A noite de ano novo (Conto incesto) Final



Em umas horas faz um mês. Tenho isso na cabeça o tempo todo. Como eu poderia esquecer o que aconteceu? Ainda mais com tudo que rolou naquela madrugada.


Vamos retomar de onde paramos.




Era um 25 de dezembro. Não tinha uma alma na rua. Acordei bem tarde e na mesma hora lembrei do que tinha rolado só algumas horas atrás.
Uma sensação de desconforto percorreu meu corpo. As imagens ainda estavam frescas e eu lembrava da cena que presenciei perfeitamente. Tinha sido real ou um sonho? Se fosse, um sonho ou um pesadelo? Talvez fosse tudo fruto da bebedeira. É, tomara que tenha sido isso.



A noite de ano novo (Conto incesto) Final




De qualquer forma, meus pensamentos estavam confusos, mas naquela manhã eu acordei com uma ereção. Veio à minha mente a imagem da bunda da minha mãe. Aquelas nádegas subindo e descendo, afundando no pau do meu irmão. Meu coração acelerou de novo e não consegui evitar. Uma coisa levou à outra. Era o tesão do momento, mas aquele desejo nublou meu julgamento e, pouco depois, já estava batendo uma punheta igual na noite anterior. Era algo incrivelmente excitante. Algo novo que eu tinha descoberto e curtia pra caralho. Algo muito sujo.
Nunca tinha prestado atenção, mas era verdade o que todo mundo já tinha dito uma vez, aqueles comentários maliciosos afirmando que minha mãe tinha uma rabeta. Ela se mantinha bem, mesmo na idade dela.


Continuei batendo uma enquanto me perguntava quantos já tinham comido ela nos últimos tempos. Questionava tudo, como aquela mulher que sempre se mostrava tão antiquada e decente tinha conseguido fazer algo assim. O contraste só me deixava mais excitado. De novo via aquela bunda quase como se estivesse ali. Via ela subindo e descendo enquanto ouvia seus gemidos. Rapidamente cheguei ao clímax, era a segunda vez que dedicava uma pra ela.


Depois de um tempo, me senti meio culpado. Bater uma pensando na própria mãe é um tabu. Algo bem pesado. Mas no fim das contas, só tava usando ela como objeto de excitação. Não queria comer ela. Essa era uma linha que eu não tava disposto a cruzar.


Naquele dia, foi difícil encarar ela nos olhos. Com certeza alguma coisa tinha mudado. Quis encarar ela, mas não foi fácil naquele momento. Eu queria ter interrompido o que ela fez na noite anterior, mas não consegui reagir. Ficou uma sensação de impotência. Também senti raiva. Dela e do meu irmão, claro.


Você não gostou do panetone caseiro que eu fiz? Seu irmão gostou pra caralho." Ela me disse.


Não estava fazendo de propósito, não era tão cínica assim. "Claro que ele gostou." Pensei sem falar nada.


Naquele dia, recebi uma mensagem do meu irmão. Na hora. Não pude evitar também sentir um aperto no peito, uma raiva dos dois.


Continuava me mandando mensagens e eu sentia que queria alguma coisa. Eu queria ir direto ao ponto.


Sei que você nos viu ontem...


Fiquei gelado ao ler essas palavras. A teoria da bebedeira estava desmoronando.


Sei que não é fácil, mas quero que me deixe explicar o que rolou.


Não neguei. Só respondi com um "sim". Admito que tava nervoso, porque não é todo dia que a gente enfrenta uma situação dessas. Além disso, queria ver o que ela ia me dizer.


Entendo se você tá puto, cê tem todo direito de me odiar. Eu me odeio por isso. Mas, por favor, te peço que não conte pra mãe o que você viu.


Não falei nada ainda. Mas o que você vai me explicar? Vocês são doentes.


... É difícil de explicar. Sei lá, desculpa, é uma coisa que simplesmente rolou.


E desde quando vocês fazem isso?" escrevi, nervoso e ao mesmo tempo intrigado.


Tudo começou na viagem pra Montevidéu. Mamãe tava triste, eu consolei ela e...


