El capítulo 1 pueden encontrarlo acá:
https://m.poringa.net/posts/relatos/3933856/Lujuria-en-el-tren-Sarmiento-Capitulo-1.html
**************************,
LA VIEJA TROLA Y MI PRIMERA PIJA
El siguiente es un relato doble, mi idea era contarlo por separado pero como sucedió el mismo día con tan solo unos 20 minutos uno del otro decidí meter los dos en uno.
Ese día tenía que estar a las 7 cerca del obelisco. Sabía que tenía al menos una hora y media de viaje así que salí a las 5 de casa para llegar tranquilo. Llegué a la estación de Merlo y ya había mucha gente en el andén esperando el tren. Sin perder tiempo comencé a buscar a mi presa, ver si cruzaba alguna mirada con alguna hembra y buscar viajar pegadito a su culo.
Recorrí un poco el andén y la vi a ella, una gordita culona con una calza (leggins) bien entangada que se partía sola. Llega el tren y ya venía bastante gente, en el tumulto pierdo a la gordita, ya no podía acomodarme y mucho menos acercarme a ella que quedó como a 3 metros de donde yo estaba. Me acomodo detrás de una vieja, 60 años aproximadamente. Petisa, llevaba una calza también con un culo apretadito pero nada del otro mundo. No había otra opción mejor y no estaba conforme con lo que había quedado. La gorda tenía un culo tremendo y la había perdido.
Disimulando comencé a rozarla un poco, un roce muy sutil para ver qué reacción tenía. Quería asegurarme de que estuviera de acuerdo antes de lanzarme se llano a apoyarla. He visto muchas veces cuando un hombre se comió un cachetazo o que los mismos pasajeros que estaban alrededor bajaron a golpes de puño a algun pajero desubicado.
Claro, yo también era un pajero pero no del todo desubicado, tanteaba el territorio, rozaba una o dos veces y si me miraban mal o buscaban acomodarse de otra forma ya desistía del intento.
Tenía la mochila sujetada con mi mano derecha, de la manija de arriba como si fuera una bolsa. Con mis nudillos rozaba un poco el culo de la vieja. A la segunda o la tercera ella empujó el culito hacia atrás. No estaba seguro lo que eso significaba así que volvía hacerlo unas veces más y la reacción de ella era siempre la misma. Estaba regalada, le acomodé la pija cerca del culo, y con el movimiento del tren aproveché para apoyarla. Ella respondía empujando su culito hacia atrás una y otra vez.
Não demorei pra ter uma ereção, chegou um momento que nem nos desgrudávamos. Ficávamos parados fazendo pressão um no outro. O trem estava lotado e ninguém prestava atenção na situação. De repente, sinto a mão dela acariciando minha cock, já tava duríssima, mas não bastou só acariciar. Ela tentava enfiar a mão dentro da minha calça.
Já tinha apoiado outras mulheres antes, mas nunca tinha acontecido o que tava rolando naquele momento. Com minha mão, afastei a calça e dei espaço suficiente pra ela enfiar a mão. Eu não usava roupa íntima, era mais gostoso na hora de apoiar alguém. A coroa pegou na minha cock e começou a me bater uma. Tava louco, a coroa me deixava fervendo de tesão. Resolvi fazer o mesmo, passei minha mão pela cintura dela, descendo até a barriga, e fiquei acariciando aquela pussy por vários minutos.
A situação tava me deixando maluco, ela me batia uma sem parar enquanto eu continuava acariciando aquela pussy marcada na legging. Até que me animei pra mais e enfiei a mão dentro da legging. A coroa tava encharcada, totalmente molhada. Com meu dedo indicador, esfregava o clitóris dela, e de vez em quando ela dava um solavanco, que podia chamar a atenção de alguém. A calcinha dela tava toda pegajosa, aquela pussy suculenta pedia mais, e enfiei dois dedos naquela pussy apertada. A gente se tocou por uns 15 minutos.
