A Família IV

Yuli olhou pra mamãe de novo e depois abriu as nádegas com as duas mãos, assim papai, assim igual à mamãe, você quer que eu abra também? Sim, assim, putinha. Papai colocou o pau de novo e foi entrando devagar em Yuli, enquanto eu segurava mamãe pelo cabelo e montava nela. Dona Martina gritava: quero seu pau, Rodri, quero seu pau mais fundo, dá pra mamãe, pau, ela dizia. De repente, um grito ecoou pela sala toda: você tá rasgando toda a minha buceta, gritou Yuli. Papai agarrou Yuli pela cintura e comeu ela com toda força. Nós dois montávamos naquele par de putas. Mamãe se aproximou de Yuli pra beijá-la, enquanto Yuli, com os olhos virados, só uivava: aí, aí, aí, aí, aí, minha bundinha, aí, minha bundinha. Papai gozou várias vezes dentro de Yuli, mas nunca tirou o pau. No final, ele sentou no sofá e Yuli ficou jogada no chão tentando recuperar o fôlego. Peguei mamãe pelo cabelo com força e meti com tudo. Assim, assim, assim, me come com força, me come com força, ela dizia. De repente, soltei toda a porra dentro dela. A bunda enorme dela estava toda cheia de porra escorrendo pelas pernas e nádegas. E eu, igual ao papai, sentei no sofá enquanto mamãe lambia todo o meu pau pra limpar. Depois de um tempo, papai pegou Yuli no colo e levou pro quarto dele. "Deixa a gente sozinho", disse o velho enquanto ia embora, enquanto mamãe beijava meu pau.



Naquela noite, a Yuli gemeu a noite inteira, no quarto dela dava pra ouvir gritos, uivos e muitos gemidos, como se fosse uma puta no cio, tava claro que o pai tava fazendo ela de sua mulher, a Yuli ia ser mais uma piranha da família. Enquanto isso, eu e a mãe fomos pro quarto dela, ela tinha acabado de sair do banho só com uma fio dental vermelha que tinha comprado naquele dia especialmente pra mim, toda empinada e só de fio dental, ela abriu as nádegas de par em par me mostrando a bunda toda, e disse:Vai logo, filhinho, enfia tudo, que essa bunda toda é tua e só tua por esta noite. Na hora, subi em cima dela como se fosse minha gostosa, montei nela. Eu por cima e ela de quatro, totalmente à minha disposição. Comi ela gostoso, e enquanto meu pau ia entrando, ela começou a gemer, toda se esguichando. Foi depois da terceira enfiada que ela começou a pedir para eu puxar o cabelo dela e bater na bunda. "Rodri, castiga sua mamãe putinha, quero ser castigada." Comecei a dar tapas na bunda dela enquanto metia sem parar. Ela gemia sem parar, a buceta ardente apertava meu pau com força. Quase gozei dentro dela, mas ela não deixou. Deitou de barriga pra baixo na cama, meu gozo saiu e espalhou nas costas dela. Eu, exausto, caí do lado dela, enquanto ela pegava o gozo com os dedos e levava à boca pra chupar. "Mamãe adora gozo quente, Rodri", ela dizia enquanto chupava. Fiquei deitado um tempão, e minha mãe deitada do meu lado, com a mão no meu pau, acariciando com todo cuidado.


Voltei a pensar na Yuli e perguntei se ela ia ficar bem, a mãe respondeu,Hoje seu pai e a Yuli não vão sair daquele quarto, filho. Perguntei pra mãe quanto tempo eles iam demorar pra sair, e aí a Martina, minha mãe, respondeu: "Com a Berenice, sua outra irmã, demorou três dias, mas a pequena Yuli é mais foxy e mais porca, com só essa noite já basta". Os gemidos da minha irmãzinha começaram de novo, e Dona Martina me disse: "Escuta ela, a putinha, dá pra ver que adora ser arrombada toda". Depois disso, mãe começou a chupar meu pau de novo. "Me dá mais leite, filho", e enquanto engolia tudo, depois começou a lamber e beijar minhas bolas. Me deixei levar de novo e enfiei várias vezes na boca dela. Meu pau batia na garganta dela, e cada vez que isso acontecia, ela engasgava e depois tirava da boca e cuspia. Gozei nela várias vezes, e ela bebia meu leite toda sedenta. Fizemos isso até dormirmos. Na manhã seguinte, quando acordei, vi mãe deitada com o rosto na altura do meu pau, toda cheia de sêmen. A noite inteira ela ficou me ordenhando. Levantei pra ir ao banheiro e depois saí no corredor. Fui no quarto da Yuli: ela também estava toda cheia de sêmen e completamente nua na cama dela. Voltei pro quarto dos meus pais pra pegar minha roupa. De repente, a porta abriu. Era a Yuli. Ela andou e se deitou ao lado da minha mãe, me olhando nos olhos e disse: "Rodri, ontem papai fez de tudo comigo, arrombou minha buceta e comi muito leite, muito leite, igual uma puta. Rodri, agora sou a putinha dele", ela falou como se estivesse traumatizada. Fiquei pasmo com o que ela disse.