É, que jeito de consolar, hein.


Cortei ali. Precisava sair pra dar uma volta, arejar a cabeça. Me fizeram de otário, desde março que tavam trepando. Aquelas visitas ao apê dela pra "limpar e levar comida" — será que era só desculpa pra transar também? Não sabia o que pensar. Me sentia magoado por uns momentos e não conseguia desabafar com ninguém.


Tava tentando encontrar uma resposta. Algo que acalmasse um pouco minha mente.


Me lembrei de muitos anos atrás, quando éramos moleques e dividíamos o quarto. A gente tinha um PC velho. Eu sempre via escondido o pornô do meu irmão. Vídeos, quadrinhos pornô, tinha uns de incesto que me fizeram gozar litros de porra, além de contos eróticos. Foi chocante pra mim ver e ler aquelas situações de filhos transando com as mães. Será que era isso que meu irmão curtia?
Naquela época, eu tava num caso sério com a punheta. Qualquer material era bem-vindo.


Lembrei de algo que parecia ter reprimido e decidido esquecer. Um vídeo pornô antigo onde a atriz parecia com a minha mãe. Me deu um baque e eu fechei.



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Noutra oportunidade, eu vi de novo, mas dessa vez queria ver mais. Aquela atriz tinha um jeito parecido com ela e os gestos eram idênticos em alguns momentos. Fiquei de pau duro e bati uma enquanto via o vídeo.
A mãe é a mulher mais próxima que os garotos jovens têm, é comum fantasiar na adolescência. Nunca li Freud, mas acho que não era tão terrível assim. Embora nunca tivesse espionado ela nem desejado algo diretamente, alguma coisa rondava minha cabeça. Como todo adolescente, tinha colegas indesejáveis que falavam coisas da minha mãe. Vocês já imaginam o quê. Apesar de defender a honra da minha mãe, eu guardava aquelas palavras pra depois. Enquanto via os vídeos, pensava na
coisas que aqueles malditos tinham me falado dela e naquele momento me deixava ainda mais excitado.


Depois que a gente colocou internet em casa, foi a porta pra um mundo novo. Quando eu ficava sozinho no quarto, procurava mais do mesmo. HQs e também contos. Tinha um site espanhol, não lembro qual, de histórias de incesto. Mas os que eu queria ler eram sobre mães casadas sendo comidas pelas costas do marido e dos filhos.




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Era bem novato no quesito usar internet. Mas tenho certeza de que meu irmão viu aquele histórico. Nunca falou na cara, mas uma vez soltou uma indireta. Aí comecei a tomar mais cuidado e, aos poucos, conforme fui crescendo, isso foi passando. Tinha sido só uma fase, nada mais.


Desenterrar essas memórias me fez repensar, agora eu me sentia um pouco culpado. Quem era eu pra acusar e julgar os outros, se eu tinha essa parafilia? Se em menos de 24 horas eu já tinha me masturbado olhando pra bunda da minha mãe. Eu não era a pessoa mais indicada pra defender a moral e os bons costumes.


Quando cheguei em casa, peguei o celular de novo. Vi que meu irmão tinha mandado mais umas mensagens, pedindo desculpas entre outras coisas.


Tomei coragem e respondi pra ela.


Você curtiu?


Ela demorava pra responder, escrevia, apagava e escrevia de novo. Com certeza a resposta tinha deixado ele sem jeito. Me adiantei e falei:


Quero ver quando você meter de novo


Isso e estamos quites." Continue.


É isso que você quer de verdade?" Ela me perguntou.


Sim, percebi que é isso que quero ver


Ele parecia confuso, mas concordou com meu pedido. Combinamos que ele venha dia 31 pra brindar com a gente.


Minha raiva foi passando, eu ia realizar um desejo da minha adolescência. Ver minha mãe dando. Bati uma punheta pensando nisso enquanto via pornô de milfs. Curtindo pra caralho.


Mamãe parecia contente, animada. Meu irmão tava fazendo a parte dele esses dias por mensagem. Ela tava esperando por ele.