Quando estamos chegando em Liniers, ela tira a mão dela e também move a minha. Percebi que ela já ia descer, me posicionei atrás dela como se também precisasse descer. Quando o trem para na estação, desci seguindo ela, esperando poder continuar o que estávamos fazendo, mas ela encontrou um velho que estava esperando por ela na estação. Eles se beijaram e foram andando juntos. O trem já tinha ido embora, tive que esperar o próximo.
Fiquei com um tesão danado. Minha ideia era entrar no próximo trem e procurar outra presa para caçar, mas não deu certo, o trem não estava tão lotado, então era impossível encostar em alguém. Cheguei na estação Once, onde termina o trajeto, e de lá tinha que pegar o metrô. Desci em Once e estava morrendo de vontade de mijar.
O banheiro de Once é provavelmente um dos mais nojentos de Buenos Aires. Entra tanta gente constantemente que você precisa de um bom tempo para conseguir entrar, especialmente quando chega um trem.
O banheiro masculino em Buenos Aires é um lugar muito peculiar, insuportável para alguns, excitante para outros. Aproximadamente 90% das vezes que entrei num banheiro público em Buenos Aires, tinha pelo menos um homem se masturbando. Não é que você entra e te mostram a pica na cara. Mas eles fingem que estão urinando e aproveitam para espiar as picas alheias. Eu já estava calejado, andava o tempo todo na rua e de certa forma tinha me acostumado. Além disso, embora já tivesse tido algum encontro com outro homem, só tinha recebido boquete, às vezes eu parava para olhar algum pedaço ou mostrar a pica pro cara do lado enquanto me masturbava.
Naquele dia estava muito tarado, a velha tinha me deixado com muita vontade de transar, então quando entrei no banheiro, mijei e me sacudi com força. Um cara de uns 40 anos ao lado também estava se masturbando. Fiquei uns minutos e fui embora. Quando estou saindo da estação, rumo à entrada do metrô, alguém fala comigo. Percebo Virei e era o cara que tava no banheiro. Desconhecido: -E aí, vai fazer alguma coisa? Moro aqui na frente. Ele falou, apontando pro outro lado da praça. Eu: -Fechou, vamos.
Nem pensei duas vezes, topei na hora. Queria extravasar aquela tesão que tava guardada. A pica tava meia-bomba, se recusava a amolecer de vez. Chegamos no prédio, subimos pro apartamento. Acendi um cigarro, fiquei de pé. Ele sentou num sofá e puxou a pica pra fora. Não tinha reparado muito no banheiro, era uma pica enorme, umas 20 centímetros, chuto. Desconhecido: -Filhote, chupa ela um pouco.
Fiquei paralisado. De tanta tesão, nem perguntei o que ele queria antes de aceitar o convite. Achei que ele ia chupar minha pica, mas tava enganado, ele queria que eu chupasse a dele.
Era uma fantasia pra mim, já tinha imaginado várias vezes, mas nunca tinha tido uma chance clara de comer uma pica. Não sou de ficar enrolando, me abaixei e comecei a chupar a pica dele. Não conhecia o gosto, não sabia qual era a sensação de ter uma na boca. Com todo o pornô que já tinha visto na vida, mais as vezes que tinham chupado a minha, já sabia como fazer, mas não é a mesma coisa ver e fazer. Fui meio sem jeito, ele disse que meus dentes arranhavam, então tive que abrir mais a boca.
Enquanto chupava ele, eu me masturbava, dava meu melhor, colocava toda minha dedicação. Depois de 2 ou 3 minutos o cara começou a gozar, eu, como um bom virjão, tirei a boca e bati uma punheta até ele terminar. Desconhecido: -Que boquete gostoso. Eu sabia perfeitamente que tinha sido uma merda, mas aceitei o elogio. Valeu, respondi. Agora você chupa o meu? Desconhecido: -Ah não, eu não faço isso. Eu: -Tá bom, falei morrendo de tristeza por dentro. A gente se despediu e eu segui meu caminho. Foi tudo muito frustrante. A coroa que me deixou todo excitado e o outro filho da puta que não quis me chupar. Pelo menos tinha provado um pau pela primeira vez. Essa foi a primeira, vieram muitas mais com o passar dos anos. FIM.
https://m.poringa.net/posts/relatos/3933856/Lujuria-en-el-tren-Sarmiento-Capitulo-1.html
**************************,
LA VIEJA TROLA Y MI PRIMERA PIJA
El siguiente es un relato doble, mi idea era contarlo por separado pero como sucedió el mismo día con tan solo unos 20 minutos uno del otro decidí meter los dos en uno.