Deixei ela descansar e me arrumei pra ir trabalhar. Quando tava no trampo, recebi uma ligação da minha irmã Berenice. Ela falou que precisava vir em casa resolver uns papéis do serviço dela e que ia ficar o fim de semana com a gente. De tardinha, quando cheguei em casa, mamãe e Yuli estavam super animadas — a Berenice também tinha falado com elas e elas já sabiam da visita. Papai disse que ia convidar o tio Luís e a esposa dele pra fazer um churrasco e surpreender a Berenice com uma festa surpresa. Era sexta-feira e a Berenice chegava no sábado de manhã. Depois do jantar, papai foi pra sala ver TV, mas antes mandou a Yuli sentar com ele pra ver o jornal. O comentário dele me chamou a atenção. Fui pro meu quarto resolver um trampo pendente, porque queria ter o sábado todo livre pra curtir com a Berenice. Depois de umas duas horas, saí do quarto e passei pela sala. A Yuli tava pelada, pulando na pica do papai, enquanto ele via o jornal. Ao mesmo tempo, mamãe tava sentada no outro sofá, olhando pra eles de frente, e enfiava um pepino inteiro na buceta. A Yuli me viu passar e me deu um sorriso, mas eu segui em frente. Ouvi a Yuli terminar com um gemido forte e, depois, a mamãe fazer o mesmo um pouco mais tarde. Quando saí, os três estavam dormindo na sala. Tinham virado a noite anterior e não aguentaram mais, então terminaram cedo. Como eu tinha que buscar a Berenice na rodoviária, preferi ir dormir cedo.


Na manhã seguinte, fui buscar a Berenice no terminal. A gente se cumprimentou com um abraço forte. Ela continuava tão gostosa como sempre, com aquelas cadeiras largas, o peito firme e o cabelão do mesmo jeito. Fomos pra casa, e fomos recebidos pelo resto da família, mais meu tio Luis e a esposa dele, a tia Blanca. Minhas primas Viridiana e Vanesa não tinham conseguido ir naquele dia, porque estavam com o tio Jorge. "Conejita!", gritou papai ao ver a Berenice, dando um abraço nela. Minha mãe e a Yuli fizeram a mesma coisa. Meu tio Luis também abraçou ela e depois disse: "Berenice, você continua tão gostosa, sobrinha". E a tia Blanca deu um presente pra ela: "Comprei uma coisa pra você, Berenice, espero que goste". A gente tava todo mundo na sala, e alguém perguntou desde quando a gente não se via. Eu comentei que era desde a ida pra fazenda do vô Marcos. Berenice disse: "É verdade, aquela reunião foi uma das minhas favoritas". Aí o tio Luis perguntou: "Yuli, já tá pronta pra esse ano?". Meu pai respondeu: "Sim, já. O Rodri e eu temos preparado ela, e vocês vão ter uma surpresa linda no próximo verão". A tia Blanca interrompeu: "Por falar nisso, por que você não abre seu presente, Berenice?". Ela respondeu que sim. A Bere pegou a sacola do presente e abriu, tirando uma calcinha fio dental branca, uma orelhinha de coelho e uns pezinhos bem pequenos. "Que lindo, tia!", disse minha irmã. "Vai, Berenice, experimenta. Melhor, vamos que eu te ajudo a vestir". Levantaram a Berenice, minha mãe e a tia, e a Yuli não teve escolha senão ir junto também. Meu tio Luis disse: "Com certeza essas aí já vão putear".


E logo depois saíram a tia branca, Berenice, Yuli e a mãe, todas juntas.Tangas com as tetas totalmente de fora, só a Berenice usava os bicos de peito e a tiara de orelhas de coelha. Mamãe, assim como a Berenice, tava de thong branca. Tio Luís tava babando de ver aquelas gostosas, e meu pai se sentia orgulhoso de ter essas mulheres na família. Mamãe se virou e mostrou a raba pra gente. Yuli deu uma voltinha e mamãe abriu as nádegas dela pra gente ver o cuzinho inteiro. "Só falta você, Branca", meu pai disse pra tia. "Claro, Roberto." A tia começou a rebolar, e aquele cuzão imenso da tia Branca e aqueles peitos enormes balançavam pra todo lado. A thong amarela dela não cobria os pelinhos crespos que saíam da virilha. Tio Luís levantou e começou a acariciar a Yuli. "Quero comer essa novinha." "Come ela, Luís", meu pai disse pro meu tio. "Eu vou comer a coelhinha." "E você, Rodri?", me perguntaram. Na hora, meu tio Luís respondeu: "Ué, ele que coma a Branca e a Martina. Afinal, é novo e aguenta essas duas porcas carnudas.