No dia 31 fez calor em alguns momentos da tarde, mas à noite esfriou. A gente ia ficar no mesmo pátio da outra vez.
Mamãe se vestiu de preto. Essa cor contrastava com a pele branca dela. Ela tava usando um vestido preto e meia-calça. Também calçava uns saltos pretos. Tava arrumada, dava pra ver que queria receber 2021 da melhor forma.



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Nunca tinha visto ela assim. Tava preparada pra situação. Meus pensamentos aceleravam.
De novo tinha champanhe pra brindar, mas começamos tomando cerveja. Sim, ela também. Tava ansioso, queria que já fossem meia-noite e, enquanto a gente jantava, eu ficava imaginando o que ia rolar.


Mamãe foi buscar as coisas pra mesa doce. Eu fiquei com meu irmão por um instante. A gente não disse nada, mas o olhar falou tudo.


Vou ajudar ela a trazer as coisas". Levantou e entrou na casa.


Ele viu ela de costas na cozinha e se aproximou por trás, pegando ela de surpresa.


Ele dizia coisas no ouvido dela que faziam ela ficar toda vermelha.


Agora não, depois. Espera." Ela disse pra ele.


Vi como traziam as coisas, entre elas o champanhe. Mamãe já estava um pouco alterada só pela cerveja. Sem dúvida ia ajudar a cumprir a missão. Colocamos uma música pra animar o clima.


Bateram meia-noite e a gente brindou desejando feliz ano novo. Meu irmão estourou o champanhe e serviu as taças. Mamãe foi pegando o gosto da bebida. Fui no banheiro e quando voltei, vi meu irmão mais perto da minha mãe.


Vamos tirar uma foto nossa" — disse minha mãe.


Me aproximei e fiquei do outro lado, deixando ela no meio. Nos abraçamos. Os braços dela rodeavam nossos ombros, mas os nossos a seguravam mais por baixo. Verdade, ela tava linda essa noite. Com maquiagem, parecia uns anos mais jovem, e aquelas meias escuras deixavam minha imaginação voar. Se tudo desse certo, em alguns minutos ela estaria pulando na pica de um dos filhos dela. Vi meu irmão tocar a bunda dela sutilmente. Ela riu, tiramos a foto, e ela postou como status do WhatsApp.
Levamos a taça de champanhe pra ela e continuamos batendo papo animado. Rapidinho passou a primeira hora do ano.




Não, você vai sair hoje?" Minha mãe me perguntou.


Mais tarde sim" respondi enquanto tomava outro gole.


Quis servir mais pra ela, mas ela recusou.


Não, obrigada, já tô meio tonta kkk


Mamãe continuava respondendo aos cumprimentos de parentes e amigas. Também de algum punheteiro que não teria sorte com ela.


A música tocava e a gente ria. Foi um momento gostoso e o melhor ainda estava por vir.


Por que a gente não ajuda a mamãe a ir até o quarto dela?" Disse meu irmão.


Jaja, tô bem." Ela disse, meio bêbada.


Nós pegamos ela de cada lado, fazendo com que nos abrace com os braços, e caminhamos até o quarto dela.


Meus filhos, já homens.# Disse.


Ao entrar, ela se jogou na cama de costas. Meu irmão tirou os saltos dela. Eu cumprimentei e me despedi. Tinha dito pra mamãe que ia sair. Claro que não fui pra lugar nenhum. Só saí do quarto.


Já foi?" ela perguntou.


Ao ouvir isso, uma onda de adrenalina começou a correr em mim. Era o prelúdio do que ia rolar. Eu sabia bem o que aquilo significava.


Sim, já foi.


Pela primeira vez, eu tava vendo como a safadeza começava desde o minuto zero. Não demorou pra ouvir o som dos beijos. Também umas risadinhas dela. Fiquei de pau duro. Minha fantasia de voyeur ia se realizar.


Mmm, a semana inteira esperando pra ver essa.


É? Você gosta?