Ese día tenía que estar a las 7 cerca del obelisco. Sabía que tenía al menos una hora y media de viaje así que salí a las 5 de casa para llegar tranquilo. Llegué a la estación de Merlo y ya había mucha gente en el andén esperando el tren. Sin perder tiempo comencé a buscar a mi presa, ver si cruzaba alguna mirada con alguna hembra y buscar viajar pegadito a su culo.
Recorrí un poco el andén y la vi a ella, una gordita culona con una calza (leggins) bien entangada que se partía sola. Llega el tren y ya venía bastante gente, en el tumulto pierdo a la gordita, ya no podía acomodarme y mucho menos acercarme a ella que quedó como a 3 metros de donde yo estaba. Me acomodo detrás de una vieja, 60 años aproximadamente. Petisa, llevaba una calza también con un culo apretadito pero nada del otro mundo. No había otra opción mejor y no estaba conforme con lo que había quedado. La gorda tenía un culo tremendo y la había perdido.
Disimulando comencé a rozarla un poco, un roce muy sutil para ver qué reacción tenía. Quería asegurarme de que estuviera de acuerdo antes de lanzarme se llano a apoyarla. He visto muchas veces cuando un hombre se comió un cachetazo o que los mismos pasajeros que estaban alrededor bajaron a golpes de puño a algun pajero desubicado.
Claro, yo también era un pajero pero no del todo desubicado, tanteaba el territorio, rozaba una o dos veces y si me miraban mal o buscaban acomodarse de otra forma ya desistía del intento.
Tenía la mochila sujetada con mi mano derecha, de la manija de arriba como si fuera una bolsa. Con mis nudillos rozaba un poco el culo de la vieja. A la segunda o la tercera ella empujó el culito hacia atrás. No estaba seguro lo que eso significaba así que volvía hacerlo unas veces más y la reacción de ella era siempre la misma. Estaba regalada, le acomodé la pija cerca del culo, y con el movimiento del tren aproveché para apoyarla. Ella respondía empujando su culito hacia atrás una y otra vez.
Não demorei pra ter uma ereção, chegou um momento que nem nos desgrudávamos. Ficávamos parados fazendo pressão um no outro. O trem estava lotado e ninguém prestava atenção na situação. De repente, sinto a mão dela acariciando minha cock, já tava duríssima, mas não bastou só acariciar. Ela tentava enfiar a mão dentro da minha calça.Já tinha apoiado outras mulheres antes, mas nunca tinha acontecido o que tava rolando naquele momento. Com minha mão, afastei a calça e dei espaço suficiente pra ela enfiar a mão. Eu não usava roupa íntima, era mais gostoso na hora de apoiar alguém. A coroa pegou na minha cock e começou a me bater uma. Tava louco, a coroa me deixava fervendo de tesão. Resolvi fazer o mesmo, passei minha mão pela cintura dela, descendo até a barriga, e fiquei acariciando aquela pussy por vários minutos.
A situação tava me deixando maluco, ela me batia uma sem parar enquanto eu continuava acariciando aquela pussy marcada na legging. Até que me animei pra mais e enfiei a mão dentro da legging. A coroa tava encharcada, totalmente molhada. Com meu dedo indicador, esfregava o clitóris dela, e de vez em quando ela dava um solavanco, que podia chamar a atenção de alguém. A calcinha dela tava toda pegajosa, aquela pussy suculenta pedia mais, e enfiei dois dedos naquela pussy apertada. A gente se tocou por uns 15 minutos.
