inocente e depois começou a chupar a boca dele igual uma puta. A Pao sempre gostou de excitar e sabia que com esse garoto ia conseguir fácil. Pao — cê gostou, Rodrigo? Rodrigo — sim, cê só sabe dar beijo com esses lábios? Pao — (olhou pra ele, sorriu safada, sacou na hora o que ele quis dizer) "quer um boquete?" Rodrigo — e sim. Pao se sentiu a própria cachorra, o garoto pedindo pra ela chupar a pica. Ela pensou que talvez fosse o primeiro oral dele, ou talvez não. E desceu de cima de Rodrigo, se abaixou, desabotoou a calça e puxou um pouco pra deixar ele de cueca, onde marcava toda a masculinidade dele no tecido, escapando por cima da cueca a cabecinha vermelha pedindo atenção urgente da Pao. Ela tocou com dois dedos a cabecinha da pica que tava pra fora e sentiu a babosidade dos líquidos masculinos, e levou os dedos à boca pra provar o gosto. O cheiro de macho que exalava daquele pau bem duro... Ela parou de olhar, baixou a calça e a cueca até os joelhos e passou a língua nele como se fosse um sorvete, sentindo o gosto. Depois, deu beijinhos por todo o pau (na cabeça, no tronco, na base e nos ovos), e com os dedos puxou a pele pra cima, escondendo a pontinha, e com os dentes mordiscou a pele sem apertar forte. Então soltou, abriu a boca e engoliu ele inteiro, como uma boa comedora. A primeira chupada arrancou um suspiro de puro prazer do Rodrigo, graças à língua e aos lábios da sua professora Pao. A cabeça de Pao subia e descia enquanto Rodrigo segurava sua nuca pra ela continuar chupando. De vez em quando, dava pra ouvir Pao engasgando, e Rodrigo soltava a pressão na cabeça dela pra ela pegar um ar. Ficaram um tempão assim, com a saliva de Pao escorrendo da boca dela e do pau do Rodrigo em fios de cuspe.
Rodrigo levantou Pao do chão. Queria penetrar ela. Ela ficou de pé, e ele agarrou as pernas dela, acariciando de baixo pra cima, levantando a saia longa dela dos pés até a calcinha. Enfiou os dedos pelas laterais da calcinha e sentiu o quanto ela estava molhada. Tirou a saia dela e puxou a calcinha até os tornozelos. Cheirou a buceta dela e, com os dedos, abriu ela e meteu a língua pra chupar. Os gemidos dela eram excitantes, ecoando pelo quarto enquanto ele brincava com o clitóris dela, já inchado ao máximo, até que Pao tensionou o corpo e sentiu um arrepio do orgasmo que o moleque tinha tirado dela, a madura.
Depois, deitou ela na cama, abriu as pernas dela e enfiou o pau inteiro de uma vez. Começou a bombar com força. (Pao percebeu pelos movimentos de mete-saca do Rodrigo que não era a primeira vez dele. Sentiu uma decepção, já que ela achava que seria a primeira vez dele, como toda milf.) Quando Rodrigo estava quase gozando, pediu pra gozar nos peitos de Pao, mas não conseguiu e gozou na barriguinha dela, pra terminar o ato. Seguido, colocou ela de quatro e continuou metendo na buceta dela, segurando ela com força pelo cabelo e dizendo: "Assim que você gosta, sua puta. Quer meu gozo nas suas entranhas?" Ela continuou uivando de prazer por ser arrombada por um cara muito mais novo, até que ele gozou de novo dentro dela. Não tirou até parar de ficar duro. Descansaram cinco minutos pra continuar. Ele pediu uma siririca cubana e, ao meter o pau entre os peitos dela, Pao sentiu ele pegajoso e o cheiro de gozo e sexo que emanava daquele membro, todo duro pela excitação que sentia ao receber as massagens dos peitões dela. Se abaixasse a cabeça, podia meter na boca, e foi o que fez, dando um beijinho primeiro pra sentir o gozo nos lábios e começou a chupar enquanto fazia a siririca cubana, até que ele não aguentou mais e explodiu nos peitos e no rosto dela, enchendo ela de porra. Não era a primeira vez que enchiam a cara de Pao de gozo, mas com os óculos ficava incrível. Ela limpou o rosto com os lençóis da cama e Rodrigo pediu o cu dela (ela já não era mais virgem, já que com o ex-marido sempre dava, mas ficou surpresa por ele, tão novo, ter coragem de pedir a bunda e ainda mais por ela aceitar dar tão fácil, já que com o ex-marido demorou quase três meses). Foi assim que, de novo, ela ficou de quatro, levantou bem a bunda e Rodrigo passou a língua no cu dela pra lubrificar, meteu um e depois dois dedos pra dilatar o ânus e, finalmente, enfiou tudo no cu dela. Os gritos dela eram dilacerantes, era tão selvagem a forma de foder que lágrimas caíam dos olhos dela, mas não de dor, e sim de prazer, até que ele gozou no cu dela. E naquela noite, Pao ficou gritando até altas horas da madrugada. Não teve buraco dela que ele não enchesse de gozo. E pra finalizar a façanha, ele pediu pra acabar uma última vez na boca deliciosa dela. E enquanto ela masturbava ele, ele pegou o celular e começou a gravar. Ela quis resistir, mas ele acabou convencendo ela e gravou o final feliz, onde ele enche a cara dela de gozo e onde ela lambe Limpa a rola com a boca sem deixar uma gota de sêmen no pau dele. De manhã, quando ela acorda, Rodrigo já tinha ido embora sem se despedir. O corpo dela todo suado e cheio de porra por todos os lados por causa da noite de sexo que terminou tão exausta que nem tomou banho. Doía tudo, principalmente o cu dela. Começou a catar toda a roupa dela pra lavar e depois tomar banho, já que era sábado e não tinha escola. Enquanto catava, procurou, mas não achou a calcinha dela. Era óbvio que Rodrigo levou como troféu de "ter comido uma coroa". A culpa bateu quando pensou que deu um boquete, ela sendo professora e com o próprio aluno, e pior, deixou ele gravar. Tinha quebrado todas as regras morais e éticas (ela sabia naquele momento que a carreira dela tava ameaçada, mesmo ele prometendo que não ia mostrar o vídeo pra ninguém). Ela sabia que era um perigo, percebeu que tinha que ajudar ele a passar de ano custasse o que custasse). Continua... Nota: a foto é da Paola, uma puta gostosa, e do Marcelotot, publiquei com a permissão deles. A história e os personagens não têm nada a ver com eles. Aqui vai o link do post dela, chamado "a profe de língua": https://es.pornhub.com/view_video.php?viewkey=ph5f2a4d9bd3966
3 comentários - A professora deixa apalpar a bunda