Faz assim, meu filho, me come logo, porque já tô querendo pica desde de manhã", falou minha mãe. A tia Branca pegou ela pela mão e levou pro sofá: "Se incline, comadre, e mostra essa rabetona que você tem". A tia Branca abriu as nádegas da minha mãe e falou: "Olha só, sobrinho, a raba da sua mãe. Não é à toa que essa foxy nunca fica sem pica". Meu pai chegou e deu um tapa: "Porra, foxy, não tem vergonha de ser a primeira a mostrar a bunda pra todo mundo?" O tio Luís falou pra Yuli: "Se inclina você também, minha filha, ali do lado da sua mãe". A Yuli se colocou do lado da minha mãe. A bunda dela era fechadinha e rosada. A tia passou um dedo no cu dela, dizendo: "Esse bum ainda é novo, não te arrebentaram ainda, mocinha?" A Yuli respondeu: "Arrebentou sim, tia, meu pai que arrebentou". "Igualzinho a mim quando morava aqui", falou a Berenice. "Se inclina do lado da sua mãe, irmãzinha", eu falei pra Berenice. Ela, toda obediente, se inclinou e perguntou: "Assim, o meu parece gostoso?" enquanto se mexia devagar pros lados. A tia Branca já não cabia no sofá pra ficar de quatro, mas se ajeitou no chão. O tio Luís ordenou: "Você fica aí, Branca. Você só vai mamar pica e mais nada.


Depois o tio Luís ficou atrás da Yuli, o pai atrás da Berenice e eu atrás da mamãe. Nós metemos todas. Deu pra ouvir os gemidos das três quase ao mesmo tempo. "Que delíciaaaa!" gritou minha mãe. A Yuli disse: "Não, tio, não tão forte". E a Berenice gritou: "Papaiiiii mmmmmgggh". O tio Luís era bruto com a Yuli, mesmo ela tendo a buceta bem apertadinha. Ele metia com muita força: "Pega, sua putinha, pega toda a minha pica. Eu sei que você gosta". E a Yuli respondia: "Sim, tio, sim, me dá. Me arrebenta como uma puta". O pai segurava a Berenice pelo cabelo e comia ela com a mesma força: "Vai, sua coelhinha, enfia como você sabe. Eu sei que você lembra como comer essa pica". A Berenice rebolava sem parar e reclamava como uma puta no cio. Eu comia de novo aquela bunda imensa da Martina, que também se enfiava sozinha. Eu adorava tirar ela toda e depois meter de novo inteira.

O tio Luís tirou a pica da Yuli pra tia Branca chupar: "Vai, Branca, limpa ela. Sua sobrinha quer ela toda dentro, mas bem limpinha". A tia Branca chupava a pica do tio Luís e depois a do pai. Aí ela se ajoelhou do meu lado: "Vou limpar pra você, Rodri", disse abrindo a boca e colocando a língua pra fora. Eu enfiei até a metade, e a putinha chupava como uma louca. Depois de chupar um pouco, eu enfiava de novo na mamãe, que reclamava muito mas adorava quando minha pica dura entrava na buceta dela de novo. Mamãe começou a berrar como uma puta: "Assim, Rodri, me dá mais, me dá mais. Arrebenta a buceta da sua mamãe. Arrebenta a buceta dessa puta de bunda grande". Eu quase gozei, mas tirei antes. Peguei a tia Branca pelo cabelo e obriguei ela a engolir toda a porra. A tia tava sempre pronta pra lamber picas. A Yuli gritou: "Tô gozando, tio!" E o tio Luís encheu ela de porra, que eu vi escorrendo entre as pernas dela. O pai gozou dentro da Bere, que reclamava e curtia a pica do papai dela. "Sua coelhinha puta já tá toda cheia de porra, papai. Da sua porra gostosa, papai", ela dizia enquanto fechava os olhos e continuava se enfiando. Tirei minha tia da garganta e enfiei meu pau de novo entre as nádegas da mamãe enquanto puxava o cabelo dela, agora sim, dona puta, engole toda a minha porra igual às vadias das suas filhas. Mamãe abriu as nádegas com as duas mãos enquanto eu metia, filhas, estão arrebentando toda a bunda da mamãe.
Minha mãe gritava.enquanto meu gozo jorrava dentro da bunda dela, finalmente dona martina tinha me espremido por completo. o tio luis e o papai também tinham ficado exaustos. a tia blanca juntava o gozo das virilhas das sobrinhas e depois enfiava a língua na buceta da mamãe, que delícia de foda que deram, putinhas. eu também vou querer a mesma coisa.


Fim...

2 comentários - A Família IV

me puse a leer los anteriores, uuufff son tremendos. sigue la historia!
Han pasado años pero al fin vuelvo a leerte.
Buenisimo espero retomes sos de mis escritores de erótica favoritos y esta saga también.
Si no tienes la continuación te recomiendo indagar el hilo que insinuante con el medio trauma de yuli
Cuando se proclamo como puta. Me pareció una insinuación de otro secreto familiar de como las combierten o por que son putas