Quando estamos chegando em Liniers, ela tira a mão dela e também move a minha. Percebi que ela já ia descer, me posicionei atrás dela como se também precisasse descer. Quando o trem para na estação, desci seguindo ela, esperando poder continuar o que estávamos fazendo, mas ela encontrou um velho que estava esperando por ela na estação. Eles se beijaram e foram andando juntos. O trem já tinha ido embora, tive que esperar o próximo.Fiquei com um tesão danado. Minha ideia era entrar no próximo trem e procurar outra presa para caçar, mas não deu certo, o trem não estava tão lotado, então era impossível encostar em alguém. Cheguei na estação Once, onde termina o trajeto, e de lá tinha que pegar o metrô. Desci em Once e estava morrendo de vontade de mijar.
O banheiro de Once é provavelmente um dos mais nojentos de Buenos Aires. Entra tanta gente constantemente que você precisa de um bom tempo para conseguir entrar, especialmente quando chega um trem.
O banheiro masculino em Buenos Aires é um lugar muito peculiar, insuportável para alguns, excitante para outros. Aproximadamente 90% das vezes que entrei num banheiro público em Buenos Aires, tinha pelo menos um homem se masturbando. Não é que você entra e te mostram a pica na cara. Mas eles fingem que estão urinando e aproveitam para espiar as picas alheias. Eu já estava calejado, andava o tempo todo na rua e de certa forma tinha me acostumado. Além disso, embora já tivesse tido algum encontro com outro homem, só tinha recebido boquete, às vezes eu parava para olhar algum pedaço ou mostrar a pica pro cara do lado enquanto me masturbava.
Naquele dia estava muito tarado, a velha tinha me deixado com muita vontade de transar, então quando entrei no banheiro, mijei e me sacudi com força. Um cara de uns 40 anos ao lado também estava se masturbando. Fiquei uns minutos e fui embora. Quando estou saindo da estação, rumo à entrada do metrô, alguém fala comigo. Percebo Virei e era o cara que tava no banheiro. Desconhecido: -E aí, vai fazer alguma coisa? Moro aqui na frente. Ele falou, apontando pro outro lado da praça. Eu: -Fechou, vamos.
Nem pensei duas vezes, topei na hora. Queria extravasar aquela tesão que tava guardada. A pica tava meia-bomba, se recusava a amolecer de vez. Chegamos no prédio, subimos pro apartamento. Acendi um cigarro, fiquei de pé. Ele sentou num sofá e puxou a pica pra fora. Não tinha reparado muito no banheiro, era uma pica enorme, umas 20 centímetros, chuto. Desconhecido: -Filhote, chupa ela um pouco.
Fiquei paralisado. De tanta tesão, nem perguntei o que ele queria antes de aceitar o convite. Achei que ele ia chupar minha pica, mas tava enganado, ele queria que eu chupasse a dele.
Era uma fantasia pra mim, já tinha imaginado várias vezes, mas nunca tinha tido uma chance clara de comer uma pica. Não sou de ficar enrolando, me abaixei e comecei a chupar a pica dele. Não conhecia o gosto, não sabia qual era a sensação de ter uma na boca. Com todo o pornô que já tinha visto na vida, mais as vezes que tinham chupado a minha, já sabia como fazer, mas não é a mesma coisa ver e fazer. Fui meio sem jeito, ele disse que meus dentes arranhavam, então tive que abrir mais a boca.
Enquanto chupava ele, eu me masturbava, dava meu melhor, colocava toda minha dedicação. Depois de 2 ou 3 minutos o cara começou a gozar, eu, como um bom virjão, tirei a boca e bati uma punheta até ele terminar. Desconhecido: -Que boquete gostoso. Eu sabia perfeitamente que tinha sido uma merda, mas aceitei o elogio. Valeu, respondi. Agora você chupa o meu? Desconhecido: -Ah não, eu não faço isso. Eu: -Tá bom, falei morrendo de tristeza por dentro. A gente se despediu e eu segui meu caminho. Foi tudo muito frustrante. A coroa que me deixou todo excitado e o outro filho da puta que não quis me chupar. Pelo menos tinha provado um pau pela primeira vez. Essa foi a primeira, vieram muitas mais com o passar dos anos. FIM.
7 comentários - Luxúria no trem Sarmiento. Capítulo 2.