Adoro, adoro seu pau


Meu coração já acelerava de novo. Eu tava batendo uma. De vez em quando eu espiava sem ela perceber. Dava pra ver a cabeça da minha mãe subindo e descendo devagar enquanto meu irmão curtia o boquete da nossa progenitora. O som da chupada que ela tava dando me enlouquecia. De novo aquela sensação me invadia. De tesão e de desconforto. Não continuei batendo uma igual um louco porque não queria gozar tão rápido.


Me escondi de novo quando ele tirou o vestido dela. Daí a pouco, o sutiã também voou pelo quarto.


Tá gostando do que eu tô vestindo? É a mesma fio dental da outra vez." Também não ficou com ela por muito tempo.


Comecei a ouvir barulhos na cama. Espiei de novo. Via as pernas dela abertas e como ela tava prestes a receber a pica. Tinha certeza que não podia me ver. De novo via meu irmão comendo ela. Devagar ele tava metendo e mamãe gemia ao sentir ela dentro.



mae




AHH ahh isso, gostosa, assim.


Tava voando de tesão, mas ao mesmo tempo sentia ciúme, inveja. Por que ele tava comendo a mamãe? Por que não era eu? Tava me irritando.


Não me importei com nada e decidi entrar. Ele tava comendo ela de conchinha. Ela se assustou quando me viu, mas meu irmão não parou. Olhei nos olhos dela enquanto ela gozava. Dava pra ver a safadeza no olhar dela. Não como minha mãe, mas como uma mulher que tava com tesão e queria transar.


Não disse nada. Só continuou aproveitando. Fechava os olhos sentindo a pica entrando e saindo. Ninguém falava nada, os únicos sons que se ouviam no quarto eram os gemidos e o barulho dos corpos se chocando.


Cheguei a centímetros dela. Foi algo instintivo. Via os olhos dela e não conseguia resistir. Aproximei meu pau duro como um ferro da boca dela e senti os lábios dela se fecharem em volta do meu pau. Aqueles lábios carnudos que tantos beijos me deram agora estavam me chupando. E tudo isso enquanto eu levava as sentadas. Num momento, ela olhou nos meus olhos e fiz um esforço danado pra não gozar.
Pararam de transar um pouco pra recuperar o fôlego e a mamãe mandou a gente sentar na cama. Ela se agachou na nossa frente. Tava satisfeita por ter duas rolas só pra ela. Passava a língua nos lábios enquanto batia uma pra gente. Tava doida pra engolir os paus dos filhos dela. Começou chupando a do meu irmão e depois revezava com a minha. Beijava a cabeça e lambia o tronco.



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Mmm, que bucetas lindas vocês têm, meus filhos" Ouvir ela dizer isso me deixou ainda mais excitado, se é que era possível. Dessa vez não aguentei mais e, quando ela estava me chupando, gozei tudo. Foi um orgasmo fortíssimo. Não tinha me masturbado nos dias anteriores pra guardar pra esse momento. Jorrei vários jatos e, claro, eles alcançaram e sujaram o rosto da minha mãe.


Ela ficou imóvel de olhos fechados e limpou o rosto com um lenço descartável, mas claro que não terminou. Não estava satisfeita, continuou chupando o pau do outro filho dela.


Deitei na cama e, depois de um tempo, fiquei observando a cena. Era igual ao que tinha rolado no Natal, mas agora eu estava ali presente, curtindo o corpo dela. Vi a poucos metros a mamãe subir em cima dele, pronta pra cavalgar.


Caralho, isso era tão surreal. Eu ainda não conseguia acreditar no que tava rolando. Menos ainda que aquela mulher era minha própria mãe. Só me deixei levar, curtindo o que via. Tava deitado na cama, vendo eles trepando. As tetas da minha mãe balançavam no mesmo ritmo que ela subia e descia. Como ela tava gostando, meu pau foi ficando duro de novo e eu já tava me tocando, assistindo o show. Meu irmão também não demorou pra gozar, tirou o pau e deu a porra onde ela mais gostava. Na real, ela mesma fez ele gozar, batendo uma punheta pra ele e aproximando a língua, pra depois engolir tudo de novo. Eu curtia pra caralho vendo aquilo. Me masturbava à vontade, sendo um espectador VIP.


Já tínhamos terminado, mas a noite ainda estava longe de acabar. Faltava o melhor. Minha mãe se deitou na cama dela e abriu as pernas. Ela estava me convidando pra entrar.


Fazia meses que eu não metia. Entrar nela foi uma sensação tão intensa quanto indescritível. Voltar a entrar na sua mãe. Que ela curta o seu pau.


Ahh sim, gostosa." Disse enquanto começava a bombar ela.



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Primeiro devagar, depois foi acelerando aos poucos. Enterrava cada vez mais meu pau na buceta dela, que pra minha surpresa era apertada. Ver ela curtindo meu membro era o máximo. Ouvir os gemidos dela me deixava a mil. Não aguentei mais e gozei dentro dela.


Isso foi a última coisa que lembro daquela noite. Tem um buraco nos acontecimentos que não consigo recordar de jeito nenhum. No dia seguinte, 1º de janeiro, também feriado, acordei tarde. De novo me perguntei se o que tinha rolado era real. Parecia tão real que só podia ser.
Mamãe também acordou tarde naquele dia. Dava pra ver que ela tava muito cansada. Pra ser sincero, a gente tocou no assunto. Tinha um silêncio meio estranho que a gente não demorou pra quebrar, falando de coisas do dia a dia.


Ficava feliz que a relação com minha mãe continuasse normal depois do que aconteceu. Só um par de coisas mudou. Meu irmão decidiu que o melhor era acabar com o que estavam fazendo. Ela teve dificuldade pra entender, mas depois de um tempo aceitou.


Uma noite, quando eu tava me masturbando, vejo um zap da minha mãe. Ela tava pedindo pra eu ir lá. Imaginei que queria que eu levasse um copo d'água ou um remédio pra dor de cabeça. Quando cheguei, vi ela deitada na cama. Tava com a camisola que ela usava pra dormir. Ela pediu pra eu sentar, que queria conversar.
Fiquei um pouco nervoso, mas deixei ela falar.


Às vezes me sinto meio mal por tudo que passei. Não devia ter feito aquilo com teu irmão. Não devia ter mentido pra você quando ia... fazer essas coisas.


Tá bom, mãe, já passou.


E o que aconteceu no outro dia...


Não precisa falar sobre isso. Tá tudo bem.


É que acho que fui meio injusta com você. Te deixei de lado esse tempo todo. Não parei pra pensar como você se sentia nem o que tava rolando com você. Fui tão egoísta.


Mamãe...


Não só por isso, mas eu percebo que sempre foi assim. Como o irmão mais novo, você herdava tudo que seu irmão já tinha usado. A roupa, os bonecos, os livros, tudo. E você nunca reclamou de nada. Tem uma coisa que quero te dar como recompensa, algo que nunca foi usado.


Que isso??" Falei intrigado.


Mamãe se virou e ficou de quatro. Levantou a camisola e não tinha nada por baixo. Colocou as mãos na bunda e apertou de leve pra dar pra ver bem o cuzinho dela.

filhoFIM

Relatos em ordem desta saga.http://www.poringa.net/posts/relatos/3734029/Mi-madre-y-mi-hermano-pasan-el-fin-de-semana-juntos-Relato.html


http://www.poringa.net/posts/relatos/3757361/Mi-madre-y-mi-hermano-pasan-el-fin-de-semana-juntos-2.html


http://www.poringa.net/posts/relatos/3772902/Mi-madre-y-mi-hermano-pasan-el-fin-de-semana-juntos-3--final.html


http://www.poringa.net/posts/relatos/3847479/El-reencuentro-de-mi-madre-y-mi-hermano---Relato.html


http://www.poringa.net/posts/relatos/3893810/Mi-madre-y-mi-hermano---El-dia-despues-del-pecado.html


http://www.poringa.net/posts/relatos/3904314/Mi-madre-la-navidad-y-su-pan-dulce.html

3 comentários - A noite de ano novo (Conto incesto) Final

Excelente relato! Parecía rara la forma de narrarlo en los primeros capítulos, pero el final le dio forma a todo. Muy bueno!